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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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II - Lados opostos, verdades veladas.

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II - Lados opostos, verdades veladas. Seg Out 10, 2022 8:16 pm
Relembrando a primeira mensagem :



II - Lados opostos, verdades veladas.


Aegon E. Agaznog [Marinheiro]

Não possui narrador definido.
Fechada

_________________

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Aegon sabia que sua situação não era das melhores e com isso preparava seu corpo para utilizar uma técnica que intensificava sua proteção. De qualquer forma, os inimigos não pareciam assustados com aquilo, na verdade, eles nem ligavam para tal façanha feita pelo marinheiro. Ao se mover sentiu que a adaga não estava presa o suficiente, afinal, suas chamas não eram um elemento sólido para tal feito, o que prejudicava ainda mais o decorrer das ações.

O loiro combateu os antagonistas com louvor, desferindo golpes que aplicavam queimaduras ao contato, porém, como citado anteriormente, o grupo não parecia se importar em sofrer tais condições. Eles continuaram com uma troca de golpes franca, enquanto aos poucos o protagonista se sobressaia no combate corpo à corpo, entretanto, talvez não estivesse esperando por uma ação vinda por parte de um dos inimigos. No meio da troca de golpes ele sentiu algo segurar na adaga fincada em seu abdômen, um sorriso sádico era visto na faceta do inimigo que era acertado pelos seus golpes em chamas, mostrando todo seu ímpeto para, de fato, tentar matar Aegon - MORRA! - O berro dado pelo antagonista veio antes dele girar a adaga fincada no corpo do marinheiro, fazendo o próprio sentir uma dor agoniante, algo que tirou completamente o protagonista do eixo.

Os outros golpes vieram em uma sequência assustadora, enquanto o sangue escorria involuntariamente pela boca de Aegon. Ele continuou? Sim, ainda tinha força o bastante para se mover e continuar, vendo que um dos inimigos havia caído, assim como outro e por fim, restavam apenas dois. O líder havia parado suas ações no meio do caminho, ele parecia analisar as habilidades do marinheiro - Você gosta mesmo de usar suas chamas, pena que sua situação está desfavorável. - Ele falou mantendo distância - Você está bem? Consegue lugar? - Indagou em direção ao seu companheiro e recebeu a confirmação que poderia continuar - Ótimo. - Finalizou mantendo o sorriso estampado em sua face.

Aegon não conseguia conter o sangramento que vazava pelo ferimento, era possível ver que os danos agora eram graves o bastante para que sua vida fosse colocada em risco, ele não poderia continuar daquele jeito por muito tempo. Entretanto, ele notou que os inimigos não avançavam, eles passaram a rodear o marinheiro como se ele fosse uma presa, uma besta enfraquecida que a qualquer momento iria perecer sem qualquer tipo de intervenção por parte deles. O líder estava bem, extremamente apto para combater, porém, o outro tinha danos significativos em seus braços e um dos olhos estava queimado, dificultando sua visão. O que o marinheiro iria fazer? Ele sentia que não tinha muito tempo, a cada segundo que passava a vida escapava pelo buraco feito em seu abdômen, a dor era agoniante, se mover era complicado, assim como respirar normalmente.


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Post 16
Minha respiração estava cada vez mais debilitada, para não falar também que minha vitalidade estava se esvaindo aos poucos, eu sentia minha vista falhar uma ou duas vezes rapidamente, porém eu ainda me mantinha em pé, eu não sucumbiria a aquilo, não, eu não morreria de jeito nenhum. “Tenho que me concentrar!” Penso enquanto logo levo a mão ao ferimento que mais me prejudicava, com o tanto de sangue que eu havia perdido e estava perdendo, eu tinha que receber atendimento médico logo, se não seria tarde demais, porém ainda tinham duas pedras no meu sapato que me impediam ali.

Simbolo

~Eu posso fazer isso o dia todo.~ Digo para aqueles dois racistas enquanto limpo uma parte do sangue que escorria de minha boca com um punho, e o outro tentava diminuir o sangramento em minha barriga, tomando posição de luta enquanto observava os dois me rodearem. “Tenho que acabar com esse de uma vez, só assim para conseguir lidar com o outro.” Penso enquanto observo que um dos inimigos estava bastante debilitado, assim esperando que o mesmo tomasse uma certa distância do seu aliado, e sem pensar duas vezes correr na direção do mesmo.

Com um ataque frontal sem muita finta ou deslize, eu procuraria acertar um soco bem dado no inimigo, um gancho de direita que ao acertar o queixo poderia derrubar de vez o alvo, porém não era só isso, naquele mesmo momento eu tentava utilizar das minhas chamas para me dar uma leve propulssão para o lado do olho do inimigo que estiva debilitado, com o intuito de atacar no ponto cego dele, eu tentaria aquela rapida finta para assim que o mesmo mordece a isca de um ataque direto, eu o atacasse no ponto cego ainda sim com um gancho, porém agora amplificado com as minhas chamas que saiam do cotovêlo tranformando aquele soco quase em um foguete.
Procuraria me defender com meus braços e pernas, caso o meu ataque não surtisse efeito, tanto na finta, quanto no soco em si, assim retraindo ambos os braços para proteger tanto as partes vitais do corpo, como meu perigoso ferimento.

Simbolo

Não me daria ao luxo de dar as costas para o inimigo assim fácil, então no mesmo instante que eu desferisse o soco, me viraria para o outro inimigo, que talvez fosse afetado com um ataque psicológico que meu olhar poderia fazer nele, as minhas chamas ainda estavam em volta do meu corpo, cada vez que eu ia perdendo mais sangue, as mesmas apenas ficavam mais vivas, era algo involuntário de mim, onde sempre que eu ia perdendo vitalidade, minha vontade e determinação iam aumentando, assim me dando aquele último impulso que não me fazia cair no campo de batalha. Meus olhos travam nos olhos do inimigo, minha testa enrijeceu, meus dentes trincaram, eu sabia que estava em desvantagem naquele momento, mas como um dos meus mestre lá dos mares do céu uma vez havia me falado, “acabe com a alma do inimigo antes mesmo de lutar e a assim a luta será fácil”, e era o que eu tentava fazer, comer o espírito de luta do inimigo com os olhos para que ele perceber que não estava lutando com uma pessoa normal, assim tentando fazer com que o mesmo hesitasse nem que por um segundo, não me deixando outra escolha em explorar essa brecha.

