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Pra sempre é muito tempo. Qui Jan 20, 2022 6:31 pm
Pra sempre é muito tempo.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil John Adam. A qual não possui narrador definido.

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Re: Pra sempre é muito tempo. Dom Jan 23, 2022 4:09 am

Pra sempre é muito tempo. | Post - 01.



Estaria a um tempo andando pela cidade, até me deparar vagando pelo porto de Sirarossa, um lugar frequente eu diria, assim como aqueles olhares, os mesmos olhares de sempre… Desprezo, medo, nojo… Mas bem, passei muitos anos me acostumando com isso, nada que eu já não tivesse experimentando. - "Preciso tomar uma pra acordar." - Pensava, enquanto continuaria a andar. Mantinha uma postura ereta enquanto minhas mãos se encontravam dentro do bolso de minha jaqueta. O dia estaria lindo, independente do momento que fosse, até porque teria acabado de acordar e sair de qualquer beco que tivesse achado pra tirar uma soneca. - Que cansaço, faz quanto tempo que não durmo de fato? Meses? Bom, alguma hora eu devo apagar por aí. - Diria baixo o suficiente pra que só fosse escutado por mim, ao mesmo tempo que coçava minha cabeça por trás.

Andaria em direção ao mesmo bar que iria em toda a minha vida. Uma das partes boas de conviver tanto tempo em um lugar, é acabar encontrando uma gente que não se importa com nada, muito menos com como uma outra pessoa se parece fisicamente. Quando me aproximasse do local e chegasse em sua porta, levaria minha mão esquerda ao meu chapéu o segurando pela parte de cima e o retirando. Deixava o mesmo encostado ao meu peito, enquanto abriria a porta do bar entrando no mesmo. - Bom dia criançada. Vovô. - Diria alto e bom tom assim que entrava no bar, levantando minha mão com o chapéu somente ao falar "Vovô", e assim abaixava minha mão novamente. Iria me dirigindo até o balcão, e me sentaria de costas pra ele em uma de suas cadeiras, enquanto apoiava ambos os cotovelos na borda do balcão. - Manda uma bem gelada Vovô, e já sabe, vou tá te esperando pra jogarmos. O placar era qual da última vez? Bom, hoje você ganha, eu acredito. Hehe. - minha expressão perceptivelmente mudaria, era comum que ficasse menos fechado numa zona de conforto como o bar era pra mim. Esperaria minha cerveja chegar e quando ouvisse ele a trazendo, estenderia minha mão na direção do balcão, e esperava o copo para então poder agarrá-lo. - Valeu velho. - Assim iria na direção de alguma mesa bem em frente ao balcão, jogava meu chapéu em cima da mesma enquanto puxava a cadeira para que pudesse me "sentar", apenas ficaria largado na cadeira, onde então daria meu primeiro gole na cerveja. - Haha, era disso que precisava! - Afirmaria, deixando meu copo na mesa logo em seguida e levando minha mão até os bolsos de dentro de minha jaqueta, de onde eu pularia um baralho de poker velho, com 52 cartas, onde já começaria a embaralhar o mesmo, do "meu jeito", de forma habilidosa.

- Muito bem, vamos começar o dia?? - Diria alto para que boa parte do bar ouvisse, a parte que eu sabia que teria no mínimo uns dois ou três aparecendo pra jogar. - Teremos apostas hoje senhores? Tava precisando mesmo de uma graninha extra. HaHaHaHa. - Soltaria algumas gargalhadas, enquanto começaria a fazer a distribuição de carta pros presentes, onde já teria embaralhado o baralho de uma forma da qual caísse uma ordem de cartas que me faria ganhar a primeira rodada com carta alta, me fazendo ter um AQ765 contra um AJ943 de um dos presentes na mesa. - Vamos lá! - Diria dando início a partida, que já teria um resultado traçado.

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Re: Pra sempre é muito tempo. Dom Jan 23, 2022 11:29 pm

Pra sempre é muito tempo



Era um dos dias mais gélidos em Sirarossa desde os últimos anos. A movimentação da grande metrópole era algo costumeira para qualquer nativo de lá, assim como John. O cowboy despertava de um beco escuro e úmido, onde diversas poças de lama haviam surgido por conta do pouco de neve que havia surgido no dia anterior. Não era algo comum e alguns malucos da grande cidade chamavam aquilo de um sinal dos deuses para grandes mudanças, mas John provavelmente duvidava disso.

Cambaleando entre as ruas e vielas, acabava por se deparar com a placa de madeira castigada pelo tempo da Cauda de Serpente, uma taberna tão velha quanto o próprio atirador, que havia adquirido uma clientela que não se espantava tão fácil com a face desfigurada dele. O cansaço e fome que acometiam o homem guiava seus passos pelas escadas de madeira até o interior do estabelecimento, que já estava aberto naquele horário. O local em seu interior era muito mais atrativo do que sua fachada, talvez uma estratégia inteligente para afastar olhares indesejados.

O bar continha uma série de pessoas que viviam ali em baixo sem sequer saber se o sol já estava no céu ou não. John era conhecido por aquelas bandas, então as pessoas olhavam para ele com um aceno simples de cabeça, continuando suas conversas, negociações ou jogos de azar. — Você tá bem acabado, Black. — Diria o “Vovô”, também conhecido como Isaac, aka Lobo Cinzento.

Isaac havia ficado popular anos atrás em sua época de jovem ao enfrentar marinheiros, agentes, piratas, caçadores e revolucionários para preservar seus interesses. Quando se cansou de encher todos os grupos de sopapo, resolveu utilizar do respeito que havia adquirido para criar um santuário onde todos poderiam frequentar e esquecer suas diferenças. Também era de conhecimento que ele não se envolvia nos assuntos das grandes famílias que comandavam a ilha, preferindo se manter afastado de tais problemas, que eram ruins para os negócios.

Uma grande caneca de cerveja acabava sendo servida por Isaac, que deslizava-a pelo balcão até a mão de Black. — O placar era o suficiente para você me dever uma boa quantia. E não vai ser pedindo mais cerveja que essa quantia irá diminuir. — Apesar da imponência de sua voz, havia um tom de comédia também, demonstrando que ele confiava que aquela quantia iria chegar até ele de alguma maneira. No mais, haviam outros por ali jogando poker, o que era uma oportunidade e tanta para alguém como John se aproveitar.

Entretanto, o que ele conseguia notar de longe era que os rapazes utilizavam dos mesmos truques para trapacear o jogo para o seu lado, mas no momento em que todos acabavam fazendo isso, o jogo se equilibrava por si só. Seria um desafio enorme ser vitorioso naquele jogo, bastaria saber enganar melhor. — As apostas iniciais são de 50 mil. Se quiser, puxe uma cadeira. — Diria um dos homens, começando a distribuir as cartas.

