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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

II - Lados opostos, verdades veladas.

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Shiori
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II - Lados opostos, verdades veladas. Seg Out 10, 2022 8:16 pm


II - Lados opostos, verdades veladas.


Aegon E. Agaznog [Marinheiro]

Não possui narrador definido.
Fechada

_________________

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Mizzu
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Lados opostos, verdades veladas.
Post 01
Novamente estava pronto para mais uma missão naquele lugar, aos poucos eu já ia me acostumando com aquela batida, porém tudo ainda era novo para mim. Com duas missões concluídas com êxito eu já achava que não era mais um recruta, tinha um pouco de bagagem em minhas costas, e mesmo que me fosse dado outra missão tediosa como a última, os macetes da mesma já me ajudariam nessa, se fosse o caso. “Preciso conseguir algum tempo para ir investigar o cemitério, quando anoitecer eu irei sem falta.” Um pouco perdido em pensamentos, lembro que ainda tinha um tesouro para achar, então não poderia ter o luxo de descansar após o final dessa missão, querendo ou não a caça era uma corrida contra o tempo, e mesmo que só tivesse eu nessa pista, nunca se sabe o que pode acontecer.

Três era o número de pessoas naquela sala, um tanto que bastante para uma missão de guarda eu achei, logo um pouco de ânimo era injetado em mim, pois eu sabia que aquela poderia ser uma missão interessante. “Interessante…” Pensei enquanto ouvia as diretrizes do superior sobre a missão de apoio contra os piratas, mas o que mais chamava a atenção era pelo fato dos mesmos atracarem próximo ao cemitério, isso me surpreendia, poderia ser uma faca de dois gumes essa situação, porém eu não me desesperava.

~Senhor, eu luto em curta distância!~ Afirmava para o superior com uma certa rapidez, dando um ar de proatividade e firmeza, queria passar ali que estava pronto para qualquer missão, assim esperando em seguida as diretrizes do mesmo. ~Então estamos novamente em dupla, acho que não precisa de tanto hein!~ Falo próximo  a Achilles para apenas ele ouvir. Novamente eu estava com aquele mink em uma missão, mesmo que a ajuda dele contra aqueles três ladrões foi de suma importância, meu ego e também minha desconfiança não deixavam-me confiar plenamente naquele canino, ao ponto de entregar minha retaguarda ao mesmo, por isso eu preferia agir sozinho, que lutar com qualquer tipo de fardo. “Espero que ele não leve para o pessoal.” De forma alguma eu quisesse que minhas falas o ofendesse, porém não estava falando mentiras no momento, apenas sendo sincero quanto ao mink.

Após dada às informações da missão, eu seguiria juntamente com aqueles outros dois marines que estava na sala, meu objetivo era chegar próximo ao cemitério para assim encontrar com os outros marines ou aqueles que estavam na cola dos piratas, visto que o somatório de informações seria a prioridade no momento, tentaria assim captar tudo da maneira mais rápida possível e se alguém naquele lugar tivesse algum tipo de plano, apenas ouviria o que o mesmo iria dizer para assim dar minha resposta sobre, se aceitaria ou se teria alguma outra ideia.



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- Juntos novamente, amigo! - Achiles bradou com um sorriso alegre no rosto, o que era bem estranho dada a última interação entre eles - É ótimo está com um conhecido novamente em batalha. - Continuou o marinheiro-cão dando dois “tapinhas” no ombro do celestial. Por mais estranho que tudo aquilo fosse, talvez o selvagem tivesse ignorado a posição escolhida pela celestial e seguido com sua vida ou será que tudo fazia parte de um plano maior? Bem, restava Aegon esperar para saber.

De qualquer forma, a missão era dada e aparentemente eles iam entrar em confronto com outros criminosos, liderados pela capitã Kela Scarverdinger, como citado pelo superior anteriormente. Aquela sala não demorou para ficar lotada, ao todo, cerca de quinze homens estavam por ali - Meu nome é Calros, sou um Sargento da marinha que estará na liderança dessa missão. - A voz do homem era grossa, seus cabelos eram loiros, curto – corte militar – e seus músculos eram bem visíveis, mesmo que ele estivesse usando os trajes da instituição - Essa infame pirata cometeu o erro de atracar na lateral da nossa Ilha, próximo ao cemitério. Como falei momentos atrás, existem algumas pessoas os observando, até então eles estão descarregando algumas caixas e provavelmente comecem a se mover em breve, precisaremos interceptar ou se tivermos tempo, ataca-los na própria costa! - As palavras do Sargento carregam firmeza - Os combatentes físicos serão os primeiros a avançar, responsáveis por chamar a atenção. Atiradores ficarem comigo na retaguarda, no momento certo iremos disparar para lidar com o maior número de inimigos possíveis. - Era uma boa estratégia, algo simples, mas que provavelmente resolveria o maior dos problemas.

Ele parou por alguns segundos - A capitã é forte, então não deem brecha ao azar e ataquem com tudo que tem, protejam uns aos outros e sempre pensem em voltar com vida, não quero perder bons homens nessa missão! - Ele passava confiança em suas palavras, estranhamente o celestial podia se sentir motivado com as palavras do homem - Partiremos em quinze minutos, se tem alguma coisa para fazer, façam agora! Me encontrem na porta do Quartel General! - O dispersar era dado e todos podiam sair e fazer o que fosse possível naqueles poucos minutos. Calros já se adiantava e caminhava em passos rápidos em direção a saída do Quartel General, carregando uma espécie de Rifle em suas costas.

Bom, após o tempo necessário todos estavam reunidos na porta do lugar e partiam em direção ao cemitério, onde encontravam um homem franzino com trajes brancos com detalhes azuis, o que indicava se tratar de um marinheiro. Ele passava algumas informações simples, pelo jeito, eles estavam realmente fazendo uma espécie de entrega, mas pareciam ligeiramente atentos ao perímetro, por isso, tal marinheiro teve que sair do local onde estava - Eles não devem ter se mexido muito, saí de lá tem menos que cinco minutos. A capitã estava atenta, mandou alguns dos homens vasculharem o local e acabei tendo que sair, para não ser pego. - Ele falou de maneira simples e direta.

