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Livro I - A Caminhada Dom Maio 23, 2021 10:53 pm
Livro I - A Caminhada

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Mayumi Emi. A qual não possui narrador definido.

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Re: Livro I - A Caminhada Sex Maio 28, 2021 1:36 am




Livro I - A Caminhada

Mayumi Emi - Post 1


- Falas | ~ Pensamentos

"Durma bem querida…" ~ Foram as últimas palavras dos meus pais… ~ Refletia deitada em minha cama, enrolada em minha colcha esperando para me levantar. Talvez a ideia de me separar do único laço familiar que tenho para me aventurar pelos mares fosse um pouco prematura, porém preciso de mais respostas, e só conseguirei se eu mesma as for buscar… - E é isso que eu farei! - Falava baixo para mim mesma, enquanto me levantava empolgada.

Então, após me levantar e já ter feito meus "rituais" matinais, terminava de por minhas roupas e iria me dirigindo para o andar de baixo, e enquanto descia as escadas falava alto: - Vovô? - Indo assim até a cozinha pegar algo pra comer, e se meu vô não estivesse, esperaria mais alguns minutos até terminar alguma fruta, esperando que o mesmo volte para podermos nos despedir, e se o mesmo não voltasse, escreveria uma breve carta escrita
: - Tchau! - Na esperança dele estar na casa, pegaria alguma fruta, de preferência uma maçã, e iria em sua direção. - Vovôoooo, bom dia! Hoje eu tô partindo, não vai me desejar boa sorte? - Falaria com ele enquanto lhe daria um abraço, e logo após, viraria as minhas costas andando em direção a porta, e antes de abri-la me virava em sua direção, com um grande sorriso no rosto e os olhos fechados. - Sei que não gosta de despedidas, mas tchau! - E faria um breve aceno para o mesmo, enquanto me virava e ia saindo. Após sair, me deparava de cara com aquela rua da qual tanto brinquei quando pequena… ~ O tempo realmente voa... ~ Pensava enquanto começava a caminhar, porém antes de me distanciar muito percebia que tinha esquecido minhas armas em casa, e voltaria rapidamente para pegá-las. - Esqueci as armas, então tchau de novo. - Falaria ao meu avô enquanto passava pela sala para pegar minhas armas.

Bom, agora finalmente estava pronta para começar. Com minha espada em minha cintura por baixo de meu vestido, e meu arco em torno de meu torso junto de minha aljava, sairia andando pelas ruas de ShellsTown observando o tráfego de pessoas e como estava o clima neste dia de hoje. ~ É… O que eu faço agora? Eu não lembro de por aqui ter muitos crimes… Melhor andar pela cidade pra ver se rola alguma coisa. ~ Me pegava parada no meio da rua pensando sobre este assunto, e quando me tocasse, voltaria a caminhar porém tentando observar movimentações que poderiam ser suspeitas ou possíveis pequenos furtos pela cidade, e caso não conseguisse perceber nada, começaria a passar perguntando pras pessoas na rua se sabiam de algo que teria acontecido recentemente pelas redondeza, e caso conseguisse qualquer informação ou visse algo, agradeceria dependendo, e iria em direção na mesma hora.

Se por via das dúvidas não conseguisse obter nada, pararia em um banco (De preferência) para refletir um pouco. ~ Tá… Se eu vou ir atrás de piratas, deveria ir a algum lugar mais perigoso, porém tô em um lugar que praticamente não tem notícias de piratas… Talvez a base da Marinha possa ter alguma informação melhor, melhor ir checar lá. ~ Assim eu chegava a conclusão que ir até a base da Marinha faria mais sentido do que tentar procurar pela ilha, logo, iria me dirigindo até o Q.G. da Marinha desta Ilha em busca de mais resultados. E se chegasse nela, me dirigiria até o superior mais próximo e me apresentaria: - Opa, bom dia/boa tarde/boa noite, eu estava querendo ajudar a pegar alguns ladrões ou ir atrás de algum pirata, o senhor/a senhora conseguiria me ajudar com alguma informação que pudesse me ajudar? - E esperaria sua resposta.[/color]


Personagem:
Nome: Mayumi Emi.
Risada: "Shishishishi"/"HaHaHaHa".
Altura: 1,59m.
Peso: 55kg.
-
Proficiências: Acrobacia | Ameaça | Atletismo | Briga | Doma.
Profissão: -X-
-
Qualidades: Destemido | Hipoalgia | Prontidão.
Defeitos: Desorientado | Pacifista | Impulsivo | Teimoso.
-
Estilo de Combate: Espadachim | Atirador.

Atributos:
Nível: 01.

PdV: 140.
STA: 100.

