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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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Take 2 – Notas do Subterrâneo

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Kenshin
Desenvolvedor
Take 2 – Notas do Subterrâneo Sab Jan 15, 2022 12:07 pm
Take 2 – Notas do Subterrâneo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Manae Liebe. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Liebe
Agente
Re: Take 2 – Notas do Subterrâneo Sab Jan 15, 2022 12:38 pm

Agora finalmente distante do bar em que se encontrava anteriormente, Liebe não precisou se virar para se certificar de que Kani e Kou haviam seguido suas instruções. Inspirando profundamente, ele acompanhou o cheiro dos meninos se distanciar através do elevador, atento ao som do trabalho das máquinas na tentativa de identificar em qual andar ele pararia. Repreendeu-se quando percebeu o que fazia, ciente de suas atitudes equivocadas e ridiculamente paternais – a segurança da dupla já não era sua responsabilidade. Seus alertas para eles deveriam ser o bastante, reforçou para si mesmo; o mink havia sido incisivo ao guiá-los para fora das imediações ilegais do luxuoso hotel de Sirarossa, e isso haveria de ser o bastante. Resolveu se concentrar no que de fato fora fazer ali: ganhar alguns punhados de berries.

Liebe não sabia o que exatamente encontraria no 3º andar do Belucci Sprezzatura, mas poderia tentar deduzir algumas situações possíveis. No pub clandestino em que trabalhara poucas horas antes, ele encontrara seus possíveis novos empregadores bebendo luxo líquido em forma de whisky enquanto conversavam numa língua que Liebe não conhecia; estranhos os quais pareceram enxergar nele um espécime singular para seus negócios. O convite, no entanto, era demasiado simples: um embate físico numa gaiola de lutadores ilegal.

Prometeram-lhe bastante dinheiro, e não foi por outra razão que Liebe se prontificou a estar naquele ambiente. Em verdade, não havia muitas coisas no mundo pelas quais o mink se interessava verdadeiramente, mas decerto boas quantias estavam entre elas. Ele aprumou a postura enquanto aguçava seus sentidos, a fim de tentar captar alguma informação relevante do ambiente, atento ao seu redor para não cair em nenhuma emboscada promovida por caçadores de escravos. Não sabia, com exatidão, para onde o elevador o havia levado, mas estava suficientemente calejado de experiências para saber que não estava se preparando para uma missa.

Feito isso, ele caminharia através do cenário em busca de alguém que pudesse lhe dar alguma informação útil sobre o seu destino, os estímulos do seu corpo concentrados em qualquer irregularidade que pudesse denunciar problemas. Sorriria educado para transeuntes que atravessassem seu caminho, sem se dar ao trabalho de interceptar qualquer um deles. A sua presença, ele pensava, deveria ser o suficiente para que quem o desejasse fosse até ele.


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foram utilizadas as qualidades audição, olfato e visão aguçados e impassível como recursos narrativos.

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Re: Take 2 – Notas do Subterrâneo Dom Jan 16, 2022 10:15 pm


Liebe - The Grappler



O jovem rapaz se fazia imerso em pensamentos, um pouco de preocupação paternal em relação aos dois que ele havia deixado para trás. Mas ele se auto pacificou, pensando que aqueles dois não eram mais algo que lhe devia respeito, ainda mais com os avisos que foram passados.

Seguido disso, o rapaz tranquilamente seguiu até o terceiro andar onde ele já sabia que poderiam encontrar ele naquela região, e dificilmente seria algo complexo para as pessoas que já haviam falado com ele anteriormente. Naquele corredor tudo estava um tanto vazio, poucas pessoas andavam no lugar.

Não muito diferente do normal daquele hotel, todos eram muito bem vestidos, fossem dos mais recatados aos mais simples, dava pra se imaginar que a qualidade daquelas roupas não era brincadeira. De fato gente de classe. Então em pouco tempo com ele se movendo pelo ambiente logo uma moça focou o olhar nele.

Era uma garota de curtos cabelos negros com olhos cinzentos, uma pinta preta logo abaixo dos labios, mas bem discreta. Suas roupas eram menos chiques que a maioria ali, parecia um tipo de terno mais simples, o que devia ter um preço bem abaixo da maioria e por isso dava de se imaginar que ela era de uma hierarquia menor no local.

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Se aproximando do mink a moça logo lhe dirigiu a palavra, com uma voz calma, exibindo certa formalidade.-Bem vindo senhor!! Eu me chamo Sally. Você é Manae Liebe, estou correta? Minha senhora tem negócios para tratar com você. Me siga por favor.- Então ela já virou-se de costas, até porque a pergunta que ela direcionou a ele era retórica. Ela sabia exatamente quem ele era, tendo visto diversas imagens para não buscar a pessoa errada.

Então se o rapaz a seguisse, iria ser levado a uma sala privada. Onde ele poderia já ver a mulher que queria negócios com ele. O lugar era extremamente chique. Uma sala redonda, com um sofá enorme reclinável, feito claramente de camurça. Uma escrivaninha, cheia de gavetas, e com uma luz para leitura e escrita, era como uma área de trabalho. Havia ali algo que é normalmente raro. Den Den Mushis Visuais, que transmitiam imagens da parte de fora do quarto. Mais especificamente dos corredores, e um da entrada principal, provavelmente usado para caso algum problema ocorresse ser resolvido com velocidade.

Sentada em todo o conforto, a mulher que esperava Liebe cruzava as pernas quando ele entrava. E olhava para ele de cima a baixo, como se analisasse friamente seus músculos. Era uma mulher de cabelos castanhos de tamanho médio, desciam pouco abaixo dos ombros, olhos vermelhos, pele clara, e lábios belamente carnudos.

Seu corpo possuía belas curvas apesar de não possuir seios tão fartos, seus largos quadris chamavam atenção. A jovem vestia-se com um terno, mas esse era finíssimo, o material era certamente dos melhores, e pela maneira que se encaixava nela, feito sob medida certamente, o que por si só já lhe trazia imponência quando somado a sua postura.

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A mulher de certamente uma hierarquia um tanto mais elevada direcionava as palavras ao rapaz, e a doce voz que ecoava pelo lugar era realmente encantadora.-Bem vindo!! Já deve saber que tenho interesse em um lutador para lutar em algumas lutas clandestinas correto? Haverá um torneio aqui em poucos dias. Mas gostaria de testar suas habilidades no ringue ilegal essa noite, iria ser muito bem pago se vencer o torneio.- completou ela esperando uma reação do rapaz para que ele pudesse respirar e pensar um pouco.



