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Cidade do Pecado, 罪市

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Cidade do Pecado, 罪市 Qua Abr 06, 2022 3:13 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Cidade do Pecado, 罪市

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Agente MARAMUNE NEKKYOTO & ROBIN SON. A qual não possui narrador definido.

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Re: Cidade do Pecado, 罪市 Sab Maio 14, 2022 9:09 pm

CIDADE DO PECADO
West Blue - Governo Mundial - 006

Kenzy Himura Aparece!

Infelizmente, eu não sou bom ator. Mas, se tem uma coisa que eu sei fazer, e muito bem feito é reduzir números. Mas, entrar num bar como esse e fazer todos de trouxas, é algo muito, muito engraçado mesmo! Kishishishishi. Já pensou? Um novato com tamanha audácia pra ir caçar um cão, tão pequeno quanto sua soberba, tão mísero quanto todas as almas que há de o defender. - Comentei, pertinho do rosto do dono do bar, só para que nós entendêssemos sobre o que falávamos.

Mas isso é conversa pra outra hora, não é mesmo! O que acha de, só por um momento nós esquecermos do agentezinho que eu matei, ou do cão que deve para o governo? Não é como se eu não simpatizasse com você. E você deve estar se perguntando agora, provavelmente, quão burro, confiante, ou tolo, alguém deve ser pra entrar dentro do meu domínio e me ameaçar. - Continuaria, dessa vez, falando em um tom ainda mais alto.

E a resposta pra isso, não deve estar muito longe, para que alguém, com a inteligência do senhor possa compreender. Somos todos artistas! Livres como o senhor, ou presos a coleira da dignidade, da perseverança, sobre a luz de algo que beira o correto. Mesmo tendo tantas coisas erradas quanto as que juramos proteger, ou não? Mas, com certeza, tanto eu, quanto o senhor, queremos proteger alguma coisa! E é por esse motivo que frequentemente guerreamos, frequentemente nos matamos, por quê, nossos interesses se convergem e se conflitam, e sendo assim, o que queremos proteger se torna maior sobre qualquer compaixão que pudermos sentir para o nosso semelhante.

Sendo assim, antes que a bomba estoure, e ambos precisemos fazer o que temos pra fazer, que tal bebermos juntos? Prometo que é meu ultimo pedido, por aquela primeira aposta que fizemos outrora. E como cavalheiros, afinal, tenhamos classe! VIVA! - Respirei fundo e a partir desse momento esperei por reações, de diferentes intensidades e com diferentes propósitos. Quão bom era flertar com o perigo? Havia feito uma declaração de guerra e agora, travava uma batalha bem mais mental do que física, e estava a mercê do meu oponente, a partir daquele momento, era questão de tempo, até que fosse desmascarado.

Fugir? Não. Fugir não era uma opção, se usasse de velocidade para sair de pressa pelo bar, provavelmente, seria perseguido e a luta aconteceria da mesma forma. Meu plano audacioso, havia funcionado até um momento, e com certeza, caso quisesse fazer aquilo novamente, precisaria adquirir melhores habilidades como ator. Conforme fosse, minha mão direita ficaria sobre a empunhadura da minha katana, e se por ventura Kenzy me oferecesse algo para beber, pegaria com a mão esquerda, não sem antes observar sem tirar meus olhos do copo, ou da bebida que o mesmo estava colocando.

Se não percebesse ação de veneno algum, e fosse tratado como um verdadeiro cavalheiro, beberia o liquido até onde estivesse satisfeito, procuraria por alguém que estivesse fumando, e se encontrasse, jogaria o resto da substância que existisse no meu copo sobre o rosto da pessoa que aparentemente fosse a mais forte fisicamente dali, julgando sua estrutura física, e um impulso - alcançado flexionando as pernas e impulsionando contra quem estivesse fumando - iria tentar pegar o maldito cigarro e jogar sobre a face do meu primeiro inimigo. A intenção não era matar, era incapaz disso, mas incapacita-lo, tira-lo do combate.

Caso não me fosse oferecido qualquer alcoólico, ou não me fosse oferecido nada, continuaria com um impulso sobre o primeiro brutamontes que conseguisse visualizar tonificando o músculo das minhas pernas e indo em sua direção, tentando um corte com meu corpo ainda no ar rodopiando, para tentar arrancar um dos seus braços fora. Com o máximo de brutalidade que conseguisse efetuar num único movimento, seguindo com minhas ações.

Na sequência, empurraria alguma mesa que estivesse mais próxima com a ponta da minha katana, tentando a virar e proteger provaveis projéteis que fossem lançados contra mim, e talvez, contando com o sucesso da ação iria novamente impulsionar-me rodopiando no ar, com uma forma espiralada. Como a dança de um cisne. pousando sobre o primeiro inimigo que pudesse alcançar, tentando um corte de cima para baixo, diagonalmente, para que pudesse fazê-lo sangrar e incapacitar, nem que fosse momentaneamente aquele maldito.

E por último, não deixaria que Kenzy sumisse do meu campo de visão, qualquer tentativa disso - ou mesmo que não ocorresse -, seria punível com uma ultima ação de investida do doce e azulado fio da minha espada, que buscaria cortar seu braço fora, ou o mais próximo que conseguisse chegar disso, seriam prioridades: braço dominante - se demonstrasse algum dom ofensivo - ou qualquer coisa que fosse colocada sobre a a trajetória da lâmina, seguindo colocando a lâmina sobre o seu pescoço e olhando com um olhar de felicidade para todos os seus companheiros.

Eu vou levar ele, qualquer tentativa de perseguição, ou mesmo se eu perceber, qualquer movimentação dos senhores, e eu, arranco a cabeça dele! Kishishishishi - Blefe, só de pensar em mata-lo a sangue frio, meu estômago revirou, e se o fizesse, com certeza, nunca poderia me perdoar, afinal, ele era um humano como qualquer outro, e infelizmente, os interesses do governo mundial, não deveriam ficar acima da minha ética e conduta, que se manteria impecável e imparcial, indiferentemente de qual cargo eu ocupar ali dentro.

Quaisquer golpes físicos, ou a distância que fossem sentenciados a mim durante todo o movimento, tentaria os esquivar, enquanto acompanhava de uma defesa armada com minha katana para ou defletir o movimento de ataque dos meus inimigos, ou feri-los passivamente, se fosse atacado com golpes físicos, aplicando o máximo de meu deslocamento, força e velocidade - principalmente - em todos os movimentos que fizesse. Tentando, iniciar o combate, ganhar a troca, e se manter seguro ao final da investida.

* Todos os movimentos, foram tentativas, caso por ventura eu tenha esquecido de conjugar o verbo no tempo correto, aos avaliadores e narradores, desculpe, não foi minha intenção, então favor, considerar que todos os movimentos, foram feitos em situações de tentativas, e nunca, absolutamente nunca, concretizados sem a permissão e compreendimento do leitor (narrador). E se acontecerem esses erros, por favor pontuar, para que eles possam ser excluidos da minha narração o quanto antes. Grato!

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Re: Cidade do Pecado, 罪市 Seg Maio 16, 2022 11:09 pm






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Nekkyoto mais uma vez dialogava com o dono daquele bar, Kenzy Himura, seu principal alvo da missão e ser aparentemente intocável, principalmente no pub que ele chamava de seu. A horda de seguidores e companheiros era tamanha que sufocava a própria presença de Maramune naquele estabelecimento, criando uma aura e atmosfera quase palpável de puro sentimento ruim e desconforto. Para os criminosos, no entanto, era uma casa de refúgio e um lugar seguro; um estabelecimento onde poderia comungar e conversar sem serem ostracizados.

