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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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Edda, segundo conto - Peregrinação para Uppsala.

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Relembrando a primeira mensagem :

Edda, segundo conto - Peregrinação para Uppsala.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Baldur Gantz. A qual não possui narrador definido.

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Mór
Civil


Edda, segundo conto - Peregrinação para Uppsala
Musica para flashback:
~ Início do FLashback ~

- Veja bem meu filho, você leva em seu sangue a ferocidade de nossa linhagem... SNIF! - Baldur sentia o abraço forte ao seu redor em meio aos soluços de sua mãe. As vozes e suspiros ao redor em meio aquela cena eram discerníveis apenas para algumas palavras. "Berserkir", "Monstro", "Você viu o que ele fez?" - Ora, vamos Frigga! Já esperávamos que ele tivesse puxado isso de você... Agora não adianta chorar, temos que ensina-lo como lidar com isso! Venha, vamos saia com ele daqui, eu resolvo tudo! - Ouvia as palavras de seu pai, diferente de seus últimos anos, sua voz era imponente como a de alguém que detém o respeito, mesmo frente aos imensos gigantes de Elbaf.

Em meio aquela poeira (ou seria fumaça?), as imagens de sua lembrança eram confusas. Em meio ao pó via outras crianças soluçando aos prantos, com o olhar de medo. Umbra corria de uma moita na direção dele e sua mãe, mas parecia acanhado ao acompanha-los, sem despregar os olhos do menino Baldur. Via vermelho. Outras crianças deitadas. Estariam cansadas? E conforme se distanciava a ultima coisa que ficava marcada como ferro em sua lembrança era seu pai. O tapa-olho no olho esquerdo, o casaco desses que capitães costumam usar e os adornos nos ombros no formato de duas cabeças de corvos. A barba comprida até certa parte do busto. Olhava para cima e encarava a figura dezenas de metros mais alta que ele que gesticulava, enquanto falava algo. Ele apenas de braços cruzadas encarando sem recuar um centímetro, apenas balançando a cabeça, hora positivamente, hora negativamente.

~Fim do flashback ~

Baldur via a sua frente a poeira pairando no ar rebuliçado. Sentia o peso de sua mão contra algo desforme, via as rachaduras no solo e os olhares de terror que lhe fitavam. Com um estalo ele voltava a si e via o homem carregando o leão pelo rabo. Seu punho estava fechado com tamanha força ao observar aquela cena, que suas unhas chegavam a lhe encravar na própria carne, começando a umedecer-se com o próprio líquido rubro. Sentia o sangue pulsando forte e sem tirar os olhos daquele homem, sabia que suas veias deveriam estar saltadas. Sentia o corpo pronto para agir e tinha até mesmo que conter os espasmos musculares que o queriam forçar a isso. Era como se sua visão que estava a se tornar rubra, fosse aos poucos voltando ao normal. Observava ao redor, estava no meio da cidade, crianças choravam, velhos enfartavam e todos fugiam apenas a sua imagem. O que fariam se vissem o que esconde bem dentro de si, trancafiado no âmago de seu coração?!

Respirou profundamente, para conter-se.  Fechou os olhos e mandou preces aos deuses "Que eu tenha força para contê-lo... Essa fera tem seus momentos de liberdade, mas agora não é um deles! Dai-me forças mãe, pai..." Abria então os olhos e partia junto do homem, sem conseguir abrir as mãos de tamanho peso que carregava nos ombros naquele momento.

Permaneceu calado, sério e de cenho enfurecido. Mas seguiu o homem até a periferia da cidade. Observava o bosque, para caso Paloma aparecesse, fazer um sinal negativo com a cabeça. Não era para ela aparecer ali, aquele não era o momento. Chegava até a mansão, onde encarava os olhares dos guardas, aquilo incomodava de uma forma que ele mesmo não entendia. Mas o que mais o afetou foram as jaulas e a senzala. E um pensamento o acometia, junto da repulsa Queria esbravejar ali, gritar aos ventos enquanto destruía aquelas jaulas e senzala, mas como seu pai sempre lhe dizia... Fale palavras úteis ou fique em silêncio. Cabia perfeitamente aquela situação.

- Osbert, vou lembrar desse nome... - Era a única coisa que diria antes de adentrar o local junto do homem. Observando os arredores, pois esse tal colecionador descia cada vez mais em seu conceito e a vontade de socar Osbert vinha sendo reprimida repetidas vezes no caminho. Não sabia onde estava se metendo, mas já tinha vontade de acabar com aquilo, precisava entender em que mundo adentrava.


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Edda, segundo conto - Peregrinação para Uppsala




Post - 08


Foi difícil para Baldur conseguir conter toda aquela ira. Os pensamentos voltaram anos, repousando sobre um tempo no qual ainda vivia com sua mãe e seu pai…

De volta ao presente, respirou fundo e seguiu Osbert em silêncio por todo o caminho.

Em certo ponto, notou que Paloma e Dido estavam escondidos entre as árvores enquanto observavam perplexos a dupla caminhante. Paloma parecia querer falar alguma coisa para Baldur, mas assim como foi pedido,não se aproximou. Até que por fim, ela desapareceu no matagal.

Já na frente da mansão,Gantz não se apresentou, apenas prometeu lembrar do nome do segurança e então adentraram a grande estrutura feita de troncos grossos. Aquela era uma magnífica construção, o teto era tão alto que Gantz não conseguiria tocar nem mesmo se esticasse os braços para cima, atém disso, era notável que haviam pequenas escadas e corredores-prateleiras feitos para pessoas de um tamanho exageradamente diminuto. Quem quer que tenha construído aquele local, procurou fazer um lugar acessível para todas as raças.

Por falar em raças, no percurso até o colecionador Gantz viu mais seres “estranhos” do que durante toda a sua vida. Haviam homens e mulheres com guelras e escamas das mais diversas cores e tons; também viu umas pessoas peludas que mais pareciam a mistura perfeita entre animais e humanos. Todos eram lindos, esbeltos e bem vestidos, mas o que era mais evidente eram as coleiras de metal que usavam. Indicadores óbvios do seu estado de escravidão.

