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Desçam as velas, o navegador sumiu! Sab Abr 09, 2022 6:14 pm
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Aqui ocorrerá a aventura do(a) Pirata Nina Spades & Brina Britta. A qual não possui narrador definido.

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Shiro
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NINA SPADES - 01



Nina caminhava na direção da grande árvore da ilha de Torino. Sua mão direita estava em sua barriga e acima de um dos vários ferimentos que havia levado na última batalha. Apesar dos esforços da Brina, que conseguiu fazer curativos mesmo com tão pouco material, os machucados pareciam longe de estarem curados. - Ei, Brina-chan, é normal meus cortes doerem tanto assim? - Perguntou com os olhos meu caídos de cansaço. - Vermelho, você também está ass– Quando olhou para o lado para ver onde Douglas estava, o homem havia sumido.

BRINA, CADÊ O DOUGLAS? - Gritaria para sua companheira, fechando ambas as mãos em punhos na frente do rosto. - Merda, não acredito que aquele idiota se perdeu. - Reviraria os olhos, bufando. - Bem, vamos resolver primeiro achar alguém pra arrumar a Zarolha, em algum momento ele deve aparecer. - A rainha pareceria mais irritada do que preocupada. - Ele consegue se virar sozinho.

Caso encontrasse algum nativo da ilha, a rainha ergueria a mão esquerda com a palma aberta em forma de cumprimento. - Olá, eu sou a Rainha Nina! Você conhece alguém aqui que saiba arrumar navios? - Faria uma pausa. - Ah, e você viu também um cara de cabelo vermelho passando por aqui? Um alto e com cara de vagabundo.


Objetivos:

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Brina Britta - 1

- Sim! É normal que os ferimentos estejam doendo tanto, porque aquela maleta de primeiros socorros já não era grande coisa e eu tive que me virar com o que tinha. Essa floresta parece imensa e cheia de ervas e plantas curativas, então assim que eu coletar um montão de folha, pode deixar que vou criar meu próprio aparato médico que vai ser milhões de vezes melhores que aqueles remédios sem graça e fedidos! Kishishishi! Ah! E sem falar que desconfio que os fasmídeos te envolveram em algum momento da batalha… isso pode ter potencializado suas dores, e é por isso que eu preciso criar minhas próprias poções!

A curandeira era interrompida pela rainha gritando por Douglas. “Ué?” Estava tão distraída que nem notara a ausência do ruivo e automaticamente levava a mão até a cabeça. Coçava o cocuruto em sinal de confusão, enquanto olhava para os lados e dilatava as narinas na intenção de farejar o fugitivo. “Ué….”

Brina parava de coçar a cabeça. Afastava a mão e voltava a tocar o couro cabeludo. “Ué?” O gesto era repetido algumas vezes, ora com a mão direita, ora com a esquerda, sentia que algo estava errado, mas não sabia exatamente o que. Repetia o gesto uma última vez, agora por mais tempo. - UÉ? CADÊ O MEU CHAPÉU??? - soltava um grito ao finalmente entender que não era apenas seu amigo que havia sumido, mas também o seu característico chapéu pontudo de bruxa. Olhava em volta desesperada, pois era um apetrecho extremamente importante. - Foram os fasmídeos isulindianos? Impossível! Eles roubam apenas objetos brilhantes, meu chapéu não é brilhante! Será que essa floresta tem garraduendes? E se… O DOUGLAS ROUBOU MEU CHAPÉU? - a conclusão mais óbvia surgiu tardiamente, mas ainda menos do que seria se já não o conhecesse suficientemente para até mesmo a ingênua ratinha saber do que o pilantra era capaz. - Ou ele foi raptado por duendes… e eles também usam chapéu parecido com o meu! Se for isso, vamos precisar de uma garrafa pra capturar as criaturinhas e recuperar meu chapéu!

Sentia-se nua sem seu acessório tão característico, mas no momento estava preocupada com seus ferimentos e o de sua parceira, e pensava no amigo perambulando por aí repleto de machucados graves sem a presença da curandeira. Acompanharia Nina para poder tomar as próximas decisões, conhecendo um pouco melhor o lugar onde estavam.

Assim que a rainha questionasse os locais a respeito de Douglas, acrescentaria. - Ah! E sabe se há duendes por aqui?