- Combatentes! - Chamou o grupo formado por oito pessoas, contando com o próprio celestial - Vocês irão na frente, pegaremos uma posição em território elevado, onde daremos cobertura a vocês. Como falei, vão com tudo, não permitam serem mortos por esses criminosos! - A ordem havia sido dada e o restante dos membros – carregando armas de fogo – seguia por um caminho diferente, indo para “lateral” do ponto onde estavam, buscando por um terreno elevado. O marinheiro que havia passado as informações anteriores servia como guia, passando pelo cemitério e andando por algum tempo, até chegarem a costa onde era possível ver um navio de proporções medianas em alto mar, alguns pequenos botes atracados em terra firme e cerca de vinte ou vinte cinco pessoas pela praia, sendo que cinco deles pareciam de guarda. Haviam pessoas armadas com armas de fogo, outras com armas brancas e também existiam aqueles que não portavam arma alguma - VAMOSSS! - Gritou Achiles correndo como um verdadeiro animal em direção ao grupo inimigo, sendo seguido por todo restante dos seus companheiros.


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Post 02
Uma pequena guerra se instaura, em poucos minutos eu saia do QG indo para costa daquela ilha enfrentar aqueles piratas, isso me animava, só o fato de não estar em uma missão de guarda já era um diferencial para mim, o tédio já estava me consumindo por completo, mas não que eu fosse um louco por lutas, porém era sempre bom sacudir um pouco os esqueletos. ~Sim Senhor!~ Bradei para o marine atirador que estava encarregado daquela esquadra, Carlos era seu nome.

Com os grupos divididos, sem muita paúra seguia junto aquele marine que antes estava infiltrado até chegar ao destino da missão, onde podia se ver bastante piratas no local, como também embarcações e afins. “É, não vai ser tão fácil como pensei.” Penso enquanto percebo vários inimigos armados naquela praia, em torno de vinte a vinte cinco, mas eu não me amedrontava, pelo contrário, apenas aumentava mais minha vontade de alcançar a glória.

Simbolo

“Então é isso!” Minhas grandes asas brancas davam pequenos espasmos, a ansiedade por começar a batalha era tanta que meu corpo respondia por si só, assim retirando dos bolsos o par de soqueira que havia comprado dias atrás e os encaixando entre os dedos. ~Acho que teremos que lutar junt…~ Tento interagir um pouco com o mink, porém o mesmo seguia com pressa na direção dos inimigos. ~Afobado!~ Falo de canto de boca enquanto, algo como um sussurro. Poucos segundos após a saída do mink, não pensei duas vezes em seguir o mesmo correndo para aumentar mais o poder de ataque surpresa, assim voltando meus punhos para o chão e dando um leve salto com o corpo inclinado para frente, uma propulsão em chamas começavam a sair tanto dos punhos quanto das solas dos pés, tentando eu alcançar o mink ou até mesmo passá-lo, porém surpreender aquele grupo de piratas que estavam de guarda enquanto vinha dos céus.

Simbolo

No ar eu tentaria chamar a atenção dos inimigos ali, assim com o intuito de dar uma vantagem para o grupo de combatentes e também dos atiradores para atacarem, mas não fazia apenas isso, enquanto ainda estava sobre os mesmos, tentava manobrar minhas propulsões para chegar próximo dos cinco que estavam de guarda, assim girando o corpo duas vezes no ar, realizando dois chutes que geraram dois turbilhões de chamas atacando aquele grupo de cinco piratas.

Simbolo

Não baixaria minha guarda, assim após realizar os dois chutes giratórios, tentaria cair ao chão realizando um soco contra o mesmo, porém gerando minhas chamas pelo punho direito e as propagando pelo campo de batalha num raio de cinco metros de diâmetro, uma espécie de onda inflamatória seguia queimando e atacando quem estivesse próximo, claro que também servia como uma espécie de defesa para caso alguém quisesse me pegar na minha aterrissagem, não esquecendo também de que tentava cair no centro de onde estivesse o grupo de cinco marines.

Caso fosse atacado, tentaria me esquivar utilizando das minhas chamas para dar dash rápidos e explosivos para os sentidos contrários dos ataques, porém se fosse algum ataque corpo a corpo, não hesitaria em utilizar das mesmas chamas para me impulsionar para o mesmo e novamente utilizando meu estilo de combate agressivo, contra-atacá-lo de surpresa, ou defendendo de alguma arma branca com minhas soqueiras.



Última edição por Mizzu em Qua Out 12, 2022 11:49 am, editado 1 vez(es)
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Rapidamente o combate se iniciava na costa de Shells, as forças da marinha avançavam com velocidade e Aegon não ficava para trás, utilizando suas próprias habilidades para cortar a distância entre ele e seus inimigos. As chamas chamavam a atenção dos piratas que notavam a presença dos marinheiros e partiam para cima também, buscando um confronto direto contra eles. A capitã se mantinha inerte perante toda situação, ela observava com atenção como se estivesse buscando ou esperando algo, porém, o protagonista não tinha teria nem sequer tempo hábil para entender do que se tratava, já que seus inimigos vinham com velocidade.

Aegon estava no ar e mandava um ataque com suas chamas, porém, ele via notava que os inimigos pareciam não ligar para as chamas. Subitamente uma figura surgia, ele carregava dois escudos com uma ponta metálica no centro, utilizando-os para bloquear os ataques lançados pelo Celestial, era como se existisse uma barreira refletora ou o mais próximo disso naqueles escudos, já que as chamas foram “jogadas de volta” pro céu - Esse é meu! - Falou o pequeno homem que não tinha mais que um metro e trinta.

O pequeno homem avançou em direção ao marinheiro, o impedindo de prosseguir com seus movimentos, afinal, o pequeno era veloz o bastante para interceptar o anjo antes que ele realizasse o soco no chão, aplicando-lhe um chute na lateral do corpo que o desestabilizou. O combate estourou e os sons de disparos foram audíveis com brevidade, porém, uma situação ainda mais complicada surgia – Fracos. – Em meio ao combate as palavras da capitã ecoava com clareza, assim como uma barreira de água era criada. Aegon pode notar que a figura de liderança dos piratas estava manipulando a própria água do mar, impedindo que os projéteis acertassem seus homens, o que gerava um fator negativo aos marinheiros que contavam com aquele apoio – ACABEM COM ELES! – Com o grito o ímpeto dos criminosos foram elevados as alturas, eles entraram em um combate ferrenho com os marinheiros, enquanto Aegon teria que lidar com o pequeno homem que havia lhe impedido outrora.

