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Kenshin
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Incipit Prologus Seg Ago 23, 2021 1:05 pm
Incipit Prologus

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Signor Liebert. A qual não possui narrador definido.

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Incipit Prologus J09J2lK
Sagashi
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Re: Incipit Prologus Ter Ago 24, 2021 12:09 am


Olhava de baixo para cima aquele grande palácio. Os rumores de sua beleza se faziam verdadeiros, afinal. Punha-me a colocar as mãos nos bolsos do casaco enquanto me indagava a quantidade de pessoas que passavam por ali diariamente — era um palácio que tinha entrada muito restrita ao status social da pessoa, então, umas vinte, trinta, quarenta pessoas por dia? É um número baixo para a quantidade de habitantes locais. Em volta daquele palácio, incluindo o pedaço ocupado por mim: quantos, contando com os turistas, passariam por dia? Milhares? O chão certamente estava bem sujo. Sujeira estrangeira de solas de sapato usadas; catarro e saliva que o ser humano imperceptivelmente costuma derramar ao se comunicar verbalmente; bactérias de espirros de contagiados com gripes fracas ou fortes, enfim: um circo de aberrações microscópicas com tendências a centenas de milhares de mutações diferentes.

Esfregaria as minhas mãos no pano da camisa interna ao retirá-las dos bolsos, buscando limpar os germes, frutos da minha imaginação indevida. Depois, colocaria de volta nos bolsos, pelo menos enquanto não compro luvas descartáveis. Não sabia por quanto tempo estava admirando a brilhosidade do palácio, mas lembro de estar aqui logo pela manhã, algumas horas depois do acordar. Toda aquela sujeira estimada me sufocava e me dava uma sensação de embrulho no estômago, como se evitasse respirar pela boca para não contrair germes aéreos.

Apesar da precaução que devo tomar diante aos micróbios, ainda tinha deveres humanos a serem realizados. Quebrando meu mundo de idealizações, puxaria a manga do pulso e perceberia que não tenho um relógio de pulso. Decepcionado, caminharia para perto de um dos guardas do palácio numa distância considerável para não ser removido do palácio, visto que, de acordo com os boatos locais, havia muita restrição sobre a entrada. Faria um sinal positivo, como quem tira um chapéu, apesar de não ter um no momento. Nunca soube direito como iniciar uma conversa, as pessoas são estranhas e alegam “sentirem” algo que sequer existe. É claro que existem processos químicos dentro de mim que guiam meu humor, mas, ora, isso não é tudo, somente? Num semblante neutro e natural, com olhos fitados a natureza morta das roupas dos soldados, diria, tentando passar a impressão de amistosidade. — Ótimo dia, bom senhor. Concederia-me esta honra, a de saber as horas? — Sorriria. Estava acostumado a sorrir apesar de não entender as razões por trás de um sorriso. Era como uma ferramenta útil: ao ver a figura de um sorriso, as pessoas tendem a fazer mais favores para mim, serem menos agressivas. Nunca entendi o porquê, mas, se funcionava, que mal havia em o fazer?

Caso me fosse concedida a resposta, sorriria com os olhos, desta vez. — Deus lhe pague. — Essa afirmação normalmente melhora minha reputação. As pessoas do local passam a ter uma boa impressão de mim, pelo menos era assim em Toroa. Se não fosse concedida, minha resposta seria a mesma, entretanto não sorriria. Olharia para o céu e veria se está de dia ou de noite.

Sendo dia, tarde ou qualquer momento que haja luz solar, caminharia em meio às possíveis multidões de pessoas, dizendo baixo ”Com licença!” para cada corpo tocado acidentalmente. Taparia o nariz e a boca com as mãos a fim de evitar contágio de doenças de terceiros desconhecidos. Meu objetivo com aquela caminhada era em direção a um mercado popular ou a uma farmácia. Era uma metrópole, coisas desse tipo com certeza existem próximas a mim. A tecnologia atual é fascinante.