Com ou sem brecha, eu partiria na direção do ultimo inimigo e caso o mesmo que vinhesse em minha direção, eu não hesitaria em me abaixar e realizar um chute circular, meu intuito seria novamente em fintar o inimigo, esperando o momento certo que ele atacasse ou se defendesse para assim eu realizar o golpe em sua parte inferior e assim o levá-lo ao chão, mesmo ainda com o corpo debilitado, e com bastante perda de sangue, eu tentaria ao máximo segurar minhas forças até onde desse, mesmo que os movimentos me prejudicasse ainda mais, eu não pensaria nisso naquele momento, só tinha um foco, acabar com aqueles malditos.

Caso o mesmo chegasse a cair ao chão, eu faria um ataque final contra aquele inimigo, sabia que talvez isso não o mataria, porém eu tinha que arrisca, não iria conseguir mais reativar aquele escudo de chamas, por isso não podia errar, assim que o mesmo estivesse no chão eu pularia no mesmo momento que ele caísse, desativando minhas chamas e minha técnica, posicionando uma mão no meu ferimento, enquanto a outra mão aberta iria na direção do inimigo, com os dedos extremamente rigidos e afastados, eu concentrava minhas energias para lançar uma labareda de chamas com extrema selvageria e destruição, assim queimando o mesmo até que não houvesse mais carne para queimar, parando minha mão apenas quando atingisse a cabeça do mesmo, não ligando para uma defesa em si, claro que se eu percebesse que o ataque tivesse feito o efeito que eu esperava.

Caso o inimigo não chegasse a cair no chão, eu apenas desativaria minha técnica de chamas que me dava uma leve proteção, porém me impedia de usar livremente as mesmas, assim dando alguns passos de distância do inimigo e realizando um chute frontal girando o corpo para o lado, criando uma enorme labareda de fogo que iria na direção do inimigo, tanto para atacá-lo, como para dissipá-lo, fazendo assim o mesmo caso houvesse mais de um inimigo, porém agora seriam chutes circulares para acertar mais de um alvo.


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Por mais que tentasse se segurar, Aegon sentia que sua situação não estava nada bem. O sangue escorria pelos ferimentos em seu corpo, a dor reverberava por ele com fervor e os inimigos que restavam estavam prontos para continuar o combate. Para sua infelicidade, nenhum outro marinheiro aparecia por ali para interceder ao seu favor, na verdade, isso poderia ser bem ruim para ele, dependendo das palavras das outras duas figuras.

De qualquer forma, ele continuava da maneira que conseguia, utilizando suas chamas para impulsionar seu corpo em direção ao inimigo com olho danificado. Naquele momento suas ações foram concluídas com êxito, já que ele conseguiu pegar pelo ângulo que era desfavorável ao seu antagonista, que recebeu os golpes carregados pelo ímpeto do marinheiro. Entretanto, suas tentativas de causar algum medo a figura de liderança foram falhas, na verdade, o jovem estava pronto para enfrenta-lo de peito aberto, sem sequer se importar minimamente com suas chamas ou qualquer “vontade” que ele quisesse passar.

O inimigo avançou no mesmo momento que Aegon partiu para cima, mesmo sem a brecha que buscava, o jovem estava pronto para definir aquele combate. Sem hesitar desferiu um chute circular, que por sinal, causou uma dor agoniante, dado os movimentos amplos realizados pelo mesmo. Aquilo chegou a atrapalhar suas ações? Não completamente, mas sim, acabaram por reduzir ligeiramente sua eficácia. As ações restantes ocorreram em um misto de êxito e falhas, pois, por mais que Aegon tivesse acertado alguns golpes, ele também havia recebido duros socos que acertaram seus ferimentos, principalmente a lâmina em sua barriga - MORRA! MORRA! MORRA! - Gritou o líder inimigo enquanto caia no chão, segurando e puxando a lâmina que ainda estava alojada no abdômen do celestial.

Aegon se deu por vencido? Não! A dor era algo para depois, seu sangue estava tão quente quantos suas chamas e então ele esticou sua mão, concentrando sua habilidade racial nela, liberando em seguida suas chamas com tamanha selvageria que queimou o antagonista por inteiro. Os gritos de dor ecoavam pelo ambiente, era como o choro de um animal prestes a morrer, a presa naquele momento havia virado a caça. A figura angelical tinha forças para continuar? Não, aquela era sua última fagulha de energia, as últimas coisas que conseguiu enxergar foi a cena do inimigo tentando rolar no chão, buscando apagar as chamas, porém, sem sucesso. O loiro caiu desacordado, tendo uma poça carmesim formada na altura do seu ferimento, sinal que seu sangue não parava de escapar do seu corpo. O marinheiro perdeu a consciência rapidamente, ficando imerso na própria escuridão da sua mente, pelo menos, a sensação de vitória dominava seu corpo naquele último momento de luz.

[ . . . ]

Aegon acordava sentido um odor fétido de excremento humano, sua primeira visão era o teto amarronzado e repleto de mofo. Ele estava em um quarto simples, com uma pequena estante no extremo direito do local, tendo logo ao lado uma janela de madeira – assim como a estrutura da casa. O vidro estava parcialmente quebrado e ela estava entreaberta, sem a necessidade de nenhum suporte para mantê-la assim, indicando que, na verdade, a janela estava quebrava - Você acordou? - Uma voz infantil cortava o ar com velocidade, o marinheiro conseguia ver que no outro lado da cama – o lado oposto a janela – três crianças estavam sentadas. Todas tinham cabelos castanhos, pele clara e usavam maltrapilhos - Achamos que nunca fosse acordar. - Completou a outra criança – duas meninas e um menino - Verdade, você gemeu por vários e vários dias. - Disse a terceira.

Estava nítido que elas não tinham boas condições, tanto pelas roupas, quanto pelo local onde estavam. Caso Aegon tentasse se mover, sentiria uma dor infernal vinda do seu abdômen, onde notaria que o ferimento havia sido tratado, no entanto, estava infeccionado - Nos cuidamos de você! - Disse uma das meninas tomada pela alegria - Te encontramos lá perto do cemitério, onde os outros marinheiros estavam! Mas você estava completamente nu, por isso te trouxemos para cá! Talvez você seja um pirata que nem nosso pai? Estava fugindo da marinha? - Questionou o menino com um olhar sério e curioso. Aegon podia andar? Sim, mas teria dificuldade! Ele estava apenas com uma espécie de bermuda velha cobrindo suas partes, panos enrolados em seu ferimento e conseguia enxergar também que algo havia sido usado, uma espécie de pomada verde.