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Liebe
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Re: Take 2 – Notas do Subterrâneo Seg Jan 17, 2022 9:47 am
Uma vez fora do elevador, a postura de Liebe instintivamente se tornou ainda mais aprumada; ombros relaxados, peito aberto, queixo levemente arqueado para afugentar qualquer ar de submissão. Ele caminhou pelos corredores com a altivez de um aristocrata, despejando pelos transeuntes toda a boa etiqueta que aprendera em seus tempos de escravo “do lar”.

Com passos comedidos, mas largos o suficiente para demonstrar confiança, ele aproveitou o percurso para estudar minuciosamente o ambiente através de seus sentidos afiados; seu nariz procurava captar e distinguir todo e qualquer cheiro, ao mesmo tempo em que seu par de ouvidos se mantinha atento a qualquer variação suspeita nas ondas sonoras; seus olhos eram capazes de enxergar detalhes pouco explorados pelos mais desatentos, e foi graças a eles que Liebe fora capaz de notar alguns caracóis alocados pelo cenário, mesmo que não pudesse dizer, com exatidão, a função de cada um deles.

"Um ambiente com segurança reforçada", ponderou em pensamento. Sorriu um sorriso discreto para quem atravessava seu caminho, sempre charmoso e bem educado, ciente de que sua aparência atiçava a curiosidade no coração humano. Ele gostava de ser notado. Seus traços lhe abriam portas, concediam-lhe oportunidades. Desta forma, num ambiente luxuoso como só aquele parecia ser, onde pessoas vestiam qualidade e sofisticação, Liebe suspeitava que poderia conseguir vantagens únicas e boa remuneração – se lutando em um ringue ou em uma cama, para ele não fazia diferença.

Foi então que surgiu em seu caminho a donzela de terno, e Liebe se permitiu admirá-la discretamente. Percebeu que, apesar das vestes de segunda mão, a moça estava bem cuidada; seus cabelos de ébano pareciam hidratados, e Liebe não percebeu imperfeições em sua pele de veludo. A pinta sob os lábios era seu charme, é bem verdade, mas foram os olhos caídos que deram a ela a candura de sua expressão. “Uma falsa inocência, certamente,” pensou.

Ele assentiu com a cabeça quando a estranha interrompeu a própria fala, ciente de que ela não lhe exigia uma resposta. Seguiu-a através dos corredores, observando o luxo derretido em cada aspecto da arquitetura pomposa do grande hotel, ainda indeciso se tanta informação era de fato belo ou se não passava de um atestado escancarado de breguice. Menos é mais, já dizia os mais sábios; uma lição que, aparentemente, o decorador daquele lugar nunca aprendera.

Foi então que o trajeto desembocou em uma grande sala circular, cujos adornos remetiam a um certo bom gosto. Sem tantas afetações e brilho dourado, mas ainda assim remetendo à uma personalidade cara, Liebe foi capaz de encontrar os elementos principais do ambiente com rapidez: uma mesa de escritório feita em material durável; Den Den Mushis que projetavam as imagens nos pontos observados por seus iguais, notados por Liebe nos corredores; e um sofá de aspecto macio, cujo estofamento pareceu-lhe agradável. Destacava-se de tudo isso a terceira alma viva no ambiente, e foi para ela que Liebe dedicou toda a sua atenção.

Enquanto ouvia-a falar, ele se manteve estático. Seus sentidos estudavam cada pormenor da desconhecida, registrando gestos, procurando padrões, avaliando cada detalhe a fim de traçar um pré-julgamento adequado de sua contraparte. Para além da qualidade das vestes, eram nas pequenas ações, no modo de falar e de olhar, que as pessoas escondiam o seu poder e as suas intenções. Ela o avaliava de volta, seus olhos cravados em cada músculo proeminente do mink. Ele a esperou terminar o discurso, antes de inclinar-se em uma mesura cortês.

É um prazer conhecê-la, mademoiselle...? – Disse por fim, entonando uma dúvida no final do tratamento, na esperança de arrancar um nome de quem o inquiria uma resposta. – Sinto-me lisonjeado por ter me notado, e posso lhe dizer que ficaria muitíssimo encantado em representá-la no torneio. No entanto... – Falou, estendendo uma pausa para avaliar a reação de sua interlocutora. – Não é um hábito meu fazer qualquer coisa de graça, nem mesmo apresentações particulares que visem “testar minhas habilidades”. – Explicou, parafraseando a estranha no final de sua fala. Sorriu para ela, cordial.

Ainda assim, eu não me incomodaria de tomar um bom vinho contigo... – "Ou mesmo aquecer seus lençóis", emendou em pensamento, ciente do quão atraente a mulher lhe pareceu. – Não cobro nada pela minha companhia, e talvez você possa me contar um pouco mais sobre esse torneio que há de me render tanto. – Gracejou. Era mais forte do que ele, afinal – o flerte compulsório, a necessidade de derramar-se sobre quem lhe despertava interesse. Liebe a desejou, é verdade, mas, mais do que isso, ele precisava deixar claro que não moveria um único músculo enquanto não houvesse dinheiro envolvido no contexto.


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Re: Take 2 – Notas do Subterrâneo Seg Jan 17, 2022 2:08 pm


Liebe - The Grappler



Ali dentro o rapaz demonstrou um interesse claro em sua possível contratante. E por que não? Afinal era uma mulher elegante, imponente e parecia pronta para tudo. Então de maneira direta, mas ainda sutil, ele falava suas intenções, tanto quanto ao contrato, quanto em relação a seus desejos mais pessoais que exibia para com a dama.

A mulher não perdeu sua compostura, e sequer se mostrou surpresa com a ideia, era como se ofertas desse tipo fizessem parte de seu dia a dia, no entanto não deixou de demonstrar interesse no que ele lhe falava. Dando um sorriso ao ouvir a proposta, um que demonstrava um certo interesse, que com o olhar também exibia tal pensamento.

Era um olhar um tanto ousado por assim dizer, entretanto antes de entrar em qualquer assunto para tratar de coisas como essa a moça começou a explicar melhor o que se passava com ela.-Pode me chamar apenas de Krisha. Já no que se trata de pagamento, não existe “Sem receber” em relação às lutas ilegais, a questão é que o valor das lutas comuns não se compara ao evento.-Disse ela novamente retomando o que tinha para lhe dizer.