Ao chegar em um desses dois, pediria por ácido clorídrico, que é um ácido forte e corrosivo ao longo do tempo, pediria água sanitária, gelo seco e farinha. Se não houvesse um dos produtos mencionados, perguntaria: — Por obsequio, onde devo encontrar esses materiais? Almejo desintoxicar o piso e as paredes do meu apartamento, necessito deles com urgência. — Esperaria pela resposta e me guiaria ao local indicado. Se todos estivessem disponíveis entretanto não coubessem no meu orçamento, negociaria um desconto: — Ora, não descontaria poucos trocados para este rapaz belo e carismático? — Sorriria. — Pois, se me garantir o orçamento, gerenciarei-lhe de bom grato uma limpeza profunda nessa loja, prometo que o odor ambiente será maravilhoso como nunca foi. O que acha? — Esperaria pela negociação e me colocaria a postos para contra-argumentar quaisquer outras propostas mais inviáveis usando meu charme natural.

Independente do que ocorresse ali, me curvaria levemente na bancada do vendedor ou farmacêutico. — Existe um laboratório químico pelas redondezas? Sou um bacharel desempregado. — Ajeitaria minhas roupas e esperaria pela resposta. Sendo positiva, independente da negociação ter sido bem sucedida ou não, me dirigiria para o local indicado e procuraria por um cientista-mestre. Sendo negativa, pegaria minhas coisas e iria embora, tendo conseguido os materiais desejados ou não, buscando o quartel general da marinha mais conhecido e requisitando um atendimento breve de algum oficial.



Histórico:
Nome: Signor Liebert
Posts: 01
Ganhos: -x-
Perdas: -x-

Objetivos:
• Conseguir um laboratório pessoal.
• Desenvolver uma toxina.
• Limpar a Caserna de Las Camp (remover mau cheiro, sujeira e bactérias).
• Conseguir autorização para adentrar o Palácio da Colina e conhecer Marius Duval, Jean-Philippe Laurent e Roxanne Guillot.

Atributos:
PdV: 2420
STA: 100
Força: 1
Destreza: 1 (+60 EdC)
Acerto: 99 (+40 Racial)(+60 EdC)
Reflexo: 298 (+120 Racial)
Constituição: 1

Agilidade: 308
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano:

Qualidades:
Adaptável (Racial — Humano)

Atraente (1 Ponto)

Impassível (1 Ponto)

Destemido (1 Ponto)

Carismático (2 Pontos)

Criativo (2 Pontos)
Defeitos:
Frígido (2 Ponto)

Perfeccionista (1 Ponto)

Ambição (2 Pontos)




Pepe
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PepeEstagiário
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Re: Incipit Prologus Sab Ago 28, 2021 2:51 am


Narração

Signor Liebert
Localização: Las Camp - West Blue
Período do dia: Manhã

Observando o palácio, Liebert já sabia que era de manhã. O sol forte e quente batia na enorme mansão, sendo até difícil olhar para os pontos que refletiam mais seus raios. A pergunta que possuía era respondida em seguida com facilidade pelo guarda, era algo próximo das dez da manhã, ele não possuía um relógio também, mas ouviu os badalares de um sino de uma igreja a distância há pouco tempo.

Com a resposta, Signor começava a caminhar pelas imundas ruas daquela cidade desviando de tudo e todos como podia, precisava ter certeza de que não receberia germes de outras pessoas por algo tão simples como o contato humano. E essa tarefa era árdua, pois estava indo para onde havia mais e mais pessoas, estava em busca de um mercado ou farmácia. Por isso acabava não sendo incomum os esbarrões onde se desculpava de forma mecânica.

Por sorte, e um pouco de azar, acabava encontrando uma farmácia, que possuía sim todos os quatro itens que desejava. Mas o preço somado deles, nem com um desconto muito generoso, caberia nos bolsos do pobre Liebert. Seus pobres 250k de berries comprariam um dos quatro e já ficaria devendo para o próximo. Uma situação minimamente complicada.

Signor tentava negociar e abaixar o preço, e o vendedor até parecia inclinado a ajudá-lo inicialmente. Porém, o maníaco acabava por oferecer não só limpar o local, como acabou falando sobre “odor ambiente será maravilhoso como nunca foi”, o dono da Farmácia ao ouvir aquilo interrompeu a negociação e pareceu ofendido. Uma ofensa aos trabalhadores e a ele mesmo, como se não limpassem o ambiente de forma apropriada.

Liebert se viu chutado do local antes mesmo de indagar sobre o laboratório. No entanto, para a sorte dele, sua memória puxou em sua mente uma placa que lera enquanto procurava por um mercado ou farmácia. Havia um laboratório por perto e não fora tão difícil de encontrar. Voltou alguns quarteirões e procurou pela placa. Como dito, a sua sorte havia mudado, a placa estava ali não porque o laboratório era ali no centro da cidade, e sim porque estavam procurando por novos funcionários.