As portas do largo corredor não eram de quartos, mas sim de celas. Cada qual ostentava a ficha com os dados do ocupante. Como se fosse um catálogo de escravos.

Por fim, chegaram a um grande salão, cheio de seguranças, com uma magnífica piscina de água salgada. Na beira havia um altar de ouro cheio de almofadas onde um homem-peixe-boi, enorme e horroroso, estava sentado com pompa enquanto era paparicado por várias escravas seminuas.

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O colecionador
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Assim que chegou, Osbert se ajoelhou e anunciou a chegada do jotun.

-Eu, Osbert estou de volta e trouxe o gigante comigo!!

-Seja bem vindo, gigante! Qual é o seu nome? - o tritão perguntou enquanto o analisava de cima a baixo - você é um espécime tão interessante… Jamais vi alguém tão alto!

O colecionador analisou o gigante mais uma vez, tragou a fumaça do narguilé e depois de soltá-la em aros, voltou a falar.

-Quero que trabalhe para mim! Veja este lugar, é um paraíso onde pessoas como nós dois nunca vão se sentir estranhas novamente! Se aceitar, você terá todos os mimos que quiser. Dinheiro, fama, putas…Tudo o que eu puder pagar…Só o que eu quero é que você fique por aqui de bom grado…e aí, o que me diz?

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Edda, segundo conto - Peregrinação para Uppsala
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Avistando Paloma, ficou mais tranquilo quando a mesma se conteve ao aviso dele. Pelo menos ela sabia para onde ele estava indo e poderia avisar aos demais. Seguindo pela orla do bosque, não demorou para que chegassem e que adentrassem no recinto. O que por um lado era impressionante, por outro era deprimente. Baldur estava dividido pela admiração de um lugar que servia a todos, raças de todos os tipos e tamanho. E o asco que lhe causava ver as coleiras e saber que aquilo era forçado sobre eles.

Ao ver toda aquela estrutura, a quantidade de guardas, escravos e finalmente aquele homem-peixe a sua frente, Baldur só podia pensar. "Eu vou acabar com esse cara e levar isso as cinzas..." Novamente forçava seu punho, usando do pequeno incomodo das próprias unhas contra sua carne, para segurar seu ânimo. O cintilar das correntes, o som de metal sendo chocado e arrastado, a fumaça, iluminação, as diversas figuras no lugar, tudo proporcionava um clima que jamais sentira em sua vida. Como se o tempo passasse mais devagar ali e fosse ditado pela figura imponente em cima do altar.

"Como pode fazer isso?! Eu vou arrebentar essa cara gorda... Mas se segure Baldur, use a cabeça, faça dele um exemplo.... Se segure." Continuava passando por sua cabeça. A voz daquele ser, o que ele dizia, parecia cravar um faca lentamente em tudo oque Baldur acreditava. Seu coração sangrava, sua alma parecia gritar - Oque eu acho?... - Começou a falar, tentando segurar certas palavras em sua garganta "Se segure Baldur..." Novamente martelava em sua mente - Eu acho esse lugar incrível, a variedade de raças e criaturas. As estruturas imensas e pequeninas. A pompa e esse clima único... É algo que nunca vi na vida! Eu mesmo quero montar um lugar acolhedor para todos, que tem algumas coisas em comum com isso aqui... Mas... - Sentia o pulso aumentar "SE SEGURE MALDITO GIGANTE BRUTO!" Lutava com todas suas forças, mas era impossível segurar seu verdadeiro eu ali. Estendeu as mãos ao alto, como se tentasse alcançar o teto, algo que não conseguia e o era uma sensação boa de certa forma - ... Uma pessoa não deve concordar hoje com o que vai se arrepender amanhã! Esse lugar, por mais imponente e impressionante que seja, tem um erro crucial... VOCÊ! -

MAGNI:

Enquanto falava, Baldur em realidade se preparava. Ele já não conseguia se segurar. Não era do tipo que conseguia se enganar com suas próprias palavras, como o faria para os outros?! O corpo esticado ao alto era apenas um prenúncio do que estava por vir. Quase tremia ao se conter para agir na hora certa. Quando terminou de falar já realizava a retumbante descida de seus punhos contra o solo, se utilizando de sua técnica MAGNI! Sabia que estava cercado, após ver os movimentos de Osbert, também sabia que aquele homem sentado não tinha só pompa, mas seus subordinados faziam jus ao que ganhavam. Então se usava de seu golpe mais aterrador para ganhar espaço, destruir parte do local ou até mesmo afastar a maior parte de pessoas do mesmo.  Avançaria na direção do tal colecionador, fosse correndo ao redor da piscina ou saltando sobre ela se julgasse possível. Ao se aproximar, realizaria um salto e prepararia em pleno ar seu próximo golpe, um soco descendente que acompanhava seu movimento e levava o peso de todo seu corpo e movimentação. Um golpe que representava toda sua indignação com o que há de errado no mundo - EU VOU TE SOCAR TANTO QUE VOU TE VIRAR DO AVESSO, SEU GORDO DESGRAÇADO! - Esbravejava durante sua ação.

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Baldur estava puto, ali a sua frente estava uma luta da qual não conseguia deixar de lado. Provavelmente teria muitas frentes o atacando, levaria muitos danos e ferimentos, mas estava disposto a se aguentar e grudar no colecionador, que também tinha certeza que poderia ser um oponente casca grossa. Desferindo um golpe atrás do outro contra o mesmo. O primeiro soco, o segundo e então o segurar pela cauda e rotacionando seu próprio corpo de contra peso, tentaria rodopiar o homem-peixe no ar e atirá-lo contra uma parede ou  mesmo contra diversos de seus guardas. O que antes Baldur continha, agora ele liberava. Não estava cego de raiva, mas sim abraçava sua raiva como combustível  para lutar naquela situação. Usava seus imensos braçoss para se defender e então desferia golpes com arcos grandes para cobrir áreas maiores, como chutes e grandes arcos de palmadas e golpes com as costas do punho cerrado - TA NA HORA DO PAU! URAURAURAURA!!! - Esbravejava enquanto lutava.  


