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Kenshin
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Condenado a um destino grandioso! Seg 10 Jan 2022, 22:01
Relembrando a primeira mensagem :

Condenado a um destino grandioso!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil NArataki Fuun. A qual não possui narrador definido.

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Condenado a um destino grandioso! - Página 2 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Kiomaro
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Condenado a um destino grandioso! - Página 2 Original



Condenado a um destino grandioso


Arataki sentia um alivio gigante com o fim do combate, poderia finalmente ir pra casa e… err, não era bem assim. De fato o jovem estava aliviado, porém era dificil se sentir confortavel com um gigante desmaiado por cima dele, sua tentativa de espernear para o marinheiro também não havia funcionado, o que era bem de se esperar, ele não parecia que ia acordar tão cedo assim, o que só deixava uma opção para ele -Sair de lá sozinho. “ok… Mas como eu faço isso.”

Aproveitava aquele empolgante momento para colocar a mão no queixo e refletir sobre todas as escolhas que havia tomado para chegar até aquele ponto ridículo. “Será que eu me meti nessa porque eu nem tentei fugir do confronto? Ou será que foi por eu estar andando de noite sozinho nas perigosas ruas da baixa Shells Town? Hmmm, pode ter sido também por eu ter dado a resposta errada para aquele ruivo que soltava foguinho pela mão…" Fuun pensava e pensava, até que finalmente chegou a conclusão mais lógica de todas, aquela que justificava toda a tragédia que havia ocorrido no dia. “AQUELE VENDEDOR DE COLAR GOLPISTA!! Sabia que era falsificado, deveria ter checado o produto antes de comprar…” Pensava em voz alto (se é que isso é possivel…) dessa forma se decidindo se livrar do colar o mais rápido possível, tentando alcançá-lo em seu peito e jogar para bem longe do beco, para não contrair mais azar daquela peça falsificada. “Ufa… me sinto até mais leve agora” pensaria após se livrar do amuleto.

Sair de baixo do gigante ainda era uma questão ele já havia tentado um pouco mas ao que tudo indicava ele não estava obtendo sucesso, então tentaria alcançar algum objeto ao redor para se segurar arrastar-se para fora do corpo do grandão, tentaria também empurra-lo para cima com mais força, criando uma pequena brecha para rolar para o lado e sair de lá. Se nada estivesse dando certo Fuun começaria a ficar preocupado e pensar “Se esse maldito acordar de novo e eu ainda estiver aqui ele vai querer puxar briga… Por favor destino, de novo não…” então pegaria uma pedrinha no beco e tentaria chamar a atenção de alguem que estivesse passando pelo beco, atirando a pedrinha em sua direção e caso a pessoa olhasse diria: -Ei… me tira daqui por favor…- se sentindo um pouco humilhado mas não vendo outra alternativa. Se ninguém passasse na frente do beco e ele mesmo se esforçando muito não conseguisse rolar para longe do corpo do gigante ele respiraria fundo e dizia para si mesmo, já que ninguém estaria lá para ouvi-lo: -É… O jeito é esperar que ele acorde ou senão role enquanto dorme, que saco acho que vou perder minha hora de dormir…-.

Contudo, se Fuun conseguisse sair de baixo do gigante por qualquer motivo ele comemoraria pulando e dando chutes leves no corpo do grandão: -Ihuuu to vivo, quebrou a cara balofo, falei que ia te moer na porrada! hahahaha… Aiaiaiai minha barriga….-, claramente sentindo as dores do combate, então não enrolaria tanto para ir embora sem olhar para trás, porém se ele se mexesse com algum dos chutes do jovem ele rapidamente pararia com aquilo, faria uma reverencia para o corpo desacordado e diria: -Peço perdão nobre guerreiro- e começaria a andar para longe do beco um pouco desesperado. Antes de sair as pressas do beco ele olharia para trás e veria o corpo do marinheiro arrebentado, parte dele não ligava muito para aquele idiota, já que ele mesmo havia escolhido se meter em brigas por entrar na marinha, aquele era o papel dele na sociedade e claramente apanhar fazia parte, porém ao pensar que se o grandão acordasse e visse o marinheiro lá ainda ele provavelmente estaria muito enrrascado, então parte de Fuun sentia empatia pelo marinheiro, outra parte sentia que se ele não ajudasse aquele homem isso iria atrair um karma negativo para a vida dele e ele sofreria as consequencias de sua inação em dobro…