Porém, talvez sua sorte estivesse acabando, pois era um laboratório de análise de sangue. Independente disso, acabou se dirigindo ao local. Era mais isolado um pouco do centro da cidade, ficando em uma porção mais calma e rica. Era um local bem limpo, para a felicidade de Signor.

Quando chegou percebeu que não era dos laboratórios mais movimentados, na realidade a secretária parecia bem entediada e se empolgou quando viu Liebert entrando, quando informou que procurava pelo cientista-mestre acabou vendo a secretária murchando um pouco. Mas ela indicou o local e ele acabou vendo que antes mesmo de chegar a porta, alguém a abria e saía do cômodo. Era uma moça que o olhava de cima a baixo e então perguntava. — Você está me procurando?


Legenda:
Randons
Cientista chefe

Histórico:
Nome e link da Aventura: Incipit Prologus
Nome e Ficha dos Participantes: Signor Liebert
Localização da Aventura: Las Camp - West Blue

Liebert

Ganhos:

Perdas:

Relação de Personagens:

Experiência: 1 post
Localização Atual: Las Camp - West Blue


Quantidade de Postagens do Narrador: Pepe – 1 post
Resumo: Nada acontece feijoada
Opinião sobre a Narração: Uma bosta

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Sagashi
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SagashiCivil
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Re: Incipit Prologus Sab Ago 28, 2021 3:53 pm


— E-Ei... e-espera...! — Foram minhas últimas palavras, ditas em voz baixa, antes de ser chutado da loja. Talvez, numa cidade costumeiramente imunda como aquela, oferecer limpeza fosse sinônimo de ofensa? Quem sabe. Batia poeira das roupas e dos ombros, recompondo minha postura e olhando aos arredores, para ter uma ideia de como disfarçar o humor estranho daquela situação. Se alguém estivesse olhando, apenas sorriria sem jeito e faria o mesmo sinal de levantar o chapéu que fiz anteriormente. — Hohoho! *cof cof*, vendedores, né? H-Ho… h-ho… — Diminuiria o sorriso, pediria licença com a cabeça e sairia andando.

Recordava-me de uma placa peculiar na minha caminhada à farmácia. Não só me recordava de ser um laboratório, como também de estarem contratando! Puxa, mas que sorte! Caminhava a passos rápidos, novamente me desculpando de forma mecânica para cada esbarrão dado, dessa vez com um pouco menos de paciência que outrora.

Me deparava com o local e adentrava de prontidão. Uma mulher me recebia e indicava onde estava o cientista-mestre. Deixando um aceno de cabeça para ela, caminhava adiante, até que alguém abria a porta e me olhava. — Você está me procurando? — Encararia-a fixamente, buscando compreender o que estava acontecendo. É claro: era a cientista-mestre! Só poderia ser. Sabia que meu objetivo ali era somente conseguir acesso ao laboratório, entretanto, o desenrolar disso tudo poderia acabar me deixando um empregado dependente de renda mínima. Então, caberia a mim usar dos meus artifícios naturais e meus dotes linguísticos para convencê-la de que sou melhor do que um mero funcionário. Sorriria à dama e caminharia para perto dela, encarando seus olhos de maneira frígida, sem me preocupar em diferenciar intimidação de flerte ou persuasão. Um pouco antes de terminar a caminhada até alguns momentos depois de estacionar alguns centímetros de distância dela, começaria dizendo: — Julgando pela placa, acredito que seja você aquela quem me procura. Nutrimos uma relação recíproca, não concorda? — Pegaria sua mão de leve e levaria aos meus lábios, dando-lhe um beijo na mão como cumprimento de moda antiga. Soltaria-a e prosseguiria. — Sou Liebert. Signor Liebert. Cientista bacharel com especialização em fórmulas químicas. Devo ter a graça de saber seu nome? — Ao dizê-lo, viraria o rosto para cima, para os lados e um pouco para trás, dando a impressão de que estivesse percebendo a limpeza ambiente só agora, por mais que já tivesse percebido desde que entrei. — É um lugar muito limpo, senhorita, satisfaz os desejos de um perfeccionista em um piscar de olhos.