Por fim, era claro que o tratamento feito pelas crianças não tinha muito valor, porém, pelo menos elas conseguiram parar o sangramento - Você matou aqueles marinheiros? Todos estavam mortos! Tinha quantos mesmo, Mimi? - Perguntou uma das meninas - a que parecia mais nova - a sua irmã - Acho que tinham seis, um todo queimado.. outros com ferimentos e dois só com um corte aqui. - Disse apontando para sua garganta.


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~Dias?!~ Dei um leve grito ao ouvir da garota que eu havia ficado de cama por dias, porém me vinha a pergunta, o que eu estava fazendo ali?

Aos poucos eu ia entendendo mais ou menos todo aquele cenário, minha luta contra os racistas havia sido totalmente uma faca de dois gumes, tanto que eu também havia sofrido bastante com aquele combate, que logo me lembrava de forma agressiva quando levava a mão a minha barriga. “Merda!” Pensei enquanto vejo alguns curativos em meus ferimentos. Me sentava enquanto levava a mão à cabeça, aos poucos meus sentidos iam recobrando, e logo ouvia daquelas crianças algo como seis inimigos mortos, com dois tendo as gargantas cortadas, e era esse o impacto que me fazia ativar meus sentidos por completo.

“Seis? Dois com a garganta cortada? Como assim? Eu só lutei contra quatro!” Penso enquanto tentava entender o que havia acontecido, poderia ser que aquelas crianças tivessem se confundido? Não sei, porém algo não estava certo, e por um bom momento eu ficava silencioso, não só para entender o que realmente havia acontecido logo antes das crianças me socorrerem, mas também por que eu ouvia de uma das crianças perguntas sobre seu pai, que era um pirata, e por incrível que pareça aquilo me tocava. “Merda, essas três crianças são órfãs?" Pensei enquanto olhava encarecidamente nos olhos delas. “Será que o pai delas morreu?” Respirava. “Será que eu o matei?... Merda!” Por um pequeno momento eu olhava para aquela janela quebrada. “Eu estou mesmo indo pelo lado certo da maré?” Uma pequena analogia quanto aos rumos que eu havia traçado ao chegar no mar de baixo, aquela instituição de grande prestígio, chamado Marinha, não parecia ter aqueles valores que tanto pregavam para pessoas de fora dela, e vendo os rostos daquelas crianças esperando pelo pai, apenas aumentava mais aquela indecisão que tomava meu interior.

Me levantava. ~Não, não sou um pirata.~ Tentava procurar algum dinheiro entre minhas coisas, caso estivesse com elas, pois eu havia sido encontrado do mesmo jeito que eu chegara ao mundo, nu. ~Obrigado por terem me salvado, um dia espero retribuir esse favor.~ Diria para as crianças tentando dar 100 mil Berries caso estivesse com o dinheiro no momento, porém eu me segurava aos montes, sabia que o pai delas possivelmente estava morto, mas não poderia acabar com a única coisa que restava para aquele trio, a esperança.

Com uma bermuda maltrapilha e passos que mostravam nitidamente que eu estava ferido, eu tentava sair daquele lugar o mais rápido possível, cada minuto que eu ficava, sentia que uma corrosão pior que aqueles ferimentos me atacava por dentro, e eu não poderia por nenhum momento perder para aquilo. “Tenho que ajudá-los de alguma forma, mas antes preciso saber o que aconteceu, será que é a melhor alternativa voltar ao QG?” Pensei enquanto tento imaginar como estaria o cenário naquela ilha, eu estava fora por dias, e pior, eu havia cometido um ato de “traição”, mesmo que estivesse com os ideais certos, porém algo me afligia, por que tinham mais dois inimigos mortos no local? Por que eles estavam com as gargantas cortadas, o que aconteceu? Era esse o código que eu teria que decifrar antes de tentar voltar ao QG.

Nas ruas eu tentava seguir para algum posto médico que não fosse organizado pela Marinha, queria pois melhorar meus ferimentos, assim logo em seguida indo novamente para o cemitério para conseguir informações do ocorrido e também ao cair da noite, tentar de uma vez achar aquele tesouro antes que fosse tarde. Procuraria por pessoas nas ruas que estivessem abertas a dar informações sobre a luta que havia acontecido naquelas ruas, claro, como um habitante do céu eu sabia que nem todos estariam livres para conversa, ou melhor, que eu não poderia chamar muita a atenção no local, por isso eu tentaria ao máximo ser furtivo e menos espalhafatoso possível, sempre observando tudo para compreender se era a melhor alternativa voltar para o QG já.



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Acordar naquele ambiente diferente era algo “assustador”, mas aos poucos Aegon ia entendendo do que aquilo se tratava. Aquelas crianças estavam curiosas com a figura angelical deitada naquela singela cama, o movimento do homem fez toda estrutura dela balançar, mostrando que estava em um estado deplorável, assim como colchão, que exalava um odor estranho de mofo. A mente do celestial também ficava intrigado sobre a quantidade de mortos, afinal, ele havia lutado contra quatro pessoas, porém, eles relataram seis corpos - Aaaah... - Falaram ao mesmo tempo um coro triste, pelo jeito, estavam esperando que a figura fosse um inimigo da marinha.

Quando tentou tatear os bolsos daquela simples bermuda, percebeu que seus pertences não estavam por ali - sem dinheiro e a soqueira - , inclusive, todo seu dinheiro. Sem mais delongas o marinheiro levantou e saiu do lugar, dando de cara com uma área pobre de Shells Town. A cada passo dado a dor era agoniante, era como se seu corpo fosse ruir a qualquer momento, além de claro, sua força parecia ter fugido por completo do cerne da sua alma. O marinheiro nem sequer se importou em pegar suas roupas, o que era estranho, mas aceitável, já que sua condição com certeza atrapalhava seu raciocínio por completo.

Ele caminhou com dificuldade, em certo ponto viu a necessidade de se apoiar em uma das paredes que formavam aquele caminho. O objetivo do marinheiro? Encontrar um lugar onde pudesse tratar aqueles ferimentos de maneira digna, era possível para o mesmo sentir um odor estranho vindo da região do seu abdômen, mesmo sem ter proficiências relacionadas aos cuidados médicos, ele conseguia entender que sua situação, talvez, fosse até mais grave que antes. De qualquer modo, em determinado ponto a fraqueza em suas formas dominou seu corpo, ele quase caiu duas ou três vezes, contudo, foi amparado por uma pequena figura conhecida por ele - Você saiu todo doido dessa forma, esqueceu até suas roupas! - Disse o garotinho apoitando o corpo do celestial em seu ombro/cabeça - Sim, você esqueceu! Esqueceu! - Falou o garoto do outro lado - Nossa irmã está segurando suas coisas. - Finalizou.

