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Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo I – O Espetacular Takeshi Isamune

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Takeshi Isamune. A qual não possui narrador definido.

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Capítulo I – O Espetacular Takeshi Isamune - Página 2 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

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Capítulo I

O Espetacular Takeshi Isamune




A comida estava boa e o papo com o atendente rendeu algumas informações interessantes. Aparentemente, Nagashima não fazia parte de Centelha, cometi um pequeno equívoco, entretanto, espero que não seja passível de julgamento por sua parte. Não, não sou uma pessoa paranoica, mas a Centelha tem tentáculos em diversas regiões – “Acho que não, mas será que não são associados deles? Enfim, não posso perder uma oportunidade como esta, já que pelo jeito irá me render uma grana interessante.” – Pensei enquanto caminhava pela rua buscando pelas empresas do homem. Apertei as bandanas em minhas mãos, precisava de algo melhor para elas, mas isso é assunto para uma oportunidade.

Encontrar o chamativo prédio não foi um trabalho difícil, sua tonalidade escura e o símbolo nada convencional, mostravam que Nagashima tinha personalidade, isso é, se ele for o dono de tudo aquilo – Isso não é preto demais? – Indaguei olhando de longe a arquitetura do lugar, até mesmo os vidros tinham suas particularidades – Parece mais um bordel, esses ricos são todos estranhos! – Pontuei com um sorriso no rosto. Era verdade, parecia que os mais ricos lutavam entre si para ver qual era o mais diferente. Permaneci observando por alguns momentos na esperança de ver algo suspeito, todavia, parecia ser uma preocupação infundada, já que nada ocorreu pelo tempo que permaneci ali. Uma coisa me chamou atenção, a dupla de seguranças carregavam as mesmas características daqueles que me acompanharam até o Quartel General da Marinha. Por que gente rica pensa que músculo é tudo? Parecia que grande parte dos seguranças foram feitos em uma máquina de Xerox, coisa ridícula, por isso sempre acabam morrendo.

Perigoso? Sim. Mas dou meu jeito. – Falei em alto e bom-tom, respirando fundo em seguida e iniciando a caminhar em passos largos. Diferente da correria de antes, meus movimentos eram dotados por uma calma inigualável, era como se um lorde distante estivesse indo na direção daqueles dois brutamontes. Mentira, não é para tanto. Mantendo meu corpo ereto, escápulas encaixadas e o peito levemente estufado, afinal, não preciso ter músculos exagerados que nem aqueles dois armários para parecer imponente. Minhas armas estavam em seus devidos lugares, prontas para o combate, se assim fosse necessário. Meu olhar era firme e confiante, já não tinha passado uma primeira impressão agradável, daria um jeito nisso depois, preciso tentar mudar essa visão inicial desde já – Nagashima está? – Indagaria aos seguranças mantendo uma distância de um metro e meio deles – Ele me entregou esse cartão algum tempo atrás, acredito que seja do seu interesse falar comigo. – Continuaria mantendo a seriedade em minhas palavras. Se por acaso minha entrada fosse barrada, olharia de maneira ainda mais séria para o segurança, sem exalar nenhum tipo de ameaça – Pode chamá-lo até aqui? – Manteria a inércia, observando os trejeitos dos seguranças, atento a qualquer movimento brusco.

Conseguindo entrar no prédio, teria como primeira ação a mais padrão de todas: observar o lugar. Quantas pessoas estavam ali? Estavam armadas? Mesas? Cadeiras? Aquele era o hall principal e seria necessário falar com alguém da recepção? Consigo encontrar Nagashima ali mesmo? Necessitava ter essas perguntas respondidas para dar meu próximo passo, indo em direção ao próprio homem ou até a recepção – ou alguém que aparenta trabalhar aqui – Onde encontro Nagashima? – Diria com um sorriso, mostrando toda a arcada dentária esbranquiçada e nas melhores condições – Certo! Valeu. – Responderia à pessoa em questão, sendo indicado a esperar ali ou ir até outro andar. De qualquer modo, faria de tudo para encontrar o homem, perguntando a terceiros ou aguardando sua chegada.

Sinceramente, eu odeio esperar. Porém, como dito anteriormente, se fosse necessário faria isso. Por mais chateado ou irritado que pudesse estar, no momento que visse a figura que procuro, daria um sorriso ainda mais largo – Opa! Senhor Nagashima. – Acenaria para captar sua atenção, indo rapidamente em sua direção – Foi mal por antes, posso explicar os motivos que me levaram a não confiar em seus homens. – Direto e reto, não sabia quais eram suas intenções e já queria cortar o mal pela raiz, se ele não quisesse mais papo, não tentaria abordá-lo duas vezes. Porém, se fosse receptivo, continuaria o falatório – Tenho alguns inimigos, como qualquer ser humano. Então, achei estranha sua abordagem no meio da rua. – A sinceridade era algo que utilizava em momentos pontuais, não, isso não me faz um mentiroso, eu apenas não gosto de demonstrar minhas intenções de qualquer jeito.

Ouviria as palavras do homem demonstrando atenção, buscava encontrar em meio a suas palavras, quais eram seus objetivos – E então, qual seu interesse em mim? – Indagaria se o mesmo fizesse muitos rodeios, tempo é dinheiro meu amigo, desembucha logo aí!


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Capítulo I – O Espetacular Takeshi Isamune

O rapaz finalmente tomava sua iniciativa, e não, dessa vez ele não optou por sair correndo, e caminhou até as empresas de Nagashima, ao chegar, ele tinha as suas próprias conclusões do que aquele lugar parecia, mas um bordel? Bom, sigamos. O rapaz conseguia ver os homens na porta, e nisso ele tinha razão, por que os ricos acham que brutamontes são melhores para fazer segurança? Bom, talvez o próprio Nagashima poderia responder quando eles se encontrassem.

Isamune se aproximava dos homens, mantendo a sua postura, peito estufado, olhar firme e confiante, e assim parava frente aos dois, logo os indagando sobre seu chefe. Os homens não esboçaram nenhuma mudança de comportamento e nem suas faces mudavam, como se eles não ligassem para o garoto em sua frente.

E logo, um deles puxava um rádio do bolso, era um caracol de comunicação, e assim ele se afastava alguns metros do garoto enquanto falava no mesmo, Takeshi não conseguia ouvir o que ele dizia, e após alguns segundos o homem voltava parando frente ao garoto.-O chefe vai falar com você, é por aqui! Dizia o homem entrando pela porta elétrica do lugar e ao que parecia, seria o seu guia até o chefe de tudo aquilo.

O homem apenas andava, deixando Isamune o seguir, ele não falava, não demonstrava nada, nem esboçava mudanças de comportamento, era como se fosse um robô, apenas seguindo ordens e fazendo tudo o que era programado para fazer. O rapaz poderia observar todo o local por onde andava, haviam pequenas mesas de vidro, e sofás bem confortáveis em volta das mesas, como se fosse um lugar para descansar, enquanto esperavam, algo como uma recepção.

