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Pede-me o que Quiseres e Eu dar-te-ei Seg Abr 11, 2022 8:08 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Pede-me o que Quiseres e Eu dar-te-ei

Aqui ocorrerá a aventura da Civil Lenore Granhiert. A qual não possui narrador definido.

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PEDE-ME O QUE QUISERES E EU DAR-TE-EI
Lenore Granhiert




Problemas?


Lenore frustra os planos de Dominique de possui-la naquele momento, ela percebe o tom ameaçador na voz do trapaceiro assim como seu sorriso que aponta um forte desejo, impassível como ela era não demostra qualquer reação diante das palavras do rapaz, nem mesmo quando ele dá um forte tapa em sua nádega.

Ela imediatamente se lembra que algo parecido aconteceu anteriormente na missão que fez junto a Murata, assim como Domingues ele também ficou irritado quando Lenore não fez o que ele queria, homens sedentos por luxuria que quando não tem seus desejos atendidos se mostram mais hostis, mas nem mesmo as ameaçadas de Domingues fariam Lenore se prestar a realizar tais atos no meio da rua como um cão, muito menos em ruas como daquela região de Sirarossa, nem todo o dinheiro do mundo seria suficiente para convencer uma mulher tão vaidosa como ela.

“Homens e suas prioridades”

Já sobre Silvana ele não revela quase nada a Lenore, parece não saber de nada a respeito dela o que faz seu valor para a meretriz ser reduzido a praticamente zero, naquele momento ela perde totalmente o interesse em Domingues, agora ele não passa de um trapaceiro de boa aparência, mas o quão rápido Silvana caiu nas graças de Jack é realmente uma surpresa, nem mesmo Lenore ficou tão próxima a ele em tão pouco tempo fazendo a meretriz se perguntar o que ela tem de tão especial que fez Tio Jack deixa-la se aproximar tanto.

- Uma mulher que chegou do nada e já ganhou tamanha importância? Parece algo irreal para mim, principalmente quando se envolve alguém como Tio Jack.

Voltando a trilha, os jovens marinheiros não se importam nem um pouco com Lenore e Domingues, o que de certa forma é um alivio já que não estava afim de luta naquele momento, queria apenas pegar o pacote e voltar a casa de banho, ao cruzar com o grupo ela nem mesmo olha para eles os ignorando completamente como se nem estivessem ali e Domingues que andava atras da mulher com as mãos no bolso faz o mesmo, depois que o grupo de marinheiros se encontrava a uma distância segura dos dois ela então indaga o trapaceiro sobre a presença deles na ilha.

- Sabe pelo menos porque há tantos marinheiros na ilha? Jack não parece nada feliz com isso.

Depois que os dois passam pela primeira esquina eles chegam a uma região mais portuária da ilha, de novo ela percebe alguns viciados escondidos consumindo o cigarro da fumaça azul fazendo de tudo para fugir dos olhares dos marinheiros que estavam em todo o lugar e mais a frente havia um grupo de homens que pareciam trabalhar para Jack, eles pareciam estar extorquindo alguém, pelo menos é essa a interpretação que Lenore tem do ocorrido, ela também nota que atras dela e de Domingues vinham outros homens, esses de trajes mais deteriorados com rasgos e buracos. Lenore continua andando com toda sua classe enquanto permanece atenta aos dois grupos, ela tenta passar pelos homens a sua frente da mesma forma que fez com os marinheiros, sem dizer nada, os ignorando completamente.

Mas caso não fosse possível e ainda assim ela fosse parada pelo grupo se apresentaria devidamente.

- Sou uma das garotas da casa de banho, estou a mando de Tio Jack em um pequeno serviço e não posso perder tempo aqui.

Ela tentaria convence-los a deixa-la passar ao dizer que estava a mando de Tio Jack, mas de qualquer forma se prepara para o pior se mantendo atenta a qualquer movimento brusco por parte de alguém dos dois grupos, Lenore é uma mulher de gostos peculiares que gosta de estar cercada de homens, mas não exatamente nessas circunstâncias.