Não demorou muito para que outras figuras – adultos – viessem perguntando o que estava acontecendo, os meninos foram rápidos nas respostas e falaram que o marinheiro precisava de ajuda, porém, sem falar que de fato ele era da marinha – os npc’s perceberam pelas roupas ensanguentadas que a garota carregava. Para infelicidade do celestial, seu plano de não ir até o quartel general caiu água baixo, já que os adultos ali rapidamente o levarem até o quartel general, sendo escoltados no meio do caminho por um pequeno grupo de defensores da lei, que fazia guarda pela região. Ainda desacordado o marinheiro foi prontamente atendido pela equipe médica, que realizou todo o procedimento para ajuda-lo naquela problemática, fazendo até mesmo a raspagem do ferimento, tirando a carne que estava começando a necrosar.

Ele acordou algum tempo depois, sendo mais específico, um dia após sua saída da casa das crianças. Seu corpo estava espetado em diferentes pontos com agulhas ligadas a pequenos tubos, que injetavam gradativamente os medicamentos necessários para sua melhora - Soldado, você está bem? - Uma voz conhecida chamava sua atenção em meio a situação. Aegon notava que estava em uma grande enfermaria, piso e paredes brancas, diversas macas colocadas uma ao lado da outra e alguns marinheiros estavam por ali também, ele conseguia reconhecer que aquelas pessoas eram os marinheiros que batalharam ao seu lado contra a pirata.

De quem era a voz? Do cão chamado Achiles! Ele estava todo remendado, parecia uma múmia, exceto pela sua cabeça, que estava livre - O que aconteceu com você? - Questionou o selvagem.


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Novamente estava eu, deitado em uma cama desacordado por horas, ou talvez dias, não sabia ao certo. “Onde será que eu estou?” Pensei enquanto ainda não abria os olhos, ou melhor, enquanto abria aos poucos e percebia estar em algum lugar mais limpo e alvo que antes. “Como vim parar aqui?” Parecia que minhas memórias também estavam turvas, não lembrava nem por um minuto de como eu havia chegado naquele lugar, ou o motivo de eu ter chegado.

Foram precisos alguns minutos para que eu voltasse à tona em sentidos e memórias, não por completo, porém já conseguia distinguir algumas coisas. “Merda!” Pensei enquanto lembrava do impasse que me acometera quando estava com as crianças, devido a limpeza e também os aspectos daquele lugar eu já imaginava estar no quartel general da marinha em shellstown, e isso não era bom. “Preciso sair daqui o quanto antes!” Com o objetivo de sair daquele lugar, eu tentava me levantar daquela cama enquanto era impedido por bandagens e agulhas por todo corpo, sentia que cada vez que eu me movimentava mais, a dor aumentava, e quando a dor chegava, meus sentidos voltaram a agir normalmente. ~Quem é você? Sim, estou!~ Digo para a enfermeira que me atendia naquele momento, e logo em seguida percebia que não estava só naquele lugar.

Tanto quanto eu, aquele grupo de ataque contra os piratas também estavam naquela enfermaria, percebia que até então nada tão anormal havia acontecido, porém eu ainda tinha que descobrir qual era a razão daqueles dois corpos visto próximo a mim, ou melhor, se aquela informação era real, porém logo aquela minha sensação agitada e rígida era ofuscada com uma bela visão, mais hilária que bela, porém reconfortante, Achiles fantasiado de múmia logo a minha frente. ~Yahhahaha!~ Dificilmente era possível ver isso saindo de mim, sim, risadas, porém rápidas pois cada gargalhada apenas machucava mais minhas feridas. ~Boa pergunta, não lembro o que aconteceu, mas fico alegre em saber que você está vivo.~ Não diria o que havia acontecido comigo e com aquele grupo de racistas, não sabia a que ponto dentro da marinha isso poderia me afetar, então no momento eu apenas teria que manter a boca fechada e tentar buscar por provas.

Tentaria continuar na enfermaria o mínimo que me fosse exigido, assim me dando até alta, mesmo sem aconselhamento médico, se por acaso eu percebesse que aqueles enfermeiros quisessem me segurar por um bom tempo de forma maliciosa, porém minha primeira parada seria nada mais, nada menos que a sala do superior, mesmo machucado queria ver nos olhos daquele senhor se havia alguma pingo de suspeita sobre o assassinato daqueles marines, porém eu queria saber dele outra coisa, ou melhor, eu queria a resposta dele para uma pergunta minha.

~Senhor, me apresentando, Soldado Aegon!~ Diria diretamente para o superior, tentaria bater a porta da sua sala e esperar a permissão do mesmo, para assim me apresentar, mesmo todo ferido, tentaria manter a postura ereta e demonstrando minha determinação naquele lugar. ~Senhor, qual a punição para pessoas que cometem crime de racismo?!~ Direto e claro, eu não pedia permissão ou desculpas, apenas perguntaria para aquele homem ao qual eu tinha o maior respeito naquele QG, esperando a resposta do mesmo, pois ela seria um divisor de chaves para a trilha da minha ambição.

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Aegon acordava na enfermaria com a mente um tanto quanto conturbada, já que não estava entendendo direito tudo o que aconteceu desde o término da sua luta. O rapaz havia acordado em uma casa velha, partido pelas ruas de Shells e então apagado novamente, recobrando sua consciência no território da marinha, algo que não queria - Só isso que você vai falar? - Resmungou Achiles - Você soube daquela merda que aconteceu? Parece que alguns piratas escaparam ou sei lá, mataram alguns marinheiros e que porra aconteceu contigo? - Tentava olhar para Aegon com maior clareza, contudo, seu corpo mumificado não permitia fazer um giro tão amplo quando o necessário.

De qualquer forma, o marinheiro angelical não parecia afim de responder, na verdade, pensava unicamente em sair dali o quanto antes. O mesmo ficou ali por mais algumas horas, enquanto sentia gradativamente seu corpo tendo uma melhora, muito por conta da sua constituição elevada e resistência física diferente do comum. Porém, mesmo com tudo isso ele teve que passar basicamente o dia todo lá, até ser liberado, mesmo tendo algumas ressalvas do médico. Foi-lhe indicado retornar para trocar os curativos no dia seguinte, uma coisa que provavelmente o jovem não faria. Como dito, acabou sendo liberado mesmo com o desgosto do médico responsável, contudo, era notificado que estava “bem”, só precisava evitar situações que exigissem muito do seu corpo.

