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Livro I - A Caminhada Dom Maio 23, 2021 10:53 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Livro I - A Caminhada

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Mayumi Emi. A qual não possui narrador definido.

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Re: Livro I - A Caminhada Sab Jul 10, 2021 2:18 pm

Livro I - A Caminhada



Os murmúrios, apesar de menores depois de um tempo, ainda era possíveis de ouvir. Vez ou outra Mayumi ouvia termos como “estranha”, “suspeita” e até mesmo “patricinha”, havendo um pré-julgamento em decorrência de sua aparência delicada comparada ao ambiente em que se encontrava. Ainda assim, ninguém parecia tomar nenhuma iniciativa hostil, talvez por respeito ao local no qual se encontravam e pela hora do almoço que se aproximava. E era óbvio que os olhares se intensificavam no instante que Emi cuspia a cerveja que havia tentado digerir, ainda mantendo o amargor da bebida em seus lábios. — Se for para cuspir, é melhor beber água. — Diria a taberneira com uma expressão de estresse por ter que limpar o balcão novamente.

E, assim como os julgamentos acabavam aumentando, o cheiro de comida também. Do lugar de onde a jovem caçadora estava, era possível ver uma pequena janela que servia de conexão entre o balcão e a cozinha, por onde os pedidos eram entregues e novas comandas eram enviadas também. Dali, aparecia o rosto de um homem que era familiar à Mayumi. Sua cicatriz era difícil de ocultar, mas seu cabelo estava oculto por um chapéu de chef. — Pedidos da mesa 3, sua bruxa. — Seu sotaque era carregado, e o jeito que falava com a taberneira demonstrava uma intimidade muito grande ou uma falta de educação tremenda, mas por não ter tido uma resposta negativa por parte da mulher, era melhor supor a primeira opção.

Os pratos eram distribuídos pela senhora enquanto Mayumi encarava o homem pela pequena brecha que havia ali. Ele até mesmo olhou em direção à Caçadora, mas por ser uma novata, não chamou sua atenção de imediato, fazendo com que ele retornasse para os fundos da cozinha para continuar com seus serviços. E, nesse instante em que tudo estaria sendo planejado, surgia um senhor de barba mal feita e óculos sujos que Mayumi conseguia ter notado que havia entrado há pouco tempo na taverna. Seu olhar perdido indicava que já havia tomado algumas doses de bebida em algum outro lugar e, talvez por ter chego agora, pareceu resolver se arriscar com a jovem que estava por ali. — E aí, boneca. Precisando de alguma companhia? Sou um médico dos bons, sabe? Tenho bastante dinheiro. — Chegava a ser repulsivo o seu jeito de dizer, e o fato de alegar ser um médico com dinheiro era ainda mais asqueroso, parecendo que isso seria motivo o bastante para facilitar sua péssima cantada.

Mayumi Emi:

Post: 5
Ganhos: Cartazes de Procurados, (3) Algemas,
Perdas: 450.000 ฿S
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Re: Livro I - A Caminhada Sex Jul 16, 2021 2:02 pm




Livro I - A Caminhada

- Mayumi Emi | 6 -

- Falas. | ~ Pensamentos. | Técnicas

Murmúrios, dúvidas, críticas… Era normal para a situação atual, e ter cuspido a Cerveja não ajudou a melhorar minha situação. Porém, para compensar as ações anteriores, eu conseguia avistar da pequena janela que ligava a cozinha com o bar, um rosto familiar, sim, aquela cicatriz era bem única e tinha certeza que aquele homem gritando para a Senhora do Bar, era de fato meu procurado. ~ Bom, eu consegui achá-lo, agora eu preciso saber como vou fazer pra- ~ Meus pensamentos eram cessados ao ver a chegada de um bêbado qualquer em sua mesa. - Senhor, por f- - E imediatamente parava o que estava a dizer assim que ouvia as falas daquele escroto, normalmente saberia lidar com pequenos insultos ou até mesmo certos julgamentos sobre mim mesma, porém eu abominava assediadores. Minha expressão havia mudado completamente, meu olhar estava vazio porém ao mesmo transmitia raiva, haveria direcionado minha cabeça mais para baixo, porém ainda era perceptível a expressão de raiva. - Olha… Eu sou vou dizer uma vez, e apenas uma vez: Vai embora! - Diria tentando intimidá-lo com uma voz mais séria e impotente, mas não tão alto assim para que outros outros ambiente conseguissem ouvir, esperando que o mesmo entendesse o recado e não me incomodasse mais.

