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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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Operação Firefly

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Achiles
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Achiles
Pirata
Operação Firefly Qui Maio 05, 2022 11:34 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Operação Firefly

Aqui ocorrerá a aventura aberta dos(as) Agentes Eleine Worzel & Elizabeth Steinberg. A qual não possui narrador definido.

Oni
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Oni
Pirata
Re: Operação Firefly Qua Jul 06, 2022 9:46 pm




Operação Firefly - 03

Apesar de não saberem o que era um jogo de pega-paga, quando o treinamento começou, tiveram certeza de que não deveria ser tão exaustivo quanto foi.

O Agente Baresi ficava apenas parado a maior parte do tempo, apenas se movimentando quando alguma das duas chegava perto dele. Por ''movimentando'', me refiro aos traços deixados para trás junto com sua retroimagem quando o homem repentinamente perdia a consistência e reaparecia em outro lugar.

Após cerca de oito horas tentando ininterruptamente capturá-lo, em completo desgaste, parecia que sequer estavam perseguindo um homem, mas o holograma de um. Com a dificuldade crescente para respirar e a visão começando a nublar, Baresi terminou por dizer: - Eu não disse que vocês já podiam descansar.

Ao longo dos dias seguintes, começavam a enxergar cada vez melhor os movimentos do Agente, além de sentirem os músculos das pernas cada vez mais rígidos e a capacidade explosiva de suas movimentações sendo cada vez mais polidas. Embora o homem ainda parecesse um holograma, a esperança de encostar nele era ainda maior, já que podiam quase sentir o seu calor antes de ele sumir.

Elizabeth tinha uma dificuldade especial em tentar se aproximar para alcançá-lo, embora fosse quem conseguia durar mais tempo tentando.

No fim das contas, no último dia, Eleine foi capaz de segurar apenas o chapeu de Baresi, o que foi suficiente para que passasse. Logo após isso, caiu no chão absolutamente exaurida, sem sequer conseguir falar.

Seis horas depois, foi a vez de Elizabeth de encostar em sua gravata, apenas porque ela havia se movido com a velocidade com que se deslocava. A pequena distância, em centímetros, criada pela peça de roupa, lhe deu a vantagem suficiente, apesar da falta de velocidade.

Enquanto ambas estavam deitadas, sem conseguir se mover, no fim dos sete dias, Baresi ajeitava a gravata e o chapéu enquanto explicava: - É, deve servir. As duas conseguiram dominar o Nishiki, 2/6 do Rokushiki. Por enquanto, possuem apenas a base das duas habilidades, mas já é um bom ponto de partida para desenvolver. Não se enganem: uma semana é um tempo impressionante. A maioria dos agentes ficam por anos desenvolvendo o próprio corpo para desenvolver capacidades sobrehumanas antes de ter um lapso sequer desses poderes. Se vocês foram capazes, é só porque já eram bem fortes pra começo de conversa. - Ele começou a se deslocar na direção da porta, dando as costas para as agentes. - Vocês terão três dias de descanso. Após isso, venham até mim. Irei buscar a nova missão de vocês ou talvez prosseguir com o treinamento. - As deixava.

Entretanto, no dia seguinte, mandava um sinal urgente para as duas, para encontrá-las na mesma sala de treinamento.

Quando as duas chegassem, a expressão dele não seria nada boa. Em sua feição, uma mistura de pena e preocupação estava explícita. - Agentes. - Cumprimentava, com as duas mãos no bolso, o queixo próximo ao pescoço, olhando-as de baixo para cima. - O Agente que havia sido designado para a missão que as duas iriam pegar teve sua morte confirmada. A missão foi designada de volta para as duas, que agora são aquelas mais próximas do local. Nós iremos viajar imediatamente. A viagem irá durar dois dias, então podem ter o descanso prometido no barco. Se alimentem bem, se preparem ao máximo. Não faz muito sentido explicar os motivos para isso, e eu poderia acabar me comprometendo, mas o que virá a seguir certamente não será nada fácil. - Com um cumprimento mexendo o chapéu, deixava a sala.

Dois dias depois, viajando no navio, as duas podiam ver algo que parecia uma ilha. Ou melhor, era muito pequeno para ser uma ilha, embora que no mínimo tivesse o tamanho de um bairro.

Contudo, após mais alguns instantes de observação atenta, notavam que era um navio. Um enorme leviatã, completamente parado em alto mar.

- Louis Gustav Viktor II, este é o dono do navio. E a porcentagem de sobrevivência nas missões que ele passa para os Agentes é de 50%. Dentre os sobreviventes, cerca de 10% acaba se matando. E outros 15% deixam o Governo Mundial e têm de ser caçados.

Conforme se aproximavam, percebiam que o lugar se parecia com uma mistura entre clube e parque de diversões.




Histórico:

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Re: Operação Firefly Sex Jul 08, 2022 7:14 pm
Operação Firefly
Agente:Elizabeth SteinbergRelatório:
Localização:Lvneel - North Blue6
Missão:N/A



O treinamento fazia com que aquela semana fosse provavelmente a mais árdua que já tive em toda a minha vida. Em contrapartida ao Tekkai, que mesmo difícil pareceu quase uma evolução natural do meu estilo de luta, velocidade nunca fora o meu forte e por esta razão o Soru se tornava um adversário infernal durante todo aquele treinamento.

- Peguei! - Sorria. Estava exausta, mas minha mão segurava a gravata de Baresi tão firme quanto segurava uma espada, tamanha a agitação do momento. Quando finalmente éramos liberadas e Baresi saía da sala, eu perdia toda a minha pose de vencedora e me deixava cair no chão, totalmente exausta e ofegante, mas com uma enorme sensação de realização.

- Conseguimos Elle… Essa foi… Difícil… - A bem da verdade, minha companheira havia conseguido alcançar o agente muito antes e provavelmente já estava bem mais descansada, mas eu não estava no momento de levar aquilo em consideração. Após alguns minutos de descanso ali mesmo no chão, me levantava e seguia para os dormitórios acompanhada por Eleine. Apenas tomava um rápido banho antes de me deitar.