Ele poderia notar a presença de mais homens, armados, não armados, e alguns até diferentes dos brutamontes, tinham porte menor, mas pareciam ser tão competentes quanto os armários. Haviam outras pessoas no local também, pessoas como Takeshi, talvez mercenários como ele?

Conforme ele avançava, ele percebia que o lugar era bem grande, os elevadores eram feitos de vidro e todos podiam ver dentro deles, e ao entrar, eles seguiam por um desses até o 7° andar, onde Nagashima se encontrava. 7° andar referente as sete cabeças da Hydra? Realmente os ricos tinham gostos diferentes.

Não demorava muito e eles chegavam a uma sala, a mesma tinha uma porta de correr, que assim como a da entrada, se abria com a presença de alguém frente a ela, a porta era de vidro, mas parecia ter insulfilm, deixando a mesma negra, sem dar visibilidade para dentro da sala do homem. Em seu centro, um símbolo gigante da Hydra, assim como na entrada, o símbolo era vermelho, mostrando sua imponência.

Spoiler:

Ao se aproximar, a porta se abria dividindo a Hydra ao meio, e logo ele poderia ver uma sala bastante grande, sofás nas laterais, algumas estantes com livros, e ao fundo, uma grande mesa, larga, feita de madeira, bem adornada, e atrás da mesma, uma cadeira preta, virada de costas, como se quem estivesse sentado, observasse a janela que havia logo atrás.

Takeshi poderia ver uma fumacinha saindo por cima da cadeira, era sinal de que realmente tinha alguém ali sentado, a sala só contava com a presença daquela pessoa, do segurança e Isamune que estavam dentro da mesma, logo quando entraram, uma voz era ouvida, e então dizia.-Obrigado por trazê-lo Flint! Pode ir, eu cuido do restante. Diria a voz em um tom calmo e amigável com o segurança, que fazia uma breve reverência e se retirava da sala deixando apenas os dois ali dentro.

Antes que Takeshi dissesse algo, o homem falaria.-Achei que você não viria… Deixou meus homens para trás e saiu correndo, sei que deve ter seus motivos, então, o que importa é que você decidiu vir. Diria o homem mais uma vez, virando sua cadeira e ficando de frente para Isamune.-Seja bem vindo, Takeshi Isamune! Essa é a Hydra! Concluiria o homem deixando o rapaz falar.

O mesmo se explicava, dizendo os motivos de ter feito o que fez anteriormente, Nagashima não dizia nada, e apenas o ouvia, e quando o mesmo terminava, ele começava a falar novamente.-Eu teria feito o mesmo, isso mostra que você é inteligente, pelo menos. Diria em um tom tranquilo e mais descontraído, e logo continuava.-Eu quis que você viesse aqui, pois tem interesses que se contrastam com os meus, sei que você tá caçando alguns criminosos, assim como Ravena Corsa, sei que está atrás de Mien Oki, o homem rinoceronte, e de Hanzo Moguma. Diria ele em tom arrastado e calmo.

Logo, ele olhava para o rapaz e completava.-Quero que trabalhe para mim, nós temos os meios e os métodos para lidar com esses homens, e claro, nós vamos patrociná-lo, digamos assim, para fazer esse trabalho em nome da Hydra. Em outras palavras, queremos que você se una a nós, podemos ajudá-lo com o que precisar, desde dinheiro a o que você necessite e claro, será pago por isso de acordo. Diria o homem olhando fixa e diretamente nos olhos.

O rapaz havia acabado de receber uma proposta, tão direta quanto suas perguntas, o homem o olhava esperando uma resposta vinda dele, e agora só restava saber o que Takeshi faria.




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Capítulo I

O Espetacular Takeshi Isamune




CARALHO! QUE PORRA É ESSA? Sim, essa foi a primeira coisa que passou pela minha mente ao ver toda a estrutura interna daquele prédio. Até a porra das portas eram fodas, eu PRECISO de uma dessas em minha casa. Se bem que, primeiro preciso ter uma casa, enfim, foda, muito foda. No primeiro momento quase perdi a compostura, toda a ambientação, o clima e os itens dispostos na região eram incríveis – “Caralho, bom que resolvi procurá-lo." – Pensei enquanto caminhava, sendo guiado pelo segurança. Aliás, finalmente pude ver outros tipos de seres vivos, que não fossem armários ambulante.

Com o passar do tempo tudo fez sentido, a simbologia do lugar estava ligada diretamente com a Hydra estampada orgulhosamente no lugar. Isso quer dizer que tinha mais de um líder? Talvez Nagashima fosse apenas um peão? Um Gerente local, talvez? Perguntas e mais perguntas ecoavam em minha cabeça, mas, estava animado em descobrir onde estava me metendo. Por um momento meu corpo gelou, a cada passo que dava memórias do passado voltavam – “A Centelha não foi algo parecido?” – Pensei. Ok, eles não são dotados desse estilo único, mas a ideia base da estrutura – do lugar – era a mesma coisa, bom, basta eu não pedir dinheiro emprestado e tudo fica bem, certo? E nem matar nenhum associado deles, é, acho que vai dar bom!

Oooooh! – Deixei escapar um som estranho ao ver o símbolo da Hydra no último andar, era realmente um espécime lendário e que carregava uma beleza única – “Será que eles tem um como Pet?” – Um questionamento besta surgia em minha mente, como poderia existir um animal daquele? A sala naquele andar era larga, repleta de itens que carregavam seus próprios requintes, típico de uma sala de gente rica. A introdução havia sido feita de maneira breve, explicações sobre minhas ações foram dadas e entendidas pelo homem – “Vem pra mim, dindin!” – Respirei fundo após fantasiar o que faria com a grande que aquela ricaço me daria. Suas palavras sobre minhas presas me fizeram arquear uma das sobrancelhas, afinal, como ele sabia? O sentido aranha tinha dado seu primeiro alerta.

Não me leve a mal. Seria incrível ter o apoio de algo tão grande quanto a Hydra... – Falei em um tom tranquilo, olhando a sala mais uma vez – Você é um homem influente, que esbanja dinheiro e até onde eu sei, dono de uma grande empresa. – Pausei por um momento, procurando um local para que pudesse sentar, fazendo isso em seguida – Porém, eu não trabalho para ninguém. – Meu olhar ficava ligeiramente mais sério, assim como minha voz e a “aura” ao redor de mim – Como um falcão não viveria preso em uma gaiola, eu não vivo preso a ninguém. – Segura essa metáfora fudida na caixa dos peitos – Eu posso trabalhar com você, uma parceria de ajuda mútua, onde os dois estão em patamares iguais. Agora ser um cachorrinho que nem o homem que me trouxe aqui? Isso não é do meu feitio. – Minhas palavras eram seguras, se tinha algo irredutível em minha vida, era a minha liberdade – Você tem homens que lhe obedecem, o que lhe fez se interessar por mim? Isso tudo está estranho demais pro meu gosto. – Falei enquanto ajeitava minhas vestimentas – Me explique seus objetivos, quer apenas mais um caçador de criminosos na sua folha de pagamento? Hipoteticamente falando, se eu aceitasse trabalhar em parceria com você, o que você ganharia com isso? – A palavra “chave” da frase, carregava uma maior ênfase – Essas são minhas condições, posso ser um parceiro de negócios, entretanto, deixo claro que farei aquilo que achar que devo, não o que você manda. Motivações precisaram ser ditas, se passar pela minha cabeça que pode estar escondendo algo, me terá como um inimigo. – Falei sem medo, estava pronto para tudo, independente das consequências. Minha liberdade não seria comprada ou negociada – E então o que me diz? Acredito que receba propostas do tipo diariamente, por isso, estou disposto a realizar um ou dois trabalhos, para você ver o meu real valor. Assim como verei o que a Hydra pode me proporcionar. – Meu corpo relaxou por alguns momentos, no conforto de onde eu estava sentado.