- Hahaha… Mas é claro que não… Gente do seu tipo não desiste, e isso é uma das coisas que mais me dá vontade de quebrar a cara de baratas como você… - Falava com uma pequena risada irônica no começo, como se já pudesse adivinhar as ações do mesmo, e claro, caso ele continuasse insistindo naquele mesmo papo, simplesmente pegaria meu copo de cerveja e levantaria daquela mesa, me direcionando para qualquer outra vazia e que estivesse bem longe dele. - Eu já disse, vá embora, não preciso da sua companhia. - Deixaria claro pra que até mesmo uma criança de 3 anos pudesse entender que não o queria por perto. Porém, se em qualquer momento que seja, aquele babaca tentasse encostar um dedo sequer em mim…

Livro I - A Caminhada - Página 2 Tenor-11

- Eu te disse pra ir embora… - Diria enquanto agarraria seu pulso o mais forte que conseguisse, olhando diretamente em seus olhos com uma expressão de que estaria disposto a matá-lo. - Eu vou apenas dizer mais uma vez. Por favor vá embora. - Diria quase que me forçando a não fazer nada contra ele, porém no primeiro sinal de persistência, rapidamente levaria minha mão até minha aljava pegando uma de minhas flechas e a botando rente a garganta daquele homem. - Sinceramente, eu tenho nojo de pessoas como você… Se você não quiser que a situação fique pior, se retire por favor. - Falaria o mais frio e amedrontador que conseguisse.





Personagem:
Posts: 06.
Nome: Mayumi Emi.
Risada: "Shishishishi"/"HaHaHaHa".
Altura: 1,59m.
Peso: 55kg.
-
Proficiências: Acrobacia | Ameaça | Atletismo | Briga | Doma.
Profissão: -X-
-
Qualidades: Destemido | Duro de Matar | Prontidão.
Defeitos: Desorientado | Inimigo | Impulsivo | Teimoso.
-
Estilo de Combate: Espadachim | Atirador.

Histórico:
Ganhos:
- 3 Algemas.
-
-
Perdas:
- 450.000 ฿S.
-
-
Inventário:
-
-
-
-
-
Armas:
- Arma: Espada - Rapieira.
Descrição: Esta foi uma arma forjada por um grande Ferreiro da família Yato. A
principal arma da família, foi perdida a muito tempo em combate, então fizeram essa para
compensar, e foi passada pelas gerações, até a atual. Por ser uma espada do estilo
Rapieira, possui uma lâmina mais longa que o normal, porém não é tão fina quanto algumas
Rapieiras costumeiras, é mais grossa que uma Rapieira normal e menos do que uma outra
espada convencional. Todo o cabo da espada possui detalhes em azul, que se estendem
até o começo da lâmina. Sua proteção de guarda-mão é uma simples rodela aberta, que
deixa a arma ainda mais bela. Sua bainha também foi alterada, ao invés de convencionais
bainhas de ferro ou madeira, essa leva uma camada de veludo vermelho, e detalhes de
metal em ambas as suas extremidades.
Tipo da Arma: Acuidade.
Qualidade: Formidável.
Durabilidade: Alta.
Dano: +60 p. Nível.
Estado: Nova.
|
- Arma: Arco Recurvo.
Descrição: Um Arco e Flecha Recurvo feito com uma maestria esplêndida, feito por
um ou seu não, o melhor ferreiro da cidade. Tanto a sua lâmina superior quanto a inferior
foram feitas por uma liga metálica extremamente resistente e negra, e seu riser foi feito de
uma madeira clara, com algumas manchas em formato de listras, e sendo tão resistente
quanto a liga.
Tipo da Arma: Arremessável.
Qualidade: Formidável.
Durabilidade: Alta.
Dano: +60 p. Nível.
Estado: Nova.
-
Relações:
-
-
-
Localização: ShellsTown.

Atributos:
Nível: 01.
PdV: 2800.
STA: 100.
Força: 20. | (R)
Destreza: 60 | 40 (Racial) | 60
(Arma) | = 160. | (R)
Acerto: 00 | 60 (Racial) | 60
(E.d.C.) | = 120. | (R)
Reflexo: 300 | 60 (Racial) | 60
(E.d.C.) | = 420. | (H)
Constituição: 20. | (R)
-
Agilidade: 270.
Oportunidade de Ataque: 03.
Redução de Dano: 00.

Objetivos:


  • Aprender a Qualidade: Ambidestria.
  • Me interessar e aprender a Proficiência: Navegação.
  • Capturar ao menos um Pirata e iniciar minha carreira de Caçadora.
  • Encontrar companheiros. (No caso, seguidores.)

(Não estão em ordem de preferência.)


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Re: Livro I - A Caminhada Qua Jul 21, 2021 6:56 pm

Livro I - A Caminhada



A expressão de nojo na face de Emi era algo palpável. O homem a olhava com um olhar tão turvo por conta do alto índice de teor alcoólico em seu sangue que provavelmente sequer havia se dado conta, mas quando a menina gaguejou por um instante, o homem sorriu de um jeito repugnante. — Nem precisa agradecer, gracinha. Te pago um jantar e você me diz seu nome, que tal? — Ele até mesmo colocava sua mão pesada no ombro dela, mas seu olhar sanguinário demonstrava que aquilo seria uma péssima ideia.