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Post - 09

Soundtrack:

Quando Gantz começou a falar fez com que um largo sorriso surgisse na cara inchada do Colecionador, entretanto, ao final da sentença o sorriso torto já não existia mais. Agora, o peixe gordo sentia tanta raiva que chegava ao ponto de tremer sem parar enquanto bufava.

-Huuuu…Huuuuuu. EU SOU O PROBLEMA? EU SOU ABSOLUTO! ABSOLUTO!!

Sem dar bola para o que aquele grande saco de estrume dizia, ergueu os braços para realizar o seu golpe mais devastador de todos.

RAGNI!


E então arrebentou parte do chão daquele lugar, assim como acabou ferindo muitos escravos e alguns dos seguranças. Baldur correu em direção à piscina e saltou por cima dela preparando seu próximo golpe que seria desferido na cara gorducha do Colecionador.

Osbert até tentou seguir Gantz, mas não conseguiu acompanhar aquele impulso inesperado do titã que foi tão alto quanto o teto, e desceu tão perigoso quanto um meteóro na direção da cara gorda e flácida do homem-peixe-boi. O colecionador agora tremia tanto de medo que naquele instante não teve a menor capacidade de reagir; apenas ficou ali, parado enquanto se cagava de medo.

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O golpe certamente seria brutal, mas atrás do Colecionador veio correndo outro tritão. Era um homem-peixe-baleia que vestia um casco de tartaruga em suas costas. Ele saltou por cima de seu senhor e virou as costas na direção dos punhos de Gantz recebendo todo aquele impacto ainda no ar.

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Kappa bōei!!!


A onda de impacto fez com que todos os espectadores estremecessem. O homem-tubarão-baleia conseguiu isolar todo aquele dano e protegeu o seu senhor e sua estrutura, mas caiu na piscina feito um cometa, espalhando muita água salgada por todo o local.

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Sem dar tempo para que o gigante pudesse reagir, veio correndo da mesma direção um Mink lobo que ao saltar na direção de Gantz, socou seu rosto com uma força descomunal.

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Surpreendentemente, aquele lobo tinha força o suficiente para arremessar Baldur alguns metros para trás! Gantz pôde sentir que ao cair, havia esmagado alguns dos escravos… Eles ainda estão vivos, mas com certeza quebraram alguns ossos!!! A dor no rosto era como se tivesse levado o soco de outro gigante…

-Você é grandão, mas o Careta pensou que era mais resistente - desdenhou enquanto estalava os dedos de ambas as mãos - O Careta quer socar mais…

O homem-tubarão-baleia saiu da piscina ainda meio atordoado, olhou para o homem caolho e falou enfurecido - Que porra foi essa Osbert? Você estava do lado dele!

Osbert retirou o seu casaco militar e andou com a espada em mãos até estar entre os outros dois seguranças, então falou.

-Eu estava distraído… Mas isso não vem ao caso, Kappa. Faça o seu trabalho sem reclamar!
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Mobby, o Kappa
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Careta, O cara-preta
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Osbert, O caolho
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Se não estivesse com tanta raiva, tinha certeza que a mudança na expressão do colecionador lhe teriam agradado muito. Porém, não naquele momento, pois a pancada que era para ser nele foi absorvida por outro tritão com um casco de tartaruga, que foi lançado como uma bala de canhão para dentro da piscina. Os eventos seguintes só demonstravam como aquele homem gastava seu dinheiro para que os outros fizessem todo o trabalho dele "Covarde... Espere um pouco que sua vez vai chegar!"

Aquele homem lobo parecia querer caçoar de Baldur, mas naquele momento algo estalava e Baldur começava a se pegar até mesmo um pouco empolgado. A quanto tempo não tinha uma verdadeira luta assim?! Se levantava e fingia ignorar o trio a sua frente, enquanto dizia para os escravos - SAIAM LOGO DAQUI! A parada ta pra ficar feia e pode sobrar pra vocês de novo! Quando acabar isso, eu tiro esses grilhões de seus pescoços! - Baldur falava isso enquanto se colocava de pé e levava a mão ao pescoço e o estalava, então cuspia um pouco do líquido de sua boca no chão. Estava atento a eles, pois os ignorar podia desencadear uma reação e estaria pronto.

- Acho que isso vai ser interessante! Esse soco foi bom "Carente". Vamos ver o que mais vocês podem fazer! URAURAURA! - Baldur tinha noção da desvantagem numérica, mas tentaria não dar tempo que a iniciativa fosse deles e ficasse em uma posição pior do que a que estava. O grupo deles parecia equilibrado e cada um ter uma especialidade, será que saberiam lutar bem em conjunto? O tal Kappa com certeza aguentava porrada, o Carente tinha uma força tremenda e Osbert... já havia visto como era rápido esse retalhador.  Partiu em linha reta para a direção deles, mirando o lobo, estava em dívida com ele e no caminho já preparava um golpe contra o mesmo, mirando em sua cara. Estava atento a Osbert e ao Kappam, pois sua intenção inicial não era acertar o lobo, quando se luta contra mais de um inimigo, não da pra focar em apenas um, então esperava que o kappa fosse realizar o bloqueio e nesse momento ao invés de terminar o golpe, abriria o punho e o agarraria - Acho que você vai servir! URAURAURA!!! - Diria com um sorriso no rosto enquanto o agarrando com toda sua força, rodaria seu próprio corpo em um grande arco, usando seu peso como contra peso para usar o tritão para bater tanto em Osbert se estivesse a seu redor, quanto no lobo ao completar um círculo completo e só soltando o tritão ao terminar o golpe para que fosse arremessado longe.

meme:

Tentaria suportar possíveis golpes de Osbert enquanto o fizesse, porém se não conseguisse agarrar o Kappa ou o mesmo não tentasse defender o lobo, continuaria seu soco contra o Careta com todo o peso de seu golpe e depois partiria contra o kappa para o agarrão e golpe circular contra Osbert. Após qualquer um dos cenários, seguiria com suas investidas mirando socos e chutes contra o lobo ou Osbert, fazendo com que o kappa tentasse proteger um deles e se colocasse ao meio, atrapalhando a ação do companheiro. Nesse momento Baldur desferiria outro golpe contra o outro alvo.