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Capítulo I – O Espetacular Takeshi Isamune

O rapaz mostrava toda a sua lábia e habilidades de negociação, Nagashima o olhava de forma séria, seus olhos cerrados o observava fixamente, como se não estivesse gostando nada do que estava ouvindo, e quando Takeshi terminava, ele tirava seu charuto da boca, abrindo um largo sorriso.-Foi exatamente por isso que eu escolhi você! Não parece alguém que simplesmente segue ordens, e pensa por si só, tem atitude e se impõe na frente de outros, não se importando quem sejam. O homem então colocava o charuto na boca novamente e logo levava suas mãos nos braços de sua cadeira, se levantando subitamente.

Aquilo talvez assustasse Isamune, já que ele estava em um lugar estranho e com pessoas que ele não conhecia. O homem se aproximava dele de forma calma e estendia sua mão para o rapaz.-Não se preocupe, acho que me expressei errado! Queremos que você “Trabalhe” para nós, mas apenas carregando o nome de nossa empresa, não nos deve explicações e nem nada do tipo. Diria o homem dando uma breve pausa e então continuava.

-Podemos fornecer a você muito mais do que só dinheiro, temos contatos em todos os locais que imaginar, nossa linha de informações é gigantesca, como pode imaginar. Vamos te fornecer localizações, onde, quando, e tudo o que tem a fazer, e decidir se vai ou não até tal criminoso. Concluiria o homem esperando uma resposta de Takeshi, talvez ele tivesse mais perguntas? Até o momento não sabemos.

Continua




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Capítulo I

O Espetacular Takeshi Isamune




Eu não vou mentir, estava pronto para voar no pescoço daquele cara, fazê-lo de refém e sair dali levando alguns dos seus charutos! Sendo que eu nem gosto de fumar. Todavia, parecia que os planos daquele homem eram realmente semelhantes aos meus, não sei como ele vê a liberdade, mas, não atrapalhando a minha, já estava ótimo – Entendo. – Falei de maneira calma após a primeira rajada de palavras que saiu da sua boca. Um susto repentino, mas, que só mostrava o quão incríveis eram meus reflexos, já que no momento em que Nagashima ficou de pé, todas as células do meu corpo estavam prontas para o combate.

Escutei o resto do seu falatório, aparentemente era uma ajuda mútua das duas partes, entretanto, algo ainda me incomodava – Entendi tudo o que você falou, mas algo ainda me incomoda. – Bradei com um olhar mais sério – O quê você e a Hydra ganham com isso? A recompensa pelos criminosos? Isso não acaba sendo ruim pro meu lado, não acha? – Indaguei enquanto matutava algumas possibilidades, será que eles tinham alguma aliança com o governo? Um acordo para manter a paz nas cidades onde eles tinham negócios? Ou era algo mais comum? Apenas não queriam bandidos afugentando possíveis clientes? De qualquer maneira, aguardava a resposta do homem.

“Vamos testar o quão abrangente é essa rede de informações.” – Pensei, era óbvio que tentaria tirar alguma vantagem daquela situação – Se você não for mexer a minha recompensa, estou de acordo. Aliás, sabe o paradeiro do Rinoceronte? – Indaguei, ficando de pé em seguida, mostrando estar pronto para partir em direção a minha próxima presa – “Alguém atípico como aquele, certamente vai fazer meu nome ecoar por aí” – A visão da população clamando meu nome veio a minha mente, o sentimento de ser ovacionado era algo interessante, era algo experimentei apenas quando ajudei um bando de crianças perdidas.

Por um momento cogitei perguntar sobre a Centelha, mas não, ainda não era hora. Talvez em outro momento pudesse tentar descobrir um pouco mais sobre aquela organização que me perseguia, talvez, pudesse até mesmo destruí-la com a ajuda da Hydra, é algo que necessita de planejamento prévio, não posso ser descuidado – Me diga, após pegar o criminoso, devo trazê-lo para cá? Ou levar diretamente para a Marinha? – Talvez fosse uma pergunta besta, já que eles me ajudaram a levar Ravena para o QG – Talvez precise dizer que a Hydra me apoia? Ao entregar o bandido? Seja um pouco mais claro com relação a maneira que tudo funciona. – Questionei sentando na cadeira novamente, pra que eu tinha ficado em pé mesmo? Oxe, que viagem.

Continuei atento, ouvindo as palavras de Nagashima e conseguindo minhas explicações – “Por mais estranho que seja, talvez possa usar eles em benefício próprio. Afinal, isso pode facilitar minha vida.” – Pensei em determinado momento, ponderando todos os prós e contras daquela situação. Pelo jeito, vou testar essa parceria para ver sua funcionalidade, qualquer coisa eu pulo fora! Se quiserem vir atrás de mim, que venham.


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Capítulo I – O Espetacular Takeshi Isamune

O rapaz parecia encucado com a Hydra, parecia não acreditar nas coisas que ouvia. Nagashima por sua vez, o ouvia com atenção, e então quando finalmente podia fazer, ele explicava como funcionaria a situação.-Vejamos. Nós da Hydra prezamos pelo bem estar das cidades, e com isso, fizemos um acordo com o governo mundial! Que tipo de acordo é esse você deve estar se perguntando, e eu te respondo. Daria uma pausa colocando seu charuto na boca e tragando uma grande quantidade daquilo, soltando a fumaça suavemente em seguida, enquanto caminhava pela sala.

-Nós funcionamos como uma espécie de agência para caçadores de recompensa, o que isso significa? Significa que nós recebemos do governo, para agenciar os homens e mulheres que buscam fazer o bem pela cidade. Ele dizia olhando para Takeshi de forma tranquila, ainda caminhando pela sala enquanto explicava tudo.

-Funciona da seguinte forma, nós da Hydra cuidamos dos criminosos que você captura, não necessitando ir até o quartel general da marinha ou a qualquer lugar onde o governo comande, dessa forma, nós ajudamos a amenizar as demandas, e deixamos a marinha mais livre para cuidar de outros assuntos e caçadores que não são associados a nós. Ele pararia agora de frente a Isanume, puxando mais uma vez o seu charuto levemente e liberando sua fumaça.