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ADICIONAIS :

PROFICIÊNCIAS:

Sedução, Etiqueta, Lábia, Ameaça, Administração e Avaliação.

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Defeitos

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Pede-me o que Quiseres e Eu dar-te-ei




Post - 8
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Inicialmente o primeiro grupo de homens não havia notado a donzela, mas o grupo de trás parecia muito ligado na movimentação da atual dupla.  Um cerco foi fechado na parte traseira deixando a morena sem muita escapatória. Sem demora, Lenore se apresentava como uma das mulheres da casa de banho, o que fez o grupo fechar ainda mais rápido o cerco contra a mulher e Domingues. Agora, mais próximos, era possível para a dama observar com mais cuidado tais figuras desprovidas de beleza. Todos tinham dentes faltantes em suas bocas, seus corpos exalavam uma mistura pútrida de luxúria e bebidas baratas. Dois deles tinham a idade aproximada entre 29 e 35 anos, os outros dois pareciam um pouco mais velhos, com idade entre 40 a 50 anos.

-- O que uma puta do Tio Jack ta fazendo aqui? -- O primeiro perguntou, era um dos mais velhos do quarteto de homens. Ele olhou para os homens que pareciam extorquir os pobres que ali estavam, e estes logo saíram de forma calma. -- Essa região é um tanto… contrária aos domínios dele. Não acha que está longe de “ casa” boneca? -- Os outros riram de forma ardilosa.

- Docinho, porque não vamos para aquele canto conversar, quem sabe se divertir um pouco. Talvez… se você alegrar a gente, deixemos você e seu ratinho vivos para mais uma foda-- Quem falava era um dos homens mais novos. Esse tinha a pele bem clara e os cabelos brancos, apesar das roupas puídas e dos dentes perdidos. Os outros dois haviam segurado Domingues e tapado sua boca com um meia fétida com um resquício de algo esbranquiçado que era quase imperceptível. O homem parecia um tanto incomodado com aquele objeto lhe impedindo a fala -- O ratinho fica fora da brincadeira… Agora somos nós dois, contra você docinho. -- O mais jovem investia primeiro contra Lenore, visando acertar um golpe em suas costas para desarmar ou apenas desmaiar a mulher, porém o que ele não contava era que as curvas da meretriz seriam uma arma que ela não precisava engatilhar naquele momento. Uma suave brisa fétida pelo cheio da droga azulada acabou por mover o vestido de Lenore da esquerda para a direita, deixando claro para aquele que investia que a mulher estava sem qualquer tecido protegendo suas intimidades, a não ser o vestido elegante com as correntes em ambas as laterais, o golpe acaba passando direto pela mulher o que acaba apenas elevando um pouco mais seu vestido que apenas deixava ainda mais proeminentes suas voluptuosas curvas. O vento produzido não foi o suficiente para que o velho, ou qualquer um dos outros tivesse visão daquela preciosidade.

O mais velho ainda não havia entrado em combate, ele apenas aguardava e observava os movimentos de Lenore. Seus olhos escuros parecia sugar e adentrar completamente na alma da mulher.

-- Vai ficar apenas olhando vovô?-- o garoto esbravejou.

-- Você vai apanhar se não se concentrar. Acaba logo com essa puta pra gente aproveitar uma boa e quente… e não apenas uma meia velha. -- Irritado o garoto ia novamente em direção a Lenore, havia uma completa sede em seus olhos, mas o velho que antes llhe repreendeu acabou por acertar-lhe as pernas o fazendo cair sobre a mulher. Suas mãos soltaram de forma instantânea o  pedaço de madeira, enquanto as palmas se abriram, apertando assim os seios fartos da mesma.  Fora da luta os outros dois comemoravam, como se fosse uma conquista aquilo; Domingues estava claramente desesperado para tirar aquele pano de sua boca, ainda mais agora que sabia exatamente do que se tratava o gosto amargo que sentiu e ainda sentia.


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PEDE-ME O QUE QUISERES E EU DAR-TE-EI
Lenore Granhiert




O delicioso gosto de sangue!