Para falar de dados mais específicos que ela poderia deixar mais amostra, ela pegou alguns papéis, e novamente começou a falar com uma voz firme e sem titubear em qualquer informação. Ela realmente era prática em deixar tudo em panos limpos.-A luta ilegal desta noite paga apenas um milhão de berries. No entanto, o evento que citei, tem um prêmio final. Você teria de lutar apenas três vezes, mas receberia um milhão e quinhentos por combate vencido, e por fim se fosse vitorioso na final receberia dois milhões do combate e mais quatro milhões do prêmio final. - Explicou ela como esse evento poderia ser realmente grandioso pro bolso de Liebe.

E então ela o chamou para sentar-se, afinal ele poderia ter mais interesses, ali com ela e era uma cortesia. Ela bateu com a mão no sofá, abrindo um espaço ao seu lado.-Sente-se. Essa conversa pode demorar bastante ainda. Mas para uma melhor compreensão: O total final seria de dez milhões de Berries. Um pela primeira luta de teste. um e meio na eliminatória e mais um e meio nas quartas de final, somado com dois da final, e o prêmio do evento.- Então para finalizar ela ia explicar como exatamente isso estava funcionando, afinal todo esse dinheiro estaria vindo de algum lugar.

Então ela explicou o que exatamente ela estava querendo dizer com isso. Afinal ele precisava entender por que o interesse, então ela posicionou as mãos segurando o papel por poucos segundos apenas aparentemente conferindo algo e depois o repousando sobre o colo..-Bem, pra explicar o que quero de você, é simples, quero que se torne um associado da organização. Desses dez milhões que falei, 5.200.000 são um investimento de minha parte. Sendo esses pelos dois trabalhos que quero realizar. Vencer a luta no submundo para provar seu valor, e o segundo é vencer o torneio. E claro se você cumprir as funções bem, nem necessariamente vencer tudo, mas se mostrar valoroso, pode ser que venha a receber trabalhos tão valiosos quanto- E assim ela terminava descruzando e cruzando as pernas novamente, com um olhar bem tranquilo e fixo no rapaz, como se quisesse ver o que ele tinha a dizer sobre aquilo.

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Liebe
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Re: Take 2 – Notas do Subterrâneo Seg Jan 17, 2022 10:08 pm
Krisha era seu nome. Liebe permitiu que a sugestão de um sorriso se insinuasse em seus lábios, e assentiu, com a cabeça, para a informação. Encarava-a nos olhos, admirando sua íris cravejada do mais puro rubi, e percebeu o quão penetrante era o olhar da desconhecida. Ela demonstrava segurança enquanto falava, mantendo impresso em seu tom de voz uma serenidade típica de quem acumulava anos de experiência; Nela, Liebe notou uma personalidade inabalável e decidida, e tanta confiança parecia lhe atrair como um ímã, como um vagalume que flerta com a lamparina, alheio ao risco de se queimar.

Ele se divertiu internamente com a própria analogia. Decerto Krisha lhe parecia sugestionar brincadeiras perigosas, atiçando-o a se envolver com o fogo verdadeiro. Sua proposta, agora tornada tão translúcida quanto água pura, despertava no mink um interesse genuíno, quase pueril. Era o dinheiro, afinal, o seu amante preferido, e Liebe não fez questão de mascarar tal circunstância. Ele entrelaçou os braços atrás das próprias costas, atento aos montantes prometidos por Krisha, e sentiu-se satisfeito quando ela sintetizou todo o rodeio de palavras numa quantia final: 10 milhões de berries.

Sentou-se ao lado dela como lhe fora instruído. Com as pernas cruzadas, ele jogou um dos braços sobre o encosto do sofá, mantendo a cabeça apoiada sobre mão. Não se atreveu a interromper o monólogo de sua anfitriã, hipnotizado pelas promessas de um suposto dinheiro fácil. Assentia com a cabeça, vez ou outra, para demonstrar que acompanhava cada uma das frases proferidas, seus olhos deitados regularmente sobre os papéis agarrados pelos dedos delicados da mulher, sempre atentos e diligentes.

Estamos falando de uma quantia realmente impressionante, mon chéri. Não irei negar... Você realmente conseguiu atrair a minha atenção. – Comentou tão logo entendeu que Krisha havia findado a primeira parte da sua explicação. Não obstante, antes que pudesse proferir qualquer novo enunciado, ele a ouviu voltar a tecer uma nova argumentação, despejando sobre ele novidades que o pegaram desprevenido.

Surpreso, Liebe precisou de toda a sua concentração para manter o próprio semblante inalterado. De supetão ele entendeu que havia sido convidado a se associar ao submundo, e com a oferta viria a oportunidade de finalmente enriquecer. À luz da verdade, o mink já havia se aliado às criaturas do subterrâneo em ocasiões ímpares ao longo de sua vida – desbravar as sombras da sociedade não lhe era uma competência estranha –, mas era também verdade que Liebe jamais antes havia cogitado juntar-se oficialmente a elas. Ainda assim, ali, diante de Krisha, ele percebeu o quão tentadora soava, para seus ouvidos, aquela proposta.

Mon Dieu! Você é mesmo uma caixinha de surpresas, mademoiselle Krisha. – Começaria a falar, procurando ordenar as palavras em sua cabeça. Em silêncio, ele ponderaria por algum tempo, avaliando suas opções; sentia-se inclinado a aceitar o convite de imediato, mas a prudência, que lhe era tão cara, o impedia de confiar verdadeiramente na estranha. Ele não voltaria a ser um escravo por descuido. – É uma oportunidade incrível a que me oferece. Não sei o que fiz de tão digno de nota para despertar a sua atenção, mas sinto-me, mesmo assim, muito lisonjeado. O que quero dizer é que corresponderei às suas expectativas, no seu devido tempo. Por onde começamos?

Durante todo o tempo, ele se manteria atento ao seu redor, os sentidos aflorados frente a adversidades, ainda que o clima do ambiente lhe sugestionasse amabilidade. Cauteloso como era, Liebe se precaveria para qualquer eventualidade, demasiado ciente de que poderia, muito provavelmente, estar bem diante do bote de uma serpente.

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Re: Take 2 – Notas do Subterrâneo Ter Jan 18, 2022 9:58 am


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O garoto finalmente havia se sentido atraído pela proposta, aquela quantia de dinheiro realmente fazia com que sua vontade de se mover surgisse. Algo que até então era apenas especulativo e sem dados, se tornou palpável e interessante. Ele não deixava de demonstrar um interesse grande naquilo, pois as ideias realmente lhe compraram.