Era nítido para Takeshi, que eles auxiliavam na gestão de pessoas da cidade junto ao governo, talvez daí viesse toda aquela influência e recursos ditos anteriormente, talvez ele tivesse mais conexões com o submundo, o que facilitava ainda mais tudo, mas esses assuntos não eram pertinentes agora, nem mesmo a questão do rinoceronte, Nagashima só o daria essa informação caso ele trabalhasse para a Hydra, e com trabalho eu digo associação, ele tinha sua liberdade para fazer o que bem entendesse, mas se queria usar sua rede de informações, ele tinha que fazer por onde, não acha?

-Bom, quanto ao Mien Oki, você terá a informação, mas antes eu quero saber uma coisa, você se juntará a nós? Diria Nagashima de forma mais séria, indo em direção a sua cadeira e se sentando virado para Isamune, enquanto tragava seu charuto suavemente.




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Capítulo I

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Nagashima continuava suas explicações – “Aliada do Governo?” – Indaguei mentalmente cogitando as possibilidades de uso, talvez pudesse viajar nos barcos desta instituição? Era uma opção, algo que pudesse tentar um dia. Todo seu falatório já tinha me tomado tempo demais, na verdade, não posso reclamar muito... Eu quem pedi por isso – Entendo, acredito que não tenha mais dúvidas. – Mentiria, eu tinha sim. Algumas coisas era necessário ver com meus próprios olhos, já outras, certamente as respostas viriam com o tempo.

“Fazer parte de uma agência, sem um vínculo real é algo interessante. O problema não é nem fazer parte, não posso deixar isso interferir em meu caminho." – Uma extensa frase passou pela minha mente, algumas incertezas surgiram em meu caminho, porém, algumas portas também foram abertas com essa nova parceria – Sim. – Falei de maneira curta e grossa – Não preciso assinar nada, não é? – Questionei por um momento, observando a figura que mais parecia uma chaminé – Talvez vocês façam aquele com sangue? Posso morder meu dedo e colocar meu dedo em algum papel. Ainda não sei qual a vibe da Hydra. – Bradei com um olhar tranquilo, fitando mais uma vez o recinto ao meu redor.

Meu cu já estava doendo de tanto ficar sentado, aquela tranquilidade estava me enchendo o saco, estava com saudades daquele cheiro, o odor dos meus inimigos caindo perante meu poder! – E aí? Onde está o fudido do rinoceronte? Sabem se ele tem aliados? Quais suas habilidades? Mostre-me o poder da Hydra! – Perguntei ficando de pé, meu corpo já não conseguia ficar parado, estava na hora – Diga a direção, trarei o meliante para Hydra. – Disse de maneira animada, era necessário fazer uma média, querendo eu ou não. Aliás, como funciona isso? Será que vou usar um uniforme? Uma bandana? Uma capa com o símbolo? Caralho, isso seria foda demais – Eu recebo algo referente a Hydra? Um uniforme, tipo a marinha? E já aviso, posso estilizar? Não gosto dessas roupas padrões não, como pode ver, meu estilo é diferenciado. – Minhas palavras foram ditas com sinceridade, enquanto bradava, fiz questão de dar um pequeno giro, para que Nagashima pudesse ver todo meu estilo.

Minha ideia era pegar a informação e sair rumo ao criminoso, contudo, não perderia a chance de abusar da hospitalidade – Antes de ir, você tem uma garrafa de álcool e um isqueiro ou uma caixa de fósforos? – Não pude me conter, ri com a ideia de atear fogo naquele rinoceronte.


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O rapaz continuava com suas dúvidas, e não era pra menos, aquilo de fato era bastante coisa. O jovem conseguia ter suas dúvidas tiradas, pelo menos a maioria dela, e com isso ele parecia preparado para finalmente iniciar seus trabalhos.

Em meio a tudo, Takeshi perguntava a Nagashima sobre algum uniforme da Hydra ou algo do tipo, até mesmo o questionava sobre um possível contrato a ser assinado, o homem o olhava e então respondia.-Sinto lhe decepcionar, mas não! Não tem nenhuma roupa ou uniforme. Quanto ao contrato, aqui fazemos dessa forma. O homem ia até sua gaveta e puxava um papel da mesma o colocando sob a mesa.

-Preciso que você assine isso aqui pra mim, com suas informações, não se preocupe, não é nada como um contrato de obrigações, isso é apenas para colocar você nos sistemas da Hydra. Concluiria pegando uma caneta e a colocando ao lado do papel para que o rapaz assinasse.-Quanto ao rinoceronte, como você chama, quando terminar de assinar o documento, ficarei feliz em finalmente dizer que você faz parte da Hydra, e ai sim, te passarei tudo o que deseja, inclusive a garrafa de álcool e o isqueiro.

Terminaria sentando-se em sua cadeira, e esperando a decisão que seria tomada por Isamune, aquela parecia ser finalmente a conclusão de tudo, e agora só restava ao rapaz decidir o que faria.




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Capítulo I

O Espetacular Takeshi Isamune




Nagashima ao invés de abrir o bico, continuava a me atrasar, realmente não entendo esses homens de negócios. De qualquer modo, obtive mais algumas respostas – “Ufa! Sem uniformes, me poupa trabalho de mudar ele todo.” – Pensei ao ouvir as palavras do meu parceiro, pelo menos por enquanto. Suas palavras então continuavam a viajar da sua boca, eles realmente faziam contratos e aquilo me trazia recordações de um passado distante, ainda quando trabalhava na farmácia. Bom, aquele sacana não fez um contrato formal, mas sim verbal, não me pagou tudo o que disse que pagaria... que ódio daquele arrombado!

Em meio a pensamentos tortuosos, escutei parte das palavras de Nagashima, principalmente o trecho onde citava que não era um contrato de obrigações – Certo, certo. – Falei com um pouco de desdém para com aquela burocracia, era o incômodo falando mais alto – Takeshi Isamune, vinte e oito anos, um metro e... – Li parte do que escrevia – Pronto, acredito que agora podemos pular para parte boa, certo? – Questionei carregando o brilho em meus olhos, como uma criança ao ver um doce. Entregaria o papel ao homem com um pouco de cautela, já que pensamentos sobre os benefícios daquilo voltaram à minha mente. Ah! Foda-se, já foi.

Não queira repetir as mesmas perguntas, então, encurtei um pouco o processo – Agora manda bala aí, o que tem de informação sobre o Rino? – Indaguei ficando de pé, tentando encurtar um pouco o “lenga-lenga” do homem, visando ir logo para os finalmente. Me manteria atento às suas palavras, principalmente no que se diz respeito às suas habilidades e aliados, não poderia ser pego desprevenido, na verdade, eu já agiria com cautela, até porque não sei o quão verdade aquelas informações são. Imagina se fosse tudo fogo de palha por parte de Nagashima? E, na verdade, a Hydra não é tão casca-grossa como ele disse.

“Acredito que seja o bastante, hora de ir.” – Pensei após ouvir todas as informações dadas pelo homem, pegando todos os itens que pedi e me despedindo com um aceno de mão simples – Pera aí. – Falei, parando de maneira abrupta – Posso fazer uma pergunta hipotética? – Virei com um sorriso no rosto – Se por acaso eu precisar explodir alguma coisa, a Hydra paga os danos causados? – Um sorriso de ponta a ponta surgiu em minha face, não era como se eu fosse explodir tudo à minha frente, isso é, se não fosse necessário. E sim gente, eu sei que não posso e não vou pôr em risco pessoas inocentes, eu não sou um monstro, tá?!