De início parecia que Lenore passaria pelos arruaceiros tranquilamente como aconteceu com os marinheiros, mas tudo se transforma rapidamente quando os homens a sua frente formam uma barreira e ela logo se ver cercada junto a Domingues.

Os homens que cercavam a bela jovem eram nojentos, usavam roupas imundas, tinham dentes faltando e o odor que exala deles é de fazer vomitar, um cheiro que rivaliza com os excrementos humanos dos drogados que se escondiam nas vielas. Um deles logo toma a frente e chama Lenore de puta enquanto pergunta o que ela estava fazendo por ali, ela não esboça qualquer reação, mas se surpreende quando os homens que estavam a sua frente decidem ir embora depois de uma encarada do sujeito e logo ela descobre que aquela região não pertencia a Tio Jack, pelo contrário, parece ser de uma gangue rival.

Lenore permanece em silencio e parada olhando para frente mesmo quando não havia ninguém, em seus olhos não havia brilho algum, era como se o corpo dela se tornasse uma casca vazia por alguns instantes, para qualquer um que olhasse para ela podia imaginar que ela estava tão nervosa que entrou em choque e não conseguia se mexer por medo, mas a realidade era bastante diferente.

Um dos homens continua com as ameaças e cobra favores sexuais de Lenore para que ela e Domingues pudessem seguir adiante, nenhuma novidade naquilo, era até mesmo de se esperar que essa fosse a intenção deles depois que puseram seus olhares no corpo da meretriz, Domingues se mostra ainda mais inútil depois que é facilmente capturado pelos arruaceiros.

No momento que um dos homens avança buscando atacar Lenore pelas costas uma pequena brisa bate na hora H e faz o vestido de Lenore meio que levantar o bastante para revelar o que havia por baixo, como Lenore não usa roupa intima acaba revelando mais do que deveria, suas partes nuas para o atacante que se distraí e erra o ataque por muito.

Depois de uma discussão entre eles o jovem avança novamente contra Lenore com um olhar faminto, mas o velho o faz se desequilibrar e ele então acaba apalpando os seios de Lenore o que arranca gargalhadas e gritos de comemoração dos demais, todos estavam felizes e comemorando.

É nesse momento que a jovem se aproveitando da proximidade e da algazarra criada pelos outros busca cravar seus dedos no pescoço do jovem de mão boba, Thorn of the Black Rose, estilo de luta de Lenore que faz suas unhas serem tão afiadas quanto katanas, os dedos da jovem entrariam quase que completamente no pescoço do rapaz fazendo uma quantidade enorme de sangue escorrer pelo braço de Lenore e momento em que se olhasse para o rosto da jovem não se veria mais a expressão fria e olhar vazio de anteriormente, e sim um largo sorriso, mas não o sorriso carismático que aquece o coração dos homens que tem o prazer e sorte de vê-lo e sim um sorriso sádico e um olhar faminto e cheio de desejo por sangue.
Depois que o corpo do rapaz fosse ao chão Lenore lamberia o sangue de seus dedos e deliciaria com ele como se estivesse provando o mais delicioso dos doces e depois fixaria seu olhar nos demais os provocando em seguida levando delicadamente a parte dianteira do vestido mostrando sua vagina para todos no local.

- É isso que vocês querem não?...pois venham buscar.

Agora com um forte olhar de desejo e um sorriso cheio de luxuria entrava em puro êxtase depois se sentir o gosto de sangue depois de tanto tempo com seu corpo se contorcendo fortemente fazendo ela abraçar a si mesmo como se estivesse se segurando para não explodir de excitação.




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De forma atrapalhada o jovem havia tentado acertar a meretriz, entretanto o que a mesma tinha de bela, tinha de perigosa. Suas unhas eram afiadas como lâminas devidamente trabalhadas nas mãos de um ferreiro e naquele momento era tudo o que a mesma parecia precisar. Por um segundo, abobalhado, o garoto olhou admirado para a meretriz. Havia um sentimento de vitória em seus olhos e esses buscavam a beleza da mulher que apenas tinha uma expressão sádica e fria naquele momento. O maltrapilho sentiu todo o corpo gelar, e rápida como uma águia, Lenore acerta sua garganta causando um rasgo na lateral do mesmo.