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Akuma Nikaido
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"Crawling in my skin
These wounds, they will not heal"

A peregrinação de Nina e Brina seguia com a capitã queixando-se de dor. Mesmo raramente sentindo efeitos nessa intensidade, a última luta provara-se bastante debilitadora e só conseguia manter-se em pé nesse momento graças aos primeiros-socorros de sua bruxinha. Distraídas com o cansaço, demoravam para dar falta de Douglas, que havia dado no pé e levado o chapéu da roedora consigo. Apesar de ambas quererem procurar pelo ladrão, acreditando que ele havia somente se perdido, a prioridade delas era clara: buscar por ajuda.


Apenas alguns minutos haviam se passado desde que começaram a caminhar sozinhas, mas para ambas parecia horas. Brina sentia o calor úmido da floresta penetrando seu corpo, quase como se sugasse sua energia. Nina, por outro lado, começava a tremer com alguns calafrios. A caminhada em mata fechada também não auxiliava muito, mas por fim chegavam a uma clareira.


Cercada convenientemente por árvores frutíferas, talvez pudessem comer alguma refeição ali e descansar, antes de retomar sua caminhada. Na verdade, a parada era obrigatória, pois Nina arfava fortemente, demonstrando cada vez mais que seria vencida pela exaustão em breve. Se Brina resolvesse checar o estado de saúde de sua companheira, notaria facilmente que a rainha encontrava-se febril.


E como não há nada tão ruim que não possa piorar, naquele momento de fraqueza, um enorme pássaro surgia vindo do céu. A ave, provavelmente atraída pelo cintilar do Sol no ouro da coroa de Nina, dava um mergulho e roubava o acessório da cabeça dela, voando novamente para o alto. Brina poderia notar com sua visão aguçada que o animal encaminhava-se para a direção da grande árvore central de Torino. Já a caolha? Bom, ela até poderia tentar esboçar alguma reação mais veemente, mas certamente não estava em condições de fazer nada naquele momento que não desabar no solo. Era hora de Brina mostrar suas habilidades de curandeira.


Observação:

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Brina Britta - 2

A ilha de Torino podia até ser mais fresca do que Karate Island, no entanto após caminhar pesarosamente com tantos ferimentos e cansaço, a exaustão começava a castigar a pequena que já era sensível aos climas mais quentes devido a sua pelagem. Ainda assim, a familiaridade com a atmosfera silvestre a animava ligeiramente, gostava de estar cercada de árvores e pequenos animais.

No entanto, sua capitã traçava o mesmo trajeto carregando ferimentos muito mais numerosos e profundos, e logo os sinais de um tratamento insuficiente começavam a denunciar uma possível febre.

- Rainha Nina! Precisamos parar um pouquinho… deixe-me checar um pouco a sua temperatura. Hmmm… não seria estranho estar quente depois de andar tanto nessa floresta úmida e não tenho uma forma de medir com precisão. - sinalizaria para que ela se sentasse, e colocaria sua mão na testa da monarca, checando sinais de temperatura elevada, calafrios, suor excessivo, mal-estar ou enjoos. - Como você está se sentindo? Eu desconfio que você possa estar no início de uma febre, não podemos arriscar! Antes de continuarmos, deixe-me ver algumas ervas por aqui que possam nos ajudar e… O QUE FOI ISSO?

De repente, Nina não estava mais com sua coroa. Apesar dos reflexos comprometidos pelo cansaço, a pequena conseguia ver que o meliante era uma ave que ia em direção a enorme árvore no meio da ilha. - RAINHA NINA! AQUELA AVE ACABOU DE ROUBAR SUA COROA! - anunciava, como se sua amiga fosse incapaz de perceber o óbvio. - E o meu chapéu sumiu… será que é uma Kookaburra? UMA KOOKABURRA CHAPELEIRA? Só pode ser isso! Faz todo sentido, essa ilha deve estar repleta desses pássaros ladrões… ela está indo em direção pra árvore, e agora? PRECISAMOS IR AGORA! Na verdade, agora não… precisamos primeiro nos tratar. Será que o Douglas foi raptado por uma dessas aves? Ele pode ter sido confundido com uma cartola! Aquelas cartolas com uma pena vermelha na ponta… Rainha Nina, fique aqui, eu vou vasculhar os arredores para improvisar um medicamento, é melhor que você descanse!