Entretanto, depois de tudo que ele havia passado, não poderia apenas se dar ao luxo de uma confiança surgida de um contrato apenas. Ele não podia abandonar as desconfianças e se ligar a uma mestra que acabara de conhecer, aliás talvez sequer devesse pensar dessa forma, afinal, seria algo como patrão e funcionário. Entretanto a moça que o contratava sempre ouvia atenciosamente o que ele falava, o fitando, enquanto prestava atenção em suas colocações, o que mostrava a cautela do rapaz em não prometer coisas que ele não tivesse certeza de cumprir, ao menos era como isso soava aos olhos dela.

Entretanto, não deixou de expressar sua estranha convocação sobre os motivos pelos quais tivesse sido ali convidado. A mulher não deixou de notar a perspicácia que ele exibia em suas palavras. Mais uma vez fazendo um olhar provocativo e um sorriso ela se aproximou mais dele.-Minhas razões não são as mais nobres, precisava achar um lutador rápido. E na verdade quem o indicou pra mim, talvez apenas tenha pensado que poderia me sabotar. Pra ser sincera antes de você entrar por aquela porta, minhas intenções eram diferentes.- disse tocando o peitoral dele levemente passando a mão de maneira suave.

E então a face dela se mostrava ainda mais provocativa, um sorriso libidinoso nos lábios, com um olhar de desejo, enquanto ela aproximou o rosto mais um pouco do do rapaz. Que conseguia agora sentir um cheirinho de cereja vindo dos lábios da mulher. Que por tão carnudos demonstravam ainda mais sua sensualidade, chamando um foco de atenção.-Originalmente, eu iria só lhe dispensar, apenas para não fazer desfeita com a pessoa que me trouxe seu nome. Mas meus olhos não me enganam. Sua estrutura muscular, perspicácia, certamente são exóticos. Acredito verdadeiramente que pode vencer se bem empenhado na tarefa.- E então ainda com sua face sorridente, ela apoiou as duas mãos sobre os ombros do rapaz.

Então se movendo para se encaixar em sua cintura, ela disse.-Mas vejamos… Por onde começar em? Sua companhia ainda é de graça?- disse ela enquanto subia sobre o rapaz se encaixando em sua cintura e sentando sobre suas coxas, passando os dois braços sobre sua nuca com os lábios quase encostando nele soando com uma voz provocativamente doce. Enquanto isso, a outra moça que estava na sala parecia não estar impressionada, apenas ficou perto da porta, olhando com um olhar levemente envergonhado, mas não parecia incomodada, apenas parecia esperar ordens pra trancar a porta, já que isso dependia de como o mink reagiria a situação.

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Re: Take 2 – Notas do Subterrâneo Qua Jan 19, 2022 5:55 pm
Os desenlaces do destino não eram apenas surpreendentes, como também demasiado imprevisíveis. Os sentidos do mink mantinham-se aflorados como resposta à cautela, tamanha era sua apreensão de acabar sendo pego em maus lençóis; mas, aos poucos, ele podia sentir as suas defesas cederem à medida que as intenções de Krisha se tornavam menos borradas. Em seu interior havia guerra – a prudência se digladiava ferozmente com o ímpeto primitivo de devorar a mulher de uma única vez.

Liebe não se mexeu enquanto Krisha dedilhava seus músculos, seduzindo-o com seus gestos duplamente seguros e delicados. Descruzou as pernas quando ela se aproximou ainda mais, e não se atreveu a se desvencilhar ao ter o corpo enlaçado pelas coxas rijas. Sorriu de volta para ela, desmanchando a máscara de impassibilidade que até então o habitava, agora mais atento aos lábios fartos do que às palavras que deles ainda escapavam. Boca na nuca, ele podia sentir a respiração de Krisha lhe tocar a pele; o aroma de cereja lhe invadindo os sentidos, embaralhando cheiro e gosto numa profusão de sensações sinestésicas.

Liebe moveu suas mãos pelo corpo diante de si, deslizando-as pela extensão inferior até se acomodarem firmemente em volta do quadril. "Não ignore o instinto", disse a si mesmo em pensamento. Num gesto súbito, levantou-se com a dama em seu colo, os braços inflexivelmente envoltos sobre ela, para, logo em seguida, jogá-la de volta no sofá. Invertendo os papéis, ele se deitaria sobre a ruiva, pressionando seu corpo contra o dela, ignorando conscientemente a presença da terceira garota no ambiente.

Tenho certeza que me ofereci para tomar um bom vinho, ma chérie... – Ele diria, agora aproximando seu próprio rosto do rosto de Krisha, no semblante o desejo estampado, a expressão de um caçador sedento por sua presa. – Mas algo me diz que o seu sabor será indiscutivelmente melhor do que qualquer álcool. – E, antes que ela pudesse pensar em lhe responder, Liebe a beijaria.


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Re: Take 2 – Notas do Subterrâneo Qui Jan 20, 2022 10:49 am


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O clima da sala foi de 0 a 100 com uma assombrosa velocidade, o rapaz se via de um momento pra outro tentado, o cheiro de cereja, e claro as curvas sedutoras, suas falas, cada pequeno detalhe da moça estava agora diante de seus olhos. Ele aproveitou daquele momento enquanto sentia o corpo da moça, e a erguendo, quando firmemente a agarrava pelos quadris, levantando-se e novamente a colocando sobre o sofá.

Ele havia tomado o controle, enquanto sem muita demora, um beijo iniciou-se, o delicado sabor de cereja e a quente sensação dos lábios da moça eram inebriantes, assim como a sua macia e sedutora pele, que a cada toque provocava. Ela removeu as luvas e colocou as mãos sobre a nuca de Liebe. Onde segurava seu rosto perto do dela intensificando o beijo.

Ela parecia estar claramente empolgada com a situação. Onde após alguns segundos aproveitando o beijo, ela parava iniciando pequenos beijos que desciam pelo pescoço do mink. Onde ela dava uma mordidinha de leve em sua orelha, e levemente descendo pelo peitoral dele. Voltando de novo para seus lábios. As marcas de batom estavam marcadas desde o pescoço do rapaz até perto de seu umbigo.

As coisas lentamente se intensificaram e a mulher começou a tirar o terno, despindo-se das partes superiores. Onde agora o rapaz poderia ver melhor, a macia e alva pele dela, que se mostrava em seu mais brilhante potencial. Suas belas curvas se destacavam mais que nunca naquele momento, e assim ela guiava a mão de Liebe, segurando ela e passando sobre sua barriga, até o busto que era o que provavelmente mais se destacava.