John Adam:



Última edição por Yami em Dom Abr 10, 2022 10:22 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Pra sempre é muito tempo. Qua Jan 26, 2022 12:50 pm

Pra sempre é muito tempo. | Post - 02.


- Essas pequenas coisas fazem a vida, velhote. - Diria ao mesmo enquanto pegava a caneca e a levava à minha boca, matando minha sede. - Hehe, muito bem. Vamos lá senhores, que vença o melhor. - Iria falar pros presentes na mesa de poker, enquanto puxava uma cadeira e me sentava para iniciarmos a partida.

- Eles não são bobos, então preciso contornar essa situação. - Pensava comigo mesmo enquanto via as cartas sendo distribuídas. Deixava minha cerveja sobre a mesa enquanto pegaria as cartas que me foram dadas, e rapidamente as levaria junto às minhas mãos para baixo da mesa, buscando escondê-las para que os outros na mesa não as vissem. - Mas que mer- - Minha intenção não seria falar alto, mas acabava não me ligando e deixava essa fala escapar, a cortando antes que terminasse.

Assim que fosse dado início ao jogo, analisaria a aposta máxima, e as escolhas das pessoas na mesa. Dificilmente algum sairia pela aposta, se não, nem mesmo aqui neste bar estariam, então continuaria apenas a sobreviver às rodadas, pagando as apostas que viessem, com uma expressão um pouco frustrada. Assim que todas as cinco cartas fossem lançadas à mesa, analisaria a expressão de todos os meus oponentes, e principalmente as cartas. - Vocês são engraçados, hahaha. Estão todos com cartas altas, não estão? - Diria a todos presentes na mesa, enquanto começava a mudar a minha expressão para uma expressão séria. Caso algum deles viesse retrucar minhas falas, se exaltando comigo, mexeria na minha jaqueta como se fosse pra guardar minhas cartas, que na verdade estariam na minha mão esquerda, juntas. Iria chegar a cadeira pra trás, botando minha mão esquerda na pequena borda que tinha entre minhas pernas, e então deixaria minhas cartas caírem sobre a superfície da cadeira, enquanto afastava ela um pouco da mesa e me levantava ao mesmo tempo, tirando a atenção da minha mão e tampando a visão para as cartas, já que estaria na frente. - Olha aqui, você acha que pode chegar e tentar me enganar só porque pareço um velho acabado? Se soubesse o tanto que de coisas que já fiz, você não estaria nem sentado nesta mesa, e o- - Cortaria minha fala, lembrando de muitos outros momentos, e olhando pra trás na direção do balcão, reparando na expressão de Isaac, que provavelmente estaria me matando com os olhares. - ... Olha, acabemos logo com isso… - Falaria em um tom mais baixo e sem agressividade, enquanto começava a me sentar e puxava novamente a cadeira pra frente.

O jogo estaria na sua fase final, e contava com que todas as minhas ações, me levassem para esse destino do qual estariam todos certos de que minha mão era uma merda, e levaria o jogo nesta ação. Veria as apostas de todos, e então antes que fizesse a minha, levaria a minha mão a minha jaqueta novamente, pegando duas cartas no meu bolso de dentro, que "seriam" as que eu tinha guardado, entretanto, pegaria duas cartas que fizessem a melhor combinação para aquele Pós-Flop. Após as ter pego, olhava pra elas com uma expressão meio irritada talvez, e então faria minha jogada. - All-In. - Diria, sendo o último a apostar, e então jogando minhas cartas a mesa, esperando para resolução daquela partida.

Quantidade aleatória (1,20) : 12

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Última edição por Faktor em Qua Jan 26, 2022 12:52 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Pra sempre é muito tempo. Dom Jan 30, 2022 11:43 pm

Pra sempre é muito tempo



A sorte nas cartas não havia sido generosa com John, isso dava para ver. O método de repartição da pilha de compras havia sido meticulosamente preparada para prejudicar qualquer um que não fosse o interessado, de modo que todos os demais aparentavam uma expressão frustrada inicialmente. Um jogo de mãos acabava sendo tentado por todos ali, sem exceção, onde aparentava que o mais malandro acabaria ganhando aquela quantia toda.

Por conta de um breve movimento de mão suspeito de John, um deles até mesmo o acusava de estar roubando, mas graças a um inteligente desvio de atenção, dispersava as suspeitas para que o jogo prosseguisse. Por conta de uma mão ruim, um a um foi desistindo até que sobrasse apenas John e um outro homem mal encarado, que fumava um charuto barato como se estivesse exaltando riqueza. — Boa tentativa, feioso. All-in. — Ele empurrava todas as notas para o centro da mesa, mostrando ter um Straight Flush, enquanto John só possuía uma Trinca. — Mais sorte da próxima vez. Você blefa muito mal, hahahahahaha! — Ele acabava puxando todas as notas para si, deixando John frustrado pela perda de sua aposta.

Caso o atirador desejasse, poderia continuar a jogar numa tentativa de recuperar o dinheiro perdido, ou até mesmo recuperar. Talvez se desse melhor em outro lugar, onde as pessoas não tinham a cultura de roubar tanto, o que poderia lhe dar alguma vantagem. — Espero que não pense em desperdiçar o seu dia com jogos, Black. Se quer realmente lucrar, talvez eu possa conseguir alguns serviços. — E ele sabia bem o que Isaac estava se referindo. Por ter tamanha influência, ele também era uma figura conhecida no submundo de Sirarossa e de boa parte do West Blue, apesar de não ser divulgado com tanta clareza como é a sua relação com eles.

De qualquer maneira, o bar prosseguia movimentado, mesmo para aquela hora do dia. A fome aos poucos começava a dominar o estômago de John, que poderia aguentar mais um tempo antes de precisar de alguma refeição para refogar o estômago vazio. Além dos carteados, outros clientes acabavam também jogando sinuca, dardos e até mesmo fazendo apostas nos referidos jogos, o que talvez pudesse ser mais interessante para passar o tempo.

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Re: Pra sempre é muito tempo. Seg Jan 31, 2022 3:40 am

Pra sempre é muito tempo. | Post - 03.