Maramune Nekkyoto, por conta de todos esses fatores, obviamente se sentia fora do lugar, ainda mais trajado com o uniforme do Governo em pleno lar de ladrões e assassinos. Seu próprio ideal era muitas vezes contrariado durante aquela conversa, que após dissimulações por parte de seu colega, se transformavam em um monólogo. Cada palavra dita pelo mesmo entrava na cabeça de Himura, que por sua vez se mostrava pensativo e em concordância com as coisas ditas, embora soubesse que a ordem natural das coisas fosse a aniquilação de uma daquelas duas partes.

— Eu te admiro garoto. Vamos brindar, então, como cavalheiros, você diz. — pegava então dois copos, colocava-os no balcão e os enchia com um uísque de boa qualidade. De um balde metálico, pegava algumas pedras de gelo e depositava no drink, apimentando, de forma gélida, seu gosto indiscutível. Kenzy, então levantava seu copo para um brinde, que após efetuado, era levado até a boca para o consumo imediato e rápido. Maramune, no entanto, degustava da bebida um pouco mais, analisando o ambiente e qualquer espécie de trapaça do homem a sua frente. — Não se preocupe, eu sou um homem de palavra. Você é? — indagava.

Como se respondesse essa pergunta, o Nekkyoto pegava o cigarro da boca de um dos capangas mais próximos e incapacitava um homem parrudo e musculoso bem ao canto da sala. Seu movimento era gracioso, mas ao mesmo tempo carregava um ímpeto admirável, bem como uma velocidade estonteante. Seu inimigo começava a gargalhar de maneira histérica, não da situação de um de seus brutamontes mais fortes, mas da coragem fenomenal que aquele garoto possuía. Sua ação havia deixado sangue espalhado pelas paredes, assim como um braço a menos no corpo daquele ser; o quão distante ele estaria da morte, a linha intransponível do Agente?

Alheio a essa realidade, ele dançava como um cisne pelo saguão do pub, desviando de garrafadas, socos e chutes com a devida maestria. O rapaz não só usava seu corpo, mas o próprio ambiente em sua volta para, novamente, incapacitar um capanga; este era magrelo, todo tatuado e possuía um rosto tenebroso. Novamente, sangue escorria pelo corpo daquele homem que caía no chão em choque pelo acontecido. Maramune, por outro lado, não tirava seus olhos do prêmio principal: Kenzy Himura. Seu inimigo não havia sequer mexido seu corpo, apenas olhando o agente com olhos determinados e sagazes.

Apesar da maestria em combate, ele não havia o poder suficiente para encarar tantos de uma vez só. Como um monte, eles chegaram até o invasor e o incapacitaram, inicialmente com um chute nas pernas, atrás do joelho, debilitando seu movimento. Outro capanga continuava a ação com um soco no rosto, deixando o protagonista em um estado de atordoamento. Um outro, por fim, desferia um poderoso chute em seu peito, que o levava com força ao chão ensaguentado, ao lado de seu último alvo que balbuciava em sua própria respiração. A sua cabeça batia com força no assoalho, momentaneamente apagando sua visão.

Naquele momento, seus sentidos se mostraram seus melhores amigos. Com o ouvido, ouvia aquele que antes se mostrava um homem com uma certa quantidade de escrúpulos. — Deixem ele! Tragam-no para mim até os fundos. Desacordado, por favor. — anunciava de forma imponente. O que antes seriam vários socos até a morte, acabava por ser um só golpe em seu nariz, que finalmente o tirava a consciência. A dor que jazia em seu corpo não era sentida até um tempo depois, quando acordava em uma sala escura, iluminada apenas por uma lâmpada que estava quase sobre sua cabeça. Seus membros estavam amarrados de forma precária, e sua boca tampada por uma espécie de fita adesiva. Até aquele momento, sua única companhia era ele mesmo.


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Re: Cidade do Pecado, 罪市 Ter Maio 17, 2022 6:55 pm

CIDADE DO PECADO
West Blue - Governo Mundial - 009

Trancado a Sete Chaves!

Fui espancado, não lembrei muito bem como funcionaram os golpes mas, a sequência pareceu orquestrada por um ser maligno, que modulava tudo aquilo ao seu bel prazer. O primeiro golpe atrás das minhas pernas, suficiente para me fazer balburdiar minhas pernas, balançar e com muito custo, me manter de pé. Quando virei para tentar olhar e eventualmente ter alguma reação ao movimento. Um segundo, bastou um segundo para que outro golpe me atingisse: um soco no rosto que jogou minha cabeça para trás, atordoando-me no processo.

A partir daquele momento, tentei respirar para manter-me consciente, algo me falava frequentemente para fugir, e por um momento, experimentei a sensação de como era ser espancado até a morte. Ainda que em um mísero segundo, foi como se tudo a minha volta congelasse, a minha vida passava pelos meus olhos, e num momento de epifania conseguiria lembrar até mesmo do som das asas de Lyn. "Cuide-se garoto! Trate de ficar bem, eu juro, com tudo o que me é mais sagrado, se por algum motivo eu sair dessa, não vai sobrar nenhum! Vou retaliar todos esses filhos da puta. Corruptos. Cães de combate. E se algum deles lhe ferir, eu nunca irei me perdoar!

Um último golpe, me jogou ao chão, me apagou momentaneamente, e me mantive olhando para os agressores. Visão enturvecida, coração palpitando e vontade de os fatiar, até que eles clamassem por perdão, até que não sobrasse absolutamente nada que merecesse redenção. Por fim, um único golpe que pareceu ser no nariz, me desacordou, mantendo um estado de desmaio.

E a luz acabou ... Não existia mais consciência para ser disputada. Robin Son, morreria sem ver a luz novamente? Que merda era dividir um corpo com alguém ... tão fraco?

Não consegui dizer com exatidão a passagem de tempo, no entanto, acordei amarrado, amordaçado e com um estado de confusão mental. Num pico de adrenalina por sobrevivência, olhei para todos os cantos da sala em rápida sucessão, estava sozinho. Ainda bem. Valeria pena tentar simplesmente sair daquelas amarras? Apertei minhas pernas contra o chão e além da dor, sentia como se minhas pernas não respondessem como efetivamente deveriam. Não posso contar mais com a velocidade.

Verifiquei se estava armado, e notei que estava sem minha katana e sem a arma de Robin Son. Fodeu. Todas as minhas chances naquele momento haviam caído por terra, mal sabia improvisar armas ou coisas do tipo. Meu corpo doía muito, em diversos pontos e com certeza meu nariz estava quebrado. Se eu não tivesse torrado a cara daquele homem enorme, e ele tivesse participado disso, provavelmente era caixão e vela preta, antes que Kenzy conseguisse parar. Por falar nisso, por qual motivo ainda estou vivo? Eles colocaram música, então, vamos dançar no ritmo, enquanto eu tento bolar algo pra sair.

Tentei verificar as qualidades das amarras nas mãos, e se conseguisse as afrouxaria cerrando punho sobre punho enquanto realizava movimentos que deveriam provocar fricção na corda. Talvez, e só talvez, eles não deveriam ter realmente ter experiência em amarrar alguém vivo, que conseguisse ainda se mexer depois de tantos golpes. Se possível, conseguindo afrouxar as amarras nas mãos, tentaria afrouxar também as pernas. Não era boa ideia tentar me livrar completamente, no mínimo sinal de que eu pudesse reagir, eles provavelmente me apagariam de novo, sendo assim, queria passar a ilusão de que ainda estava preso, não retirando completamente as amarras.