De maciez incomparável, a sensação de tocar era assim como as demais, algo que tiraria a maioria das pessoas completamente do sério. A sensação de que todo o mundo poderia explodir naquele exato momento. Krisha já não se importava mais também, onde estava se entregando completamente ao momento. Perdida em lubricidade e libido. Mas infelizmente para eles, o mundo lá fora não tinha explodido, apesar de a sensação de que poderia durante algum tempo ter sido assim.

Entretanto, coisas que aos poucos estavam se aquecendo vinham a esfriar. Tinha havido batidas na porta, batidas essas que se mostraram insistentes. A moça, nem ouviu, entretanto a Assistente tentou cuidar disso, mas não sendo capaz, no meio do beijo, ela foi obrigada a chamar atenção de Krisha, tocando levemente em seu braço e dizendo.-Senhorita. Temos um problema urgente. Desculpe incomodar sua diversão, mas precisamos resolver isso, é da nosso superior..- A sensação de prazer inebriante e completa entrega sumiu do rosto da mulher, que agora adotava uma expressão de raiva, ela empurrava Liebe de leve, só para afastar ele um pouco e levantou do sofá.

Ela não vestiu a parte de cima de suas roupas, e tão menos parecia ligar para isso caminhando até a porta e a abrindo de uma vez, exibindo completamente seu torax descoberto.-O que foi?- disse ela com uma compostura bem diferente da que tinha quando Liebe a conheceu, ela não era culta, e não demonstrou classe naquela hora, apenas uma frustração saía de sua voz.

A voz masculina que veio buscar ela naquele lugar, soava rapidamente pela sala, dava pra ver o espanto nos olhos ao enxergar o modo como a mulher se mostrou para ele, seguido de um sorriso de felicidade, como se ele tivesse ganhado o dia.-Oh!! Bela como sempre milady!!- Disse ele ajustando a gravata do terno que vestia. Era um rapaz jovem, de cabelos longos que ficavam pouco abaixo de seus ombros, olhos vermelhos bem marcantes, e presas protuberantes, que mais lembravam a de um animal selvagem.

E Krisha pouco mudava sua expressão por conta das palavras doces que lhes eram dirigidas.-Poupe as bajulações. O que é tão importante para me chamarem?- e então o rapaz, falava algumas coisas ao ouvido dela, que pareciam ser algo que não queria que mais ninguém da sala ouvisse, no entanto por algumas poucas palavras dava pra entender o contexto mais ou menos, pareciam problemas grandes em algum setor da cidade. E precisavam dela de imediato.

Algo qua não a agradou nenhum pouco, dava pra ver que ela mordeu o lábio inferior aparentemente como forma de conter a raiva, e um tanto de sangue jorrou dali, algo que ela disfarçou rapidamente limpando com a mão.-Certo, eu estarei indo imediatamente.- ela virou de costas caminhou novamente em direção a onde estava liebe. O outro homem que estava do lado de fora despediu-se saindo denovo.-Até outra hora milady!- e foi desaparecendo enquanto a assistente fechou a porta.

Enquanto isso Krisha recolheu suas roupas e começou a se vestir lentamente enquanto falava com o mink.-Infelizmente nossa diversão foi adiada. Tenho problemas urgentes. Eu odeio quando isso acontece. Parece que tudo é calmo até eu decidir me divertir tsc.. Mas trabalho é trabalho.- Terminando de se vestir então ela virou-se para a sua secretária, e disse.-Sally cuide dele!- disse com firmeza agora completamente preparada pra sair.

E a jovem ficou toda vermelha respondendo.-Mas senhora… É que não dá… Eu estou no meu..- E então foi interrompida por uma risada e uma fala de Krisha, que explicava o mal entendido.-DAHAHA desse jeito não!! Leve ele pra um quarto para que possa descansar até a noite, para a luta. E depois leve ele ao local. Se sentir que pode ser perigoso enquanto ele estiver no ring, leve com você aquela pessoa. Já havia a deixado alertada.- Disse tendo voltado levemente ao bom humor por pouco tempo e Sally então retomando a compostura concordava fazendo uma reverência.

Krisha, então se aproximou de Liebe mais uma vez, agarrando ele pela cintura e o puxando, aos poucos novamente iniciando um beijo mas dessa vez um levemente curto o soltando em seguida.-Até outra hora grandão.-E como um furacão ela passava, abalava o mundo de todos ali presentes, e desaparecia em ventos frios, que deixavam o rapaz ali, depois de tamanha intensidade.


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Re: Take 2 – Notas do Subterrâneo Sex Jan 21, 2022 2:06 pm
Seus corpos se encontraram numa sintonia embalada, e Liebe se sentiu verdadeiramente satisfeito ao ter seu beijo correspondido com tamanha voracidade. As mãos ágeis de Krisha se firmaram em sua nunca, ansiosa em manter o contato, mas não demorou para que se desvencilhasse a fim de explorar os músculos do homem-touro; se antes a ruiva se contentava com a valsa de línguas, no minuto seguinte seus lábios não tardaram em explorar cada centímetro exposto do companheiro, aproveitando o macacão absurdamente cavado do mink, para desbravar a sua pele de bronze. Ele a observou se despir, revelando uma escultura perfeito do sagrado feminino, e Liebe soube, naquele momento, que precisava possuí-la de uma vez por todas.

Não obstante, antes que Krisha e Liebe pudessem finalmente se fazer um, as vibrações insistentes contra a porta chamaram a atenção do rapaz. Uma vez que a ruiva parecia não se importar, ele resolveu igualmente fingir não perceber, mas não tardou para que o casal fosse interrompido pelo terceiro elemento do ambiente. Deixou que seus olhos caíssem sobre ela, procurando analisar a sua expressão, e permitiu que Krisha o afastasse quando ela assim o tentou. Sentou-se no sofá cruzando as pernas, mantendo a postura elegante que lhe era típica, e observou enquanto uma ruiva irritada recebia um estranho aprumado no corredor. Concentrou-se na conversa que se desenrolava, na tentativa de fisgar o assunto com seus ouvidos afiados, mas logo se deu conta de que o conteúdo não lhe interessava.

Levantou-se quando Krisha finalmente dispensou o estranho, encarando-a nos olhos enquanto ela se aproximava e enlaçava-o, pela cintura, com os braços finos. Ponderou sobre suas palavras, ciente de que dali não sairia mais nenhuma diversão, e deu a ela, como resposta para o monólogo, um sorriso singelo; não o verdadeiro, mas o comedido, moldado pela sua máscara social – meio charmoso, meio indiferente. Retribuiu o beijo rápido como agradecimento pela hospitalidade, e a acompanhou sumir de vista com o olhar. Voltou-se então para a jovem, curioso quanto às instruções que ela recebera.