- Hehe, muito bem jogado. Você mereceu a vitória. - Diria ao homem com um sorriso no rosto, não de alegria, mas também não demonstraria fraqueza naquele momento. - "Essa foi apenas a primeira, com mais algumas eu consigo me aquecer, e então vou p-..." - Isaac acabava por me interromper enquanto estava pensando no próximo jogo. - Claro que não velho, aliás, por que eu faria algo desse tipo né? Ficar o dia inteiro jogando, mas que ideia idiota. - Diria, enquanto me levantaria da cadeira com minha caneca em mãos, porém acabando com a cerveja naquele mesmo momento, onde daria meu último gole. - Ae velho, eu tô sem grana… Se você pudesse me ajudar, eu te faço alguma coisa depois. Sabe que faço. - Falaria enquanto botava a caneca sobre o balcão e apoiava o meu braço direito no mesmo. - Aí viu, um serviço vai ser ótimo. Eu saio ganhando, você sai ganhando, todos saímos bem. - Um leve sorriso de canto estaria presente em todas as minhas falas, porém voltaria a uma expressão séria não muito tempo após terminar minha frase. - Bom, vai me emprestar os B$ 50.000 né? Eu pego esse serviço, e vou devolver junto com o juros das últimas bebidas. - Diria olhando diretamente em seu olho. - Estava mesmo precisando de algo para distrair a cabeça… -

Esperava a resposta de Isaac, geralmente ele não negaria, porém eu não faço nada tem um tempo, não sabia o que viria por parte de dele, e por esse motivo, caso ele não fosse me emprestar a grana, me virava pra mesa novamente e andava em direção dela. - Eu tô pra receber uma grana, sei que não vai sair daqui agora. Então eu te pago mais tarde. - Diria de forma "legal", pro homem que esbanjava sua pobreza, porém se o mesmo viesse querendo tirar satisfação, levantaria minha cabeça e o olharia diretamente nos olhos. - Olha aqui parceiro, eu tô de bom humor. Não quero me irritar logo cedo, então faça um favor pra ambos de nós e cala essa sua boca, sente seu rabo nessa cadeira e vai fazer o que sabe de melhor. Roubar. - Minha intenção não era falar alto nem chamar atenção, mas ser direto e eficaz com aquele merda. Se o velhote pudesse me emprestar a grana, me virava novamente na direção na mesa e andaria até a mesma, jogando a grana no homem e voltando logo em seguida.

- Então, vamos conversar aqui mesmo, ou vamos lá pra dentro? - Bom, agora estávamos falando de negócios, e com negócios eu não brincava. Apresentava uma postura mais ereta, assim como permaneceria em uma expressão mais fechada e séria.

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Re: Pra sempre é muito tempo. Seg Jan 31, 2022 10:20 pm

Pra sempre é muito tempo



Tanto os jogadores quanto Isaac não pareciam demonstrar uma face muito agradável no momento em que se tocaram que John não possuía dinheiro para a aposta que ele havia acabado de entrar. Este último, por outro lado, misturava decepção com humor em sua expressão, enquanto acendia seu famoso cachimbo de ferro. — Chegará um momento que essa sua cara linda não vai te livrar do problema. — Comentava, em provocação. Os apostadores já estavam de pé, um com os braços cruzados, um com a mão em cima do cabo de uma adaga na cintura e o outro parecia aquecer os punhos. Isaac apenas dava um aceno de cabeça para eles, o que fazia os homens sentarem novamente e continuarem a jogar.

Uma baforada de fumaça era expelida dos pulmões do barman, que cruzava os braços enquanto observava a clientela e os funcionários tornando o lugar vivo. Ele fazia um breve sinal com a cabeça, pedindo para que John o acompanhasse até o seu escritório, localizado na parte de trás do bar após um extenso corredor. O caminho era iluminado por luminárias vintages, que combinavam bem com o estilo do bar. — Alguns rapazes surgiram aqui na última noite precisando de algum atirador experiente. Como não achei nenhum, resolvi ver se você serviria. — Ele comentava em tom provocativo.

Ele abria uma enorme porta de madeira maciça, provavelmente tão resistente quanto uma chapa de aço. Sua sala era enorme, com mesas de sinuca, uma pequena biblioteca particular, um bar com bebidas exóticas e até mesmo uma área de treino com um saco de areia. Ele sentava em sua mesa, deixando John circular por onde quisesse, mas sem tocar em nada. — Haverá uma festa num barco na próxima noite. Figurões estarão por lá e há uma vaga para um trabalhador nas caldeiras. — Ele olhava para John, como se indicasse que era para ele a referida vaga. — Don Giovanni, irmão do ex-prefeito, estará por lá visitando a família. Tudo o que precisa ser feito é lidar com ele e sumir de vista antes que se dêem conta do que aconteceu.

A tarefa pegava John de surpresa. Por mais que fosse treinado para esse tipo de coisa, matar por dinheiro não era algo que ele fazia todo dia. — Se conseguir fazer tudo, os rapazes podem deixá-lo entrar no clube do bolinha, se te interessar. São bem influentes, e pode ser uma vida e tanto para quem souber fazer o trabalho direito. — Isaac deixava uma pasta de capa parda em cima da mesa, onde a foto de um senhor se destacava, bem como algumas informações vitais para a missão. — Nunca procurei tomar partido entre esse povo, mas respeito as capacidades deles. Caso saia vivo, posso lhe dizer um pouco mais sobre o que são. Fica a seu critério. — Ele dizia enquanto colocava um caro whisky em dois copos largos, entregando um para John. Beber seria o mesmo que aceitar o convite, mesmo não sabendo exatamente sobre as consequências que aquela missão poderia trazer para sua vida. — É pegar ou largar, Black. Não será fácil, mas será bem recompensado. — Dizia, por fim.

John Adam:




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Re: Pra sempre é muito tempo. Qui Fev 03, 2022 2:49 am

Pra sempre é muito tempo. | Post - 04.


Deixava a minha situação com os caras na mesa de lado, pra me focar no que Isaac teria a me dizer. - "Bem, não é como se já não devesse pra ele…" - Pensava quanto íamos andando para sua sala, e após chegarmos na mesma, apenas observava aquele mesmo ambiente que já teria observado várias outras vezes. - "Nada muda por aqui." - A minha expressão era mais animada, até o momento em que Isaac começa a explicar o serviço. Permanecia em pé de braços cruzados, logo após a porta, enquanto ouvia atentamente cada palavra dele.

- Tá certo velho, mas… - Começava a minha fala, avançando na direção da mesa, e puxando uma das cadeiras na frente da mesma, para que pudesse me sentar. - Você sabe que preciso de mais do que isso, então por que não joga logo na mesa? Qual a treta que esse maluco tem? Por que querem ele morto? E principalmente, preciso saber mais sobre esse evento e a vaga. - Diria, sentado na ponta da cadeira, com meus cotovelos apoiados em meus joelhos e olhando diretamente para Isaac. - Resumindo, preciso do resto das informações sobre o serviço agora, pra não me complicar demais depois. Presumo que não tenha (Diria o provocando), mas se tivesse uma planta do barco, seria mais simples. - Concluiria, agora encostando as minhas costas na cadeira e relaxando um pouco mais, enquanto esperaria qualquer resposta.