Força: 01. | (R)
Destreza: 03 | 02 (Racial) | 03 (Arma) | = 08. | (R)
Acerto: 00 | 03 (Racial) | 03 (E.d.C.) | = 06. | (R)
Reflexo: 15 | 03 (Racial) | 03 (E.d.C.) | = 21. | (H)
Constituição: 01. | (R)
-
Agilidade: 13.
Oportunidade de Ataque: 03.
Redução de Dano: 00.

Histórico:
Ganhos:
-
-
-
Perdas:
-
-
-
Inventário:
-
-
-
-
-
Armas:
- Arma: Espada - Rapieira.
Descrição: Esta foi uma arma forjada por um grande Ferreiro da família Yato. A principal arma da família, foi perdida a muito tempo em combate, então fizeram essa para compensar, e foi passada pelas gerações, até a atual. Por ser uma espada do estilo Rapieira, possui uma lâmina mais longa que o normal, porém não é tão fina quanto algumas Rapieiras costumeiras, é mais grossa que uma Rapieira normal e menos do que uma outra espada convencional. Todo o cabo da espada possui detalhes em azul, que se estendem até o começo da lâmina. Sua proteção de guarda-mão é uma simples rodela aberta, que deixa a arma ainda mais bela. Sua bainha também foi alterada, ao invés de convencionais bainhas de ferro ou madeira, essa leva uma camada de veludo vermelho, e detalhes de metal em ambas as suas extremidades.
Tipo da Arma: Acuidade.
Qualidade: Formidável.
Durabilidade: Alta.
Dano: +03 p. Nível.
Estado: Nova.

- Arma: Arco Recurvo.
Descrição: Um Arco e Flecha Recurvo feito com uma maestria esplêndida, feito por um ou seu não, o melhor ferreiro da cidade. Tanto a sua lâmina superior quanto a inferior foram feitas por uma liga metálica extremamente resistente e negra, e seu riser foi feito de uma madeira clara, com algumas manchas em formato de listras, e sendo tão resistente quanto a liga.
Tipo da Arma: Arremessável.
Qualidade: Formidável.
Durabilidade: Alta.
Dano: +03 p. Nível.
Estado: Nova.
-
Relações:
-
-
-
Posts: 01.
Localização: ShellsTown.

Obs:
Os objetivos virão no próximo post, suave? Batarde aí procê.

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Re: Livro I - A Caminhada Sab Maio 29, 2021 7:10 pm

O Traidor do Reino de Ryukyu



Aquele dia em específico, o sol parecia estar mais cruel do que o de costume. Acordando com algumas gotículas de suor em seu corpo, a jovem Mayumi ainda sentia o aperto no coração ao se recordar de seus pais, que há tanto tempo haviam partido com uma promessa que nunca se cumpriria. Ainda assim, o dia estava para ser diferente, e erguendo-se de sua cama, rapidamente começava com os preparativos de sua nova jornada, afinal, todo caminho precisava ter o primeiro passo. Com uma corrida até a cozinha, Mayumi notava a ausência de seu avô logo de imediato, observando apenas sua velha cadeira de balanço vazia. Se recordando enquanto comia, Mayumi relembrava que o mesmo costumava partir para os seus afazeres assim que surgiam os primeiros raios de sol, então provavelmente ele retornaria posteriormente.

Deixando apenas um bilhete de despedida simples, a alegre garota partia de casa, mas precisando retornar para buscar seu armamento. Com maior segurança de que poderia se virar, a jovem agora sentia a intensidade do sol da manhã em seu couro cabeludo, sentindo a necessidade frequente de se abrigar em alguma sombra ou de se hidratar. O que não imaginava, entretanto, era que o lugar estava relativamente tranquilo naquela manhã, com trabalhadores comuns partindo de suas casas em busca de seu sustento. Alguns velhos conhecidos acenavam para a jovem, que acaba, vendo questionados sobre novidades que tenham avistado nos últimos dias. Apesar de alguns confundirem as perguntas de Mayumi, achando que ela estava querendo saber sobre fofocas na região, a garota não conseguia muita coisa para investigar, gastando assim boa parte de sua manhã numa busca incessante atrás de nada. Talvez pudesse ser por conta de não encontrar os lugares corretos, mas talvez fosse também pelo péssimo senso de direção e notar, agora, que estava andando em círculos pela vizinhança.