Então Fuun iria até o corpo do marinheiro, mesmo sentindo aquelas dores horriveis do combate e tentaria por ele nas costas, então andaria vagarosamente com ele parando se necessario devido as dores, mas continuando até conseguir achar um hospital. Achar o hospital seria o verdadeiro desafio, Fuun não tinha tempo para se perder na cidade então assim que encontra-se a primeira pessoa diria em tom de desespero, preocupado com seu karma: - Por favor, me ajude a salvar esse homem, ele está muito ferido… Sabe onde fica o hospital, ou conhece algum medico?- Então seguiria a direção, custe o que custasse, Fuun teria que salvar aquela vida, assim que chegasse ao hospital ou até algum medico diria diria: -Ajudem esse marinheiro! Se for preciso eu pago o tratamento dele!- E então deixaria-o aos cuidados dos responsáveis, ele não sentia nenhuma ferimento grave em seu corpo então caso ele fosse questionado a respeito de seu próprio tratamento diria: -Não se preocupem comigo, já tive dias piores, salvem esse cara ai…- E ficaria sentado esperando até que ele se recuperasse. Se fosse questionado sobre o motivo de ele estar todo ferrado mentiria, para não se envolver mais do que gostaria no caso: -Eu não sei... Encontrei ele desacordado em um beco e resolvi ajudar, sabe como é né? Dever cívico...-



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Shiori
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Arataki - O Azarado



O rapaz agora preso embaixo do gigante começava a prestar atenção nos arredores, quem poderia vir salvar ele? Aquela luta tinha realmente ido muito longe, ele havia se ferido e preso por baixo do cara bem… Era complicado… Ele ficou ali algum tempo testanto algumas formas de se levantar e nada do Marinheiro acordar… E mais assustador ainda, e se o grandão acordasse? Ele tava lascado…

De qualquer forma nenhuma alma viva tinha aparecido, mas ele estava com a pedra pronta pra pedir ajuda. Até que ele viu cabelos brancos surgindo do beco e caminhando em direção a viela onde ele tava. E a pedra foi certeira, atingiu a costela da menina. Que já falou um.-MAS QUE PORRA É ESSA?-E quando ela viu quem era que tinha dado a pedrada nela…

Ela já com a veia da testa dilatada disse.-VOCÊ DENOVO? Há não cara…- Ela levou a mão ao rosto, era aquela mulher que ele conheceu anteriormente a tal da Aisha, carregando consigo uma espada na bainha dessa vez, o que ela estava indo fazer? Bem, isso aqui era complicado, mas não era hora para perguntar o que alguem fazia com uma espada na cintura.

Então dito isso ele seguia pedindo ajuda e a mulher tirava ele de baixo do gigante, ela puxava ele com força o que arrastava ele pelo chão ainda, para que ele fosse removido, e desse modo era como o vitorioso loiro saiu de sua batalha. Ela então balançou a cabeça negativando e dizendo.-Mas que merda aconteceu aqui?? Pera tu espancou aquele marinheiro também? Ta locão??- Ela quase tinha um troço quando viu essa cena, ela já estava pensando, que tinha se metido em alguma confusão maior do que pretendia…

E olha que ela nem era o Fuun e mesmo assim estava perdida, entretanto com a explicação ela entendeu. Mas logo entendendo a explicação do rapaz, ela ajudava ele, segurando o marine com um braço sobre os ombros e deixando que Fuun auxiliasse do outro lado.-Tá, vamos levar ele pra marinha. Eu vou guiando só me segue ok?- E assim ela começaria a caminhar com ele devagar, indo aos poucos tentando levar o cara para o QG, onde ele receberia tratamento e Fuun poderia explicar o que aconteceu.