Qual destino do marinheiro? Bem, ele caminhava pelo quartel general com vagareza, passo à passo em busca da sala do superior. E quem era o superior? Exatamente, o mesmo responsável pela investida até os piratas anteriormente - Aegon, o que lhe trás aqui? - Questionou o homem envolto por ataduras, mas que continuava trabalhando - Vejo que está ferido, aquela batalha foi dura. - Continuou o homem antes de ouvir a pergunta do celestial, que por sua vez, formou-se uma expressão estranha em sua face - Como assim? Caso tenha provas podemos tomar as devidas medidas... - Ele falou um pouco sem jeito, como se estivesse sido pego desprevenido - Mas sem provas é difícil, apenas sua palavra contra a do possível agressor... infelizmente, ficamos de mãos atadas nesse caso. O máximo possível é entrar com uma queixa, para ser avaliada pelos superiores. - Comentava o homem.

Talvez não fosse a melhor resposta para os ouvidos de Aegon, saber que aqueles racistas talvez saíssem impunes, podia ser algo que abalasse suas estruturas.


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Frente a frente com aquele superior, eu sabia que não seria nada fácil aquele caminho que eu estava começando a traçar, porém eu não poderia recuar, mesmo que isso fosse assinar minha carta de despedida da liberdade - se ela já não estivesse assinada por eu ser um celestial -, mas naquele momento eu via que não poderia me aprofundar mais no assunto, o homem havia conseguido com suas palavras se esquivar bem da minha pergunta, mostrando que ele não havia presenciado nada sobre, assim me pedindo provas. “Merda, se eu falar o que aconteceu com aqueles marines, isso irá virar o jogo contra mim.” Pensei já tentando antecipar o que poderia acontecer caso eu falasse sobre o ocorrido passado, sabia que ainda não tinha ideia de todos os fatos, logo não me restava mais nenhuma escolha a não ser perguntar diretamente para ele, meu intuito era ver com meus próprios olhos até onde aquele superior estava metido. ~Foi apenas uma pergunta mesmo senhor, mas sobre a morte de alguns marinheiros, ouvi por alto que alguns piratas conseguiram escapar e acabaram assassinando outros marinheiros, o senhor tem alguma informação sobre isso?~ Perguntava dando um leve suspiros forte em seguida. ~Temos que achar os culpados.~ Falo novamente, agora olhando diretamente nos olhos do homem.

Com ou sem resposta do mesmo, eu relaxava mais o corpo, ainda dentro daquela sala, eu tentava passar um aspecto menos hostil para aquele homem e assim pedir o que me era de direito, meu salário. ~Hope senhor, uma outra coisa, não cheguei a receber meu salário quanto a essa missão, acabou que no combate eu perdi todo meu dinheiro.~ Olho para o chão lentamente, elevando uma mão a nuca, tentava receber o que me era devido, porém sem muita pressão ou perseguição, eu lembrava que ainda estava pisando em ovos naquele Quartel General.

Recebendo ou não o salário, seguiria para o que seria a livraria daquele QG, novamente estava eu naquele lugar procurando por livros para passar o tempo, porém já com outro objetivo. A procura de um livro sobre como descobrir e encobrir rastros, e outro sobre avaliações de itens, eu tentaria da mesma maneira rápida que entrei, sair, pois não poderia perder mais tempo enquanto existia um tesouro naquela ilha ainda perdido, me fazendo apenas passar pelo refeitório para conseguir algo que espantasse minha fome, quando a mesma chegasse, e assim seguir novamente para o cemitério, esperar a luz lunar aparecer, caso ainda não fosse noite.


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O celestial estava diante do superior que lutou ao seu lado contra aquela pirata, pelo jeito, ele havia tido uma recuperação bem melhor - Entendo... - Respondeu a princípio um tanto quanto desconfiado, era possível ver as dúvidas em sua face - Sobre isso é uma verdadeira incógnita. - Sua expressão mudava para algo “normal”, como se estivesse falando apenas de mais um dia de trabalho - Muitos morreram naquela missão, mas esses casos específicos estão carregados por algo estranho. Por que penso isso? Alguns dos marinheiros tinham marcas de queimaduras em seus corpos, era como se estivesse entrado em um confronto físico contra outros inimigos... enquanto alguns pareciam terem sido assassinados. - Ele falava de maneira detalhada sobre sua opinião e as informações que tinham - Sim, temos que achar. - Ele confirmava.

O marinheiro parecia mais relaxado naquela sala, passando a questionar sobre o salário - Aquele combate foi uma loucura, perdi minha aliança de casamento no processo. - O sargento falou de maneira mais tranquila - Até onde consigo lembrar você estava bem, pelo jeito, acabou sendo apunhalado por algum dos piratas, não é? - Questionava mantendo a serenidade em seu olhar - Sim, alguns ainda não foram pagos porque estão se recuperando. Mas pelos seus arquivos e desempenho durante o combate, você entrou na lista dos promovidos para Cabo, aqui está o seu salário. - O valor era maior que o recebido como soldado, pelo menos, Aegon agora tinha uma quantia significativa.

Aegon foi dispensado logo em seguida e então passou rapidamente na biblioteca, no entanto, diferente de antes ele encontrou as portas fechadas, não sendo possível adquirir seus livros naquele momento. Seu próximo passo? O refeitório e assim ele foi, alimentando-se da comida simples ofertava aos defensores da lei, contudo, com um certo sabor. O tempo passou gradativamente e cada vez a noite parecia mais perto, no processo a figura angelical notou que um número diferente de marinheiros caminhavam pelo quartel general, assim como pessoas de terno que iam e viam acompanhando alguns marinheiros feridos, como se estivessem fazendo uma espécie de interrogatório. Algo notável também foram as papeladas que iam e vinham das salas, principalmente do superior responsável pela missão e captura da criminosa que por sua vez, não saiu de lá.

Por fim, caminhou até o cemitério sendo banhado pelo brilho da lua, notando mais uma vez que ela seria a responsável por leva-lo até o tesouro. Em determinado ponto da conexão daquelas luzes, notou que teria que virar alguns daqueles “espelhos”, para que o raio se conectasse em todos os pontos. Assim que fizesse tal feito, notou um som rochoso quebrando o silêncio do ambiente, revelando ao marinheiro um velho baú envolto de musgo.