A noite havia passado rápido. O cansaço era tamanho que eu dormia como uma pedra por várias horas. Apenas era acordada quando uma mensagem chegava até mim pedindo para que me encontrasse com Baresi com urgência. Ainda me dava ao luxo de correr para me arrumar e pegar algo para comer enquanto me locomovia. Assim que possível, chegava ao encontro do agente.

- Agente - Cumprimentava assim que chegava. A expressão no rosto de nosso superior não era nada boa - O que houve? - Questionava, com alguma preocupação em minha voz. Com a voz em um tom diferente de seu habitual, Baresi explicava a razão do chamado urgente sem dar muitas informações, deixando com que eu apenas ficasse confusa enquanto olhava para o rosto de Eleine, tentando entender se ela havia compreendido melhor a situação melhor que eu. Por fim, dava de ombros. Um agente havia morrido, com certeza não seríamos mandadas para uma missão fácil.

Os próximos dois dias eram passados em alto mar, sem que eu soubesse ao certo para onde estávamos indo. As informações ainda eram escassas e, no lugar de ceder a minha curiosidade, tratava de descansar para melhorar o meu corpo que ainda estava dolorido devido ao último treinamento. Por fim, quando estava finalmente descansada, parecia que estávamos chegando em algum lugar.

- Que ilha é essa… - Estreitava os olhos tentando ver melhor ao longe. Mesmo os meus estudos recentes sobre geografia não haviam mostrado nada sobre aquele lugar no North Blue. Seria algum tipo de instalação secreta do Governo Mundial? Quando me aproximava eu finalmente tinha minha resposta sem que nem uma palavra precisasse ser dita.

- Uau… - Era o maior navio que já vi. Logo Baresi finalmente decidiu quebrar o longo silêncio que vinha sendo mantido ao longo dos últimos dias. Engolia em seco, não por medo, mas por desconhecimento do que viria a seguir. Olhando mais de perto, o gigantesco navio tinha algumas características estranhas para um navio do Governo Mundial. Fazia as últimas preparações, era hora de embarcar no Leviatã.




Nome: Elizabeth Steinberg
Cargo: Agente Pleno – CP2
EDC: Espadachim/Lutador
Profissão: N/A

Ganhos: Se for no evento, nenhum. Ignore essa aba se estiver lendo em um post do evento.

Rokushiki:
Tekkai (Post 2)
Soru (Post 4)

Perícia:
Geografia (Post 3)

Perdas:
Relações:

NPCs:

Players:

Nível: 4
Experiência: 1790

PdV: 30740/30740
STA: 400/400
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS: N/A

Força: 680 +  80 (Racial) + 240 (Edc) + 120 (Arma) = 1120 (Talentoso)
Destreza: 500 (Hábil)
Acerto: 160 + 240 (EDC) = 400 (Hábil)
Reflexo: 30 (Regular)
Constituição: 920 +  80 (Racial) = 1000 (Talentoso)

Agilidade: 215
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 17%
Armadura:
Penetração:
A única coisa que tenho é coragem

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Re: Operação Firefly Seg Jul 11, 2022 6:19 pm
Operação Firefly
Agente:Eleine WorzelRelatório:
Localização:LvneelL6
Missão:-

O treinamento era mais pesado do que conseguia imaginar. Por cerca de uma semana corria como uma louca, sem saber exatamente como alcançaria o agente. Apenas corria, corria e continuava a correr até que tudo finalmente dava certo. Quem diria. No final das contas a brincadeira de pega-pega tinha sido mais fácil do que podia ter imaginado.

- Eu...odeio...pega...pega... - Arfava exausta quando eu e Elizabeth finalmente conseguimos passar pelo treinamento do agente Baresi, dominando mais uma das seis técnicas secretas dos agentes. Apesar de toda exaustão que fazia com que sentisse que meus ossos fossem feitos de gelatina, ainda me sentia repleta de uma estranha anergia. Tinha plena consciência de que agora estava mais forte do que nunca. Ou ao menos estaria mais forte do que nunca quando finalmente pudesse descansar.

Ainda exausta ouvia o direcionamento do agente Baresi, nos explicando sobre como seriam os próximos dias. Estava cansada, dolorida e faminta. Poderia dizer que queria tomar um banho e comer com fartura depois de todo o esforço, mas na realidade apenas queria meu beliche. E mal saberia dizer como fui parar nela naquela noite. Tinhas apenas a vaga lembrança de me arrastar de volta ao dormitório junto de Elizabeth e desfalecer

- Agente - Cumprimentava meu superior no dia seguinte. Havíamos sido prometidas alguns dias de descanso, mas uma urgência fazia com que me arrastasse ainda dolorida para fora do beliche. Sabia que podia dormir por pelo menos mais dois dias e se não fosse o alerta provavelmente era o que eu faria. Senhor, posso perguntar uma coisa? Quantas formas do Rokushiki o agente que foi abatido conhecia? Questionava meu superior a respeito do falecimento do outro agente, muito mais por estar curiosa com meu próprio desempenho do que preocupada com o que aconteceria na missão.

Nem eu nem Elizabeth sabíamos para onde estávamos sendo levadas, mas ainda assim passávamos dois dias em alto mar. Esperando chegar a qualquer lugar que fosse. Com certeza, não esperávamos chegar aonde chegávamos. Um navio colossal, muito maior do que qualquer outro que já tinha visto se erguendo ao horizonte. E pelo que o agente Baresi nos informava receberíamos uma missão de alguém conhecido por ser difícil. Com a ajuda dos dedos fazia um rápido cálculo somando as probabilidades que o agente Baresi nos informava.
- Então quer dizer que nossa chance de passarmos por essa missão, sem que nada nos aconteça é de 43%, certo? Falava com a confiança de alguém que sabe que acertou a questão em cheio. Mesmo com o alerta de Baresi, estava ansiosa para saber o que nos aguardava naquele navio.



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Pirata
Re: Operação Firefly Ter Jul 12, 2022 7:46 pm




Operação Firefly - 04

- Oh, Agente. - Respondia Eleine. - Se me lembro bem, o Agente que acabou de perder havia dominado todos os rokushikis. Por isso, realmente não acho que deveríamos estar conversando em porcentagens. É muito mais complexo. E vou pedir educadamente para que não me perguntem mais nada. Não quero me comprometer.