Devo me preocupar quanto à pessoa mencionada por nossa chef? – Perguntou, postando-se ao lado da moça. Aguardaria até que ela lhe indicasse o caminho para seus aposentos, e então a seguiria até onde lhe fosse indicado ir. Seu torso estava marcado com o batom de Krisha, ele finalmente perceberia ali. – O que acha de me ajudar a limpar esta bagunça aprontada por ela, ma chérie? – Gracejaria com naturalidade, ciente de que Sally, pela sua reação pouco antes, não estaria disponível para aquele tipo de atividade. Ainda assim, ele arriscaria – fazia parte de seu caráter uma boa dose de imoralidade.


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Re: Take 2 – Notas do Subterrâneo Sex Jan 21, 2022 9:29 pm


Liebe - The Grappler



O rapaz havia realmente aproveitado todo o libidinoso momento, algo que havia lhe tomado os sentidos. Algo que pouco a pouco havia colocado eles dois em êxtase, a ponto que mesmo que Liebe tivesse uma observação mais aguçada, deixou de lado as batidas da porta, entretanto tudo isso ter sido cortado foi algo que com toda certeza era incômodo.

No fim era apenas algo que ele precisava aceitar, já que não houve muito espaço para conversas. Então tudo terminou, as coisas se seguiram, e a mulher deixou a sala, deixando não muito mais que marcas de batom e o sabor de seus lábios. Sem nem ao menos ter terminado o ato proposto pelos dois.

Dado isso a comunicação com Sally era direta, ela voltava a sua postura mais correta, e séria durante as suas falas.-Não há por que se preocupar. Se ainda não ficou claro, você está sendo contratado. Então se existe alguma preocupação ela não está entre nenhum dos que está do nosso lado.- Disse retomando a expressão séria da primeira vez que conversaram.

Ela não parecia mais a moça tímida que se mostrou, parecendo ter retomado completamente a lógica, então estava irredutível quanto a suas preocupações, e até mesmo sobre a brincadeira do bovino, ela apenas deu um leve sorriso de canto, e logo lhe respondeu.-Bem, não. Qualquer bagunça, no sofá, ou qualquer coisa do gênero, haverá uma empregada pra isso, esse não é meu trabalho. Me siga, irei despachar rum quarto pra você.- Na verdade ela não compreendeu exatamente a provocação, imaginando que isso se referia aos pelos, e sofá amassado.

Então já foi abrindo a porta e se preparando, começando a sair, deixando que o rapaz saísse antes de fechar. Quando tudo estava certo, ela então deixava que ele fosse seguindo ela enquanto ela explicava um pouco mais sobre as regras ali.-Entenda algo. Mesmo que temporariamente por enquanto, você é um associado. Então aqui dentro desse hotel, ninguém pode te atacar. Esse é um lugar seguro, onde a honra entre criminosos compreende? Se qualquer coisa fosse acontecer seria lá fora. Ainda mais agora que você faz parte do nosso grupo.- ela completou finalmente chegando ao quarto, onde ela abriu a porta.

Ela deixou que ele pudesse entrar e entregou a chave na mão dele, mais uma vez retomando suas falas e dizendo.-Fique no quarto até que possamos lhe buscar mais tarde. E bem vindo ao submundo. Se fizer tudo certo, vai se dar bem, agora, tenha paciência. Qualquer coisa estou no escritorio.- e assim deixou ele lá, voltando para o escritório.

O quarto que ele via a sua frente era um lugar luxuoso, uma cama redonda com espelho no teto, havia um banheiro gigante, com banheira daquelas que quase parece uma piscina. O piso era coberto por um carpete vermelho que parecia até bom pra dormir de tão macio. As paredes brancas e com uma pintura claramente recentemente retocada. Haviam poltronas grandes e muito confortáveis, três delas pra ser exata, também ali um sofá cama de três lugares, e uma mesa de centro com flores nela.

A cozinha também era linda, e tinha ali uma pia grande possivelmente de mármore, a coloração era preta. Toda a pia era metálica e brilhava de tão limpa. Os armários do teto eram das cores da parede, e tinha uma geladeira cheia de comida e petiscos. Algumas bebidas também. E por fim ao lado da cama, tinha uma estante de livros, praticamente uma biblioteca.

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Última edição por Shiori em Sab Jan 22, 2022 5:39 pm, editado 1 vez(es)

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Liebe
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Re: Take 2 – Notas do Subterrâneo Sab Jan 22, 2022 11:08 am
A sensação foi de que Sally havia transplantado, em si mesma, uma personalidade totalmente diferente. A cabeça do mink tombou levemente para o lado, os olhos piscando curiosos frente à mudança repentina na postura da nova colega, e sorriu, interessado, enquanto ela o respondia secamente, a literalidade das palavras o deixando sutilmente inconformado.

Diferentemente de sua patroa, Sally não parecia ser capaz de interpretar as nuances ocultas da comunicação humana; alheia à subjetividade presente na pergunta do taurino, Sally não entendeu que ele, na verdade, não estava verdadeiramente preocupado com a própria segurança – ele apenas estava interessado na identidade da figura mencionada por Krisha.

A literalidade do raciocínio da garota se fez ainda mais tangível como inferência de sua reação à provocação de Liebe. Este, por sua vez, limitou-se a rir levemente, divertido com a situação inusitada, e meneou a cabeça afirmativamente, como se concordasse com o juízo de Sally – certamente nenhum deles parecia ter talento para camareira.

Seguiu-a para fora do aposento, permitindo-se ser guiado através dos longos corredores opulentos, e ouviu atentamente as recomendações que lhe eram entregues verbalmente. Sugestionou um sorriso nos lábios. Então ele era, agora, oficialmente parte do subterrâneo da sociedade.

De certa forma, as palavras da moça lhe soavam reconfortantes; sendo de uma raça tradicionalmente vista como valiosa no mercado negro, não ser atacado enquanto dormia lhe parecia uma ideia demasiado fascinante. Sentia vontade de confiar plenamente no que lhe era dito, mas a bagagem que carregava o impedia de ceder verdadeiramente à tranquilidade que juravam. Com uma mesura educada, ele agradeceu pelo quarto que lhe fora disponibilizado, satisfeito por não encontrar derivações do número 13 esculpido na entrada.

