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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 2 Seg Maio 31, 2021 12:14 pm

Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 2

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.



Às
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- Às Volkerbäll -


Ж

Como um sopro, despertava como se surpreendida por um pesadelo, uma confusão sem igual a embaralhar-me a mente, vista embaçada e sons abafados, sob a pele nada senão a sensação de frio a percorrer-me a espinha, pouco a pouco sons de água corrente invadia-me a audição conforme o ambiente desconhecido se mostrava bem real. ‘Sem pânico’, o mantra se repetia conforme observava a presença de mais duas pessoas, pelo semblante destas tão perdidas quanto eu. - Que lugar é esse? -  a dúvida percorria-me junto a visão das três portas. - Quem são vocês? -  questionava num primeiro momento, mas logo uma voz tenebrosa se fez ouvir conforme as percepções se normalizaram junto ao brutal frio. - Ouviram isso? -  um comentário cujo único intuito era confirmar se não estava delirando.

Meu nome é Às, parece que estamos presas aqui. -  um olhar mais atento e pude perceber as peculiaridades de cada porta, a dúvida invadia-me, o que fazer? - Parece que estamos presas a algum tipo de jogo. Precisamos fazer uma escolha antes de… -  observava minhas mãos, sentindo o frio do local superar o tecido espesso. - ...antes de congelar aqui. -  observava as duas figuras, ouvindo suas palavras, dúvidas e decisões. - Se não vão chegar a uma decisão, então eu vou escolher uma porta. -  observava as opções por mais algum tempo, antes de me encaminhar para a porta de número dois, indicando-a para que a dupla se aproximasse. - Vamos entrar juntas, estejam atentas! -  diria, antes de abrir, entrando no local e rapidamente observando o que nos aguardava do outro lado.


Quantidade aleatória (1,3) : 2



Histórico:
Post: 1
Nome: Às Volkerbäll
Profissão: Navegadora.
Proficiências: Acrobacia | Astronomia | Condução | Navegação | Meteorologia.
Qualidades: Versátil | Destemida | Prontidão | Mestre em Haki | Duro de Matar.
Defeitos: Altruísta | Heróica | Sincera | Leal | Gulosa.
Ganhos : -x-
Perdas: -x-
Localização: ???





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Catherine
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Dreamland.



A dor finalmente cessava e os meus olhos se abriam. Ao olhar para os lados, podia me perceber em uma espécie de quarto minúsculo de ferro, que já quase congelava conforme eu sentia as minhas extremidades rígidas. - Hm? - Percebia que eu não era a única ali, pelo contrário, conseguia contar outras duas mulheres nas mesmas condições. Ao esfregar as minhas mãos uma contra a outra numa tentativa vã de me aquecer, passaria então a examinar cada uma das portas em frente. - Eu sou Catherine Bellarosa... Vocês tem alguma ideia do que é "aqui"? - Perguntaria às outras, também me apresentando enquanto daria alguns passos a frente, tentando tocar cada uma das portas uma por vez.

Eu conseguia sentir uma aura quente emanar da primeira porta, e ficava tremendamente tentada a abrir aquela, como uma maneira de realmente escapar daquele frio castigador da sala em que estávamos. - Três mulheres... Devemos ter sido sequestradas por algum tarado. - Antes mesmo que pudesse pensar melhor na porta que escolheria, Ás parecia já tomar a sua decisão e pedir que a apoiássemos nela. Assenti com a cabeça ao ver que ela escolhia a segunda porta, que acabava não sendo de todas a pior, mas também não era a porta que emanava calor.

- Estou bem atrás de você. - Diria a Ás, então olhando para a última garota e chamando-a com uma das mãos. O que quer que nos esperasse do outro lado da porta, deveríamos estar prontas para nos defender e procurar uma maneira de fugir dali. - Hm? - Nesse momento, perceberia algo não muito estranho em minha cintura. Pelo o que podia sentir, as correntes com as quais costumava lutar ainda estavam ali, então ou o sequestrador não tinha se importado o suficiente para nos desarmar, ou ele não tinha considerado que minhas correntes eram armas. "Um grande engano", pensaria, em qualquer das hipóteses. - Vocês estão armadas? - Perguntaria às outras como forma de descobrir qual das opções era a verdadeira.

Enquanto passaria logo atrás de Ás através da segunda porta, já começaria a desenrolar minhas correntes da cintura, enrolando-as uma em cada antebraço, formando manoplas com elas ao proteger meus punhos. - Eu estou.




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Desventura na Terra dos Sonhos

- Falas. | - Pensamentos.


    ~ Que friozinho gostoso... ~ Pensava a primeiro momento enquanto ainda estava com meus olhos fechados e achando estar dormindo, porém pouco tempos depois podia perceber que eu não estava dormindo, nem em um lugar do qual eu conheço, e muito menos sozinha. - Que? Onde estou? Onde estamos? Isso é um sonho? - Falava razoavelmente alto, mão que fosse um problema já que o lugar era pequeno, iriam ouvir de qualquer forma. Após "acordar", tentaria me acalmar um pouco já que eu não sabia o que estava acontecendo, e então começava a olhar pros meus dedos e veria que estava com 10. ~ Tá, não é um sonho, mas... Se é real, como eu vim parar aqui? Eu não me lembro de ter lutado nem nada... Será que tem algo a ver com os Hamadas? Bom, de qualquer jeito preciso sair daqui, então é melhor eu seguir em frente com elas. ~

    Assim, me aproximaria de ambas com um sorriso no rosto. - Muito prazer gente, me chamo Mayumi Emi, ou pra quem preferir, Yumi. Vou adorar sair daqui com vocês. - Falava com um grande sorriso no rosto, porém esfregando seus braços com suas mãos para tentar se aquecer. Então de repente era possível escutar um voz ecoando por todo o ambiente. - Ouvi... - Respondia Às um pouco pensativa sobre este lugar. Mas depois de escutar a voz, pude perceber outra coisa no ambiente, haviam três portas que nos levariam a outro ambiente: Uma aparentemente era mais quente, a outra mais fria, e a última parecia ser um ambiente mais ao ar-livre. Antes que pudesse pensar muito sobre, Às foi em direção a porta número II e Catherine a seguiu, logo fui atrás de ambas para não ficar sozinha. - Ei, me esperem. - Falava quando visse elas saindo e eu ainda estaria parada.

    Já na porta, antes de abri-la, ficava pronta para qualquer imprevisto que pudesse ocorrer, e ao Catherine comentar sobre as armas, percebia que carregava minha espada e meu arco, então rapidamente sacaria meu arco e tirava um flecha de minha aljava, já a preparando para qualquer coisa. - Estou pronta, vamos lá, GirlPower! - Diria apontando meu arco diretamente para a porta.

Personagem:
Nome: Mayumi Emi.
Risada: "Shishishishi"/"HaHaHaHa".
-
Proficiências: Acrobacia | Ameaça | Atletismo | Briga | Doma.
Profissão: -X-
-
Qualidades: Destemido | Duro de Matar | Prontidão.
Defeitos: Desorientado | Inimigo | Impulsivo | Teimoso.
-
Estilo de Combate: Espadachim | Atirador.
-
PdV: 2800.
STA: 2000.
-
Agilidade: 270.
Posts: 01.

Obs:
Estou contando algumas mudanças que pedi em minha ficha neste post, porém não foram atualizadas ainda.

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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 2

Sem saberem muito bem como haviam parado naquela sala, mas mulheres rapidamente percebiam que estavam todas do mesmo lado e nem sequer se preocuparam com a possibilidade de serem inimigas. Rapidamente se apresentavam umas às outras e começavam a pensar no que fazer. Às parecia ser a mais destemida e apressada do grupo, Catherine a mais ponderada e analítica, e finalmente Mayumi o espírito positivo do grupo. Juntas tinham um bom balanço para enfrentar o quer que estivesse por de trás daquela porta escolhida por elas. A jovem Volkerbäll tomava a liderança para abrir a porta e, assim que ela tocou na porta, as três escutaram um som de riso proveniente da mesma voz de antes - Vamos ver se vocês aguentam essa porta... - e num piscar de olhos, a sala começava a se inundar de água que rapidamente cobria quase ao nível dos joelhos das mulheres.

Antes o que era uma sala pequena e gélida, tornava-se agora num imenso e vasto pântano, cheio de árvores, plantas e vários sons de animais. Animais estes que variavam entre rosnados e cantarolar de pássaros. A água era fria, mas nada comparada ao frio da sala anterior, ao fim de algum tempo elas se acostumariam com aquela temperatura, no entanto poderiam facilmente tentar ir para os pedaços de terra lamacenta que se encontravam espalhados ao longo do pântano. A água daquele local era, como de se esperar, escura e dificilmente dava para adivinhar o que estaria ali por baixo, Mayumi poderia sentir algo passando por perto dos seus pés, veloz como um peixe mas de uma proporção comprida e fina, como se fosse uma cobra. O que quer que fosse, havia apenas passado de passagem por enquanto.

Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 2 1de70c580aab0791044388bff6fa353b-02

Uma caraterística daquele lugar, além de sua aparência mórbida e tenebrosa, era o seu cheiro extremamente forte e azedo. Os sons de animais que haviam escutado anteriormente começavam a ser abafados por um som novo mas... Um som bem peculiar, como se fosse de um estômago trabalhando. Por mais que pudessem imaginar que fosse uma das três, talvez especialmente a mais gulosa dentre elas, ao olharem para baixo poderiam perceber que a água, aos poucos, liberdava bolhas que chegavam a ter um diâmetro de 20 centímetros ou mais. Talvez aquela água não fosse realmente água mas sim outra coisa - Achem, o grande poder da floresta, é ele que todos buscam, por ele que todos lutam, e sem ele todos ficam onde estão, em círculos sem parar, até caírem no chão. - dizia novamente a estranha voz, ela parecia se divertir com toda aquela situação macabra.

Nesse momento, uma imagem surgiu na mente de cada uma das três: um cajado. Todavia, enquanto que a voz as distraia com figuras misteriosas e enigmas, parecia que a vegetação do locar parecia ganhar vida e pareciam se mover de forma bem agressiva para cima das três, como se fossem cobras feitas de vinhas das árvores, dando para elas um curto espaço de tempo para poderem reagir. Mas esses não pareciam ser a única preocupação delas, afinal, se cipós estavam ganhando vida para as atacar, o que poderia fazer o resto da vegetação local?

off::
Considerem que existe 2 cipós para cada uma de vocês.



Às
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- Às Volkerbäll -


Ж

Se considerar punhos como armas, então sim, estou armada. - a voz era séria, até mesmo em razão da situação inesperada na qual estávamos, a segunda porta era aberta e podia sentir a água atingindo minhas pernas enquanto a voz continuava a falar. - Parece que temos alguém que vai ficar falando merda no nosso ouvido o tempo todo. - reclamava, antes de ‘puxar’ a fila seguida de Catherine e Mayumi. O ambiente mudava bem diante de nossos olhos, trocando o claustrofóbico frio por um local mais amplo e úmido, uma espécie de pântano onde apesar do espaço até mesmo abundante, escondia uma certa intimidação e insegurança. Alguns segundos de caminhada eram suficientes para quebrar algumas impressões locais, além do clima tenebroso, um som parecia envolver todos os demais e a semelhança com um estômago roncando me fazia questionar primeiro as meninas. - Espero que isso seja a barriga de vocês, do contrário eu tenho a impressão de que isso aqui não seja água. - olhava para baixo, antes de ouvir novamente a voz de nosso “anfitritão”.

Maravilha, temos um enigma e agora temos imagens de um bastão mágico, tenho a impressão de que não tenho o discernimento para lidar com essas coisas. - suspirava. - Alguma de vocês é uma mente brilhante capaz de decifrar esse segredo? Porque até onde sei, a única coisa certa a se fazer é sair dessa água e buscar um solo mais seco e estável. - comentaria, antes de notar a aproximação dos cipós, um sinal de que a floresta não parecia muito feliz com nossa presença. - Catherine, você parece ter mais alcance que nós aqui, acha que pode dar conta dessas coisas? - questionaria, erguendo meus punhos em sinal de defesa, preparada para reagir ao ataque dos cipós caso fosse preciso, aguardando o momento mais oportuno para evadir-me do ataque e com um movimento rápido e bruto usaria o braço para partir aquelas coisas.

Se Catherine conseguisse lidar com aquelas coisas procuraria nos arredores um terreno estável, indicando-o para as demais e ajudando Mayumi a se mover até lá caso fosse preciso. - Melhor não nos mantermos fixas, com esse local hostil, melhor ficarmos em movimento constante. - Desta forma conduziria não apenas a mim, como Mayumi até um local de melhor mobilidade, ajudando Catherine nesse processo se fosse necessário. - Melhor andarmos em linha. Cath, consegue proteger nossa retaguarda? - diria, antes de falar com Mayumi. - Você parece ser boa em oferecer suporte, tentaremos manter você segura, enquanto você nos auxilia da melhor forma possível tudo bem? - diria, antes de com atenção começar a me mover pelo local, atenta às imprevisibilidades e preparada para repelir qualquer ameaça frontal, usando meus punhos para disparar ataques de longa distância, ou golpes totalmente físicos de curto alcance, caso um ataque viesse pelo chão. A prioridade seria avançar e proteger Mayumi, enquanto pensávamos numa maneira de superar tal problema.






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Dreamland.



- Ah não... Que porra é essa? - Olhava em volta, percebendo que os cipós se deslocavam das árvores como se ganhassem vida, e começavam a rastejar em nossa direção. A situação em que já nos encontrava não era ao todo melhor que aquilo, visto que estávamos em uma espécie de campo enlameado que mais parecia uma espécie de pântano. O som ambiente da mata cessava por alguns instantes quando a voz intrometida voltava a falar em minha mente. Ela explicava algo a respeito de um cajado que parecia ser o grande poder de toda aquela floresta. "Por ele todos lutam... Sem ele todos ficam onde estão...", pensava, olhando em volta e tentando visualizar alguma coisa que chamasse atenção no meio daquela floresta, mas não demorando naquela movimentação justamente por estar em uma situação de apuros com os cipós.

"O grande poder da floresta...", refletia mais uma vez, vendo agora os cipós, vivos, se aproximando. - Deixa comigo. - Diria a Ás, concordando que deveríamos sair da água que borbulhava como num estômago. "Ácido estomacal?" Olhava em direção às bolhas que se formavam, formando uma teoria de onde o cajado poderia estar. "Se ele é o poder da floresta, deve estar em algum lugar escondido, dando vida a todas essas coisas..."

Rapidamente tentaria imbuir as minhas correntes com a aura esverdeada de minhas habilidades de classe, desenrolando parte das correntes de ambas as mãos e passando a utilizá-las como chicotes metálicos. Antes dos cipós se aproximarem à distância de ataque, elevaria rapidamente as duas mãos, baixando-as a ponto de chocá-los contra ambos os cipós mais próximos, tentando descarregar a aura verde numa espécie de pequena explosão em área de efeito. Na sequência, buscaria me apressar para sair da água e olhar em volta, seguindo Ás e Mayumi para fora do "suco gástrico". Caso tivesse alguma grande árvore próxima, correria para me refugiar próximo dela, vasculhando em seu entorno para talvez encontrar alguma espécie de abertura em seu tronco que pudesse informar que fosse oco. Se positivo, agitaria minhas correntes para trás, enrolando-a em minha mão destra e passando a utilizá-la como soqueira, desferindo um soco com aura verde contra a parte oca do tronco, tentando quebrá-lo e olhar seu interior.

Caso fosse atacada por alguns dos cipós tentaria me precaver de seus ataques como se fossem os de cobras, ou seja, realizaria fintas curtas para os lados para evitar botes, e rapidamente contra-atacaria com um soco da direita enrolada na sua respectiva corrente, tentando acertar o cipó em sua ponta e amassá-lo contra o chão. Caso fosse agarrada pelo cipó, procuraria agarrá-lo também com ambas as mãos imbuídas de aura verde, e então forçar ambas as suas extremidades para direções opostas, numa tentativa de rompê-las.
Se percebesse que minhas aliadas estavam na iminência de ser atacadas, usaria a mão esquerda com a corrente estendida para tentar uma enlaçada contra o atacante, enrolando-o com minha corrente esquerda e puxando-o para longe da aliada em questão. Na sequência, com a direita, desferiria um soco potente contra o inimigo enroscado em minha corrente, praticamente impossibilitando sua fuga.

- O cajado deve estar escondido em algum ponto chave da floresta. Olhem em volta e vejam se acham algo de destaque. - Diria enquanto faria o mesmo. Caso alguma outra parte da floresta, como galhos e troncos resolvessem tomar vida e nos atacar, procuraria me antecipar colocando ambas as mãos e antebraços em frente ao corpo, formando uma espécie de escudo e tentando bloquear o ataque recebido. Faria o mesmo caso pudesse ajudar minhas aliadas em um ataque em questão.




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Desventura na Terra dos Sonhos

- Falas. | - Pensamentos.


    Após as apresentações, todas nós três já estávamos prontas para abrir a porta. ~ Acho que posso confiar nelas, parecem estar tão confusas quanto eu… É, ajuda sempre é bem vinda, ainda mais numa situação como esta. ~ Pensava enquanto estávamos prestes a abrir a próxima porta. E quase que instantaneamente, assim que Às tocava na maçaneta, conseguíamos ouvir aquela mesma voz de antes, porém algo havia mudado. Já não estávamos mais naquela sala de antes, fomos parar no que a princípio parecia ser um pântano, e bem assim que chegamos eu conseguiria sentir algo passando rápido pelos meus pés, debaixo da água. - AHHHH! ALGUMA COISA PASSOU POR MIM! Sugiro sairmos dessa água o mais rápido possível. - A tensão era forte, e o medo está tão presente quanto, fui deixada levar pelo momento e acabei criando um leve alarde, porém após alguns segundos conseguiria me recompor e retomar a seriedade.

    Não muito tempo após as nossas primeiras impressões daquele local, mais coisas estranhas começaram a acontecer. Algo parecido com um estômago trabalhando era escutado por todos no ambiente, e antes que pudesse perguntar se fosse uma das duas, era claramente perceptível que se tratava do ambiente. - Bom, a minha que não é. - Responderia Às, enquanto era possível novamente ouvir aquele cara chato em minha cabeça, dessa vez, com um enigma… ~ Enigma é foda… Mas, pelas suas falas, acho que possa ser o "coração" deste pântano, onde provavelmente deve se encontrar um aglomerado muito maior de árvores. ~ Refletiria um pouco sobre as falas de quem quer que estivesse em minha mente, porém seria pega de surpresa pela aparição de cipós vindo em nossas direções. Ao reparar nos cipós, seguraria meu arco com minha mão esquerda, enquanto com a direita, ficaria com minha flecha em uma posição vertical, enquanto procurava me movimentar para os lados pegando impulso pelo chão, e tentar cortar os cipós em minha direção, ou ao menos desviá-los. Conseguindo ao menos sair de suas rotas, procurava me dirigir até um local onde não estaria em contato com a água junto de Às, mas sem que ela precisasse me ajudar.

    Tendo ao menos conseguido me desviar dos cipós, agora estaria junto a Às na lama. - Catherine, isso irá lhe ajudar! - Falaria enquanto ergueria meu arco em posição de atirar em direção a Catherine; estando sem flechas em minha mão direita, simularia todos os passos de um tiro, e enquanto estivesse puxando a corda de meu arco, uma luz amarela começaria a emanar e uma flecha era formada a partir dela, uma flecha feita de energia. Assim, dispararia em direção a Catherine, e quando encostasse nela, seu corpo se envolveria em uma aura amarelada, e ela sentiria um leve aumento em sua precisão. (Realizado um Buff de Acerto na Catherine.)

   Depois de lidarmos com esses primeiros cipós, permaneceria junto a Às e Catherine, atenta a todo ambiente, já que nada ali se mostrava seguro. - Evitem ficar perto de tudo deste lugar, árvores, água, os cipós, na verdade, nem mesmo essa terra é confiável. - Falaria olhando para baixo, e ao mesmo tempo veria que Catherine estaria indo em direção a uma das árvores presente no local, então depois dela comentar sobre o cajado, voltaria meus pensamentos a ele novamente e desta vez em público. - Eu acho que o Cajado deve estar em algum local protegido por este lugar, algo como o "coração", que normalmente é difícil de se achar pela quantidade massiva de árvores. E tendo em vista que tudo aqui parece estar ganhando vida... - Falaria tentando trazer minhas ideias para ambas, visando que talvez alguma delas pudesse ter alguma ideia mais brilhante. - Aliás, eu apoio sua ideia Às, andarmos em linha seria uma boa formação, é funcional visto nossas qualidades. E a ideia de nos movimentar constantemente é tão boa quanto, e deveríamos começar desde já. - Diria enquanto viraria caminhar para lugares sem muita água e mais terra, e se ambas permanecessem paradas, olharia para elas indicaria com meus braços para virem. ~ Que esse seja realmente só terra lamacenta, por favor… ~

Personagem:
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Nome: Mayumi Emi.
Risada: "Shishishishi"/"HaHaHaHa".
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Defeitos: Desorientado | Inimigo | Impulsivo | Teimoso.
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Agilidade: 270.
Posts: 02.


Última edição por Faktor em Qua Jun 09, 2021 5:56 pm, editado 1 vez(es)

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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 2

Inteligentes, fortes e destemidas, o trio analisava o pântano e teorias logo passavam pelas suas cabeças. Para não piorar a situação, a voz parecia estar atormentando alguns membros do time. Todas pareciam estar de acordo relativamente ao cajado e se preparavam para a busca, a mais jovem do trio teorizava sobre ele se encontrar no centro da floresta, mas antes que pudessem por a teoria delas em prática, o ataque dos cipós se iniciava.

Às passava a tarefa de lutar essa batalha para a ruiva, visto que esta se sairia muito melhor que ela e, de facto, Catherine parecia ser aquela que era melhor indicada para o trabalho, lutando contra os cipós enquanto as duas outras saiam da água e iam para a terra. Mas Catherine não estava sozinha, Mayumi lançava uma seta carregada de poder que melhorava as capacidades físicas da ruiva, tornando a tarefa de lutar contra os cipós relativamente fácil. Talvez demasiado fácil. Os cipós tentavam dar o bote na ruiva por ser aquela que estaava mais próxima deles, no entanto ela teve certa facilidade em se esquivar e revidar com poderosos socos que desfizeram três cipós, os restantes acabaram por "perder" a força após o impacto das correntes cheias da energia verde de Catherine.

Uma vez "seguras", o trio podia finalmente começar a sua caminhada e busca pelo cajado visto em suas mentes. Mas a constante sensação de estarem sendo observadas era enorme, e não por aquele que as havia aprisionado ali, era como se uma criatura espreitasse elas pelas sombras. A terra que pisavam parecia que, aos poucos, se movia de forma estranha... Para cima... Para baixo... Lentamente. Era um movimento sútil mas que elas conseguiam sentir com certa atenção. Às que estava na frente do grupo, tinha seus calcanhares atacados por raízes de árvores - Hehehe... Uhehehe... - escutavam um som riso estranho, um bem diferente da voz de antes. A jovem Às conseguiu rapidamente revidar contra as raízes, destruindo-as e se libertando. O movimento das raízes havia sido bem mais rápido do lado esquerdo que do lado direito, e consideravelmente muito mais rápido que o último ataque dos cipós. Olhando para cima, era notória a existência de árvores que tinham folhas imóveis e algumas que tinham as suas folhas movidas pelo vento, no entanto o único ataque aparente havia sido das raízes.



Às
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- Às Volkerbäll -


Ж

Não acho que esse local vai nos deixar procurar calmamente. - uma ponta e irritação era perceptível logo após o ataque das raízes, sair da água era um problema imediato, mas estar em terra firme no final das contas só reduzia os perigos, a água turva que nos preocupava agora dava lugar a um solo em movimento suspeito que culminou em um ataque vindo do chão e que fora rapidamente repelido ainda que seu estrago ao meu humor já fosse um fato consumado. O riso estranho e as peculiaridades daquele local não eram ignorados, o incômodo em relação aos arredores haviam intensificado minha atenção e se o movimento das raízes já não fosse algo necessário de ser comunicado, o movimento incomum das folhas dava-me a certeza de que realmente não poderíamos nos manter paradas.

Olhem pra cima. - diria, apontando as folhas, observando de qual lado elas se moviam com o vento. - A velocidade das raízes é maior desse lado esquerdo e parecem ser mais rápidas que os cipós. Acho que há alguma coisa nos testando neste local, resta saber se essas coisa protege o que procuramos ou se é de alguma maneira alimentada por algo. - prestava uma rápida análise do momento, indicando o lado direito para que pudéssemos seguir. - Vamos para onde as raízes são mais lentas, melhor verificarmos o alcance dessa coisa. - diria, mantendo os punhos a média altura, pronta para agir se fosse preciso. - Eu posso cuidar das raízes. - diria, conforme novamente puxasse a caminhada, atenta a movimentação do solo.

Se as raízes voltassem a surgir, usaria meus chutes e socos para partí-las, protegendo não apenas a mim, como as outras duas, tentaria manter minha força estável, usando o necessário para livrar-me das ameaças, porém se notasse novamente um movimento estranho abaixo de meus pés, sinalizaria para Catherine e Mayumi se afastasse antes de golpear o solo com meus punhos, buscando aplicar o máximo de minha força naquele local a fim de neutralizar uma potencial ameaça. - Se o que procurarmos estiver daquele lado, então essa floresta ficará ainda mais forte e perigosa, deve haver um meio de chegarmos a esse cajado, evitando tudo isso!






Histórico:
Post: 3
Nome: Às Volkerbäll
Profissão: Navegadora.
Proficiências: Acrobacia | Astronomia | Condução | Navegação | Meteorologia.
Qualidades: Versátil | Destemida | Prontidão | Mestre em Haki | Duro de Matar.
Defeitos: Altruísta | Heróica | Sincera | Leal | Gulosa.
Ganhos : -x-
Perdas: -x-
Localização: ???






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