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Por um momento um leve pingo de alegria me contagiava, aos poucos eu ia subindo os degraus para gloria eterna naquela instituição e ao saber que agora eu já não era mais um soldado comum, isso me alegrava, porém na mesma quantidade que felicidade que eu ficava, a angustia também me consumia, sempre ouvi que quanto mais alto você sobe, maior é a queda, e pelos caminhos que eu estava começando a traçar, talvez a marinha em si não fosse lá a minha estrada para a gloria, porém eu sabia que quanto mais influente fosse na mesma, poderia ou não tentar mudá-la por dentro.

Sem muito o que falar com o superior, eu apenas agradecia pela promoção e seguia para fora daquela sala, meu intuito era ir até a livraria local, mas a mesma se encontrava fechada, assim não me restando dúvidas a voltar para minha caça ao tesouro, coisa essa que eu já estava negligenciando a um bom tempo.

No cemitério com o pergaminho em mãos, eu voltava pelos passos que antes eu havia dado na busca por pistas, incendiando uma das mãos, gerava a fonte de iluminação necessária para assim movimentar os espelhos e achar o que seria o tesouro, entre as rochas após realizar o gatilho de abertura, um baú velho envolto de musgo estava a minha frente. “Puta que pariu! Eu consegui?” Pensei enquanto arregalava meus olhos, aquele seria a primeira bijuteria que eu havia conseguido achar, mesmo com uma boa quantidade de conhecimento quanto a caça aos tesouros, eu sabia que esse seria o mais marcante por ser o primeiro, assim não me restando dúvidas ao querer abrir rapidamente o baú. Tentaria de varias formas abrí-lo, forçando o eicho, ou até mesmo queimando o mesmo para assim ele ficar mais fragil, esquentando o que seria sua fechadura, com o intuito é claro de conseguir abrir e adquirir o que teria dentro.

~O que é isso?~Falaria, caso conseguisse abrir, ainda sem entender muito sobre algumas coisas do mar de baixo eu me pegava em uma dúvida sobre o que estava dentro daquele baú, dinheiro? itens? outra pista para um novo tesouro? Não sabia, porém pelo horário eu apenas pegava o que estava contido naquele baú e seguia para o quartel general novamente, seguindo para meu alojamento para aí sim pesquisar e entender o que seria esse tesouro. Posteriormente voltaria para meu descanso, queria curar aquelas feridas o quanto antes.




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Por um momento passou pela mente de Aegon que ele havia encontrado o dito tesouro, no entanto, ele estava prestes a descobrir que ainda não tinha, de fato, encontrado. Quando abriu o baú escutou o som de maquinário novamente, algo que remetia a “rocha/cimento” se movendo sozinho. No baú ele encontrou apenas dois itens: O primeiro era um pequeno espelho bem semelhante aos que tinham espalhados pelo cemitério, enquanto o segundo era uma pequena chave enferrujada e parcialmente destruída – a parte que você segura, não à responsável por destrancar.

Ao se levantar ele notaria uma mudança, em determinado ponto aquelas luzes se encontravam e uma pequena estrutura rochosa havia surgido, com um lugar para encaixar aquele espelho encontrado pelo marinheiro. Caso o garoto fosse até lá e colasse, notaria que a luz apontaria para um outro ponto do cemitério, onde a água alcançava seus joelhos e uma lápide se mostrava presente. Havia algo escrito, mas pelo tempo e o efeito corrosivo do ambiente, já não era mais legível. Aquilo era o fim? Não! Bem no ponto em que a luz atingia ele pode notar uma abertura, algo que normalmente passava despercebido, mas agora estava nítido.

Ao encaixar a chave e girar, notaria que na lateral daquele túmulo o concreto que formava a parede cairia, dando acesso a um baú sem tranca, contudo, devidamente lacrado. O que estava por vir? Ele precisava abrir para ver.

Quantidade aleatória (1,10) : 7


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Seguindo os passos que aquele caminho dava, eu percebia que aquele baú era nada mais que uma chave para outro portal. “Denovo?” Pensei enquanto via mais um sinal que me mostrava onde era o real lugar do tesouro. Uma lápide com uma escrita já obsoleta e corrosiva devido ao ambiente, não me restando dúvidas ao encaixar a chave e ver o que aconteceria após isso.

~Hmm…~ Observava lentamente enquanto o concreto da parede ao lado da lápide caía, mostrando o que estava escondido talvez por décadas ou séculos, um baú, porém já esse não estava fechado, apenas lacrado a espera do seu caçador. “Caralho, eu realmente consegui?!” Pensei ainda incrédulo com tudo aquilo que havia acontecido, desde que eu havia chegado na ilha só foram batalhas e mais batalhas, talvez esse seria o meu apice de emoções na mesma, assim não hesitando ou esperando algum coisa negativa acontecer para que abrisse o baú. Eu tentava abrir o baú.

Se o que estivesse contido no báu fosse uma manopla, minha testa franzia, meus olhos encarariam com fervor, fora que seria nítido ver em minha expressão facial que eu não estava nada contente com o recipiente daquele baú. “Uma manopla velha? Isso tá mais para uma luva, que merda.” Pensaria ao ver que aquele item em si não me agradaria naquele momento, porém cavalo dado não se olha os dentes, eu tentaria pegar aquele manopla para dar uma olhada melhor, não teria como todo aquele mistério para esconder apenas um pedaço de pano velho. “Caralho, só tem um par!” Voltava a minha indignação caso visse que apenas teria a manopla no punho direito, sendo assim um tesouro “incompleto” talvez.