Ele avançou com celeridade em direção a Aegon, a ponta metálica passou a girar, o que indicava que se o anjo fosse acertado, teria que lidar com danos graves. O marinheiro conseguiu esquivar da investida utilizando suas chamas para realizar dash’s explosivos, porém, ele notou que o pequeno homem era hábil o bastante para mudar de direção também, investido contra o celestial novamente, sem perder uma pequena fração de tempo sequer. Alguns golpes foram trocados, as manoplas tinham sua utilidade em segurar o problema principal, no entanto, Aegon notava que elas não iriam protege-lo para sempre, na verdade, as chances de serem quebradas eram bem altas, dado a rapidez com que as pontas metálicas giravam. O barbudo era como um pequeno trem bala, ele corria com velocidade e se impulsionava usando as pernas, colocando o escudo na frente e voando com as pontas na direção do marinheiro.


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Post 03
“Merda…” Penso enquanto observo aquele cenário de luta em que estava, quando menos percebi nossa vantagem logo havia sido ofuscada por aquele grupo de piratas, sendo minhas chamas parada por um pirata nanico que utilizava escudos, e pelo que parecia ser alguém com poderes de bruxaria ou algo do tipo, pois eu nunca vi ninguém manipular as águas, esse alguém era nada mais que a capitã daquele bando. “Isso não vai ser nada fácil!” Aquela águas impossibilitando do grupo de ataque a distância atuar, não era só minha única preocupação, além daquele anão escudista, a própria água em si era um dos meus piores inimigos, então havia chegado meu momento de improvisar.

Simbolo

Mesmo com aqueles poderes místicos manipulando a água, eu tinha um inimigo a derrotar antes de seguir contra a capitã, sim, aquele anão era um inimigo peculiar, porém ao inves de me causar medo, isso apenas me animava mais! ~Escudos? Vai me dizer que você também tem um chicote aí? Vou ser rápido com você!  ~ Digo enquanto ainda esquivo dos ataques do anão com meus dashs. “Tenho que ser cauteloso!” Assim dando um dash mais longo para trás, não meço esforços para concluir aquele meu ataque ao solo, levando meu punho direito ao chão e assim emanado bastante chamas ao redor, com o intuito das mesmas criarem um circulo de fogo que se expandia no local, na altura do que seria o peito e rosto do não, porém na cintura e peito de uma pessoa normal, assim sendo bastante volumoso as chamas para camuflar meus movimentos.

Simbolo

Em resposta rápida, já com o punho ao chão, apoiada o segundo ao mesmo e assim realizava um movimento giratório com as pernas, ficando as mesmas bem próximas ao chão e assim projetando as chamas de ambas as pernas e criando novamente uma onda de fogo, com as mesmas direções que a primeira onda, porém essa era quase próxima ao chão com o intuito de queimar e atacar os pés dos inimigos a volta, a fim de derrubá-los, ou propriamente falando, meu objetivo era tirar a atenção do anão defendendo o primeiro ataque com seu escudo para dar brecha para a segunda onda de chamas acertar seus pés e fazê-lo cair.

Simbolo

“Agora!” Penso enquanto termino o movimento da segunda onda de chamas, rapidamente concentrando minhas chamas nos punhos e nas solas dos pés, utilizo a propulsão que as mesmas me davam para tentar chegar o mais rápido possível perto do anão, com a vantagem de tentar pegá-lo ainda caindo ou talvez se levantando, caso meu plano desse certo é claro, assim não pensando duas vezes em querer finalizá-lo ali. ~Adeus!~ Concentrando todas as minhas forças e também as minhas chamas em meu punho direito, tentaria desferir um ataque poderoso contra aquele anão, um soco extremamente forte com o agravante das chamas serem emanadas após a colisão contra o inimigo, assim de não só fazê-lo sofrer com o dano do impacto, como também com o dano das chamas e assim o queimando.

Simbolo

Tentaria pois logo após atacar aquele anão, com as mesmas chamas que me propulsionaram para próximo dele, eu me afastaria procurando um lado ou lugar mas aberto, assim para não ser pego por algum ataque desprevenido, porém caso mesmo assim ainda tivesse alguém que fosse ousado o suficiente para me atacar, utilizaria das minhas chamais para criar uma barreira ou contra-ataque para parar qualquer iniciativa ali. Meu intuito naquele momento era seguir em direção contra a capitã, tinha que pará-lá de algum jeito para que o esquadrão de atiradores entrassem em ação, porém eu ainda não sabia como, assim tentando começar a observar melhor aquele lugar, como o que as pessoas ao redor estavam utilizando, se tinha algum objeto ou algo que pudesse fazer acabar com a concentração daquela bruxa e parada aquela parede de água, ou algo do tipo.


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Aegon notava que aquele inimigo era preocupante, na verdade, existiam dois inimigos ali que o preocupavam. O primeiro dele era aquele que conseguia manipular a água, já que o elemento em questão era um inimigo natural das suas chamas. O segundo era o pequeno homem barbudo que carregadas dois escudos, realmente, proteger do fogo com eles não seria uma tarefa difícil, tendo que exigir um empenho maior por parte do marinheiro e uma criatividade ainda mais elevada.

De qualquer forma, seus movimentos foram eficientes e ele conseguiu novamente atacar utilizando suas chamas, sendo rápido o bastante para fazer isso antes que o antagonista conseguisse chegar perto. As chamas foram em direção ao escudeiro que ajeitou ambos na sua frente, pela sua baixa estatura e o tamanho exacerbado do escudo, o protegiam por completo. Entretanto, aquela cena não era a única coisa que chamava atenção de Aegon, na verdade, o pior estava por vir - Lixo! Lixo! Lixo! - Gritou o homem enquanto entrava nas chamas, o marinheiro rapidamente pode ver que suas labaredas estavam sendo sugadas e ele logo entendia que aquilo era uma artimanha do homem.

Sim, por pequenos furos que surgiam no escudo o mesmo puxava completamente as chamas e gradativamente a parte pontiaguda do escudo começava a ganhar uma cor avermelhada, como se estivesse sendo aquecida com a própria habilidade do marinheiro. Ele conseguiu sugar tudo? Não! As chamas do marinheiro se espalhavam pelo ambiente com velocidade, afetando alguns inimigos e também aliados que estavam por perto, ele precisava ter cuidado quanto ao uso das suas chamas, podia acabar gerando uma vantagem aos seus inimigos, ao invés de ajudar os seus aliados. O pequeno homem caiu? Também não! Como dito, a sucção do seu escudo foi forte o bastante para defende-lo.