- Certo… - Começaria a me levantar na cadeira e caminhar na direção da porta, com minhas mãos dentro dos bolsos da minha calça. - Não me disse o valor do serviço, mas espero que os empregadores encham meu bolso. - Diria abrindo a porta. - Ah, aliás. Eu estou meio enferrujado… E tenho certeza que conhece alguém, então poderia me dizer onde eu encontro uma pessoa pra treinar nesta tarde, nada demais. - Apesar de estar de costas, tenho certeza que Isaac saberia que estava com um sorriso de canto no momento das falas, enquanto o olhava de canto. Se ele soubesse de alguém, apenas agradeceria e fecharia a porta, partindo do local, mas se caso não conhecesse alguém, lamentaria a situação, enquanto tirava sarro com o mesmo, me despedindo e então saindo de sua sala.

Enquanto caminharia pelo bar em direção a saída, teria a certeza de que passaria perto da mesa que antes estava sentado, onde olharia a cara de todos na mesa, e logo voltava ao meu curso normal, em direção a saída do bar.

Já do lado de fora, repararam novamente no ambiente e na movimentação da ilha após esse curto período, antes de começar minha busca. Se tivesse recebido alguma indicação de Isaac, o caminho seria mais curto e mais rápido, apenas seguindo até o local que o mesmo tenha dito. Entretanto, se o mesmo não tivesse me fornecido informações sobre, começaria a vasculhar pela ilha, em lugares menos movimentados e mais abertos, e locais onde teriam maior demanda de atividades físicas na ilha. Meu tempo ali me ajudaria nessa questão para achar um lugar pra treinar, porém também não me veria tão preocupado com o tempo, andando sem desespero e calmamente.

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Re: Pra sempre é muito tempo. Sab Fev 05, 2022 1:25 am

Pra sempre é muito tempo



John sabia que as conversas sérias aconteciam por ali. Quantas pessoas já haviam sido declaradas mortas dentro daquela sala? Quantos negócios haviam sido fechados para manter a ilha funcionando da maneira que ela funcionava atualmente? Apenas Isaac tinha essas respostas, e ele parecia durão demais para desembuchar. — Inimigos políticos, eu diria. Esses caras não perguntam quando aceitam um serviço, apenas quanto estão dispostos a pagar. — Ele dizia enquanto acendia o seu charuto novamente após ter colocado mais fumo nele. — E se você quiser fazer parte disso, deve começar a pensar assim também. — O fato era que, no mundo dos assassinatos, um mercenário raramente questionava o motivo de estar matando alguém, uma vez que sabendo disso, poderia lhe fazer repensar sobre o trabalho ou prejudicar sua execução.

Entretanto, Isaac prosseguia, puxando a pasta e abrindo um pequeno relatório escrito por uma máquina de escrever. — O evento é o aniversário de casamento do sobrinho do alvo, filho do antigo prefeito. A vaga diz apenas sobre trabalhar nas caldeiras, que estavam buscando homens fortes para ocupar o cargo. A vaga já foi preenchida, só estamos decidindo por quem ainda. — Ele comentava, ainda sem saber se John estaria disposto a seguir com a missão. — Todas as outras informações estão nessa pasta. Leve e estude os detalhes, mas no momento que você tocar nela, terá feito um pacto comigo, garoto. — Isaac era um bom amigo, mas também possuía uma responsabilidade e nível de periculosidade difíceis de ignorar.

Caso aceitasse, Isaac sorriria satisfeito, dando mais umas tragadas em seu charuto antes que John começasse a se afastar. — É o bastante para quitar suas dívidas por aqui e sobrar uma boa quantia para dar início numa carreira promissora. — E, quanto ao seu pedido, ele pensava por um instante. — O irmão de minha fornecedora de rum é atleta e mora pela ilha, talvez possa lhe ajudar. Procure por Cecília no restaurante Mozzafiato e diga que mandei meus cumprimentos. Explique sua situação e ela irá lhe apresentar o irmão. — Ter tantos contatos realmente acabava sendo útil, de modo que John teria a capacidade de aprimorar antes da real missão.

Com a saída do bar, não antes de dar uma má encarada nos jogadores de poker, John acabava verificando que poucas horas haviam se passado desde que havia entrado por ali. Eram aproximadamente 10 horas da manhã e a cidade já estava extremamente movimentada. Pelo fato do restaurante Mozzafiato ser o mais famoso de toda a ilha, era extremamente fácil encontrar o caminho até lá, seguindo em uma linha direta até o famigerado local. Apesar de estar ainda fechado, era possível verificar na rua lateral do restaurante carroças com diversos homens descarregando suprimentos para a cozinha, que seguiam de um em um para o interior, enquanto uma mulher fazia a contabilidade. Falando nesta, a mulher possuía um ar autoritário e severo, de modo que mesmo sendo do sexo feminino, seus subordinados pareciam sequer ousar olhar diretamente para a mesma.

Caso se dirigisse a ela, a mesma olharia de cima a baixo para John, retornando a atenção ao trabalho logo após. — Sim, sou eu. Meu irmão Jin está logo ali. — Ela apontava para um dos funcionários, se destacando por ser um homem com mais do que dois metros de altura. O homem, além de extremamente musculoso, parecia ter uma delicadeza esquisita na forma que ele segurava os objetos e andava, até mesmo na forma dele de se arrumar. Seu bigode estava impecável, bem como o único tufo de cabelo em sua cabeça, que brilhava em um tom de dourado intenso. — E se você veio como garoto de recados de Isaac, diga para ele que ainda estamos providenciando o rum que ele pediu. Encher o nosso saco não vai acelerar isso! — Ela falava de forma intimidadora, dando a entender que provavelmente Isaac havia enviado John até lá também como forma de provocação à mulher.

John Adam:



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Re: Pra sempre é muito tempo. Ter Fev 08, 2022 2:13 am

Pra sempre é muito tempo. | Post - 05.


- É… Uma péssima notícia pra mulher dele. - Diria de forma sarcástica, após ouvir tudo que Isaac tinha a me falar. - Muito, chefe. Vou realizar o trabalho. - Pronunciava, agora numa postura mais ereta e certa, demonstrando um certo grau de seriedade e de respeito pelo homem que estava a minha frente, enquanto pegava a pasta e bebia o copo de whisky na mesa. - Aliás, valeu pela ajuda, irei visitar sua amiga. - Dizia, enquanto já me dirigia para fora da sala, em um tom mais leve.