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Kiomaro
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Condenado a um destino grandioso


Fuun já estava se convencendo que provavelmente iria passar a noite deitado em baixo daquele gigante de 3 metros e já começava a pensar nos lados positivos daquilo “err… Pelo menos ele serve de cobertor né? Ai eu odeio minha vida…”. Contudo, como um raio de esperança em sua vida, surgia aquela silhueta no seu campo de visão, então ele não perdeu tempo em atirar a primeira pedra na sua possivel salvadora, ele estava muito contente quando atingiu a pessoa, finalmente ele seria salvo, porém ao se deparar com aquela figura conhecida o sorriso logo saiu de sua face, dando lugar a uma expressão de surpresa muito caricata.
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Ele não sabia o que era mais indignante, o fato de encontrar logo ela em meio as milhares de pessoas que habitavam shells town ou o fato dela ter demonstrado insatisfação primeiro, ele que deveria estar insatisfeito! Aquela mulher com uma espada na cintura que agora mais que nunca se mostrava uma legitima samurai era simplesmente a cara do perigo, Fuun queria distancia dela! Logo retrucava em tom de indignação: -Qual foi sua Samurai ingrata do carai! Obvio que eu não espanquei esse marinheiro, eu tenho cara de vilão de shounen pra você por acaso!? Essa baleia cachalote veio puxar briga comigo e ai eu…. Ah esquece eu não quero ficar lembrando disso.- Terminaria suspirando já cansado de lembrar daquela briga que não queria ter se metido.

Ele gostaria de terminar a conversa sobre a briga por ali, mas ao ouvir a samurai maluca dizer que queria leva-lo para o QG da marinha aquilo trouxe uma sensação ruim para Fuun. Se ele fosse levado para lá Fuun teria que contar toda a historia milhões de vezes, fazer até um teatro incenando o ocorrido e se o pior acontecesse e aqueles marinheiros burros não acreditassem na historia de Fuun? Bom ai sim ele estaria enrrascado e pior, a ficha limpa que ele tanto se orgulhava estaria manchada para sempre, ele nunca mais iria conseguir um emprego tranquilo pela cidade sem ser lembrado como o cara que espanca marinheiros na rua, com todo aquele cenario apocaliptico em sua cabeça Fuun logo se convenceu de que tinha dar um jeito de cuidar daquele homem sem que a marinha soubesse e quando ele se recuperasse ai sim poderia ir até a marinha, desde que não citasse que Fuun havia o salvo. -Eieieieiei! Calma ai senhorita samurai, Levar ele assim até a marinha parece um pouco idiota… Quem que vai assumir a culpa? Quer carregar aquele grandão até o QG da marinha também? Eu que não vou ajudar, além disso tinha outro cara, era um ruivo com asas de pombo que soltava fogo pela mão, aquele cara sim era bizarro…- Diria para a mulher em tom mais serio, tentando a convencer de que ir até as autoridades agora era loucura. Se ela insistisse Fuun deixaria o marinheiro com ela e iria na direção contraria dizendo: -Então leva ai sozinha, eu não tenho nada a ver com isso…- E sairia assoviando rumo a sua casa.

Se ela concordasse em levar aquele marinheiro até outro local ele ficaria aliviado e diria: -Você conhece alguem né?- seria uma pergunta retorica, ele não acreditava de fato que ela conhecesse mas se ela dissesse ele seguiria até o local onde pudesse encontrar essa pessoa. Caso ela não conhecesse ele responderia sarcasticamente e um pouco preconceituosamente: -É claro que não conhece, samurais não devem gostar de ir em médicos, vamos tentar encontrar um médico pela cidade que não faça muitas perguntas, sabe de algum lugar onde possamos encontrar alguém assim?-  Se ela soubesse ele o seguiria porém se ela não tivesse a mínima noção de um lugar como esse ele olharia para ela um pouco decepcionado e diria: -Que merda em… Tá, bora rodar a cidade até achar alguém bom!- E continuaria andando com ela até que eles encontrassem alguém que pudesse prestar o serviço, pagando a quantidade necessária para o tratamento dele e esperando que até que ele ficasse consciente novamente.





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Shiori
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Arataki - O Azarado



Ao ver a mulher ele não se imaginava nem um pouco abençoado pelo destino, pelo contrario, ele odiava aquilo, ele queria simplesmente ter ficado livre de uma maldição como aquela. Uma pessoa perigosa, e cheia de mistérios. E mesmo assim, na posição que ele estava ele não deixava de expressar sua raiva.-GRATIDÃO PELO QUE? SEU CABELO ESPETADO??? Você me derrubou, e torceu meu tornozelo, me fez perder um dia de trabalho, e apedrejou minhas costelas. Estou aqui salvando você DEVIA TER DE DEIXADO EMBAIXO DO GIGANTE!!-Ela então pela primeira vez perdeu a compostura depois de ajudar ele.