Deixaria Nina na clareira, e buscaria não ir muito longe para não se perder e para manter o cheiro da rainha dentro do alcance de seu faro aguçado. Usaria o mesmo para colocar em prática seu conhecimento de curandeirismo e procurar por plantas que reconhecesse como medicinais. “Aloe vera, Camomila, Calêndula, Centella, Guaco… Qualquer uma dessas deve bastar para auxiliar na cicatrização, Alecrim, Cravo, Noz-Moscada e Sálvia também, são excelentes antibacterianos e vão ajudar a evitar uma infecção.” Usaria seus sentidos para identificar as ervas, e assim que encontrasse algo que julgasse útil, colheria e guardaria cuidadosamente. “Macela, Cardo-santo, Manjericão, Freixo, Salgueiro-Branco, Eucalipto… essas plantas ou árvores podem ajudar com a febre, por serem antinflamatórias. E se eu encontrar frutas cítricas também será ótimo! Morango, laranja, abacaxi ou limão, todas elas ajudam com a imunidade e vamos precisar disso.”

Animadamente, correria entre as árvores coletando os ingredientes. Ao longo do caminho, tentaria extrair água retida nas folhas ou nos cascos das árvores, juntando tudo em algum recipiente, casca de fruta, alguma folha curvada ou pedaço de madeira que permitisse manter a água. Assim que tivesse o suficiente, voltaria para a clareira e amassaria as ervas antibacterianas com a ajuda de uma pedra, até obter uma massa que serviria como pomada. Para as ervas antinflamatórias, colocaria-as no recipiente improvisado de água, caso conseguisse, para tentar fazer um chá que não precisasse de fervura, ou seja, faria isso somente se soubesse que as plantas em questão não eram tóxicas.

- Rainha Nina, aqui está! Deixe-me passar isso nas suas feridas, garanto que vai ajudar bastante! - e desfaria delicadamente seus curativos de forma que pudesse refazê-los sem a necessidade de mais materiais, espalhando a mistura em todos os cortes. - Agora beba isso! Sei que é horrível… mas vai ajudar a evitar que a febre se agrave! - e entregaria seu chá improvisado. - Ah! E claro, coma isso, não podemos ficar sem comer! - daria algumas frutas coletadas no caminho para sua companheira.

Repetiria o procedimento da pomada em si mesma, mas não tomaria o chá. E sentaria na frente de Nina, abocanhando algumas frutas que sobrassem. - Kishishishi! Depois disso, a gente vai conseguir chegar onde quiser! Espero que Douglas esteja conseguindo se virar… as feridas dele estavam bem preocupantes, queria poder fazer esse tratamento nele também. - diria sorrindo, mas sem deixar escapar o tom triste. Preocupava-se com seu amigo, e não sabia onde ele havia ido, e porque, e onde estava seu chapéu. E agora havia a questão da coroa. Continuaria comendo as frutas até que Nina estivesse melhor e anunciasse que poderiam continuar sua caminhada.


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NINA SPADES - 02



Cada passo que dava, por mais curto que fosse, parecia-lhe um fardo. Suas pernas estavam pesadas e seu corpo inteiro quente. À sua volta a floresta se espalhava, imponente e parecia não acabar nunca. Quando chegou em uma clareira, a rainha parou um pouco, respirando com pesar. - Arf.. arf.. O quê, você é um duende? O que você fez com a Brina? - A monarca falava isso enquanto olhava para a bruxinha, delirando por conta do estado febril em que se encontrava. Em sua mente palavras, pensamentos, imagens e sons começavam a se mesclar e a dançarem ao som da psicodelia, mesmo que em uma escala fraca.

De repente, uma movimentação súbita nos céus fez com que Nina arregalasse os olhos e olhasse para cima. Essa reação brusca fez seu corpo inteiro doer. Um dragão colorido fez um rasante e tomou-lhe a coroa. - Ei, Brina! Arf.. Arf… O dragão roubou minha coroa Arf… - Estava com o olho semi aberto e com certa dificuldade de respirar. Já não sentia mais as dores como antes, porém também não sentia mais seu corpo no geral, era como se ela fosse um espectro de calor e estivesse hipnotizada pelo mundo a sua volta. Apesar de ter sido um pássaro que roubou sua coroa, se alguém perguntasse ela juraria de pé junto que viu um dragão.