Em algum banco pela sombra, Mayumi enfim acalmava os ânimos e poderia observar melhor os arredores. Por estar na Baixa Shells Town, conseguia visualizar o mar de perto, com os navios da marinha e de mercadores circulando vez ou outra pelas ondas. O vislumbre das velas brancas e azuis, com os símbolos da Marinha e Governo Mundial davam a ideia de subir até a Alta Shells Town, onde poderia buscar alguma informação extra que poderia colocá-la nos trilhos. O caminho até lá, não era simples, muito menos para o pessoal que vivia nas periferias da ilha, mas ainda assim não demora tanto para alcançar o QG da Marinha. O local, também chamado de G-153, era composto por duas torres enormes, sendo uma maior que a outra, enquanto soldados e recrutas circulavam a todo o momento, demonstrando a forte guarda que ali havia. Alguns recrutas estavam treinando nos campos de treinamento por essa manhã, portanto a recepção em si estava relativamente vazia.

O nível de limpeza no lugar tornava toda aquela cor branca ainda mais intensa. Ao chegar perto da recepcionista, a mesma abria um largo sorriso e já começava a pegar alguns papéis, parando no momento em que ouvia o pedido. — Ah, é uma caçadora, então? Caso tenha interesse em ingressar na marinha, estamos com um ótimo projeto de treinamento para os novos recrutas. — Ela mostrava a papelada para preencher com as informações, caso Mayumi desejasse. Se insistisse em ser autônoma, entretanto, a mulher suspiraria, e apontaria coma cabeça para um grande mural de madeira não muito longe do balcão. — Bem, não está ocorrendo muitos problemas recentemente. Quando surge algum pirata, rapidamente os recrutas caem em cima para receber alguma promoção e partir para a Grand Line. Mas os cartazes de recompensa estão ali, só não garanto que esses piratas ainda estejam na ilha. Muitos acabam partindo na hora que notam que todos estão procurando por eles. — Assim, caso dirigisse sua atenção até o local, notaria alguns poucos anúncios por lá.

Ali haviam algumas informações como o desaparecimento de algum gato, ou até mesmo anúncio de venda de bens ou serviços. Haviam também algumas fotos de pessoas desaparecidas, mas bem no centro do mural haviam alguns cartazes que a jovem reconheceria como sendo de procurados. Apenas três ali acabavam lhe chamando um pouco mais de atenção, pois conforme a recepcionista disse, não eram muitos os que viviam pelas redondezas.

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Enquanto Mayumi refletia sobre os cartazes, a recepcionista começava a ler uma folha de jornal de forma distraída, falando em uma voz calma. — Se quiser maiores informações, talvez seja melhor falar com algum Tenente de plantão. Acho que o Sr. Yokoyama está na sala dele, caso queira uma reunião rápida. — Diria, porém demonstraria maior interesse na jovem caso ela demonstrasse interesse também em se juntar aos marinheiros.

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Re: Livro I - A Caminhada Qua Jun 02, 2021 10:34 pm




Livro I - A Caminhada

- Mayumi Emi | 2 -

- Falas. | ~ Pensamentos. | Técnicas

Bem, depois de todo o trajeto, finalmente chegava até o meu destino, e chegando no mesmo, me deparava com uma recepcionista. E depois dela terminar suas falas, inclinaria meu tronco pata a frente rapidamente. - Desculpe, mas eu não poderei seguir como Marinheira, porém agradeço pelas informações. Tenha um bom dia. - Falava enquanto estaria me virando indo em direção ao quadro do qual ela tinha me falado, e chegando nele, pude perceber três cartazes com um maior destaque para mim. - Posso pegá-los? - Falaria alto para que a moça da recepção conseguisse ouvir, enquanto apontava para os cartazes. Se me fosse permitido, pegaria todos os três e os juntaria um após o outro, se não me fosse possível, daria uma longa olhada em todos para tentar guardar o máximo de informações possíveis deles, e então me viraria rumo a rua novamente. Mas, ante que pudesse sair, a moça mencionava que eu poderia obter melhores informações falando com o superior presente no QG, e ao mesmo tempo que ouvia isso, dava meia volta e iria em sua direção. - Você conseguiria me dizer para onde fica a sala desse Sr. Yokoyama? - E quando ela falasse, seguiria o caminho que ela teria me passado, porém se caso tivesse falado em forma de ponto cardeal, diria obrigado e iria em qualquer direção tentando encontrar uma sala com o nome o homem, ou até encontrar outro alguém e perguntar novamente.

Quando achasse, ficaria frente a porta de sua sala, e daria três leves batidas na porta esperando por uma resposta, e caso me fosse autorizado entrar, abriria a porta devagar, entraria pedindo licença, e depois de fechar a porta, iria permanecer em pé na frente dela esperando ele terminar de falar algo, e caso não esteja falando, iria me pronunciar. - Sr., me foi dito que você poderia me informar melhor sobre alguns procurados, então decidi vir até o Senhor. Os procurados são esses: - Falaria de uma forma mais séria, e logo após minha fala, apresentaria os cartazes caso os tivesse obtido, se não, descreveria todos os três para o mesmo. - Teria alguma informação que possa me ajudar a encontrar ao menos um deles? - Diria terminando minhas falas, e esperando que ele respondesse.