E não parava por aí… O rapaz sequer estava disposto a fazer o certo, quando ela explicava pra ele que era pra levar a marinha.-Então garoto. Por que um criminoso levaria um marinheiro ferido pra ser tratado? EM? É óbvio que não vão achar que foi você se você tá levando ele ao QG!!! E avisamos onde o grandão ta, e eles vem buscar ele.- e então Fuun vendo que ela tava irredutível em relação a levar ele a marinha explicava que tava fora dessa… Inclusive detalhando que havia mais gente envolvida, a mulher levou a mão a face enquanto Fuun ia se distanciando assobiando.

Então ela respirou profundamente vendo que só existia um modo de lidar com ele naquela hora, e essa forma era mostrar como que a noite dele podia ficar pior.-Bem, vou te dizer uma coisa, se tem outro cara, ficar vagando por aí é o mais perigoso, segundo o Quartel é a coisa mais próxima que temos pra levar ele, em um caminho certo. E mais se você for pra casa podem queimar sua casa.- disse ela em um tom de voz mais calmo e sério, tentando ser convincente, quanto mais ele evitava a marinha mais aquilo se tornava um problema dele é menos um problema da marinha.

E então mais uma vez ainda enquanto Fuun se afastava ela cuspia a realidade na cara dele, uma vez atrás de outra.-E mais, quanto mais fugir, mais isso vira um problema muito seu e pouco da marinha… Então você atrai isso tudo pra você. E sabe ele viu seu rosto né? Então ele sabe quem procurar. Imagino que alguém perigoso assim, tenha uma tripulação… E você vai estar sozinho…- e então sabendo que sua argumentação estava cada vez mais apelando ela ainda ia usar mais um ultimo recurso pra fazer com que a ideia de levar ele ao QG fosse uma oferta irrecusável no fim de tudo, não era como se ela estivesse disposta a levar o cara sozinha.

Então o ultimo recurso seguia era a cartada final, cheia de atuação e malicia.-Mas entendo, uma pena que vou ter de levar ele sozinha… Infelizmente vou ter de descrever o culpado… Há sim… Um garoto loiro, com um único cabelo espetado… Baixinho… Sim as pessoas me viram com ele na rua, achei que ele era uma boa pessoa mas… snif snif…- sim ela meteu essa… Até um choro falso no final da frase pareceu se encaixar nessa história que ela estava enfiando.-Snif Snif… Ele de repente!!! Fez isso com o marinheiro, junto de um golias grandão!!! Ele se chama Arataki Fuun e está solto por aí, tenham muito cuidado. - complementou ela dando um sorriso claramente maléfico no final, como alguém que estava conseguindo aquilo que queria com as palavras.

Mas então deixava de falar sobre esse assunto levando o marinheiro pendurado sobre seus ombros enquanto ia dificultosamente o levando.-Uma pena, verdadeiramente uma pena…- e ia esperando que o rapaz viesse ajuda-la enquanto caminhava devagar, ela possivelmente não precisava de ajuda, mas não queria limpar a bagunça do loiro.

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Kiomaro
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Condenado a um destino grandioso


Fuun não ligava muito para o perigo de voltar para casa, afinal se mais pessoas aparecessem bastava que ele quebrasse a cara deles como fez com o grandão, embora ele odiasse ter que fazer isso, também não ligava se eles queimassem sua casa, a casa nem era dele mesmo, era alugada, bastava que ele procurasse um outro lar, então ele se distanciava fingindo que nem havia ouvido as palavras daquela samurai metida, até que ela soltou seu ultimato… Denuncia-lo para marinha!
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Como se tivesse tomado um susto Fuun se virava de forma agil, abriria a boca pasmo e diria com uma voz trêmula: -Você não faria isso seu projetinho de samurai de um figa…- Mas logo percebia que ela realmente falava sério, seu corpo inteiro dizia que ela faria aquilo e não sentiria um pingo de remorso, logo Fuun começava a suar frio imaginando sua cara estampada em um daqueles cartazes de procurado ridículo que só serviam para os bandidos sentirem mais orgulho dos seus proprios feitos malignos. “Serio mesmo, quem foi o idiota do governo mundial que teve essa ideia de fazer cartazes? Será que eles não pararam pra pensar por um minuto que isso só faz os caras maus se sentirem ainda mais maus e orgulhosos? Que mundo bizarro viu…” Pensava em menos de um segundo, desviando totalmente seu foco da ameaça mas logo voltando a pensar exclusivamente naquilo.
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-Ta bom você venceu, bora logo pra essa droga de QG- dizer aquilo custava muito para Fuun, mas diria mesmo assim se segurando para não lacrimejar de tanto odio que sentia daquela situação, mesmo levando em consideração que ele tinha um temperamento calmo aquilo era realmente estressante para ele.

Seguiria a samurai sem dizer uma palavra e evitando o contato visual, como uma criança emburrada e quando chegasse no QG da marinha faria uma legitima Poker Face quando visse o primeiro marinheiro e então diria com um sorriso frouxo no rosto: -Err… Meu nome é Arataki eu meio que achei esse cara aqui num beco-
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Se ele começasse a ser interrogado sobre o que havia acontecido ele responderia de forma muito tosca dizendo com a mesma cara de paisagem: - Sei de nada não moço, desculpa.- Tentando ao maximo ficar de fora daquela historia que ele não tinha nada a ver
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Porém se eles desconfiassem de Arataki e anunciassem a prisão ou pior, queimar a ficha limpa dele o garoto rapidamente abriria o jogo dizendo um pouco agitado: -Ta bom ta bom desculpa! É o seguinte, eu estava tranquilo tentando voltar pra casa quando um cara ruivo com asas e um grandão de quase 3 metros de altura viram que eu olhei eles descendo o cacete nesse marinheiro burro ai! Então eu tentei com muita força não me meter na briga deles mas eles eram simplesmente insuportaveis e não me deixaram ir embora por nada, ai eu desci o sarrafo no grandão de 3 metros, inclusive ele ta lá caido no beco ainda, e resgatei esse seu amigo ai. Pode perguntar pra ele, ele vai confirmar tudo! Quer dizer… Quando ele acordar né…- Pegaria um pouco de ar depois de contar toda a historia e olharia muito bravo para a samurai, lançando uma encarada que dizia claramente “porque tu me trouxe aqui capeta!”.



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Shiori
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Arataki - O Azarado



O rapaz já estava certo de que poderia ignorar a mulher e sair dali, mas isso não era o que acontecia, por que? Bem, por que realmente as coisas estavam indo pra um caminho difícil. Ela teria coragem? Sim ela tinha, e ele sabia disso, aquilo fazia ele se questionar até mesmo sobre cartazes. E parecia para ele uma ideia idiota.

Mas não tinha escapatória, ele via sua chance de seguir como um cidadão normal ir embora a cada passo. Então por fim ele acabou aceitando ir com ela, sob completa contrariedade do que estava acontecendo. Sua face mostrou isso durante todo o caminho, onde era claro que ele não queria seguir por ali.

Mas quando chegava lá os Marinheiros recebiam eles bem, onde com um questionamento simples o homem fardado dizia.-O que aconteceu? Vocês estão bem?- e o rapaz completamente apático dizia que não sabia de nada e não queria se envolver, a espadachim começava a explicar tudo tomando a frente dele.-[color=violet]Achamos eles caído no beco, ele tava ferido, um cara grandão tentou parar ele, mas ele lutou e derrubou o grandão, ele está a umas duas quadras daqui, é fácil de achar é perto da loja Fuuma.[color]- Sim ela tomou a frente dos dois e simplesmente começou a dizer essas coisas.

Então novamente ela sorria olhando pra ele, com um sorriso posado, mas que demonstrava certa malícia naquela maneira dela de agir, parecia até que ela sabia que o loiro não queria ser reconhecido ou famoso.-Ele é um herói!!! Derrubou um cara umas 4 vezes tamanho dele, nem parece né? kekeke mas ele fez tudo sozinho eu cheguei pouco depois, mas foi assim que salvou o marinheiro. Ele merecia um prêmio, né? Um destaque.- Disse ela abraçando ele com um único braço pelos ombros e encostando a cabeça dele na sua lateral bagunçando o cabelo com as mãos, tipo uma irmã mais velha com um irmão mais novo.

O Marinheiro recolheu todos os dados e fez um pequeno relatório com tudo que ela explicou então deixou eles sozinhos algum tempo na sala de espera, para que eles pudessem ir embora logo mais.-Eu volto logo. Se quiserem comer, a cantina já abriu então podem ir lá.- e saiu, enquanto a mulher sorridente, falava pra ele com certa ironia em seu tom de voz.-Viu como é bom fazer a coisa certa? E ainda podemos comer de graça.- comentou animada com a ideia de forrar o estomago.

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