Se arrastaria até uma árvore. - Arf.. Merda, minha coroa. Desgraçado, eu vou matar você. Arf… Douglas, cadê o Douglas? Brina… Arf… Ei, Brina, você também sumiu… Merda minha coroa, o que vou fazer sem ela… Arf… - Reclamando, ela encostaria na árvore e sentaria no chão. Fecharia seu único olho e cochilaria, mas lutando para se manter de olhos abertos, ela não é do tipo que sucumbe com facilidade.

Caso Brina a medicasse, a monarca faria o esforço possível para ficar acordada e tomar o medicamento. - Ah, Brina, você não sumiu… - Passaria a mão no rosto da ratinha, dando um sorriso fraco. - Um dragão roubou minha coroa, eu vou matar ele… - E seguiria todas as indicações que sua companheira desse, sabendo que estava em boas mãos.

- Merda, vamos lá, temos que achar essa coroa! - Gritaria caso as habilidades de Brina tivesse mitigado sua febre, dor e cansaço ao ponto dela estar mais sã e poder andar novamente. Caminharia na velocidade máxima que seu corpo aguentasse até a árvore no centro da ilha, com os dentes cerrados. - Você viu o dragão que roubou minha coroa? Foi um presente do meu pai! A única coisa que tenho dele. Vou ter que matar o meu primeiro dragão. Merda, merda, merda, merda! - Estaria bufando, desta vez não de cansaço ou febre, mas de raiva. Ela estaria disposta a matar tudo naquela ilha para conseguir a coroa de volta. Sem exagero.


Objetivos:

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Akuma Nikaido
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"Always had a fear of being typical
Looking at my body feeling miserable"

Brina observava que sua rainha não andava bem das pernas, literal e figurativamente falando. Forçando uma parada, começava a checar como a moça estava e então eram surpreendidas pelo ladrão alado. A pequena roedora ficava tentada por um curto momento em ir atrás para recuperar o objeto de sua amiga, mas logo concluía que o tratamento era mais importante nesse momento.


Decisão acertada, pois Nina a esta altura já delirava, achando que a pequena era um duende e o pássaro, um dragão. Recostando-se a uma árvore, era a única coisa que podia fazer para evitar uma queda vergonhosa para seu orgulho. Ainda assim, sentava-se e acabava tirando alguns cochilos breves, aguardando pelo retorno de sua bruxinha.


A mink começava, então, a demonstrar porque era uma boa curandeira. Procurava por diversas ervas e surpreendia-se positivamente. Aquela região possuía um solo muito fértil e várias espécies diferentes ali cresciam. Aproveitava para colher ervas anti-inflamatórias, ervas analgésicas, e alguns cogumelos Penicilium. A floresta era úmida e portanto não seria difícil conseguir extrair um pouco de água, mas com sua audição aguçada, a roedora ouvia barulho de água corrente próximo de si.


Pegando um frasco vazio, enchia-o de água e logo retornava para perto de Nina. Passava os próximos minutos masserando as diferentes ervas, criando plastrões e deixando um chá fresco decantar. Colhia também algumas frutas e deixava-as de prontidão, para quando terminasse seu trabalho. Nesse intervalo, Nina oscilava entre a semi-consciência e a inconsciência, o que acabava sendo bom para a garota. O descanso fazia-a bem e, após os cuidados de Brina, conseguia inclusive comer um pouco e cochilar mais tranquila.


Cerca de três horas se passavam até que Nina finalmente estivesse em condições de levantar-se. E impelida pela raiva de perder a coroa, lembrança de seu pai, dirigia-se imediatamente rumo a árvore. Ainda sentia seu corpo pesado, pois a musculatura havia sido estressada ao limite, mas graças às ervas de Brina, praticamente não sentia dor. A bruxinha inclusive também sentia-se bem melhor, principalmente de barriguinha cheia. Enquanto andavam, sua audição aguçada permitia ouvir um barulho de folhas próximas a si, indicando que alguém se aproximava. O cheiro estranhamente ressoava como o mar, muito embora certamente estivessem indo para o centro da ilha.