Merci. As acomodações parecem ser muito confortáveis, de fato. – Falou, a voz aveludada preenchendo o vazio à sua frente. Os olhos aguçados correram sobre o local rapidamente, reparando em cada detalhe minuciosamente a procura de algo suspeito – um den den mushi escondido, sinais de habitação ou possíveis esconderijos para escravagistas –, e só quando se sentiu verdadeiramente seguro que ele se voltou para a saída. – Au revoir, mademoiselle Sally. – Despediu-se, antes de fechar a porta atrás de si.

Agora sozinho no luxuoso quarto, ele iria diretamente ao banheiro, sedento por uma ducha lhe revigorasse o ímpeto. Sabia que a sensação de ter a água escorrendo sobre sua pele lhe traria um pouco de tranquilidade, e manter-se-ia naquela condição por longos minutos, despreocupado e relaxado. A paz e o silêncio decerto fariam seus pensamentos voarem, e com eles Liebe se lembraria de uma atividade que precisava praticar.

Desta forma, tão logo terminasse o banho, ele caminharia pelo ambiente a procura de pequenas atividades que pudessem ajudá-lo a condicinar adequadamente a sua coordenação do lado direito de seu corpo. Folhearia os livros dispostos e cozinharia como faria um homem destro, utilizaria a perna não-dominante em exercícios de equilíbrio, quiçá se tocaria com a mão menos usual. Só não se incomodaria em voltar a se vestir.


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Re: Take 2 – Notas do Subterrâneo Sab Jan 22, 2022 5:38 pm


Liebe - The Grappler



O rapaz não se permitia acreditar completamente no que estava sendo dito. Mesmo que factualmente essa fosse a regra do hotel. Ali dentro ele não seria ferido, afinal quem seria louco de quebrar a regra do hotel não é mesmo? De qualquer forma, ele fez investidas em todos os cômodos, buscou sinais problemáticos, mas não achou nada, claro existiam sinais de habitação anterior, afinal aquele não era o primeiro hóspede a ficar no quarto.

Havia um perfume esquecido sobre a cômoda perto da cama. E um chaveiro que ficou sobre a geladeira, mas sem chave alguma, possivelmente lembrança de alguma festa, de resto se alguém ficou ali? Era realmente limpamente suspeito… Nada ia acontecer, mas para um bom conspiracionista meias evidências bastam, inclusive a ausência delas pode querer dizer algo.

Então destinou-se a tomar um bom banho naquele momento. Onde pode tirar o estresse e a sujeira que adquiriu, e depois desse por muito tempo ele havia apenas sucumbido aos medos fundamentados em seu passado, mas agora se mostrava pensativo, ele queria treinar algo que lembrou-se naquele momento. Começando a treinar sua mão direita, folheando um livro, tentando deixar ela mais habilidosa. E realizando essas pequenas tarefas, ao longo do tempo nada aconteceria.

Até que a noite caísse ele tinha ali um tempo livre, que poderia usar pra dormir, comer, ou para o que bem quisesse, já que a sua luta só seria tarde. Então quando o tempo ia passando, a noite caía, o céu escurecia, e pela janela do prédio já daria pra ver as poucas luminárias que iam se acendendo com o cair da noite.

Aos poucos o horário se aproximava, até que Sally batia na porta, era claramente tempo de eles começarem a se mover.-Senhor Liebe!! Você está pronto?- dizia do lado de fora esperando que ele saísse, ao seu lado havia outra figura misteriosa. Alguém que seguindo as ordens apenas se retirou por enquanto. Mas no momento que Liebe abrisse a porta, ele ainda veria alguns cabelos loiros, e um collant? Sim, era algo assim.

Então assim que ele abrisse a porta, ele veria que Sally começava a se preparar para saírem do hotel, levando ele para a carruagem, e já imaginando que havia curiosidade para com a tal figura, ela explicou o que havia acontecido.-Aquela moça é minha segurança, mas ela nos acompanha posteriormente, precisa resolver leves problemas com alguma coisa pessoal dela. Não se preocupe até você entrar no ringue esse é seu trabalho hehe- disse dando um sorrisinho, de canto, por que para ela era interessante pensar que aquela montanha de músculos bovinos estava a seu comando, era muito poder!!!

Entretanto ela não iria abusar disso, era apenas uma impressão de seu lado mais infantil de enxergar a situação, e assim seguiam para a carruagem, era puxada estranhamente por três cavalos? Mas ainda assim muito mas muito bem feita, a cabine era toda acolchoada e feita de veludo, certamente algo luxuoso. Os bancos eram bem estofados e carregavam um perfume de rosas. Realmente uma delícia.

Ela entrava primeiro e esperava que o mink a acompanhasse. E então deixaria que a carroça partisse. Apenas se deixando relaxar de modo a esperar que tudo chegasse ali.-O que te fez buscar o submundo pra conseguir dinheiro?- questionou ela agora completamente fora das formalidades de trabalho, mas como uma dúvida pessoal dela. Algo que até então ela não havia feito, algo que fosse fora de trabalho.

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Liebe
Agente
Re: Take 2 – Notas do Subterrâneo Sex Jan 28, 2022 1:41 pm
Ao contrário do que sua mente supersticiosa e cheia de desconfianças previu, o tempo de descanso lhe ofertado transcorrera tranquilamente e sem imprevistos. Descansara quando sentiu a necessidade, e treinou quando julgou necessário treinar. Seus sentidos mantinham-se alertas, e fora graças a eles que Liebe conseguiu ouvir os passos que se aproximavam de seu quarto pelo corredor do hotel. Dois conjuntos de pernas, ele notou pelo som, sabendo ao mesmo tempo que um deles pertencia à Sally; só precisou comparar o ritmo do andar com o que ele já conhecia do pretérito.

Abriu a porta quase concomitantemente ao tradicional gesto de anunciação. Ainda completamente desnudo, ele observou a silhueta que se afastava, admirando os fios de ouro que se derretiam pelo tecido do collant. Direcionou sua atenção à Sally quando a desconhecida fugiu de sua vista, e sorriu para ela, cortês.

Oui! Só prreciso me vestir. Me dê um minuto, s'il vous plaît. – Pediu, antes de dirigir-se ao macacão de couro, que havia deixado em uma das poltronas do quarto. Cobriu-se com ligeireza usando predominantemente a mão direita, ainda disposto a familiarizar-se um pouco mais com o seu lado destro, e seguiu Sally para fora do prédio.

Já sob o manto do céu noturno, Liebe se sentiu grato ao avistar a carruagem que os aguardava, satisfeito pelos tratamentos confortáveis que vinha recebendo. Uma risadinha baixinha, leve e despreocupada, escapou de seus lábios ao ouvir os comentários de sua acompanhante.