A sujeira do corpo havia misturado-se ao sangue que havia esguichando na mão da mulher deixando todos surpresos, até mesmo Domingues que antes se debatia tentando tirar a meia azeda de sua boca. O berro de dor e ódio do garoto que agora jazia no chão tentando não morrer pela abertura em seu pescoço -- VAGABUNDA, MI…VE…--  As palavras não saiam direito devido ao sangue que invadia sua boca. Os outros dois homens seguraram Domingues com mais força. O fato é que os dois estavam com medo de Lenore, ainda mais quando a mesma lambeu o líquido vital daquele que agonizava no chão. Com o susto, os homens quase não notaram o movimento seguinte de Lenore que os provocava mostrando sua vagina. Diferente dos dois que seguravam Domingues, o velho que havia falado com o garoto que ainda agonizava no chão, ainda observava a mulher de forma calma. com força, seus músculos pouco a pouco ficavam mais tensos, a mão fechou com muito mais força no pedaço de madeira que segurava. Sua face estava completamente fechada como se esperasse o momento certo para bater, por um curto segundo pareceu que o homem sumiu, mas tudo o que aconteceu foi o objeto encontrar o braço esquerdo de lenore, o que antes a mulher não havia percebido ou ao menos não parecia ter procurado era a presença de pregos pequenos em um dos lados do objeto que estava voltado para o homem.

Não havia tanta força para destruir a pele da mulher, mas os pequenos arranhões causados pelos pregos velhos poderiam ser um enorme problema no futuro -- Isso não é nada comparado ao sofrimento que você fez o pequeno Billy passar. Eu não quero mais essa buceta nojenta. Rotep, Roy, Segurem o almofadinha que depois dela é ele que vai pro colo do capeta. --  Os outros seguiram as ordens enquanto o homem observava a mesma com fúria e desejo, um misto estranho para aquele dado momento.



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Lenore Granhiert




Os espinhos da rosa negra


A atitude de Lenore causa medo nos criminosos, mas não em todos, aquele que era visto como líder se mostra uma pessoa bem mais centrada do que os demais, mesmo depois que Lenore mostra suas partes para ele o criminoso se mante centrado.

Por um instante ele some da vista de Lenore e consegue acertar seu braço com um porrete com pregos causando arranhões no braço da meretriz que fica bastante surpresa com a velocidade do sujeito, ela olha para o ferimento em seu braço e depois olha para o brutamontes.

- Isso foi rude de sua parte darling...minha “buceta” é muito mais do que deliciosa, pena que você jamais irá prova-la - Comenta Lenore de forma irônica.

Lentamente ela começa andar em volta do sujeito, desfilando elegantemente e olhando para o mesmo com um sorriso no rosto enquanto o inimigo olha para ela com fúria e desejo fazendo a jovem ficar ainda mais excitada, ela analisa o homem e espera pelo momento certo para atacar e quando esse momento aparece ela avança contra o ele usando movimentos de zig zag para tentar desorienta-lo ou ate fugir do seu campo de visão para então com suas afiadas unhas tentar acerta-lo na parte de trás da sua perna esquerda causando 5 cortes profundos e depois tenta um segundo ataque visando o pescoço do homem com sua outra mão causando mais outros 5 cortes e em seguida se afastando rapidamente para não sofrer com outro ataque.

Ela usaria seus reflexos insanos para evitar o ataque do inimigo, dessa vez ficaria mais atenta a movimentação dele para que não escape novamente dos seus olhos e então buscaria esquivar dos seus ataques saltando para fugir do raio de ação do brutamontes.

Durante todo os seus movimentos a jovem não tirava o sorriso do rosto se divertindo com toda aquela situação, ela faria aqueles homens se arrependerem de terem cruzado o seu caminho e mostraria a eles o quão terríveis eram os espinhos daquela bela rosa.