Nesse momento, algo dentro de mim me alertava de que essa era a maneira errada de se abordar um estabelecimento. Ora mais cedo fui chutado de uma loja por sequer oferecer limpeza, imagine quantas oportunidades eu perderia se dissesse que o lugar é limpo por si só? Engasgaria-me as palavras. — D-Digo… é sujo! Bem sujo, sim. — Encararia a secretária, como quem pede socorro com os olhos. Voltaria a olhar para a cientista-mestre, e dessa vez, outra coisa me alarmava: a assimetria do corpo dela. — Não, não é sujo! — Abaixaria-me e passaria o dedo no chão, e, ao me levantar, mostraria o dedo passado para a cientista. Após isso, mexeria no cabelo dela até que a parte preta dominasse a parte branca, ainda mantendo o sorriso, dessa vez um pouco mais forçado diante de tanta frustração. — Aqui, vê?! É normal. Perfeitamente normal. Nem sujo, nem limpo. Estamos quites, correto?! — Buscaria com os olhos pelos arredores por álcool em gel, ou qualquer higienizador próximo de mim. Independente de quem fosse e como ele fosse, usaria esse higienizador para limpar o dedo que passei no chão, esfregando-o fervorosamente, só pararia quando esse dedo estivesse levemente arranhado e com vermelhidões na pele. Depois, mexeria nas roupas e tentaria, sem sucesso, esconder as partes claras. Rapidamente retiraria meu casaco e a cobriria os ombros. — E-Está bem frio, não é?! — Tentaria a virar de costas se possível.

Percebendo que haveria acabado de conflitar internamente, usaria meu próximo artifício natural. — Senhorita, comentários a parte: desenvolvi uma nova fórmula ao longo dos meus estudos e gostaria de demonstrá-la à você. Garanto que é revolucionária. Posso ser um funcionário valioso para esse laboratório se me conceder essa chance! — Esperaria pela sua resposta. No caso de ser positiva, algo dentro de mim ferveria. Não reconheceria a emoção, mas sabia que fazia com que me sentisse poderoso, superior. — Perfeito! Veja, preciso de um investimento inicial. Preciso de água sanitária, ácido clorídrico, farinha, gelo seco e um ambiente com centrífugas e resfriadores. Você tem o acesso fácil? — Esperaria pela resposta. Em caso positivo, observaria todo o ambiente, desde a entrada até o laboratório, incluindo a sala da cientista-mestre e os aposentos da secretária, reuniria todo material me concedido e ferramentas, para depois, então, planejar como seria feito minha nova fórmula. Entretanto, se negativo, coçaria o queixo, pensativo. — Então, vou precisar usar do meu bolso… talvez… se eu… — Nesse momento, pediria licença tanto para a cientista quanto para a secretária e sairia pelas ruas ouvindo rumores. Sabia que ali precisaria recorrer à agiotagem, dinheiro conseguido ilegalmente, caso contrário jamais conseguiria colocar meu plano em prática. Buscaria orientações sobre onde poderia encontrar um agiota e decidiria minhas próximas ações baseado em como ele me receberia quando o visse.

Em primeira instância negativa, isto é, se eu fosse chutado para fora do laboratório, apenas agradeceria pela companhia breve e colocaria o plano da agiotagem em prática, da mesma forma que antes. Só que dessa vez teria que pedir mais dinheiro para construir o próprio laboratório e afins. Se não houvessem agiotas ou criminosos locais, procuraria por alguma base revolucionária — funcionam da mesma forma que criminosos, só com alguns passos a mais e um código vago de honra.



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Pepe
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PepeEstagiário
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Re: Incipit Prologus Qua Set 01, 2021 3:59 am


Narração

Signor Liebert
Localização: Las Camp - West Blue
Período do dia: Manhã

Não demorava para Liebert começar a falar após ver a pessoa que julgava ser a cientista chefe. No entanto a forma dele se manifestar quanto a isso era um tanto quanto excêntrica. Signor começava tentando inverter os papéis, não é que ele queria algo com ela, e sim que ela precisava dele. Explicando o ponto de vista para a moça, até conseguia retirar um sorriso dela. — Bom, precisamos de alguém, vamos torcer para você conseguir... — falava ela deixando que ele beijasse a mão dela. — Pode me chamar de Ani Lana — respondia a moça.