Sendo assim, esperaria, pacientemente, até que o primeiro ideal passasse pela porta, afinal, éramos idealistas, brigando por duas ideias diferentes. Uma guerra que só terminaria com um dos lados sucumbindo ao doce e frívolo objetivo daqueles dois grupos.

* Todos os movimentos, foram tentativas, caso por ventura eu tenha esquecido de conjugar o verbo no tempo correto, aos avaliadores e narradores, desculpe, não foi minha intenção, então favor, considerar que todos os movimentos, foram feitos em situações de tentativas, e nunca, absolutamente nunca, concretizados sem a permissão e compreendimento do leitor (narrador). E se acontecerem esses erros, por favor pontuar, para que eles possam ser excluidos da minha narração o quanto antes. Grato!

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● Hematomas no Peito e na Mandíbula [0/2]
● Nariz Quebrado [0/3 - Necessita Tratamento]
● Tendão do joelho deslocado. [0/2 - necessita tratamento] (Movimento comprometido)




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Re: Cidade do Pecado, 罪市 Ter Maio 17, 2022 11:14 pm






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Por um breve momento, a fagulha de esperança pairava sobre Maramune Nekkyoto, e em um ímpeto causado por ela, ele começava uma guerra que não poderia sequer pensar em terminar. Dois caíram, mas com eles, o agente também ia ao chão; ironicamente, em seu lado, próximo do que parecia ser seu leito de morte, a figura que ele, de forma inconsequente, mutilara. O primeiro golpe o desestabilizava, o segundo o derrubava, um terceiro levava-o ao chão como se fosse um mero pedaço de carne. Já naquele momento, podia sentir a doce morte o chamando para um eterno descanso, ou uma vida eterna de arrependimentos.

A voz de seu rival, no entanto, limpava qualquer possibilidade de aquele ser mais um serviço para a Morte. Em um comando imponente, o último golpe finalmente o finalizava com a força conjunta de todos os outros três, quebrando seu nariz sem esforço algum. A luz em seus olhos se apagavam, e as últimas imagens eram processadas enquanto suas pálpebras lentamente se fechavam para dar lugar ao nada; apenas a doce introspecção antes do que parecia ser um óbito certo. Contrariando, mais uma vez, seu pessimismo, ele acordava numa situação que parecia ser ainda mais desafiadora, embora totalmente agonizante em certos termos.

Amarras quase soltas seguravam suas mãos e seus pés, essas atrás da cadeira que servia de acômodo para o rapaz. A sua liberação se mostrava complicada e um tanto quanto improvável, embora certamente possível. Apesar disso, seu maior empecilho ali era ele mesmo: a visão do rapaz era turva, inconsistente e inconclusiva. As luzes pairavam deixando marcas em suas retinas que seu cérebro parecia um pouco lerdo demais para processar naquele momento. Aliado a isso, a dor em seu corpo era excruciante, inundando seus sentidos a cada segundo que passava de sofrimento.

Um fator curioso daquela sala era a presença de um ar, mesmo em um ambiente fechado e completamente escuro para seus olhos. Olhando para cima, podia ver, acima ainda da lâmpada que esquentava sua cabeça, um duto de ar e uma lâmina que lentamente puxava refrigeração para o lugar, dando acesso ao lado de fora para alguém que fosse pequeno o suficiente. Sem tempo o suficiente para ponderar sobre tudo que acontecia ali, finalmente ouvia vozes que pareciam nortear sua posição na sala. Das suas costas, uma porta se abria, enquanto passos eram ouvidos; um pertencente a um sapato normal, outro parecia vir de um salto feminino.

— O que faremos com o rapaz? — indagava Kenzy para a mulher que o acompanhava. Esta rapidamente se dirigia ao campo de visão de Maramune, revelando sua aparência majestosa, sensual e atrativa, embora maléfica em sua aura. Seus cabelos ondulados se aproximavam do rapaz, inundando seu olfato com um aroma de coco enquanto se colocava face a face com o agente, prestes a encostar as peles. Daquela posição, via com clareza seus olhos esverdeados e sua boca perfeitamente desenhada em sua criação, ainda acentuada por um batom carmesim que entregava à moça um caráter visualmente belo.

Ela então forjava um pequeno sorriso em sua face, enquanto rotacionava a cadeira de Nekkyoto em direção à porta e Kenzy. A visão ali era um pouco mais privilegiada, observando um grande vidro espelhado que refletia perfeitamente suas feições, embora com algumas falhas no que pareciam manchas rubras de um líquido meio viscoso. — Ora, ele deve nos dar alguma diversão antes das informações importantes, não é? — sua voz suave e sedutora fazia par com seu vestido também rubro, que combinava para uma imagem dos céus na visão de Maramune. Aquilo era o suficiente para que sua outra metade viesse à tona.

— Quem te enviou para cá, docinho? — ela falava, encostando suas unhas perfeitamente lixadas em forma de adagas no maxilar do jovem, lentamente movendo elas para trás de sua orelha junto de seu corpo, que logo se posicionava nas costas do rapaz. Ela dobrava seu tronco, encostando os seios fartos no ombro de Nekkyoto ou Robin Son, e então olhava para o espelho, direcionando o olhar do rapaz para a mesma posição. Kenzy parecia um pouco enciumado, mas concordava com o andar das coisas enquanto ela procedia com mais um sorriso sedutor e mefistofélico. — Vamos... não precisamos dificultar as coisas bebê... — a voz da garota impregnava o âmago do agente, enviando calafrios por sua espinha, que embora fossem sinais naturais de perigo, pareciam prazerosos de uma forma indecente.

Mesmo naquela situação, Maramune, ou quem quer que estivesse controlando o corpo, se via com algumas esperanças renovadas. Ao lado da porta, entre ela e o vidro espelhado, se viam suas armas, tanto a Katana, quanto a Pistola de Robin Son. Era guardadas por seu antagonista, que mantinha os olhos fixados em sua figura como quem quisesse dissecar seu próprio ser. Ainda do duto de ventilação supracitado, um barulho característico era ouvido. Squaek! — proveniente de seu mascote amado e possível - futuro - salvador.


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Re: Cidade do Pecado, 罪市 Qua Maio 18, 2022 6:58 pm

CIDADE DO PECADO
West Blue - Governo Mundial - 009

O Hetero Top, linhagem de luxo, ataca novamente!

Uma beldade entrou na sala acompanhada de Kenzy, seus peitos fartos tocaram no meu ombro, e sobre aquela sensação estranha de atordoamento fui posto contra um vidro e vi meu reflexo. Quando, de repente, abracei a escuridão que pareceu ser eterna, momentaneamente. Despedindo-me deste mundo com um último pronunciamento: Conclua a missão, Robin Son.




Diversão, gata para né. Você é um parque de diversões toda gatona. Gyagyagyagyagyagyagyagyagya. Era uma mulher linda a minha frente, e não conseguia tirar os olhos de seus belos par de peitos. Meus olhos inclusive, chegavam a saltar quando os encarava. Fartos como eram, provavelmente eu me perderia olhando mais de perto.