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Capítulo I – O Espetacular Takeshi Isamune

Finalmente tudo se encaminhava para que Takeshi pudesse enfim seguir atrás de Mien Oki, o homem pegava o papel preenchido e entregue por Isamune, e logo dizia.-Perfeito! Agora sim posso te dar o que precisa. O homem então puxava um papel de dentro de uma gaveta à sua direita, em sua mesa, no mesmo continha as coordenadas de onde encontrar o homem rino, e com quantas pessoas ele se encontrava.

No papel dizia tudo o que Takeshi precisava saber sobre o paradeiro do homem, quantos homens ele tinha como ajudantes, seu paradeiro atual, como chegar lá, e até mesmo informações mais desnecessárias como altura, força e proporções físicas do homem rinoceronte. Isamune agora olhava diretamente para o papel e poderia perceber tudo isso, e agora estava nas mãos dele em qual momento ele iria investir contra o homem e qual seria seu plano de ação.

Antes de se retirar, o rapaz perguntava mais uma coisa, e essa coisa deixava Nagashima um tanto irritado, Takeshi perguntava se caso ele explodisse coisas, a Hydra pagaria por tudo, o homem o olhava fixamente nos olhos, seu semblante agora não era mais amigável como antes, suas sobrancelhas cerravam seus olhos e então ele tirava o charuto da boca, apertando a ponta do mesmo sob um recipiente para guimba.-Não! Não vamos pagar por danos que você cause só para se sentir melhor! Uma coisa são danos colaterais, mas evite o máximo de destruição possível, há pessoas que não tem nada haver com essa situação, e se isso acontecer, pode ter certeza que você vai pagar, de uma forma ou de outra. Concluiria Nagashima de forma séria, o olhando tão fixamente que dava medo.

A partir disso, o homem terminava de pagar seu charuto e então virava sua cadeira mais uma vez para a janela, se mantendo sentado, ele colocava as duas mãos na frente de seu peito, encostando as pontas dos dedos umas nas outras e então dizia.-VocÊ está dispensado, pode ir, e traga resultados! Diria o homem deixando que Takeshi tomasse seu rumo finalmente.

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Capítulo I

O Espetacular Takeshi Isamune




Nagashima parecia feliz com o término favorável daquela prosa – “Esse cara deve lucrar horrores em cima de mim e dos outros como eu.” – Pensei ao ver sua felicidade. De qualquer maneira, agora eu era um dos vários homens da Hydra, pelo que pude entender, alguns provavelmente eram contratados de uma maneira pesada, já outros, eram uma espécie de consultor ou um mercenário – “Para quem não tinha nada, comecei bem.” – Era verdade, até então eu não tinha uma real expectativa, apenas desejava viver de maneira tranquila e livre. Ter o apoio de uma empresa como aquela era algo interessante, com certeza me pouparia uma série de trabalhos desnecessários.

A leitura do ofício/carta acontecia de maneira célere, era possível ver a saliva escorrendo pelo canto da minha boca – “Então ele não trabalha sozinho, isso será complicado.” – Pontuei mentalmente enquanto terminava de ler todo o texto – “Então esse fudido fica de boa no barraco, enquanto o resto dos seus homens ficam vigiando.” – Minha próxima caça estava definida, restava-me apenas ir até à localização indicada – “Acredito que uma abordagem furtiva seja o ideal, mas assim não tem graça, onde está o espetáculo nessas ações?” – Além de tudo eu era um homem exibido, se tivesse público, eu agiria de maneira que honrasse essas pessoas.

Antes de sair, perguntei sobre os danos e recebi um olhar e uma postura furiosa por parte de Nagashima, era algo novo para mim – “Que caralho é esse?” – Porra, qual foi desse cara? Vindo com sete pedras na mão por conta de uma perguntinha besta, ele tá maluco? Pagar? Eu vou pagar? – Ok, meu patrão. – A última palavra da frase saiu em um misto de sarcasmos com desdém, bom, uma parceria era provável ter algumas desavenças, mas não esperava que fosse tão rápido assim. Respirei fundo enquanto sai da sala do homem, deixando a fera de duas cabeças presa lá dentro.

Se a figura que me levou até ali estivesse esperando na porta, pararia próximo com um sorriso no rosto – E então meu amigo, agora somos parceiros. Com quem falo para obter uma boa garrafa de álcool? – Contudo, se não existisse ninguém por ali, tomaria rumo pelo mesmo caminho que cheguei até ali. Pararia na primeira recepção ou indagava a primeira pessoa que parecesse trabalhar ali, perguntando da bendita garrafa, citando o próprio Nagashima se fosse necessário. Não me importava a qualidade, só precisava conter o produto inflamável em seu interior, isqueiro? Fósforo? Tanto faz, só queria algo para atear fogo naquele bagulho que seria lançado na cabeça do Rino, ele iria queimar!

Após finalizar todos os trâmites na Hydra, sairia em passos largos e retilíneos, admirando o esplendor do céu, para ter uma noção se ainda estava de dia, finalzinho de tarde ou se já era noite. Independente do horário, seguiria no rumo descrito na carta, meu objetivo era trazer aquele bandido para trocar pelo dinheiro e depois ter uma boa noite de descanso no primeiro bordel que entrasse em minha visão. Enquanto caminhava, algumas ideias de abordagens surgiam em minha mente – Posso fingir ser um conhecido? Talvez deva ter uma pegada mais furtiva no começo e dar um show depois? Na verdade, acho que vou atear fogo em tudo logo. – Meus passos eram curtos e lentos, não estava com pressa de chegar ao meu destino, pelo menos não enquanto não formulasse uma linha de ação que julgasse boa – “Fogo não, vai chamar atenção de todos. Preciso pelo menos derrubar alguns antes disso, talvez matar dois ou três, atear fogo em um próximo da casinha do Rino e fuder com a vida do outro.” – Pensei enquanto caminhava, meio desligado do mundo externo – "Seria um ter um parceiro...” – Nunca fui de ter muitos amigos ou fazer parcerias, até agora as únicas pessoas com quem tive algum apego emocional – além da minha mãe – foram meus dois mestres, sendo que acabei matando um deles – "Não, um parceiro pode estragar meu holofote. Nada é mais foda do que uma pessoa só, derrotando várias.” – Era isso – “Mas ainda sim, seria bom ter um” – Ri com minha própria bipolaridade, tinha seus prós e contras no fim.

O caminho até a costa norte poderia ser longo, por isso mantive meu ritmo lento, para evitar uma fadiga muscular desnecessária. Ao chegar nas proximidades aumentei a minha atenção, meus passos se tornaram ainda mais lentos e não encurtei a distância a princípio. Buscaria inicialmente por um lugar alto e que pudesse me esconder de alguma forma, queria ter uma visão da situação daquela cabana e dos seus arredores, para definir de fato qual seria meu plano de ação. Observava com atenção, sem ligar muito para passagem de tempo enquanto fazia isso, minha ideia era ter uma visão abrangente dos movimentos inimigos: Eles estavam parados? Faziam alguma espécie de vigilância? Estavam bebendo? Festejando? Estavam vigiando de maneira atenciosa ou desleixada? Tinha apenas cinco mesmo? A cabana era grande? Contava com janelas? Quantos locais para entrada e saída? O telhado tinha furos? Algum som vinha de lá? Se fosse necessário chegaria mais perto, mantendo a cautela e a atenção como dois pilares fundamentais dos meus movimentos.