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Post - 10

Baldur se levantou ainda um pouco atordoado pelo socão que Careta havia acertado, e ao invés de avançar contra os três de imediato, ordenou que os escravos dessem o fora dali, prometendo-lhes a liberdade.

-NÃO OBEDEÇAM ELE!! - o colecionador gritou - FIQUEM PARADINHOS AI!!

Alguns dos escravos se afastaram, mas a maioria não se moveu. Tremiam de medo de contrariar o seu senhor.

Osbert preparava-se para o combate iminente, e retirou a segunda espada de sua bainha ao observar o gigante que se erguia.

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-Katame no Nitoryu!* - bradou anunciando seu estilo de combate.
*Estilo das duas espadas do caolho*

Atrás do caolho os outros dois também se preparavam para o combate, mas Baldur não deu tempo para que nenhum dos três seguranças fizesse nada. Avançou como um demônio, desferindo um soco na direção de Careta.

Ao inves de esquivar ou defender, Osbert recuou rapidamente e contornou os seus aliados por trás. Assim como esperado pelo gigante, o Kappa correu na direção do seu punho a fim de proteger o seu aliado.

-E…EE…EI, QUE PILANTRAGEM É ESSAAAAAA?!?!?!?!?!?-  o tritão gritou ao ser agarrado pela mão de Baldur, que o usou feito uma arma para atingir o mink canino.

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-Pode vir com tudo - o cão falou - Careta sola… -E então cruzou os braços em posição defensiva à espera do impacto.

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O golpe foi imensamente forte, mas aquele lobo não era qualquer um, era evidente que os danos causados afetaram o mink pois o mesmo começou a tremer os braços de leve antes de ceder ao impacto e ser arremessado na parede junto do tritão.

Neste momento, quando Gants estava com o braço esticado, Osbert avançou contra o mesmo e percorreu toda a extensão do braço gigante ao lhe fazer um único corte profundo que circundava desde os dedos da mão até o final do ombro.

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-Kaiten suru hōfuku!!*
*retaliação giratória*


O corte foi tão profundo que por pouco não arrancou o braço do jotun, ao invés disso ele apenas sangrava bastante. Se Gantz tentasse usar o seu braço ferido, perceberia que o mesmo estava totalmente incapacidato por hora.

-Gyojin karate…SHOTTO!!!

O tritão havia aproveitado o momento do ataque de Osbert para correr até a piscina, onde molhou a mão e, ao levantá-la, arremessou as gotas em sua mão no peitoral gigante com tanta força que doeu tanto quanto um tiro de canhão.

Edda, segundo conto - Peregrinação para Uppsala. - Página 2 Uchimizu

Gantz cedeu dois passos para trás por conta do tiro de água e neste momento o lobo e o tritão pularam juntos na sua direção. O mink foi quem chegou perto de Gantz primeiro com uma tremenda forca golpeou o queixo de Baldur, fazendo o mesmo jogar a cabeça para trás.

Edda, segundo conto - Peregrinação para Uppsala. - Página 2 Tumblr_m7t41wiV0z1rcs4u2o2_250

O kappa que estava no ar usou o queixo empinado do gigante como degrau e saltou ainda mais alto, depois, o lobo desferiu outro golpe no peitoral do gigante usando as suas garras. Ao mesmo tempo, Osbert, que ainda estava nas costas de Gantz, saltou para o chão mais uma vez e então avançou por entre as pernas do gigante, retalhando os seus calcanhares e fazendo com que tombasse com o queixo contra o chão.

Edda, segundo conto - Peregrinação para Uppsala. - Página 2 Levi-ackerman-captain-levi

E por fim, como um cometa que caía do céu, o Kappa caiu pelo ar enquanto girava constantemente, aumentando a velocidade de queda.

-KAPPA’N ROLL!! KAISHIN - RYUKAI

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Então caiu nas costas do gigante e afundou com tanta força que arrebentou algumas de suas costelas.

Baldur estaria caído no chão, ensanguentado e todo arrebentado quando Osbert foi pegar alguma coisa no canto do salão - Você é forte, grande e parrudo; Mas nada disso te torna imune aos danos reais - falou enquanto Levou uma grande coleira até o gigante e jogou-a no chão, perto de sua face -Entregue-se ao colecionador e coloque a coleira em seu pescoço, ou insista em lutar e encontre a morte.
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Edda, segundo conto - Peregrinação para Uppsala
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O som do grilhão jogado ao chão próximo de Baldur, lhe arremetia ao som de grandes portas de metal se abrindo. Jamais alguém com o sangue dos grandes guerreiros do passado se permitiria ser podado da liberdade por vontade própria, isso seria rumar aos portões de Helhein . "NUNCA!" Gritava em sua mente, sua determinação era inabalável e nada poderia quebrá-la. Um verdadeiro guerreiro espera que quando sua hora chegar, ouça o chamado das Valquírias, não os rosnados de Garm.