Os próximos instantes, parecia que Ani falaria algo, mas Liebert começou o devaneio próprio quanto a sujeira do local. Ele não havia aprendido com a loja e agora ficava em um conflito mental quanto ao que falar. Para piorar ainda mais a situação, no meio de sua própria discussão, acabava percebendo traços de Lana que simplesmente criavam uma revolta em seu próprio corpo.

Em seu monólogo, passava o dedo no chão para demonstrar que o chão era limpo, e depois disso, passava a mão no cabelo dela. — Ei! Eu sei que o chão é limpo, mas não passe a mão nele e depois no meu cabelo! — reclamava ela tirando a mão de Liebert da cabeça dela e tentando ajeitar o próprio cabelo. Enquanto Ani fazia isso, Signor parecia enlouquecido atrás de algum tipo de produto para limpar as mãos, quão difícil seria isso num laboratório? Bom, em um de retirar sangue não fazia muito sentido ter na parte frontal e ele só achava um no banheiro.

Quando retornava, Liebert acabava com qualquer parâmetro de amizade e começava a mexer nas roupas da cientista para ajeitá-las como queria. — Ei! Tarado! — falava a cientista dando um tapa na cara dele, mas o homem parecia não se importar e falando que estava frio passava o casaco dele para ela. — Frio? Está muito quente, como sempre nessa ilha — reclamava ela deixando o casaco do homem cair no chão, as primeiras impressões de Signor não eram das melhores.

E para finalizar, com Ani ainda meio perdida com aquele misto de frases aleatórias de Liebert, o homem simplesmente falava sobre algo que inventou, sem explicar merda alguma do porquê alguém deveria permitir que ele fizesse o produto que não explicou para que servia. Anyway, quando ele falava isso, percebia que Lana ficava mais séria. — Você quer ser um funcionário? Ou só está tentando conseguir acesso a produtos químicos? — o tom dela era quase acusatório. Desde o começo Signor não demonstrou nenhuma vontade de trabalhar ali, citando que quase precisavam mais dele que o contrário. —Bom, desculpe, mas não estou interessada em fórmulas químicas revolucionárias em um laboratório de retirar sangue. Procure algum traficante ou cientista maluco para lidar com o que quer que você esteja inventando — falava ela pegando o casaco do chão, sem dar qualquer tapinha nele, e jogando nas mãos de Liebert. E depois encaminhando o homem para o lado de fora do estabelecimento.

Na rua, qual seria o próximo passo? Bom, claramente algo que quase cem porcento da população não pensaria. Pedir dinheiro para agiotas. O que poderia dar de ruim pensando assim? Começou a procurar por um agiota e isso gastou um bom tempo, ficou sem comer pelo do resto da manhã e por boa parte da tarde. Saiu perguntando nas ruas por um de forma tão aleatória que parecia mais algum tipo de golpe do que alguém que realmente queria conversar com um agiota.

Foi quando, mais próximo do fim da tarde, acabou entrando em um beco que haviam indicado e ao se aproximar do fim dele, viu uma pequena porta a esquerda, precisaria se inclinar para entrar. A pergunta era se entraria, pois, para chegar até a porta havia uma boa quantidade de lixo antes. Quase como se um esconderijo “natural”. Se Liebert passasse pela porta veria um local mal iluminado e com um forte cheiro de tabaco no ar. Onde vários homens jogavam poker. Provavelmente algum deles seria o tal agiota.

Legenda:
Randons
Cientista chefe - Ani Lana — Imagem Dela

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Liebert

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Re: Incipit Prologus Ter Set 14, 2021 11:56 am



Apesar do insulto, não deixava de fazer aquilo que queria, tentando consertar as roupas da moça. Parava somente quando levava um tapa no rosto, deixando a parte da minha bochecha bem quente. — A-Ai! Doeu! — Diria, antes de continuar falando sobre como “estava frio” naquele local. Assim que ela deixasse o casaco cair no chão, esticaria minhas mãos em direção à ele, com olhos de alguém devastado. Caiu no chão! Droga, não acredito! Vou precisar colocar para lavar. Prestes a continuar minhas ações, ouço: — Você quer ser um funcionário? Ou só está tentando conseguir acesso a produtos químicos? — Por um momento, pararia de me debater com minhas roupas e pelo estilo incoerente da moça. Olharia para os olhos dela e soltaria um suspiro aliviado, sorrindo com sinceridade logo em seguida, abaixando a guarda dos ombros no processo e me sentindo levemente confortado novamente. — Ah, uma moça inteligente. Sim, eu só quero ter acesso ao laboratório. Obrigado por reparar. — Não conseguia interpretar muito bem a atmosfera local e os sentimentos da moça, mas sabia que ela tinha entendido minhas intenções e isso fazia bem para o meu coração, aparentemente. Passaria a mão no rosto a fim de amenizar um pouco o ardor do tapa.