O antagonista avançavam com velocidade na direção do marinheiro, logo após obliterar por completo suas ações - É SÓ ISSO QUE VOCÊ TEM? - Gritava em meio ao som dos disparados que continuavam sendo lançados pelos defensores da lei, porém, continuavam sendo barrados pela parede líquida existente por ali. A situação estava complicada como um todo, o pequeno homem investia na direção de Aegon carregando os escudos com as pontas aquecidas e acertava de raspão um dos seus braços, rasgando sua pele e queimando logo em seguida.

Ele parou alguns metros a sempre e então virou-se com velocidade, voltando a correr e então saltar na direção do marinheiro colocando apenas um escudo na frente, com a ponta giratória na direção do seu peito, certamente atravessaria a pele do defensor da lei e estraçalharia toda aquela área. Ele precisava achar um jeito de lidar com o homem, pedir ajuda ou desistir daquele combate.


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“Caralho!” Tudo naquele lugar parecia estar bem desfavorável para mim, quando eu penso que aquela magia com a água seria o maior problema ali, vem esse escudo com alguma coisa que anula minhas chamas, ou pior, que usa elas como contra-ataque. Quase tudo que eu havia tentado fazer contra aquele inimigo não havia tido êxito, ou pior, eu havia machucado até alguns aliados próximos, além de ter parte do meu braço rasgado e queimado. “Tenho que me concentrar mais!” Penso enquanto vejo o inimigo partir em uma investida novamente contra mim.

Com mas minhas mãos e meus pés, eu utilizo das chamas como propulsão para ir bem mais longe possível pelo ar daquele anão, procuraria assim alguma área onde estivesse mais marinheiros ao meu redor, para assim conseguir um pouco de tempo. ~Se você quer tudo que eu tenho, então não terei escolha, só cuidado para não morrer!~ Juntando as palmas das mãos eu concentro por alguns segundos minhas energias após isso canaliza as mesmas por todo seu corpo, juntamente com as energias os lampejos das chamas começam a ascender, fazendo-me ficar com com o corpo todo envolto a chamas. ~Hi Yoroi!~ Com um grito voraz anuncio minha técnica enquanto fico envolto em chamas. ~Não se aproximem se não querem se machucar!~ Digo para os marinheiros ao meu redor.

Simbolo

Sem muitos escrúpulos eu corria na direção do inimigo, em chamas eu já não podia mais utilizar chamas potentes para me impulsionar para longas distâncias, porém ainda conseguia utilizar as mesmas para curtos dash e ataque. “Merda, ele é pequeno, isso apenas piora cada vez mais minha luta contra ele, se ele não tivesse esses escudos seria como tirar doce de criança.” Pensei enquanto seguia na direção do inimigo, sem muitos planos mirabolantes, talvez o mesmo também estivesse na investida contra mim, assim só diminuindo a distância entre nós. Tentaria assim dar um leve pulo quando estivesse poucos metros do anão, formulando o que seria um soco frontal contra o mesmo. ~Quero ver se esse seu escudo aguentar isso!~ Gritei enquanto posicionava meu punho direito para trás ainda no ar. “Espero que funcione!” Penso rapidamente enquanto no exato momento em que vou desferir o soco, e em que o inimigo estendesse seu escudo para assim absorver o ataque, realizaria um gancho no ar para cima, assim utilizando aquelas leves chamas de propulsão para ir ao chão rapidamente enquanto o inimigo ainda estivesse com os escudos erguidos.

Simbolo

No chão não pensaria duas vezes em posição de combate realizar um chute circular virando-me, agachando e mirando nas pernas do inimigo, meu intuito naquele momento era desestabilizar o inimigo rapidamente, levando-o ao chão, ou apenas tentando fazer com que ele soltasse os escudos, ou abrisse uma brecha na sua defesa. Logo canalizava todas as minhas forças em um poderoso duplo soco com ambos os punhos, tentando assim acertar o peito do inimigo, com isso devido a minha grande força e também pelas soqueiras que utilizava, esperaria afetar a respiração do mesmo ou até mesmo quebrar os ossos do seu tórax talvez, assim o jogando para bem longe ou se o soco fosse com o mesmo ao chão, amplificando ainda mais meu golpe.

Claro que também nem sempre ocorre como todo que foi planejado, por isso eu tentaria utilizar da minha força bruta para me defender do inimigo, pois as chamas já não eram a melhor opção, assim caso o mesmo investisse contra mim, utilizaria das minhas pernas para atacar parte do escudo que não era a centrar pontuda e giratória, assim utilizando da minha maior estatura para me distanciar dos ataques dele, e também de minha força para afastar se for preciso com chutes o inimigo até que eu pensasse em alguma outra forma de ataque, também utilizaria do velho e eficaz pulos para trás ou qualquer outro lado, afim de me esquivar daquele escudo.

Hi Yoroi:


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O marinheiro sentia a dificuldade que aquele combate estava tendo, o inimigo tinha baixa estatura, uma defesa sólida e uma velocidade interessante, era de fato alguém difícil de enfrentar. De qualquer forma, Aegon se afastou em direção aos seus aliados, que enfrentavam seus respectivos inimigos por ali enquanto a chuva de tiros continuava a ser dada, porém, com menor intensidade. Naquele momento ele conseguiu ter um vislumbre dos seus companheiros atiradores e também do superior em questão que estava liderando aquela missão, parecia que eles estavam avançando para um combate direto, pelo menos, parte deles.

O marinheiro por sua vez ativava uma técnica nova, uma espécie de camada do elemento que ele dominava era formada em seu corpo, o que proporcionava algumas fortificações, tanto ofensivas, quanto defensivas. Ele avançou em direção ao seu inimigo que vinha portando seu escudo de maneira defensiva, com as “brocas” girando e ainda aquecidas - Venha! - O pequeno anão parecia motivado com aquele combate. Em determino ponto daquele avanço a figura angelical usou do seu estilo de combate para alterar com velocidade a sua posição, fazendo uma finta antes de tudo, o que enganou por completo o seu inimigo - Merda... - Foi a única palavra que Aegon conseguiu ouvir antes de completar suas ações, finalizando com o soco duplo no tronco do barbudo que o lançou alguns metros para trás.