Não demorou muito para que começasse a ligar os pontos, aquele maldito deveria ser Kenzy, o cara que colocou Nekkyoto pra mamar. E agora me trouxe aquele ser maravilhoso, angelical e diabólico, tudo em proporções iguais. Um pedaço do céu e do inferno, pronto para que fosse cobiçada e realizasse seus desejos mais mórbidos. Responderia tudo, sem exceção, assim que fosse perguntado.

Gyagyagyagyagyagyagyagyagya. Você não tá entendendo princesa, não interessa quem me enviou, só interessa é se eu vou conseguir enviar você pra dentro da minha vida, sua linda. Comentei, olhando fixamente nos seus olhos. Ela com toda a certeza do mundo, nunca teria escutado outro homem com tamanha articulação de palavras voltadas a como levar alguém pra cama, também, aquele que tinha o pior aproveitamento entre todos os mulherengos de plantão, nunca, efetivamente, havia conseguido nada com seu papo furado.

Quando suas unhas passaram sobre meu maxilar, senti a dor do hematoma que haviam feito ali, justamente nesse mesmo momento, percebi que meu corpo estava todo fudido e mal pago. Minhas pernas não respondiam certo, e existiam diversos pontos que doíam em mim. " Eles não estão pra brincadeira, aquele lá não seria derrotado assim, tão facilmente."

Preciso pensar, como neutralizar rapidamente, dois homens, e sair do raio de ação dessa mulher de seios fartos. Até que conseguisse fazer ela cair na minha voz encantadora, e no meu papo fenomenal, digno de cantar até a mais bela das mulheres. Pra mim ta tudo muito fácil, se você me dar umas bitoquinhas eu falo tudo o que eu sei, e o que eu não souber eu invento, tchuchuquinha.

Escutava um som característico de morcego, e regorzijava. "LYN CARALHO, AINDA BEM QUE VOCÊ VEIO." Pensei, tentando formular uma estratégia simples para o pequeno morcego realizar, rapidamente. Deveria agir o quanto antes, e mirar três tiros, dois nos dois ombros de Kenzy, para inutilizar seus braços e um na luz, para que pudesse cegar tudo ali, e aproveitar-me da escuridão para fazer traquinagens com a mulher demônio.

O agir deveria ser coreografado, para que tudo se fizesse perfeito e no seu devido lugar. O assovio veio como uma luva, Lyn deveria usar a ecolocalização para saber as posições dos inimigos. E, logo em seguida, saberia da minha situação, e que estava desarmado. Deveria atormentar Kenzy, minimamente para que eu conseguisse dar uma investida, com o restante da saúde que estava em minhas pernas em direção a estante, buscando desesperadamente pegar minha pistola, enquanto empurrava Kenzy no processo.

Se fosse um sucesso, daria três tiros em rápida sucessão, dois, um em cada ombro de Kenzy e um na lâmpada que iluminava o local, jogando-me no chão, aonde provavelmente Kenzy deveria estar e falando para ele: Se você gritar pra ela, o próximo vai na sua cabeça. ta bom, meoh? Vamo sair de fininho, como se você estivesse me levando embora, com teu consentimento ta bom? Se alguém se aproximar, eu posso até morrer, mas você vai comigo. Dei uma risadinha maliciosa, tentando me arrastar no chão junto com o dito cujo tentaria pegar a katana de Nekkyoto e sair de pressa da sala, fechando aquela porta, fechando-a e dando um tiro no batente, para que pudesse alterar a estrutura e travar a porta, nem que fosse por um momento.

Empurraria o cano da arma contra as costas dele, tentando fazer com que me guiasse pelo local, dizendo baixinho: O mais vazio possível, por favor. Me apoiaria em seu ombro ferrado, mirando gentilmente a pistola pra ele. Se por um acaso fossemos encurralados ou atacados, começaria a disparar um tiro em cada cabeça, tentando manter uma precisão digna de um excelente atirador, para que pudesse derrubar quantos oponentes fosse possível.

Se minha investida não desse certo, infelizmente, não teria o que fazer, e provavelmente, seria alvejado de novo e colocado naquela maldita cadeira. Para cantar aquela bela moça novamente. Porém, se algum dos meus tiros sofresse tentativa de bloqueio atiraria nas mãos de kenzy, o que teria, praticamente o mesmo efeito, continuando o movimento da mesma maneira. Não deveria contar que a mulher ficaria parada no instante que começasse minha ação, então, orientaria que Lyn, usando de sua ecolocalização sobrevoasse e empurrasse gentilmente, fazendo carinho na sua cabeça, de diversas posições em velocidade, para que pudesse desorienta-la.

* Todos os movimentos, foram tentativas, caso por ventura eu tenha esquecido de conjugar o verbo no tempo correto, aos avaliadores e narradores, desculpe, não foi minha intenção, então favor, considerar que todos os movimentos, foram feitos em situações de tentativas, e nunca, absolutamente nunca, concretizados sem a permissão e compreendimento do leitor (narrador). E se acontecerem esses erros, por favor pontuar, para que eles possam ser excluidos da minha narração o quanto antes. Grato!

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● Hematomas no Peito e na Mandíbula [0/2]
● Nariz Quebrado [0/3 - Necessita Tratamento]
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Re: Cidade do Pecado, 罪市 Sex Maio 20, 2022 7:43 pm






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Resultando de suas ações impetuosas e, consequentemente, impensadas, agora Maramune se encontrava em uma situação que seria necessário muito esforço para escapar. Em uma sala escura - mal iluminada - e dois inimigos em sua frente, o agente não poderia sequer demonstrar sinais de escapatória, uma vez que estava amarrado em uma cadeira qualquer. Embora suas amarras estivessem um tanto quanto soltas, produto da negligência dos bandidos, o rapaz ainda teria de manejar bem o curso de suas ações para poder sair de lá com o prêmio por seu esforço naquela missão.

Naquele contexto, via-se necessária o pensamento lógico e até mesmo atuação bem feita; talvez os requisitos fossem alcançados, não fosse pela súbita mudança de personalidade da figura, que agora, se chamava Robin Son. O devasso galanteador, embora forte e sem misericórdia - face oposta de sua contraparte -, não era o especialista naquele tipo de situação. Apesar disso, após ouvir o barulho de Lyn nos dutos de ventilação, sentia esperança o suficiente para começar a elaborar o seu plano de ataque, tendo em mente sua perna, sua prisão e seus inimigos.

— Beijinhos apenas após sua confissão, bebê. — dizia a moça após o iniciar das falas de Son. Mesmo naquele momento, não perderia um segundo sequer em sua missão de conquistar aquela beldade que flertava com o próprio céu e inferno, buscando descobrir se era anjo ou demônio. Naquela dualidade, ela pegava as bochechas coradas de Robin e as apertava com uma só mão, cravando levemente suas unhas em sua pele enquanto mantinha o rosto exageradamente próximo. — Vamos... você não quer ter o que deseja? Eu sei o que você quer. — ela indicava, manipulando sua face e sua voz em pura sedução.

Aquilo, no entanto, não era o suficiente para manter o rapaz naquela forma deplorável. Buscando sair da posição que Nekkyoto havia colocado o corpo compartilhado, ele assobiava para Lyn, que prontamente ecolocalizava a posição de seu dono naquela sala e corria para o mesmo. Em simultâneo, o rapaz pulava de sua cadeira em direção às armas dispostas logo ao lado da porta de saída, tão bem camuflada que naquele momento era difícil de até mesmo percebê-la. Apesar do ímpeto bem pensado, o mesmo não havia ponderado sobre aquilo que, inicialmente, cerceava sua liberdade: a amarra em seus pés.