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Capítulo I – O Espetacular Takeshi Isamune

O rapaz parecia não entender o motivo da fúria de Nagashima após sua pergunta, talvez o homem tivesse se excedido um pouco, ou talvez ele só estivesse zelando pelo bem estar das pessoas e da cidade, e era esse o motivo para ele ter uma empresa que cuidava de assuntos relacionados a criminosos.

Takeshi então seguia seu rumo, o mesmo cruzava a porta da sala mas não encontrava o segurança de anteriormente, e aquilo mostrava o quão seguro Nagashima era em ter pessoas em sua sala, talvez ele possuísse um poder misterioso? Ou apenas tinha convicção naquilo o que fazia? Bom, Isamune caminhava todo o caminho novamente e logo chegava a recepção, ao chegar, ele rapidamente pediu uma garrafa de álcool e um isqueiro, e logo era atendido pela mulher do outro lado do balcão.-Aqui está, senhor! Entregando então os pedidos do rapaz.

O jovem pretendia usar aquilo de alguma forma bem criminosa, mas esse era um plano dele e talvez desse certo. Ao pisar fora da agência, ele conseguia perceber ao olhar para o céu que horas eram, havia acabado de começar o horário da tarde, por volta das duas e meia da tarde, o sol ainda pairava sobre a cidade, em sua potência fervente, e ao ter noção disso, Takeshi seguia seu caminho.

Enquanto caminhava, o rapaz analisava todas as possibilidades de ataques que poderia fazer, desde a mais simples até mesmo a mais complicada, colocava na balança cada decisão que poderia tomar e assim continuava seu caminho até a costa norte da cidade. Não demorava muito até ele chegar, e logo se colocava em posição de cautela, primeiramente analisando se realmente só haviam aqueles homens, ou se haveriam mais.

Em meio a isso, o rapaz conseguia perceber que o barraco era simples, e não contava com janelas, apenas a porta de entrada, nas proximidades, haviam os cinco homens distribuídos, dois próximos à porta do barraco, um em uma posição mais afastada, em um ponto de entrada para o local, mais à direita do barraco, e outros dois cuidavam dos fundos, onde poderiam haver invasores.

Eles não se mantinham tão próximos ao barraco, dando um espaço de mais ou menos vinte metros de distância do local. O telhado do barraco era bem feito, haviam telhas firmes, mas sem nenhum furo, assim como nas paredes do mesmo, tudo em perfeito estado, o silêncio dentro do barraco podia ser notado, como se não tivesse ninguém lá dentro, talvez o homem estivesse dormindo? Não sabemos ainda, mas era algo para se preocupar.

O local era de certa forma grande, o barraco tinha em torno de trinta metros quadrados e contava com apenas uma entrada, o que facilitaria para o rapaz, mas também para o homem, que poderia perceber caso alguém entrasse no local. A situação era calma, os homens não o haviam percebido, na verdade batiam papo enquanto montavam guarda, e agora Takeshi tinha que tomar uma decisão.

Qual será o próximo movimento do nosso artista, enquanto busca os holofotes para que seu espetáculo finalmente possa começar?




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Capítulo I

O Espetacular Takeshi Isamune




Que sol da desgraça. – Reclamei em algum momento do meu trajeto, odiava andar no sol, afinal, transpirar é algo que não agrega a minha beleza. Meu cabelo fica molhado, assim com o interior das minhas vestes, elas também não ajudam muito nesse quesito. De qualquer maneira, estava pronto para que o combate acontecesse, meio preocupado com essa galerinha ao redor, é muita gente para eu bater. Na verdade, quanto mais gente melhor, certo? Um “show” precisava de um público!

Ao observar o lugar pude ter uma noção da posição de cada um deles e também da estrutura do barraco – Grande pra caralho... – Pensei. Isso me dava uma ideia do quão corpulento meu oponente era, isso será bem complicado. Os rapazes se dividiam em duplas, dois deles estavam na frente, dois atrás e um lateralizado – “A melhor opção é pegar o afastado, mas isso tá me cheirando mal.” – Perdido em meus pensamentos, ponderava mais algumas opções. Eu tinha experiência com aquilo, trabalhei para a Centelha por muito tempo e esse tipo de operação era algo rotineiro. Aquele grupo parecia ser bem estruturado, mas, por que deixaram um sozinho? Não era mais fácil outra abordagem para vigiar o perímetro? Talvez as duplas tivessem uma visão daquela era... Porra, o que eu faço?

Três coisas não podem ser escondidas por muito tempo: o sol, a lua e a verdade. – Sussurrei e respirei fundo em seguida, controlando minha respiração e acalmando meu coração, usando um mantra que me acompanhava em todos os momentos de tensão. Independente do que acontecesse, sabia que teria que dar tudo de mim naquele combate, a hora de brilhar era agora. Em passos lentos, olhando para o chão, evitando pisar em algo que fizesse um barulho desnecessário, caminhei rodeando o lugar o máximo que podia. Minha ideia com isso era ter uma noção se as duplas tinham visão uma das outras e também, se conseguiam enxergar os movimentos do capanga que estava sozinho. Se conseguisse dar uma volta pela região, aproveitaria para checar mais de perto o armamento usado pelos homens, buscando ter uma ideia do que enfrentaria – “Bota pra fuder Takeshão!” – Pensei repetidas vezes, tentando preencher meu corpo com adrenalina.

Meus primeiros alvos seriam os dois homens da frente, antes de investir contra eles, coloquei a garrafa e o isqueiro no lugar onde eu estava, não poderia me dar o luxo de quebrá-los naquele combate inicial. Ainda me esgueirando – seja agachado, me arrastando no chão ou andando vagarosamente – tentaria me aproximar por trás, buscando não ser visto pelos outros três homens. A corrente já estava em minhas mãos, em um rápido movimento, giraria a mesma e lançaria contra o pescoço do que estivesse mais próximo, puxando-o em direção ao chão e usando aquele solavanco como uma forma de aumentar a velocidade da minha investida, disparando com velocidade, empunhando uma das minhas espadas e desferindo um golpe limpo na região da garganta do meu oponente, visando abri-la em um único movimento. Antes que o oponente no chão pudesse ter noção do que aconteceu, enfiaria minha espada em seu coração, colocando todo peso do meu corpo naquele movimento, para que a lâmina atravessasse sem qualquer dificuldade.