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Brina Britta - 3

Apesar do tratamento bem efetivo, Nina apresentava indícios de delírios febris e plantava algumas dúvidas na mente supersticiosa de Brina. - Hm… acho que era muito pequeno para ser um dragão, a não ser que sejam dragonitos, o que faria sentido, já que eles gostam de coisas brilhantes! Pensando bem… muitas criaturas gostam de coisas brilhantes, né? Kishishishi! Você também gosta, não é? Sua coroa é bem brilhante, espero que a gente recupere ela logo, eu nunca vi rainha sem coroa. “Também nunca vi bruxa sem chapéu… Ah! Na verdade, já conheci algumas!”

Estava contente que suas preparações haviam surtido um bom efeito, e sua companheira já parecia melhor, assim como a própria ratinha quase não sentia mais dores. Agora, parecia o melhor momento para deixar a floresta em segurança e seguir em direção à cidade. Haviam três coisas para recuperar: o chapéu de Brina, a coroa de Nina e, por fim, Douglas, se é que ele de fato havia se perdido ou desapareceu por conta própria.

Durante a caminhada, algo roubava sua atenção. O farfalhar das folhas podiam indicar a presença de um pequeno animal se aproximando, mas o aroma característico de mar penetrava suas narinas e a confundia. “Um peixe? Aqui no meio da floresta? Impossível! E se for um Afogador? ou um Diabrete Pantanoso… ainda assim, não faria sentido uma criatura dessas tão longe do mar… e se for um…” - TRITÃO! - deixava escapar seu pensamento, e puxava a borda do casaco de Brina, para que a olhasse. - Ei, Rainha Nina! Eu acredito que há um homem-peixe vindo naquela direção… - apontava para onde seus sentidos indicavam a presença de alguém, e falava o mais baixo que a pequena tagarela era capaz. - O que vamos fazer?

Aguardava sua capitã dar uma ordem, na esperança de que fosse apenas um dríade marinha perdida, ou um peixe-andarilho. Segurava seu cajado com firmeza, preparando-se para um possível ataque.

- São os peixes, são os peixes, são os peixeees… - cantarolava baixinho, quase que inconscientemente.


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NINA SPADES - 03



Nina sorria largamente olhando para baixo, para o seu próprio corpo. - Uou, Brina-chan, essa gororoba que você me deu realmente funciona. Já não sinto nenhuma dor! - Na realidade havia um resquício mínimo de desconforto, mas que passou desapercebido por conta da hipoalgia da rainha. - Dragões, Dragonitos… Tanto faz! Eu vou encontrar o bicho que roubou minha coroa e vou pegar ela de volta na porrada. - O seu sorriso havia morrido, uma cara marrenta estava no lugar, com um beiço proeminente.

A monarca avançou então com sua companheira mink, dando passos pesados de raiva, amaldiçoando tudo o que via pela frente. - Que floresta desgraçada! - Soltou em algum momento, puta da vida por sentir a cabeça mais leve por conta do roubo de seu tão amado artefato. Seus olhos cortavam toda a paisagem, procurando por algum sinal de vida.

Mais a frente ela percebeu a inquietação da Princesa Bruxa e então ouviu suas exclamações. - Um tritão? Tem certeza? Será que você não ouviu os passos de um dragonito? - Ela queria muito sua coroa. - Er, bem, se ele for de boa eu vou fazer ele me levar até aquela arvorezona para eu conseguir matar o dragão ladrão. - Faria uma pausa, sacando sua clava de dentro de sua capa. - Agora se ele não for de boa, nós amassamos ele. - E então pararia o avanço e olharia para a mesma direção apontada pela ratinha.

Quando a criatura misteriosa aparecesse no campo de visão, Nina gritaria com as sobrancelhas franzidas: - PARADO AÍ, TRITÃO! Meu nome é rainha Nina, o que você quer, hein?

Caso percebesse alguma intenção de ataque da criatura, Nina não pensaria duas vezes. Flexionaria ambas as pernas, impulsionaria seu corpo em um pulo para frente e então daria um golpe vertical de cima para baixo com a clava bem na cabeça do sujeito. - Não me enche!