Como um saco de batatas, suas mãos soltas iam para frente enquanto as pernas permaneciam no lugar, resultando em uma cena tão decepcionante quanto cômica para aqueles que a observavam. Seu corpo ia ao chão, preso à cadeira que também caía sobre sua bunda; seu rosto disposto no cimento frio estava amassado, sem que este pudesse propriamente se levantar naquele momento. Kenzy, imediatamente, caía em gargalhadas, acompanhado por sua parceira que mentalmente gozava da ingenuidade e descuido do rapaz que ela interrogava.

A situação passava a ficar ainda mais caótica com a chegada de Lyn, o morcego parceiro de Robin e Maramune. O pequeno, sem saber o que fazer, voava pela sala em círculos enquanto gritava para seu dono, dando rasantes em seu corpo e frequentemente fazendo o mesmo com os rostos dos dois inimigos ali. Para a mulher, aquilo se mostrava ainda mais apavorante, visto a sua fobia a morcegos que a impedia de manter outra face senão aquela de desespero nítido e medo. — PEGA ELE HIMURA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! — exclamava, movendo-se para o canto da sala em paralisia, esquecendo-se do que fazia antes daquela balbúrdia. Kenzy, por outro lado, determinado, pegava a katana de Maramune na tentativa de pegar o animal com cortes mal feitos e descuidados. A situação, embora caótica, se mostrava perfeita para o agente.


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Re: Cidade do Pecado, 罪市 Seg Maio 23, 2022 7:28 pm

CIDADE DO PECADO
West Blue - Governo Mundial - 011

Dedo no c* e gritaria

Cai de cara com o chão, o arrombado do Kenzy pegou as mãos na maldita katana do meu compadre, e uma mulher tava gritando por socorro. Tudo aquilo culminou numa adrenalina que passou por todo o meu corpo, gerando força e enrijecendo meus músculos para que uma resposta fosse realizada, o mais rápido possível. O morcego da minha outra personalidade fez seu papel, fazendo um verdadeiro escarcéu e me dando oportunidade para que conseguisse escapar. Ou, quase.

Não atentei-me a amarra nas pernas e quando tentei dar uma investida, fui de boca no chão. Entretanto, mesmo com a dor de ter batido o rosto fronte aquele lugar gelado e estranho. Rapidamente, tentei desamarrar minhas amarras, e eventualmente, caso se fizesse necessário usaria a própria fricção entre as duas vertes da corda para criar atrito e abrir o necessário para que não tivesse mais a movimentação comprometida por tal aparato.

Se fosse um sucesso, iria, imediatamente colocar toda a força que conseguisse reunir nos grupos musculares das pernas, que mesmo fodidas, deveriam me permitir no minimo mais um único movimento no máximo de força que conseguisse alcançar naquele momento. Queria muito ajudar aquela verdadeira gostosa a eliminar o fruto do seu desespero, no entanto, o animal era de Nekkyoto, e se eu fizesse alguma coisa com ele, ele provavelmente ia ficar puto e mal me deixaria novamente sair pra me divertir.

Tomando proveito da situação gerada, correria empurrando Kenzy no processo para pegar minha arma de fogo em mãos. Pelos movimentos feitos de forma extremamente amadora, Kenzy não deveria dominar a arte da espada, e por isso, um desequilíbrio e ele já não deveria conseguir me atingir com aquela arma. Se conseguisse alcançar a mesa e minha arma de fogo, rapidamente, puxaria o ferrolho, engatando uma bala no coldre e disparando, duas vezes.

Bang Bang. Duas balas, uma em cada ombro do meu carrasco, para tirar toda e qualquer reação que ele pudesse eventualmente apresentar.

Bang. Um tiro, na lampada que nos iluminava, para que assim, conseguisse tirar a vantagem numérica que os meus inimigos podiam ter no momento.

Não esperei reação por parte da mulher de seios fartos, afinal, Lyn ainda estava ali, e provavelmente, a manteria desesperada no escuro quando se quer pensasse no morcego voando por sua cabeça.

Qualquer movimento em falso e a próxima bala vai na tua boca, certo Kenzy? Eu vou te falar o que vai acontecer, você vai levantar comigo, vai deixar esse xuxuzinho ai, e vai caminhar, como se nada tivesse acontecido até uma porta lateral, ou dos fundos desse lugar imundo. E vamos caminhar, calmamente, como se nada estivesse acontecendo até a base da marinha, ou você morre, e esse maldito lugar, vai ser enterrado junto com a sua bunda imunda. Entendeu, filho da puta?

Tentei colocar a arma o mais perto do corpo dele possível, afinal, assim que atirasse na luz, estaria perto do dito cujo e provavelmente não deveria ser tarefa dificil grudar perto do corpo daquele merda, e se fosse possível, começaria o plano, tentando sair com Kenzy dali o mais rápido possível. Tempo era dinheiro, e devedor como era, Kenzy Himura tinha pouco dinheiro restante. Tomaria o cuidado de pegar novamente a Katana de Nekkyoto e guardar em sua bainha, afinal, se eu perdesse a arma daquele maldito, com certeza ia me culpar.

* Todos os movimentos, foram tentativas, caso por ventura eu tenha esquecido de conjugar o verbo no tempo correto, aos avaliadores e narradores, desculpe, não foi minha intenção, então favor, considerar que todos os movimentos, foram feitos em situações de tentativas, e nunca, absolutamente nunca, concretizados sem a permissão e compreendimento do leitor (narrador). E se acontecerem esses erros, por favor pontuar, para que eles possam ser excluidos da minha narração o quanto antes. Grato!

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● Nariz Quebrado [0/3 - Necessita Tratamento]
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Re: Cidade do Pecado, 罪市 Seg Maio 30, 2022 8:52 pm






Cidade do Pecado
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A situação de Robin Son se tornava um tanto quanto complicada assim que chegava naquele corpo. A dualidade de seu ser o permitia mudanças repentinas de humor, e em seu caso, ao lado daquela beldade, sua utilidade era mitigada até certo ponto, batalhando entre os ideais de completar a missão e continuar cantando a moça bonita. Tudo piorava, no entanto, com a sua tentativa de fuga e a entrada de Lyn para a festa que ocorria dentro daquela sala escura e fria. Robin se estabanava no chão, enquanto o morcego criava um verdadeiro pandemônio dentro da prisão.

Os gritos de uma moça em apuros, bem como o furto descarado da Katana de seu irmão de mesmo corpo, criavam na mente de Son um amálgama de sentimentos que fortaleciam seu ser; uma força que vinha de seu âmago e esbravejava para o exterior para realizar a vontade daquele que se encontrava meio amarrado em uma cadeira. Livre do olhar de seus algozes, ele, com certa dificuldade e técnica, saía das cordas que prendiam seus pés naquela cadeira, correndo em direção à mesa que dispunha de sua arma de fogo. Estava na hora de retrucar o que ele havia sofrido ali.

Suas pernas feridas vacilavam na corrida, mas não impediam o ímpeto do homem que fazia de tudo para se armar. Enquanto os criminosos se incomodavam com um simples morcego, Robin não perdia tempo e partia para cima, mancando e por pouco se mantendo em pé. De uma forma ou de outra, daquele ponto, tudo acontecia em flashs amarelados que duravam milésimos de segundos, que eram seguidos por um odor característico de pólvora e o som estridente da dor. Dois tiros atingiam Kenzy no ombro, enquanto um deles ia até a lâmpada que iluminava a sala.