Se por acaso os outros escutassem sons que chamassem sua atenção, correria para me esconder novamente, mas não agiria de maneira furtiva mais uma vez. Na verdade, esperaria que eles chegassem e tivessem o impacto inicial daquela cena – “É agora!” – Pensei investindo contra quem estivesse ali, girando a corrente em minha mão antes de lançar na direção do homem mais próximo, a ideia era que ela se enrolasse no meu oponente, onde puxaria com ambas as mãos para levá-lo ao solo. Folgaria a corrente em seguida, para desvencilhar-lá do meu oponente e então puxaria, girando meu eixo para jogar novamente na direção de outro oponente, tentando acertar a ponta em uma região sensível, como olhos ou em seu pescoço, buscando perfurar ou cortar o corpo do meu oponente. Mas não era só isso, minha movimentação teria como intenção encurtar a distância entre mim e eles pouco a pouco, enquanto continuava a usar a corrente como um chicote, porém, abusando da sua mobilidade e a predisposição em causar danos significativos.


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Não parando por aí, além dos ataques, sempre buscaria enrolar e puxar meus oponentes. Seja pelos pés, cintura, braços ou pescoço, a ideia era mantê-los desestabilizados e desconfortáveis com minhas ações. Estando perto o bastante, optaria por golpes físicos e pesados. Pisões na região da garganta, socos no queixo, boca do estômago e na região das costelas. Se fosse necessário largar a corrente para investir contra meus oponentes desprevenidos, assim faria, iniciando uma série de socos e chutes que carregavam todo meu ímpeto. Sem me importar com a vida alheia, como uma fera selvagem lutando pela vida, era assim que eu me sentia naquele momento. Aliás, se tivesse espaço para uso ou visse a necessidade – para bloquear um ataque, por exemplo -, sacaria ambas as espadas para realizar essas ações.

Usando unicamente as espadas, buscaria bloquear possíveis ataques que não pudessem ser desviados, já que essa seria sempre a primeira opção de ações defensivas. Com ambas as espadas curtas em mãos, buscaria usar a mobilidade proporcionada por elas para investir com velocidade. A cada esquiva e bloqueio, buscaria encontrar brechas para desferir cortes ou estocados, usando a ponta da espada para essas últimas ações, visando ceifar a vida dos meus inimigos em todos os momentos possíveis. Independente do armamento usado por eles, minha primeira opção de esquiva sempre seria a esquiva, usando da minha agilidade e acrobacia para realizar movimentos curtos e precisos, onde me permitissem poupar o máximo de energia. Quando fosse necessário bloquear, faria usando uma ou duas espadas, tudo dependerá do que estaria vindo em minha direção.

Matar era minha primeira e única opção. Não pouparia esforço para cortar os membros dos meus inimigos e em seguida aplicar golpes em pontos vitais, não me importava se isso baixaria minha recompensa por eles ou não, na verdade, eu nem sei se eles têm recompensa! Foda-se! Por último, independente se minhas ações iniciais dessem certo ou não, manteria a ideia principal das minhas ações: atacar em pontos sensíveis, para acabar rapidamente com a luta.


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Por último, se em meio aquele combate eu conseguisse subjugar meus oponentes como esperado e o Rinoceronte viesse para fora, buscaria tomar distância, pegando minha corrente – se tivesse largado -. Respiraria fundo, recuperando um pouco das minhas energias – E aí grandão, infelizmente seus homens não eram bons o bastante. – Falaria em tom debochado – Será que você vai se dar melhor que eles? Ou vai morrer que nem merda? – Gargalhei em seguida, mantendo minha atenção ao meu inimigo – O senhor do Zoológico me pediu pra levar o animalzinho dele com vida, você não quer vir comigo não? Ou prefere que eu te dê uma surra? – Me manteria em posição de batalha, carregando minha corrente e guardando minhas espadas nas costas – Aliás, o que você faz com ele? Ele falou de um jeito tão amoroso de você, por acaso é a cachorrinha do zoológico? – Minhas palavras eram carregadas de deboche e acidez, queria irritar o oponente. Contudo, caso ele não saísse da cabana, apenas gritaria – Oki-sama! Entrega pra você. – Esperaria por ele, mantendo distância.



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Capítulo I – O Espetacular Takeshi Isamune

A forma furtiva de Takeshi não se mantinha por muito tempo, ele finalmente havia percebido que nem sempre, pensar em tudo é a melhor escolha, então resolveu finalmente agir e partir para o que interessava de verdade. Antes de começar, o rapaz colocava o isqueiro e a garrafa de álcool em um local seguro, longe do combate, assim, ele não perderia os itens, e nem teria seu plano jogado fora.

Sua primeira investida era veloz, e seu primeiro inimigo não tinha chance, a dupla era pega totalmente desprevenida, e um deles acabava por ter sua garganta presa pela corrente de Takeshi, que usava a pressão do puxão ao jogar o homem no chão, para avançar com mais ímpeto, passando sua lâmina com velocidade e precisão na garganta de seu primeiro inimigo. Porém, o segundo homem percebia a movimentação, e sem pestanejar, gritava em alto e bom som para os demais.-Inimigo! Mas antes de tentar qualquer coisa contra o rapaz, tinha sua cabeça acertada e perfurada pela ponta da corrente do jovem.

Isamune já parecia ter tudo planejado em sua cabeça, mas os homens chegavam com velocidade, e assim que sua corrente acertava o segundo homem o derrubando, os outros três chegaram, um deles carregava uma espada, outro usava um par de manoplas e o terceiro usada uma espécie de bastão, um em cada mão. O Primeiro investia contra o rapaz de forma veloz, e sua espada passava raspando em sua carne, deixando um ferimento superficial na pele do nosso artista, e um corte em suas roupas.

O segundo conseguia conectar um golpe em cheio, aplicando um soco na lateral oposta do primeiro golpe, acertando a costela de isamune, um golpe forte, mas nada que o fizesse cair naquele momento, já o segundo vinha com o seu par de bastões, tentando acertar um golpe de cima para baixo na cabeça do jovem, mas era interceptado pelas duas espadas de Takeshi, que impediam os bastões de avançarem.

Porém, nosso mais novo membro da Hydra não se deixava abalar, e em movimentos rápidos após o bloqueio do ataque, ele girava seu corpo em seu eixo, girando suas espadas com suas lâminas expostas, que passavam como faca quente na manteiga, cortando a garganta de um dos homens de forma imediata, esse era o espadachim, que havia acabado de sucumbir, mas não parava por aí, o lutador de curta distância conseguia se movimentar em contrapartida, se abaixando para evitar o corte alto de Takeshi, e assim, conseguindo a brecha que precisava.

Esse conseguia levantar suas pernas logo depois, aplicando um gancho no queixo de Isamune, que abria espaço para o segundo o golpear novamente com os bastões, mas dessa vez ele conseguia acertar, batendo com os dois em suas costas, fazendo Takeshi arfar, soltando um pouco de ar de seus pulmões.

Porém, os homens não pareciam saber com quem estavam lidando, e quando menos esperavam, Takeshi puxava sua corrente de forma rápida, enrolando a mesma no pescoço do lutador, e o jogando no chão, e logo em seguida cravou sua espada em seu coração, jogando o peso do corpo sobre o mesmo, deixando sua espada descer pela carne do homem com mais facilidade.