Faço questão de prrotegê-la com a minha vida, mademoiselle Sally. – Brincou de volta. Liebe jamais se sacrificaria por outra pessoa. – Ela tem um nome? A sua segurrança. – Perguntou, contente pela informação dividida, com ele, por Sally.

Agora bem mais próximo da carruagem, ele cumprimentaria o chofer – caso houvesse um – com um aceno de cabeça antes de penetrar para o interior do veículo, ainda usando a mão direita sempre que precisasse de auxílio. Acomodou-se no estofado opulento, dedos das mãos entrelaçados sobre as pernas cruzadas. Fitou Sally enquanto a ouvia lhe inquirir uma pergunta boba, mas genuína.

A resposta já está implícita em sua péergunta. – Devolveria, insinuando um sorriso que não viria. – Busco apenas dinhéerro fácil, nada mais. Não consigo me ver trrabalhando como operrárrio numa frrábica qualquer. – Explicaria, esquecendo-se intencionalmente de mencionar que detinha interesse especial no tráfego de informações. Conhecimento, todos sabem, é poder.

E quanto a você, ma chère? À prrimeirra vista, você não faz o tipo de quem vende a alma parra o diabo. – Indagaria, mantendo a sociabilidade calibrada. Deixaria os olhos repousados sobre a garota; o nariz e os ouvidos sempre alertas ao seu redor.

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traduções: sim; por favor; senhorita; minha querida.
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reforço do treino de ambidestria [para ter certeza que vai valer kkk].

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Re: Take 2 – Notas do Subterrâneo Sab Jan 29, 2022 1:27 pm


Liebe - The Grappler



Liebe havia precisado apenas de alguns instantes para se vestir, onde estando preparado saiu para o lado de fora, ele prestou atenção, ao que estava ao seu redor, tendo visto a mulher diferente que sumiu rapidamente. Entretanto ele apenas relaxou seguindo para fora, onde observou a carruagem que eles iriam se mover.

Era uma belíssima peça, movida a bons alazões, três deles. E com isso adentrando ele respondia o que a moça lhe disse, mas ao mesmo tempo questionava, quem era a tal misteriosa segurança. Algo que Sally, não sabia exatamente o que dizer, afinal, ela tinha um contrato profissional com a moça, sabia bem mais do que poderia falar.

E ela não queria entrar muito no assunto da loira. Então ela apenas deu um sorrisinho.-Logo ela vai se apresentar pra você, então não se preocupe. Vai conhecer ela logo mais.- Sim, ela não disse o nome da mulher, a razão? Desconhecida, mas um assunto que certamente ela havia cortado por ali, talvez por que ela não quisesse revelar, ou simplesmente achava melhor eles se conhecerem pessoalmente, e ela mesma dizer o que quisesse ao touro.

A questão é que tudo ia se seguindo e a conversa parecia interessante. Liebe explicava seus motivos o que fazia com que a moça logo dissesse.-Entendi, parece um caminho um tanto peculiar diria. Afinal, a marinha ou o governo oferecem salários bem elevados pra quem tiver interesse em lutar.- disse ela, já percebendo que havia mais algo por trás de tudo isso. Entretanto ela não ligava muito, não era como se pessoas do submundo não tivessem vários objetivos ocultos, de estar ali, era normal.

Entretanto ao ser questionada do por que que ela estava ali, tendo se metido em um grande mar de problemas, e estando do lado obscuro do mundo, ela respondia, sem muito arrodeio.-Fui vendida pelos meus pais quando tinha 10 anos para atuar como cortesã num distrito grande de um figurão. Estive nesse trabalho até os 18 anos na Grand Line. Mas obtive muito destaque, e fui selecionada eventualmente pra cuidar da casa que trabalhava, ajudando as outras cortesãs, e quando tive oportunidade troquei de cargo.- complementava ela, sem qualquer pesar em suas palavras, contava a história como se fosse algo simples, de seu dia a dia, não demonstrava qualquer tristeza em ter sido basicamente escravizada, como se tivesse apenas superado aquilo completamente.

Ela então continuou a história, explicando brevemente o que aconteceu.-No fim, eu levei muitos anos para alcançar uma posição mais alta, por ingenuidade. Mas vim aos blues resolver algo importante, e fiquei aqui por mais alguns anos, por ser um lugar menos complicado. Eventualmente terei de voltar para a Grand Line para retomar as atividades mais importantes.-completou sua explicação enquanto a carruagem seguia, ela realmente dizia tudo aquilo como se fosse uma história comum, e talvez, porque fosse, quantas garotas como ela teriam tido exatamente esse mesmo destino? Seja como fosse, ela não demonstrou qualquer vergonha nem receio do que fez.

As pessoas que estão nesse mundo realmente são bem diferentes por assim dizer. Então depois de muito rodar a Carruagem chegou ao lugar, a moça abriu a porta descendo e dizendo.-Chegamos!! Vamos entrar, e nos preparar para sua luta certo?- disse ela já esperando que ele fosse a seguir lá para dentro. E bem o que estava a vista era uma casa, que parecia um tipo de oficina, algo que devia consertar carruagens, ou coisas do gênero, mas haviam guardas no beco, como se houvesse realmente algo importante.

Enquanto isso assim que chegassem, Sally pegava um cartão do bolso, algo que não dava para ver exatamente, mesmo com as visões mais atentas, a garota era cuidadosa segurando ele na mão de forma que o ângulo de visão não era acessível, era impecável a maneira como ela segurou. E com isso ela foi permitida de adentrar, logo eles se depararam com uma oficina comum, rodas, peças, ferraduras. Mas três lances de escada, surgiam após a terceira porta que eles passavam ali nos corredores.

Eles começaram a descer as escadas, onde depois de alguns instantes, eles chegaram a um ringue hexagonal, fechado por uma jaula de aço, onde ele já podia ver dois lutadores degladiando. Sally trocou palavras com um dos organizadores, avisando que Liebe seria seu competidor. Não dava pra ouvir direito, mas ficou claro pelo pouco que deu pra entender do que ela falava.

E o lugar estava lotado, muitas pessoas sentadas nos arredores, gritavam vibrando, o barulho era fenomenal, sim, dava pra entender que aquilo era um ringue bem prestigiado, a maioria dos que assistiam, eram de classe, ou lutadores que sentavam ao seu lado, em geral seguranças ou competidores, em alguns casos os dois.

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