Baldur tentava se colocar de pé. Apoiava sobre sua mão esquerda, enquanto percebia que o outro braço estava inutilizável. O sangue escorrendo quente e caindo ao chão. As pernas bambeavam, mas se forçava a levantar, ao que parecia os cortes no calcanhar não haviam sido tão profundos assim. Arfava forte, mas com dificuldade, as costelas quebradas lhe davam pontadas e uma dor aguda que talvez já teria derrubado alguém comum a muito tempo. Olhava para a coleira no chão, enquanto tentava fitar sua visão e recobrar totalmente os sentidos - Sabe Osbert, não entendo como guerreiros como vocês escolhem trocar a própria honra para seguir um verme como esse tal colecionador... -

Estava claro agora que não cairiam em provocações e que já lutavam a muito tempo juntos, seus maiores problemas eram os golpes a distância do tritão e as velozes espadas de Osbert. Como faria para lidar com aquilo?! Com apenas um braço, mesmo seu poderoso ataque Magni perdia metade de sua potência, então teria que usá-lo no momento certo - ... Pois bem... - Dizia Baldur ao pegar a coleira com certa dificuldade. Cerrava os dentes e então fitava o trio de inimigos, observada como estavam dispostos e um fio de esperança se formava ao ver que Osbert era o único que estava a frente de seu contratante, julgava que poderia ser mais rápido que os demais e obrigar que ele o defendesse - PODEM VIR!!! - Esbravejava. Sabia que sem seu braço bom teria mais dificuldades, sem uma arma para equilibrar o jogo mais um pouco também, então teria de se virar com o que tinha.

Atiraria o grilhão com toda a força contra o colecionador, com altura suficiente para que Osbert precisasse saltar para parar o objeto e impedir de acertar seu contratante, na esperança de que ele perdesse um único momento com isso e partiria com velocidade na mesma direção em um movimento com toda sua força propulsionando o corparrão para frente em uma espécie de ombrada com o lado direito do corpo, o do braço ferido. Sabia que ele poderia ignorar o objeto, o que no mínimo seria satisfatório pela possibilidade de acertar o gordão. Estaria atento a qual seria a reação do caolho, pois dependeria dela para agir. Se o alcançasse no ar ainda, seguiria com o encontrão, para lhe distrair as lâminas e na hora da reação do homem, rotacionaria o corpo e o agarraria o corpo todo com toda a força com sua mão esquerda, mantendo apenas a cabeça para fora, apertando com sua força para que não tivesse espaço suficiente para manusear as lâminas ao ponto de feri-lo além do que já feriria pelo apertar das mesmas contra sua mão. Ignoraria a dor e continuaria apertando para mantê-lo aprisionado, sua luta podia depender disso.

Já se o homem ignorasse o grilhão voador e tentasse se esquivar de Baldur, ao se aproximar observaria a sua movimentação e tentaria se aproveitar de sua visão limitada para agir no momento certo. Se o tentasse escalar e retalhar com as espadas, no primeiro impulso do homem, faria como fez contra Ollin e retiraria seu corpo com um pequeno salto para trás para deixá-lo no ar e então seguir com o agarrão como anteriormente. Mas se o homem corresse pelo chão, observaria sua trajetória e o gigante saltaria no ar para evitar seus golpes, tentando evitá-lo e continuando a aproximação contra o colecionador. Nesse caso na queda pisaria no gordão na descida e o usaria de trampolim para saltar a piscina para o outro lado da mesma.

No caso de ter pulado a piscina, Baldur correria para fora como uma locomotiva sem freio, dando encontrões para arrebentar portas ou aqueles que pudessem estar em seu caminho, com intuito de partir bosque adentro. Mas se a luta se mantivesse naquele local após a tentativa de agarrar Osbert, sabia que os outros dois também já teriam tempo de lhe alcançar naqueles poucos segundos da primeira ação. Caso Osbert estivesse em sua mão, viraria primeiro contra o lobo, e se ele já estivesse o atacando, colocaria Osbert na frente do golpe. Poderia fazê-lo hesitar ou mesmo acertar o companheiro e nesse momento agiria dando um chute direto com a sola do pé no peito do lobo para jogá-lo longe. Diferente de antes, que apenas dava golpes longos e abertos, agora usaria de golpes diretos e rápidos, para mudar completamente o jeito que demostrava lutar contra eles até o momento e se aproveitar disso. Já se não fosse bem sucedido ao agarrar Osbert, ao se virar contra o lobo, daria um soco direto contra o mesmo, mirando seu queixo, independente se o mesmo o estivesse golpeando também, tentando acertá-lo junto ou se aproveitar de sua envergadura maior, para acertá-lo antes que seu golpe o alcançasse.

Depois do golpe contra o canino, seja qual fosse. Se moveria de lugar, pois os golpes descendentes do tritão eram destruidores, ou mesmo seus tiros de água, então não podia ser um alvo mais fácil do que já era por sua estatura. Se estivesse com Osbert em mãos, seria mais simples, pois ao se locomover, observaria aposição do tritão, fosse indo para a piscina ou se aproximando. Caso fosse para a piscina, novamente usaria o pequeno Obsert de escudo, mas caso estivesse investindo contra o gigante, esse tentaria escapar do golpe com um salto para o lado e então contra-atacar com um soco com a mão que segurava Osbert, sabendo que a cada golpe o amassaria mais e mais, na tentativa de ir o incapacitando e mantê-lo imobilizado. Mas novamente se o homem tivesse escapado de seu agarrão, ao se mover para não ser um alvo fácil ao tritão, teria de estar atento ao mesmo também, se esquivando de ambas investidas ao se movimentar para saltar a piscina em direção a sua fuga.

Sua situação era simples em sua cabeça, só seguiria com os golpes antes da fuga, caso tivesse pego Osbert, caso contrário daria os golpes necessários para abrir um momento para sua fuga, atento para se esquivar dos golpes que viessem contra ele, até conseguir saltar sobre a piscina para ganhar terreno e partir em direção a sua fuga ao bosque. Porém se em algum momento se visse cercado, ergueria o punho aos céus e tencionaria o corpo todo durante os 3 segundos que precisava, urrando - URAURAURA!! - E então desceria seu golpe MAGNI contra o chão com toda força para gerar a onda de impacto, mesmo que reduzida, para abrir caminho para sua fuga.