Ouvia logo depois. —Bom, desculpe, mas não estou interessada em fórmulas químicas revolucionárias em um laboratório de retirar sangue. Procure algum traficante ou cientista maluco para lidar com o que quer que você esteja inventando. — Não conseguiria a olhar nos olhos enquanto falava, apenas prestaria atenção de maneira frustrada nas roupas da moça, até ouvir as palavras “cientista” e “maluco”, que atrairiam minha atenção novamente. Encararia-a por alguns momentos. — Você… tem razão…! — Ao receber o casaco nos braços, bateria poeira dele, com uma sensação estranha que me tirava energia do corpo. Seria levado para fora sem lutar contra. Próximo à porta, voltaria a olhar para a moça. — Ani Lana! — Tentaria parar por um momento, antes de sair. — Obrigado pela dica. — Sorriria com sinceridade, acenaria com a cabeça, pediria licença e seguiria meu caminho novamente.

[...]

Finalmente, depois de um tempo, chegava no local mais próximo com aquele que poderia me oferecer os instrumentos necessários para minha mais nova invenção. — …lixo? — Me perguntaria. Aproximaria-me e verificaria se eram sacos de lixo ou lixo tradicional espalhado. No caso de serem sacos, pegaria-os pelas pontas, tomando cuidado com o suco tóxico que costuma escorrer de lixos com muito líquido, e procuraria a lixeira mais próxima. Não tendo uma lixeira, empilharia os sacos de lixo um por um, buscando fazer uma espécie de pirâmide. Não sendo sacos de lixo, procuraria por qualquer coisa pelos arredores que facilitasse o empilhamento destes, como por exemplo uma vassoura. Conseguindo o objeto, empurarria tudo para longe da porta. Não conseguindo encontrar o objeto, ficaria um pouco nervoso e iria para fora do beco. — *Ahem*... — Limparia a garganta e observaria o movimento local. — EU ACHO QUE TEM UM CADÁVER NESSE BECO! NO MEIO DO LIXO!! — Gritaria, esperando que algum policial ou algo do tipo entrasse para vasculhar. Se ninguém respondesse pelo meu chamado, arquearia uma sobrancelha, olharia para os lados e gritaria de novo: — … ELE DEVE TER BASTANTE DINHEIRO! TEM ATÉ UM RELÓGIO DE OURO!! — No caso das pessoas dessa vez se mobilizassem, sorriria para cada um que fosse entrar no beco e diria: — Ele deve estar nesse meio. Por gentileza, vasculhe tudo. Lembre-se que a sujeira pode atrapalhar. — Entretanto, caso não haja sucesso, voltaria para dentro e procuraria algo escalável. Meu objetivo seria escalar até um lugar relativamente alto e pular até a porta, em um ponto onde não houvesse sujeira. Assim, adentraria o recinto.

Com tudo dando certo e eu tendo adentrado o local, sentiria o forte cheiro de tabaco no ar e os homens jogando poker. Rapidamente apertaria o nariz com os dedos para que eu não sentisse o cheiro. Em seguida, diria, com a voz um pouco mais fina devido ao nariz tapado: — Com licença, senhores. — Me aproximaria da mesa, olharia as apostas e as cartas. Havia aprendido com meus erros passados e reconhecido que pessoas não gostam quando falamos da limpeza local, então manteria silêncio sobre isso dessa vez. — Me disseram que haveria um agiota por aqui. Qual dos cavalheiros teria dez milhões para me emprestar? — Esperaria pela resposta, sorrindo. — Ou um laboratório. Quero fazer um produto novo à base de toxinas. — Prosseguiria, passando a mão no rosto e esperando novamente que o ardor do tapa de alguns tempos atrás passasse. — Talvez, eu possa até vender esses produtos a vocês! Pode ser mais lucrativo do que dez milhões, futuramente. Garanto que esse produto é ótimo! Meu nome é Liebert, a propósito. Signor Liebert.