Com a manopla em punho, tentaria equipá-la em meu punho direito, meu objetivo seria mais para testar a flexibilidade e a desenvoltura da mesma, afim de ver se ela atrapalhava ou não o fechamento do meu punho, porém nesses momentos em que eu ficasse a observando, caso conseguisse ver as escrituras cravadas nela, e assim entendesse, não demoraria muito para falar em voz alta o que a mesma pedia. ~Ash.. Ashb… Ashborn!~ Demoraria um pouco para poder dizer a palavra certa em si, claro depois de muitas tentativas em minha propria mente, assim após dizer tais palavras algo mudava, talvez aquela manopla fosse amaldiçoada e eu havia acabado de entrar em uma armadilha.
Caso conseguisse recitar as palavras certas para ativar o efeito da manopla, sentiria um poder como nunca antes visto, uma grande aura negra me envolver a começar do punho ao qual eu empunhava a manopla, até o corpo todo, uma armadura negra energética se formava, dando a entender que eu possuía uma armadura concreta e real, porém a mesma era apenas baseada em energia, e fora isso uma aura roxa se envolvia por toda a armadura. ~Que porra é essa?!~ Gritei ao ver que agora estava trajado por uma armadura mística e extremamente poderosa. “Caralho esse pessoal do mar de baixo tem umas magias loucas.” Pensei enquanto lampejava uma pequena chama que envolvia meu punho, e para minha surpresa, minhas chamas agora não tinham mais a coloração laranja avermelhada, e sim uma chama negra e escura.

Por alguns minutos eu ficaria me deslumbrante com toda aquela beleza da armadura, porém logo após algum tempo, eu perceberia que deveria voltar ao QG, não poderia dar muito alarde por esse momento, estava pisando em ovos, então teria que ser bem mais cauteloso que o normal. “Como faz pra tirar isso agora?” Pensei enquanto levava a mão a cabeça, porém não conseguia coçar a crosta do cabelo por estar com um capacete. “Será que…” Após alguns minutos tentando dizer algumas palavras que vi nos livros de história, e algumas que criava naquele momento, eu tive a brilhante ideia de apenas dizer as mesmas palavras ditas para ativar o poder, e para minha alegria, a aura negra se desfazia do meu corpo, voltando para aquela manopla envolta de faixas velhas, porém firmes.

Com um sentimento de alívio, precedente de alegria por ter adquirido não só um novo item, mas também algo do século perdido, sabendo que sua jornada como um caçador de histórias apenas estava começando, eu tentava seguir para o que seria o QG da marinha novamente, cansado depois de toda aqueles curativos e também a procura do tesouro, eu tentaria seguir diretamente para o alojamento, a fim de apagar no exato momento que caíssa a cama. Sem saber muito o horário que me acordaria, tentaria seguir diretamente para sala do superior para me apresentar, sei que ainda não estava lá cem por cento, porém não poderia dar mole, não agora. Caso alguém perguntasse sobre o novo item ao qual eu portava, apenas diria que eram faixas de pressão, uso medicinal, mesmo não sabendo se existissem ou não tais faixas.

Tesouro do Século Perdido:


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Ao abrir o baú ele notou que não havia ouro, tampouco joias ou qualquer item relacionado aos tesouros normais, na verdade, uma estranha manopla mostrava-se presente. Toda aquela demora havia o levado a uma mera arma? Talvez por alguns segundos essa possibilidade passou em sua mente, contudo, ele logo descobriu que não era bem assim.

A arma carregava uma tonalidade estranha, assim como uma aura e escrituras que, posteriormente, mostraram-se ser uma palavra de ativação. Após algumas tentativas o celestial conseguiu falar a palavra corretamente, tendo seu corpo envolvido por uma espécie de armadura feita de energia de cor bem semelhante a manopla, aparentemente, servia para sua proteção? Não, Aegon logo viu que aquilo não iria bloquear os ataques enviados em sua direção, contudo, tinha seu valor. A arma era diferente das outras, claramente havia ficado naquele baú durante longos anos, contudo, seu estado continuava impecável, mostrando-se ser feita de um material resistente a corrosão do tempo, seria essa a força daquela energia? Bem, era uma opção.

De qualquer forma, o celestial tinha encontrado algo interessante, que podia ajuda-lo dali pra frente, quiçá, ele ficasse até mesmo conhecido no mundo por conta da sua nova aparência. Não tardou a entender como fazia aquela armadura se retrair na manopla novamente, vendo que era algo bem simples de se fazer, apenas falando o mesmo nome citado para que ela rodeasse seu corpo. Após deslumbrar seu novo item, sua mente logo indicou a necessidade de retornar ao Quartel General, afinal, ele não podia fazer muito alarde, já que as coisas estavam estranhas por lá.

Shells estava calma naquela singela noite, algumas pessoas caminhavam pelas ruas com simplicidade, enquanto outras festejavam nos mais diversos bares encontrados pelo Celestial no caminho. Alguns soldados faziam rondas noturnas, mantendo a segurança da Ilha, mas nada de estranho entrava no alcance dos seus olhos. Ao retornar para o Quartel foi diretamente ao alojamento, no processo sentiu algumas fisgadas em seus ferimentos, sinal que ainda não estava pronto para vagar deliberadamente por ai, já que poderia a qualquer momento sofrer um revés perigoso. O objetivo de Aegon? Dormir! Por mais cedo que fosse – na casa das nove horas da noite – o marinheiro queria descansar e bem, era necessário.

Ele dormiu muito? Algumas horas, porém, foi acordado com o toque de um dos seus aliados - Soldado, precisamos acordar. - A voz ouvida vinha de um dos incontáveis marinheiros naquele alojamento - Temos uma missão de urgência, seu nome está na lista. - Finalizou assim que notasse o despertar do protagonista. O sol não invadia o alojamento, mas sim o brilho da luz se fazia presente nas janelas do lugar, sinal que ainda era noite - Acordar as três da madrugada para partir em uma missão? O que será que aconteceu? - Questionava outro marinheiro revelando o horário para o Celestial - Parece que algumas coisas estão ruins na Grand Line, piratas estão Dominando algumas Ilhas, enquanto outros estão destruindo os locais por onde passam! Pediram por alguns recursos, aparentemente vamos fazer a entrega de alguns materiais na próxima ilha, ou algo assim. - Um segundo marinheiro falava enquanto se vestia.

Aegon parecia não ter muito tempo, já que a situação indicava uma certa urgência. Ao sair do alojamento ele notaria a presença de um superior, um homem forte, com músculos arredondados, uma expressão de poucos amigos e cicatrizes pelo seu rosto, como se tivesse sido esfaqueado várias vezes - SENHORES! - Sua voz era grossa e passava uma forte rispidez - Vocês foram selecionados para uma missão simples, proteger a carga que será entregue em Polestar! Contudo, iremos até Tequila Wolf para pegar alguns recursos importante e após isso seguiremos viagem. Sei que alguns de vocês saíram recentemente de uma missão, porém, recentemente enviamos alguns soldados para Sirarossa e Kano, já que lá está uma bagunça e por isso, teremos que pedir a compreensão e dedicação de vocês nesse momento! Terão o descanso necessário quando chegarmos em Polestar, com duas semanas de folga para aqueles recém vindos de uma missão e uma semana para o restante! - Ele falava com seu tom autoritário, mas se mostrava ser alguém compreensivo com seus soldados.

- A missão não aparenta ser difícil, porém, digo que existe a possibilidade de sermos atacados por piratas no meio do caminho, afinal, esses ratos parecem cada vez mais ousados! De qualquer forma, finalizaremos a missão à qualquer custo! - Disse com todo seu ímpeto - Sairemos em trinta minutos, a viagem é longa! Então estejam prontos no horário. Encontro vocês no porto! - Aegon – assim como os outros – tinham um certo tempo para realizar seus últimos desejos em Shells, não era uma despedida, porém, permaneceriam algum tempo fora da Ilha. Por fim, caso fosse diretamente – ou rapidamente – para o Porto, notaria que o típico navio usado pela marinha estava atracado por lá, sendo preenchido com um número alto de caixas e outros itens como armas – espadas, armas de fogo –, canhões e todos os outros tipos de recursos. O alojamento? Um quarto simples com um leve conforto, mas nada comparado a uma boa cama.


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Tudo acontecia muito rápido, quando eu menos esperava já estava sendo despertado por outros marinheiros no alojamento, e isso era frustrante, extremamente frustrante, eu não conseguia dormir bem, e nem descansar totalmente. “Soldado não! Cabo!” Pensei de uma forma um tanto que hilária ao ouvi me chamarem naquele lugar, parecia que a promoção já havia subido a cabeça, mas era algo apenas momentâneo que eu pensava, de maneira brincalhona.

Com minhas necessidades feitas da maneira mais rápida possível, eu seguia para o encontro do superior, mesmo estando ainda debilitado eu tinha uma leve impressão do por que meu nome está naquela lista para a missão. “Sera que eles descobriram algo?” Pensei, mas logo via um outro superior dando ordens, eu seria deslocado para grand line? Talvez, não entendia muito o funcionamento daquela missão, mas eu sabia que seria uma ótima forma para abaixar a poeira do que havia acontecido, assim não me restando dúvidas, que durante essa viagem seria a melhor hora para descobrir algo sobre aqueles outros dois marines assassinados com a garganta cortada.

Minha mochila já estava pronta, eu não tinha muito o que levar, pois já havia perdido alguns itens quando fora socorrido pelas crianças, mas os itens básicos providos pela marinha eram meus maiores aliados naquele momento, como uniformes novos e itens de higiene pessoal e alimentação, talvez algumas cobertas e almofadas, mas nada tão volumoso, a mochila pesada é o conforto do combatente, porém não estava lá tão afim de sair com algo pesado em uma missão como aquela, e pior, na condição que eu estava só iria me prejudicar.

Tentava pois antes de sair daquele QG novamente ir a livraria local, mesmo sendo cedo demais ou algo do tipo, a viagem a barco poderia ser algo bastante tedioso, claro, eu estava em missão, tinha que proteger aquele navio com suprimentos, mas quem é que atacaria um navio da marinha, por isso eu sabia que teria algumas horas vagas, e por que não aprender coisas novas nesse período? Era o que eu pensava quando tentava pegar um livro sobre rastreamento e avaliações, juntamente com meu livro de história eu tentaria procurar mais sobre esse tal de Ashborn, queria entender a história por trás daquela manopla que eu havia adquirido, e o que era aquele poder que a mesma gerava.

No porto, caso eu conseguisse ou não os livros, eu apenas me acomodava diretamente naquele navio, guardando meus itens dentro do alojamento, eu saia até o convés para ver um pouco mais daquele navio, lembro que o que me trouxe para os mares de baixo era um parecido com esse, porém não tinha tantas armas e equipamentos, assim fazendo-me admirá-lo um pouco. ~Bastante destrutivo, não?~ Perguntava pra mim mesmo, algo como um monólogo, porém em seguida tentaria procurar meu antigo parceiro Achilles, não sabia se ele havia sido relacionado naquela missão, mas tinha um objetivo que era ter mais informações sobre o acontecido dos seis mortos, e caso não o achasse, tentaria comentar com outros marines ali para ver se conseguia alguma informação, enquanto o navio ainda estivesse no cais ou não muito mar a dentro.


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O celestial retrucava mentalmente o erro do seu superior, de fato, ele agora não era mais um mero soldado. Não demorou para aprontar as coisas, já que grande parte das suas roupas estavam devidamente colocadas na mochila e o resto dos itens foi facilmente guardado. A figura angelical não demorou para sair em direção a biblioteca que outrora estava fechada, na esperança de agora encontra-la aberta.

Aegon cortou os corredores movimentados do quartel com velocidade, vendo que outros irmãos de farda iam na mesma direção, alguns até mesmo comentavam sobre o destino que o jovem anjo desejava. Não demorou para encontrar a biblioteca aberta naquela madrugada e uma pequena fila com cerca de seis pessoas em sua frente, algo notável aos seus olhos era a expressão cansada da bibliotecária – a mesma de antes – que parecia ter recém acordado, provavelmente foi chamada para abri o local as pressas.

Alguns marinheiros saíam de lá carregando incontáveis livros, pelo jeitos, outros tiveram a mesma ideia que o jovem celestial. Ele demorou para conseguir os livros que precisava? Não! Encontrou rapidamente os livros com os assuntos que buscava aprender, tendo novamente que assinar seu nome no grande livro. Com os livros em mãos seguiu em direção ao porto, se acomodando no alojamento com rapidez, saindo para o convés logo em seguida, visando ver um pouco mais. Caixas e mais caixas eram alocadas no interior daquela monstruosa embarcação, assim como mais e mais marinheiros chegavam gradativamente.

Ele tentou procurar por Achiles, mas não encontrava o selvagem por ali, pelo jeito ele havia ficado de fora daquela missão. Tratou rapidamente de questionar alguns outros marinheiros buscando informações, porém, assim como o Cabo os outros não sabiam muito mais, apenas que estava se dirigindo até Minnions Island, onde ficariam alguns horas ou até mesmo alguns dias, não sabiam ao certo informar nada relativo a tal fato. Por fim, no horário marcado a viagem começou, o balançar calmo do navio indicava a ida do jovem celestial para outras terras, talvez deixando tudo o que viveu em Shells para trás? Estaria ele livre daquele preconceito que vivenciou por ali? Ou será que encontraria mais daquilo durante seu caminho?


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