Um bote feito de madeira alva flutuava até o navio que as havia levado até ali. Apesar de ser simples, de alguma forma, transmitia uma energia de imponência e opulência diferente de um bote de madeira normal. Aos poucos, as agentes se aproximavam do navio enorme de Louis Goustav Viktor II, sendo levadas por um homem que usava uma estranha coleira de ferro no pescoço.

Por dentro, a ilha realmente mantinha sua imagem de mistura de parque de diversões com clube aquático. Diversos tipos de escorrega e formatos de piscina dividiam espaço com rodas-gigantes e carrosséis. O homem com a coleira era quem guiava, andando de olhar vazio e desanimado. Apesar de ser um belo dia com clima de verão, apenas haviam funcionários cuidando do lugar.

Por fim, os três chegaram no salão em que estava Louis Goustav Viktor II. O homem estava vestido com roupas alvas, com uma espécie de aquário quadrado cobrindo sua face, tipicamente como um nobre. Espaldado em seu trono, tinha uma expressão irritantemente arrogante e risonha. - Mi-mi-minhas co-congratulações. - Sua voz aguda e ríspida soava. Ninguém parecia rir do seu gaguejo. - I-i-i-imagino q-q-q-q-que sejam as Agentes, hum? - Não se preocupava em perguntar o nome delas. Fazia um gesto de mão e o homem que as havia acompanhado até ali era quem explicava por ele.

- Olá. - Soava desanimado. - O trabalho de vocês é resgatar um peixinho dourado. - Começava a falar, e então fazia uma expressão de urgência, como se prestes a falar algo vital - O grande problema é qu- - e então a mão do nobre mexia. O escravo tinha jeito de quem estava se controlando profundamente para respirar fundo e manter a calma, mas que até isso evitava, quando prosseguia: - Bem, o peixinho é literalmente feito de ouro. - O nobre sorria e assentia. O escravo o observava por mais um tempo, medindo se podia continuar a história. O nobe parecia permiti-lo. - O problema é que o local em que vocês irão salvá-lo é -

- VO-VO-VOCÊS terão de entrar na minha privada! No começo, era uma privada para meus convidados gigantes! Ma-ma-masss nenhum nunca veio! Por isso, comecei a usá-la para jogar tudo o que eu não estava mais afim! Uns escravos imprestáveis, baús de tesouro que eu tinha enjoado, um dos meus filhos, alguns tubarões e o meu peixinho literalmente dourado! Mas, sobre esse último, eu acabei me arrependendo. - Interrompia o escravo. Esperava o servo parecer que ia começar a falar, quando voltava a falar por cima dele - O último agente que tentou morreu. - Dizia satisfeito.

O assistente começava a falar de novo, mas dessa vez era permitido: - Bem... O lugar possui três andares cheios de água. O primeiro andar mais em cima, o terceiro mais embaixo. Só é possível entrar pelo primeiro, pois o terceiro é subterrâneo e o segundo só tem acesso pelo primeiro. E nós não sabemos em qual dos três está o peixe. O último agente morreu para alguns tubarões escondidos por entre as fezes do primeiro andar, sem nem conseguir abrir a válvula para descer pro segundo. Vocês irão receber trajes respiratórios criados por um grande designer de rou-

- Aquele idiota! - Rangia os dentes. - Ele fez os trajes para mim, para que eu pudesse nadar sem me preocupar! Quando lhe perguntei se seria difícil de usá-lo, ele me respondeu que até idiotas conseguiriam! E por isso eu o arremessei dentro da latrina!

As duas agentes foram levadas para o local. O nobre não as acompanhou, apenas o escravo.

Chegando lá, puderam ver uma circunferência enorme, ao menos do tamanho de um lago, completamente rodeada por fezes. O cadáver do agente flutuava, recoberto de mordidas. A visibilidade era muito pequena, mas, por vezes, era possível assistir alguns pontos de luz que saíam de dentro da água.

- São os peixelumes. São como vagalumes, mas apenas brilham quando se sentem acuados. Os tubarões usam eles para se guiar debaixo d'água e atacar presas. Tomem bastante cuidado com eles, pois são como enguias paralisantes. - O homem entregou o traje para elas, ele consistia em basicamente uma roupa de mergulho, com uma caixa ligada a uma redoma de vidro. Pela aparência simples dela, era visível que a roupa era apenas para protegê-los da sujeira, e as duas peças realmente essenciais para respirarem embaixo d'água eram a caixa e a redoma, ligadas por um tubo. (Vocês podem ficar dois posts sem respirar, tendo de subir caso ultrapassem isso.)

- Ah, é mesmo! Qual de vocês duas é prima de Sophia? - Ele puxou um dendenmushi, que era exatamente como a prima de Elizabeth. - Ela disse que, antes de você entrar, queria trocar umas palavrinhas.





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Re: Operação Firefly Qui Jul 14, 2022 7:24 pm
Operação Firefly
Agente:Eleine WorzelRelatório:
Localização:LvneelL7
Missão:-

Aquele barco deveria ser um local mágico, mas assim que observava com clareza aquele que vinha nos recepcionar. Já entendia que era na verdade um circo dos horrores. A aparência suja e desgarrada do homem encoleirado fazia com que um frio percorresse minha espinha. Ele era um escravo. Assim como eu havia sido um dia. Um homem sem qualquer liberdade sobre seu destino, que vivia e morria em prol dos desejos deturpados de seu mestre. Aquilo fazia meu estomago revirar.

Tinha meu semblante tão duro como o de uma estátua ao caminhar por toda extensão daquele parque até a presença de quem deveria ser o dono daquele lugar. Um homem de aparência bufona e de extrema arrogância. Estreitava meus olhos o observando, porém, sabia que não deveria falar nada além do que o necessário ao lidar com aquele tipo de gente. Ouvia com cautela as palavras, tomando ainda mais cuidado para não me chocar quando ele anunciava nosso destino.