Objetivos:

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"Maybe your mind is playing tricks
You sense, and suddenly eyes fix
On dancing shadows from behind"

Bruxinha e rainha, ambas preparavam-se para um possível inimigo imaginário, mas embora Brina sentisse aquele cheiro e ouvisse barulhos próximos, não conseguia visualizar nenhuma criatura. E, como ninguém se revelava, Nina continuava a percorrer a floresta rumo a árvore, seu foco concentrado em recuperar sua coroa. A ratinha seguia logo atrás, encucada em notar o cheiro de mar cada vez mais forte. Seria possível que a árvore estivesse em uma ilha de água salgada? Os sons também não ajudavam muito, pois cada vez mais diferentes ruídos vinham de todas as direções, parecia que se aproximavam de uma sessão mais viva da floresta.

Quando, por fim, chegavam a base da árvore, Nina já estava praticamente curada de todos os ferimentos anteriores. O plastrão feito por Brina conseguia acelerar a cicatrização de maneira impressionante. Os próprios ferimentos da bruxinha também já estavam quase todos curados. As garotas, a essa altura, pareciam já ter aceitado que o tal tritão não era real quando, por trás de uma moita, surgia uma figura encapuzada, vestindo roupas pretas que tampavam quase todo seu corpo. Isso justificava o porquê de mesmo Brina não tê-lo visto anteriormente, já que a cor se camuflava em meio às folhagens escuras por onde passaram antes.


A figura abaixava o capuz, revelando, de fato, ser um tritão. Seus olhos arregalados revelavam que estava surpreso, enquanto exclamava, desgostoso — NÃÃÃO! ACHEI QUE VOCÊS ESTAVAM INDO ATÉ DOUGLAS! CADÊ ELE? Apesar de suas intenções não estarem claras, ambas podiam notar um tom de pânico em sua voz, uma preocupação além da conta.


O tritão segurava seu cabelo azul-escuro com as mãos, puxando levemente, enquanto andava de um lado para o outro, como se pensasse o que fazer. Não parecia uma ameaça às duas, mas certamente não colaborava em nada também com sua presença. Com sua visão acima da média, Brina via de relance um ninho gigante de pássaro em um galho bem alto, acima de onde estavam. Talvez ali pudesse ser o local onde o pássaro ladrão ficava?


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Brina Britta - 4

Até mesmo Brina conseguia notar o quão irritada a rainha estava sem sua coroa, mas cogitava ter dado um chá enfurecedor por engano a sua amiga. “Hm… não teria como, só se eu confundisse manjericão com folha-dracônica, mas eu não cometeria esse erro!” Pareciam que estavam no lugar certo, pois a pequena conseguia avistar um ninho justamente na árvore em que julgou ter visto a criatura voar assim que roubou o acessório de Nina.

O grito do invasor a assustara por um momento, pois fora pega de surpresa mesmo com seus sentidos aguçados. Inusitadamente, no final das contas estava certa: era um tritão. Sua reação era a mesma de quando se deparava com uma criatura “mágica”, tomada por curiosidade e um híbrido entre entusiasmo e receio. - UM TRITÃO! Olá, Seu Tritão! Fazia tempo que não via um! Ah, na verdade vimos vários em Karate, e derrotamos um deles também, o Pín… espera aí, VOCÊ NÃO É O IRMÃO DELE, É? - após todo esse tempo, a ratinha ainda acreditava que Dínamo era um tritão cabeça-de-martelo, devido ao seu crânio endurecido. Lembrava-se também de que aparentemente ele tinha um irmão, que não gostou nem um pouco do desfecho daquela batalha. - Nossa, mas você é muito diferente dele! Não tem como vocês serem irmãos… Ufa. Digo, é… Quem é você então? ESPERA AÍ, VOCÊ CONHECE O DOUGLAS? Não sabemos pra onde ele foi! Desconfio que ele foi raptado por um desses Kookaburras, essas aves gigantes que roubam chapéu e objetos brilhantes, apesar de que também pode ser um dragonito. Se eu estiver certa, o Douglas deve estar bem ali! - apontava para o ninho que havia avistado. - Junto com o meu chapéu e a coroa da Rainha Nina. Eu não acho que eu consiga subir essa árvore… Rainha Nina, você acha que consegue? EI, ESPERA AÍ! Seu Tritão, eu sei que vocês são melhores na água, mas você acha que consegue chegar até aquele ninho? Assim você consegue encontrar o Douglas, a coroa e o meu chapéu de bruxa. Eu sou a princesa-curandeira do Reino de Nina, eu sei que não parece, porque estou sem o meu chapéu! Vê como é importante que eu recupere ele? E Rainha Nina é uma rainha e está sem a coroa dela… Por favor! Por favor, ajude a gente! Assim você reencontra o Douglas e todos ficam felizes! Espera aí, por que você está procurando ele? Ele é seu amigo?