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Edda, segundo conto - Peregrinação para Uppsala




Post - 11

-Você pergunta por que nós lutamos pelo mestre. Não é óbvio que é pela glória? - Osbert falou sem esboçar nem um sorriso sequer - Veja a grandiosidade dessa coleção, Isso traz reconhecimento e plenitude para nós que capturamos cada um desses espécimes.

-Careta não saber o que é plenitude… é de bater? - o mink perguntou.

Baldur se levantou com certa dificuldade por conta dos danos  recebidos em batalha. Mesmo sendo imune à dor havia um limite para o seu corpo e isso aqueles três inimigos sabiam muito bem.Então o gigante recolheu a coleira de ferro e após urrar, arremessou o grilhão com força na direção do Colecionador. Osbert pulou para o lado e se desvencilhou do projétil arremessado, posteriormente iniciou a mesma corrida lateral que fez para contornar os companheiros mais cedo. Quem se jogou na frente do grilhão foi Careta, que assim como anteriormente, cruzou os braços em posição defensiva e recebeu todo o impacto do golpe.

O grilhão voou para cima e caiu na piscina, mas o mink foi atirado com tudo para trás e saiu voando na direção do Colecionador.

O tritão obeso apenas se inclinou quando o mink passou ao seu lado, deixando que seu subordinado se chocasse com tudo contra os troncos da parede, que se racharam com o impacto. O Colecionador nem sequer olhou para trás para conferir a situação do seu companheiro, apenas continuou olhando fixamente para o combate, ou melhor, para o seu mais novo espécime.

Osbert agora avançava contra o gigante pela sua lateral direita para aproveitar da limitação do gigante (ferimento), então brandiu as suas espadas balançando-as na horizontal de maneira uniforme.

Edda, segundo conto - Peregrinação para Uppsala. - Página 2 Oden

Tai Tan setsudan-ki!! *Mutilador de titãs


Aquele ataque teria arrancado fora os pés ou as mãos de Baldur se ele não tivesse saltado. Felizmente, tudo o que aconteceu foi Osbert com cara de bobo cortando o vento, pois  Gantz pulou na hora certa e ao preparar-se para o pouso, visou aterrissar no tritão.

A questão é que ao mesmo tempo em que o gigante saltou, o tritão também havia saltado para realizar outro golpe giratório. Baldur pisou no tritão que estava girando em uma velocidade absurda, e o resultado disso tudo não é muito diferente do que você já deve imaginar. O tritão gemeu de dor ao ser aplastado no chão, e ser arremessado para a piscina por conta da fricção de seu giro. Já Gantz sentiu o seu pé escorregar para frente, igual quando se pisa em uma bola, e como estava caindo em cima desse ponto de apoio, tombou no chão mais uma vez.

Edda, segundo conto - Peregrinação para Uppsala. - Página 2 7B2ANQ

-GYAAAAAHAHAHAHAHAHA!!!!! Que tombo lindo!!! - O Colecionador batia palmas enquanto se deliciava com todo aquele combate -Vamos Osbert, bote o maltido grilhão nesse gigante de uma vez!!!

O Tritão ainda estava dentro da piscina, assim como o Lobo também estava cambaleando em círculos do lado da parede rachada.
Osbert correu para o canto do salão, pegou outra coleira e retornou para Gantz que estava caído. Dessa vez o caolho não foi cordial, ao invés de oferecer o grilhão, apenas o abriu e já foi se aproximando na intenção de colocá-lo à força. Gantz sabia que não podia se dar ao luxo de virar mais uma peça da coleção de um arrombado, então ergueu o seu único braço bom e usou todas as suas forças para executar uma tentativa de Magni.

O golpe não foi tão destrutivo nem tão veloz quanto o de antes, mas foi eficiente o suficiente para obrigar Osbert pular para trás para desviar, e isso deu a brecha que o gigante precisava para se levantar e saltar por cima da piscina.

O Colecionador ficou roxo de fúria ao ver o gigante pulando por cima de si. Mas Baldur apenas continuou a correr e se chocou com força contra o lobo e os troncos rachados; A parede foi ao chão, e agora Baldur não estava no bosque, mas sim em uma sala cheia de jaulas com cães selvagens, pássaros coloridos, aves de rapinas e felinos.

Todos os animais começaram a fazer uma algazarra barulhenta com a chegada do gigante no local, mas um rugido ecoou mais alto e mais sentimental do que todos os outros. Em uma jaula no canto da sala, estava Umbra, quase chorando de tanta emoção ao ver seu companheiro vivo.
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A luta seguia e agora Baldur conseguia de alguma forma começar a lidar com o trio. Ao evitar as lâminas de Osbert, tinha espaço para derrubar os outros dois e até mesmo tentar uma fuga ao atravessar uma parede ao prensar aquele lobo contra a mesma. Ver o sorriso virar raiva novamente na cara daquele homem repugnante simplesmente parecia o certo... Mal sabia o Jotun que aquele não era um dia de vitória, mas de sacrifício.

O olhar de Baldur ao ver Umbra preso era de espanto, olhos arregalados e expressão de desamparo. O alívio de saber que o companheiro estava vivo mal tinha tempo de alegrar-lhe o coração, pois aquela jaula... Aquela jaula lhe dava um nó na garganta e o fazia cerrar os dentes com força. Virava para o lobo caído e erguia a mão para um soco decisivo, mas seu espírito se estilhaçava ainda durante o avançar do punho que desviava seu alvo para o chão ao lado do canino - ESPEREM!.... - Urraria de forma retumbante ao acertar o chão ao invés do canino - Tenho apenas uma condição... Aquele leão negro é meu! Seu nome é Umbra... Se ele puder ficar bem e a mau lado, eu encerro essa luta agora e até mesmo coloco o grilhão! O QUE ME DIZ, COLECIONADOR?! - Claro que Baldur tentaria manter o lobo ali em cheque ao ajoelhar sobre o mesmo e usar de seu peso para que não fugisse, enquanto apresentava seus termos ao homem gordo.