Ao sair do bar, poderia então ver Sirarossa em sua verdadeira face. Não teria se passado tanto tempo, então ainda estava cedo, porém a movimentação de pessoas pelas ruas era gigantesca, como sempre. - "É, vamos lá." - Iria em direção ao restaurante, conhecia seu nome e sua localidade, mas nunca de fato teria o visitado antes, pelos menos não sóbrio. O preço de tudo lá deveria ser extremamente alto, sem falar que não faria muito meu estilo, ficar no meio daquela gente mimada. Contudo, o caminho era fácil, e já estava bem próximo do meu destino.

- "Um dia de treino deve ser o suficiente pra voltar meus movimentos ao normal. Bom, espero que seja." - Pensava, enquanto me aproximava do local onde as compras estavam sendo entregues, e percebia uma e provavelmente a única mulher ali, que aparentava liderar o pessoal naquela área. - Com licença, você deve ser a Cecília, certo? Isaac meu mandou, estou procurando seu irmão. - Estaria do lado da mesma, parada com ambas as minhas mãos dentro do bolso, enquanto a questionava, e após receber suas respostas, prosseguiria. - Servir de pombo correio pro Isaac seria uma das últimas coisas que faria… Mas bem, estou procurando seu irmão por outros motivos. Foi um prazer conhecê-la. Licença. - Diria a mesma, com um tom suave e sério ao mesmo tempo, porém não perdendo meu respeito, muito menos minha educação. Iria em direção a Jin se não tivesse problemas com a mulher, e então o abordaria. - Jin né? Prazer, Damian. Isaac me disse que você poderia me ajudar a treinar. Preciso agitar meu corpo, fazer ele voltar ao normal. - O abordava de forma branda e procurando não causar confusões. - Pelo visto estão meio ocupados com essas caixas, posso ajudar, e depois vemos a minha questão. - Não me importava de pegar alguns afazeres, iriam me ajudar a movimentar meu corpo, por isso oferecia minha ajuda a ele, e se o mesmo aceitasse, faria uma breve interação com os funcionários ao meu redor, enquanto começaria a carregar as caixas.

Caso não tivesse muitos problemas com o pessoal da área, principalmente com Cecília e Jin, e pudesse os auxiliar naquela pequena tarefa, ao acabar os carregamentos, me dirigia ao grandão novamente. - É, foi um bom aquecimento. Acho que já podemos ir pro treino de verdade, né? - Questionava o mesmo, transmitia uma certa provocação, mas nada demais. Aguardava a resposta do homem, e se obtivesse uma resposta positiva, iria o seguir para que pudéssemos começar.

Início do Aprendizado de Atletismo.

- Muito bem, apesar de tudo, dou valor a minha amizade com Isaac. Mas quando o encontrar, diga que vai ficar me devendo uma! Agora, vamos soar! - Dizia o grande homem, com seus enormes e definidos músculos, e apesar dessa impressão que sua aparência, contém um jeito bem diferente. - Na verdade, prefiro que eu fique devendo algo, já devo coisa demais pro velhote. Mas bom, vamos lá. Começaremos correndo? - Dizia, enquanto começava a me alongar levemente, levando meus dedos aos meus pés, esticando os braços e pernas, ainda com bastante dificuldade, porém, fazendo as coisas na medida do possível.

- Exatamente meu caro, vamos, correr! - Suas falas eram altas, porém ao terminar de falar correr, Jin disparava em linha reta, bem rápido pro seu tamanho. - "Filho da m-... Já vamos começar assim?" - Era pego de surpresa, não esperava algo desse tipo, porém não me deixava ficar pra trás. Felizmente conseguia acompanhar sua velocidade, mas o problema eram as pessoas e os lugares do qual passávamos, sabia controlar minhas explosões, mas não sabia controlar de fato minha corrida para tirar máximo proveito, e acabei ficando pra trás por boa parte do tempo. - Precisa contar os passos, controlar sua respiração. Nunca correu na vida? - Apesar de todo o seu tamanho, Jin realmente mostrava destreza e conhecimento por seus movimentos, algo que dificultava a Damian na hora de correr naquela multidão, e tentava o provocar para que botasse as coisas em sua cabeça mais rápido.

Depois de mais ou menos 12 minutos, Jin diminuía sua velocidade, e pouco tempo depois parava em frente ao portão de uma pequena casa, localizada perto do porto. - É, até que você não foi tão mal, Haha. - Falava o homem, dando uns leves tapas nas costas de Damian, que estava bem suado e ofegante. - Puta merda… - Falava, enquanto apoiava minhas mãos no meu joelho, tentando recuperar um pouco do ar. - Muito bem, vamos entrar, começaremos o aquecimento. - Falava o homem, com um grande sorriso no rosto, e abrindo a porta da casa, que dava em um corredor, entre duas outras casas, e ao irem se aproximando do fundo, entravam em um jardim, com um caminho de pedras, um pequeno lago com uns peixes e uma casinha feita toda em madeira. - É pequeno, mas costumo treinar aqui. - Ele falava, se mostrando mais confortável com aquele ambiente, já entrando para dentro da casa. - "Grama sintética, esse lago, o trabalho bem feito na construção… Deve ter gastado uma graninha aqui, mas bem, levando em conta onde eles trabalham…" - Pensava, enquanto ia me integrando mais ao local.

- Olha, eu normalmente faria a minha rotina de treinos depois dos carregamentos, mas daí você chegou, e aqui estamos. Como você não sobreviveria às minhas séries de treino, vou fazer algo mais básico. - Falava Jin, enquanto saia de dentro da casa trazendo um copo de água, e me entregando. Enquanto bebia a água, ele se exercitava, antes de começarmos o aquecimento. - Começaremos com 100 polichinelos. - Dizia o mesmo, sempre elegante, enquanto ajeitava sua postura para começar. - "Por que achei que seria uma boa ideia? Só vou me exercitar normalmente…" - Pensava, enquanto retirava minha jaqueta e meu chapéu, os deixando de canto, antes de começar a fazer o exercício. - Vamos lá, zero… UM! DOIS! TRÊS! QUATRO! CINCO!... -

