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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

II - Lados opostos, verdades veladas.

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Shiori
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II - Lados opostos, verdades veladas. Seg Out 10, 2022 8:16 pm
Relembrando a primeira mensagem :



II - Lados opostos, verdades veladas.


Aegon E. Agaznog [Marinheiro]

Não possui narrador definido.
Fechada

_________________

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Lados opostos, verdades veladas.
Post 08
Um pouco injusto? Talvez, agora éramos três marines contra aquela capitã pirata, eu não aprovava aquilo, mas como ainda não tinha o respeito, tão pouco a patente para me opor a algo, apenas acatava as palavras do comandante da missão, porém deixava nítido em meu rosto que não estava nada contente com aquilo. ~Não posso dizer que estou de acordo, porém sigo ordens! Só tomem cuidado para não serem atingidos pelas minhas chamas!~ Digo em seguida ressaltando que não aprovava aquela desvantagem numérica contra o inimigo, mesmo que o mesmo também abusasse de outra desvantagem como aquele canhão.

Entrava novamente em posição de combate, levantando os punhos na altura do tórax e flexionando um pouco os joelhos, eu sabia que aquela capitã era um tanto astuta e experiente em combate, os meus ataques anteriores não haviam surtido efeito nenhum nela, e para piorar agora eu tinha que me concentrar ainda mais em não ferir aliados, coisa essa que já havia feito bastante no decorrer dessa missão. “Droga, assim fica difícil fazer algo!” Penso enquanto começo a observar Achiles e estranhar como o mesmo estava. “Vish.” Minha concepção com aquele mink apenas piorava. ~Brinquedo é uma palavra muito forte bruxa! HEHEHEHE…~ Respondo aquela capitã tentando entender o que ela queria dizer com aquilo.

A luta começava, o mink por si só já seguia sem ao menos pensar ou alinhar os ataques com a gente, porém me fazia entender e planejar algo enquanto ele estava ocupado recebendo e levando ataques da capitã. Concentrando minhas chamas no punho, eu realizava um soco diretamente contra o chão para assim ser impulsionado para o ar, no mesmo momento utilizaria também das minhas chamas para criar uma propulsão que me direcionasse no ar para onde a capitã estava, meu intuito era ficar aproximadamente um pouco acima da mesma porém ainda a sua frente, para assim atacá-la sem prejudicar meus companheiros.

No ar tentaria realizar um chute circular criando uma labareda de fogo que atingiria a parte de cima da capitã. Novamente me impulsionaria com as chamas, gerando uma propulsão em meus pés, tentaria passar a capitã ao ponto de ficar na sua retaguarda e assim encurralá-la com uma com um chute forte na altura de sua lombar, chute esse que era impulsionado também pelas chamas, criando uma força de aceleração juntamente com minha força natural gurando um poderoso chute, assim tentando deixar a mesma com poucas chances de esquiva devido aos ataques simultâneos virem de quase todos os lados.

Não teria dúvidas que a mesma utilizaria alguma artimanha para pdoer se esquivar, ou até mesmo contra-atacar, porém não iria ser inocente ao ponto de não pensar em nada para me defender, assim caso a mesma utiliza se a sua mística com águas para me atacar, mesmo que minhas chamas sendo pouco eficiente contra tal elemento, eu contra-atacaria com com um soco duplo que geraria chamas bastantes poderosas para diminuir o dano daquelas águas, e assim apenas abafaria o ataque com meus braços e joelhos. De todo modo, eu tentaria também me esquivar de outros ataques, como socos e chutes normais, ou tiros e ataques de armas brancas, utilizando minhas chamas não só para me distanciar e esquivar, mas também para cessar os ataques os contra-atacando, meu intuito após as movimentações de combate era ficar atrás da capitã, assim cercando a mesma junto com os outros marines.

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O combate continuou com o descontentamento de Aegon sendo externado, o jovem celestial não gostava daquela vantagem numérica, pelo jeito, seu desejo era unicamente enfrentar a inimiga no mano a mano. Seus aliados desejam isso? Claro que não! Como marinheiros eles queriam simplesmente vencer o inimigo, independente da maneira que isso fosse feito, não buscavam por honra. Achiles foi o primeiro a avançar e entrar em uma troca de golpes com a mulher, que por sua vez, a cada movimento se mostrava fisicamente superior ao cão, realmente, ela não era alguém que o anjo fosse capaz de enfrentar sozinho.

Aegon não demorou para iniciar sua sequência de ataques, sendo observando pelo Sargento que se manteve pronto para disparar, porém, parecia esperar a oportunidade certa. A figura angelical avançou com velocidade usando suas chamas como propulsão, sendo acompanhado por Achiles que por mais complicado que fosse sua situação, mostrando uma resiliência fora do comum. O cão novamente captou a atenção da capitã pirata que disparou ataques em sua direção, dando a brecha necessária para que Aegon aplicasse um ataque efetivo e com toda sua força.

O garoto conseguiu empurrá-la alguns metros a frente e também chegou a oportunidade para que o selvagem a atacasse, utilizando suas garras afiadas provindas da sua espécie. A mulher defendeu, mas sentiu a carne dos seus braços sendo rasgadas pelo movimento do cão e suas costas queimar, parecia que o jogo havia virado. BANG! O som do disparo cortou o lugar indo em direção a criminosa, que usando sua habilidade lançou um jato de água na direção do projétil. BANG! O segundo veio milésimos após o primeiro, perfurando a região da coxa direita da mulher com velocidade, atravessando sua carne e saindo no outro extremo.

Ela cerrou os dentes segurando a dor que havia sentido, não parecia querer mostrar fraqueza, já que a moral do seu grupo dependia do seu bem estar - CONTINUEM! MATEM TODOS ELES! - Gritou a mulher fazendo movimentos que se assemelhavam a uma dança, ela puxava a água do mar para sua volta e começava a circular como uma verdadeira correnteza. Ela parou por aí? Claro que não! Achiles era quem estava mais próximo e recebeu um forte jato de água bem no meio do seu peito, e logo a água o envolveu, formando uma esfera do líquido, colocando o cão em uma situação de morte iminente.

Mais três tiros foram ouvidos, no entanto, a mulher se moveu no ar com maestria e graciosidade, desviando dos disparos e também lançando uma torrente de água na direção do atirador, que foi forçado a mudar de posição. Ele teve chance para atirar mais uma vez? Sim, contudo, o homem foi interceptado por um dos aliados da Capitã, que investiu com velocidade em sua direção, dando-lhe trabalho naquele momento. E Aegon? Bem, ele estava em uma distância ligeiramente segura, porém, precisava agir com velocidade para salvar seu companheiro. A mulher reunia uma quantidade considerável de água em sua mão livre, se mostrando pronta para uma possível investida do marinheiro. Achiles não parecia ter muito tempo, por mais que tenha prendido sua respiração, aquilo ainda tinha um limite.