Lhe doía demais ter de se entregar daquela forma, mas já não lutava por si só e a visão de Umbra enjaulado o afetava demais para continuar a lutar de forma inconsequente. Aguardaria a resposta do colecionador e se fosse positiva sairia de cima do mink o deixando livre e já não resistiria a Osbert ou os demais. Porém, se viesse uma negativa, Baldur tentaria finalizar o lobo a sua frente o socando repetidas vezes e então se viraria para a entrada que havia feito, para se preparar para a continuação do combate.

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Post - 12

Às vezes o destino traz situações inesperadas, e a verdade é que esta grande Edda certamente é cheia de peculiaridades assim.

Quando o gigante viu seu companheiro peludo preso em uma jaula de ferro, sentiu o seu coração apertar. Não apreciava a escravidão e gostava muito menos do tal Colecionador, mas o amor que sentia por Umbra superava qualquer tipo de situação ruim, e foi com este pensamento que gritou sua proposta para o chefão.

Osbert e o Kappa já haviam atravessado a grande piscina e agora corriam furiosamente na direção de Baldur, mas ao ouvir os termos do gigante, o Colecionador ergueu o punho direito e gritou - JÁ CHEGA!!

O timbre grave e pesado da voz do tritão-peixe-boi ecoou por todo o recinto igual o badalar de um sino fazendo todos os escravos estremecerem. Osbert e o Kappa demonstraram o quanto eram obedientes ao pararem de correr no mesmo instante que ouviram o grito de seu senhor; Entretanto, olharam para trás com uma feição impaciente para fitar o Colecionador.

O kappa estava furioso perante a ordem do Colecionador -Mas senhor, a gente estava quase derrubando ele!!

-Careta odeia gigante!! - O peso do joelho de Gantz sobre o mink fazia o mesmo gemer e uivar de raiva enquanto se debatia em vão na intenção de escapar daquele infortúnio - Gigante tem que soltar careta…

O Colecionador não deu ouvidos para as reclamações de seus subordinados, apenas se posicionou em seu divã para ficar de fronte para com o gigante e os outros. Olhou-os em silêncio por uns instantes e por fim prosseguiu a fala.  

-Eu aceito a sua proposta! - o tritão falou ao se chacoalhar  em um ato que para ele parecia ser muito excitante - Eu adoro os leões, mas infelizmente eles não podem andar soltos por aí, não é mesmo? Se você resolver essa questão vai me agradar bastante!

Osbert arregalou a boca e o seu único olho quando ouviu tal decisão -Ei, senhor!! Este Bastardo é incontrolável! - Falou Osbert.

Mas a resposta do Colecionador foi uma olhada furiosa seguida de resmungos.

-Quem é que dá as ordens aqui? Sou eu ou você?

-O senhor…

-Então cale a porra da boca e ponha a coleira no meu gigante!

Então Baldur saiu de cima de Careta, o mink também não desobedeceu o tritão, mas não parou de rosnar em momento algum enquanto fitava os olhos do gigante.

O tritão estalou os dedos e, como se fosse um passe de mágica, todos os muitos escravos que assistiam toda aquela briga foram até ele e ergueram o seu divã. Caminharam então, com muito esforço, por todo o contorno da piscina para levar o peixe-obeso até a sala dos animais.

Enquanto isso, Osbert que já estava com a coleira em mãos foi até Baldur e saltou em seu ombro, onde pousou sutilmente - Bem vindo à coleção - Então, com um único movimento de braço, balançou a coleira e fez ela se abrir, passar pelo pescoção do gigante, e por fim se fechar em um estalo que ecoou pelo recinto fazendo o colecionador estremecer de prazer mais uma vez.

Depois Osbert foi até a jaula de umbra e a abriu. Umbra correu aos choros até Baldur e ao alcançá-lo, começou a se esfregar em suas pernas enquanto ronronava. O leão estava tão feliz em ver o seu companheiro vivo que nem se importou com a presença de todos as outras pessoas, também não percebeu enquanto Osbert se aproximava, e só percebeu a gravidade da situação depois que o segurança enfiou a coleira em seu pescoço. Ambas as coleiras não tinham correntes, eram apenas gargantilhas grossas de ferro.

-Pronto, agora os dois estão com as coleiras - o caolho falou com a cara emburrada

-MAGNÍFICO!! Agora eu tenho um gigante na minha coleção!! - o Colecionador respondeu ao ter o seu divã apoiado ao chão - Acho que começamos com o pé esquerdo, ser da minha coleção tem “seus privilégios” e eu aposto que você vai ganhar muito debaixo das minhas asas…Quer dizer, nadadeiras… GYAAAAAHAHAHAHAHAHA!!

Os outros escravos se entreolharam sem graça, mas fingiram achar aquela piada muito engraçada e de repente todos estavam “rindo igual bobos”.

-Mas enfim - o peixe-boi falou enquanto enxugava as lágrimas depois de tanto rir - Vamos construir juntos esse tal paraíso!! Agora limpe essa bagunça que você fez! Em breve teremos visitantes.
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Baldur ouviu quieto ao Colecionador, era incapaz de dizer algo que não fosse ofensivo frente aquela figura, então era melhor que guardasse as palavras para si. Encarava o mink ao soltá-lo por todo o caminho, aquela luta teria um continuação outrora e seria muito diferente dessa de agora. Sentiu Osbert pousar sobre seu ombro, apenas o olhou de forma séria e ergueu o queixo ao permitir o grilhão que o prendesse. O estalar do metal o incomodava, feria seu orgulho e até mesmo sua honra, mas de que isso importava uma vez que Umbra ficaria bem naquele momento?!