Aquele homem era desprezível e vazio. Olhava de relance ao agente superior que nos acompanharia durante o discurso, tentando coletar em seu semblante algum tipo de emoção em relação a forma como o nobre humilhava um agente morto. Aliás assassinado em prol dos caprichos do nobre. Eu o desprezava com forças e esperava que a mesma atitude viesse de meu superior.

Era um esforço hercúleo não falar nada quando aquele homem abria sua boca fedorenta, mas mantinha-me rangendo os dentes. Sentindo a tensão no maxilar parecer pronta para explodir. Respirava fundo e seguiria junto aos meus colegas para a privada do nobre. Colocaria a roupa com rapidez e falaria com Elizabeth enquanto fazia.

- Sei que não deve estar acostumada a ver essas coisas, mas tome cuidado com o que quer que vá falar. As paredes têm ouvidos nesses lugares. De relance as taxas que o agente superior falava explodiam em minha cabeça. Muitos deixavam o governo após trabalhar para aquele homem não por serem traidores, mas apenas por não conseguirem suportar a presença de um humano como aquele. Gostaria de poder jurar matá-lo ou fazê-lo sofrer, mas sabia que o medo faria com que todos aqueles escravos se colocassem a frente do homem no menor sinal de agressão. Além do mais, o que faria depois disso? Estava em uma ilha comandada pelo homem. Simplesmente não havia como sair de lá.

Colocaria a roupa e me prepararia para saltar na privada junto de minha colega. Em uma das mãos uma espada afiada, noutra o escudo. Sabia que debaixo d’água não funcionariam o chicote ou a arte marcial que dominava, mas ainda assim tinha algo com que me virar. Uma espada que poderia golpear qualquer um dos peixes que tivessem em nosso caminho era tudo que tinha para usar de arma. Me sentia mal por isso.

- Vamos? - Falava a minha colega e então saltaria em rumo ao maldito andar onde estava o peixe feito de ouro.




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Re: Operação Firefly Qui Jul 14, 2022 8:09 pm
Operação Firefly
Agente:Elizabeth SteinbergRelatório:
Localização:Lvneel - North Blue7
Missão:Por água abaixo


Olhando de fora, aquela embarcação me parecia um local tão mágico quanto aqueles lugares misteriosos para os quais eu era transportada vez ou outra durante os sonhos. Quando seu primeiro tripulante se aproximava, entretanto, uma realidade muito mais dura se apresentava à minha frente.

Bastava um breve olhar para os olhos daquele homem encoleirado para saber que ele não usava aquilo como um simples adereço visual. Ao reparar nisso, cerrava os punhos com força e focava meu olhar no chão, percebendo que neste dia veria a face do governo que vinha evitando de enxergar desde o primeiro momento.

Nossa caminhada seguia o homem encoleirado por boa parte do navio. Àquela altura, aos meus olhos aquilo que deveria ser um parque de diversões parecia mais um verdadeiro circo dos horrores. Muito disso se devia à enorme quantidade de pessoas encoleiradas… Ou melhor… Escravos, no caminho.

Estava preocupada com Eleine. Já havia ouvido sobre seu passado na escravidão e por isso mesmo temia que isso pudesse afetar a garota de alguma forma. Olhando para ela, entretanto, me sentia aliviada ao ver que a celestial parecia firme como sempre, fazendo com que eu me questionasse sobre como ela conseguia ter tanto auto controle.

Quando finalmente alcançava a sala onde estava o tal nobre, já me sentia mais do que pronta para socar todos ali. A explicação feita por Louis Goustav pouco ajudava a melhorar o que eu pensava dele. Por mais que já tivesse tido contato com esse tipo de gente antes, tornava-se cada vez mais difícil engoli-los com o passar dos anos. Começava a entender o motivo de Baresi não querer falar muito sobre este sujeito antes de estarmos ali e, por isso, olhava despistadamente para o superior para ver como ele estava.

Além de humilhante, aquela missão era doentia. Aquele homem jogava no esgoto daquele navio gigantesco tudo o que não lhe servia mais, inclusive pessoas, e as tratava como completo lixo, para usar e desfazer-se dele ao seu bel prazer. Por alguns instantes, minha visão chegava a ficar turva com a raiva que crescia em mim, minha experiência anterior com a nobreza era tudo o que fazia com que eu conseguisse me manter sã naquela situação.

Deixando de lado o nobre, sentia-me aliviada quando finalmente éramos guiadas para longe daquele crápula. O local era, de fato, uma privada gigante. Ainda mais nojenta do que eu imaginava. Como haviam tantas fezes ali se nunca aquele homem havia recebido um convidado gigante? Me compadecia ao ver o corpo do outro agente ali, boiando, sem que ninguém se desse ao trabalho de tirar dali o que restava dele.

Vestia as as roupas indicadas preparando meu estômago para o que estava por vir. Preparava também o meu psicológico que, aquela altura, implorava para que eu desse um belo soco naquele desgraçado e mandasse tudo ali para o inferno - Eu estou conseguindo lidar, não se preocupe. Estava preocupada com você… - Respondia Eleine. Sentia raiva de novo ao lembrar-me das pessoas escravizadas e olhar para aquele homem encoleirado que se aproximava de nós com algo nas mãos. Quando ouvia sua pergunta, um calafrio me subiu à espinha.

Ao ouvir sobre Sophia me lembrava por que estava ali. Lembrava-me de como era imponente e de como teria que me submeter a pessoas como ela e aquele nobre se quisesse manter a segurança de meus amigos. Sentia, por fim, uma forte tremulação nas chamas que o encontro com Baldur havia acendido em meu espírito. Pegava aquele caracol com tanta emoção quanto o homem que o entregava à mim - Sou eu - Dizia a ele, em seguida atendia a ligação.

- Alô…

Quando a ligação finalmente terminasse, prepararia as roupas e a espada e estaria pronta para partir - Vamos… - Respondia a Eleine, ainda sem muito brilho no olhar. Respirava fundo pela última vez. Era hora de darmos um terrível mergulho naquela privada.