O homem, naquele instante, parecia ter queimado toda sua embriaguez pelo seu olhar de medo por conta da jovem caçadora. Ele olhava para ela, e então olhava para o outro lado do balcão, onde era possível ver a taberneira com um olhar também atravessado para ele. — Você ouviu a menina. Melhor pular o fora daqui antes que eu limpe o chão com essa sua cara. — O homem suava frio, encarando as duas mulheres tão impactantes. Após dar uma dupla de passos para trás, ele suspirava e tentava sair por cima daquela situação, caminhando em direção das escadas por onde havia chegado. — Azar o seu. *hic*. Vou arranjar alguma mulher que saiba o valor de um bom companheiro. — Mal se equilibrando nos degraus, ele partia para longe dali antes que o problema fosse maior para o seu lado.

A taberneira continuava a limpar as canecas e servir aos clientes, mas quando se liberava, acabava ficando próxima de Mayumi, entregando um prato com uma refeição absurdamente aromatizada. — Vai precisar de forças se quiser ficar procurando briga por aí. Vamos, coma. — Seu tom de voz deixava de ter um tom de hostilidade para ser um tom mais acolhedor, apesar de ainda ter o seu timbre grave por conta de uma vida longa de tabagismo. — Você ainda não me disse o que te trouxe até aqui. Minha clientela costuma ser sempre a mesma, e nunca a vi por aqui. Me chamo Kurenai, aliás. — Ela falava enquanto enchia um grande copo com cerveja, entregando a um cliente que precisava de algo para empurrar a comida.

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Re: Livro I - A Caminhada Qua Jul 28, 2021 8:44 pm




Livro I - A Caminhada

- Mayumi Emi | 7 -

- Falas. | ~ Pensamentos. | Técnicas

Ainda me encontrava agitada após ter vivenciado aquela tentativa de assédio. Era novo para mim ter em mente que pessoas horríveis como aquele homem existem e andam por todo o mundo… ~ Quando que paramos de ter respeito pelos outros? Quando que isso começou? Infelizmente é uma realidade horrível da qual precisamos viver… ~ Refletia enquanto sentava em minha cadeira, ainda inquieta e um pouco nervosa. - Obrigado por ter me dado apoio, e… Ah, não precisava disso, eu estou bem. - Dizia a Senhora enquanto a mesma botava sobre minha mesa um prato de comida que ao menos pelo aroma emitido, aparentava estar muito bom. Apesar de parecer um pouco diferente e eu não saber dizer muito bem o que seria, ao sentir aquele aroma minha fome crescia de imediato, tendo em vista que apenas teria ingerido uma maçã de manhã, não estava lá muito bem alimentada, então não poderia resistir. Utilizaria o talher disposto em minha mesa para pegar a comida, cortá-la se necessário e após a levaria até minha boca, porém não deixaria de a degustar e ver seu sabor, que caso não fosse de muito agrado apenas procuraria disfarçar um pouco minha cara e comer mais algumas vezes. - Tá realmente muito bom. - Porém se seu sabor fosse bom, muito bom, não me preocuparia em cair dentro daquele delicioso prato que me foi dado. ~ Que comida é essa? Está maravilhosa! ~ Pensava enquanto continuaria comendo de uma forma até que meio deselegante, porém o meu apetite se mostraria mais alto. - Isso tá incrível, eu acho que é a melhor comida que eu já experimentei na minha vida! - Diria com uma expressão alegre e satisfeita pela comida que me havia sido servida.

Porém aquele breve momento do qual me desligava de meus compromissos e problemas havia se encerrado, aquela alegria ia se esvaindo rapidamente assim que a balconista dirigia sua fala novamente a minha pessoa, e neste momento lembrava que estava ali pra concluir uma missão, a de capturar um Pirata. - Realmente, eu acho que tá na cara que vim atrás de alguma coisa. Shishishi. Muito prazer Kurenai, me chamo Emi, Mayumi Emi. - Ao mesmo tempo que iria dizendo, tentando manter minha expressão calma e alegre, me desesperava em meus pensamentos tentando achar alguma saída para aquela situação. ~ Meu Deus, o que eu vou fazer? Se eu tentar ser direta pode dar ruim, porém se eu mentir ela pode perceber… Que drogaaaaaa! Eu preciso achar uma forma de seguir… ~ Então voltaria as minhas falas, tentando fazer não parecer tão estranho. - Bem, eu na verdade estou atrás do homem que fez essa comida, pelo o que consegui observar, vocês parecem ser um pouco próximos. Já se conhecem certo? - ~ Por favor, que isso dê certo, por favor! ~