Segurou o felino ao ver o colar em seu pescoço também - Calma lá amigão! Não é hora para achar ruim disso! - diria ao companheiro ao acariciar lhe a cabeça e também segurá-lo com a mão caso ameaçasse avançar sobre alguém. Via todos os escravos trazendo o tritão para próximo dele, ver aquela figura gorda sendo carregada por aquelas pernas bambas e fraquejantes o incomodava mais ainda e se por um lado podia conter suas palavras, a chama em seu olhar não era possível de se extinguir. Havia concordado em colocar a coleira, havia concordado em terminar aquele embate ali, mas em momento algum havia dito que iria ser um escravo. Tomaria seu tempo, analisaria o lugar, como funcionava. Curaria suas feridas. E no momento certo... no momento certo arrebentaria o elo invisível das correntes que ligavam cada escravo daquele lugar e ofereceria como tributo a tal acontecimento, a vida daquele que ria a sua frente.

- Sim senhor! - Dizia sem tentar deixar o corpo fraquejar, mesmo com o plasma quente que escorria de seus ferimentos, mesmo com o braço inutilizável. Começaria a coletar os escombros e a levar onde fosse indicado. O faria até o local estar novamente limpo e faria com que Umbra se mantivesse perto de si e até mesmo ajudasse - Não coma os outros escravos! Na hora certa vai ter sua refeição! Agora fique comigo! - dizia ao leão para que o mesmo ficasse por perto.

Após o trabalho que tivesse, se voltaria a Osbert ou mesmo o Colecionador - Onde posso cuidar dessas feridas e conseguir comida para Umbra? - Seguiria as instruções que lhe fossem dadas.

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"Una mattina mi son' svegliato
O bella ciao, bella ciao, bella ciao, ciao, ciao
Una mattina mi son' svegliato
E ho trovato l'invasor"

Baldur sentia-se desonrado, mas seu espírito não estava quebrado. Ainda não. O Colecionador emitia uma ordem para Careta, que então levava o meio-gigante com seu animal até o comedouro. Alimentavam Umbra adequadamente, mas na hora de cuidar dos ferimentos, o lobo explicava: — O Chefe quer ver sua resistência. Vamos deixar os ferimentos curarem naturalmente.


A partir daí, o meio-gigante poderia sentir o peso da impotência pairar no ar. Seguiam por um labirinto no porão da mansão, até chegarem a um lugar subterrâneo gigantesco. Escavado quase dez metros no subsolo, o salão suntuoso possuía dois redutos. O primeiro era uma fonte termal gigantesca, rodeada de belas fontes ornamentais, algumas banhadas a ouro, com pedras quentes que soltavam um denso vapor que, pelo cheiro, era aromatizado com alguma erva.


Infelizmente para o grandão, seu destino era o segundo reduto. Uma imensa jaula guardava dentro de si um mink hiena, um tritão cavalo-marinho, um alado... e Paloma. A garota possuía um ar infeliz e uma aura de morte emanava dela. Era a única que não possuía uma coleira em seu pescoço, aparentemente porque os grilhões que a prendiam estavam em sua alma.



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- PEQUENINA?! -  Indagou o imenso homem com tatuagens azuis.

~Momentos antes ~

- Tsc! - Era o que podia exclamar quando ouvia sobre o "teste de resistência", Baldur acreditava agora que talvez o colecionador não fosse tão burro como aparentava. Assim que suas feridas estivessem boas e conhecesse melhor o lugar, pretendia arrebentar tudo em seu caminho para fora, mas aquilo iria atrasar um pouco as coisas.

Andaram para o subsolo, adentraram por um lugar de banhos bem ornamentado e luxuoso, mas claramente não era a parte do imenso salão que usufruiria. A jaula era magnânima, poderia portar todo seu tamanho e as barras provavelmente não cederiam a sua fúria, a estrutura que aquele tritão rechonchudo havia estabelecido era sólida, sabe-se lá a quanto tempo essa escravidão e essa "coleção" existiam. Antes de seguir para a jaula Baldur perguntaria - Mas afinal, que tipo de escravo eu vou ser? Vou lutar, fazer segurança? Carregar caixas?... - Mas antes que continuasse começou a ver os indivíduos que estavam no lugar e seus olhos arregalaram.

~Momentos atuais ~

Fora outros três indivíduos distintos em raça e aparência, Paloma estava ali e não via seu macaquinho - Mas criança, não tinha ido pela floresta a seu acampamento? O que aconteceu?? Onde está o primata minúsculo? - Perguntou a ela uma enxurrada de perguntas, pois não entendia como ela havia parado ali - Umbra venha ca, quero que cuide dela! PROTEGER! - Terminava dando o comando simples ao animal. Então se sentaria como conseguisse ao lado dela, nesse primeiro momento ignorando os demais ali dentro e tentando não piorar os ferimentos no processo, principalmente do braço que não conseguia utilizar.

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Última edição por Mór em Qua Jun 15, 2022 8:50 pm, editado 2 vez(es)

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"Fear and panic in the air
I want to be free
From desolation and despair"

Que tipo de escravo Baldur seria? Aquela era uma pergunta bastante válida, mas Careta fazia jus a seu nome e com uma expressão engraçada no rosto, dizia: — O tipo que faz o que o chefe mandar.


Paloma encontrava-se com uma postura completamente derrotada, sentindo uma aura de medo a seu redor. A primeira pergunta não parecia surtir efeito com a garota, mas ao falar sobre Ceniza, a menina criava forças para lhe responder. — E...eu não sei! Mandei ele para o acampamento para avisar que eu estava te procurando. Baldur podia ver lágrimas escorrendo no rosto da garota, um sofrimento imensurável em seu semblante. — Fi...fiquei com medo de que fossem te capturar, mas n-não esperava que fossem me pegar...


A garota começava a se arranhar nos braços, vendo algumas gotas de sangue sair, enquanto começava a repetir em voz baixa: — E-eu não aguento mais ficar presa... De novo não... Os outros prisioneiros pareciam resignados. O medo e o desespero que batiam naquela jaula pareciam contaminar o ar e torná-lo pesado, como se fosse difícil respirar. Umbra olhava para Paloma, em dúvida se deveria atacá-la para protegê-la ou não fazer nada para não machucá-la mais.



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