Nome: Elizabeth Steinberg
Cargo: Agente Pleno – CP2
EDC: Espadachim/Lutador
Profissão: N/A

Ganhos: Se for no evento, nenhum. Ignore essa aba se estiver lendo em um post do evento.

Rokushiki:
Tekkai (Post 2)
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Perícia:
Geografia (Post 3)

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Experiência: 1790

PdV: 30740/30740
STA: 400/400
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FERIMENTOS: N/A

Força: 680 + 80 (Racial) + 240 (Edc) + 120 (Arma) = 1120 (Talentoso)
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Pirata
Re: Operação Firefly Sex Jul 15, 2022 11:42 am




Operação Firefly - 05


Elizabeth aceitava ligar para a sua prima.

O escravo fazia a conexão e o dendenmushi começava a chamar. Minutos de tensão se instalavam conforme o ''purupurupuru'' ressoava.

Um sorriso malicioso e um ar de divertimento ironico se apossava do caramujo. Nesse instante, era possível saber que Sophia havia atendido. - Olá, priminha. - Respondia ao alô. - Eu só queria dizer que movi o máximo que pude da burocracia para designar essa missão especial para você. Mas, você sabe como as coisas são, acabou caindo para o agente que estava mais próximo do navio. E, bem, já que o inútil foi incapaz de completá-la, cá estamos nós de novo. - O dendenmushi parecia se deliciar. - Você já está há um bom tempo com o Governo Mundial, não é? Mas para que eu possa realmente confiar em você preciso saber se é realmente fiel. - E então ela desligava. O tom de ''fiel'' era bem especifico, como se estivesse se referindo ao motivo pelo qual Elizabeth tinha de ter fidelidade.

Eleine Worzel, por sua vez, já estava completamente vestida e subia a escada rumo à borda do tanque. Dali de cima, podia ver o cadáver do último agente.

Embora as duas tivessem buscado por Baresi mais cedo, terminavam por notar que ele não as havia acompanhado, visto que apenas as duas pegaram o bote alvo rumo ao navio ilha e a missão era apenas delas.

- Eu sei exatamente no que o senhor está pensando, se me permite. - Dizia o escravo desanimado. - O último agente também se perguntou porque haviam fezes boiando se meu Senhor nunca recebeu visita de gigantes. Bem, se eu te responder isso eu vou ser chicoteado. - Coçava a nuca e forçava um sorriso simpático. - Ah, e me desculpe. Ele me pede pra fazer isso: - Neste instante, Eleine era empurrada, e seus sentidos apenas captavam um som de água densa sendo espalhada no ar, seguido de uma escuridão fétida e imóvel.

Neste instante, diversos peixelumes começavam a brilhar, demonstrando, por meio dos seus lampejos, o local em que Eleine estava.

Era um tanque enorme, com alguns dejetos boiando no topo, criando uma camada como um teto, o que deixava todo o local escuro, e alguns outros dejetos espalhados. Alguns simplesmente não boiavam. Provavelmente por questões de dieta. Mas, o mais importante era que nenhum deles parecia ser proporcional à bunda de um gigante, o que era bastante suspeito.

Também acima dela, estava o cadáver do agente: Nele, era possível observar roupas rasgadas, mas sem qualquer ferimento por debaixo.

Lodo e gosma se espalhavam pelo chão e pelas paredes. Havia um timão, que só poderia ser visualizado melhor de perto, bem embaixo do aquário. Ele parecia ser a passagem para o andar debaixo daquela latrina. Em torno dele haviam diversos objetos: jóias flutuando, alguns baús fechados, roupas de luxo imundas, uma variedade de armas meio enferrujadas...

E, é claro, os tubarões.

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Os peixe-lumes se acumulavam em torno de Eleine, fazendo, aos poucos, o foco do aquário se tornar ela. Isso atraía o olhar dos seus principais inimigos ali dentro: peixes com dentes imensos, nadadeiras que lembravam asas e caudas bastante musculosas se aproximavam dela, de olhos atentos. Ao todo, eram sete. Entretanto, algo de estranho era perceptível: um dos animais era completamente banguelo.

Se Elizabeth optasse por saltar ao aquário, veria as mesmas coisas que sua companheira, dividindo a atenção dos animais consigo, visto que os peixelumes iriam ser atraídos pela excitação causada na água.



Histórico:

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Re: Operação Firefly Seg Jul 18, 2022 1:06 pm
Operação Firefly
Agente:Elizabeth SteinbergRelatório:
Localização:Lvneel - North Blue8
Missão:Por água abaixo


Mesmo eu sendo, em essência, uma pessoa que não guarda rancor, a voz de Sophia ainda era uma das poucas que sempre me causava um asco tremendo. Talvez por ter sofrido tanto por suas mãos na infância, talvez por ainda estar sofrendo, o motivo de tanto rancor poderia ser analisado por horas por um bom psicólogo, mas este não era o momento para isso.

- Não se preocupe priminha. Não importa quanta bosta tenha na privada, não pode ser mais suja que a sua banheira depois do seu banho - Quando dava por mim, estava apertando o pobre den den mushi com força o suficiente para quebrar seu casco, coisa que eu conseguia impedir por reparar nisso antes que de fato acontecesse.

Não tinha certeza se Sophia havia ouvido minha resposta, pois a loira muito rápido. Fato é que precisava dizer aquilo para, de alguma forma, tentar tirar um pouco de seu ar vitorioso. Se momentos atrás eu havia perdido o fogo em meu olhar, agora ele estava de volta mais ardente do que nunca. As palavras de minha prima haviam tido o efeito contrário ao esperado, fazendo com que eu recuperasse meu espírito através da mais pura manifestação do ódio.

- Vamos acabar com isso então… - Eu devolvia o den den mushi para o escravo quase como se o jogasse sobre o homem. Voltei a me arrumar de forma rápida enquanto Eleine já entrava, ou melhor, era jogada no tanque. Imaginando que ali dentro teriam coisas nas quais poderia descontar minha raiva, me sentia animada mesmo que aquela fosse uma situação horrível em todos os sentidos.