Após o falatório, esperaria que o estranho se prontificasse a ajudar as duas, sabia que seu amigo era perseguido por muitas pessoas, inclusive pela própria família. - Você não é uma das irmãs do Douglas… é? - perguntava, por fim.


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NINA SPADES - 04



Passou-se um tempo e o tal esperado tritão não apareceu. - Acho que você está ouvindo coisas, Brina-chan. - A rainha fez um carinho de leve nos cabelos roxos da bruxa-rata, guardou sua clava e voltou a caminhar. Andou por um tempo e por fim chegaram no pé da grande árvore. - Nossa, pensei que não íamos chegar aqui nunca. - Limpou o suor da testa, olhando para aquele titã amadeirado que estava na sua frente.

Neste mesmo momento, por detrás de um arbusto surgiu o tritão que elas tanto esperaram. - QUÊ!?! Alguém realmente estava seguindo a gente. - A rainha gritou, apontando para o sujeito e com a boca aberta de incredulidade enquanto olhava para a bruxinha. - E você conhece o Douglas? Quem diabos é você, desgraçado? - Nina estava muito confusa, agora com ambas as mãos na cintura, observado o tritão correr para lá e para cá em desespero.

Nina observou Brina tomar a dianteira da conversa com o tal tritão. Quando a mink terminou, a monarca só fez um adendo. - Isso seu paspalho, vá buscar a coroa lá em cima pra gente. Essa é uma ordem! - Disse isso ainda com as duas mãos na cintura, porém dessa vez ela ostentaria um sorriso safado, um sorriso de quem não teria que fazer esforço pra escalar a árvore.

Entretanto, caso o sujeito não se prontificasse a seguir a ordem ou não conseguisse executá-la, Nina colocaria em prática seu segundo plano. - Você é imprestável que nem o Vermelho, não é atoa que se conhecem. Sai da minha frente, deixa comigo. - A rainha mais uma vez empunharia a clava com sua mão direita e olharia para cima, para o galho onde o ninho estava. Como só tinha um olho, ela nem precisava fechar o outro para ter uma mira melhor. Colocaria a língua na lateral, mordendo-a de leve e fazendo sua ponta sair um pouco no canto da boca. Feito isso, puxaria a clava para trás e depois para frente rapidamente, soltando-a no ar quando ela estivesse no topo de sua cabeça, arremessando-a na direção do ninho. O objetivo era acertar o galho e o ninho e fazer pelo menos um deles cair. Caso isso acontecesse, correria até ele para ver se sua coroa estava lá.

Se a encontrasse, a colocaria na cabeça no mesmo instante.

Objetivos:

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Akuma Nikaido
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"Welcome to the climb up
Reach for the summit"

A empolgação de Brina podia ser muito fofo para quem observava de fora, mas frequentemente confundia aqueles que precisavam de fato prestar atenção na garota. O tritão coçava a cabeça de maneira cômica, como quem tenta entender o que diabos está se passando, até que dava um sorriso e respondia: — Ahhhh! Então Douglas-sama está em cima dessa árvore? E seu chapéu e sua coroa também? DEIXEM COMIGO, ONIMARU ESTÁ AQUI!


Correndo em direção a árvore, o tritão usava toda sua força para saltar o mais alto que conseguia, dando uma segunda pisada no tronco da árvore e girando em 360º, pegando impulso para subir ainda mais. E mesmo todo o esforço dele mal trazia resultados positivos. Conseguia, em um último suspiro, agarrar um ramo do galho mais baixo daquela árvore gigante.


Içando seu corpo para cima, conseguia equilibrar-se, finalmente. De lá de cima, gritava: — TALVEZ ISSO VÁ DEMORAR UM POUCO! E logo ambas podiam vê-lo preparando-se para mais um sprint. As duas teriam alguns minutos de espera até que ele finalmente voltasse a aparecer, pois sem demora já encontrava-se tão alto que mesmo a visão aguçada da bruxinha não era capaz mais de captá-lo com 100% de precisão.


Caso resolvessem andar um pouco em torno da árvore, encontrariam algumas esparsas casas construídas de maneira a integrar o ambiente à floresta primordial, além de descobrirem a nascente de um rio. Entretanto, caso permanecessem no local, acabariam vendo, após alguns minutos, um par de pessoas chegando distraídas, próximas de onde estavam. Ambos eram parrudos, embora não fossem gordos, e carregavam um tipo estranho de lança em mãos.


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Brina:


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Quando Nina ouviu Onimaru se prontificando a ajudar, ela não corrigiu ele em sua fala porque não queria que o garoto desistisse de subir na árvore. Enquanto o menino fazia sua escalada, a Rainha aproximou-se da Princesa Bruxa. - Você ouviu isso, Brina? Ele disse “Douglas-sama”! Quem diabos é esse garoto? E por que ele fala assim do Douglas? O Douglas é um idiota, ninguém deveria chamá-lo de “-sama”. Merda, esse patife ainda está escondendo coisas da gente… - Meio aborrecida, Nina chutou o chão.

Enquanto isso o tritão havia subido tanto na árvore que Nina nem mesmo conseguia vê-lo. - O moleque é bom nisso hein. Bem, já que ele foi pegar minha coroa, vamos dar uma passeada. Preciso achar algum carpinteiro pra arrumar a Zarolha antes que aqueles marinheiros pé no saco voltem. - E então a Rainha estenderia sua mão para que Brina a pegasse e ambas começassem a andar de mãos dadas.

Perceberia as casas, que mais pareciam constructos produzidos pela natureza, de tão incorporadas com o ambiente. - Opa, acho que chegamos numa cidade. - A rainha anunciaria para sua companheira. Quando seu olho captasse a presença dos dois nativos, grandes, parrudos e empunhando lanças, Nina soltaria a mão da mink. - Ei, Brina, vai na frente e me introduza como uma rainha… - Cochicharia para a ratinha, agachando e tampando sua boca para que os dois homens não lessem seus lábios.

Assim que fosse introduzida, a monarca caminharia com ambos os punhos fechados, peito estufado e em uma marcha que tentaria dar um ar de grandeza para si mesma. - Isso mesmo, eu sou a Rainha Nina e estou procurando alguém que possa arrumar o meu barco que está na praia. Vocês conhecem alguém que sabe fazer isso? - Nem se importaria em perguntar o nome deles. Só queria achar o carpinteiro e meter o pé daquela ilha.

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- Uau! Você é um peixe-macaco? - inocentemente, a pequena se impressionava com as habilidades acrobáticas quase inexistentes do tritão. - O QUE? ONI-QUEM ESTÁ AÍ? ESTAMOS PROCURANDO POR DOUGLAS! - avisava, sem entender que ele se referia a si mesmo. Naquele ritmo, reconhecia que ia levar certo tempo até que o desconhecido alcançasse o ninho, e Nina impaciente sugeria dar um passeio ao redor da gigante árvore.

- Hmmm… Douglas-sama? Não era assim que chamavam aquele cara importante em Karate? “Alguma-coisa-sama”, será mesmo que ele não é irmão do Dínamo? Ah! Tem razão… coitada da Zarolha, depois do que aconteceu ela ficou ainda mais zarolha, seria ótimo encontrar alguém que nos ajudasse nisso também! - naturalmente, segurava a mão de sua companheira para que fosse conduzida, e assim que recebesse uma ordem real de sua monarca, compreenderia imediatamente seu papel importantíssimo naquilo, concordando energeticamente com a cabeça e saltitando para ficar a alguns metros dela.

Abria a boca, mas daria uma breve olhada para trás, como se buscasse uma aprovação de Nina. E em seguida faria seu discurso de introdução.

- ATENÇÃO! ATENÇÃO! - aguardaria alguns segundos. - … - e após uma pausa, esperava que alguém a olhasse. Voltando a falar e gesticulando bastante com o apoio de seu cajado - Obrigada pela atenção! ATENÇÃO! Povo de… Povo dessa ilha! Eu sou Brina Britta, princesa-curandeira do Reino de… Nina! E anuncio a todos que sua ilha acaba de ser afortunada com a visita da incrível, única, poderosa e incrível, RAINHA NINA! - afastaria-se para o lado, reverenciando e abrindo espaço para que a própria pudesse se apresentar. - Gostou??? - diria sussurrando, tampando a lateral da boca.


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