Personagem:
Nome: Mayumi Emi.
Risada: "Shishishishi"/"HaHaHaHa".
Altura: 1,59m.
Peso: 55kg.
-
Proficiências: Acrobacia | Ameaça | Atletismo | Briga | Doma.
Profissão: -X-
-
Qualidades: Destemido | Duro de Matar | Prontidão.
Defeitos: Desorientado | Inimigo | Impulsivo | Teimoso.
-
Estilo de Combate: Espadachim | Atirador.
Atributos:
Nível: 01.
PdV: 2800.
STA: 100.
Força: 20. | (R)
Destreza: 60 | 40 (Racial) | 60
(Arma) | = 160. | (R)
Acerto: 00 | 60 (Racial) | 60
(E.d.C.) | = 120. | (R)
Reflexo: 300 | 60 (Racial) | 60
(E.d.C.) | = 420. | (H)
Constituição: 20. | (R)
-
Agilidade: 270.
Oportunidade de Ataque: 03.
Redução de Dano: 00.
Histórico:
Ganhos:
-
-
-
Perdas:
-
-
-
Inventário:
-
-
-
-
-
Armas:
- Arma: Espada - Rapieira.
Descrição: Esta foi uma arma forjada por um grande Ferreiro da família Yato. A
principal arma da família, foi perdida a muito tempo em combate, então fizeram essa para
compensar, e foi passada pelas gerações, até a atual. Por ser uma espada do estilo
Rapieira, possui uma lâmina mais longa que o normal, porém não é tão fina quanto algumas
Rapieiras costumeiras, é mais grossa que uma Rapieira normal e menos do que uma outra
espada convencional. Todo o cabo da espada possui detalhes em azul, que se estendem
até o começo da lâmina. Sua proteção de guarda-mão é uma simples rodela aberta, que
deixa a arma ainda mais bela. Sua bainha também foi alterada, ao invés de convencionais
bainhas de ferro ou madeira, essa leva uma camada de veludo vermelho, e detalhes de
metal em ambas as suas extremidades.
Tipo da Arma: Acuidade.
Qualidade: Formidável.
Durabilidade: Alta.
Dano: +60 p. Nível.
Estado: Nova.
|
- Arma: Arco Recurvo.
Descrição: Um Arco e Flecha Recurvo feito com uma maestria esplêndida, feito por
um ou seu não, o melhor ferreiro da cidade. Tanto a sua lâmina superior quanto a inferior
foram feitas por uma liga metálica extremamente resistente e negra, e seu riser foi feito de
uma madeira clara, com algumas manchas em formato de listras, e sendo tão resistente
quanto a liga.
Tipo da Arma: Arremessável.
Qualidade: Formidável.
Durabilidade: Alta.
Dano: +60 p. Nível.
Estado: Nova.
-
Relações:
-
-
-
Posts: 02.
Localização: ShellsTown.
Objetivos:


  • Aprender a Qualidade: Ambidestria.
  • Me interessar e aprender a Proficiência: Navegação.
  • Capturar ao menos um Pirata e iniciar minha carreira de Caçadora.
  • Encontrar companheiros. (No caso, seguidores.)

(Não estão em ordem de preferência.)



Última edição por Faktor em Ter Jun 08, 2021 10:20 am, editado 1 vez(es)

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Re: Livro I - A Caminhada Qui Jun 03, 2021 9:52 pm

Livro I - A Caminhada



Após o aceno de cabeça indiferente da recepcionista para que Mayumi pudesse recolher os cartazes, a jovem garota enfim conseguia um tempo na agenda do Tenente de plantão. Demonstrado o interesse, a bela recepcionista apontava para uma sala no corredor ao lado de seu balcão. — Ele irá atendê-la em breve. É só bater na porta. — E, com isso, Mayumi era direcionada aos corredores do Quartel General, um dos lugares mais bem protegidos de toda a ilha.

Três pequenas batidas na porta eram o suficiente para a menina escutar um grave "entre" vindo de dentro. Ao abrir a porta, Mayumi notava que o local estava bem mais fresco do que o lado de fora, sendo provavelmente alguma tecnologia para refrigerar melhor àquelas salas. De pé, ao lado de uma mesa de mogno, um rapaz relativamente jovem, porém corpulento, terminava de falar em um comunicador conectado a um Den Den Mushi. Ele desligava no instante em que Mayumi entrava na sala e, como cortesia, ele indicava a cadeira para que ela sentasse. — Como posso lhe ajudar, minha jovem? — Ele dizia, mesmo que a diferença de idade entre ambos não fosse algo tão grande assim.