Talvez fosse arriscado demais o que estava prestes a fazer, eu mesma não tinha certeza do que estava fazendo, porém eu não podia continuar ali esperando que acontecesse algo que por acaso me levaria a algum lugar, precisa tomar as rédeas e arriscar uma jogada mais difícil. - Verdade, você pode pensar que sou da Marinha. Shishi. Não, eu na verdade estou procurando pessoas pra formar um certo grupo. E com alguns contatos eu ouvi sobre Kunio, não demorou muito até que achássemos esse lugar aqui por ShellsTown. - Parecia uma mentira boa de se contar em minha mente, e esperava que funcionasse fora dela também. Tentaria esconder o meu nervosismo o máximo possível, faria parecer natural mesmo eu não sendo tão boa em mentiras muito menos em fingir para assuntos nesse nível. - Então, eu poderia ter uma conversa a sós com o mesmo? Sei que estamos em horário comercial, porém não queria ter que esperar tanto. - Por fim, encerraria minhas falas, esperando um bom resultado de minhas escolhas.





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Risada: "Shishishishi"/"HaHaHaHa".
Altura: 1,59m.
Peso: 55kg.
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Proficiências: Acrobacia | Ameaça | Atletismo | Briga | Doma.
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Qualidades: Destemido | Duro de Matar | Prontidão.
Defeitos: Desorientado | Inimigo | Impulsivo | Teimoso.
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Estilo de Combate: Espadachim | Atirador.

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-
Armas:
- Arma: Espada - Rapieira.
Descrição: Esta foi uma arma forjada por um grande Ferreiro da família Yato. A
principal arma da família, foi perdida a muito tempo em combate, então fizeram essa para
compensar, e foi passada pelas gerações, até a atual. Por ser uma espada do estilo
Rapieira, possui uma lâmina mais longa que o normal, porém não é tão fina quanto algumas
Rapieiras costumeiras, é mais grossa que uma Rapieira normal e menos do que uma outra
espada convencional. Todo o cabo da espada possui detalhes em azul, que se estendem
até o começo da lâmina. Sua proteção de guarda-mão é uma simples rodela aberta, que
deixa a arma ainda mais bela. Sua bainha também foi alterada, ao invés de convencionais
bainhas de ferro ou madeira, essa leva uma camada de veludo vermelho, e detalhes de
metal em ambas as suas extremidades.
Tipo da Arma: Acuidade.
Qualidade: Formidável.
Durabilidade: Alta.
Dano: +60 p. Nível.
Estado: Nova.
|
- Arma: Arco Recurvo.
Descrição: Um Arco e Flecha Recurvo feito com uma maestria esplêndida, feito por
um ou seu não, o melhor ferreiro da cidade. Tanto a sua lâmina superior quanto a inferior
foram feitas por uma liga metálica extremamente resistente e negra, e seu riser foi feito de
uma madeira clara, com algumas manchas em formato de listras, e sendo tão resistente
quanto a liga.
Tipo da Arma: Arremessável.
Qualidade: Formidável.
Durabilidade: Alta.
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Atributos:
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PdV: 2800.
STA: 100.
Força: 20. | (R)
Destreza: 60 | 40 (Racial) | 60
(Arma) | = 160. | (R)
Acerto: 00 | 60 (Racial) | 60
(E.d.C.) | = 120. | (R)
Reflexo: 300 | 60 (Racial) | 60
(E.d.C.) | = 420. | (H)
Constituição: 20. | (R)
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Agilidade: 270.
Oportunidade de Ataque: 03.
Redução de Dano: 00.

Objetivos:


  • Aprender a Qualidade: Ambidestria.
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Re: Livro I - A Caminhada Sab Jul 31, 2021 12:37 am

Livro I - A Caminhada



A hospitalidade de Kurenai havia dado brecha o bastante para que Mayumi desenrolasse seu plano de ação. Ela precisava ser astuta se quisesse capturar o pirata em pleno ambiente de trabalho, portanto precisava dançar conforme a música. — Procurando por ele? Não me diga que dormiu com ele e agora veio tirar satisfações. — Ela comentava como se aquilo fosse algo absurdo de acontecer, fazendo com que ela olhasse pela pequena janela da cozinha para olhá-lo lá dentro, que ainda permanecia com seus afazeres.

Enquanto isso, Emi pôde experimentar um incrível prato de ensopado de carne, com arroz à piamontese e batatas coradas. O misto de tempero era algo incrível e, se o homem não tivesse se tornado um pirata, poderia estar fazendo um sucesso gigantesco em algum restaurante famoso. Realmente, o fato dele estar naquele lugar se daria simplesmente pelo fato dele ser procurado e as opções deveriam ser curtas.

Devorando sua refeição, acabava por ser explicado um motivo plausível pela procura do homem, o que fazia a mulher balançar a cabeça positivamente. — Ah, claro, ele teve um passado e tanto. Não o julgo, já que é um ótimo profissional. — O que, de fato, era verdade. Além disso, seria possível dessa maneira confirmar que o homem poderia ser realmente quem ela achava que fosse.  — Bem, Kunio deverá entrar em horário de almoço em breve, já que ele finalizou com seus afazeres. Pode entrar na cozinha e conversar com ele, se for esse o motivo. — Com o nome dado, Mayumi tinha a certeza absoluta de quem se tratava, sabendo dessa maneira que haviam mais de três milhões de berries logo no outro lado da porta esperando por ela.