O pequeno homem rolou na areia algumas vezes, no entanto, não soltou seus escudos em momento algum - Porra! - Sua voz era alta, sendo assim audível mesmo com todo barulho existente por ali. Ele ficou de pé com velocidade, o sangue escorria pela sua cabeça e sua expressão indicava dor, contudo, não parecia que ele havia sido vencido. Ele soltou um dos escudos no chão, segurando-o pela “ponta” e então preparando seu próximo ataque, que sendo bem simples, era o lançado do escudo na direção do celestial em chamas. O escudo voava com velocidade na direção do marinheiro, a ponta metálica não parecia estar mais aquecida, porém, ainda girava com rapidez.

Aegon podia ver o combate em todos os lados, alguns colegas venciam, outros perdiam. A barreira parecia de pé e impedia os ataques vindos do ponto mais distante e bem, o superior chegava ao local no fim, indo em direção a capitã pirata existente por ali. O anão começava a correr na direção do marinheiro, ele estava nitidamente mais lento e portava apenas um escudo, enquanto o outro ainda ia em direção ao protagonista. O marinheiro via que seu inimigo estava indo em sua direção com convicção, por mais que sua velocidade tenha decaído, ele parecia preparado para enfrenta-lo, dava para ver em seus olhos. Aegon tinha que se atentar a possíveis ataques, porém, o principal perigo era o escudo indo em sua direção.


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Tudo aconteceu da melhor forma possível, eu havia acertado em cheio aquele anão fodido, porém o mesmo ainda não havia se dado por vencido. “Então ele ainda quer lutar?!” Arrumo minha posição de luta, ajustando melhor meus pés e mãos, com também a postura do meu corpo. “Pode vim!” Penso enquanto vejo o anão se levantar.

Ao meu redor o caos estava instaurado, alguns aliados vencendo, outros não e eu sabia que tudo aquilo era devido aquela barreira d’água que impossibilitava o esquadrão de atiradores atuar, porém aquela pedra no sapato, que era o anão, não me deixava desobstruir aquele parede para dar seguimento ao combate, até que via o líder do grupo seguir para o combate corpo-a-corpo. “Isso não é bom.” Pensei enquanto sabia que tinha que bolar algo rápido.

O anão era destemido, em pé o mesmo jogava um dos seus escudo em minha direção, enquanto corria na mesma com o outro escudo em mãos, isso era inesperado até para mim, que via aquela “arma” vindo em minha direção. ~Merd!~ Falei rapidamente como uma forma de impulso, logo utilizando de minhas chamas para dar uma propulsão para o lado, agravada é claro com um grande pulo para lateral em forma de reflexo me fazendo cair ao chão para me esquivar daquele ataque. No mesmo momento eu via aquele anão seguir em minha direção, porém agora com apenas um escudo e visivelmente mais lento. “Agora você não escapa, maldito!” Penso enquanto minha genialidade me faz pensar em uma forma de contra-atacar o nanico.

Simbolo

No chão eu concentrava minhas energias desfazendo aquela técnica de armadura de chamas, e tentava me levantar o mais rápido possível, em posição de combate concentrava minhas chamas e assim realizava dois socos giratórios, expelindo chamas dos mesmos numa potência um tanto que maior dos socos anteriores, a fim de fazer com que aquele anão sustentasse um pouco mais aquela investida. Tentaria pois no momento do primeiro ataque, utilizar minhas chamas para me aproximar mais rápido possível do inimigo enquanto o mesmo ainda estivesse recebendo o primeiro ataque, devido a sua baixa estatura e agora com minhas chamas em total liberdade, tentaria pois ultrapassar o inimigo ou pelos lados ou até mesmo por cima, utilizando as propulsões das chamas enquanto ele ainda estivesse ocupado com o primeiro ataque para pegá-lo desprevenido e abusar da sua lentidão.

Simbolo

Ao lado, ou em cima do mesmo, ou até nas suas costas, esses eram os lugares que eu iria ficar, o que fosse mais difícil para o anão tentar defender, após sair do primeiro ataque. Como uma tentativa de ataque surpresa eu concentrava minhas forças com o punho que estivesse mais longe do escudo do inimigo, realizando um gancho de cima para baixo, eu o canalizar com uma chama saindo de meu cotovelo, utilizando a segunda forma do meu estilo de combate Hi no tōri Sentō, a forma Hi Sokudo, para ampliar o dano e a velocidade do meu soco, tentando visar o rosto daquele pirata com o objetivo de finalizá-lo naquele momento.

Em último caso, se meus ataques fossem todos anulados, tentaria emanar minhas chamas na direção daquela parede de água, mesmo que o elemento fosse meu inimigo natural, com o atrito do fogo com a água, um grande vapor se criaria, criando assim uma enorme cortina de fumaça que poderia tanto me ajudar, como me prejudicar, porém não hesitaria em fazê-lo, eu tinha que parar aquela barreira para que os atiradores não avançassem para o campo de batalha, pois seria uma enorme chacina. Caso eu conseguisse finalizar aquele anão ali, com ou sem vapor eu utilizaria das minhas chamas para me propulsionar para próximo daquela capitã, olhando sempre em volta para caso algum aliado estivesse em maus bocados precisando de ajuda, assim eu o ajudaria.



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Por pior que a situação parecesse ser, Aegon notava que seu ataque havia sido bastante efetivo, dada situação que seu inimigo estava. Sua força era conhecida, suas habilidades com as chamas o deixavam em um patamar elevado, contudo, sua inteligência não parecia acompanhar a sua força. Sim, ele conseguiu desviar do escudo que voava em sua direção com facilidade, não era esse o problema dos neurônios do rapaz. Na verdade, sua esquiva lateral foi um fator decisivo para derradeira falha em suas ações.

Como citado anteriormente ele estava no meio de um combate, inimigos enfrentando seus aliados, vencendo e perdendo... porém, em nenhum momento aquilo pareceu ser uma preocupação ao marinheiro. Quando pulou para o lado e tentou dar prosseguimento as suas ações ele notou algo estranho acertando suas costas, sim, um marinheiro havia sido jogado em cima do celestial, que pego de surpresa quase era levado ao chão. Por sorte ele tinha conseguido se manter de pé. Aquele curto espaço de tempo foi necessário para que o anão o alcançasse, pulando com ferocidade, jogando todo peso do seu corpo naquele ataque direto!