Por um breve momento, tudo que se ouvia era o som do silêncio. Logo em seguida, outro som maior ainda era ouvido: a mulher começava a gritar mais desesperadamente enquanto sentia Lyn sobrevoar suas madeixas. Robin Son, no entanto, não se abalava com aquelas futilidades: ele, em sua determinação, conseguira pegar Himura pelas costas, colocando-o em situação de refém, como o ferido havia feito momentos atrás. Sem perder tempo, utilizava da sua vantagem para sair daquele local através da lábia infalível e, é claro, uma arma apontada para o corpo do inimigo.

Argghhh! Seu louco! — esbravejava, antes de seguir com passos vacilantes até a porta de saída, como se conhecesse o lugar até mesmo com as luzes apagadas. A tal entrada os jogava para uma espécie de corredor, que possuía, em uma das extremidades, uma bifurcação com algumas portas. Na outra, a aparente porta de saída para o lugar. Da antiga localização deles, ainda se ouviam os gritos da mulher e os pequenos barulhos produzidos por Lyn em seu voo amedrontador; tudo aquilo, no entanto, estava para trás do agente em sucesso, que mesmo contrariado pelo sofrimento de uma dama, mantinha seus deveres intactos.


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Re: Cidade do Pecado, 罪市 Ter Maio 31, 2022 3:19 pm

CIDADE DO PECADO
West Blue - Governo Mundial - 012

Salvar o rabo de saia

CHEGA LYN, DEIXE MINHA ESPOSA FORA DISSO! gritei nos corredores do lugar, antes de sair pela porta e apertar o passo quanto fosse possível. Afinal, estava com a perna fodida, e logo provavelmente começaria a sentir mais dor do que agora, quando o sangue esfriasse. Estava fardado como agente do governo, e levando um bandidinho que parecia ter apoio popular.

Levando tudo isso em consideração, Lyn logo apareceria nos céus de novo, e dito isso, provavelmente assim como ele, viriam atrás de Kenzy e de mim. Não tinha proteção do governo ou nem nada do tipo, então, tinha que me virar com o pouco que tinha. Discrição, mantive a arma bem colada no seu corpo, e ambos estávamos destruídos. Faria como se estivesse abraçado com ele, com a arma virada e apoiada sobre uma das suas costelas, andando paralelamente e no processo colocando meu braço sobre o seu pescoço e ombro, como quem o abraçava.

Qualquer gracinha, e bang. Atiraria de raspão no seu tórax, não para mata-lo, mas para causar dor. Qualquer situação de estresse ou de perseguição e eu atiraria pro alto, mirando a arma pra cabeça de Kenzy.

Esbocei um sorriso no rosto, e com o ilusionismo, tentaria evitar com que a arma ficasse cem por cento a amostra. Caminhei em direção a base do governo mundial, onde subiria na embarcação e iria até o balcão, dizendo: Eu estou ferido e preciso entregar esse merda aqui pro Sr. Clyde. Pode me informar onde eu posso encontrar meu superior? Preciso passar um tempo no hospital também, Nekkyoto fudeu nosso corpo

Se por ventura eu soubesse ou descobrisse aonde o meu superior estava, eu entregaria Kenzy para ele dizendo: Muito obrigado por confiar em mim, senhor! Aqui está ele. Agora, com sua licença. Esperaria que fosse dispensado para sair, em direção ao centro médico do QG, aonde esperaria por atendimento. Talvez também, Clyde pudesse me acompanhar, ou ir me ver no meu leito de descanso.

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Re: Cidade do Pecado, 罪市 Sex Jun 03, 2022 3:17 pm






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A missão de Maramune Nekkyoto e Robin Son chegava a um fim, e com isto, o pesar das dores e as ações impetuosas do agente. Desde a sua chegada naquele bar, a campanha se mostrara fadada a uma reviravolta nada agradável, se sucedendo dessa forma poucos minutos depois da ação que selaria o destino quase mórbido do homem. Com sua perna já debilitada, ele, por fim, se via despido de seus direitos de liberdade, caçoado pelos inimigos e constantemente atormentado pela succubus que buscava retirar, de sua boca, a verdade. Esta não saía nunca. A virada que se sucedia permitia a porta para o sucesso do seu serviço, que prontamente era usada pro Robin.

Ao seu chamado por Lyn, este vinha pouco tempo após, no correto momento de passar pela porta que levava ao lado de fora do estabelecimento. A dupla rival estava nas vielas do fundo do pub Scavengers, em um ambiente repleto de lixo, ratos e um cheiro penetrante de urina com fezes. Alguns gases saíam dos bueiros adjacentes às paredes que delimitavam o beco, e por um momento nauseavam o pobre Son, já atordoado pela súbita onda de luz que adentrava seus globos oculares. Naquele momento, se iniciava a torturante jornada dos dois até a embarcação do Governo Mundial.

— Você... argh... vai pagar por isso! — murmurava Kenzy, impossibilitado de qualquer ação pelos ferimentos em seus ombros e pelo cano frio que ameaçava sua vida constantemente. Apesar do quadro, Robin também não estava em seus melhores estados; repleto de ferimentos e com o movimento seriamente prejudicado. Durante a caminhada, olhos bisbilhoteiros não se comportavam, secando a dupla ensanguentada buscando por respostas. Alguns achavam-na nas vestimentas oficiais do próprio Robin, já outros se contentavam com mais um dia perturbador em Las Camp.

Estranhamente, nada além das problemáticas já existentes retardavam o retorno do noviço para sua base, que sem hesitar cumpria seu destino ao perguntar pelo seu superior e supervisor. — O Sr. Clyde acabou de chegar. Está em seu escritório, subindo essa escada à direita. — falava uma simpática moça apontando para o local indicado. — Há seu nome na porta. — finalizava, não olhando para o rosto de seu colega, que partia em velocidade até o local necessário. Naquele seu estado, todo o trajeto parecia mais tortuoso e torturante que a própria situação de se estar amarrado em uma cadeira.

De qualquer forma, chegava até a posição indicada, se deparando com Clyde em seu caminho para fora de sua própria sala. Seu semblante se mantinha o mesmo, embora visivelmente mais cansado e exausto naquela hora do dia. O homem arqueava uma de suas sobrancelhas ao constatar a situação daquele que estava sob sua tutela, mas se policiava para não indagar muito sobre os ocorridos até aquela situação. Sem dizer muito, ele agarrava os braços de Himura com um forte pulso e o arrastava pelas escadas para um local fora do conhecimento de Maramune.

— Colete seu dinheiro pela missão comigo mais tarde... agora eu tenho... negócios para resolver. — finalizava, após parar no meio do caminho e olhar por cima de seu ombro. Sem hesitar, voltava para o seu caminhar com um olhar odioso no rosto e um semblante quase diabólico, talvez por circunstâncias passadas ou pelo puro gosto do que estava por vir. De uma forma ou de outra, as obrigações de Robin Son haviam se findado por ali, levando-o direto para a ala hospitalar do QG para se recuperar de seus ferimentos. Sem delongas, era atendido por uma loira de olhos claros, esbelta em seus trajes hospitalares e discreta em suas ações para recuperar o nariz e a perna do paciente. Para Robin, aquele era o verdadeiro paraíso.


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Re: Cidade do Pecado, 罪市 Sex Jun 03, 2022 4:33 pm

CIDADE DO PECADO
West Blue - Governo Mundial - 013

Quer ir comer alguma coisa?