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O pequeno porto estava ficando cada vez mais frio, a noite se fazia presente e as poucas lamparinas que iluminavam o local afastaram a penumbra que parecia querer se instaurar sobre aquele local. O homem mais velho mantinha seus olhos em Lenore, a fúria era presente e os comentários da meretriz acabaram enfurecendo ainda mais o homem. O mesmo cuspiu no chão mantendo certa distância da morena.

-Eu não preciso provar essa merda que ocê tem a oferecer - Ele retrucava olhando-a com completa repulsa. Lenore, elegantemente, rodeava o homem. Aquela atitude parecia o deixar ainda mais ofegante por conta da pequena batalha, um segundo de distração do homem, enquanto o mesmo olhava para os mais novos, foi o suficiente para que a ágil dama avançasse em zig zag contra o homem dificultando sua visão. O mesmo tentou novamente usar seu bastão contra a mulher de forma a acabar com aquela luta de forma rápida, entretanto os reflexos monstruosos da mulher foram o suficiente naquele momento para que desviasse de forma rápida o suficiente para evitar o golpe.

A mulher utilizou novamente suas unhas afiadas para cortar a perna do velho, um chiado de dor completamente cheio de fúria foi ouvido de seus lábios enquanto os olhos escuros repletos de fúria ainda fitavam a mulher. Os cinco cortes causados pela unha não foram tão profundos, porém foram necessários para deixar sua movimentação debilitada e um tanto mais lenta, entretanto, num último segundo, o homem conseguiu desviar do segundo ataque, se mostrando tão atento à aquela luta quanto Lenore.

- Grr, maldita prostituta.  Agora você morre-  Com muito mais ódio do que antes, o homem segurou o bastão com mais força, a mão apertou ainda mais em volta do objeto, era perceptível que seus músculos estavam retendo e ficando ainda mais duros e preparados para aquela luta. O bastão desceu de cima para baixo, mas encontrou apenas o chão naquele momento, o homem subiu o bastão em seguida gerando um novo golpe em Lenore, mas seus reflexos ajudaram novamente ali.

Ao longe, alguém parecia visualizar a batalha, uma sombra enorme estava escondida  nas sombras observando Lenore de longe. Não era possível perceber de quem se tratava, mas a pessoa parecia saber bem quem ela desejava observar ou seguir.


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Lenore Granhiert




Grite para mim querido


Lenore corta a parte de trás da perna do sujeito e o grito de dor dele faz a meretriz gemer de tanto êxtase, o prazer que sente naquele momento é quase o mesmo que sente quando está na cama com seus amantes e a faz suar entre suas pernas, ela tem segundo ataque bloqueado, mas não deixa que isso tire o seu foco da luta.

- Isso darling, grite para mim, mostre-me sua dor, seu sofrimento. –

Mas tudo que o sujeito mostra a Lenore é sua ira, seus músculos ficam ainda maiores e ele aperta o bastão que segura com força e tenta dar um golpe em Lenore com toda sua força, mas novamente só acerta o vento, a jovem com todo seu reflexo e glamour esquiva do ataque facilmente fazendo ele acertar o chão, ele tenta um segundo ataque e falha novamente e nesse momento Lenore percebe uma nova apertura.

Ela avança rapidamente contra o sujeito e com suas unhas o acerta nos colhões, Lenore não sabe muito sobre anatomia, mas essas partes ela sabe muito bem onde ficam, não havia músculos enrijecidos ali e suas unhas certamente cortariam suas partes as arrancando. Em seguida ela fica atenta se o inimigo contra-atacaria novamente e usa seus reflexos apurados para tentar esquivar e com sua outra mão tenta cortar o a parte de trás da outra perna do sujeito, sempre se movimentando rapidamente de maneira bastante esguia buscando usar o ponto cego do brutamontes.

Depois dos ataques ela se afasta um pouco mais e se prepara para uma nova rodada de ataques do homem, seus golpes não são muito poderosos, mas ela busca minar o brutamontes pouco a pouco sempre atenta a seus ataques.

Lenore então sente olhos sobre ela, alguem escondido nas sombras assistia a luta e isso a perturba, será alguem ja conhecido da jovem? Raposa talvez?



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Por toda a cidade, havia uma estranha confusão, entretanto aquele pequeno grupo parecia completamente apático ao que acontecia por Sirarosa. O homem voltava a investir contra Lenore, tentando atingir o corpo da mesma de todas as formas que conhecia, entretanto seus reflexos eram tão mais apurados que a morena conseguia desviar completamente dos ataques do homem.

Em um momento de respiração, Lenore havia mirado por entre as penas do homem mais velho, mas tão rápido quanto a mesma, ele colocou a coxa na frente, fechando a perna esquerda para que a mulher não conseguisse atingir aquilo que tinha de mais precioso.

-Opa… Aqui não docinho - Ele ironizava ainda sentindo dor por conta do corte atrás da perna.  Domingues, durante toda a luta se manteve quieto, mas em um momento de distração de todos, usou sua cabeça para atingir um dos homens e um belíssimo chute entre as pernas foi preciso para desarmar o outro.

-BORA GOSTOSA!- Ele gritava para Lenore a puxando pelo braço retirando a mulher completamente cheia de sujeira do campo de batalha, ou ao menos era isso que ele havia pensado.

-Volta aqui almofadinha de merda!- O velho corria atrás dos dois como se alguém tivesse roubado seu pedaço de carne delicioso. E bem, a certo modo havia realmente roubado.  Domingues havia se enfiado por diversos corredores, se tentasse, Lenore não teria tempo para olhar o mapa dado por Silvana. De cima das casas, a figura que outrora observava Lenore, a seguia como se desejasse sua proteção, mas devido a velocidade, seria imperceptível para a morena perceber a presença daquela figura.

Pede-me o que Quiseres e Eu dar-te-ei - Página 2 City-01

Cerca de meia hora durou a corrida da dupla. Domingues aproveitava a parada para cuspir no chão e controlar a ânsia de vômito que vinha, ainda mais agora que havia conseguido parar para raciocinar o que era o objeto colocado em sua boca para antes tapar sua fala.

-Porra! Merda! caralho! que nojo… eu vou cortar os bagos de cada um daqueles filhas da puta do Phill por isso. -O homem cospe no chão e chutava coisas com ódio. Aquela era uma área um pouco menos “pobre” do porto, não era diferente da anterior, mas tudo o que havia ali eram navios e homens bem afortunados que desembarcavam para aproveitar os prazeres da ilha… ao menos sem serem notados.
Lenore estava em uma área completamente nova, mas nada parecia muito diferente em Sirarosa. As pessoas ainda consumiam o tal “ azulzinho”, marinheiros ainda tentavam manter a ordem daquele local, e outros procuravam apenas um “buraco” onde pudessem derramar suas próprias frustrações.








”Histórico:




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Intromissão indesejada


Lenore tenta um ataque sorrateiro entre as pernas do sujeito, mas o mesmo conseguiu bloquear se inclinando um pouco e tirando suas bolas das mãos da meretriz e ainda por cima ironizava a tentativa da jovem.

Mas mesmo assim a luta estava a favor da bela morena, os ataques brutos do criminoso mão passam perto dela e ele já estava definhando devido aos ferimentos na perna e ao cansaço, logo logo ele sucumbiria e Lenore sabia disso e ela estava até se divertindo e promovendo um belo espetáculo para o nosso amigo escondido nas sombras.

Ela estava prestes a tentar um novo ataque contra o sujeito, mas sente um puxão em seu braço – Mas o que?...- foi domingues que se aproveitou que os outros dois homens estavam distraídos com a luta para então se libertar. Ele arrasta Lenore pelas vielas de Sirarossa, passando por becos e corredores sendo os dois perseguidos pelo sujeito que não aceitava o fim da luta.

Os dois finalmente chegam a uma área um pouco mais afortunada de Sirarossa, quando eles param a jovem puxa seu braço com força tirando das mãos de Domingues e irritada questiona o trapaceiro – O que pensa que está fazendo? Agora estamos mais longe do objetivo, sabia que havia sido um erro traze-lo comigo. – Ele estava irritado e chutava tudo que via pela frente enquanto cuspia para todo lado porque estava com uma meia cheia de sêmen na boca – Está irritadinho porque tem um pouco de sêmen na boca? Bem, agora você sabe o gosto não é mesmo. Droga, tenho que ir naquela casa de qualquer jeito e pegar esse maldito pacote. –

Aonde ela estava nota o grande numero de marinheiros, parece que estavam realmente por toda ilha, mas também nota os riquinhos que chegavam em busca de se aproveitar dos prazeres oferecidos em Sirarossa, e os drogados que perambulavam livremente pelo local com seus cigarros azuis. Ela então nota suas roupas sujas e fica ainda mais irritada.

- Oh droga, olha para isso, olhe para meu vestido, está imundo. Arhhh. – Ela desesperadamente tenta limpar tudo ou tirar o máximo de sujeira possível enquanto descontava sua raiva e Domingues.

- Olha o que você fez!

Depois de se limpar, ou tentar pelo menos, Lenore então começa a andar, ela olha o mapa e tenta se situar a onde estava para ver a melhor forma de chegar a casa onde estava o tal item que Jack queria, assim que se situasse começaria a andar mesmo sem Domingues.




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ADICIONAIS :

PROFICIÊNCIAS:

Sedução, Etiqueta, Lábia, Ameaça, Administração e Avaliação.

Qualidades:

Versátil, Intuitivo, Atraente, Voz melodiosa, Impassível, Carismático e Prodígio.

Defeitos

Devasso, Vaidoso, Narcisista, Sadista e Infame.

Histórico:







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Pede-me o que Quiseres e Eu dar-te-ei




Post - 12

Pede-me o que Quiseres e Eu dar-te-ei - Página 2 City-01

Irritadiço, o homem ainda cuspia e soltava xingamentos que poderiam ser inaudíveis para Lenore, entretanto a mesma também demonstrava suas frustrações quanto a ser retirada de sua batalha. Os ratos de outrora ( o trio que sobrou da batalha) já não eram vistos pela dupla, mas isso era exatamente o que parecia irritar Lenore.

- Objetivo? - o mesmo perguntou olhando furiosamente para a mulher enquanto terminava de limpar a boca com o pano da própria camisa - Você tem sorte de eu ter tirado você daquele muquifo. Esses babacas iam logo chamar reforços, e provavelmente você estaria sendo levada para algum canto para ser usada como deposito de porra e depois ser morta! - no final da frase o homem se alterou  falando muito mais alto do que deveria, mas logo começou a buscar uma bica qualquer para que pudesse lavar a boca. Os homens que por ali passavam sequer olhavam para Lenore, visto que a mesma estava acompanhada naquele momento, além de suas finas roupas estarem agora ensopadas de um misto de sangue, suor e poeira da corrida. Mesmo com sua beleza divina, Lenore estava muito próxima aos mendigos maltrapilhos daquela região e mesmo tentando limpar, muitas manchas ainda insistiam em ficar impregnadas em seu tecido.

- Eu não to com nojo de um pouquinho de semem, docinho - Domingues olhava para a mesma - Só odeio quando o gosto é horrível… Quando comem abacaxi é melhor. -  Era engraçado como o homem falava, mas cabia a lenore sentir ou não graça daquela forma afeminada de falar. Vendo a irritabilidade da meretriz, Domingues respirou fundo deixando claro suas frustrações naquele momento - Olha, se quiser ajuda pra sair daqui é só dizer... ou se.. ei.. espera! - a mulher aparentemente já havia começado a andar pelo local. Não era muito difícil de voltar para o caminho certo; Lenore olhou o mapa que estava um pouco sujo de poeira e lama… um pouco de sangue talvez, mas o caminho ainda era claro. Bastava dobrar a próxima esquina que a mulher voltaria para a trilha anterior sem problemas, havia também uma forma mais longa virando a direita e depois a esquerda e andar por alguns metros a frente, isso faria com que a mulher voltasse para a casa de banho, onde poderia trocar suas vestes e realizar a missão de maneira limpa e elegante como sempre.

Domingues seguia Lenore alguns passos atrás, mas agora a figura sombria havia sumido e a sensação de ser observada junto com ela - Você conhece bem isso aqui? pra sair andando a esmo? Não acho que a donzela vai querer quebrar a unha em outra briga. - O mesmo comentava observando bem o entorno, mas por qual rua decidisse seguir, Lenore poderia perceber que estava estranhamente quieta e escura.






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Tanaka
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POST

13


PEDE-ME O QUE QUISERES E EU DAR-TE-EI
Lenore Granhiert




De volta a trilha


Lenore revira os olhos diante das palavras e do comportamento de Domingues e começa a andar, sendo seguida pelo trapaceiro que aparentemente ainda tentava ajuda-la ela segue pelo caminho mais curto até o ponto do mapa, Domingues estava certo sobre uma coisa, ela nãos conhece quase nada do lugar.

- De acordo com esse mapa virando aquela esquina já estarei onde quero. – Responde a meretriz a Domingues.

Lenore estava tão suja que pensa realmente em voltar a casa de banho para se trocar, mas estava muito mais longe do que do seu objetivo final então decide tentar ignorar a maneira deplorável em que se encontra para tentar seguir em frente.

O caminho para voltar a trilha estava escuro e muito quieto, mas esse era o caminho a ser tomado não havia jeito, Domingues continua a resmungar e Lenore continuava andando atenta a sua volta para ver se não topava com nenhum dos criminosos que estava lutando anteriormente já que certamente eles ainda estariam procurando pela dupla.

- Você por acaso conhece um caminho melhor? Se sim porque não me mostra logo e assim ficamos quites e livres um do outro? – diz ela em reposta os questionamentos do trapaceiro.

Ela também já não estava sentindo mais a presença da figura misteriosa e nesse caso havia duas opões, ou seja, lá quem for é muito bom em se esconder ou assim como os criminosos perdeu o rastro de Lenore e Domingues, talvez ela nunca fosse saber quem seria a tal pessoa misteriosa no final das contas.




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Sedução, Etiqueta, Lábia, Ameaça, Administração e Avaliação.

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Pede-me o que Quiseres e Eu dar-te-ei




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Pede-me o que Quiseres e Eu dar-te-ei - Página 2 City-01

A meretriz seguia pelo caminho indicado no mapa. O caminho era claro e não tinha dificuldades inicialmente - Tendi. Pelo menos você tem como andar por aí… E não simplesmente seguir a esmo. - O homem movia a mão rodando levemente no próprio eixo. A podridão e o peso da roupa deixavam uma estranha sensação no corpo de Lenore, era como se cada partícula de poeira entrasse em sua carne, mas mesmo em meio a toda a sensação de podridão, a mulher decidiu seguir por seu caminho. No caminho, mal iluminado por lâmpadas, Domingues a seguia com calma e logo sorriu com o pedido de ajuda da mesma - Agora a donzela precisa da minha ajuda? -

O homem negou e deixou que Lenore continuasse a andar - Desculpa, mas eu nem dessa parte eu sou. - O homem esperou até que Lenore seguisse o caminho mais curto, seus olhos pareciam buscar algo, mas naquele momento nada… apenas o silêncio em meio a escuridão que começava a se fazer ainda mais presente.  Lenore e Domingues estavam próximos a uma casa ( Caso olhar o mapa, é a de número 25 no mapa).

As pessoas estavam completamente em pânico, murmúrios diziam sobre algo que havia acontecido no porto, mas nada era solto completamente pelas pessoas que corriam, algumas ansiosas, outras completamente com medo, mas muitas pessoas que atrapalhavam o caminho da meretriz naquele momento. Mesmo com o pouco som, era possível ouvir tiros ao longe e a gritaria logo começou.


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