O combate como um todo continuava a ocorrer, os marinheiros enfrentaram os criminosos com fervor, por pior que fosse a situação, a força da justiça não pestanejava em momento algum.


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Post 09
Com o combate já no seu clímax, eu e os outros marinheiros que lutavam contra aquela capitã conseguimos feri-la fortemente, não só os ataques ferozes de Aquiles, como também os disparos na coxa da mesma efetuados pelo líder, e também minhas chamas em suas costas, com o intuito de enfraquecer não só ela, mas também o moral de sua tropa. Não conseguimos. Bradando alto ela contra-ataca com sua mística aquática, afastando o nosso atirador e sufocando o mink não me restando dúvidas a não ser neutralizá-la.

“Merda!” Pensei enquanto via meu superior se ocupar com outros capangas daquela pirata e cada vez mais Achilles se afogar naquela água. A capitã além de prender e sufocar o mink, mostrava que sua guarda ainda estava alta enquanto esperava algum ataque meu, e logo era respondida. Correndo em sua direção eu concentrava minhas energias e também minhas chamas em meus braços e pernas, era possível ver um pequeno turbilhão de fogo se formar enquanto corria, ainda distante eu realizava um chute circular ao ar jogando uma labareda de chamas na capitã, e sem muito descanso apoiando os dois pés ao chão e flexionando os joelhos, eu realizava um soco duplo ao ar, criando uma forte ataque de chamas que também seguiam na direção da capitã.

Meu intuito naquele momento era despistar a inimiga com ataques para que ela soltasse o mink daquela bolha d’água, ou assim tentar despistar, porém mesmo que os ataque não fossem bem efetivos com o objetivo, canalizaria minhas chamas no que eu mais sabia fazer de melhor, a propulsão que as mesmas me geravam. Tentaria me aproximar rapidamente da inimiga no mesmo momento que os ataques anteriores fossem executados, com soltando ou não Achiles, eu seguiria como um foguete na direção de seu peito com um grande chute que ao meu ver iria ferir a mesma profundamente, devido a minha força combinada com a propulsão do ataque, porém se a mesma ainda após os primeiros ataques estivesse com Achiles em sua posse, tentaria em uma manobra rápida utilizar os mesmos propulsores para desviar minha direção e acertar o chute no mink, com o intuito de afastá-lo do combate e retirá-lo daquela bolha d’água.

Sem pensar duas vezes, me colocaria em risco para salvar a vida daquele companheiro, me fazendo apenas aumentar a ideia que lutar com fardo ainda vai acabar me matando um dia, porém assim que atingisse ou a capitã, ou o mink, tentaria dar um enorme dash para direção contrária da capitã, realizando um ataque ou algo como mais uma defesa, lampejando as minhas chamas de ambos os punhos e pés para me afastar da mulher e também atacá-la. ~Vocês estão bem?!~ Tento tirar alguma resposta daqueles meus companheiros, meu intuito era aumentar a atenção deles para não serem mortos naquele lugar. “Merda, agora vai ser um tanto complicado, porém eu nasci para isso!” Penso enquanto me posiciono em forma de combate para assim voltar a lutar contra a pirata.

Tentaria me defender de qualquer ataques que não fossem perfurantes ou cortantes, com meus braços e pernas, amortecendo os mesmo ou apenas recebendo parte do ataque e o desviando para áreas não letais do meu corpo, claro que sempre que tivesse uma chance contra-atacaria também com socos e chutes, mas caso me atacasse com objetos cortantes ou perfurantes, eu não hesitaria em recuar um pouco com dashes e pulos maiores para manter uma melhor distância, podendo defender os mesmo caso fosse preciso com minhas soqueiras entrando em atrito com os objetos. Por fim, tentaria realizar um chute circular lampejando chamas em volta do mesmo, assim criando uma circunferência de chamas que se propagava ao ponto de distanciar qualquer inimigo.


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O ápice daquele combate começava a dar suas caras, a chefona estava enfrentando os marinheiros mais notáveis daquele batalhão, porém, eles agora não contavam com a força que se equiparava à ela. Achiles estava preso e era possível ver que estava gastando suas últimas forças para manter a boca fechada dentro da bolha de água. Aegon não tinha muito o que fazer e com o intuito de salvar seu aliado, realizou movimentos utilizando suas chamas, como uma espécie de finta para enganar a capitã. Aquilo deu certo? Claro que sim! Afinal, ela tinha que se proteger dos ataques lançados pela criatura celeste e então realizou movimentos ofensivos, lançando quantidades consideráveis de água na direção dos ataques.

Aquilo foi tudo por parte do loiro? Não, como dito, era tudo uma jogada voltada para distração. Sua verdadeira intenção era usar uma das qualidades concedidas pelo seu estilo de combate, a propulsão. Claro, Aegon não era uma das criaturas mais rápidas do mundo, porém, aquele ponto lhe proporcionava um pouco mais de velocidade explosiva. E bem, ele assim fez, avançando com velocidade na direção da mulher e realizando movimentos técnicos e extremamente efetivos para liberar Achiles daquela prisão, o chute jogou o cão longe, que caiu no chão liberando completamente o restante de oxigênio que existia em seus pulmões, entrando em uma crise de tosse selvagem.

-COF! COF! COF! - Por um momento parecia que o logo ia colocar seus órgãos pela boca.

Aegon não ficou parado como uma barata tonta, na verdade, tentou aproveitar do momento após seus ataques para se afastar da capitã, contudo, daquele vapor criado pelo choque do fogo e água saiu uma espécie de tentáculo. O zumbido do movimento era diferente, parecia que a água estava vibrando e no momento que Aegon tentou sair dali, sentiu o líquido entrelaçando em sua cintura e então, o marinheiro foi puxado. No momento seguinte viu seu corpo ser jogado contra algumas caixas na lateral, a dor reverberou pelo seu corpo com velocidade - Merdas! Baratas de merda! - Falou a mulher furiosa.

A forte ventania levou todo o vapor e então a aparência da capitã estava ligeiramente diferente, sua pele estava avermelhada, assim como seus olhos que já não carregavam o branco, foram tomado pela cor carmesim; seus braços estavam envoltos de água e formavam dois tentáculos com um metro de comprimento – além do braço dela – e uma espécie de “linha” feita do líquido ligada a mulher ao mar - FILHA DA PUTA! - A voz de Achiles foi ouvida e o rugido veio logo após sua frase, seus pelos ficaram ouriçados e a eletricidade percorria ele por completo, na verdade, aquilo também estava diferente do normal - Que porra é.. - Ele não conseguiu terminar sua frase, uma rajada de eletricidade saiu da sua boca em direção ao mar, era como se suas capacidades raciais estivessem ficados mais fortes - NÃO SEI O QUE É ISSO, MAS AEGON, VOCÊ PRECISA ACABAR COM ELA! - O lobo gritou antes de avançar mais uma vez, mostrando que seu ímpeto ainda não havia se quebrado.