- Olha, eu sei que te ordenaram a fazer isso e tal mas… Eu tô com muita raiva! - Dizia ao escravo e em seguida colocava na boca a máscara de oxigênio, terminando de me vestir. Em seguida corria na direção do tanque, fazendo questão de pisar no pé do nosso guia pouco antes de mergulhar no tanque.

A vista era tão ruim quanto se podia imaginar ao mergulhar em lugar como aquele. Não podia, entretanto, deixar de reparar nos enormes dentes daquelas criaturas à nossa frente e no irritante brilho das que nos cercavam. Talvez se conseguíssemos nos livrar delas não fossemos perseguidos pelos grandões.

Sacava a espada, não estava em um momento de pensar muito. Olhando para Eleine, tentava indicar à celestial que estava pronta para lutar contra aquelas criaturas. Quando minha companheira também parecesse pronta, partiria junto dela para a ofensiva.

Não tinha certeza se funcionaria, mas se o soru servia para acelerar nosso movimento e nos tornar mais rápidas em terra, talvez também tivesse algum efeito ali. Por isso, começava a movimentar minhas pernas com velocidade extrema e, botando a espada à frente do corpo, usava o Soru para nadar em velocidade surpreendente na direção do peixe mais próximo.

A intenção ali era surpreendê-lo com a velocidade e então me aproveitar disso para dar-lhe um belo corte por toda a extensão de seu corpo usando de toda a minha força e da velocidade extra concedida pelo Soru. Após o primeiro golpe, esperava que aquele ou outro peixe me atacasse. Por isso, ficaria pronta para enrijecer os músculos e usar o Tekkai caso fosse necessário.

Na sequência do primeiro movimento eu voltaria a usar o Soru para atacar novamente o máximo de peixes que fosse possível, acreditando que dividir a atenção dos animais com Eleine seria o fator crucial para nossa vitória. Caso precisasse usar o tekkai para aparar algum ataque, usaria a mão livre para pegar a espada e fincar no atacante como resposta enquanto usava minhas capacidades para resistir ao ataque.

Sempre que possível, tentaria desviar. Aquelas criaturas não enxergavam bem, o que significa que se estivessem vindo em velocidade seria difícil de alterarem sua rota. Por isso, caso percebesse um avanço voraz de um dos animais tentaria nadar para cima na maior velocidade possível, impulsionada pelo Soru se fosse necessário, a fim de esquivar. Caso conseguisse esquivar, faria um giro na água e usaria a espada para cortar as “costas” da criatura. Faria estes movimentos quantas vezes fossem necessárias.


Nome: Elizabeth Steinberg
Cargo: Agente Pleno – CP2
EDC: Espadachim/Lutador
Profissão: N/A

Ganhos: Se for no evento, nenhum. Ignore essa aba se estiver lendo em um post do evento.

Rokushiki:
Tekkai (Post 2)
Soru (Post 4)

Perícia:
Geografia (Post 3)

Perdas:
Relações:

NPCs:

Players:

Nível: 4
Experiência: 1790

PdV: 30740/30740
STA: 400/400
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS: N/A

Força: 680 + 80 (Racial) + 240 (Edc) + 120 (Arma) = 1120 (Talentoso)
Destreza: 500 (Hábil)
Acerto: 160 + 240 (EDC) = 400 (Hábil)
Reflexo: 30 (Regular)
Constituição: 920 + 80 (Racial) = 1000 (Talentoso)

Agilidade: 215
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 17%
Armadura:
Penetração:
A única coisa que tenho é coragem


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Re: Operação Firefly Sex Jul 22, 2022 5:20 pm
Operação Firefly
Agente:Eleine WorzelRelatório:
Localização:LvneelL8
Missão:-

- Comigo? Eu estou ótima. - Respondia a Elizabeth, sem perceber a piromancia fugindo de controle com os olhos fagulhando pelas chamas do poder. Sentia-me muito menos tranquila do que eu gostaria para aquela missão. Enojada, mas não por ter de entrar de cabeça na privada e sim por me colocar a disposição de um humano como aquele nobre.

Estava à beira daquela piscina em forma de privada observando o lugar e todos os peixes que nos haviam sido descritos, sem dar real importância para o escravo ou qualquer outra coisa ao nosso redor. Sentia a água se chocando contra o traje antes de sentir o empurrão do escravo. Segundo suas palavras ele era obrigado a fazer isso por conta de seu mestre, mas começava a pensar que ele tinha alguma forma de prazer nisso tudo.

Por um segundo havia o vazio escuro de dentro da privada fedorenta. No seguinte, os peixes florescentes faziam com que suas luzes atraíssem os maiores predadores daquele habitat. Os tubarões. Criaturas com dentes muito maiores dos que eu me lembrava. De certo, aquele nobre tinha algo a ver com as características daqueles tubarões estranhos. Sacaria a espada em uma mão enquanto matéria o escudo preso em outra, dando as costas a metade das criaturas que me cercavam. Afinal, sabia que Elizabeth saltaria para enfrentar uma parte das criaturas e que não precisaria me preocupar com eles.

Com o escudo em frente ao corpo nadaria com o máximo de habilidade que tivesse, o que não seria muita visto minha falta de prática. Ainda assim, bateria as pernas tentando simular o que deveria fazer para me aproximar das criaturas. Claramente eles saberiam mais sobre como se mover por aquele lugar do que eu, portanto daria vez ao escudo ao invés da espada. Sempre o colocaria entre mim e os dentes das criaturas, tentando-me proteger dos dentes afiados com o broquel, afastando os golpes das criaturas em busca de um momento de contragolpe. No momento do impacto que fosse sofrer utilizaria uma das técnicas que havia aprendido, Tekkai para aparar os ataques da melhor forma possível.

Com a piromancia sendo impedida de funcionar pela água e o chicote também inutilizado, restava-me apenas a espada em mãos. Sabia também que movimentos de corte seriam pouco efetivos debaixo d’água, onde não poderia colocar força o bastante nos ataques para perfurar o couro das criaturas. Optaria então por estocadas simples e diretas. Enquanto com um braço me protegeria com o escudo, noutro golpearia de forma reta espetando as criaturas e colocando toda a força que tinha por detrás dos ataques. Era simples, mas contra criaturas como aqueles tubarões esperava ser o bastante. Me focaria em ataques contra o que julgava ser sensível de seus corpos. Suas barrigas e pescoços.

Enquanto golpearia tomaria cuidado para tentar sempre manter os tubarões a minha frente, de modo a poder enfrentá-los com maior facilidade, assim como também me aproximaria ao que pensava ser o chão daquela privada, próximo ao timão que levava ao andar seguinte. Com uma base firme sobre os pés eu amo menos sentia-me mais segura para lutar.





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Re: Operação Firefly Qua Jul 27, 2022 9:04 am




Operação Firefly - 07

Lá em cima, o escravo engolia em seco com Elizabeth expressando sua raiva, mas logo a Agente mergulhava e encarava um mundo novo.

Espuma e peixelumes se acumulavam no seu entorno, conforme a atenção dos tubarões ia se direcionando para ela. Eleine, do outro lado, sequer se preocupava com os flancos, uma vez que confiava completamente na capacidade da companheira de lidar com aqueles tubarões.

A estratégia de Elizabeth era usar o soru para se deslocar debaixo d'água. Movimentava as pernas com tanta força quanto utilizava para chutar o chão e se deslocar. Mas, como era de se esperar, o que acontecia era apenas um maior acúmulo de bolhas ao seu redor, e, por consequência, de peixelumes, fazendo seu fracasso brilhar bastante, o que, por consequência, atraía tubarões. A questão é que ela havia aprendido a técnica fazia pouquíssimo tempo, e, apesar de criatividade ser uma coisa boa, havia um longo caminho pela frente para que ela pudesse inovar com os rokushikis básicos. Infelizmente, Baresi falhou em ensinar essa lição para ela, pelo que teria de aprender com os tubarões.

Quatro criaturas se moviam na direção da Agente, com seus movimentos intensos de cauda. Em resposta a isso, ela usava o seu tekkai. A primeira fera marítima a atacá-la era o tubarão banguela, que apenas girou em torno de si e a acertou com a cauda, obrigando-a a girar até a borda do aquário. Batia o braço na parede, por pouco não quebrando o respirador que ficava às suas costas.

Os peixelumes começavam a se mover em sua direção, devido à intensa movimentação que havia ocasionado. Se acumulavam ao redor dela aos poucos, conforme os ataques dos tubarões vinham.

Conseguiu se proteger do primeiro com facilidade, usando seu Tekkai. A criatura berrou de dor e se afastou. O mesmo aconteceu com os dois ataques a seguir, com sua defesa de ferro sendo o suficiente para lidar com os montros. Contudo, sua roupa terminou sendo furada, fazendo com que a água suja entrasse por suas vestes. O respirador era conectado diretamente ao capacete, pelo que furos nas roupas não seriam problemáticos. Os peixelumes se acumulavam.


Já do lado de Eleine, optava por uma ótima estratégia ao utilizar seu escudo. Apesar da força das criaturas, a Agente não ficava nem um pouco para trás. O problema é que os golpes eram seguidos. Uma tentou mordê-la na altura do rosto, o que certamente a desfiguraria, mas terminou mastigando um desconfortável escudo, o que a fez se afastar. Outra vinha em seguida, para a qual a Agente se virava e bloqueava sem problemas, fazendo-a se afastar também. Entreanto, quando a terceira vinha acertá-la, sentia uma pontada.

Os peixelumes haviam se acumulado em seu entorno graças aos movimentos dos tubarões. E, como estava parada, foi um alvo ainda mais fácil para eles. As luzes liberavam eletricidade, o que ocasionavam uma sensação de paralisação que diminuía a sua mobilidade.

Pôs seu escudo na frente do terceiro ataque, mas, antes disso, sentiu um espasmo que levou seu braço na direção oposta, deixando sua guarda completamente aberta.

Conseguia ver, através de sua guarda, os dentes da criatura se aproximando e a visão clara do ambiente se fechando conforme a mesma se aproximava. Por mais que fizesse força, daquela distância e com sua velocidade reduzida não conseguiria bloquear. Com um estrondoso som metálico, seu tekkai era ativado, fazendo com que o tubarão se afastasse e gritasse de dor, o que espalhava um pouco dos peixelumes, que acompanhavam outras movimentações.





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Re: Operação Firefly Qua Ago 03, 2022 4:46 pm
Operação Firefly
Agente:Elizabeth SteinbergRelatório:
Localização:Lvneel - North Blue9
Missão:Por água abaixo


Não eram só os dejetos espalhados pela água que não cheiravam bem naquele lugar. A verdade é que não precisava ser nenhum especialista em lutas para saber que Eleine e eu não estávamos chegando a lugar algum lutando contra aqueles animais, mas eles tinham a vantagem de respirar embaixo d’água por tempo ilimitado.

Sentia repulsa ao sentir aquela água pútrida tocar minha pele através das roupas agora rasgadas. Apesar disso, não era necessário muito esforço para focar toda a minha atenção nos dentes enormes das criaturas que tentavam me atacar a todo momento. Era necessário que eu me acalmasse para analisar a situação.

Parece que essas coisas feias só vão pra onde tem um monte de peixelumes, e parece que eles só vão pra onde tem muito movimento…” Pensava tentando tirar alguma conclusão de tudo aquilo. A primeira coisa que eu precisava fazer, entretanto, era tomar um pouco de ar. Decidia nadar para cima a fim de suprir essa primeira necessidade.

Durante a subida, imaginava que os brilhantes novamente se juntariam ao meu redor para indicar minha localização aos tubarões. Tendo isso em mente, manteria-me bem atenta aos arredores esperando alguns ataques em minha direção. Para minhas próximas ações durante a subida, haviam algumas opções que variariam de acordo com a ocasião.

A opção mais fácil era ser atacada pelo peixe banguela. Nesse caso, sabia muito bem que ele usaria a cauda para a ofensiva. No lugar de algum tipo de esquiva, tentaria aqui um contra-ataque. No golpe ataque deste peixe, viraria meu peito em direção ao golpe e o receberia de frente, tentando retribuir com um agarrão que faria com que eu ficasse presa à cauda do animal.

Na segunda opção, sendo atacado por um ou mais peixes com dentes, colocaria os braços a uma certa distância ao redor da cabeça, com a espada à frente do corpo e tentaria virar as costas em um ângulo no qual o respirador não recebesse ataques. Usaria o tekkai para anular o ataque inimigo, protegendo o respirador e o capacete no processo. Quando o peixe estivesse recuando, tentaria cravar a espada em seu corpo para ser puxada junto com ele. A partir daí, me aproximaria o máximo possível até ser capaz de me agarrar à sua cauda ou seu tronco, podendo enfim soltar a espada do corpo do inimigo.

Presa ali, em qualquer um dos dois casos, usaria novamente o soru, desta vez sabendo muito bem que não seria muito funcional para movimentação. A nova intenção deste novo uso do soru era atrair inimigos. Ali, com tamanho movimento, não os atraía só para mim como também para o peixe no qual estava agarrada. Ao que tudo indicava eu esperava que aqueles peixes fossem praticamente cegos e, por isso, se fosse esperta eu poderia fazer com que acabassem uns com os outros.

Caso o plano funcionasse e eu de fato atraísse outros animais para atacar, tentaria me mover no peixe para sair da linha de ataque dos inimigos no último segundo, fazendo com que o outro acabasse sendo mordido. Me aproveitando do momento, usaria minha espada para cortar o atacante ao meio em um corte vertical e reto da boca à calda como quem está preparando um bom prato com peixe. Caso os peixes começassem um combate entre si, entretanto, evitaria de atacar e apenas me soltaria do peixe e começaria a afundar, deixando que a batalha entre os animais atraíssem a maior parte dos peixelumes e, por consequência, a atenção dos demais tubarões.

A partir daí, afundaria com cuidado até meus pés tocarem o chão do gigantesco vazo sanitário. Caso fosse necessário, usaria o tekkai para afundar de forma mais rápida, assim como o usaria caso fosse atacado enquanto afundava, repetindo em seguido o mesmo processo de contra-ataque citado anteriormente. Quando meus pés finalmente tocassem o chão, me moveria de forma cuidadosa até a válvula, que abriria para chegar ao outro andar.

Caso estes planos não funcionassem, tentaria terminar a subida para tomar ar. Usaria tekkai para parar ataques inimigos posicionando também braços e espada em pontos estratégicos para evitar danos ao meu capacete ou respirador. Quando estivesse na superfície, tomaria o ar necessário e então voltaria a ficar submersa, tentando novamente a estratégia de me afundar com a ajuda do tekkai da forma mais lenta possível, tentando talvez não atrair a atenção das criaturas para mim.


Nome: Elizabeth Steinberg
Cargo: Agente Pleno – CP2
EDC: Espadachim/Lutador
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Rokushiki:
Tekkai (Post 2)
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Perícia:
Geografia (Post 3)

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Força: 680 + 80 (Racial) + 240 (Edc) + 120 (Arma) = 1120 (Talentoso)
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Re: Operação Firefly Qui Ago 18, 2022 6:48 am




Operação Firefly - 08

O respirador de Eleine parecia travar e sua maior batalha se tornava, de repente, contra ela mesma, ficando vermelha enquanto sufocava.

Elizabeth, sem conseguir enxergar aquilo, tinha a ótima ideia de ir buscar ar. Como acontece com a audição embaixo d'água, entretanto, conseguia ouvir os sons distorcidos de nadadeiras poderosas movendo água em sua direção.

Conseguiu chegar à superfície e puxar ar, ficando lá por tempo o suficiente para ver o nobre sentado à beira da piscina sendo abanado por aquele mesmo escravo. Ao mesmo tempo, o seu respirador voltava a se recarregar, se enchendo de ar.

E logo o tubarão estava perto o suficiente dela.

Retornando para o fundo, ela viu seus dentes enormes tentando mordê-la, utilizando o tekkai e os braços duros como ferros como escudo para afastá-lo. Os dentes da criatura se partiam em dezenas de pedaços, e agora ela reconhecia que era um peixe que já havia ''berrado'' por tê-la mordido antes. Com sua espada, prontamente acertava a cauda dele enquanto buscava fugir, o seguindo.

A criatura chacoalhou o membro, intentando livrar-se dela. E, ao mesmo tempo, Elizabeth usava a força do Soru nas próprias pernas, o que fazia com que todos os peixelumes se acumulassem ao redor deles, o que trazia todos os tubarões também.

Assim que o primeiro vinha acertá-la, se esquivava dele e atingia seu corpo com sua espada, decepando-o de lado a lado em uma linha vertical que ia do seu rabo à sua cabeça. Logo após, o mesmo peixe que havia tentado acertá-la e ficara banguela buscava receptá-la com sua cauda, mas Elizabeth usava o tekkai, fazendo com que o rabo batesse não só nela, mas em um terceiro peixe, que revidava por reflexo no atacante, o mordendo e criando uma confusão generalizada.

Mais peixes tentavam atacá-la e a Agente, que já estava acostumada com a situação, se movimentava de forma a proteger os respiradores e usando o seu tekkai.

As próprias criaturas se faziam de inimigas e toda a luz estava acumulada em torno delas, mas, de maneira tão concentrada, que chegava a servir como uma luminária para todo o aquário. Até mesmo os tubarões começavam a enfrentar os efeitos da paralisia dos peixelumes, mesmo com todo aquele tamanho.

A Agente afundava, indo em direção ao timão, todo recoberto de musgo, assim como, conforme dito anteriormente, todo o chão e partes inferiores daquele aquário. Entretanto, seu desafio agora era diferente: ao tentar girá-lo, percebia que existia uma espécie de posição certa para que se abrisse. Como descobri-la?

O respirador de Eleine parecia voltar a fluir, mas ela tinha pouco antes que seu ar acabasse definitivamente (necessário fazer isso dentro do seu próximo post). Iria subir para respirar, tendo de passar pela confusão na parte de cima do aquário, ou confiaria em sua companheira, descendo mais para descobrir o que havia no segundo andar subaquático?




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