- NOVENTA E NOVE! CEM! - Então uma última vez, ambos saltitavam, separando ambas as pernas lateralmente e levantando seus braços até que suas mãos se tocassem acima de suas cabeças. Me encontrava um pouco sem ar, sentava-me ao chão para descansar. O Sol havia aparecido, e como o lugar era aberto, estava sendo mais complicado ainda. - Já está cansado? Acho que pra sua idade, eu devo ter exagerado… Porém, agora não podemos parar. 75 Flexões! Zero… - O homem, entretanto, parecia não estar nem cansado. Apesar do suor, ele agia normalmente, e sem que desse muito tempo, puxava a próxima série. - "Vamos lá…" - Então, ambos começavam a fazer as flexões, se mantinham de barriga pra baixo, apoiados apenas por seus braços e seus pés, enquanto desciam rente ao chão, e subiam novamente. - TRINTA E SETE! TRINTA E OITO! TRINTA E NOVE! QUARENTA! - Conforme ia seguindo, conseguia perceber o homem se limitando ao fazer as flexões para que pudéssemos ficar igualados. - "Hehe, sou realmente uma pedra no sapato de todos." - Pensava de maneira cômica, dando leves risadas. - SETENTA E CINCO! - Falavam ambos em uníssono, terminando então as flexões. - É isso! Esse é o espírito! Me animei, faremos agora então 50 repetições de joelho no peito, seguido de um treino pra impulsão mínima no pulo. Você vai precisar pular de um lado do laguinho pro outro, seguidamente, assim que se estabilizar do outro pulo. - Jin tinha se animado ao ver que eu tinha entrado no espírito da coisa. - Mas só um aviso, se cair no lago e ferir os peixinhos, vou terminar o trabalho que fizeram na sua cara. - O olhar, a expressão, postura, tudo mudava. Talvez não fosse tão presente antes por causa de seu jeito, porém aquele brutamontes era extremamente amedrontador se quisesse. - Desculpe-me, passo um pouco dos limites com relação aos meus peixes, mas vai lhe servir de incentivo! -

Após essa pequena interação de ambas as partes, começaram novamente os exercícios. Seguia o que me era pedido para obter um bom resultado ao final, porém conforme o treino foi avançando, a dificuldade também mudou. - [color:1cdd=4F4F4F]Você tá dizendo, que eu vou ter que subir e descer essa corda, e depois escalar essa parede de treino? Mas que droga é essa? - Pareciam ser tarefas sem sentido, mas Jin insistia. - Olha aqui, você veio me pedir ajuda, atrapalhou a minha rotina de treino para que eu pudesse lhe ajudar, então, se não for muito, espero que pelo menos conclua o que eu lhe peço. - Falava o homem, demonstrando novamente aquela sua postura mais ameaçadora. - Hummf. - Não faria de bom grado, mas sim por necessidade.

Não levava muito tempo até que o treino enfim estivesse acabado, já estava próximo de meio dia, Jin precisava voltar ao restaurante, enquanto eu ainda tinha um resto do dia para me planejar. - Valeu pelo tempo, estava mesmo precisando disso. - Dizia um tanto ofegante. - Haha, foi legal também, apesar da sua teimosia. Deve ser a idade… Mas bem, vamos indo que preciso me apressar pra chegar no restaurante. Mande meus cumprimentos ao Isaac quando vê-lo. - Jin estava claramente apressado e por isso ia me dirigindo até a porta, ao ver ele arrumando as coisas, mas não antes de pegar minha jaqueta e meu chapéu. - É isso, obrigado. - Falava frente a frente ao homem, enquanto apertava sua mão. - O prazer foi meu, quando quiser visitar o meu trabalho, só ir. Apesar de que precisaria de alguns milhões antes de pensar nisso… Haha! - Jin acima de tudo, era uma pessoa legal, ele contagiava as pessoas ao seu redor. O via partindo, seguia no mesmo caminho de antes, pra voltar ao restaurante, porém ficava confuso sobre o que fazer. - "Preciso de um banho…" -

Fim do Aprendizado de Atletismo.

Estaria com meu casaco e meu chapéu em mãos, botava o chapéu em minha cabeça, enquanto começaria a caminhar na direção do bar. - "Parece que fiz uma maratona… Vou precisar de uma bem gelada pra fazer isso passar…" - Se chegasse ao mesmo, adentrava a ele normalmente, e procurava Issac, perguntando aos supervisores do bar se necessário. - Te falar, você tem uns contatos interessantes… Mas bem, preciso de  um banho, posso ir lá tomar? Não é como se fosse mexer em suas cuecas de velho… -

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Re: Pra sempre é muito tempo. Sex Fev 11, 2022 11:53 pm

Pra sempre é muito tempo



Jim não pegava leve em serviço. Não era atoa que ele era um atleta profissional e competidor em diversas modalidades esportivas ao longo de todo o West Blue. Ainda assim, o grandão era um professor dedicado, e sua paixão pelo esporte impulsionava John até um patamar que ele não imaginava poder alcançar. Como havia ajudado com as encomendas mais cedo, tiveram tempo o bastante para treinar até que o estômago começasse a incomodar, devendo o grupo fazer uma pausa para uma boa refeição. Jim até mesmo oferecia parte de sua marmita para o seu pupilo, que precisava de uma dieta balanceada para aproveitar todo aquele exercício para ser convertido em músculos.

Com o estômago forrado, o atirador notaria que já seria por volta das duas horas da tarde, faltando apenas cinco horas até que a festa desse início. Aquilo dava tempo de sobra para ele retornar até o bar, percebendo uma clientela completamente diferente da que havia visto mais cedo daquele dia. Quando questionado sobre Isaac, o barman informava que ele havia saído, mas por ser um conhecido de longa data do mesmo, permitia que John utilizasse o banheiro particular do chefe. — Só vê se mantém tudo no lugar. — Dizia ele em tom de sermão.

Por fim, com John devidamente limpo, haveria tempo o bastante para se equipar, bem como estudar o contrato pelo qual ele estaria executando naquele dia. Ainda havia muito chão para percorrer, e uma pessoa precisava ser morta ainda naquela noite. Tudo estaria nas mãos do nosso peculiar atirador.

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Re: Pra sempre é muito tempo. Qui Fev 17, 2022 12:07 am

Pra sempre é muito tempo. | Post - 06.


Aquela manhã estava sendo agitada, e isso só era uma amostra do que estaria por vir. Após ter treinado com Jin e depois aproveitar de uma boa refeição, agradeceria ele pela ajuda e logo ia novamente para o bar. Chegando ao bar, já no balcão, conversava com um dos barmen e ficava a par da ausência de Isaac, mesmo assim, me dirigia para seus aposentos.

- "Deu pra cansar… Muito bem, faltam umas cinco horas, tenho um tempinho pra descansar." - Estava em direção ao banheiro, tirava minhas roupas as deixando penduradas no encosto de alguma cadeira, se possível, retirava meu coldre junto às minhas pistolas, o deixando perto de minha roupa.