Entreguei Kenzy para meu superior, e não fiquei nem um pouco curioso com o que ele faria com o maldito devedor. Afinal, Clyde deveria ter seus próprios métodos de fazer ele pagar o que devia, com o bar, não deveria ser tarefa difícil pagar uns bons trocados. Mas não importava, o que eu precisava fazer agora era curar os malditos machucados que Nekkyoto havia feito no nosso corpo. Salvei a pele dele, de novo. Comentei dando uma risadinha curiosamente sincera, enquanto mancava pelos corredores em direção a enfermaria do local.

Cheguei lá e fui atendido por uma mulher esbelta, linda de tudo. Meu coração bateu mais forte, e não pude me conter, tentei bancar o misterioso, não falando enquanto era atendido. Deitei-me numa maca e fui tratado. Minhas pernas estavam as duas fodidas, mas, depois de alguns movimentos e tratamento, consegui sentir como se estivesse curado, apesar de ainda ter minha movimentação comprometida. Precisava ir com calma, antes de pensar em ir até Clyde pedir por mais uma ou duas missões. Quando ela colocou meu nariz no lugar, olhei atentamente nos seus olhos azuis, não como quem pensasse que ela era um pedaço de carne, mas encarando-a para a deixar minimamente atenta sobre mim. Chamar atenção, mesmo naquele estado deprimente.

Quando terminasse, iria olhar para ela e acenar com a mão, sentando-me na maca. Eu posso saber o nome da pessoa que me ajudou? Controlava-me para não parecer um verdadeiro babaca, afinal, provavelmente se fizesse dessa forma, eu não teria problemas em convidar ela pra almoçar. Eu, sinceramente, não esperava que fosse tão rápido. Eu vou dormir por aqui hoje, amanhã, se importaria de almoçar comigo? Falei olhando nos seus olhos azuis, e aproximando-me respeitosamente.

A minha vontade naquele momento, era lascar um beijão na boca daquela danada. Mas me contive, talvez, uma abordagem mais suave teria sucesso? Finalmente. Se queria realmente aprender atuação, teria que começar a me velar nos pequenos passos. Como disfarçar meu senso depravado, era um grande passo para que conseguisse preparar o terreno. Não, eu não gosto de deixar pra depois. Você pode jantar comigo hoje? Eu peço pra entregarem aqui, e a gente consegue conversar melhor. Pode ser?

Seja como fosse, eu iria me deitar, ir no banheiro e tirar um tempo para tomar um banho e colocar roupas limpas. Voltando para o balcão de atendimento e pedindo por comida. Talvez em jante sozinho, talvez não. Minhas condições não são boas para ir buscar algo pra comer, você poderia pedir pra algum cozinheiro da marinha fazer algo especial pra essa noite? Pode ser uma macarronada, algo do tipo. Qualquer coisa vale. Eu não gosto de favores, e não sou apegado a dinheiro, então, eu vou pagar pelo favor, tudo bem? Tiraria uma quantia de 50.000 berries e entregaria pra quem quer que estivesse ali. Estarei no quarto N(insira o número do quarto aqui) no leito (tal). Espero por esse favor!

E assim seria, me manteria atento, e se a enfermeira comparecesse tentaria o máximo tratar ela bem, em um debate saudável e o mais velado o possível, comendo a comida que deveriam trazer e torcendo para que tudo desse certo. No final da noite, deitaria na cama e descansaria para que pudesse recuperar minhas forças.

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● Hematomas no Peito e na Mandíbula [Curado]
● Nariz Quebrado [0/3]
● Tendão do joelho deslocado. [0/2]




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Re: Cidade do Pecado, 罪市 Qua Jun 15, 2022 10:53 pm



Robin Son, enfim, se despedia do que parecia ser seu algoz, ou melhor dizendo, seus algozes. Embora a aparência divina daquela mulher enchesse os olhos daquele garanhão, sua índole não alcançava o patamar de sua beleza; não demorava até que Son escolhesse o óbvio, mesmo que em certa dor: ir para o Quartel-General e terminar sua missão, entregando o sujeito Kenzy para Clyde e seus maneirismos sinistros. Pouco lhe importava o que aconteceria com aquele rapaz, de lá para a frente; sem hesitar, seguia até a ala médica para mais um encontro vindo dos céus.

Pela beldade de cabelos dourados como os primeiros raios de Sol da manhã, e os olhos que imitavam a mais bela obra de arte dos Mares, Robin Son se via cuidado e tratado das mazelas infligidas em seu corpo. Seu coração disparava em um instante, e em sua cabeça, nada mais se passava senão os mil elogios que ele poderia proferir para aquela moça que merecia cada uma de suas palavras de amor. Enquanto encarava seu olhar hipnotizante e namorava a mulher em sua mente, não percebia que a embaraçava quando a mesma focava seu olhar no dele.

Rapidamente, retirava seus olhos amarelados da visão do Agente e corava um pouco, passando uma mão pelas madeixas que caíam sobre seus olhos para colocá-las atrás de suas orelhas. — Meu nome é Clara, e o seu? — falava, não muito após a indagação de seu paciente. Este, por outro lado, não hesitava um segundo sequer em chamá-la para um almoço em conjunto. Wow... Érrm... sem problemas, eu acho. — hesitava, incerta do que fazer e sem jeito para negar o pedido.

Sua resposta positiva logo deixava Robin mais a vontade, que seguindo seus ideais, a chamava para um jantar naquele mesmo momento. Sua ansiedade, embora prejudicial na maioria esmagadora das vezes naquela situação, parecia não surtir o mesmo efeito. — Agora? — indagava, olhando seu relógio que marcava o fim da tarde, observando, também, o consultório vazio. — Por que não...? — claramente nervosa com tudo aquilo, se sentava do lado do paciente e apenas esperava que algo acontecesse, em um silêncio desconfortável.

Quebrando aquele gelo, mas não da maneira convencional, Robin Son se levantava, ia até o banheiro e saía alguns tempos depois, rumando para fora da sala. Seu destino era o balcão, onde poderia pedir uma comida até seu quarto e aproveitar seu merecido descanso lá mesmo. — Claro, enviaremos para lá em breve. — dizia uma atendente morena já em seus 40 anos. Tudo pronto, retornava para seu quarto onde via Clara cabisbaixa no mesmo canto que estivera quando saiu de lá.

Assim, a noite se iniciava. Ainda um pouco nervosa, começava o que deveria ser uma interação entre os dois. — Bom, como você veio parar aqui? — começava ela, sorrindo um pouco mas se esforçando demais para que aquilo acontecesse. — Pelo menos você pegou o vilão! — exclamava na ocorrência do rapaz contar a história, prosseguindo com mais uma indagação. Esta ocorria ao mesmo tempo em que o prato chegava em seu quarto. — Eu gosto bastante de atuar nos meus tempos livres. Do que você gosta? — novamente, tentava colocar o assunto em dia. As horas passavam, e a conversa ia e fluía de maneira satisfatória, até a hora de ir embora e o sono atingir ambos. — Boa noite, Robin! — com uma piscadela, se despedia para mais uma noite que se passava.

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Re: Cidade do Pecado, 罪市 Sex Jun 17, 2022 12:00 am

CIDADE DO PECADO
West Blue - Governo Mundial - 014

Atuação? Deve ser coisa pra outro momento.

Hoje quem fala com você é Robin Son, pode parecer estranho, mas há alguns momentos que você pode conversar com outro alguém sabe? Eu não gosto de monotonia, então eu estou em constante mudança. Comentei, tentando falar um pouco sobre como minhas personalidades dançavam entre si, de forma velada e reduzida, claro. E com o aceite do meu convite, um silêncio ensurdecedor cobriu aquele ambiente, criando um clima um pouco desconfortável.