Após finalizar sua refeição, assim como de muitos outros funcionários, o local ia ficando com a metade de ocupação de antes, sendo mantida apenas os que estavam bebendo e jogando cartas. — Bem, se quiser, sinta-se à vontade. Só não ligue tanto para a bagunça dele. — E, com a devida permissão, Kurenai abria o balcão para que Mayumi entrasse. Além disso, ela indicava a porta para que fosse aberta, mostrando uma cozinha relativamente organizada comparado com o exterior. — Ei, idiota, você tem visita. E ainda falta meia hora do seu horário de almoço, então se apressem. — Sua rigidez com o homem chegava a ser cômica.

O homem do outro lado do cômodo era exatamente como Mayumi fosse imaginar. Era um homem alto, com músculos definidos e uma grande cicatriz no rosto. Ele utilizava roupas pretas, ocultas por um avental de cozinheiro. Ele estava terminando com sua refeição em uma mesa pequena, enquanto revirava os olhos por conta da provocação da mulher. — Já falei pra me deixar em paz no meu intervalo, bruxa. Vai, sai logo da minha cozinha. — Kurenai acabava rindo, dando um tapinha nas costas de Mayumi e deixando os dois a sós. Ele olhava ela de cima para baixo, ainda de boca cheia enquanto analisava ela para tentar concluir o motivo de estar ali. — E então? Com o que posso ajudar? — Ele dizia, sem imaginar o que estava lhe aguardando.

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Re: Livro I - A Caminhada Qua Ago 04, 2021 3:31 pm




Livro I - A Caminhada

- Mayumi Emi | 8 -

- Falas. | ~ Pensamentos. | Técnicas

~ Por que ele tem que ser um Cozinheiro tão bom?... ~ Me indagava em meus pensamentos enquanto comia aquele delicioso ensopado que havia sido posto em minha mesa. ~ Essa é a melhor comida que já comi desde que me conheço por gente… Bom, consegui prová-la ao menos uma vez, acho que nas minhas circunstâncias isso é um prêmio. ~ Viajava em meus pensamentos, porém havia me desligado do universo e ele agora me chamava com as falas de Kurenai. - A- Ah, desculpe, tava viajando aqui. - Terminando minha fala com uma leve risada. - Kurenai certo? Muito obrigado pela cerveja, pela refeição e por me ajudar agora com Kuro. Eu gostei da senhora. - Diria a mesma antes que se afastasse da cozinha, me deixando a sós com o meu procurado.

- Kunio… - Neste momento, toda a pressão que estava passando antes era esmagada por uma totalmente diferente, esse sentimento de adrenalina e o nervoso que dava ao dirigir minhas falas para aquele homem era novo porém o que mais me incomodava seria a discussão que poderia acarretar dentro do local, pois quanto ao meu trabalho, eu estava 100% confiante e determinada a fazê-lo. Primeiramente, observaria o ambiente ao meu redor pra verificar e me certificar de que apenas Kunio estivesse ali pra me ouvir, se por acaso tivesse mais pessoas, me aproximaria do mesmo calmamente. - Eu preferiria conversar com você a sós. - Diria relativamente alto o suficiente pra os que estivessem ali pudessem ouvir e talvez se tocar. - Podemos ir a um lugar mais vazio? Eu só quero lhe oferecer uma proposta. - Continuaria caso os que estivesse ali não se tocassem e não nos dessem licença, visando levar Kumo para um canto mais vazio. Mas caso só tivesse o mesmo no ambiente, começaria a caminhar lentamente em sua direção, com meus braços para trás segurando um de meus pulsos com a outra mão. Então em poucos segundos encheria meus pulmões de ar, fecharia meus olhos e respirar ia calmamente, buscando foco e concentração para continuar meu plano da melhor forma possível. - Muito bem. Eu sei que você é um Pirata Procurado, e também sei que o valor por sua cabeça é bastante para fazer as pessoas quererem te caçar, e por isso mesmo eu queria lhe oferecer uma proposta. Meu pai- - Enquanto conversa com o mesmo, tentava me manter em uma postura ereta, expressão fria e até mesmo um pouco intimidadora, porém quando citasse meu pai em meio ao meu breve discurso, um misto de sentimentos passava em minha cabeça como flash backs, relembrando todos os momentos que havíamos passados juntos quando era criança. ~ Droga, ainda não consegui passar essa fase da minha vida… Foco! Eu tenho outros assunto pra resolver. ~ Buscava me recompor rapidamente, voltando a falar. - Bem, meu Pai está querendo recrutar pessoas como você, para fazer um trabalho que envolve bastante dinheiro e até mesmo reputação. E caso a Marinha seja o problema, temos planos para isso também… Eu gostaria de poder conversar melhor com você em um lugar mais apropriado, se você puder me acompanhar para o lado de fora. - Falaria para o mesmo me virando de costas e começando a caminhar em direção a porta.