Uma sensação estranha embrulharia meu estômago e me deixaria alerta para sair correndo a qualquer momento, principalmente se houvesse algo ali que ameaçasse minha vida. Não conseguiria premeditar muitas ações sem ter o aval do agiota, ou sem saber se teria autorização de obter os pertences. Caso alguém tivesse alguma arma ou algo que poderia me ferir, e apontasse esse objeto diretamente para mim, olharia-o com olhos neutros. — É contra lei apontar armas para terceiros. Você pode ser preso, se me permite o lembrete. — Sorriria, esperando que essa fosse a melhor expressão facial para a situação.


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Re: Incipit Prologus Sab Set 18, 2021 4:05 am


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Localização: Las Camp - West Blue
Período do dia: Final de Tarde

Após ser enxotado pela moça do laboratório, o nosso senhor protagonista Liebert começou sua caçada atrás de um agiota. Quando encontrou o local que alguns indicaram, por mais que sua necessidade pelo dinheiro fosse alta, havia algo que lhe chamava ainda mais a sua atenção. O lixo da entrada do local. Apesar de possivelmente ser de propósito que estava ali, justamente retirando toda a atenção da entrada, que parecia meramente um local abandonado graças a isso, Signor precisava limpar aquilo tudo.

O lixo do local era variado, não estava tudo em sacolas, até porque várias estavam rasgadas. Como não podia simplesmente pegá-lo com a mão, começou a sua busca por uma vassoura. Por que imaginou que encontraria uma simplesmente por aí? Era difícil de saber, o melhor que encontrou foi um pedaço de pau de uma provável vassoura em seus tempos áureos. Começou a utilizá-lo para amontoar o lixo em um canto.

Era um trabalho árduo levar peça a peça de lixo com um mero pedaço de pau quebrado. Por isso, acabava fazendo mais barulho do que o necessário e gastando mais tempo do que o necessário. O céu já estava escurecendo e Signor já havia até mesmo se acostumado com o cheiro do lixo que havia a sua volta e do tabaco que se saía pela porta.

Foi nesse momento que ouviu um bom som alguém chamando outro. — CHEFE! Tem um maluco limpando o beco! — este homem que gritou estava na pequena porta que era tampada pelo lixo que Liebert estava limpando. Assim, aos poucos, Signor começou a ouvir um alvoroço do lado de dentro. E um homem saiu. Provavelmente ninguém chutaria que ele é o chefe, mas o comportamento do outro, o capanga, acabou denunciando.

O jovem olhava para Liebert por um tempo, mas como este era o chefe, Signor começou a explicar a situação para ele, perguntando de maneira franca sobre alguém ali ser um agiota e sobre precisar de dez milhões de berries. Ao ouvir aquilo, o moço começava a sorrir para o nosso limpador profissional. Ele o chamava com a mão e com a cabeça, indicando para que o seguisse e adentrasse no local.

Ao adentrarem, Liebert viu que a iluminação não era das melhores, havia uma mesa com um baralho e várias fichas. O povo começou a retirar tudo isso enquanto o chefe sentava em uma cadeira e indicava para Signor se sentar na outra. — Então, você quer dez milhões de berries — falava o homem. — Imagino que você saiba que não posso te dar isso sem algumas garantias... — comentava o homem e com isso o nosso protagonista percebia que estava começando a ficar cercado. Não o estavam ameaçando ou qualquer coisa do tipo ainda, mas não o deixariam sair tão fácil. — Pode me chamar de Azeri — falava o homem. — Você falou de um produto que deseja fazer e vender... mas e se esse produto não vender, como você fará para me pagar? — perguntava interessado Azeri.


Legenda:
Randons
Cientista chefe - Ani Lana — Imagem Dela
Azeri - imagem dele

Histórico:
Nome e link da Aventura: Incipit Prologus
Nome e Ficha dos Participantes: Signor Liebert
Localização da Aventura: Las Camp - West Blue

Liebert

Ganhos:

Perdas:

Relação de Personagens:

Experiência: 3 posts
Localização Atual: Las Camp - West Blue


Quantidade de Postagens do Narrador: Pepe – 3 posts
Resumo: Nada acontece feijoada
Opinião sobre a Narração: Uma bosta

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