As fotos dos procurados eram expostos ao Tenente, que colocava seus óculos de leitura para vê-los melhor. Quando as perguntas eram feitas, ele erguia as sobrancelhas na medida em que lia os cartazes. — Uma caçadora, hein? Deve estar tendo dificuldades por aqui. Não temos muitos piratas em Shells Town, afinal não são loucos em ir contra a G-153. — Ele então colocava de volta os cartazes na mesa, e apontava para o de menor recompensa. — Juro era um morador da ilha. Tinha alguns problemas de sociabilidade e acabou seguindo esse caminho. Ele vivia na Baixa Shells Town, numa casa bem próxima do porto. Se não me engano, sua mãe ainda vive por lá, ainda sofrendo por ter visto seu filho matar o próprio irmão. — Ele então seguia para o próximo, que possuía uma cicatriz em sua face. — Ah, Kunio era cozinheiro de um bando pirata que causavam alguns problemas pelo East Blue. Acabou que o capitão e os outros tripulantes foram capturados por nós, mas esse daí acabou fugindo. Duvido que tenha conseguido sair da ilha, mas parece que tá sendo discreto... De qualquer forma, ele era um cozinheiro bem conhecido, então duvido que tenha afastado de seu ofício.

Quanto apontava para o último, ele hesitava por um momento, olhando para Mayumi com uma expressão de dúvida. — Olha, o Isamu era um Caçador de Recompensas que já havia conseguido alguns contratos grandes pelo East Blue. Pelo jeito, ele só virou caçador pois tinha paixão por matar. Acabou que não foi o suficiente e ele começou a levar isso de forma muito intensa... Foi visto pela última vez em nossa ilha, mas pra um psicopata desses, ele tem estado bem calado. — Novamente, ele olhava para Mayumi, ainda com certo receio com as palavras. — Mas olhe, garota, serei sincero. Não recomendo que vá atrás desse daí, já perdi alguns dos meus homens atrás desse maluco. Mas... Se realmente quiser arriscar seu pescoço, temos um palpite que ele esteja pelo Cemitério Marítimo. Eu mesmo pretendo ir até lá no fim do dia, mas caso consiga isso antes, talvez possa me poupar do trabalho. — Ele devolvia os cartazes, ainda demonstrando uma certa preocupação em Mayumi, uma caçadora tão inexperiente, correr atrás de procurados desse nível.

No fim, caso não houvessem maiores perguntas, a porta estaria liberada e Yokoyama retornaria para seus afazeres assim que estivesse sozinho. A jovem caçadora precisaria se decidir por qual caminho seguir, afinal tudo parecia ter seu nível de perigo e seria imprudente ela tentar caçar algo mais perigoso que ela. Seu avô lhe havia ensinado muito, mas o quão distante da realidade estava a teoria da prática?

Mayumi Emi:

Post: 2
Ganhos: Cartazes de Procurados
Perdas:
NPCs:

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Re: Livro I - A Caminhada Ter Jun 08, 2021 12:12 pm




Livro I - A Caminhada

- Mayumi Emi | 3 -

- Falas. | ~ Pensamentos. | Técnicas

Neste momento, me encontrava de frente com um oficial da marinha. Ele parecia ser tão novo quanto eu, talvez alguns anos mais velho, porém já era encarregado de um cargo tão alto… ~ Realmente, eu ainda tenho muito caminho a trilhar... ~ Pensava enquanto me sentava na cadeira para começarmos a conversar, e após o Tenente terminar de falar sobre todos os piratas dos cartazes, olhava para o cartaz do Isamu pensativa. ~ Se eu conseguir capturá-lo, seria um passo e tanto pra minha carreira como Caçadora, mas… Eu não deveria tentar ir atrás de algo que possa me matar, eu sei meus limites… ~ Conversava comigo mesma, porém já sabendo a resposta final… - Muito obrigado pelas informações Senhor, espero que ocorra tudo bem quando for atrás de Isamu. - Falava pondo o cartaz do mesmo sobre sua mesa, guardando os cartazes dos outros dois, e me dirigindo até a porta de sua sala. - Foi um prazer conhecê-lo, e espero que ouça falar de mim mais tarde! Aliás, me chamo Mayumi Emi. - Falaria com um grande sorriso, e então sairia da sala.