Saindo do banho, começava a por minhas roupas novamente, quando levava a mão para pegar meu coldre. - Droga. - Olhava para ambas as minhas armas, e acabava me lembrando da minha missão. - Tá, vamos ver isso aqui. - Diria, me lembrando da pasta com as informações. Procuraria um lugar para me sentar e então poder abrir a mesma, e analisar todas as informações que poderia obter. - "Hmmm…" - Cada informação era importante, e buscava me atentar aos detalhes, principalmente sobre o trabalho, e buscaria alguma informação sobre a planta/espaço do local.

- Tá, preciso resolver um outro problema agora… - Diria em um tom mais baixo, praticamente inaudível, enquanto iria me levantando e terminando de me arrumar. - Certo, vou precisar de silenciadores. -  Tinha certeza que mexer em qualquer coisa do Isaac seria uma má ideia, mas não tinha dinheiro pra pagar e não queria me envolver em problemas horas antes de um serviço. Portanto, procurava dentre o local principalmente alguma área de armas ou equipamentos, não sabia ao certo onde poderia entrar e procurar, mas tentaria manter um certo silêncio por simples instinto, procurando por outras salas para ampliar ainda mais minha busca, e se necessário, tentaria ir até a sala dele. Se algum funcionário me questionasse, diria que teria esquecido uma pasta dentro de sua sala, não acho que teriam tantos problemas comigo, porém não insistiria caso não conseguisse.

Essa busca é importante, mas se tivesse a certeza de que não pude encontrar os silenciadores pelo espaço, dava um leve suspiro enquanto me botava em direção a saída do bar, por outro lado, já os colocaria em minhas armas, e continuava meu caminho. - "Oh droga, um trabalho desses em cima da hora… Bom, vamos lá." - A dificuldade aumentava um pouco, não que fosse um problema tão grande, porém me traria mais dor de cabeça. Já fora do bar, iria caminhando em direção ao local do serviço desde já, sem pressa e sem me preocupar demais. - "Preciso analisar o local, vou precisar de uma base." - Se chegasse sem muitas preocupações, buscava observar se as coisas já estavam sendo preparadas, analisar o lugar. Teria certeza de que teria escondido minhas armas antes de me aproximar do local, e assim, se visse alguém que parecesse responsável ou então que estivesse viajando o local, e me aproximaria da mesma. - Boa tarde amigo, eu peguei um trabalho nas caldeiras neste barco essa noite, preciso saber como vão funcionar as coisas. - O abordaria de forma calma, procurando não causar muitos problemas, e se fosse correspondido da mesma forma, apenas o agradeceria, enquanto seguiria qualquer instrução que tivesse dado. Se a situação mudasse de forma repentina, tentaria contornar da melhor forma, ou apenas me afastando e pedindo desculpas, procurando algum beco para adentrar.

Por fim, se não ocorressem interrupções, buscava me integrar e observar o local que estaria entrando, e o barco como um todo, o quanto possível, enquanto esperava a hora passar.

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Re: Pra sempre é muito tempo. Qua Mar 02, 2022 11:04 pm

Pra sempre é muito tempo



O descanso era renovador, ainda mais para alguém que esteve dormindo na sarjeta por tanto tempo. John sabia que Isaac não iria gostar dele perambulando pelo seu escritório por tanto tempo sozinho, mas era um bom momento para aproveitar o descanso e ler o relatório do serviço. Sentando-se numa confortável poltrona naquela extensa sala, o atirador lia com atenção o relatório, apresentando algumas informações relevantes. Inicialmente, confirmava-se que o nome do alvo era Giovanni, irmão por parte de pai de Victor, o antigo prefeito da cidade Sirarossa. Seu sobrinho, Hector, estaria fazendo aniversário naquele dia, e a comemoração havia sido planejada em grande estilo, reservando um enorme barco para uma festa privada pela costa da ilha.

A festa em si conteria diversos seguranças, apesar de serem poucos por conta da festa ser feita em alto mar. Além disso, por ser um barco movido à carvão, haveria a necessidade de alguns funcionários trabalhando no último andar do navio, e era aí que o papel de Black entraria. Ele assumiria o papel de um funcionário chamado Julius, que havia se inscrito para o trabalho e, após um processo seletivo, havia conseguido o papel por um salário bem razoável. Por ser um funcionário, seria necessário utilizar um uniforme que seria entregue na embarcação, bem como seria necessário entrar no navio uma hora antes da chegada dos convidados, para se preparar e não se misturar com as outras pessoas.

O mais importante era uma espécie de planta da embarcação, que era um esboço bem simples de se entender. Ao que tudo indicava, a festa aconteceria no convés a céu aberto, enquanto os banheiros e os funcionários da cozinha ficariam pelo andar inferior. No último andar seria onde estaria localizado as caldeiras, bem como o depósito de bebidas e comidas e alguns quartos para utilização dos funcionários.

Com a necessidade de busca por silenciadores, Adam acabava vasculhando os arredores, mas não encontrava nada que pudesse lhe ser útil, a não ser que fosse capaz de produzir um de forma amadora com almofadas, garrafas e fita adesiva. Com seus planos frustrados, o mesmo se dirigia até o local do serviço, não demorando muito para cruzar a cidade em busca do local indicado.

Atravessando toda a movimentação da grande metrópole, John alcançava o porto onde a embarcação já estava atracada. Era possível ver diversos homens carregando caixas para o seu interior, abastecendo tudo o que seria necessário para a grande festa, bem como diversas pessoas pelo convés ajustando os últimos enfeites. Uma mulher alta e de óculos escuros observava a movimentação de todas enquanto anotava tudo num bloco de notas, observando John assim que se aproximou. — Bem, está um pouco cedo ainda para vocês, mas será simples. Às 17:00 todos os funcionários devem chegar e os convidados deverão estar chegando às 18:00. Assim que todos entrarem, zarpamos para alto mar para as festividades. Retornamos para terra firme às 22:00 e a festa poderá se extender até às 00:00, mas os funcionários já estarão liberados neste momento. — Ela explicava todo o cronograma, o que era de extrema importância.

Como ainda era por volta das 15:00, Adam tinha tempo o bastante para os preparativos daquela missão. Haveria a possibilidade de aguardar um pouco por ali até o horário combinado ou quem sabe ter mais uma sequência de aprendizados com os conhecidos de Isaac ou talvez um serviço rápido para lucrar uma grana para financiar um silenciador decente… De qualquer maneira, o trabalho precisava ser feito de forma mais exemplar possível, tanto pelo dinheiro, quanto para um maior renome naquele ramo.

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Re: Pra sempre é muito tempo. Dom Mar 06, 2022 1:46 am

Pra sempre é muito tempo. | Post - 07.