Mal pude conter meu próprio entusiasmo. Saindo de forma apressada tomei um banho relaxante, de forma que me senti saciado. Rumei o balcão mais próximo, sendo atendido por uma atendente que tinha lá pelos quarenta, não conseguia dar uma idade exata, mas parecia experiente, e tendo cantado diversas meninas e mulheres, em diversos momentos, conseguia especular.

Felizmente, o mais rápido que pude, voltei ao meu leito, ainda mancando com os resultados da minha última missão. Clara se manteve esperando por mim, mesmo que, de forma estranha, havia saído sem falar coisa alguma. Clara tomou a dianteira, começando uma conversa que, a depender de mim, e das minhas artes pouco rebuscadas de flerte, poderia faze-la no mínimo, lembrar de mim durante o expediente assomado a declive do dia.

Eu convivo com arte desde pequeno. Disse me apoiando na cama, olhando para o teto. Mas mesmo assim, eu não entendi o que aconteceu direito. Quando acordei, estava amarrado numa cadeira com o bandido do Kenzy me olhando torto e uma mulher suspeita tentando arrancar informações de mim. Mas ai BOOOM. Ele apareceu. Assoviei, tentando trazer no processo Lyn para dentro do quarto.

Lyn, o animalzinho do meu amigo Kyo me salvou! Ele deu a distração que eu precisava pra numa investida conseguir virar a situação! Comentei, entusiasmado.

Sim! Eu peguei ele, mesmo estando nesse estado. Mas, pensando pelo lado bom, isso me permitiu te conhecer! Sorri. Olhando diretamente para seus olhos áureos. E disfarçando logo na sequência, olhando para o lado contrário, abaixando meus olhos em direção a um dos cantos da sala.

Eu adoro mágica! Disse tocando gentilmente a orelha direita da garota, enquanto que fiz com que um berrie das minhas reservas corresse por entre minha manga e aparecesse, milagrosamente em meus dedos da mão direita, puxando-o e mostrando para Clara.

Estava todo esse tempo lá! Você quem é mágica! Não é possível, há quanto tempo está ali? Comentei, sorrindo gentilmente. E a partir dali, conversamos por horas a fora, comemos uma boa refeição e despedi-me da garota e adormeci ali mesmo.

Esperei acordar no outro dia para que pudesse ir até a cozinha do local. Precisava encontrar o rapaz ou moça que havia salvo o meu primeiro encontro realmente bem sucedido! Ainda esperava me recuperar para que pudesse encontrar-me com Clyde, para uma possível nova missão, se ele precisasse dos meus serviços novamente.

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● Nariz Quebrado [1/3]
● Tendão do joelho deslocado. [1/2]




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Re: Cidade do Pecado, 罪市 Seg Jun 20, 2022 10:21 pm



Após uma missão bem sucedida, embora marcada por momentos difíceis e complicados - todos mostrados pelos ferimentos que Kyo e Robin carregavam -, o bom e merecido descanso era entregue para o herói que havia completado sua primeira missão dentro da Organização. Acompanhado por uma bela mulher e uma deliciosa comida, Robin Son não podia pedir por mais nada enquanto se entretinha com aquela conversa entre ele e a mulher angelical.

Inicialmente perplexa pela declaração de Robin sobre sua natureza dual, a mulher preferia abstrair e continuar com a interação com seu mais novo paciente. Sendo nova naquela profissão, a experiência também se mostrava um tanto quanto diferente e inovadora, embora parecesse um pouco antiética e fora das regras. Longe daquilo, no entanto, ela se divertia e ria, mostrando seu belo sorriso agraciado pelo mais alvos dentes.

O estopim do encanto se dava no truque de mágica de Robin, que em sua modéstia atribuía a mágica para a donzela. Agraciada pelos dotes de contos de fada do rapaz, esta o olhava com olhos de paixão e alegria, talvez o início de um amor após horas de conversa. Aquele momento, no entanto, não diminuía a diversão da noite, havendo diversos sentimentos envolvidos enquanto apresentada para a história de como o Agente havia derrotado o "vilão" e sua parceira, bem como a aparição de Lyn para apimentar as coisas, em ambas as ocasiões.

O fim, enfim chegava, para a tristeza mútua de ambos. Após a saída de sua querida Clara, o rapaz dormia o sono dos justos, no qual embora não houvesse sonhado, havia definitivamente experienciado o verdadeiro sonho logo antes de seu repouso. Acordava, então, disposto a encontrar o homem que havia salvado seu primeiro encontro, embora não obtivesse sucesso naquele momento. Apesar dessa pequena frustração, Robin havia finalmente dado certo com uma mulher; era o que o rapaz pensava, pelo menos.

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Re: Cidade do Pecado, 罪市 Seg Jun 20, 2022 11:23 pm

CIDADE DO PECADO
West Blue - Governo Mundial - 015

Clyde me dê logo, me dê uma missão

No outro dia, acordei, ainda sentindo os ferimentos da pequena guerra que havia tido com Kenzy Himura, havia sido um real oponente, mas, mesmo assim, nossa batalha havia sido muito mais mental e estratégica do que física propriamente. Ao menos agora, estava tranquilo para poder seguir. Levantei e vesti minhas roupas de trabalho, talvez sujas ou não. Tentava imaginar um futuro em que minhas roupas haviam sido limpas e passadas para que eu pudesse continuar meus afazeres como agente do governo.

Sai do quarto e fui em direção até a cozinha do local tentando procurar o bendido senhor que havia salvado minha noite passada. Queria lhe dar um abraço, e agradecer fielmente por tudo ter dado certo. Apesar de ter gasto o dinheiro de Nek, e que ele fosse reclamar disso eventualmente. Danm. Comentei ao não achar o bendido cara que havia feito meu jantar dar certo, com aquela comida digna de reis. Respirei fundo e fui em direção ao escritório de Clyde.

Assim que estivesse na porta, procuraria por uma campainha ou coisa do tipo, e se não encontrasse bateria sutilmente na porta, esperando permissão para que pudesse adentrar. Era conveniente que havia aprendido a como me locomover dentro das instalações, assim, evitava precisar pedir informação para ir ao banheiro, por exemplo. Esperava inclusive, não ficar muito tempo por ali.

Caso fosse me permitido a entrada iria procurar com os olhos a figura de cabelos estranhos e olharia com seriedade, prostrando-me um pouco como forma de reverência. Levando uma das mãos a barriga e estendendo cordialmente a canhota para baixo, com a palma da mão virada para o senhor.

Esperei, inclusive que ele respondesse a minha saudação para que conseguisse voltar a me portar, não como iguais, mas como um soldado que esperava contribuir pouco mais para que a organização prosperasse. Senhor Clyde, desculpe lhe importunar. Gostaria de solicitar mais uma missão, sinto-me novo. E esperaria pacientemente pelo momento que ele falasse algo.

Caso não encontrasse Clyde no escritório, passaria a andar por ai, sem rumo certo. Respeitando, logicamente, lugares de patente superior, ou evitar entrar em salas restritas.


Status - Robin Son (Personalidade à Luz)

PDV: 4400/4400
STA: 100/100
CONDIÇÕES:
FERIMENTOS:
● Hematomas no Peito e na Mandíbula [Curado]
● Nariz Quebrado [2/3]
● Tendão do joelho deslocado. [Curado]




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