Após sair da Sala do Tenente, voltava pelos mesmos corredores que teria passado para ir até a sala, ou pelo menos os que eu me lembrava, e assim me dirigia até a entrada onde passaria pela recepcionista. - Tchau Tchau! - Diria acenando para a mulher, enquanto passava pela entrada do Quartel General. De volta as ruas, me deparava com dois caminhos: Ir atrás do Cozinheiro primeiro, ou ir atrás do Assassino primeiro? ~ Veja bem, Juro vivia na Baixa ShellsTown, e eu tenho melhor conhecimento dela do que dos outros lugares, enquanto Ige provavelmente está "trabalhando" como cozinheiro em algum lugar… Talvez seja melhor ir atrás de Juro primeiro, já que não tenho conhecimento sobre nada de seu paradeiro, depois eu poderia ir atrás de Ige. Sim, realmente parece bem melhor. ~ Depois de um tempinho pensando comigo mesma, chegava a conclusão de que iria procurar primeiro o de menor recompensa, até porque, encontrar informações sobre ele vai ser mais fácil se ele realmente era da Baixa ShellsTown. E com esse pensamento, começaria a caminhar em sua direção, onde passaria novamente por dentro de toda a Grande e Média ShellsTown, vendo as pessoas pela rua mesmo que poucas, e todos os comércios… ~ Como eu vou pegar os Piratas se eu não tenho como prendê-los? Merda, eu deveria ter perguntado pro Tenente onde eu poderia comprar algemas… Tá, é só procurar, vamos procurar Mayumi. ~ Que saco… Interromperia meu objetivo principal, na intenção agora de procurar alguma loja que vendesse algemas. Pra não perder muito tempo e se não estivesse muito longe do Q.G, voltaria ao mesmo correndo, e então perguntaria para um soldado que for, onde eu poderia comprar algemas ali pela ilha, e se o próprio Q.G vendesse, aproveitaria que já estaria perto e o adentraria, porém caso a loja fosse um pouco mais distante, agradeceria e então iria em direção à loja. Chegando no local onde pudesse comprar, ia em direção ao balcão e caso estivesse com fila/ocupado, esperaria até que me pudesse me pronunciar. - Bom dia Moço(a), eu estou atrás de algemas… Você tem aqui? - E se ele tivesse, continuaria. - Bem, poderia me dar três então? - Caso não tivesse… - Bem, muito obrigada então, bom dia. - Se conseguisse achá-las ali mesmo, veria o preço e daria pro vendedor, pegando as algemas logo em seguida e as botando em minha mochila, depois agradeceria e sairia do estabelecimento, mas se não conseguisse achar, iria pra algum outro local que supostamente vendesse e faria o mesmo, na esperança que conseguisse, mas se mesmo assim não achasse, pararia de procurar e voltaria ao meu objetivo principal, já que não podia perder tempo. ~ Merda… ~

Então, terminando minha caminhada, me encontraria na periferia da Ilha, pronta para começar minhas investigações. Como primeiro passo, excluiria como opção todos os vizinhos mais próximos do qual conhecia ali pelas redondezas da Baixa-Shells, e começaria a procurar em lugares do qual nunca havia ido. Chegando nesses lugares, me dirigiria para as pessoas que estariam na rua, e optaria pelas que estivessem conversando ou de bobeira, não queria atrapalhar o trabalho das outras pessoas. E se conseguisse abordar uma pessoa, diria: - Bom dia Senhor(a)/Moço(a), eu estou querendo conseguir informações sobre um rapaz, e ouvi dizer que a mãe dele ainda morava por essas redondezas, você por acaso reconhece ele ou o seu nome? - Diria enquanto puxava o cartaz de Kawahara Juro, e mostraria para a pessoa. Se ela soubesse algo, procurava me atentar as suas falas, para pegar o máximo de informação possível, mas se ela não soubesse, me desculparia pelo incômodo e então partiria em busca de outra pessoa. Se não obtivesse sucesso em achar pessoas da qual eu poderia conversar na rua, eu tentaria recorrer a uma parte mais chata… buscaria as casas pelas redondezas da Baixa-Shells, e iria na porta de uma em uma, perguntando a mesma coisa sobre o homem, sempre bem educada e no maior respeito possível. Se a pessoa não quisesse me atender por motivos óbvios, ou não soubesse, me desculparia e partiria daquela casa, porém encontrando alguém que conseguisse me dar qualquer informação que fosse, guardaria a informação que me foi dita da melhor forma possível, e agradeceria a pessoa pela ajuda. - Iiiiihhuuuuullll!!! - Daria um leve pulo de alegria e então sairia da casa com a nova informação.

Bem, se nessas minhas buscas eu acabasse por encontrar a mãe de Juro, falaria com ela de forma mais respeitosa, já que a mesma teria perdido ambos os filhos… um para a pirataria, e outro por seu próprio filho… - Olhe minha senhora, eu acho que entendo um pouco como se sente, eu também perdi meus pais por causa de um pirata, e quando eu descobri, parecia que o mundo tinha ficado sem cor, e é por esse motivo que hoje eu quero ir atrás de piratas, eu quero prendê-los para saberem que suas ações vão sim ter consequências, eu quero fazer com que o mínimo de pessoas possíveis sofram como nós sofremos… Então se pudesse me ajudar com qualquer informação sobre seu filho, eu seria extremamente grata. - Diria para ela, porém com o máximo de respeito o possível, e se ela não quisesse mais conversar comigo, não insistiria de forma alguma. Agora, se ela aceitasse falar para mim sobre seu filho, deixaria ela falar tudo que teria pra falar primeiro, e quando acabasse, após pegar todas as informações, daria um abraço nela com um grande sorriso no rosto, e a soltaria logo em seguida. - Muito obrigada! Muito obrigada mesmo! - Diria dando leves pulinhos, e quando ela voltasse para seus afazeres, iria partir para as ruas pronta para começar de verdade as minhas buscas.





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Profissão: -X-
-
Qualidades: Destemido | Duro de Matar | Prontidão.
Defeitos: Desorientado | Inimigo | Impulsivo | Teimoso.
-
Estilo de Combate: Espadachim | Atirador.

Atributos:
Nível: 01.
PdV: 2800.
STA: 100.
Força: 20. | (R)
Destreza: 60 | 40 (Racial) | 60
(Arma) | = 160. | (R)
Acerto: 00 | 60 (Racial) | 60
(E.d.C.) | = 120. | (R)
Reflexo: 300 | 60 (Racial) | 60
(E.d.C.) | = 420. | (H)
Constituição: 20. | (R)
-
Agilidade: 270.
Oportunidade de Ataque: 03.
Redução de Dano: 00.
Histórico:
Ganhos:
- Dois Cartazes de Procurados.
-
-
Perdas:
-
-
-
Inventário:
-
-
-
-
-
Armas:
- Arma: Espada - Rapieira.
Descrição: Esta foi uma arma forjada por um grande Ferreiro da família Yato. A
principal arma da família, foi perdida a muito tempo em combate, então fizeram essa para
compensar, e foi passada pelas gerações, até a atual. Por ser uma espada do estilo
Rapieira, possui uma lâmina mais longa que o normal, porém não é tão fina quanto algumas
Rapieiras costumeiras, é mais grossa que uma Rapieira normal e menos do que uma outra
espada convencional. Todo o cabo da espada possui detalhes em azul, que se estendem
até o começo da lâmina. Sua proteção de guarda-mão é uma simples rodela aberta, que
deixa a arma ainda mais bela. Sua bainha também foi alterada, ao invés de convencionais
bainhas de ferro ou madeira, essa leva uma camada de veludo vermelho, e detalhes de
metal em ambas as suas extremidades.
Tipo da Arma: Acuidade.
Qualidade: Formidável.
Durabilidade: Alta.
Dano: +60 p. Nível.
Estado: Nova.
|
- Arma: Arco Recurvo.
Descrição: Um Arco e Flecha Recurvo feito com uma maestria esplêndida, feito por
um ou seu não, o melhor ferreiro da cidade. Tanto a sua lâmina superior quanto a inferior
foram feitas por uma liga metálica extremamente resistente e negra, e seu riser foi feito de
uma madeira clara, com algumas manchas em formato de listras, e sendo tão resistente
quanto a liga.
Tipo da Arma: Arremessável.
Qualidade: Formidável.
Durabilidade: Alta.
Dano: +60 p. Nível.
Estado: Nova.
-
Relações:
-
-
-
Posts: 03.
Localização: ShellsTown.
Objetivos:


  • Aprender a Qualidade: Ambidestria.
  • Me interessar e aprender a Proficiência: Navegação.
  • Capturar ao menos um Pirata e iniciar minha carreira de Caçadora.
  • Encontrar companheiros. (No caso, seguidores.)

(Não estão em ordem de preferência.)



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Livro I - A Caminhada VZcRnso
Yami
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Créditos : 5
Localização : Reino Sorbet
YamiEstagiário
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Re: Livro I - A Caminhada Qui Jun 10, 2021 10:40 am

Livro I - A Caminhada



As palavras da jovem aspirante a caçador acabava por fazer com que o Tenente desse um sorriso de alívio. Por mais que soubesse que soldados se feriam e morriam o tempo todo, sua consciência acabaria ficando pesada se enviasse uma garota tão inexperiente atrás de um assassino em série. — Muito bem, tenha um bom dia, senhorita. — Retornando aos seus afazeres depois de guardar o cartaz, o marinheiro liberava Mayumi, que seguia para o lado externo do Quartel General, passando agora por um grande grupo de soldados que retornavam de seus treinamentos.