- "Tá, eu vou ficar no último andar… Tem essas janelas aqui, aqui… aqui." - Ia montando um mapa mental sobre a missão, precisava me organizar mesmo que fosse só um pouco. À primeira vista, era uma tarefa fácil: Chegar e atirar no alvo. Mas todos sabem que um serviço bem executado necessita de mais do que esse simples pensamento. - Vamos ao trabalho. - Dizia, enquanto me levantava da cadeira e fechava a pasta, a deixando sobre a mesa, e então me dirigia pra sair da sala. - "Vai ser bom chegar mais cedo, vou conseguir-..." - | - Tá me dizendo que vou precisar esperar mais duas horas? Olha… - Bufava ao mesmo tempo que me mostrava irritado com a situação. - Tudo bem, obrigado pelas informações. - Já havia feito todo o trajeto até o local da festa e estava conversando com a responsável na entrada, para minha insatisfação, ela afirmava que a entrada dos funcionários só se daria início às 18:00. - "Porra, nem passar a droga do horário certo eles sabem passar…" - Não transbordava para fora, mas estava de fato irritado com a questão de precisar seguir com o horário.

Esfriava um pouco a cabeça, andando de um lado pro outro, com ambas as mãos dentro de meus bolsos. Já estaria um pouco afastado da mulher. Levantava minha cabeça e observava todo o arredor. Procurava a princípio, uma forma de chegar a um lugar alto ali nos arredores do porto. Tentava tomar ciência das construções feitas ali próximo, casas, comércios, tudo que fosse alto suficiente para que não fosse possível escalar sem ser hábil, e que me pudesse proporcionar uma visão boa para todo o porto, principalmente o barco da festa.

Caso não tivesse algo dente as minhas especificações, não me agitaria. Bufava, um tanto irritado. - "É isso, agora é esperar…" - E então, procurava achar algum beco com caixotes, que fosse possível me deitar, não iria dormir nem se quisesse, o trabalho era motivo suficiente para me deixar acordado, por isso apenas me deixaria e fecharia os olhos, relaxando ali o tempo necessário, assim ficando atento aos sons do ambiente, para que não fosse pego de surpresa independentemente da situação.

Caso fosse agraciado pelo destino, assim tomando vista do local ideal com minhas especificações, iria andando até o mesmo calmamente. Começaria a rodear sua área, buscando informações sobre o que era, altura, e a principal questão, se seria possível eu subir no mesmo. Buscava encontrar o fundo daquele alojamento/loja, e então arriscava tentar escalar o local. Se existisse um pequeno espaçamento entre o lugar e outra construção, tentaria subir apoiando minha costas na parede da frente, enquanto meus pés na outra, exercendo força para que não caísse, e então subiria movimentando os pés, o quadril e meu ombro, um lado por vez, até que estivesse no topo. Dependendo do distanciamento e da altura daquela construção, usaria da minha velocidade e agilidade elevada junto às minhas técnicas, assim pegando um impulso no curto espaçamento e avançando na direção da parede do local onde buscava subir, dando passos na parede para cima, enquanto usava minha mão pra ajudar na aderência, e vendo que estaria em meu limite, me impulsionaria contra a parede, para a parede de trás, onde realizava o mesmo processo. Provavelmente mais demorado e arriscado, se levado em conta as ações, porém o realizaria da melhor forma possível para tentar obter enfim o meu desejo, que era chegar ao topo. Sendo circunstancial, caso tivesse a sorte do local onde procurava escalar, estivesse uma série de objetos/tijolos avantajados que fossem facilitar minha escalada, não hesitaria em utilizá-los da melhor forma e da que mais me beneficia-se para chegar então até o topo.

Se alcança-se o tão sonhado topo, isso claro, onde teria realizado a escalada de forma sutil e furtiva, para não levantar suspeita, começava a observar e analisar aquele novo local, me atentaria aos pontos que seriam bons para me esconder um pegar cover, assim como reparava, principalmente, nas outras construções adjacentes a essa, buscava observar as que seriam da mesma altura ou mais baixa, e mesmo que mais alta, analisava a dificuldade de a escalar em uma alternativa para minha fuga.

No geral, buscava ter um briefing de todo o local ao meu redor, ao qual me atentava também, aos detalhes tanto nele quanto em outras casas e lojas ao lado.

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Re: Pra sempre é muito tempo. Qua Mar 09, 2022 11:15 pm

Pra sempre é muito tempo



O tempo ocioso era torturante de certa forma para Black, que desejava acabar com aquele serviço o quanto antes. O navio já estava aportado e, pela sua aparência, a planta de seus arquivos estava precisa o suficiente para já ter lhe dado uma boa noção de como seria o interior da embarcação. Visto que ainda possuía algumas poucas horas até o horário combinado, o atirador seguia pelos arredores numa busca por um local com ampla visão, tendo imediatamente o sino de uma igreja próxima como novo objetivo.

O local estava relativamente movimentado, portanto ele não chamava tanta atenção por ali assim, viabilizando que circulasse sem atrair olhares indesejados. Como a igreja já estava aberta, com diversos fiéis circulando pelo interior, foi uma passagem livre para que John adentrasse o recinto, observando as belezas da arquitetura para adoração aos Deuses. Próximo da entrada, uma grande porta de madeira estava entreaberta, sendo este o caminho à torre do sino, que aparentava estar vazia.

Subindo as escadas em espiral, John acabava alcançando uma posição confortável ao lado do grande sino de bronze com detalhes encravados em toda sua extensão. Dali de cima, com o seu bom olho, o atirador era capaz de vislumbrar todas as redondezas com mais clareza. Logo ao lado daquela igreja, aparentava ser uma espécie de teatro, tão alto quanto a construção no qual ele estava. Logo na parte da frente, havia uma gigantesca praça onde um enorme chafariz chamava atenção, bem como diversas pessoas circulavam por ali entre barracas de autônomos. Ademais, pelas laterais da referida praça, haviam muitas lojas e comércios abertos, desde pequenos mercados à lojas de armas ou farmácias. Não tão longe dali também havia um pequeno hospital, que era vizinho de uma farmácia.

O tempo passado por ali era o bastante para que John desse uma boa monitorada nos arredores e matasse o tempo que restava. Quando se deu conta, conseguia notar algumas pessoas se aproximando da embarcação, falando com a senhorita que havia instruído John anteriormente e adentrando o navio, sendo escoltados por alguns funcionários do lado de dentro. Aquilo, somado pelo tempo que havia se passado, indicava que já era hora da primeira etapa do plano, onde o mesmo deveria adentrar o lugar como funcionário das caldeiras e, por lá, preparar o terreno até que os convidados entrassem para enfim executar o que precisava ser feito.

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Última edição por Yami em Qui Maio 12, 2022 4:43 pm, editado 1 vez(es)

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