A situação parecia estar controlada, não sabia como Kunio agiria porém eu havia tentado e me esforçado o máximo para que pudesse me manter nessa mentira, então esperaria as próximas ações de Ige para podermos continuar, se o mesmo pudesse sair um pouco do trabalho, caminharia com ele até o lado de fora do bar procurando um beco próximo e vazio para nossa conversa. - Qualquer dúvida ou pergunta que tiver, sobre o trabalho pode ser respondida por mim, porém os planos só após o término de nosso acordo. - Diria enquanto íamos andando. Entretanto, se fosse inviável para o mesmo dispor de seu tempo naquela hora para podermos dialogar melhor, iria me dirigindo em direção a porta da qual havia entrado para a cozinha enquanto falaria ao mesmo: - Bom, sem problemas então, eu vou esperar você terminar seu trabalho. Quando sair me avise. - E assim voltaria a minha mesa, tentando transparecer estar fria e calma, porém estava bem nervosa. ~ B-Bom, acho q-que a pior parte já passou. Espero que ele não desconfie de nada, vai ser um problema ter que lidar com tanta gente… ~





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compensar, e foi passada pelas gerações, até a atual. Por ser uma espada do estilo
Rapieira, possui uma lâmina mais longa que o normal, porém não é tão fina quanto algumas
Rapieiras costumeiras, é mais grossa que uma Rapieira normal e menos do que uma outra
espada convencional. Todo o cabo da espada possui detalhes em azul, que se estendem
até o começo da lâmina. Sua proteção de guarda-mão é uma simples rodela aberta, que
deixa a arma ainda mais bela. Sua bainha também foi alterada, ao invés de convencionais
bainhas de ferro ou madeira, essa leva uma camada de veludo vermelho, e detalhes de
metal em ambas as suas extremidades.
Tipo da Arma: Acuidade.
Qualidade: Formidável.
Durabilidade: Alta.
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- Arma: Arco Recurvo.
Descrição: Um Arco e Flecha Recurvo feito com uma maestria esplêndida, feito por
um ou seu não, o melhor ferreiro da cidade. Tanto a sua lâmina superior quanto a inferior
foram feitas por uma liga metálica extremamente resistente e negra, e seu riser foi feito de
uma madeira clara, com algumas manchas em formato de listras, e sendo tão resistente
quanto a liga.
Tipo da Arma: Arremessável.
Qualidade: Formidável.
Durabilidade: Alta.
Dano: +60 p. Nível.
Estado: Nova.
-
Relações:
-
-
-
Localização: ShellsTown.

Atributos:
Nível: 01.
PdV: 2800.
STA: 100.
Força: 20. | (R)
Destreza: 60 | 40 (Racial) | 60
(Arma) | = 160. | (R)
Acerto: 00 | 60 (Racial) | 60
(E.d.C.) | = 120. | (R)
Reflexo: 300 | 60 (Racial) | 60
(E.d.C.) | = 420. | (H)
Constituição: 20. | (R)
-
Agilidade: 270.
Oportunidade de Ataque: 03.
Redução de Dano: 00.

Objetivos:


  • Aprender a Qualidade: Ambidestria.
  • Me interessar e aprender a Proficiência: Navegação.
  • Capturar ao menos um Pirata e iniciar minha carreira de Caçadora.
  • Encontrar companheiros. (No caso, seguidores.)

(Não estão em ordem de preferência.)


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Re: Livro I - A Caminhada Dom Ago 15, 2021 2:00 am

Livro I - A Caminhada



O homem não parecia ter sentido de Mayumi a ameaça que um caçador costumava transmitir. O homem coçava sua barbicha com tranquilidade, enquanto mastigava um pouco de sua refeição. A cozinha estava vazia e, por estar tão bem arrumada e limpa, indicava que o homem era um cozinheiro muito bem organizado, sendo capaz de preparar toda a refeição e ainda arrumar tudo sem precisar de auxiliares. Era quase uma pena ter seguido esse caminho de crimes e obrigar a jovem caçadora a seguir por aquele caminho. — Vamos, desembucha logo. O que quer de mim? — Ele notava a hesitação pela falta de experiência de Emi, talvez por estar relutante em caçar alguém que não apresentava um perigo real.