Em meio a isso, ele girava mais uma vez em seu eixo, usando sua espada com uma base de apoio, e passava a segunda lâmina no pescoço do último homem, que caía de forma pesada no chão, enquanto seu sangue jorrava e ele se sufocava no mesmo.

Em meio a tudo aquilo, o homem rinoceronte ainda não havia aparecido, mas se lembram de quando Takeshi chegou e ele não ouvia barulho dentro da cabana? Exatamente, o homem havia saído por alguns instantes, e ao voltar, via nosso ilustre Isamune desferindo seu último golpe em um de seus homens.

O homem não era percebido por Takeshi que estava de costas para o local de onde o rinoceronte estava vindo, e ao gritar para Mien sobre a entrega dele que havia chegado, era surpreendido por uma colisão física absurda, que o jogava a uma longa distância e deixaria seu corpo bastante dolorido.

O homem rinoceronte havia aparecido finalmente, desferindo um golpe com força, usando sua clava que acertava a lateral das costas de Takeshi com toda a força, o arremessando para longe.-Entrega é? Parece que você acabou recebendo a sua primeiro! Diria o homem enquanto bufava, era possível ver uma espécie de fumaça saindo de sua boca e narinas, sua postura era agressiva e sua presença era temerosa.

Seu primeiro golpe havia sido colocado, o que será que Takeshi fará após finalmente ter encontrado sua caça? Veremos no próximo episódio.




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Capítulo I

O Espetacular Takeshi Isamune




Minha investida não conseguiu ser tão furtiva como matutei em minha mente, era notável a falta de algumas habilidades importantes, algo que seria necessário adquirir posteriormente. Contudo, ainda sim o incrível Takeshi, vulgo eu, conseguiu com maestria acabar com todos os oponentes. Ok, admito que ainda mais falta um pouco de maestria, já que recebi alguns golpes que poderiam ser evitados, talvez um pouco mais de atenção? Não, preciso manter um ritmo constante de treinos em meu corpo, não posso me dar ao luxo que isso aconteça de maneira exacerbada.

Sem pena, acabei com aquelas figuras que protegiam a cabana, imaginando eu que o alvo principal estaria ali dentro. Ao terminar minhas palavras, pude sentir o forte impacto que me jogou longe, fazendo girar algumas vezes no chão. Entretanto, utilizando da minha habilidade com acrobacias, em determinado momento do giro, usei ambas as mãos como impulso, lançando meu corpo para cima, seguido de um rodopio e cai do com os joelhos flexionados - Segura essa pose de herói. - Falei com um sorriso no rosto. Tentei a todo custo esconder o resultado daquele golpe no meu corpo, não podia deixar meu oponente ver que sofri danos - Por favor, essa sua clara é feita de algodão doce? - Levantei olhando de maneira séria para meu antagonista, forçando a coluna a ficar esticada, mesmo sentido dores incômodas naquela e em outras regiões.

A - Preparado para ter o mesmo destino do que seus colegas? - Indaguei buscando saber um pouco mais da relação entre Rino e aqueles homens, talvez fossem contratados por ele, simplórios capangas ou tinham até mesmo, um vínculo de amizade. Agora finalmente era hora da porra do show! Com ambas as espadas guardadas nas costas, segurei a corrente com ambas as mãos, em uma, ela estava enrolava e na outra, girava com velocidade - Vou te bater tanto, que você vai ter se arrependido de não ter fugido. - Bradei com confiança.

Meu avanço era simes, girando meu eixo e dando mais "corda" a corrente, lançava a mesma com velocidade, voando a ponta com lâmina da direção do corpo do meu oponente. A princípio não fazia movimentos para enrolar minha arma no mesmo, queria saber o quão forte era sua carapaça física, já que sua pele parecia consideravelmente estranha. Antes que ele pudesse segurar minha corrente, puxava com velocidade, girando novamente meu corpo e lançando na direção de Oki. Meu objetivo? Testar sua resistência e observar suas ações, me manteria atento aos seus movimentos, buscando ter uma real noção da sua velocidade e reflexos, já que havia sentido um gostinho da sua força. Se em algum momento ele segurasse a corrente, resistiria ao possível puxão, buscando notar quem de nós era mais forte. Sendo ele o vencedor, antes de ceder completamente a sua força, saltaria em sua direção, puxando a corrente para que meu corpo ganhasse ainda mais velocidade, para que pudesse ser mais rápido do que os reflexos do meu oponente.


Capítulo I – O Espetacular Takeshi Isamune - Página 2 Trevor-belmont-castlevania


Durante o avanço - sendo puxado - tomaria cuidado para não ser acertado, mantendo-se atento a um ataque com a clava do mesmo. A ideia principal era desviar - ainda no ar, usando a acrobacia - do possível ataque, penetrando sua defesa e aplicando um chute em sua face com toda minha força, que naquele momento estava sendo impulsionada pela própria força do meu oponente. Contudo, se desviar não fosse possível, pisaria na clava com ambos os pés, flexionando os joelhos e usando a força do golpe para me lançar para trás, desvencilhando a corrente do meu punho. Independente se acertasse ou não o golpe, avançaria em seguida empunhando ambas as espadas em mãos, buscando acertar aquilo que todo ser vivo utilizava desde o seu nascimento: os olhos.

Se meu chute fosse efetivo, aproveitaria do momento e do apoio da face do rinoceronte, para girar meu eixo. Sacando a espada e em rápido movimento, cortando ambos os olhos - ou um deles, pelo menos - Agora tu tá no inferno! - Diria se fosse efetivo em minhas ações. Contudo, se usasse o golpe para tomar distância ou fosse acertado, levantaria rapidamente, independente dos danos - Fortinho você, em? - Titia, cuspindo o sangue que estava acumulado em minha boca. Minhas ações daqui pra frente seriam simples; com ambas as espadas em mãos, avançaria com toda minha velocidade. Provavelmente agora já tinha uma noção das habilidades do meu oponente, buscaria usar da minha própria agilidade, para me manter em movimento ao seu redor. Em meio a essa movimentação, uma série de golpes seriam desferidos com a espada, de maneira diagonal, horizontal e algumas estocadas. Contudo, se notasse uma resistência elevada por parte da pele do rinoceronte, buscaria atingir o mesmo local repetidas vezes, buscando minar a resistência do Mink. Em todos os momentos - em meio as acrobacias e esquivas - estaria atento para uma brecha que me desse a liberdade de acertar a face da criatura, buscando tirar a visão do mesmo na primeira oportunidade que tivesse.

Não só de ataque vive o homem, meus movimentos de defesa consistem em bloqueios e esquivas. Abusando da agilidade e acrobacia nos movimentos de esquiva, para tirar meu corpo da linha de ação do ataque do meu oponente. Contudo, se não fosse possível esquivar, usaria ambas as espadas para bloquear, usando esse artifício como um reforço, uma forma de resistir a força do meu oponente. Sendo que, usaria movimentos explosivos, flexionando os joelhos e explodindo com eles para longe.


Legendas:
Fala
"Pensamento"

Takeshi Isamune - Histórico/Objetivos:

Informações do Personagem:

Técnicas/Habilidades: