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Um Bom Argumento Ter Mar 15, 2022 6:35 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Um Bom Argumento

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Michelle Johnson. A qual não possui narrador definido.

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Diego Kaminari
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Re: Um Bom Argumento Ter Maio 10, 2022 9:27 am

Um Bom Argumento




Narração - 15



O homem saiu, mas apesar de seu esforço, fofoca quebra as barreiras da própria realidade. A multidão estava claramente agitada e revoltosa com tudo aquilo, não somente outro homem havia morrido, mas também havia um clima de preocupação sobre quem seria o próximo. Poderia ser qualquer um... Desde um pequeno comerciante a um oficial da marinha, afinal nosso querido assassino não deixou claro suas motivações ou perfil de escolha. Tudo que sabia naquele momento era que as únicas coisas que as vítimas tinham em comum, era que utilizavam de seus ofícios para ajudar ou se envolver com o criminoso mercado negro. Mas, porque a população estava nervosa diante disso? Dois motivos, o primeiro era que a marinha não costumava se preocupar em informar o povo dos acontecimentos e andamentos da investigação o que dava margem para a criatividade aflorada pelo pânico, e o segundo motivo e muito simples e obvio… Num mundo corrupto de merda, quem não tem o teto de vidro que atire a primeira pedra.


Michele acelerou suas ações e se preparou para proteger sua família, deixou tudo na mão de alguns companheiros de agência que ali ficaram para controlar a multidão. No caminho seu sorriso mostrava que ideias se formavam em sua mente, um sorriso estranho de se ver por uma terceira pessoa, afinal, MJ acaba de sair de uma cena de assassinato. No QG marítimo sua solicitação foi rapidamente atendida e lhe foi indicado a sala da tenente, a mesma não se encontrava, todavia foi notificado e logo lhe encontraria. Todos odeiam ter que esperar, entre tudo, naquele momento era tudo que a marinheira queria para forjar sua carta e culpar sua superior.


A mesa da tenente estava recheada de documentos importantes em suas gavetas, então o que não faltava era assinatura para ser copiada. Sua carta incriminadora foi colocada na pasta com as demais e a jovem se colocou em busca de um oficial para averiguar tudo aquilo. Entretanto, assim que saiu da sala MJ acabou por dar de cara com ninguém menos que a própria Euphemia.




Um Bom Argumento - Página 3 80bbf0ded68eba6c16d1a411663bfc48




- Você está aí... O que está fazendo aí dentro sozinha? – Questionou a mulher com um olhar de suspeita, afinal, investigadores suspeitam de tudo a sua volta como um costume que não se livra. – Bem, fui informada de que tem novas informações sobre o caso e acredito que não por coincidência me foi informado sobre o segundo assassinato, você processou a cena do crime? Pode deixar que me encarrego de analisar a novas evidências. – Falou a oficial esticando as mãos para que lhe entregasse a pasta. – Vamos logo com isso, pois acredito que sei quem é nosso assassino.


Talvez as coisas não tivessem saído exatamente como planejado e a situação de Michele era delicada, poderia fazer algo ou seu disfarce logo cairia? De qualquer forma ainda existiam muitas informações escondidas da luz e em algum lugar não muito distante dali... Outra alma dava seu último grito.



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Re: Um Bom Argumento Sex Maio 13, 2022 9:02 pm

Um bom argumento

Cogitei que aquilo aconteceria, realmente, mas não acreditei que de fato desse de cara com Euphemia assim que estivesse de saída, droga. Senti minhas mãos gelarem quase que imediatamente, quais eram minha opções? Qual seria a melhor saída? Se eu entregasse a pasta havia uma grande chance dela encontrar a carta forjada e, talvez, logo descobrisse o que eu fazia na sala. Engoli em seco, não tinha tempo para enrolar ou criar situações que tirassem a atenção de cima de mim, suspirei e fechei os olhos por um instante antes de tomar a coragem necessária para o que viria em seguida — Desculpe Euphemia, — trouxe a pasta para trás de minhas costas mostrando que não tinha intenção de deixá-la tocar naqueles papéis, não naquele instante pelo menos — mas a situação parece ser muito mais complicada do que consideramos, quero levar esses documentos para um superior de patente maior, quero que entendam com seus próprios olhos que precisamos de mais foco nessa situação, mais pessoas vão morrer se nada ser feito — não esperava que a mulher cedesse àquelas palavras, pelo contrário, desejava que oferecesse resistência a minha ideia, contudo, se por qualquer razão seguisse minha ideia, assim o faríamos indo em a procura de um sujeito com poder suficiente para dar o fatídico verídico àquelas “provas”.

Porém, como o mundo sempre nos resguardo surpresas - e nem todas agradáveis - comprei a persona que contestava uma tenente, mesmo sendo parte da patente mais baixa da marinha — Euphemia, não temos tempo para isso, sei estamos trabalhando no caso mas temos de dar o braço a torcer e mostrar que isso é muito mais do que um ou dois assassinatos isolados, temos um assassino em série em Las Camp que vai agir novamente — minha voz se intensificou e elevou-se propositalmente para chamar atenção daqueles a nossa volta — se tem uma ideia de quem pode ser, ótimo, vamos juntas até o capitão apresentar tudo que temos e pedir reforços, se não quiser vir comigo tudo bem, mas não vou continuar aqui perdendo mais tempo e levarei isso comigo, não posso me apresentar de mãos vazias —  daria a volta na mulher seguindo em qualquer direção que me parecesse levar a algum lugar onde pudesse concluir meu objetivo inicial, mas esperava que com aquele pequeno teatrinho, onde busquei colocar Euphemia como um obstáculo entre mim e os membros de alta patente pudesse fazer com que o público a nossa volta assimila-se aquela atitude quando a “carta” viesse a tona.

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Re: Um Bom Argumento Seg Maio 16, 2022 12:02 pm

Um Bom Argumento




Narração - 16



MJ estava decidida em usar de toda sua capacidade de enganação para despistar seu alvo e até que ela mandava bem em seus argumentos, ela so se esqueceu de uma coisa... Consultar as informações da base em que ela servia. Euphemia olhava-lhe com uma feição seria enquanto a fumaça de seu cigarro passava por diante de seus olhos de falcão.


- Soldado, me escuta e obedeça a meu comando. – Deu a ordem num tom de voz extremamente séria no qual impunha sua autoridade. Todavia a jovem tomava seu personagem para si e continuava a contestar sua superior. Apesar da mulher gostar de uma atitude mais assertiva era obvio que tudo tinha o seu limite. – Michelle Jonhson, que superior de patente mais alta você está procurando? Deveria saber que a patente mais alta por aqui e compartilhada por mim e pelo Tenente Matthew Castle... – A aspirante da marinha nem pode fazer muita coisa quando a grande mulher se movimento rapidamente para as costas da mesma e desferiu um golpe em seu pescoço que a fez perder a consciência instantaneamente.


Os olhos da menina se abriam e lentamente a visão turva se tornava mais clara, ela estava na sala de Euphemia. A tenente olhava documentos em sua mesa com uma concentração ímpar, além disso, e Michelle poderia notar que seu corpo não estava amarrado nem nada do tipo, ela apenas estava deitada em um sofá que permanecia confortável em um canto da sala frente a mesa da superior. Ao notar que a menina havia acordado, a mesma para o que estava fazendo e se levanta, alguns passos depois ela estava imponente diante da marinheira recém-acordada.


- MJ, se quer permanecer como marinheira terá de aprender a acatar as ordens de seus superiores e principalmente não perder o controle diante de uma situação difícil. Eu tive que fazer o que fiz com você, pois sua atitude começara a causar problemas e passar uma mensagem negativas para os demais marinheiros que poderiam perder o respeito por mim se deixasse você fazer e falar o que quisesse sem nada acontecer. – Disse a mulher voltando para sua cadeira e então acende um cigarro. – Eu até que desconfiei de você... No entanto, me foi passado o relatório da cena do crime e me foi informada que você a analisou sozinha, que encontrou aquele corpo e lidou sem pedir reforços. Eu imagino que tomar a noção de que um assunto é sério demais pode ser algo pesado para um marinheiro de primeira viagem, mas não perca o controle novamente. – Continuou a mulher e logo pegando sua pasta e dispondo alguns documentos. – Venha, temos trabalho a fazer. O assassino não é so profissional no que faz como também tentou um movimento ousado... Olhe aqui! – Disse a mulher jogando a carta que a incriminaria. – Ele falsificou minha assinatura para que os olhos se voltassem a mim, fazendo com que a marinha perdesse o foco das investigações. Apenas me pergunto... Como ele sabia que eu estava aqui? Alguma ideia, senhorita Johnson?


Um som de batidas pesadas e apressadas são escutadas na porta, de imediato a ordem de adentrar o recinto foi dada pela tenente. Mesmo que já esperado, entra pela porta um marinheiro ofegante e bate continência enquanto busca por mais ar que parecia teimar em não entrar em seus pulmões. – Senhora, ele atacou novamente. – Dito isso a mulher se levanta e pega com ela alguns papéis, seu movimento libera o soldado a seus afazeres, mas sua voz direcionada para MJ, a ordena que a acompanhe. – Venha, soldado. Já que gosta tanto de cenas de homicídio, pode ser que aprenda bastante com isso.


Caso a jovem acatasse, durante o caminho Euphemia iria começar a falar sobre suas suspeitas. – Acredito que estejamos lidando com Hiyama Takao, também conhecido como “O Terceiro”. Ele faz parte de um grupo de justiceiros que pregam a justiça que acreditam e julgam a sua própria vontade, são chamados de “Os escritores do Futuro” ou somente “Escritores” para ficar mais fácil. O que sabemos é que são doze no total, não existes nenhum tipo de hierarquia dentro desse grupo, cada um age à sua maneira. Eles concordam apenas com uma coisa, a justiça da marinha não é o suficiente.




Um Bom Argumento - Página 3 Cartaz10




- Ele já matou algumas pessoas que julgou serem criminosas, até que ele tinha razão, mas matar não é a primeira coisa que a marinha faz diante de criminosos.


Após algum tempo de caminhada, finalmente a chegam ao que seria uma casa noturna. Funcionários em choque se derramam em lagrimas para alguns marinheiros que tentam pegar algum tipo de depoimento. Quando notada a presença de ambas as marinheiras, um oficial se aproxima para passar o relatório até o momento.


- Senhora. – Diz batendo continência. – Nós processamos a cena inicialmente e como suspeitávamos este caso segue o mesmo “modus operandi” que o “Terceiro” usa. – O mesmo guia ambas para dentro do estabelecimento e o que encontram logo de cara é um homem careca, sua composição muscular era elevada mostrando que o mesmo sempre se mantinha em forma, mas isso não o impediu de ser pregado a parede com várias espadas o atravessando em vários lugares de seu corpo ao tempo que uma grande poça de sangue repousava em baixo dele. Cada espada fincada atravessava uma foto ante de atravessar o corpo da vítima, caso fosse olhado de perto, poderia ver que atrás de cada foto tinha um nome. – O nome da vítima é Alastor Sicarius, ele era o dono desta casa noturna que tinha a fama de ser um ponto de encontro de mafiosos e pessoas nas quais apreciam pelo anonimato de suas atividades. Devido à ordem imperial, a marinha nunca pode investigar a fundo... Pelo visto, alguém fez isso por nos.


- Continue, cabo. – Ordenou a Tenente.


- Sim, senhora! – Falou um tanto receoso, no entanto, logo voltou a sua empolgação normal. – Apesar das fotos tem algo mais curioso que permanece pendurado em seu pescoço, nos não conseguimos achar a ligação. – Agora de perto todos podiam ver que como um cordão póstumo, permanecia pendurado em seu pescoço por um fio de barbante, uma carta... Uma carta com uma escrita bem grande.



“PARA MICHELLE JOHNSON”




- Acredito que nosso assassino quer falar com você, soldado MJ. – Disse Euphemia enquanto notava que alguns guardas do reino vieram até o local. – Fique com o cabo e tente ver se notam algo importante, eu já volto. – Disse a mulher e rapidamente se afastava para falar com tais guardas.


- Você que é a tal Michelle Johnson, prazer, sou o cabo Ryan. – Disse o individuo sorrindo para ela. – Fui encarregado de ajudá-las na investigação. – Terminou e rapidamente voltou sua atenção para a carta. – O que será que tem nessa carta?



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Re: Um Bom Argumento Seg Maio 16, 2022 9:40 pm

Um bom argumento

Não entendi ao certo o que aconteceu, as contestações de Euphemia frente a minha encenação me deixaram um tanto quanto ansiosa, quase como se tivesse perdido o controle das minhas próprias ações, entretanto, antes que pudesse seguir com aquela situação senti meus sentidos apagarem um a um, a visão, a audição até que tudo se resumisse numa completa escuridão silenciosa.

Quando acordei já não tinha mais noção do que havia acontecido, que horas eram ou qualquer outra informação, apenas sentia um pequeno ardor em minha nuca, onde levei a destra — Ai ai ai… — reclamei ainda sentindo o golpe. Meus olhos se voltaram para Euphemia, a responsável por aquilo, respirei fundo sentindo meus batimentos acelerarem, talvez aqueles fossem meus últimos minutos brincando de marinheira, entretanto, a tenente parecia ter lida a situação de uma forma alternativa do que realmente havia acontecido — sinto muito Euphemia, fui tomada pela irracionalidade naquele momento kukuku — sorri me levantando enquanto ainda massageava a área golpeada, aquele episódio havia deixado uma coisa clara para mim, Euphemia era um peixe grande demais para lidar com truques simples como aquele, se a quisesse fora de meu caminho minhas manipulações deveriam ser melhor pensadas e amarradas.

Naquele ponto ela me mostrou a carta que eu mesmo havia forjado momentos atrás, e para minha sorte, ligou-a ao assassino — Uau, isso se parece muito com a sua assinatura, se fosse entregue a mim eu com certeza diria que foi você quem escreveu — ponderei a mentira enquanto elogiava meu próprio trabalho — bem, eles já devem saber que você está à frente da investigação, se ele te chuta do tabuleiro, é praticamente um xeque-mate, as únicas peças que sobrariam seriam apenas peões, como eu, kukuku — devolvi a falsificação colocando-a sobre sua mesa, estava prestes a desenvolver mais mentiras quando um terceiro surgiu na sala, o assassino havia agido novamente.

Diante a convocação do novo crime mantive o semblante em extâse, ainda que o cenário me preocupasse. Se o assassino em questão era um contratado pela família, ele já deveria ter cessado com os crimes a tempos, além que nesse tipo de situação meu pai exigiria por discrição acima de tudo, o perfil do responsável ia na direção oposta, ferimentos exagerados e métodos nada higiênicos, talvez houvessem dois deles, o primeiro e o segundo assassinato tinham suas nuances e isso estava um tanto quanto claro quando se visitava as cenas dos crimes.

Fui elucidada de meus devaneios com a voz de Euphemia ecoando minha mente que dava parecer de suas suspeitas, Hideo Takao, membro de uma organização anti-marinha e um assassino que de acordo com seu histórico poderia muito bem ser o responsável por aquela série de homicídios. Adentrei o local previsto, uma casa noturna, um local que eu definitivamente não frequentava, mas isso era o menor dos problemas quando se via diante de meus olhos o que se construiu com o corpo da vítima, atravessada por várias lâminas e pendurada na parede, junto as lâminas, fotos onde possuíam nomes gravados em seu verso — Esse cara está se superando, antes fezes, e agora isso — disse com nojo do que via, — se esse cara fazia do seu negócio um ponto de encontro para membros do submundo isso não faz sentido, pelo menos se quiserem ligá-lo ao primeiro e segundo assassinato, o primeiro parecia ter como objetivo sumir com documentos que comprometessem pessoas ligadas ao mercado negro, o segundo parecia querer expô-los ao deixar tantas cartas sobre o cadáver e agora isso… — me aproximei do corpo analisando algumas das fotos e tentando decifrar suas figuras e ler seus nomes.

Ainda que toda aquela composição fosse perturbadora existia algo ainda mais inquietante ali, uma carta, endereçada a mim. Meu punho se fechou instantaneamente, respirei e suspirei fundo, havia um perigo certo em descobrir o conteúdo daquela carta, eram várias as possibilidades, inclusive a do autor saber a minha origem e minha motivações dentro da organização alviceleste — Não sei, mas irei descobrir agora, quem quer que seja está tentando se comunicar diretamente comigo, que divertido kukuku! — meus dedos se esticaram em direção ao envelope livrando-o da corrente e desencadeando sua mensagem…


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Re: Um Bom Argumento Qua Maio 18, 2022 8:25 am

Um Bom Argumento




Narração - 17




Excitação era o que todos sentiam diante do manejo daquele papel branco texturizado que continha um mistério que deixava o mais apático dos marinheiros curioso, porque diabos um assassino em série iria querer entrar em contato com um simples soldado da marinha? Porque não com a tenente? Os demais poderiam de fato não saber, mas MJ sabia que ela não era um simples soldado... Será que somente pelo fato da carta está destinada-lhe já não era motivo suficiente para crer que o bandido sabia sobre seu segredo? Ao abrir a carta seu contendo foi exposto em letra muito bem desenhas, o assassino queria passar a mensagem na qual mostrava que tudo que fazia, inclusive suas mortes, era uma grande obra de arte.



Serial Killer escreveu:

“Cara Michelle, você como marinheira sabe os deveres que o cargo traz? Proteger os indefesos e fracos, enfrentar os opressores e acima de tudo, trazer justiça ao povo que tanto clama e sofre. No entanto, é um mistério que até hoje os empenhos da marinha se resumam a cumprir as ordens infames do governo mundial e deixando impune aqueles que matam, roubam... Mas, surpreso eu fiquei quando me deparei com Michelle Johnson sendo uma marinheira, confesso que tive que segurar minha gargalhada. Afinal ou temos uma jovem justiceira, ou temos uma maracutaia maior que a minha, mas de qualquer forma saber que quem me investiga é você me faz acreditar que alguma justiça pode entrar em sua vida. Eu te pergunto senhorita Johnson, um assassino deveria apenas ser preso e pouco tempo depois, liberto… Ou deveria morrer por seus crimes? O mal deveria ser arrancado pela raiz ou apenas podado para poder crescer cada vez mais forte? Desta vez te darei uma chance.


Aonde a chuva dourada corre todos os dias, o metal vermelho se tornará. A tinta daquilo que limpo foi, limpará aquilo que no interior, há. Quem poderia controlar o maior dos poderes? Quem teria o poder da inspiração do mundo? Somente aquele que com sua essencialidade rega as raízes do mal com água valiosa, uma água cuja sede so aumenta a cada gota, uma água chamada miséria para aqueles que não são ervas daninhas. No amanhã, este conhecerá a justiça verdadeira.



- Esse cara é maluco... – Disse cabo Ryan ao ler a carta sobre os ombros de MJ. – Mas, porque ele ficou surpreso com você ser uma marinheira? Uma bela marinheira por sinal... – Disse sem graça, mas com uma dúvida genuína. A carta fora um tanto reveladora para aqueles com bons olhos e que já sabiam da condição da jovem, mas para aqueles que caiam em sua mentira a carta não informava mais do que dúvidas. Será que fora proposital? Mas a carta revelava algo a mais, algo essencial, ali continha a próxima vítima do Serial Killer de Las Camp.


- Cabo, você descobriu algo sobre as fotos? – Perguntou a tenente voltando para a presença de ambos.


- Na verdade, sim, mas não faz muito sentido. Inicialmente pensamos serem vítimas, mas descobrimos que todas estas pessoas da foto estão vivas... Eu pensei que nenhuma tivesse nada em comum com a outra exceto por uma coisa. Todas tiverem parentes ou amigos próximos como vítimas de assassinatos misteriosos que nunca foram resolvidos. – Falou Ryan que fizera seu dever de casa antes das duas belas mulheres chegarem.


- E você, MJ. Conseguiu descobrir algo sobre esta carta?



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Re: Um Bom Argumento Sex Maio 20, 2022 9:02 pm

Um bom argumento

Com a garganta seca abri a carta o que tinha gravado ali era muito mais sem graça do que cogitei inicialmente, havia sim algumas indicações sobre meu verdadeiro motivo de estar na marinha, mas nada comprometedor — Não faço ideia do que esse maluco está dizendo — balancei a cabeça negativamente me fazendo de desentendida perante o outro marinheiro que espiava a carta, porém, apesar do autor daquela “obra” conhecer as motivações por detrás daquele teatro, ele parecia conhecer bem pouco da minha personalidade. Salvar uma vida, eu?! Hm, a menos que se tratasse de minha irmãzinha Aster, eu não moveria um dedo para prezar pela vida de outrem, tampouco desvendar algum enigma — Onde a chuva dourada corre todos os dias? Isso é uma referência a xixi? Esse cara é um nojento, isso sim — dobrei o papel entre os dedos e cruzei os braços fazendo um pequeno bico, suspirei enquanto tentava decifrar aquilo, a teoria de um segundo assassino agindo sobre a sombra do primeiro caso não me deixava a mente, com a volta de Euphemia estendi meu punho em sua direção oferecendo-lhe a carta — O maluco criou um enigma, mas como eu não sou a maior fã do ‘decifra-me ou devoro-te’ não consegui pensar em nada além da primeira linha que me remete a xixi — deixei claro que não teria muita utilidade na resolução daquele quebra cabeça, ainda mais porque pouco me importava um morto a mais ou a menos naquela ilha, tudo que procurava naquele caso eram oportunidades de sumir com evidências que ligassem crimes ao meu pai e chances de criar ruídos e desconfianças internamente na marinha.

Me espreguicei demonstrando algum cansaço naquele ponto, sequer saberia dizer quanto tempo estava me dedicando naquelas missões, poderia dizer que minha juntas estavam doloridas e minha barriga roncando, todavia, haviam coisas a serem feitas. Enfiei as mãos nos bolsos e suspirei — Eu vou dar uma andada pela cidade, tentar notar alguma coisa incomum, eu não vou ser útil desvendando enigmas — balancei a destra em frente a minha face como se estivesse dispensando fazer parte daquilo. Meus pés se voltaram para o centro da cidade, não tinha indícios certos sobre quem estava por detrás dos crimes e sinceramente, eu não me importava suficientemente, apesar de querer ficar face a face com aquele sujeito. Ele estava me atrasando, definitivamente o melhor seria sumir com o sujeito.


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Re: Um Bom Argumento Hoje à(s) 8:53 am

Um Bom Argumento




Narração - 18




- Hum... Temo que alguém que se vê como um grande artista não iria se referir a urina em seu tão “elaborado” enigma. – Disse a mulher se esforçando para pensar, mas desistindo literalmente dois segundos depois. – Eu também não sou de perder tempo pensando tanto, eu prefiro agir mais na prática. – Terminou a mulher estendendo a mão para Ryan. – Tome Ryan, resolva você e nos procure quando tiver terminado! – Ordenou a tenente para o jovem que se surpreendeu como o pedido, no entanto, prontamente acatou.


- Claro senhora, revelarei todos os segredos escondidos nesta carta. – Disse o mesmo obstinado a não somente entender o enigma, mas como também, o resto que antes fora dito para Michelle. Será que a jovem marinheira iria se incomodar disso? Mas infelizmente querendo ou não a ordem já havia sido dada, a carta foi entregue para Euphemia e ela fez o que achava melhor com ela.


- Venha, soldado. – Ordenou enquanto se virava e ia em direção ao quartel. - A investigação está avançando e logo teremos alguns suspeitos e será necessário você saber interrogar os mesmos. Você leu aquele livro, certo? Ele servira de algo quando eu começar a te ensinar. – Terminou e logo iniciou sua caminhada.


A noite já estava escurecendo o caminho que seguiam, tal qual era apressadamente iluminado por fracas luzes vindas dos postes que pareciam estar cansados de forçar contra a escuridão densa que permeava as ruas de Las Camp. Os bares começaram a se encher assim que o comércio restante fechava suas portas, um assassino a solta não era motivo para interromper a rotina daqueles que pensavam que a cidade já estava um lixo bem antes das mortes. Muito pelo contrário, alguns até se sentiam mais seguros de sair já que as notícias que corriam eram que as vítimas não passavam de seres desprezíveis. O quão vergonhoso deve ser? Não era preciso se esforçar para imaginar que num futuro próximo ser uma vítima do "terceiro" virariam um xingamento para pessoas de péssima índole, um sobrevivente não teria passado um inferno, como também viveria um, o resto da vida, tudo por ter sido escolhido pelo tal serial killer. Seria ele agora a bússola moral que os cidadãos estariam seguindo? Este era um trabalho que a marinha deveria exercer, mas a própria MJ estar presente na organização já mostra que é uma realidade bem oposta aquilo que era certo ser.


– MJ, você me falou pouco sobre seu passado...Mas me fale também sobre o seu futuro. Quais os seus planos na marinha, digo, depois que certificar que sua família e deus negócios estão bem? – Perguntou a mulher enquanto levava seu cigarro a boca e olhava para o céu estrelado adiante e deixando entender que sabia de todo o plano que a menina havia feito. - Digo, todos se preocupam com seus familiares antes de sair para um lugar tão longe e perigoso como a Grand Line, quais os seus planos? - Sua explicação poderia servir de alívio, no entanto, Euphemia era uma tenente e investigadora, era impossível saber o que ela sabia de fato e o que não sabia e isso poderia de fato ser algo atormentador para quem vive andando em uma fina corda bamba.





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