A mulher então começou a mover seus braços e aqueles tentáculos aumentaram de tamanho, atingindo o lobo a distância, contudo, Aegon pode notar que ela sentia dor ao atacar o mink, muito por conta da eletricidade que ficava mais forte na presença da água e atingia seu corpo. O sargento ainda enfrentava os outros tripulantes, agora pareciam ser quatro em seu encalço, mas era notável que em algum momento ele iria superá-los. O mink passou a enfrentar a Capitã de perto, como uma verdadeira máquina de guerra.


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Post 10
Contra as caixas daquele lugar, eu sentia uma dor demasiadamente forte devido aquele ataque, porém ficava cada vez mais otimista ao ver que o combate estava se encaminhando para o final, claro, com a vitória ao nosso lado. Aquela capitã já mostrava aos poucos que não conseguiria aguentar nossa investida por muito tempo, sua pele vermelha só mostrava que minhas chamas eram eficazes contra ela, assim não me restando dúvidas que faltaria pouco para acabarmos com tudo aquilo.

Grandes tentáculos começavam a envolver a mulher, aquele líquido que agora tomava uma coloração mais negra, apenas fomentava minha ideia que ela tinha poderes místicos estranhos. “Será uma raça diferente?” Pensei, não tinha ideia do que fazia aquela mulher conseguir moldar as águas ao seu bel prazer, porém não me espantava muito, pois justo eu também conseguia fazer algo parecido, porém com fogo. ~Então vamos cozinhar ela!~ Gritei, tentava transbordar toda as minhas emoções naquela fala, assim novamente elevar o moral de todos os aliados naquele lugar, o grito por sinal, era um dos mais altos já bradados por mim, fazendo a minha ambição e determinação estarem em seu ápice de poder, então me levantava daquele lugar.

Concentrando minhas energias e também minhas forças, eu respirava fundo enquanto estendia os braços em uma posição de cruz, no mesmo momento percebia que o mink estava diferente do normal, seus ataques agora estavam eletrizados e para piorar ele já começava seu avanço contra a capitã, não me dando escolha a não ser fazer o mesmo. Com os braços estendidos em um movimento circular, eu cruzava os mesmos realizando novamente um soco duplo no ar, porém no momento da movimentação, o lampejo das minhas chamas cobriam ambos os braços, criando um enorme turbilhão de chamas que ia crescendo e tomando proporções cada vez maiores, ao ponto de chegar a ser do tamanho da capitã, ou assim eu tentava fazer que chegasse.

As chamas eram bastantes destrutivas, eu fazia com que aquele ataque fosse algo com que gerasse uma grande explosão ou dispersão ao contato, assim no momento que as chamas terminassem de sair de meus punhos, realizaria um pequeno salto ao ar, e utilizando as propulsões que as mesmas chamas me concebiam, explodiria o fogo em meus pés, tentando chegar ou no mesmo momento que as chamas na inimiga, ou logo após, não me importando de iria me queimar ou não.

Com ambos os punhos retraídos até o peito, cotovelos flexionados, assim que eu chegasse próximo o suficiente de um ataque direto contra a capitã, não hesitaria em realizar um soco duplo utilizando todas as minhas forças e também novamente chamas para aumentar mais ainda aquele ataque, ou também repelir ou evaporar qualquer tipo de defesa, isso se a mesma conseguisse entender que aqueles primeiros ataques de chamas era uma forma de ocultar esse ataque mais central. Tentava mirar um punho no peito e outro no rosto da inimiga, meu intuito nunca era matá-la no combate, porém naquele momento eu atacaria a mesma com a intenção assassina, a fim de neutralizá-la por completo.

Pós ataque ou caso percebesse que receberia um contra-ataque, tentaria me abaixar ao máximo, assim virando meu corpo com as mãos ao chão, tentaria realizar um movimento circular onde realizaria alguns chutes envoltos de chamas no ar, criando novamente uma espécie de círculo de chamas, eu além de atacarem a inimiga, poderiam derrubar ou atrasar qualquer outra pessoa naquele lugar, queimando suas pernas e os derrubando, caso os mesmos não conseguissem se esquivar. Ainda com as mãos no chão eu flexiona os braços para assim me darem um impulso e com minhas chamas tentaria me afastar daquele lugar o mais rápido possível, pois estava como um alvo fácil. Com dashs e movimentos em zigue zague no ar, eu tentaria me esquivar de quaisquer ataques promovidos contra mim, dando alguns chutes ou socos de chamas para assim cessar qualquer investida também.

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Aegon teorizava em sua mente sobre as habilidades da mulher, afinal, ele não sabia que tipo de poder era aquele. De qualquer forma, Achiles estava exercendo seu papel com vigor, sua brutalidade parecia maior, seus golpes estavam mais pesados e a eletricidade que ele produzia parecia diferente, estava em um nível completamente novo. A figura angelical não ficou para trás, ele sabia o que precisava fazer e também sabia que precisava aproveitar daquele momento, era tudo ou nada, vida ou morte.

Com todo seu ímpeto concentrou sua energia, inalando uma quantidade razoável de oxigênio enquanto preparava seu corpo e mente para continuar. A capitã enfrentava o cão com louvor, seus movimentos estavam mais técnicos, porém, carregavam um peso incomum. Cada batida com aqueles tentáculos de água fazia Achiles urrar de dor, no entanto, o cão continuava em frente, sem recuar um milímetro sequer, enquanto esguichava sangue pelos ferimentos. O turbilhão de chamas se mostrou útil, obrigando a mulher a se movimentar defensivamente e naquele momento algo ficou claro para o marinheiro: ela não podia se distanciar o mar.

O combate continuou com uma sequência digna de hollywood, Achiles atacava de um lado e tomava a frente, recebendo todos os golpes desferidos pela criminosa. Aegon em contrapartida aproveitada da brecha e atacava com vigor, depositando a mais pura intenção assassina em seus movimentos, que conectavam com clareza no corpo da mulher. Ela urrou de dor como um verdadeiro animal ferido e acanhado, porém, sua força ainda era notável e estava completamente acima da dupla de soldados, que mesmo dando tudo de si, percebiam que ainda precisariam de mais.

A mulher conectou um ataque vertical na altura da cabeça do anjo, aquele golpe foi tão pesado que parecia que seus olhos iam saltar para fora. Achiles aproveitou aquele momento para atacar com um golpe preciso, suas garras rasgaram a face da mulher, levando-o um dos olhos. Ela gritou novamente e movimentou seu corpo com selvageria, desferindo um golpe horizontal que jogou o cão para longe, com brutalidade. Aegon desistiu? Não, por mais que tivesse sido atingido o garoto agiu, liberando alguns ataques no ar, criando aquele aro de fogo que serviu para atacar a mulher, além de claro, criar um mecanismo de defesa para eventuais ataques.