No instante em que a jovem começava a mencionar sobre ele ser um pirata e saber exatamente da recompensa por sua cabeça, ele mudava totalmente de expressão, com um olhar muito mais fixo na caçadora do que anteriormente. Dava para entender com clareza de que ele começava a agitar seu cérebro para uma possível ação por parte de Mayumi, mas ela prosseguia com sua ideia, até hesitar ao relembrar de seu familiar. Sua postura intimidadora, entretanto, não ajudava em nada transmitir a ideia para convencê-lo que ela estava ali para ajudar. Durante a hesitação de Mayumi, Kunio dava um rápido passo pro lado e puxava um par de facas de cozinha, grandes o bastante para fatiar uma pessoa ao meio. — Se está vindo por causa de minha recompensa, não vá achando que vou me entregar sem lutar, garota. — A forma como ele segurava as adagas era de uma pessoa experiente, utilizando dos seus talentos em cozinha para algo mais mortal.

Entretanto, a conversa prosseguia, com agora Mayumi tentando dar a ideia de que pretendia ajudá-lo. A adaga ainda estava apontado para a menina, que sabia que não havia surtido muito sucesso em tentar convencer o rapaz. — Qualquer assunto que tiver que tratar comigo, pode ser bem aqui, onde tenho acesso aos meus utensílios. Não vou pra um lugar que possa ter um grupo de caçadores me esperando. — Ele dizia, mas ainda sem partir para cima. Se Mayumi tivesse alguma ideia melhor para convencê-lo, precisava ter em mente de que o homem já estava na defensiva e desconfiado o bastante para não seguir cegamente uma proposta tão boa assim… Seria necessário usar os instintos e uma boa estratégia se quisesse aquela caça sem que causasse um grande caos.

Mayumi Emi:

Post: 8
Ganhos: Cartazes de Procurados, (3) Algemas,
Perdas: 450.000 ฿S
NPCs:

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Re: Livro I - A Caminhada Dom Ago 22, 2021 2:50 am




Livro I - A Caminhada

- Mayumi Emi | 9 -

- Falas. | ~ Pensamentos. | Técnicas

- Q-Que? Atrás da sua recompensa? HaHaHaHaHaHa! Se quiséssemos mesmo sua recompensa, não estaria aqui tendo um conversa civilizado com o Senhor. Meu -, meu chefe não brinca em serviço, muito menos quando é um assunto importante. Quanto a faca… poderia ser mais sofisticado. - Diria como resposta às ações de Kunio, que além de estar me apontando uma faca, tinha motivos mais do que suficientes para desconfiar da minha proposta… ~ Mas que drooga, eu estraguei tuudooo. - Bad vibes - Não sei como contornar isso, o que eu posso dizer agora? Se eu tiver que lutar aqui, vai ser um saco, ele estará duplamente em vantagem… ~ Realmente tudo estava indo água abaixo, e eu precisava mudar a situação, então minha única opção era dar minha cartada final. - Muito bem, o que você almeja? Ser rico? Reconhecimento? Eu não sei se comentei, mas a proposta mínima como pagamento para os serviços dos quais "vocês" realizariam é de 9.500.000 ฿S, presumo que seja bem mais do que você vale né? Terão "ajuda" em qualquer lugar que estiverem dos Blues… Sinceramente, eu não queria ficar perdendo meu tempo por aqui, então vou fazer você pensar melhor: Você é um Pirata Procurado, se não for pego hoje vai ser pego a qualquer dia, cada dia mais Marinheiros e mais Caçadores vem surgindo, agora não é sempre que uma proposta de trabalho como este aparece. Se seu problema é suas armas, leve quantas quiser, e se te faz sentir mais à vontade, provavelmente conseguirá ver um dos nossos recrutas também. -

A minha última esperança estava naquelas palavras, ele precisava concordar em vir comigo para que tudo desse certo, porém a esse ponto talvez fosse impossível tentar levar tudo na conversa… Eu posso ter estragado tudo, porém se eu não tivesse tentado eu não poderia me orgulhar do meu trabalho. - Você é um pé no saco, não vou ficar enrolando e perdendo mais tempo com você, eu já te apresentei a proposta, e tenho mais dois Procurados desta ilha para encontrar. Vai vir ou não? - Agora era dada a largada para minha missão; a partir deste momento, eu não poderia mais cometer erros. ~ Ele não tem cara de quem iria cair em uma desculpa dessas, porém… Droga, eu precisava me preparar, porém qualquer passo em falso pode ser crucial. ~ Depois que concluísse minhas ações, iria me dirigindo até a porta da cozinha onde então esperaria pela resposta do Pirata.





Personagem:
Posts: 09.
Nome: Mayumi Emi.
Risada: "Shishishishi"/"HaHaHaHa".
Altura: 1,59m.
Peso: 55kg.
-
Proficiências: Acrobacia | Ameaça | Atletismo | Briga | Doma.
Profissão: -X-
-
Qualidades: Destemido | Duro de Matar | Prontidão.
Defeitos: Desorientado | Inimigo | Impulsivo | Teimoso.
-
Estilo de Combate: Espadachim | Atirador.