Decidida a ir de um passo de cada vez, a espadachim seguiu para a Baixa Shells Town, onde já tinha familiaridade e, pelo fato de haver um familiar do criminoso por perto, talvez seria o mais fácil de se encontrar. Entretanto, se a ida até a Alta Shells Town já havia sido difícil o bastante pela falta de senso de direção da garota, o retorno foi ainda mais difícil. Com aquele sol escaldante ainda intenso em sua cabeça, Mayumi acabou enfrentando um bom tempo para se localizar melhor, até ter a ideia de comprar algemas, achando que teria uma melhor informação se retornasse ao Quartel General para buscar tal utensílio. Mais um bom tempo se levou até que retornasse e, ao se deparar com um soldado, o mesmo informou que o próprio QG fornecia os equipamentos necessários de graça aos seus funcionários, não sabendo estes por onde eram comprados exatamente.

Recebendo algumas instruções de onde talvez pudesse conseguir o que queira, Mayumi seguia numa nova jornada atrás da loja, mas novamente se perdia no trajeto com as instruções que havia recebido. Pelo tempo que se passava, já era horário de almoço e, além do calor intenso que a menina estava sofrendo o tempo inteiro durante sua caminhada, agora seu estômago também se tornava um problema por conta da fome. De qualquer modo, acabou não tardando muito até que Mayumi encontrasse uma loja de artigos de batalha, notando a presença de diversas espadas e armas de fogo em prateleiras no momento em que passava pela rua. Ao adentrar a loja, a garota notava um senhor muito baixinho atrás do balcão, que tentava ocultar sua calvície com um boné surrado.

O preço das algemas estava bem tabelado, sendo 150.000 ฿S por cada uma delas. Pagando o montante o suficiente para a compra de três unidades, a jovem caçadora partia para o retorno da sua zona habitacional, dessa vez sem maiores dificuldades, mas ainda sofrendo pelo calor e a fome que começava a aumentar. A maior vantagem de ser tão perdida, era que Mayumi acabava, sem querer, se metendo em locais desconhecidos e, vez ou outra, tais locais acabavam sincronizando com suas necessidades. Quando a jovem espadachim enfim chegou nas periferias da ilha, notou que o porto não estava tão distante, portanto seguiu para lá.

Com o cartaz de Juro em mãos, a jovem espadachim seguia perguntando se alguém havia notícias sobre o rapaz, ou sobre sua família. Muitos acabavam evitando a conversa por não se sentirem confortáveis o bastante para falar sobre um pirata, entretanto um jovem rapaz acabou indicando uma cabana de madeira bem próximo das docas, falando que a mãe dele morava por lá ainda. Não tardava para alcançar e, apesar do calor que havia sofrido por todo aquele dia, o local era relativamente fresco por conta da proximidade com o mar. Sem sequer haver a necessidade de entrar na cabana, Mayumi observava uma senhora numa cadeira de balanço na varanda da casa, observando as ondas como se esperasse um milagre. A abordagem direta da caçadora fazia a mulher olhar com certo pavor e com muito sofrimento no olhar. — Meu... Filho... — Ela começava a soluçar baixinho, como se tentasse segurar um choro. — Ele... Não é um pirata. É um bom homem. — Suas palavras não eram ditos para a caçadora, mas sim para si mesma.

Claramente, a mulher havia perdido a sanidade com a perda de seu filho ao mesmo tempo que o outro se metia em uma vida criminosa. O tom de pele esbranquiçado da mulher, comparado com a foto no cartaz de Juro, indicavam facilmente o parentesco. — Eu perco um filho... E você me pede para perder o outro também? Não, não... Meu filho é um bom homem, ele cuida de mim. — Suas lágrimas começavam a escapar, e sua face enrugada acabava mostrando mais marcas de expressão pelo estresse sofrido. — Vá embora, só vá embora... Deixe meu Juro em paz... — Ela segurava a cabeça com ambas as mãos, enquanto olhava para o chão, numa tentativa de cessar os pensamentos ruins que provavelmente passavam por sua cabeça naquele instante. Por mais que não tivesse uma informação direta, Mayumi se atentava com o momento em que a mulher informou que Juro "cuidava dela", portanto poderia ser prudente considerar que ele não estava tão distante assim dali.

Mayumi Emi:

Post: 3
Ganhos: Cartazes de Procurados, (3) Algemas,
Perdas: 450.000 ฿S
NPCs:

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