As pernas foram queimadas, a água parecia evaporar com a intensidade das chamas que o Celestial empunhava em suas ações, ele estava evoluindo em meio ao combate? Provavelmente. Quando o protagonista tentou se distanciar da mulher notou que ela o agarrou, não com os tentáculos, mas sim com suas mãos nuas. A água havia se extinguido do corpo, no entanto, era possível notar que o líquido estava voltando vindo pela ligação que ela tinha com o mar - Você vai morrer. - Sua voz estava ligeiramente mais grossa, o apertão nos braços parecia que a qualquer momento ela quebraria os ossos do marinheiro. Achiles surgiu envolto de eletricidade para desferir um ataque, mas a capitã se moveu com velocidade, liberando Aegon por uma pequena fração de segundos e então agarrando ambos os soldados pelo pescoço, agarrando com todo vigor existente em seus músculos.

Aquele parecia o fim.

BANG!

O som do disparou cortou o ambiente de guerra, um buraco foi criado entre os olhos da mulher, que perdeu a força no momento em que foi atingida. O cão caiu no chão tossindo, ele havia ficado sem ar mais rápido que o celestial, provavelmente por causa do despertar incomum em suas habilidades raciais. A ‘linha’ de água caiu por terra, assim como sua habilidosa comandante. Caso olhasse, Aegon poderia ver seu superior com uma lâmina fincada na altura do seu abdômen, ele estava caído e em volta dele as figuras com quem lutava estavam mortas no chão, na verdade, tinha cerca de três ou quatros inimigos a mais, mostrando que ele havia lutado com cerca de sete ou oito pessoas naquele curto espaço de tempo. O sangue escorria pela sua boca, assim como o suor deslizava pelo seu rosto e sua respiração se mostrava pesada, ele não estava muito bem.

O combate como o todo pareceu se esvair com velocidade assim que a capitã foi morta, o ímpeto dos criminosos diminuíam com velocidade; alguns tentavam fugir, enquanto outros se rendiam ao derradeiro fim. O navio parava de atirar, pelo menos, naquele momento inicial. Eles haviam desistido? Não! Aquela pausa foi motivada pela presença de um navio de batalha da marinha que se aproximava com velocidade, forçando-a a seguir viagem, ignorando aqueles que tentavam alcança-lo pelo mar. O vencedor havia sido declarado, Aegon sentia a dor dos ataques reverberar pelo seu corpo e a exaustão dominar seu ser, porém, ele parecia bem.


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Por um momento eu sentia algo que poucas acontecia comigo nos mares de baixo, aquela sensação de dever cumprido, ou alivio, ou vitoria, era um mix de alegria com determinação que me faziam crer que cada vez mais eu ia seguindo no rumo a minha ambição, de ser poderoso e respeitado em todos os mares. ~AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH~ Bradei da maneira mais alta e ensurdecedora possível, eu queria por meio daquele grito mostrar a todos que aquela luta havia acabado, queria aumentar o moral dos meus companheiros, consequentemente diminuir o moral dos inimigos, sua capitã havia sido derrotada, não sabia de onde havia vindo aquele tiro que a neutralizou, porém sabia que ela estava ao chão.

~Se rendam! Sua capitã foi vencida, mas caso contrário ainda queiram lutar, eu lhes darei uma morte honrada!~ Grito novamente para todos aqueles inimigos ouvirem, eu sabia que estava machucado, porém minha determinação não me deixaria perecer em meio aquele campo de batalha, não hesitando em querer erradicar qualquer sinal de faíscas das chamas de combate inimigas. “Que venham!” Pensei enquanto dou uma leve massageada no pescoço, lugar esse que a capitã havia apertado a momentos atrás.

Caso algum inimigo ousasse querer me enfrentar naquele lugar, apenas o responderia com prazer, porém antes de eu ir ao mesmo, perceberia o comandante daquela missão debilitado com uma lâmina fincada ao corpo. “Merda!” Qualquer inimigo naquele momento poderia esperar, essa era minha ideia. Não pensei duas vezes em me aproximar do líder, utilizando minhas chamas eu tentaria chegar o mais rápido possível para prestar algum tipo de socorro ou chamar por ajuda. ~O Senhor está bem?~ Essas eram minhas primeiras palavras para aquele marinheiro, mesmo não sendo um médico eu tentava fazer com que ele me respondesse, queria que ele prendesse sua atenção em mim e não na ferida. ~Algum médico!~ Gritaria novamente, mesmo tendo aquela personalidade individualista e excentrica, eu nunca aceitaria ver um companheiro falecer sem prestar qualquer ajuda possível, assim esperando que algum enfermeiro de combate ou médico ali dentro os marinheiros pudesse ajudar.

~Eu posso cauterizar a área, porém vai doer!~ Mesmo sem muitos conhecimentos da anatomia humana, eu sabia que ao tirar aquela lâmina iria sair bastante sangue, não me restando alternativas em utilizar minhas chamas para cessar aquela hemorragia, então eu diria isso para o enfermeiro que estivesse no local, ou para o próprio comandante, esperando a resposta de ambos para assim realizar o movimento. Sem muita hesitação, tirava minha camisa, dando alguma torcida nela, pedia para o líder a colocar na boca para assim abafar sua dor. Com ambas as mãos eu as apoiava na lâmina concentrando minhas forças para retirá-la o mais rápido e menos doloroso possível. ~ 1… 2…~ Não chegava a contar o terceiro número, assim puxando a lâmina de maneira surpresa para o líder. No momento que a lâmina saísse do corpo, eu concentrava minhas chamas na palma das mãos para assim queimar a parte do corpo do companheiro que estivesse saindo sangue e assim tentar cauterizar aquela ferida. ~Alguém precisa levá-lo urgentemente a um médico!~ Gritaria novamente para os marinheiros em volta prestassem auxílio àquele líder.

Agora sem camisa, eu mostrava minha destemida tatuagem, um desenho tribal de minha vila que pegava do meu peito direito até o antebraço direito, estalando os dedos e franzindo a testa um pouco, eu voltava minha atenção aquele campo de batalha, emanando uma aura diferente de antes, minha determinação em acabar com aquela “guerra” era tamanha ao ponto do meu sentimento de lutar transparecer de meus olhos, aqueles que me encarassem perceberiam isso, assim não lhes restando dúvidas, que eu não seria derrotado, era isso que eu tentava fazer naquele momento. ~Bom, agora sim! Ainda querem lutar!?~ Perguntava para grande massa de inimigos presentes.

Caso algum engraçadinho ou covarde tentasse algo contra mim ou o líder, enquanto realizava o auxílio necessário para ele, tentaria assim novamente realizar um movimento de chute circular com chamas em envolto das pernas, criando uma grande labareda de chamas que não só nos protegiam como também tentariam afastar aqueles inimigos que quisessem se aproximar, a não ser que quisessem ser queimados.


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O grito do celestial percorreu toda extensão do campo de batalha e logo foi acompanhado pelo urro de vitória dos marinheiros que haviam sobrevivido. Como citado anteriormente, alguns piratas tentavam fugir pelo mar e alcançar o navio que zarpou deixando-os para trás, sendo perseguido por um monstro marítimo da organização, que exibia as velas com tonalidades típicas da instituição. Também como dito anteriormente, os criminosos que permaneceram por ali optaram pela rendição, a moral estava baixa e sem a figura de maior poder em seu lado, poucas eram as rotas de fuga ou chances de vitória.

O cintilar das armas metálicas caindo no chão foi como uma melodia confortável aos ouvidos dos vencedores, que por sua vez, não estavam em boa condição, inclusive, o próprio líder daquela missão. Aegon se aproximou do homem com velocidade, chamando por um médico que logo veio exercer sua função, na verdade, era uma médica. Seus cabelos tinham a tonalidade das labaredas do celestial, seus olhos carregavam a mesma cor, no entanto, com um brilho único em cada um deles. Suas vestimentas estavam parcialmente rasgadas e sua dignidade se mantinha segura, já que seus dotes estavam devidamente protegidos.

- Calma, irei lhe ajudar. - Sua voz doce foi capaz de acalmar o coração acelerado do Sargento, que visivelmente estava preocupado com sua própria integridade física arruinada. A mulher não estava em boas condições também, ferimentos de corte e disparos estavam espalhados pelo seu corpo, o líquido rubro da vida escorria por cada pequeno ferimento existente, mas ela ainda se mantinha preocupada unicamente com a segurança do homem. De qualquer forma, a mulher avaliou a situação do Sargento com rapidez - Não podemos tirar essa espada e muito menos usar suas chamas para ajudar de maneira alguma. - Disse a jovem com um olhar sério e ligeiramente feroz direcionado ao celestial - Não precisa me ajudar, mantenha essas asas longe de mim. - Falou com um certo desdém.

Não era algo estranho raças atípicas receberem um tratamento diferente, porém, daquela forma era um tanto quanto estranha, afinal, eles eram parceiros de “grupo” e dividiram o campo de batalha, talvez, o rancor ou preconceito falasse mais alto que qualquer outra coisa. A mulher virou e chamou mais algumas pessoas, que trataram de carregar o sargento com a lâmina fincada em seu corpo e rapidamente foram o levando dali. Os marinheiros começaram a prender alguns criminosos, amarrando-os com algumas cordas que encontraram por ali, Aegon podia fazer o mesmo - Que putaria louca. - A voz do cão percorreu o campo de batalha - Estou todo fodido! - Murmurou se encostando em algumas caixas no cenário - Foi uma boa luta, valeu pela ajuda. - Agradeceu com um sorriso singelo em sua face.

Bom, restava ao celestial levar os criminosos dali, permanecer ali “protegendo” algumas cargas que os piratas tinham em mãos ou realizar outra ação, já que os próprios soldados pareciam lidar de formas distintas naquele pós batalha. A falta do superior deixava essa brecha, esse momento para cada um agir como dono do seu próprio nariz.


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As palavras da jovem e bela marinheira machucavam mais que todos os ataques sofridos até aqui, mesmo eu já imaginasse que o preconceito entre raças era grande no mar de baixo, nunca havia passado pela minha cabeça a hipótese de acontecer esse tipo de preconceito com um irmão de arma, em uma instituição séria como aquela, a marinha, pensava por um momento que todo aquele papo de hierarquia e disciplina, a irmandade onde todos eram um só, sem distinção de cor ou raça, uma das virtudes a mim contadas que me fez ter apreço por aquele grupo, me deixava mal e isso era um tanto que difícil.

“Minhas asas?” Mesmo após o choque de realidade, apenas meu interior havia sido ferido, sem nem mesmo eu perceber uma pequena rachadura se iniciava do muro que escondia o que era a triste realidade, mas mesmo assim minha personalidade não me fazia demonstrar fraqueza, mesmo que no momento eu tivesse sido atingido quase que fatalmente. ~Como é que é?~ Do mesmo desdém que a mulher bradava suas palavras, eu retrucava, olhando seus belos olhos fixos com os meus, minha testa novamente franzia, abrindo um pouco a boca fazendo sair aquela respiração pesada com os lábios rígidos. Antes mesmo de eu tentar falar algo a mais para aquela mulher, exigir um mínimo de desculpas da parte dela, o grupo de marinheiros se aproximaram e levaram não só ela, como o sargento, me fazendo entender que aquele pequeno impasse era menos importante que a saúde do comandante, então eu apenas me afastava.

Aquele episódio de racismo havia mexido um pouco comigo, logo percebia o mink ao meu lado, me fazendo crer que se comigo que tenho um biotipo parecido com o da maioria, o quanto de preconceito aquele mink canino receberia? ~Realmente, foi tenso.~ Responderia o canino realizando um movimento de punho referente a um comprimento. ~Tente só não morrer na próxima, vai que eu não esteja por perto de novo! hehehehe, vou nessa…~ Falo para o mink enquanto começo a caminhar para longe daquele grupo, com alguns ferimentos ainda para tratar, eu seguia na direção onde os marines que levaram o sargento havia ido, não que fosse minha vontade buscar vingança contra aquela mulher racista, porém apenas queria me averiguar que o sargento iria sair salvo dessa missão. ~Achilles, como o sargento foi levado, isso aqui ficou bagunçado, vou tentar acompanhar ele, então acho que você tem mais moral que eu com os outros marines, organiza esse pessoal para concluirmos a missão, assim que eu tiver boas notícias do sargento eu volto para ajudar.~ Diria para Achiles e assim seguiria na direção do sargento ou de algum posto médico mais próximo.

Auxiliado por um enfermeiro ou médico, não reclamaria ou faria corpo mole para qualquer procedimento que o mesmo passasse, sabia que a dor era passageira e que aquilo era para minha melhora, pagando o devido trabalho caso fosse em algum lugar particular, ou apenas voltando para sala aquele superior, se já estivesse no Quartel General. ~Com licença senhor!~ Diria caso ao bater a porta fosse aprovada a minha entrada, assim todo remendado de curativo me colocaria em posição de sentido para conversar com o superior em si. ~A missão foi concluída a contento, o sargento encarregado da missão foi ferido gravemente, porém se encontra em tratamento, não sei como está seu estado atual, Achilles ficou junto com o resto da tropa que guarnece os equipamentos e prendia os restantes dos piratas, e eu vim aqui para dar o relatório da missão e assim com as ordens do senhor, voltar ao campo de batalha para mais instruções ao grupamento, senhor!~ As gírias e dialetos militares aos poucos já iam se enraizando em mim, porém tudo aquilo era normal por se conviver com muitos marines, é claro.

Não iria falar sobre o caso de racismo realizado logo a pouco, poderia ser tratado como um chorão ou cagueta perante a tropa, porém como havia falado antes, um pequeno trinco de criava mediante ao muro que cobria a triste realidade dos mares de baixo, mas nesse momento eu não entendia isso, e apenas guardava dentro do meu âmago. “Preciso descansar, ainda tenho que voltar a caça do tesouro lá no cemitério de Shells.” Pensei enquanto em minha cabeça vinha a imagem da minha cama no alojamento, algo como se remetesse que meu corpo exigia descanso, porém eu ainda esperaria alguma ordem do superior.