Histórico:
Ganhos:
- 3 Algemas.
-
-
Perdas:
- 450.000 ฿S.
-
-
Inventário:
-
-
-
-
-
Armas:
- Arma: Espada - Rapieira.
Descrição: Esta foi uma arma forjada por um grande Ferreiro da família Yato. A
principal arma da família, foi perdida a muito tempo em combate, então fizeram essa para
compensar, e foi passada pelas gerações, até a atual. Por ser uma espada do estilo
Rapieira, possui uma lâmina mais longa que o normal, porém não é tão fina quanto algumas
Rapieiras costumeiras, é mais grossa que uma Rapieira normal e menos do que uma outra
espada convencional. Todo o cabo da espada possui detalhes em azul, que se estendem
até o começo da lâmina. Sua proteção de guarda-mão é uma simples rodela aberta, que
deixa a arma ainda mais bela. Sua bainha também foi alterada, ao invés de convencionais
bainhas de ferro ou madeira, essa leva uma camada de veludo vermelho, e detalhes de
metal em ambas as suas extremidades.
Tipo da Arma: Acuidade.
Qualidade: Formidável.
Durabilidade: Alta.
Dano: +60 p. Nível.
Estado: Nova.
|
- Arma: Arco Recurvo.
Descrição: Um Arco e Flecha Recurvo feito com uma maestria esplêndida, feito por
um ou seu não, o melhor ferreiro da cidade. Tanto a sua lâmina superior quanto a inferior
foram feitas por uma liga metálica extremamente resistente e negra, e seu riser foi feito de
uma madeira clara, com algumas manchas em formato de listras, e sendo tão resistente
quanto a liga.
Tipo da Arma: Arremessável.
Qualidade: Formidável.
Durabilidade: Alta.
Dano: +60 p. Nível.
Estado: Nova.
-
Relações:
-
-
-
Localização: ShellsTown.

Atributos:
Nível: 01.
PdV: 2800.
STA: 100.
Força: 20. | (R)
Destreza: 60 | 40 (Racial) | 60
(Arma) | = 160. | (R)
Acerto: 00 | 60 (Racial) | 60
(E.d.C.) | = 120. | (R)
Reflexo: 300 | 60 (Racial) | 60
(E.d.C.) | = 420. | (H)
Constituição: 20. | (R)
-
Agilidade: 270.
Oportunidade de Ataque: 03.
Redução de Dano: 00.

Objetivos:


  • Aprender a Qualidade: Ambidestria.
  • Me interessar e aprender a Proficiência: Navegação.
  • Capturar ao menos um Pirata e iniciar minha carreira de Caçadora.
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Re: Livro I - A Caminhada Sab Ago 28, 2021 10:19 pm

Livro I - A Caminhada



A tensão era tanta que seria possível cortá-la com a navalha que Kunio segurava, e a risada dada por Emi poderia ser mais interpretada como uma risada de nervosismo do que de sarcasmo. — É o que você diria. Tem marinheiro e caçador por aí se achando muito esperto achando que vai resolver as coisas na lábia. — Ele comentava, apontando a faca ainda mais para frente em um tom ameaçador. Era preocupante imaginar que, se elevasse um pouco mais o tom de voz, isso com certeza chamaria atenção das pessoas do lado de fora.

Entretanto, o assunto era contornado com a última das alternativas. Se Emi quisesse realmente pescar um peixe grande, precisava de uma isca condizente. — Só quero minha liberdade, e sair dessa ilha cheia de cães. — Ele dizia, com uma clareza de que quando mencionava “cães”, ele se referia aos marinheiros. E, dessa maneira, Emi acabava conseguindo conduzir a situação para algo mais atrativo para o mesmo, dando para notar isso com ele abaixando aos poucos sua adaga.

Ele suspirava, ainda muito suspeito enquanto observava bem o rosto de Mayumi. — Bem… Você não parece como um dos “cães”. Se fosse uma caçadora, estaria esperando eu sair daqui pra me abater em algum beco escuro… Muito bem, vamos ver o que tem para me mostrar. Se conseguir me tirar daqui, já vale o risco. — Ele dizia, erguendo a adaga para demonstrar que ainda assim estaria armado, encaixando duas delas em coldres presos em sua cintura. Antes de sair, Kunio olhava para trás e falava em tom mais alto, esperando que Kurenai o escutasse. — Vou dar uma volta, bruxa. Se eu não voltar até o fim do expediente, já sabe. — Dizia enquanto tirava seu avental para ficar apenas com suas roupas comuns.

Dessa maneira, ele seguia para o lado de fora do restaurante por uma porta aos fundos, por onde as mercadorias entravam diretamente para o estabelecimento. Era um beco relativamente simples, sem muita sujeira ao redor para tornar o lugar desagradável. Com as mãos no bolso, Kunio se aproximava e encarava de perto a menina, ainda atento com qualquer ação precipitada. — Muito bem, para onde então? E o que exatamente eu terei que fazer? — Ele dizia, pronto para fazer qualquer coisa que fosse lhe tirar daquela ilha cheia de gente querendo sua cabeça presa numa estaca.

Mayumi Emi:

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