A dor reverberou pelo corpo com velocidade, para sua sorte a técnica utilizada foi capaz de segurar a maior parte dos danos, impedindo que seu abdômen fosse perfurado e dilacerado pela força centrífuga daquela ponta metálica existente no escudo. Ele foi empurrado por alguns metros e mesmo que não conseguisse ver o anão completamente por causa do escudo, ele era capaz de sentir que a pequena figura estava dando tudo de si naquele momento, usando o máximo da sua força de vontade para continuar. Talvez pudesse passar pela sua mente que aquele era o momento ideal para finalizar, ele estava nitidamente fraco, em uma posição desvantajosa e o celestial tinha o domínio, contudo, ele sentiu em sua nuca uma pancada tão forte que o desestabilizou por completo e o deixou atordoado, era como se tudo estivesse balançando, seus sentidos estavam claramente instáveis.

Uma outra figura se mostrava presente naquele momento, acertava as costas de Aegon com tamanha velocidade que ele podia sentir cerca de quatro socos encaixando perfeitamente. Ele conseguiria fugir? Talvez, mas ele não era tão ágil assim. Ele sentiu seus pés se distanciarem do solo e uma pressão em sua asa esquerda, o inimigo que estava por trás puxou e o jogou contra a areia com selvageria, lançando-o em seguida em direção ao ar. O marinheiro sentia o incômodo nas costas e na parte frontal do abdômen, a situação não estava boa para ele. Ainda no ar ele via uma situação inusitada, o pequeno homem vinha voando em sua direção com o escudo em sua frente – acima da sua cabeça, no caso, o escudo seria a “ponta” de uma flecha e o corpo do NPC a flecha em si. Parecia que ele havia sido jogada pela outra figura musculosa, careca e com cicatrizes espalhadas pelo corpo.


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Post 06
Tudo aconteceu muito rápido, quando eu menos esperava já estava ao chão e o que seria minha mais nova companheira já se aproximava de mim de braços abertos, a morte? Talvez, mas eu ainda tinha forças para lutar, não só contra ela, mas contra todos. “Maldição!” Pensei rapidamente enquanto ainda desnorteado devido a pancada na nuca via minha vista apagar por milésimos de segundos, assim recebendo vários ataques e sendo jogado contra a areia.

Agora já não era mais um inimigo, eram dois, ou melhor, eram dezenas, eu havia aprendido da pior forma como me comportar em um cenário de combate como esse, fazendo valer as os dizeres, “As lições aprendidas na dor jamais serão esquecidas, pois só a dor gera a compreensão!”, assim sendo um aprendizado que no momento havia sido doloroso, porém num futuro iria me ajudar. Por um breve momento eu sentia uma angústia vindo de dentro de mim, eu nunca havia entrado em uma batalha onde as chances de derrota eram reais, essa era a primeira vez, mas na mesma intensidade desse sentimento em seguida vinha minha determinação, eu tinha uma ambição e não poderia deixar essa chama apagar assim tão fácil.

Ainda atordoado ao chão eu via o que seria uma flecha vindo em minha direção, não parei muito para pensar no que era, eu estava debilitado naquele momento e assim não podia dar chance ao azar, logo concentrando minhas chamas nas costas, lampejaria as mesmas para me impulsionar para o mais alto que desse e assim tentando me esquivar daquele ataque. Como uma flecha tem um destino fixo sem arrodeios logo após lançada, eu começava a entender o que era aquele ataque ao ver o anão com o escudo em sua cabeça, com minha mente um tanto que desorientada eu não havia percebido de início o que era aquilo.

Se a minha esquiva fosse realizada de forma positiva, eu não pensaria duas vezes em revidar aquele ataque ainda no ar, como uma flecha que passa sem poder mudar sua direção, após subir aos céus para me esquivar da mesma, tentaria pois atacá-la caso a mesma estivesse passando ainda ou se ela concluísse seu ataque ao solo. Estendendo minha perna direita para o céu, eu concentrava todas as minhas chamas na mesma, criando assim uma espécie de propulsão poderosa, algo equivalente ao um turbo onde aumentaria minha velocidade para atacar, assim aumentando mais ainda meu dano. Tentaria voltar ao solo da maneira mais rápida possível, com o intuito de atingir o inimigo ainda no ar ou até mesmo já no chão, eu realizaria um movimento circular próximo ao mesmo, fazendo assim toda aquela energia e força gerada pela propulsão ser dispersa em um forte chute, mirando nas costas do inimigo que possivelmente estivesse com o escudo sobre a cabeça, assim dificultando ainda mais a sua contra resposta ao meu ataque.

Com todas as minhas forças sendo carregadas naquele chute eu tentaria por vez finalizar aquele anão, porém ainda assim estava atordoado pelo ataque que havia recebido na nuca, então quando chegasse ao chão não recuaria, mas com minha perna envolta em chamas, da panturrilha até os dedos do pé, realizaria uma chute circular a fim de criar um turbilhão de chamas ao meu redor, afastando inimigo, amigo, o anão caso ele ainda conseguisse se esquivar, ou qualquer outra coisa que estivesse próximo se não quisesse ser queimado, eu ainda tinha que recobrar meus sentidos, então me via em uma grande estreito perigoso.

A mente ainda distorcida, caso eu conseguisse finalizar aquele anão, tentaria observar melhor o campo de batalha e assim não ser pego novamente desprevenido. ~VAMOS!~ Como uma espécie de descarrego, ou forma de quebrar aquela sensação de tontura ou fraqueza, eu gritava da maneira mais alta que eu conseguia, para alguns poderia ser uma forma de mostrar que eu havia vencido aquele anão casca grossa, para outros não, porém naquele momento eu estava tentando levantar o moral daquele grupo que estava sendo encurralado, mesmo com o apoio dos atiradores tentando entrar no campo de batalha, muitos de nós já haviam caído naquele lugar, então a determinação destemida que apenas uma palavra bradada por mim criava, era minha tarefa, tentaria externar minha determinação a todos com o intuito de multiplicar esse sentimento pelo grupo.

Utilizando de minhas chamas, eu me afastaria um pouco do centro de combate, não estava lá cem por cento para adentrar a infantaria daquele grupo, mas não era por muito tempo, como a frase “dois passos para trás para pegar impulso para voadora!” eu apenas tentaria encaixar meus pensamentos e também meus sentidos para assim voltar ao centro de batalha, me defendendo com ataque frontais de chamas para dispersar inimigos, como também para ajudar aliados, claro, se preciso utilizaria das chamas para me esquivar de ataques também as usando como propulsão para meus dashs, sempre visando o melhor ângulo de direção para não ser pego novamente após me esquivar.

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Atordoado; era essa a situação momentânea de Aegon, que foi pego em um golpe unicamente por conta da sua inexperiência ou talvez uma confiança exacerbada em sua própria força, que no fim, voltava a primeira opção. De qualquer forma, a pequena criatura que voava em sua direção como uma flecha carregava todo seu ímpeto, era possível o marinheiro sentir a determinação do seu inimigo em finalizá-lo naquele movimento, no entanto, o protagonista dessa aventura contava com os meios necessários para realizar uma esquiva em pleno ar.

Utilizando suas chamas ele desviou do golpe, deixando com que seu antagonista passasse sem completar seu objetivo e bem, ele olhou na direção que Aegon alçou em pleno ar. Seu olhar era de tristeza e decepção, além de claro, a aceitação que o derradeiro fim havia chegado. Como um meteoro incandescente, o marinheiro desceu aplicando um golpe que levou a figura inimiga em direção ao solo. Seu grito de dor foi tamanho que chamou a atenção de todos em meio aquele combate, principalmente da capitã, que olhou amargurada para a cena que se decorria em seu campo de visão.

O choque com o solo foi estrondoso, o inimigo estava estatelado no solo, sua massa encefálica estava espalhada pelo ambiente, assim como grande parte do seu corpo estava queimado. O escudo? Destruído no contato com o chão, ele havia sido finalizado com requintes de crueldade, mas poucos ligavam para os direitos dos criminosos - YEAAAAAAAAAAAAAAAAH! - Gritou Achiles ao ver aquela cena, sendo motivado pelo grito de Aegon. A batalha continuou com uma virada de maré incrível, os marinheiros pareciam aos poucos obliterar todos os inimigos, eles estavam empurrando para próximo do mar, até mesmo a capitã estava tendo problemas diante daquela situação. Porém, as coisas não acabariam tão fáceis assim.

BOOM! O som do canhão foi ouvido e a explosão em terra veio logo em seguida, Aegon havia se distanciado ligeiramente do combate por alguns segundos e viu com clareza alguns dos seus companheiros voando para um lado e seus membros para o lado oposto. O navio inimigo estava em alto mar, em uma distância considerável e novamente um disparo foi ouvido: BOOOOM! A explosão veio logo em seguida, ceifando a vida de aliados e inimigos. A capitã estava enfrentando o superior e líder daquela incursão, ele se mostrava hábil o suficiente para lhe dar trabalho, no entanto, seus movimentos pareciam cada vez mais lentos, parecia que seu corpo estava desidratado. E a capitã inimiga? Ela mostrava toda sua habilidade com aquele montante de água por perto, realizando movimentos sucintos com o controle da água, rajadas e bloqueios eram realizados com louvor.

A preocupação com o canhão foi tamanha que ninguém nem sequer notou a presença afastada de Aegon, pelo menos, não que ele pudesse perceber, já que não foi atacado por nenhum inimigo durante aquele seu “descanso”. Sua mente parecia melhor, assim como seus sentidos estavam aptos novamente a retornar para o furdunço que havia se tornado o combate. Pessoas se enfrentaram por ali, o canhão era disparado com louvor e os marinheiros voltavam para o empate da batalha, porém, agora tinham um inimigo perigoso em alto mar. Os ferimentos ainda era algo incômodo ao marinheiro, que precisava lidar com eles.


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Post 07
O combate entrava no seu ápice, eu percebia que meu grito não só encorajou meus companheiros, como também mudou o sentido daquele cenário, sim, começamos a virar aquela pequena guerra a nosso favor, porém nem tudo são flores. “Agora chegou a nossa ve…” Era o que eu pensava enquanto ouvia o grito daquele mink canino também ecoar pelo campo de batalha, mas logo era interrompido por um grande estrondo, um novo obstáculo surgia, obstáculo esse era era bem pior que aquele anão com escudos e muito mais destrutivo, um canhão a bordo de um navio em alto mar começava a atacar aquela praia, e sem muito se importar se poderia atingir aliados, eu via meus companheiros serem dilacerados pouco a pouco com as explosões causadas por ele, fazendo assim aquela vantagem que havíamos acabado de conseguir, sumir.

~Merda!~ Digo em um tom mais baixo, algo como um pensamento alto, demonstrando que todo aquela minha vitória contra o anão não tinha ajudado em nada, a vantagem que havíamos conseguido se extinguiu, não sobrando outra alternativa a não ser dar mais que cem por cento naquela luta, pois quanto tempo a mais passamos ali, mais aumentavam as baixas do nosso lado. Eu já havia recobrado os sentidos, por incrível que pareça aquele ataque em si havia sim mexido um pouco comigo, porém no momento eu já voltava ao normal, não com todo o gás que estava no começo do combate pois já havia sofrido alguns ferimentos, porém nada que não fosse possível de aguentar. “Não posso ficar dando brecha nesse campo de batalha, acho que seguir contra o canhão não é uma boa ideia, serei alvo fácil para ele, então o que me resta é cortar a cabeça para parar a movimentação do corpo.” Penso enquanto observo o líder do avanço lutar contra a capitã, porém o mesmo não parecia está la em suas ótimas condições. “Ele não vai aguentar por muito tempo.” Respirava fundo, eu sabia que meus movimentos a partir daquele momento seriam cruciais para o avanço da batalha.

Simbolo

Respirando fundo, concentro minhas energias diretamente no centro do meu corpo, levantando ambos os punhos fechados, eu os direciono para onde estava a capitã pirata e o comandante da missão, flexionando um pouco os joelhos, com uma especie de soco para o chão, eu movimento ambos os punhos, e assim lampejando as chamas se formavam dos cotovelos e joelhos, até a ponta dos punhos e polpas dos pés, criando assim uma enorme propulsão em chamas tentando assim me deslocar com enorme velocidade na direção que antes apontava. “É agora!” Pensei enquanto tentava passar por cima daquele combate frenético que acontecia naquele lugar, e assim chegar próximo daqueles dois sem muita interferência.

Simbolo

Caso alguém tentasse interferir em meu deslocamento, eu tentaria afugentá-lo com um turbilhão de chamas criado após retrair um dos meus punhos e logo após desferi-lo contra o inimigo. Porém ainda assim seguiria na direção da dupla que lutava entre si. Próximo aos mesmos, eu sabia que aquela mulher poderia ser um grande problema devia a sua mística com as águas, seria um adversário pior que o anão, porém eu tinha que erradicar logo ela antes que muitos outros morressem, assim como em uma forma furtiva, eu tentava realizar um soco simples no ar, criando uma labareda de fogo que fosse de encontro a inimiga, assim esperando que ela defendesse com sua mística para se criar uma camada de vapor no local, ofuscando assim sua visão contra mim.

Quase próximo a mesma eu dava um último dash a mais, como uma última carga de chamas que me movimentavam pelas mãos e pés, assim gerando algo como um último empurrão, apagando as mesmas após isso, queria pois esconder meus movimentos iluminados naquele lugar para assim pegar a inimiga de surpresa, então com o movimento de impulsão gerado pelas chamas eu girava meu corpo ao ponto de realizar um chute como uma voadora de alta velocidade e força na inimiga, a fim de desestabilizava naquele momento, e liberar tanto a parede de água que ofuscava os atiradores, quanto também o líder do avanço que já estava um tanto cansado. Meu ataque tinha como alvo principal o peito da inimiga, visto que seria uma das partes mais principais para que ela se mantivesse em luta, pois com a dificuldade em respirar minha vantagem seria maior.

Procuraria me defender utilizando os braços e levantando os joelhos para proteger locais vitais do corpo, sabia que lutar contra uma oponente de tal nível não seria fácil, assim tentando segurar algum ataque que fosse provido daquela mística com as águas da mesma, ou desviando com as soqueiras algum ataque com arma branca ou cortante, mantendo uma distância não tão longe da mesma, pois seria difícil lutar contra uma mulher que tivesse os poderes dos mares, contra alguém como eu que controlava as chamas. ~Comandante, descanse um pouco!~ Diria para o líder dos marines, com um sorriso sarcástico, eu olhava diretamente nos olhos da capitã, mostrava que minha determinação para lutar contra ela não era vã, e mesmo que estivesse em desvantagem eu não recuaria. ~Renda-se enquanto é tempo!~ Bradava para não só ela ouvir, como também todos os seus capangas entendessem que a mesma estava encurralada, ou melhor, para diminuir o moral dos mesmos.


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O atordoamento parecia parar junto com o estrondo ocasionado pelo disparo do canhão, que por sinal, se mostrava um inimigo perigoso. Os mais poderosos daquele ambiente continuavam a se enfrentarem com louvor, mesmo que o capitão da marinha não estivesse em uma situação muito boa, ele se mostrou hábil o bastante para lutar corpo a corpo contra aquela inimiga, sem sequer utilizar um poder estranho ou qualquer habilidade diferente. Aegon por sua vez buscava ser o estopim para virada da marinha, ele buscava uma responsabilidade que talvez fosse maior do que seus braços poderiam alcançar, afinal, se aquela mulher era forte o bastante para enfrentar seu superior, quem ele pensa que é para ousar enfrenta-la?

Em um disparo veloz e carregado por todo seu ímpeto, Aegon cortou o caminho que o separava da dupla, liberando suas chamas em direção a pirata, esperando que ela bloqueasse usando água. No entanto, ela não fez. A mulher pulou lateralmente dando uma cambalhota no ar, deixando que as chamas acertassem alguns dos seus homens que estavam atrás dela, com as canelas molhadas com a água salitra do mar, eles foram queimados, assim como os marinheiros que ali estavam. Fogo amigo era comum? Nem tanto, porém como citado anteriormente, Aegon precisava tomar cuidado quando lutasse em um ambiente rodeado de aliados, porém, ele ainda sim mostrava tal inexperiência.

Ele avançou contra a mulher tentando aplicar uma sequência de golpes, porém, ele notou rapidamente que aquela não era uma oponente que ele poderia enfrentar sozinho. POW! O som do soco ecoou como um verdadeiro estrondo, quiçá superior a explosão do canhão. Aegon defendeu? Sim, seus braços serviam como uma espécie de escudo, no entanto, ele sentiu uma dor tão grande que por um momento sentiu que seus braços haviam quebrado, mas, eles ainda se encontravam em boas condições - NÃO SEJA IDIOTA! - Gritou o Sargento carregando duas pistolas - Você não é um herói! Não tente ser um, irá acabar morrendo como todos... - Ali o marinheiro pode notar que havia muito mais emocional nas palavras do líder antes do combate estourar, o pedido de cuidado e principalmente, o cuidado uns com os outros... algo que Aegon havia pecado.

- Iremos enfrenta-la juntos! - Bradou com convicção se preparando para o combate, suas pistolas estavam carregadas, seu ímpeto ainda estava vivo e ele parecia pronto para continuar - Baratas... mais baratas vem até mim. - Bradou a capitã olhando fixamente para o celestial - Pelo jeito você é o brinquedinho deles, não é, meu pequeno anjo? - Palavras estranhas, o que ela queria dizer? Porém, antes que qualquer ação rolasse, um uivo cortou o ar com velocidade e Achiles caiu do céu alguns metros ao lado de Aegon, formando uma espécie de triangulo entre ele, o marinheiro e o superior. Em sua mão era possível ver a cabeça daquele musculoso que atingiu Aegon momentos atrás, a boca de Achiles estava manchada com o sangue, provavelmente de tal inimigo.

Diferente de antes o cão não estava falante, na verdade, sua expressão estava muito mais cruel que o normal. Suas garras pareciam que tinham saído de um galão de sangue, pois escorriam ao ponto de formar uma pequena poça, ele havia se divertido com os oponentes, algo que já havia deixado claro fazer - Ela é uma excelente lutadora em curta, media e longa distância. Cuidado com o mar, ela o domina com maestria, seus ataques são muito mais danosos do que aparentam, então, mantenham a guarda alta! - Falou o superior apontando uma das suas pistolas para mulher. Achiles parecia tomar a frente, talvez sua ideia fosse criar uma brecha para que Aegon ou o próprio Superior atacassem, afinal, ambos tinham capacidade de atacara a distância, diferente dele.

Por fim, o cão avançou contra mulher que fez o mesmo, partindo para um confronto direto e acertando um golpe tão forte na face do cão, que fez todo seu corpo tremer. Ele parou? Não, desferiu uma “patada” que rasgou a carne da mulher, que por sua vez, respondeu com um chute no estômago que o tirou do ar. O sargento disparou uma vez na altura da sua perna, porém, ela se moveu com maestria desviando do disparo. Achiles voltou a avançar, o superior parecia preparado para efetuar mais alguns disparos e estranhamente, a pirata não utilizava a água em seus ataques.


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