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Aegon sentia na pele o preconceito enraizado no coração de muitas figuras espalhadas pelo mundo, claro, não eram todas que tinham essa aversão a raças exóticas. De qualquer forma, por mais que tenha retrucado a mulher não fez muito caso, ignorando e seguindo junto com os ouros homens. Achiles por sua sorriu com as palavras do celestial, dando um “joinha” em sua direção e acenando positivamente, ele tomaria cuidado ou pelo menos era isso que esperava. O celestial partiu dali, pouco tempo depois o Cão caiu no chão, ele não tinha mais forças nem sequer para andar, contudo, foi ajudado por outros marinheiros que permaneceram por ali, Aegon nem sequer quis ajuda-lo.

De qualquer forma, a figura angelical seguiu o grupo e notou que alguns marinheiros o olhavam torto, talvez isso já tivesse acontecendo a algum tempo e ele não percebeu? Era uma opção, porém, parecia mais claro agora. O protagonista estava com hematomas espalhados pelo corpo e um corte significativo em seu braço, que por sinal, continuava a pingar o liquido rubro da vida - Está ferido? Deixe que eu te ajudo! - Uma voz fina invadiu os ouvidos de Aegon, ao olhar em direção pôde ver um jovem rapaz de madeixas cor de mamão, seus olhos eram cor de mel e sua pele alva, contudo, com algumas manchas espalhadas pelas bochechas.

O garoto não esperou uma resposta do marinheiro e então colocou sua cabeça por baixo do braço do loiro, ajudando-o a caminhar, mesmo que ele não precisasse disso - Não pude vir para batalha, mas estou aqui para ajudar. Estou me formando como um médico, então, assim que chegarmos logo à frente irei fazer todo o necessário para tratar seus ferimentos. - Ele falava com um sorriso no rosto - Meu nome é Fragian Antony Krieg Theodoro Ortigas Roamir, porém, pode me chamar de Faktor. - O garoto continuava com o sorriso no rosto - Fomos convocados para montar um pequeno posto avançado, prevenindo eventuais mortes dos marinheiros que foram para linha de frente. Pelo que soube, muitos morreram. - A tristeza foi, aos poucos, tomando conta do seu rosto.

Após poucos minutos de caminhada, Aegon conseguiu enxergar um amontoado de barracas brancas montadas um pouco antes do cemitério. Lá ele foi tratado por Faktor, tendo o ferimento fechado e também medicado para melhorar um pouco a dor que percorria seu corpo, ele logo foi liberado. Por ali, o som agoniante do sofrimento era notável, o sangue se espalhava pelo solo e alguns pessoas desmembradas surgiam sendo carregadas, era algo absurdo como um grupo mediano de criminosos havia conseguido abater tantos marinheiros assim. O rapaz notava que sua ajuda ali era necessária, carregar marinheiros que estavam em uma situação crítica, resgatar os recursos deixados pelos piratas ou simplesmente dar seu apoio em outras funções de necessidade, cabia a ele escolher permanecer por lá ou simplesmente retornar ao quartel general.


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Conseguia por fim tratar daquelas feridas de batalha, sendo o grupo da própria marinha que havia me auxiliado naquele tratamento, porém algo martelava minha cabeça, algo que havia sido um dos principais fatores que me fez ter essa ambição que eu tinha. “Como é que é ?” Pensei um pouco enquanto tentava memorizar o nome daquele médico, porém quando ia gravar um, outro sobrenome vinha e assim me confundia ainda mais. ~Faktor? Ok, melhor assim, não entendi nada do seu nome.~ Digo enquanto começo a movimentar o corpo logo após os curativos, uma simples forma de saber se estava tudo bem ou não comigo.

~Faktor, né? Sabe dizer para onde foram aqueles militares que levaram o sargento?~ Fazia algumas perguntas enquanto estalava partes do corpo. ~Preciso voltar ao quartel general, mas aí, ces precisam de alguma ajuda?~ Novamente afirmo para o médico, contando com uma boa proatividade minha naquele lugar, mesmo que sem ser intencionalmente, poderia ser que minha fama aumentasse e também eu adquirisse o respeito daquele grupamento.

De pé naquelas barracas eu começava a fazer o básico, carregar corpos ou partes de corpos, auxiliar os médicos em algum serviço braçal, como segurar pacientes, pressionar feridas, ou até mesmo segurar alguns equipamentos importantes, eu lembrava que mesmo que essa boa ação não fosse lá algo do meu feitio, nunca que eu recusaria o pedido de socorro ou ajuda de alguém, mesmo que esses alguéns fossem os médicos, ou pior, os marines que lutaram comigo na batalha, lembrando que eu ainda estava em missão. “O que será que está acontecendo? Estou muito machucado assim?” Começava a pensar um pouco após lembrar dos olhares estranhos contra minha pessoa. “Será que isso foi somente agora, ou já está a um bom tempo, porém eu nunca havia percebido?” Criava uma pequena teoria em minha cabeça enquanto tentava entender o por quê daquele preconceito inicialmente por aquela marine, e também os olhares tortos por outros marines logo em seguida.


Não baixaria a cabeça para aquela situação, mesmo que só fossem alguns que fizessem tamanho ato de preconceito, eu não deixaria isso passar, mas não deixaria mesmo. Caso ainda assim eu percebesse que existissem pessoas me olhando torto, não hesitaria em largar o que eu tivesse nas mãos e logo em seguida parti para frente da pessoa. ~Qual foi terráqueo? Nunca viu um par de asas não?~ Com um sorriso sarcástico, olhares profundos semi-fechados e fixos nos olhos da pessoa, a testa extremamente enrijecida e o peito estufado, eu me direcionaria para quase que meio metro de distância do indivíduo, sendo ele médico, paciente, o que quer que fosse, superior ou inferior, não deixaria que aquele mal olhar pudesse gerar uma pequena semente de preconceito ou humilhação no futuro, assim cerrando o punho direito enquanto mantinha minha posição firme e ereta frente ao racista.

Caso o mesmo desferisse qualquer palavra racista naquele momento, ou tentasse me humilhar, eu rapidamente nem esperaria respirar para respondê-lo com palavras, ignorando se o mesmo era aliado ou não, um soco bem dado no queixo do mesmo seria a melhor opção naquele momento, e assim eu tentaria fazer, um belo de um gancho cruzado mirando seu queixo com meu punho direito, essa era a melhor forma que eu via de dar uma liçãozinha para aquele racista aprender a nunca mais ser preconceituoso. ~Racista de merda!~ O soco era rápido, ou assim eu tentava fazer ser, queria pegá-lo desprevenido, e logo após daria uma leve cuspida no mesmo se estivesse ao chão ou na minha frente, pouco me importava, assim dando alguns passos para trás em seguida levantando os braços. ~Podem ficar tranquilos.~ Diria caso se criasse um tumulto ali, assim podendo levar ou não algum ataque, porém não revidaria, minha lição já havia sido aplicada.

Após os acontecimentos, se houvesse o ataque ou se apenas eu auxiliasse naquele posto médico, em seguida seguiria para o QG, estava acabado, assim logo me dirigia para o alojamento tomando um banho e caindo na cama para descansar.


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Aegon tinha seus ferimentos tratados e via em primeira mão o horror das batalhas, claro, aquilo ainda estava em um nível simplório, com certeza batalhas ainda mais ferrenhas causavam danos severos a instituição - O sargento deve tá algumas barracas a esquerda, aqui é onde tratamos os ferimentos mais leves. - O jovem falava com um sorriso no rosto - Ajuda é sempre bem-vinda, tem pessoas precisando de apoio, precisamos buscar alguns mantimentos lá na Central e também ajudar aqueles que ainda não foram atendidos, então sim, dois braços são sempre bem vindos. - Faktor deixava claro que precisavam de um auxílio por ali, com coisas simplórias.

O marinheiro então começava a auxiliar da melhor maneira que podia, carregando quem necessitava e até mesmo alguns mantimentos que chegavam por ali, como gazes e outros medicamentos. Aquilo tomou muito do seu tempo? Sendo bem sincero, não. Tudo aconteceu muito rápido, ele conseguiu fazer seu papel ali com clareza, vendo com os próprios olhos que outros marinheiros ajudavam por ali também, sem se importar com sua raça. Inclusive, outros selvagens – como Achiles – davam suas caras por ali, sendo tratados bem por grande parte dos marinheiros.

Aegon tentava encontrar uma resposta para o preconceito sofrido, o garoto talvez não entendesse que algumas coisas não tem resposta, apenas são como são. Assim como agora sentia-se acolhido por muitos, foi tratado de forma cruel por outros – o caso anterior. Para sorte do marinheiro, aquela mulher não entrava em seu caminho, ele nem sequer chegou a vê-la por ali. Naquele lugar os marinheiros estavam mais preocupados em ajudar quem necessitava, do que se importar com raças alheias. Pelo menos, naquele momento inicial.

O soldado rapidamente notava que não precisava mais dele por ali, as coisas pareciam mais calmas e ele ouvia que todos os marinheiros feridos já estavam sendo tratados, assim como os recursos trazidos pela pirata também estava sendo alocados no local correto. Sendo assim, percebeu que finalmente poderia retornar ao quartel. Assim como outros defensores da justiça, Aegon tomou o caminho em direção a base central da marinha em Shells Town, cortando parte do cemitério e continuando seu percurso com certa tranquilidade, até ouvir uma voz fina surgindo por ali - Eu também não sei como aceitam essas coisas, anões, selvagens e esses caras com asas. - Ele poderia notar um grupo vindo logo atrás dele, formado por quatro jovens soldados - Ele dá é um bom dinheiro, fiquei sabendo que tem gente que compra para fazer de escravo, se a marinha não der certo, podemos fazer uma boa grana! - Todos gargalhavam com as palavras daquele que parecia ser o líder.

O rapaz era poucos centímetros menor que Aegon, apenas um do grupo era maior que o protagonista - Asas? Inútil! Já que podemos aprender a voar pelo céu com a técnica do governo! - Falou a figura de liderança, com cabelos azulados e algumas espinhas/verrugas espalhadas pelo rosto. Tudo aconteceu muito rápido, o celestial aplicou um gancho que mandou o garoto para trás, porém, foi acertado por dois socos quase que instantaneamente – um no rosto e outro na barriga – sendo jogado para trás também - Está doido? Seu merda! - Falou o grandalhão avançando na direção do celestial.

Sim, um novo combate havia se iniciado e por enquanto, os únicos marinheiros ali presente eram esses cinco – incluindo você, Mizzu. Os três partiram para cima do celestial, visando desferir socos em sua face, peito e chutes direcionados em suas pernas, que vinham de todos os ângulos possíveis. O líder do grupo se colocava de pé instantes depois, sua cara indicava toda raiva que sentia em seu rosto e então ele puxou uma pequena adaga presa na região da sua lombar, avançando em busca de aplicar uma estocada no garoto.


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Tudo acontecia rápido demais, toda aquela minha raiva guardada devido ao preconceito sofrido por aquela médica era expurgada por aquele grupo, sendo a melhor hora para aquilo, ou talvez não, porém eu não me segurava nem um pouco ao atacar aqueles que professavam palavras escrotas e inúteis.

Sendo jogado para trás devido a rápida resposta do meu ataque, eu sabia que aquela não seria a melhor escolha para mim, lutar contra aqueles quatros marinheiros além de estar em desvantagem, a repercussão negativa e também a punição da instituição contra mim seriam severas, porém naquele momento eu já não me importava mais com aquilo, minha mente já estava focada em um simples propósito, deixar um recado para qualquer racista preconceituoso que passasse por mim. ~Doido? Vocês ainda não viram nada!~ Brado enquanto limpo a parte do rosto que levei o soco com o próprio punho. ~Já que não aprenderam em casa, a rua vai prestar esse favor!~ Novamente brado enquanto tomo posição de combate, vendo que os inimigos começavam a avançar na minha direção.

Com as soqueiras em punho, eu realizava um leve pulo girando meu corpo em trezentos e sessenta graus, concentrando minhas forças e também minhas energias na minha perna direita, lampejo as chamas provindas de minha raça envolvendo ela, assim desferindo um chute no ar flamejante, tal chute tinha a intenção de atingir todos os inimigos a frente, propagando as chamas para assim queimar qualquer um que avançasse contra a minha pessoa. Ao terminar o breve pulo, não descansaria por nenhum momento, assim me abaixando e novamente realizando um movimento circular ainda com a mesma perna flamejante, criando assim um novo ataque de chamas na mesma proporção que o anterior, porém esse além de ter o alvo os membros inferiores dos inimigos, eu tentava fazer com que o mesmo se tornasse um ataque surpresa, devido a grande propagação do primeiro ataque. Levantando rápidamente eu sabia que aquele grupo eram nada mais que marionetes daquele maldito que antes eu havia acertado, mesmo percebendo que ele havia empunhado uma arma branca eu não hesitaria ou recuaria perante aquilo, isso apenas me dava mais animo. “Então você quer apostar a vida?!” Penso enquanto realizo o segundo movimento.

Sem muita invenção, ou paúra, canalizo minhas chamas para me propulsionar para frente, como eu fazia na maioria das vezes em combate, ofuscado pelas chamas, eu tentaria passar rapidamente pelo meio daquele grupo de homens, ou melhor, por aquele grupo de animais, e assim entre as chamas realizar um ataque rapido e de surpresa no lider daquele grupo, canalizando as chamas na sola do pé, e assim concentrando não só minhas forças, como também a pressão e velocidade gerada das chamas para atacar o inimigo, um belo e forte chute no torax do mesmo, iria fazer ele repensar muito bem nas palavras ditas, assim tentando cortar a cabeça daquele corpo de racistas. ~Ainda querem mais?~ Diria logo após tentar acertar os mesmos com as chamas no primeiro ataque, e depois derrubá-los no segundo ataque, para posteriormente nocautear seu lider.

Caso meus ataque não fossem bem sucedidos, tentaria pois utilizar das chamas para me jogar para o alto, com a movimentação daquele grupo, dava a entender que nenhum deles eram atiradores ou atacavam de longa distância, assim mesmo que eles fossem, no ar eu movimentava minhas mãos criando uma grande circunferência e assim concentraria as palmas no centro, posteriormente uma grande labareda de chamas sairia das minhas mãos tentando parar qualquer ataque contra mim, e também logo em seguida contra-atacando os mesmo, me distanciando ainda mais do grupo, logo após a minha descida ao chão.


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Diferente do combate anterior, agora os inimigos não iam contra o proposito que a Marinha foi criada, na verdade, era algo, talvez, até pior. O preconceito estava enraizado no coração de muitos, desde suas criações e das criações dos seus pais, avós e toda árvore genealógica, contudo, outros criavam essa errada visão ao longo das suas vidas. Isso importava? Claro que não! Todos os preconceituosos mereciam o mesmo destino e Aegon estava pronto para dar isso à eles, ou pelo menos tentar.

Em um movimento rápido desferiu um golpe giratório que lançou pelo ar aquela camada de fogo, com o intuito de acertar e queimar todos os oponentes que iam em sua direção, contudo, aquilo não deu completamente certo. Dois deles conseguiram pular a onda de fogo, enquanto outro cruzaram seus braços na altura do tronco e encararam de frente as chamas, tendo seus braços queimados no processo - Argh! - O grito de dor se propagou pelo ambiente e os dois rapidamente arrancaram fora suas mangas queimadas, mostrando os danos existentes em seus braços - Você vai pagar por isso! - Bradou um deles continuando a avançar.

As ações do celestial continuaram com o uso do seu estilo de combate, tentando passar pelo grupo com velocidade, no entanto, ele não conseguiu. No momento em que se lançou para frente, notou que um dos homens conseguia ser mais rápido do que ele, afinal, Aegon não era o mais dotado nesse quesito - Pra onde vai, lesminha? - Falou segundos antes de acertar um chute de baixo para cima, na altura da boca do estômago do marinheiro que o fez quere vomitar no mesmo instante, mas aquilo não aconteceu - Acha que esse seu foguinho é tudo? - Questionou o segundo surgiu do outro lado, dando um giro no ar e aplicando um chute com o calcanhar de cima para baixo, jogando-o contra o solo.

O protagonista ficaria simplesmente parado? Claro que não, com uma velocidade interessante ele novamente usou suas chamas, o que afastou o grupo, o problema era, talvez ele não contasse com uma jogada do líder. Ele não pode nem perceber, mas quando se colocou se pé sentiu algo acertar seu abdômen e dessa vez não era um chute, mas sim a sensação de algo perfurando sua pele, rasgando seus músculos e acertando o interior do seu corpo. Ele viu uma faca fincada naquela região e um sorriso largo na face do homem - ISSO É TUDO? - A gargalhava ecoava pelo ambiente com fervor, sendo acompanhado pelo restante do grupo - O que fará agora? Vai fugir? - Questionou.


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~Merda…~ Falo enquanto dou uma leve cuspida de sangue para o lado. Com uma faca cravada em minha barriga, podendo o inimigo está à minha frente, dou um leve sorriso sarcástico, enquanto no mesmo instante, concentro minhas forças e as canalizo em minha testa, tentando realizar o que seria uma cabeçada frontal naquele inimigo, visando sua cabeça para assim nocauteá-lo ou balançar o seus sentidos.

Tentaria com minha mão direita não soltar aquela adaga que estava presa a barriga, sabia que se eu tentasse aquilo seria pior para mim, porém eu ainda tinha bastante força e vigor para lutar contra aqueles inimigos, mesmo debilitado daquela forma. Caso conseguisse ou não atacar o líder daquele grupo, concentraria minhas chamas realizando novamente um ataque frontal para dispersar os inimigos, assim me afastando um pouco deles, não muito para que eles não pensassem que eu iria fugir, mas também não pouco para ele me atacarem rapidamente. “Preciso ganhar tempo!” Pensei, enquanto via aquele grupo avançar na minha direção.

Ainda com a mão sobre a adaga, respirava bem fundo, mesmo sabendo que isso apenas pioraria meu caso, porém eu tinha que dar minha última cartada naquele lugar, ainda com respingos de cansaço da última batalha, eu me concentrava ao máximo e assim emanava minhas chamas ao redor do corpo. ~Hi Yoroi~ Canalizando uma camada de aura flamejante sobre todo meu corpo, eu criava uma pequena barreira que me ajudaria a lutar contra aqueles racistas, assim soltando a mão da adaga que era pressionada agora pela aura flamejante. ~Então, qual são suas ultimas palavras?!~ Digo ainda debilitado, com um pouco de sangue saindo da boca, mas com um belo sorriso assassino combinado por um olhar voraz.

Correndo na direção do primeiro inimigo que estivesse em minha frente, realizaria uma pequena onde me movimentaria para frente, e assim que o mesmo atacasse eu recuaria, contra-atacando o mesmo com um grande gancho de direita em seu rosto, que além de receber toda minha força, a propulção do meu estilo de luta, também seria queimado devido as minhas chamas, mas caso o mesmo conseguisse esquivar e aidna assim me atacasse, tentaria bloqueiar o seu ataque com meu joelhos ou com os braços, focando ao máximo que não acertasse onde a adaga estava fincada.

Ainda contra aqueles malditos, tentaria realizar uma joelhada rápida, auxiliada da propulsão de minhas chamas, para assim quebrar as costelas ou neutralizar de vez o outro inimigo que estivesse ali, o queimando posteriormente, como um leve salto para pegar impulsão e acertar em cheio o meu joelho esquerdo no peito do outro inimigo, restando apenas o terceiro para o que seria um combate mais direto, porém caso ainda assim esse mesmo conseguisse esquivar, eu realizaria o mesmo movimento de defesa que faria para o primeiro, porém já nesse eu tentaria me afastar mais um pouco do grupo, pois não seria a melhor opção ficar no meio daqueles lutadores.

Voltando a posição de combate eu não demonstraria por nenhum minuto que estava cansado, fadigado ou machucado, com aquele rosto imponente eu encarava o último inimigo que sobrava naquele lugar, claro, apenas se ele não fugisse mediante a tudo isso. ~Então, faltou só você!~ Diria para o último inimigo enquanto observava os se os outros inimigos ainda estavam aptos a continuar aquela luta, logo me fazendo segurar um dos mesmo e assim começar a queimar seu corpo como se estivesse com um item não isolante.

Hi Yoroi: