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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

Avance! O resgate dos pacientes de Flevance!

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Achiles
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Achiles
Pirata


Avance! O resgate dos pacientes de Flevance!


[Revolucionário] Askrad Norvdant

não possui narrador definido.
Fechada

_________________

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Midnight
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C
onversa fiada muitas vezes era uma arma mais poderosa do que as pessoas pensavam. Muitos combates poderiam ser impedidos se as pessoas soubessem usar um pouco melhor as palavras, bom eu não era nenhum especialista, mas sabia o mínimo para deixar aqueles que gostavam de ouvir ficar ali presos na conversa. Talvez essa era uma das vantagens da idade, depois de um tempo você aprendia a desconversar e conversar melhor as coisas, vantagem que os jovens não tinham devido ao seu espírito flamejante e impaciente da juventude.

Enfim, o homem continuava a falar enquanto por fim apenas deixava-nos prosseguir, sem pensar duas vezes levava as caixas rapidamente e voltava a Glowr, primeiramente nos afastamos e eu ouvia na sequência o alerta, deveras, nosso trabalho seria muito maior se ele tivesse suspeitado de algo. Pelo jeito o barulho que a invasão gerara na ilha fora bem mais do esperado e agora vários lacaios do Governo Mundial rondavam ali a busca de nós, como cães de caça. Olhava ao redor e ao notar a pressa do outro não tardava em acompanhá-lo

Avance! O resgate dos pacientes de Flevance! Scooby-doo-scooby

Mais algum tempo se passava na base, alternava entre meus deveres culinários e nos treinamentos físicos, entretanto uma memória sempre atormentava-me de vezes em vezes: a memória do Kurai no Mori. Ele tinha morrido e agora era um fantasma, só que mesmo sendo um ser astral evocá-lo parecia desconcertar-me, especialmente por um fato simples: Só tinha sobrevivido porque Glowr estava lá. Ou seja, se ele não estivesse ali junto de seus aliados, muito provavelmente eu estaria morto agora.

“Namie, Hikari, assim não vou conseguir vingá-las..preciso ser mais forte..vou ser” Dizia enquanto olhava para a minha mão, fechando-a com força. Como poderia ser mais forte? O físico, bom isso também ajudaria, mas pela minha idade entendia que havia uma limitação, minha evolução não deveria ser essa. Aliás essa era uma lição que o mais velho me ensinara, não era necessário uma força física tal qual Kurai tinha para sobreviver, era preciso ter mais inteligência, isso sim. Lembrava do combate, a estratégia do inimigo envolvia armas de longa distância e por mais que fosse bom para defletir aqueles golpes, sabia meu limite e por isso acabei ferindo, minha costas ardia levemente ao memorar do evento, precisava melhorar com meus desvio, precisava saber rolar, pular e desviar.

Início do treino: Acrobacia:

Sendo assim seguia pelos corredores em busca de obstáculos, sim, troncos, objetos altos, pequenos, tudo para montar um circuito de treino em que eu pudesse desviar. O treino seria bem prático, colocar obstáculos, armadilhas e então começar as etapas, mas primeiro precisava fazer esse circuito.

Após conseguir os devidos itens, começava pelo treino básico, corria e desviava, depois aventurar-me com saltos, pulando de um ponto de apoio a outro. Nisso o tempo ia passando, segundos, minutos, hora e eu percebia já um aumento significativo nas habilidades. Procurava imaginar um inimigo, saltava com seus golpes imaginários e seguia então para o último desafio: um mortal. Já tinha visto pessoas fazerem, então não deveria ser tão complicado assim, primeiro tentava fazer uma ponte e na sequencia ia imaginando e praticando jogar o peso para trás, devagar, mais rápido, com impulso e por fim fazia o movimento.

Já havia passado algum tempo para isso, não sabia qual, mas sentia que era o suficiente e assim voltava para a base.

Fim do treino: Acrobacia



De volta no Quartel General da ilha, procurava agora Glowr e ao encontrá-lo prontamente falaria: - E então, qual o próximo passo? Lvneel?


+ LEGENDA:  - Falas   "Pensamentos
HistóricoPost: 1
Nome: Askrad Novrdant
Profissão: Cozinheiro
Proficiências: Culinário | Preparo | Degustação | Pesca | Caça
Qualidades: Adaptável | Prodígio | Olfato Aguçado | Afinidade com Haki
Defeitos: Perfeccionista | Ambição | Heroico

Ganhos


Perdas:



Localização: North Blue - Ilha Flevance

Objetivos
  • Completar 3 missões
  • Aprender 2 proficiências
  • Desenvolver mais as relações com os NPC
  • Conseguir NPC acompanhante


NPC’s
  • Glowr: Oficial do exército que designou as missões para Askrad. Encontrou-o nas Minas de Flevance quando estava afetado pelo Chumbo Branco, deu a ele uma refeição e foi nesse momento que ele se identificou e passou suas ordens. O loiro considera o superior como um bom amigo e admira-o pelas suas habilidades intelectuais.
    cias da doença, talvez incapaz de deixar Flevance ou de lutar pela causa novamente.



Última edição por Midnight em Dom Jul 03, 2022 8:34 pm, editado 4 vez(es)
Kekzy
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Kekzy
Narrador



Três semanas se passaram desde a última missão de Askrad¹. O Associado tinha algum tempo para descansar, mas, na verdade, utilizava-o de outra maneira. A última luta contra Kurai Mori tinha deixado nítido para ele: ainda era fraco. Pelo bem de sua vingança, para que os espíritos de sua família, ou o seu, descansassem em paz, tinha que romper barreiras, chegar em um nível além.

Em uma retomada dos dias anteriores, os primeiros dias se passaram com um grande esforço de Novrdant em aprimorar o pequeno espaço de treino que existia na base rebelde. Por se situar no alçapão do Búfalo Branco, o espaço era limitado, mas surpreendentemente maior do que se podia esperar de um alçapão comum. Aquele lugar já tinha sido expandido várias vezes, à medida que a força revolucionária crescia em Flevance. Um dia foi apenas um retângulo de espaço, mas hoje contava com algumas salas anexas ao retângulo original, bem como um segundo andar subterrâneo, além de um longo corredor que conectava-se com os bueiros.

A enfermaria ficava ainda no primeiro andar, ocupando 1/4 do espaço original retangular, enquanto a cozinha ocupava outro 1/4 e a outra metade era um espaço para socialização dos revolucionários. Algumas salas eram destinadas aos assuntos administrativos e dormitórios, onde podia-se encontrar amontoados de beliches. Não era um lugar confortável, mas aturável para quem não tinha frescura. Outrora 1/4 do espaço original era usado para o treinamento, mas as necessidades recentes fizeram os revolucionários alocarem recursos em um espaço de treinamento maior, realocando-a do apertado espaço no primeiro piso para todo o segundo piso. Era um investimento que acreditavam valer a pena, pois não tinha sido fácil edificar em um local como aquele, evitando exposição.

Lá, Askrad encontrava desde alguns equipamentos improvisados para musculação, bonecos de treino, armas de treino e um bom espaço para se locomover, dentre outras coisas. Criar o circuito demandou algum esforço, carregando objetos para lá e para cá, já contabilizando para o seu treino diário. Com um espaço idealizado, Askrad adicionou em sua rotina diária da semana um intenso treinamento. Outros companheiros juntaram-se a ele, como alguns novos recrutas, aqueles que tinha resgatado e incorporado à causa. Por isso, quando treinava, era a sensação do momento, sempre observado, copiado, abordado para pedir dicas.² Infelizmente, na primeira semana, Uzz ainda estava se recuperando na ala hospitalar; tinha boas notícias sobre ele, no entanto, o qual já havia acordado e conseguia andar, ainda que um pouco debilitado, logo deveria estar ali para se recuperar fisicamente.

[...]

Essa tinha sido a primeira semana do Associado, o qual visou fortalecer suas habilidades, principalmente as artes acrobáticas. A segunda semana, no entanto, foi o auge do mês. Em um intervalo dos contínuos treinos que perduravam na segunda semana, quando procurou Glowr, este o guiou para onde ocorreria o evento da noite.  — Flevance? Não antes disso. Um marco na história de Askrad Novrdant: a sua promoção na hierarquia do Exército. Oficialmente, um Rebelde da Revolução. E ele não tinha sido o único a ser promovido.

Junto a ele estava Glowr, o antigo Oficial, o Insurgente. O velho revolucionário que liderou a ofensiva contra o Laboratório gozava de uma condição muito especial ali. Relembrando a sua história, quando caiu sob a vigilância do Agente Kurai Mori, foi rebaixo para um Insurgente. Suas responsabilidades, no entanto, eram como a de um Oficial. Isso porque as Bases costumavam ser gerenciadas pelos Comandantes, mas não havia um em Flevance. Os Oficias assumiam na ausência destes. O responsável local era o Oficial Berthold Algernon, responsável pela base de Flevance. Como um Comandante, ele tinha que se ausentar e deixar os assuntos administrativos nas mãos dos Oficiais, mas era o único ali. Por isso ignorou as ordens de seus superiores e continuou confiando em Glowr para auxiliá-lo na gerência local em sua ausência, mesmo a alta hierarquia tendo forçado o rebaixamento de Glowr após a sua esmagadora derrota para o Agente Sênior Kurai Mori.

Todavia, Kurai Mori tinha caído sob a vingança de um plano engenhoso de Glowr, anos depois, com a ajuda de Askrad. Os erros do passado nunca se apagariam, mas eram compensados e superados. Uma nova chance era dada ao maquiavélico e promovido Oficial Glowr, o qual ereto estava ao lado de Askrad, olhando a maior autoridade dos revolucionários em Flevance: o Oficial Berthold Algernon. Askrad não tinha tido a oportunidade de conhecê-lo anteriormente, pois descobrira que ele estava em missão quando chegou em Flevance. Nos últimos dias, tinha escutado várias coisas sobre o homem, no entanto.²

A condecoração era realizada na frente dos mais de vinte revolucionários que se encontravam na base do Exército. Estava um tanto apertado, mas um palanque de madeira tinha sido colocado para destacar e elevar os três movidos. Sim, três. Além de Askrad e Glowr, o Celestial Uzz, aquele manchado pelo chumbo branco, subia ao palco, muito melhor de saúde do que quando chegou ali. Ficava ao lado de Askrad. Era a primeira vez que ficavam tão próximos desde o incidente do Laboratório. Olhando para as manchas em seu corpo, relembrava as falas de Glowr, quando assistira-o acamado.

Aventura passada, página 4 escreveu:— Olhe para Uzz. Ele esteve em contato com o chumbo branco por pouco mais que um dia e mesmo assim quase metade de seu corpo foi tomado pelos sintomas da doença [...] O interessante é que a doença não progrediu mais em seu corpo, ao que aparenta, por não ter mais veneno entrando em seu corpo, mas a vacina não foi suficiente para desfazer os sintomas por completo. Não corre risco de vida, mas essas marcas ficarão para sempre, acredito.

Obrigado - o Celestial falou. Só Askrad estava ao seu lado, mas podia duvidar que tinha sido para ele, de tão baixo que tinha falado. De toda forma, o Oficial Berthold chegava na frente do cozinheiro, não dando chance da conversa se prolongar ali. — Então você é uma das novas estrelas, prazer, sou o Oficial Berthold, responsável por essa base - não era como se precisasse se apresentar, mas o fazia. — Espero bastante de você, o Oficial Glowr contou sobre seus feitos e desejos. Sei que tem muito a acrescentar ao Exército e pretendo mandá-lo para Lvneel, mas acredito ter uma tarefa para você antes, me procure depois das comemorações para conversarmos um pouco - colocava uma pequena insígnia no peito de Novrdant. Não era algo pomposo como a da Marinha, mas discreto, apropriado para os revolucionários.

Um pequeno banquete os aguardava, não em uma grande mesa, pois cada um levaria a sua comida para comer em pé escorado na parede, alguns em um banquinho arrastado de outra sala, outros sentados sobre a cama de uma maca. Era uma oportunidade para conversar com o Oficial Berthold sobre os assuntos do Exército e ver o que ele queria de Askrad.

***

¹ Avaliador, essa passagem de tempo é da aventura passada, só vamos explicar o que aconteceu nessas duas semanas. Explicando para não ter problema com a regra da passagem de tempo, então nessa aventura ainda tem +1 mês para usar.

² Mid, pode considerar que você sabe toda as informações que constam na descrição do NPC Importante, na ficha da ilha.

Controle



Personagem: Askrad Novrdant
Nº de Posts: 01

Profissão: Cozinheiro
Proficiências: Culinária, Preparo Degustação, Peça e Caça

Qualidades: Adaptável, Olfato Aguçado, Afinidade com Haki e Prodígio.
Defeitos: Perfeccionista, Heroico e Ambição.

Ganhos: Proficiência - Acrobacia (Post 01); Promoção - Rebelde (Post 01).
Perdas:

Carteira: B$ 18.625.000

NPC's: NPC Importante Berthold Algenor.
Extras:


Off


Midnight
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A
pós o breve treinamento as coisas pareciam que mudar, ou melhor, estavam mudando, a base parecia adquirir novos movimentos e novos cheiros, talvez novas pessoas? Ou seria o cheiro das emoções dos novatos em mudança? O medo virando coragem, a incerteza virando determinação. Tudo isso parecia muito divertido de pensar, e ao mesmo tempo me trazia certa tristeza, estaria acomodado ali? Além disso, mesmo que felizmente os resgatados estavam bem (e obrigado aos deuses por isso), haviam ainda outros para serem resgatados, eu não poderia dar-me o luxo de ficar ali, precisava ser mais forte, mas não poderia demorar e por isso pedia a Glowr aprovar minha transferência.

De modo oposto ao que pensava, em primeiro momento o foco do atirador não parecia ser esse, pelo contrário, algo parecia prendê-lo também ali. A princípio estranhava onde ele me levava, um palanque, como qualquer outro. Porém o que será que poderia ter de mais ali, ou melhor, o que poderia acontecer ali? Afinal estávamos em uma base pacata, com o que precisávamos para sobreviver na ilha e manter a revolução, por que um palanque? Teríamos uma festa por exemplo? Isso até me levantava um pouco de raiva sendo sincero, mas conhecendo, ou pelo menos ouvindo falar não parecia nada o comportamento da maior autoridade dali, Berthold. Falando nele, saia da minha divagação notando o olhar de Glowr, fixo, sério, e como reação primitiva acompanhava-o, notando então a tal figura. Alto, de cabelos prata, olho verde e porte de atleta, e o mais impactante: jovem. O famigerado oficial Berthold Algernon podia ser facilmente confundível com um jovem entre seus 24 a 28 anos, e ainda assim era responsável por todos nós em nossas amplas condições. Não conseguia, tal como meu companheiro, sentir um certo gelo e tensão no corpo, os pés endireitavam-se junto da postura e os músculos pareciam ficar levemente mais rígidos sem meu controle, sua autoridade era inquestionável ali, sentia isso e compreendia agora o porquê de ele ser quem era.

Notava que mais revolucionários começavam a aglomerar-se e então sentia um toque no ombro indicando para subir no palanque, ficava surpreso e imaginava se não seria algum trote de um companheiro de luta mais velho. Sem muitas opções subia. E logo notava que, além de Glowr, um terceiro subia. Era inconfundível, asas de anjo, manchas brancas amplas na pele, enchia-me de felicidade saber que Uzz estava melhor, não tinha conhecido muito o rapaz, mas saber que meu benfeito havia o salvado era o suficiente. Ouvia um certo barulho dele, algo que podia aproximar-se de um obrigado a um tom pequeno e quando pensava em interrogá-lo sobre o murmúrio, uma sombra tapava a luz vinda dos objetos luminosos perto, levava o olhar acima, e notava o imponente Oficial. Não falava nada, jogava as mãos para trás e deixava a postura de forma exemplar, se não fossemos revolucionários, podiam facilmente confundir aquela cena com um monólogo entre um superior marinheiro e seu subalterno.

- O prazer é todo meu senhor! Dizia de forma rápida e curta enquanto via-o colocar uma pequena condecoração em meu peito. Então isso significava uma promoção? Olhava de soslaio para Glowr, notando outras condecorações em seu peito, então essa era a tal patente. Agora eu era um Rebelde, um posto acima de quando comecei, tinha mais confiança de meus superiores, porém muito a provar e muito a fazer.

Então, depois de cumprimentar aqueles que me parabenizavam seguia para o Oficial da base, pigarreava e aproximava-me com certa cordialidade.  – Ahnn, com licença, senhor, quer dizer Oficial Berthold. É um prazer receber essa condecoração de vossas mãos, e bem, já ouvi falar de sua benevolência para com os carentes dessa ilha, sinto-me honrado em servi-lo. No que posso mais ser útil para a causa?

Falar com ele era até estranho, normalmente conversava mais Glowr e pelo contexto em que nos conhecemos não sentia essa diferença entre nós dois, era como se Algernon estivesse em outro patamar, e talvez estivesse, mas ainda assim parecia ter uma certa barreira para quebrar entre nós dois e espera que essa conversa fosse o suficiente para pelo menos derrubar um tijolo. Esperava suas primeiras impressões e perguntas porém logo questionava.

- Com todo respeito Oficial, entendo que temos nossas demandas aqui, porém precisamos ser mais rápidos, precisamos resgatar aqueles que foram raptados daqui, cada minuto que passa o Governo avança um passo de transformar o chumbo branco em uma arma, precisamos impedí-los, eu devo isso a eles.Reclamava ao superior, matendo certo tom baixo ao tocar no assunto da arma, mesmo sabendo que isso poderia custar minha condecoração recém recebida, entretanto esse ímpeto de liberdade não calava-se, não perante ao sofrimento daqueles que não consegui salvar.

+ LEGENDA:  - Falas   "Pensamentos
HistóricoPost: 2
Nome: Askrad Novrdant
Profissão: Cozinheiro
Proficiências: Culinário | Preparo | Degustação | Pesca | Caça
Qualidades: Adaptável | Prodígio | Olfato Aguçado | Afinidade com Haki
Defeitos: Perfeccionista | Ambição | Heroico

Ganhos Proficiência Acrobacia, Promoção Rebelde


Perdas:



Localização: North Blue - Ilha Flevance

Objetivos
[/color][/color]
  • Completar 3 missões
  • Aprender 2 proficiências
  • Desenvolver mais as relações com os NPC
  • Conseguir NPC acompanhante



NPC’s

  • Glowr: Oficial do exército que designou as missões para Askrad. Encontrou-o nas Minas de Flevance quando estava afetado pelo Chumbo Branco, deu a ele uma refeição e foi nesse momento que ele se identificou e passou suas ordens. O loiro considera o superior como um bom amigo e admira-o pelas suas habilidades intelectuais.
    cias da doença, talvez incapaz de deixar Flevance ou de lutar pela causa novamente.


Kekzy
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Avance! O resgate dos pacientes de Flevance! 53866911
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Kekzy
Narrador



Havia um velho sofá na área de socialização. Berthold sentava-se no meio, com um prato de comida sobre as pernas, enquanto ao seu lado sentava Glowr e ao outro lado Uzz. Askrad permanecia de pé próximo ao sofá, um tanto inquieto. Tinha lá suas preocupações genuínas e não entendia o porque não já estava em Lvneel combatendo o Governo. Diante das reclamações, Berthold erguia o olhar para o Rebelde, levando o garfo com comida até a boca e mastigando por alguns segundos de silêncio antes de falar.

Eu entendo os seus sentimentos, Askrad - chamou assim, de forma casual. — Um revolucionário tem que ter esse espírito, de sempre querer fazer o possível, de estar onde os outros precisam de nós. Eu admiro isso - dava mais uma garfada, antes de prosseguir. — Mas como alguém mais experiente, tenho que te alertar que, para nós, a mesma motivação que nos move é a que nos mata. Sem chances de ter tentado deixar a ilha logo após o incidente do Laboratório. Esse é o momento que a Marinha e o Governo estão mais alertas. Há um rigoroso controle sobre as embarcações que entram e saem do porto, das regiões costeiras e das próprias rotas marítimas. Se eu ou o Glowr tivéssemos te mandado antes, estaríamos apenas decretando a sua morte - o Oficial declarava, olhando para o lado, para Glowr, o qual assentia com a cabeça em concordância.

Nesse momento, Glowr puxava da mesinha à frente, cheia de jornais, um deles. — Não sei se chegou a ver, mas colocaram uma recompensa sobre sua cabeça. Eliminamos Kurai Mori, mas um dos agentes fugiu. Quando adentramos o andar subterrâneo, ele estava perto dos armários, bastante ferido e inconsciente. Não tínhamos tempo de dar atenção a ele, então ele ficou para trás, fugiu durante a luta - contou, jogando o papel em direção ao peito do cozinheiro. Esse agente era aquele que Askrad não tinha finalizado após surpreendê-lo com um golpe surpresa. — Quando você não corta a erva daninha pela raiz, ela continua a crescer e volta para para te atazanar - Berthold lecionava para Askrad, em tom crítico.

Nossos camaradas de Lvneel já estão cientes da situação e estão reunindo informações por agora. O Governo está mais cauteloso e não deve estar fácil para eles. A comunicação entre ilhas está perigosa por aumentarem a força tarefa e consequentemente os den den mushi interceptadores... estão tentando nos fisgar. Por isso digo, controle os seus sentimentos ou eles te matarão - a autoridade revolucionária em Flevance proferia austeramente. — A última missão que você completou com Glowr foi justamente para eles não terem os materiais necessários para continuar a pesquisa. Mesmo que tivessem, levará um tempo até que se reestabeleçam, uma facilidade avançada de pesquisa adaptada para uma pesquisa específica não se constrói da noite pro dia - comentava, tentando tranquilizar o Rebelde.

É certo que precisaremos de reforços em Lvneel para uma grande operação, mas o momento irá chegar, e quando chegar, vocês tem que estar preparados para serem mobilizados. Até lá, essa semana, o Oficial Glowr irá supervisionar a próxima missão de vocês, Askrad e Uzz. Com o último acontecimento temos muitos novatos e poucos treinadores. Vocês são nossos recém-promovidos, devem aprender a assumir responsabilidades maiores. Lembrem-se que a nossa causa não é de hoje, nem de amanhã. Só conseguiremos algo nessa vida pensando a longo prazo, e isso inclui aprimorar nossas forças militares de base - explicava, designando a próxima missão de Askrad e Uzz.

Quando Novrdant olhasse o jornal, encontraria uma foto sua em um cartaz de procurado. Na foto poderia perceber um cenário diferente, o qual reconheceria como sendo de Minion. Seria notável em seu rosto que aquela fotografia tinha sido tirado anos atrás, quando o seu rosto era muito mais jovial. Nela, andava para afrente, mas olhava para trás sobre o ombro, como se procurasse algo. Evidentemente seria uma surpresa. Como tinham uma foto daquelas? O que mais o surpreenderia, no entanto, seria que atrás de si, mais ao fundo e pequenas no retrato, figuras familiares brincavam no morro de neve. Uma mulher segurava as mãos das crianças, de costas para a câmera, ao canto da foto, mas o seu rosto olhava sobre o ombro, à semelhança de e para Askrad. Não precisava olhar com atenção para reconhecê-los, mas com certeza precisava fazê-lo para acreditar. Era a sua família, que agora acompanhava a sua jornada no jornal mais famoso dos mares, junto ao pai e marido, estampados em um cartaz:

Vivo ou Morto
B$ 2.100.000

Askrad? - escutaria, sem nem saber quem tinha falado. — Askrad? Está tudo bem? - Glowr se levantava, colocando a mão no ombro do companheiro, preocupado. — Podemos ir para a sala de treinamento agora? Tenho certeza que os novatos querem tê-lo como instrutor - Glowr relembraria da missão recém designada de treinar os recrutas sob a supervisão do Oficial do Exército. Como Berthold tinha dito, essa era uma batalha a longo prazo e colocar Askrad e Uzz naquela posição era como um estágio docência para professor universitário. Não era novidade que Glowr colocara suas fichas em Novrdant, como uma estrela em ascensão - mas ainda precisava assumir responsabilidades e provar cada vez mais o seu valor para o Exército.

***



Controle



Personagem: Askrad Novrdant
Nº de Posts: 02

Profissão: Cozinheiro
Proficiências: Culinária, Preparo Degustação, Peça e Caça

Qualidades: Adaptável, Olfato Aguçado, Afinidade com Haki e Prodígio.
Defeitos: Perfeccionista, Heroico e Ambição.

Ganhos: Proficiência - Acrobacia (Post 01); Promoção - Rebelde (Post 01); Missão (Post 02 ao X)
Perdas:

Carteira: B$ 18.625.000

NPC's: NPC Importante Berthold Algenor.
Extras:


Off

Sua verdadeira missão é descrever essa cena e um flashback do momento que essa foto do cartaz que descrevi foi tirada, de forma pica, como é um momento de desenvolvimento importante pro personagem, vou considerar a qualidade dessa criação pros ganhos fora do salário.

Depois, nessa missão de treinar os caras, já adianto que quero tirar daí ao menos 2 NPCs combatentes, a gente vai construir esses NPCs juntos, algumas coisas vou introduzir, e nisso você vai aprimorar eles, à medida que narra o treinamento (pode usar de até uma semana nesses próximos posts), a forma de treinar cabe a você. Próximo post basta ir pra lá que a gente começa isso. Eles possivelmente irão te acompanhar pra Lvneel pras próximas missões, serão "sua armada" (não é sua porque você ainda não tem cargo pra isso, mas vamo dar vida aos randoms desse jeitão).

Midnight
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O
uvir o oficial falar era reconfortante, pelo jeito ele não era tão preguiçoso e como falavam e sua fama parecia proceder, era alguém benevolente, não só generoso como também sábio. Nesse ponto ele e Glowr estavam cobertos de razão, meu ímpeto de ajudar os outros, por mais puro que fosse, poderia ter nos colocado em perigo se o primeiro pensamento fosse sair dali com pressa, tinha noção de que a marinha estaria de olho redobrado após o incidente, porém não tinha a vivência deles e isso que, bem como ele dissera, importava. Poderíamos ser bons, mas eles eram maiores em número e em armas, essa diferença ficou evidente no último combate e com os holofotes voltados a nós a tragédia poderia ser bem pior. Repreendia-me internamente, sentindo levemente abatido com o pensamento do que poderia ter sido a sentença de morte de não só eu como os recrutas que decidissem nos seguir.

Notava o mais velho sair de seu canto com um objeto na mão, esperava a luz reluzir contra o mesmo e percebia ser um jornal, fazia bastante tempo que não via um daquele, estava tão preso no mundo de Flevance que esquecera até do mundo exterior, e de fato muito devia estar ocorrendo, não era só essa cidade a única sofredora no mundo, nem de longe, ainda havia muitas almas para se salvar por aí. Observava ele percorrer as páginas e avistava uma silhueta familiar, ou melhor, muito familiar. O suspense era logo quebrado pelo mais graduado, então o Governo havia me reconhecido, perguntava se os colegas de Minion talvez me reconhecessem ali e talvez estariam se questionando que loucura eu estava fazendo ou estivessem muito preocupados escondendo seus laços comigo para não levantar nenhuma suspeita de coação. Ouvindo Berthold minha memória aflorava, memorava daquela figura caída no canto da sala, praticamente derrotada, era um inimigo, porém ele não demonstrava mais perigo, ele não havia ferido mais ninguém naquela sala, era realmente necessário matá-lo? Isso me fazia pensar um pouco sobre o valor da morte e do ódio, talvez se nós saíssemos matando a torta e direita, apenas porque eram o inimigo isso não nos fizesse parecer mais e mais com o que detestávamos?

Sutilmente me aproximava e pegava o jornal da mão do homem, e quando olhava melhor para a foto sentia algo mexer com meu interior, o estomago embrulhava na medida que as duas “manchas” ao fundo rapidamente atraiam a atenção, sentia o corpo ficar mais gelado, não um gelado súbito como se a pressão sanguínea caísse, mas sim uma sensação gélida gradual como se algo batesse em minha pele, algo pequeno, um floco, tal como a neve de Minion. Ouvia uma voz ao longe me chamar em um tom alegre e inocente, uma voz doce e um pouco fraca, uma voz que era inconfundível. – Pai! Me chamava mais baixo. Pai! Um pouco mais alto. – PAI! Um grito e então meus olhos arregalavam. A paisagem radicalmente mudara, não estava mais na humilde base revolucionária, o piso trocado por uma fofa e densa camada de neve, o calor das tochas e a luminosidade dos lampiões trocado pela luz tenra da manhã e a queimação leve ao sentir os flocos de neve em contato com a pele nua da face e braço, a sensação das roupas pesadas tentando poupar o calor do frio intenso. Sentia dois cheiros no ar, um perfume de lavanda e outro doce, algo como cereja, inconfundíveis. Pela primeira vez em muito tempo senti medo, medo de que estivesse em uma ilusão, medo de viver novamente o que viria a seguir, pois sabia o resultado seguinte daquela manhã. Porém e se isso não fosse uma ilusão? E se tudo isso que vivera na revolução e bem, a minha perda possem apenas um devaneio? Um pesadelo acordado? E se na verdade aquela fosse a realidade? Ah, como queria! Forçava meus pés, o tronco, lutando contra uma inércia anormal, queria ao menos ver o rosto delas mais uma vez, independente de ser um sonho ou não e estendia a mão tentando alcança-las.

Então, alcançava apenas o ar, meus olhos piscavam e não estava mais em Minion, mas sim em Flevance. Sentia uma mão no ombro, e meus olhos iam de encontro aos de Glowr, ele falava algo sobre treinar os novatos, não respondia. Via-o então dar prosseguimento indo para a sala, e sentia um certo calor e umidade na bochecha direita escorrer. Parecia tão real, por quê? E mais importante, por que não conseguia lembrar do rosto delas nessa foto? Lembrava até de seu cheiro, mas a memória de suas faces não chegava até mim, seria essa a minha punição por ter deixado pessoas inocentes morrerem pelas mãos da tirana?

Depois de ter alcançado e Glowr e chegar até a sala de treino, olharia para todos os presentes ali. Poderia dar alguma lição para eles sobre cozinha ou sobrevivência, habilidades que com certeza seriam úteis no futuro, mas a mente ainda estava muito lotada, precisava de algo para esvaziá-la, dava alguns passos em direção a sala e procurava então uma espada de treino por ali, de certo eu não estaria na minha melhor forma, mas era o suficiente para ensinar algo para eles, e para me ajudar a esquecer o recente deja-vu.
- Peguem suas armas. Dizia brevemente. – Primeira lição: tenha um motivo para lutar, pensem em alguém que queiram proteger, de alguém que queira se vingar, quem deseja libertar, ou até mesmo se deseja se proteger. Dizia afastando um pouco as pernas, flexionando um pouco o quadril e tomando uma postura mais sólida, deixava a espada na altura dos ombros, com as duas mãos no cabo, a lâmina deitada e apontando contra um dos recrutas, era algo entre a postura do leão e do tigre, um experimento. – Segunda lição: sozinho são fracos, juntos são fortes. VENHAM! Dava um grito mais intimidador, convocando-os para a batalha.

A ideia era bem simples, esperaria o primeiro avançar e rapidamente deferia seu golpe com a espada, trocaria de postura para a do jaguar e tentaria ao máximo contornar os adversários pelos lados, a ideia era segurá-los para que um acertasse o outro, ficassem descoordenados, se atrapalhassem, buscaria desviar de um lado para o outro, contornando, rolando, esquivando entre os lados, isso para ver quem era quem ali afinal sabia que alguns recrutas como Funn não eram aptos para o combate e saber isso era fundamental, não poderia levar os despreparados para Lvneel pois sabia que seria suas sentenças de morte. Aproveitaria as brechas dadas para golpear os recrutas conforme podia, desferindo golpes relativamente medianos em força, mas velozes, buscando meio que “eliminá-los” na nossa brincadeira. Pensava também nas palavras de Berthold, se estivesse em combate precisaria eliminar os inimigos remanescentes, e mesmo que eu não concordasse totalmente, para poder ter esse direito de escolha precisava manter-me mais forte que o inimigo, afinal eu deveria ser o caçador em sua caçada.

Por fim, quando sobrassem menos soldados, tomaria a postura do leão e sem aviso tomaria uma nova variação de minha postura, deixaria a lâmina acima da cabeça com um arco, a mão esquerda deslizando do cabo até a ponta, o quadril flexionado, pronto para um salto e então daria o bote saltando, empurrando com força minha espada de madeira com a mão direita, avançando em direção de um dos recrutas em uma estocada violenta e rápida.

Avance! O resgate dos pacientes de Flevance! 5cc6736fbd2c0c38a529700ef8a4cf3d

Se os recrutas conseguissem desviar ou então bloquear os golpes, o que seria uma surpresa, então trocaria de postura para a do tigre, tomando uma postura mais equilibrada ao centro e buscaria defletir seus golpes, esperando uma abertura para contra-atacar com um golpe em seus ombros ou nas mãos dominantes.
+ LEGENDA: - Falas "Pensamentos
HistóricoPost: 3
Nome: Askrad Novrdant
Profissão: Cozinheiro
Proficiências: Culinário | Preparo | Degustação | Pesca | Caça
Qualidades: Adaptável | Prodígio | Olfato Aguçado | Afinidade com Haki
Defeitos: Perfeccionista | Ambição | Heroico

Ganhos Proficiência Acrobacia, Promoção Rebelde


Perdas:



Localização: North Blue - Ilha Flevance

Objetivos
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  • Completar 3 missões
  • Aprender 2 proficiências
  • Desenvolver mais as relações com os NPC
  • Conseguir NPC acompanhante



NPC’s

  • Glowr: Oficial do exército que designou as missões para Askrad. Encontrou-o nas Minas de Flevance quando estava afetado pelo Chumbo Branco, deu a ele uma refeição e foi nesse momento que ele se identificou e passou suas ordens. O loiro considera o superior como um bom amigo e admira-o pelas suas habilidades intelectuais.
    cias da doença, talvez incapaz de deixar Flevance ou de lutar pela causa novamente.



Kekzy
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Kekzy
Narrador



As lembranças daquele fatídico dia faziam seus olhos verem, mas não perceberem; estava ali, mas não sentia o espaço ao seu redor; escutava, mas não compreendia. Em sua mente a neve alva de Minion derretia lentamente, virando água que corria e levava consigo aquelas memórias saudosas do último dia de paz, até regressar para a morna sensação de Flevance.

Seu lugar agora era aqui. Estava tão absorto que quando voltou a si, estava arrodeado por três dos quatorze novos associados resgatados no incidente do Laboratório. Uzz estava próximo, com outros três recrutas. Glowr ficava no espaço entre ambos, supervisionando todo o processo do treinamento como um estágio docência, afinal, era uma tarefa própria de patentes maiores, mas era especialmente confiada às duas estrelas em ascensão para nutri-las, apostando em seus futuros brilhantes, tudo sob o olhar avaliador de um veterano e Oficial do Exército.

O primeiro deles era Yirkas, um mink jaguar. Tinha uma aparência originalmente robusto, mas atualmente esmaecida pelo processo de recuperação que passava. Era bastante novo, contando com não mais que 15 anos. Sua história em Flevance começou quando foi raptado pelo Governo, nascido em Hasagt Altai, na 1ª Rota da Grand Line, após seus genitores terem migrado de Zou. Seu físico era apropriado para as linhas de frente, mas ainda não estava completamente recuperado. Foram 4 anos vivendo com o básico e com muitos sedativos e calmantes quando foi capturado para ser cobaia do Laboratório Stairs. Algumas manchas próprias dos jaguares se esbranquiçaram em sua pele, em razão da exposição ao chumbo branco. Seu estilo de luta era o Mink Ryu, talvez um estilo novo para Askrad, mas nem o rapaz parecia saber o que estava fazendo pela sua postura corporal.

O segundo deles era um rapaz muito azarado chamado Bannele, que tudo em sua vida parecia dar errado, mas ainda possuía uma otimismo chocante. Era possível sentir que era muito determinado e espirituoso, mas parecia muito ingênuo, apesar de ter alguma experiência segurando a arma, podia dizer, pelo jeito que se posicionava. Também era jovem, contando com cerca de dezesseis anos. Sua recuperação tinha sido rápida, mas parecia ter estancado, de modo que apenas 70% de suas manchas sintomas do envenenamento por chumbo branco desapareceram. Usava uma espada curta e roupas leves de um aventureiro.

O terceiro era mais velho que os outros, com cerca de vinte e um anos. Não tinha se apresentado, ficando de cara fechada. Sua expressão era mais sombria e era o que mais atiçava o espírito combatente de Askrad. Podia sentir em seu olhar que era desafiado pelo rapaz. Ele segurava duas adagas de madeira nas mãos, com bastante firmeza. Ele sabia o que estava fazendo, podia dizer.

E o terceiro foi o primeiro a avançar quando Askrad os provocou. Os outros dois ficavam para trás, com a reação retardada. Uma grande falta de sincronia. Isso facilitava as coisas para o mais experiente Rebelde, mas era surpreendido por um pulo rápido e um corte afiado do loiro. Conseguia defletir o ataque que não era muito forte, mas traiçoeiro. Se fosse coordenado e dado no momento certo, não seria capaz de defendê-lo.

O segundo a se juntar foi o mink, que se impulsionou para frente com tudo e tentou acertar Novrdant com as unhas - o único perigo real ali. Seu equilíbrio estava deplorável, no entanto, e por isso errou o golpe quase se destrambelhando. Não estava costumado com o seu corpo, era evidente. Para piorar, tanto ele quanto o gatuno expressavam traços de raiva no rosto; mais importante, eles cheiravam a raiva. Um cheiro que Askrad conhecia bem.

O Bannele se juntava por último, era o único que tentava coordenar os seus ataques com os outros, esperando eles agirem para agir de forma complementar. Todavia, apesar de ter essa ciência, era difícil agarrar a oportunidade. Uma coisa era a teoria e a outra o papel. Seus golpes eram muito simples e previsíveis, não passando de balançar a espada diagonalmente, emprestando um pouco da força de seu corpo pequeno, o que deixava uma abertura ao final do movimento, por deixar o corpo inclinar demais. Curiosamente ele cheirava a euforia. A quanto tempo Askrad não sentia aquele cheiro? Sentia até dificuldade em associar o cheiro à emoção.

O Caçador de Feras não parecia ter problemas com os recrutas, os quais mais se atrapalhavam do que ajudavam, caindo nas armadilhas do sagaz combatente. O primeiro a cair foi Bannele, sendo acertado nas costas e caindo de joelhos no chão, de mãos apoiadas. Yirkas foi o segundo, pois seus impulsos eram muito diretos e sabendo o que viria, com o pouco equilíbrio que tinha, foi fácil fazê-lo rodopiar no chão após bem o quarto avanço frontal; o cheiro de raiva dele tornava-se medo, angústia. O loiro não foi fácil de derrubar, e era dele que Askrad sentia o cheiro mais forte, uma raiva intensa, que também se expressava no urro que soltava antes de tentar golpear Askrad por cima, após um salto, aproveitando o momento que acreditava que ele estava de guarda baixa após derrotar Yirkas. Seu estômago foi severamente punido e num instante o novato perdeu as forças, caindo no chão feito tronco morto, com dificuldade para respirar. Quinze minutos tinham se passado e estavam todos cobertos de suor.

Aos poucos eles se erguiam novamente, recuperando suas forças. Nesse momento, Glowr intervia — Talvez uma rotação faça bem, você quer que alguém reveze com os recrutas que estão sendo treinados por Uzz? - indagava, apontando para o outro lado. Eles não estavam acabados, no entanto, cada um ainda guardava uma carta na manga! E estavam prontos para usá-la, sem aceitar serem humilhados dessa forma.


Controle



Personagem: Askrad Novrdant
Nº de Posts: 03

Profissão: Cozinheiro
Proficiências: Culinária, Preparo Degustação, Peça e Caça

Qualidades: Adaptável, Olfato Aguçado, Afinidade com Haki e Prodígio.
Defeitos: Perfeccionista, Heroico e Ambição.

Ganhos: Proficiência - Acrobacia (Post 01); Promoção - Rebelde (Post 01); Missão (Post 02 ao X)
Perdas:

Carteira: B$ 18.625.000

NPC's: NPC Importante Berthold Algenor; Bannele; Yirkas; Loiro.
Extras:


Off

Foi pica mesmo a descrição da cena do cartaz, parabéns, mano!

Se quiser trocar algum dos NPCs, pode trocar, ai você pode criar o NPC que você for trocar. Nessa rodada você será o responsável por descrever qual era a carta na manga de cada um deles, dê uma técnica especial para cada um que você manter! Pode narrar a cena sem problemas.

Midnight
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Revo Nation
O
s recrutas eram até melhores do que eu esperava, pareciam ter o mínimo necessário, sabiam como ao menos segurar uma arma, ou então tinham alguma posição de combate. Entre os três deles, um chamava mais a atenção, não sabia seu nome, porém seu semblante mostrava que estava determinado a me derrubar e corroborando a isso era o primeiro a avançar, seus movimentos eram rápidos, o que me fazia até ter que ficar mais atento, porém ainda assim era muito fraco, faltava experiência de combate naqueles movimentos, mas dava para sentir sua aura, mais do que isso, todos ali pareciam exalar algum tipo de cheiro, euforia e principalmente raiva, questionava-me no intervalo de golpes a razão de todo aquele sentimento, estariam sentindo-se postos de lado por conta da dinâmica da base ou estariam preocupados com seus antigos companheiros no laboratório?

De todo modo, o combate não durava muito, uns desvios para cá, golpes para lá e então os três estavam caídos, de todos eles aquele loiro era o mais forte deles, de longe, não só estava determinado o suficiente para matar alguém, como a raiva aflorava dele, essa combinação era poderosa, porém explosiva, cabia a mim então domar a fera naquele instante. Preparava para a segunda rodada quando ouvia Glowr falar, pendia a espada e levava a mão para o queixo pensando nesse assunto. Os três tinham potencial, todavia pareciam faltar de entrosamento, um espadachim, um lutador, um gatuno, uma combinação forte para combates de curta distância a qual era minha especialidade. Poderia até pedir para trocar para um combatente a longa distância, todavia do que adiantaria convocá-lo se não pudesse ensinar nada de tão útil? Além do mais, parecia que aqueles três estavam começando a ter alguma sinergia e isso era a chave para o futuro, afinal assim como Glowr, eu estava começando a ter um papel de preparar a nova geração.

- Não, vou ficar com eles. Dizia apontando a espada para cada um deles, passando da esquerda para a direita conforme falava. - Garotos, vocês têm potencial, mas tem que pensar como um time. Vejam a natureza, os animais não atacam sozinhos, se nem um leão consegue derrubar uma fera sozinha, por que vocês conseguiriam?Dizia tentando insinuar a minha posição em relação a eles. – GYAHAHAHA ! Segunda rodada, venham juntos! Vou mostrar para vocês a razão do nome do meu estilo!

Então os três desafiantes trocavam breves olhares e sinais com os olhares, como se estivessem tentando acertar o plano. O primeiro que avançava era Bannele, levantava sua espada e em resposta eu imediatamente assumia a postura do Leão, não partiria para a defesa dessa vez, quando o via avançar rapidamente saltava em sua direção com o máximo de força nas pernas tomando ar, tentava acertá-lo em um golpe descendente e nesse momento sua expressão facilmente trocava para uma de surpresa e até terror, ele cedia seu golpe e rolava para o lado, me fazendo pousar com a lâmina quase tocando o chão. Notava que talvez esse fosse até um movimento pensado, ou sorte de principiante? Em um pulo se levantava, tomando a postura do tigre, via uma sombra passar pela direita, seus movimentos eram rápido, mas seu cheiro entregava, movia os olhos em sua direção e naquele êxtase de combate conseguia ver ele em um saldo diagonal, colocando seus punhos próximos do peito, concentrando-se, era quase como se o tempo parasse por poucos segundos, notava sua direção e sem pensar duas vezes abaixava colocando o cabo da espada a frente e subindo. Ao perceber o movimento era tarde demais, o mundo “descongelava” e conseguia notar que o lutador golpeava o ar com força como se estivesse pronto para atingir uma árvore e com certeza daria um bom estrago, todavia não havia previsto esse tipo de desvio e quando notava recebia no queixo o cabo da espada de madeira, fazendo-o perder a postura e cair para trás.

No instante seguinte, ouvia um urro vindo da direita e imediatamente olhava-o, percebia esse mais rápido do que o anterior, as adagas postas a frente do rosto, uma mais a frente que a outra, prontos para pular em um alvo e talvez esfaqueá-lo, lembrando muito o bote de uma cobra. Em resposta, rapidamente tirava meu corpo da linha e girava nos próprios pés, contornando-o e com força segurava na parte de trás do seu colarinho puxando suas roupas com força para trás e jogando-o contra o chão de costas. O combate parecia acabar, porém algo estava errado, dois ainda estavam no chão, faltava um, mas onde estava? Não conseguia ouvi-lo, nem o ver, entretanto respirava profundamente e aí sentia: raiva. Uma raiva muito forte circundando. E então ao girar meu corpo notava a figura não mais indo em um golpe diagonal aberto, mas sim uma estocada e na verdade uma ótima estocada, pela velocidade eu era obrigado a empunhar a lâmina e defletir o golpe apressadamente, com força, fazendo ela escorrer a direita, nada mal. Preparava-me para golpear de volta com um novo salto, a espada acima da cabeça, porém não era necessário, Bannele tropeçava nos seus próprios pés, cambaleando, e então caia batendo a cabeça contra um alvo de treino.

- Um jaguar que não tem velocidade, um lagarto que não consegue andar sem tropeçar, e uma cobra que faz muito barulho. Dizia olhando para Yirkas, depois Bannele e por fim o loiro. – Vai ser divertido treinar vocês. Dava mais uma risada e oferecia a mão aos recrutas para levantarem-se, aquele parecia um bom esquadrão, jovens com vontade de lutar mas que ainda tinham muito a aprender, muito a dominar. – Glowr! Acredito que o treino foi o suficiente por hoje! Estamos dispensados?

Caso fosse um afirmativo, então seguiria para o dormitório e então procuraria o loiro ou Bannele caso ele estivesse. – Então garoto, como estão os machucados? Espero que eu não tenha pegado muito pesado. Me diga, o que motivou a entrar para a revolução? Perguntava brevemente tentando obter a resposta daquele mistério todo: a raiva. Era normal as pessoas sentirem raiva, mas quando ela estava canalizada daquele jeito, se não domada, poderia tornar-se uma besta desenfreada e quando isso ocorria, não havia escolha se não matar a fera. Com humanos era o mesmo, se não dominássemos esse medo, o único futuro seria sermos postos ao ostracismo, até que nossa vida reduzisse a uma mera lembrança de nossas falhas, não desejava isso para nenhum daqueles garotos.



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Kekzy
Narrador



Bem pensado, Askrad resolvia manter os três recrutas, pois teria mais a ensinar a um usuário de espada e outros de combate corpo-a-corpo que outros estilos. Tinha um grande papel na germinação das sementes da revolução neles. Para os rapazes era até uma honra treinar com quem lhes estendera a mão arriscando a própria vida em um momento tão difícil. Os sentimentos que exalavam eram u mero reflexo da provocação de Novrdant, o qual lhes fizeram pensar no motivo que possuíam para lutar. Yirkas e o loiro sentiam a raiva ao realizar essa reflexão, já Bannele, euforia.

O segundo round começava com as expectativas um pouco maiores que o primeiro. Os associados ainda não tinham dado tudo de si. Seus melhores golpes eram desferidos nesse momento e aos poucos estavam se habituando aos parceiros. Sincronia era algo construído ao longo do tempo, no entanto, e alguém não excepcional não podia fugir disso, ainda que tivesse certo tato para isso, como Bannele demonstrou.

Este era, inclusive, o primeiro a avançar, seguido do loiro. Bannele demonstrava bastante resiliência ao conseguir retomar a compostura para mais uma rodada de golpes. Por último, Yirkas juntava-se à ofensiva. Ainda estavam muito bagunçados, no entanto, de modo que quando um começava a ir, a ofensiva do que tinha ido antes já tinha sido solucionada. Era um treino de 3 contra 1, mas que a dinâmica da luta para Askrad era como se fosse 1 contra 1, com ofensivas intercaladas. Por causa dessa derrota humilhante, eles começavam a perceber o quão grave era o problema da falta de coordenação.

Já estavam cansados com o passar de mais quinze minutos, no entanto. Bannele e o loiro, que tinham recebido golpes, sentiam dores no corpo. Apesar da luta não ser real, estocadas de um cabo de madeira eram bastante doloridas para um principiante, assim como cair de costas no chão de uma altura de mais de um metro, que era o pulo do gatuno.

Nesse momento, os três se recuperavam, tentando se reerguer. Bannele usava a espada de madeira para se apoiar e se levantar, com as duas mãos segurando fortemente ela; o loiro tentava erguer seu corpo anteriormente deitado, em posição de prancha, visivelmente arfante e sem tantas energias - era bastante explosivo, mas não parecia ter muita estamina; Yirkas, por sua vez, parecia forçar muito suas pernas cambaleantes a cada dash repentino que dava, pois sua arma eram os avanços explosivos típicos de um jaguar, mas o seu corpo ainda estava se recuperando dos anos de cárcere. Todos os três tinham um motivo para continuar a lutar, no entanto, superando o cansaço e suas limitações. Os dentes cerrados e os olhares determinados eram um ponto comum entre eles. Resgatando memórias dolorosas, ambições esquecidas, sonhos enterrados por anos, o espírito deles os erguia! O cheiro da determinação extasiava Askrad, o qual podia se perguntar sobre quais eram as razões que faziam-nos querer lutar!


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A narração do combate está em dia, mas faltou o tempero, afinal, pedi por uma carta na manga de cada um. Por eles serem noobs, compreensível que não tenha levado pro lado de nada especial ou fora do que narrei, mas um nomezinho pra técnica, uma abordagem mais audaciosa, um plus, a cereja do bolo, faltou. O rogue atirar uma das facas pra te pegar de surpresa, algum movimento surpresa que te chocasse, explorar alguma vantagem que o personagem pode ter, etc, que dei a liberdade! No final das contas os personagens fizeram basicamente os mesmos movimentos que narrei anteriormente, o que não seria bem uma carta na manga, mas foi tudo bem narrado no quesito descrição, então seguimos, mas ficado prejudicado os extras que comentei 👀

Em mais uma chance, pra encerrar, agora cê nos conta o que mantém eles de pé, mesmo cansados e machucados. O que foi que eles pensaram na primeira lição que Askrad falou? Qual a motivação deles? Isso que quero que você nos diga, fazendo eles contarem aos gritos ou de outra forma que cê preferir na próxima rodada de golpes.

Midnight
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A
lgo especial movia aqueles garotos, não sabia totalmente suas histórias, apenas a partir do momento do resgate do laboratório, algo especial levava eles para frente, além do limite, esse era o famoso espírito da juventude, a vontade de fogo inabalável, mesmo a mais afiada lâmina não era capaz de suportar esse calor e cederia a sua vontade eventualmente. Entretanto, essa chama pouco tem a ver com sua idade na verdade, tem a ver com sua alma, é assim para eles e continua sendo para mim, vivíamos com a chama, ou melhor, erámos ela e carregaríamos a tocha da revolução, acendendo-a quantas vezes fosse incendiando a corrupção do Governo quantas vezes fosse.

Mostrava um largo sorriso para os garotos, um genuíno de satisfação, aqueles três estavam além das expectativas, se fossem bem regados dariam ótimos revolucionários e esse era o meu papel. Todavia seus cheiros, em especial do loiro, denunciavam algo grave: o descontrole emocional, era normal ser assim durante a juventude, mas a raiva deles era até demais. – O que move vocês até aqui? A memória dos seus amigos falecidos? O desejo de serem mais fortes para não se tornarem cobaias novamente? O desejo de se vingarem e vingarem seus amigos? Perguntava observando a reação a cada pergunta feita.

Incialmente, parecia que a pergunta sobre os amigos mortos na verdade os afastava, porém as últimas duas mudava totalmente a situação, os olhos explodiam em chamas, as forças necessárias para voltarem a batalha surgia e parecia que as feridas nem doíam tanto mais. “Muito bem.” Pensava enquanto notava eles tomarem suas posições. Enquanto isso eu também tomava minha posição, afastava brevemente os pés, respirava profundamente, movia o tronco levemente para baixo e o quadril um pouco para trás, os braços direito e esquerdo eram levados para a lateral do corpo enquanto meu punho erguia-se com a espada atrás da cabeça, deixando a mão totalmente ocultado pelo tronco. – Vou  mostrar a vocês uma técnica querida para mim. VENHAM JUNTOS! MOSTREM SUA RAIVA, SUA ALEGRIA, MOSTREM O MOTIVO DE ESTAREM VIVOS AQUI, VINGUEM SEUS AMIGOS!

Avance! O resgate dos pacientes de Flevance! Rengoku

Assim esperaria eles avançarem e quando chegassem novamente com seus golpes, agora em conjunto, falaria brevemente. Purgatório: Desferia um golpe mais forte ascendente, rasgando na diagonal e movendo o quadril com velocidade, tentaria pegar o máximo de torque possível, buscando acertar os rapazes para lança-los para longe (talvez isso me rendesse algumas broncas depois) mas queria mostra o caminho, queria mostra o quão longe eles estavam, porém onde poderiam chegar. Onda do Inferno! Dizia após ver a espada acertar o último deles.

Nesse instante sentia uma sensação estranha, algo como um deja-vu, e então vinha a memória uma dolorosa, porém tenra memória. Lembrava-me desse mesmo golpe, porém eu não era quem o desferia e sim quem o recebia. Do pouco que ainda memorava, a imagem do Sr.Satou era nítida, uma postura impecável, uma defesa impenetrável, longe do que eu realmente estava, não só isso, o golpe me acertava com uma força quase sobre humana, ele usava apenas uma espada de bambu, ainda assim a dor talvez fosse maior do que ser acertado com um porrete de aço. – Você nunca vai chegar aos céus se não souber como olhar para ele. Se olhar para o Sol, ficará cego, se olhar atoa, nada encontrará, precisa aprender a ver além das simples nuvens. Falava o velhinho ao me ver ao chão, cheio de hematomas e dores no corpo. Era o máximo que lembrava. Será que eu estava conseguindo deixá-lo orgulhoso?

Após os golpes, olhava para os três caídos e dava uma larga risada, olhando-os. – Uma vez um sábio me disse: “Você nunca vai chegar aos céus se não souber como olhar para ele. Se olhar para o Sol, ficará cego, se olhar atoa, nada encontrará, precisa aprender a ver além das simples nuvens”. Olhava novamente para os três, esperando que eles entendessem as palavras, talvez não agora, mas quem sabe no futuro. – Eu cuidarei de vocês a partir de agora.

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De fato, melhorar um pouco no manuseio de suas armas ou o físico dos recrutas era um objetivo, mas não era o principal. Mais do que isso, Askrad estava ali para transmitir-lhes um ideal, para dar ignição aos sentimentos reprimidos deles para que pudessem usar de combustível para crescer - e fazia isso muito bem ao provocar - e para introduzi-los à realidade de um combatente, além de desenvolver outras habilidades importantes entre eles, como a cooperação. Só de ver o efeito que o Rebelde tinha nos Associados deixava o Oficial Glowr sorrir de ponta a ponta, satisfeito. Era isso que ele queria ver, uma nova geração completamente motivada para lutar pela revolução.

O instrutor Novrdant encontrava um ponto comum entre eles, dois para ser mais exato. Um eixo partilhado que fazia a engrenagem de todos girar. O primeiro deles era o amargo sentimento de impotência que os três novatos sentiram e ainda restava neles após terem suas liberdades cerceadas e suas vontades expurgadas. Nunca mais queriam sentir isso, e sabiam que só existia um caminho: tornar-se forte para se opor a qualquer opressão. As memórias dos dias dolorosos e que pareciam sem fim enraizaram-se em suas mentes. A vontade de viver era um desejo, mas às vezes tão fraco diante da tentação de acabar com o sofrimento que eram submetidos. Resgatar essas memórias e aflorar os sentimentos guardados por tanto tempo faziam as veias saltarem, o coração acelerar e os músculos se enrijecerem.  

O segundo ponto era que todos lá tinham amigos ou pessoas que simpatizavam. Mesmo o loiro que parecia recluso tinha laços com as outras "cobaias". Ao longo do tempo em que eram "ratos de laboratório", como dizia Kurai, companheiros queridos se foram e mesmo quando não queridos, presenciaram enormes injustiças que atiçavam a chama que lhes impulsionava a fazer o algo que nunca conseguiram fazer. Agora, no entanto, concentravam suas energias para que um dia tivessem força para fazer esse algo quando o mundo lhes exigisse.

Askrad enfrentou uma última e poderosa investida dos três recrutas. Como um combatente, podia sentir que se levasse a sério dessa vez, seria engolido pelo peso que aqueles últimos ataques carregavam. A espada de Askrad também era pesada, no entanto; e o seu punho era forte. Purgatório: Onda do inferno, era o nome da técnica que fazia jorrar uma fonte de memórias para o espadachim. Dessa vez, os recrutas tinham coordenado ao menos o ritmo, avançando todos de uma vez, e não de um por um, como antes. Era isso que Novrdant queria, no entanto.

Em um som de madeira estalando, o espadachim acertou-lhes em cheio. Já estavam machucados e cansados, não tinham energia para desviar de forma efetiva. Se protegerem do golpe como puderem, sem deixar o espírito morrer. A força do golpe foi o suficiente para mandar-lhe rodopiando para trás, enquanto em um craaack! os pedaços de madeira da arma destroçada caíam sobre os alunos perplexos e esparramados no chão. Aplausos de Glowr ressoavam ao fundo. O Sol? Aquele que os salvara realmente lhes parecia brilhante. Essa tinha sido a primeira aula instrutória de Askrad, entre outras que se seguiriam até o dia da promessa de zarpar para Lvneel.

E esse dia chegava uma semana depois. Era hora de zarpar. Os seus queridos alunos ficariam mais um pouco, pois não era possível mobilizar tantos de uma vez sem chamar atenção. — Na costa sudeste há um navio pequeno te esperando, ele te levará até outro navio que estará passando por uma rota mais distante - Berthold informava, oportunizando que Askrad fizesse algumas últimas perguntas. Sua ia já era requisitada, mas tinha tempo de fazer despedidas.


Controle



Personagem: Askrad Novrdant
Nº de Posts: 05

Profissão: Cozinheiro
Proficiências: Culinária, Preparo Degustação, Peça e Caça

Qualidades: Adaptável, Olfato Aguçado, Afinidade com Haki e Prodígio.
Defeitos: Perfeccionista, Heroico e Ambição.

Ganhos: Proficiência - Acrobacia (Post 01); Promoção - Rebelde (Post 01); Missão - Treinamento dos Associados/Estâgio Docência (Post 02 ao 05)
Perdas:

Carteira: B$ 18.625.000

NPC's: NPC Importante Berthold Algenor; Bannele; Yirkas; Loiro.
Extras:


Off

Foi bacana, principalmente o resgate das memórias do personagem! Agora simbora, matar essa ansiedade!


Midnight
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O
 caminho para aqueles jovens era longo e tortuoso, deveriam crescer, se apaixonar, sofrer e chorar, tudo isso para que florescessem nas suas melhores versões. Para viver era preciso sofrer, e para sofrer era preciso viver, o eterno dilema da existência. Era nisso que pensava enquanto via a cena dos três caídos ao chão, atordoados e perplexos tanto pelo impacto do meu golpe quanto pela primeira vez terem visto o que havia além da barreira chamada limite.

Esse era o primeiro passo, não só deles como o meu, precisava tornar-me mais forte e esses três seriam a chave para isso.
Os dias seguintes não foram tão importantes, entretanto o destaque vale para um, deveria ser o terceiro ou quarto dia, os aprendizes ainda se recuperavam dos hematomas, todavia esse ínterim era ideal para me aprimorar. Uma coisa que notara era que de fato minha habilidade com a espada era boa, mas e sem ela? Eu não era o melhor lutador de todos, sabia me virar um pouco, mas não brigar sem espadas, além disso, Yirkas era um pugilista e se eu não conseguisse aprender a bater talvez o ensinaria alguns movimentos defensivos contra lâminas, mas não ofensivos. De todo modo, talvez fosse interessante eu começar a aprender a arte do punho.

Todavia quem poderia pedir apoio nisso? Pensava nos possíveis candidatos e um em especial vinha a minha cabeça Um jovem rapaz moreno vinha a memória, seu nome..Ricky! Um auxiliar da taberna e bom parecia ser alguém bom de briga. Sendo assim procurava-o, inicialmente ele parecia estranhar minha volta, e eu estranhava que ele não me reconhecia pelo cartaz, ficava um pouco surpreso por isso ou preocupado de estar em uma armadilha, de todo modo transmitia meu desejo e após algum receio o grandalhão decidia me ajudar.

Início de treino proficiência: Briga

Primeiro fizemos um pequeno treino, trocando socos devagar, e em seguida ele começava a me explicar alguns movimentos mais elaborados, algo como uns socos com mais classe ou formas de desviar, porém tudo ali ao contrário de um estilo de espada parecia rudimentar, não só isso, o estilo de luta dele não restringia-se a punhos, ele mostrava como objetos podiam ser extensões na briga, garrafas em especial, mas outras coisas como rochas e pedaços de madeira tornavam-se objetos bem interessantes no combate. Ele contava algumas brigas que tivera no bar, afinal como segurança de uma taverna ele tinha bastante coisa para contar, divagava sobre como uma vez tinha enfrentado alguns bêbados com apenas socos e enfrentado um marinheiro bêbado armado com uma garrafa e um pedaço de pão duro.

No mais eram todas histórias interessantes, ele tentava de alguma forma demonstrar os movimentos que fizera e com isso eu conseguia aprender. Não só isso, nosso treinamento estendia-se ao longo de toda a manhã e em seguida da tarde, a cada soco trocado parecia que nossa velocidade e forma começava a assemelhar-se a o ponto de quase sincronizar, no fim sentia que tinha aprendizado algo.

Então, Ricky me convidava para tomar uma bebida na taverna e sem pensar duas vezes atendia o pedido. No meio de um copo e outro sentia um cheiro estranho vindo da porta, algo como medo, euforia e até um sentimento de..o que era mesmo? Não lembrava, mas de alguma forma lembrava-me a sensação de quando uma presa estava pronta para caçar. E quando ouvia meus próprios pensamentos abria os olhos para a minha situação, estava em uma taverna, eu recém procurado, enquanto ele estava ali, deveria ter me vendido. Bati o caneco contra a mesa, acusando-o, mas ele retrucava gritando que o chamar de traidor era uma ofensa sem tamanho. A porta era aberta com um chute e dela saiam quatro marinheiros, olhava-o novamente e ele surpreendente estava atônito.

Eis que o verdadeiro vilão se mostrava, o último a entrar era ninguém menos que o dono da “Ouro dos Tolos” um velho gorducho pra lá de arrogante. Ricky gritava algo como ter sido usado de catapulta para vender e o dono apenas dava de ombros, dizendo que estava fazendo seu dever como civil. Entretanto, antes que eu mesmo pudesse pensar em algo, o outro já partia para cima dos marinheiros, acertando o primeiro com uma garrafada em cheio. Parecia querer dar uma abertura para fugir, mas não, eu não o abandonaria.

Era hora de colocar em prática os aprendizados, avançava sobre os inimigos, nocauteando o primeiro com um soco breve no meio da fuça, fazendo-o bater no amigo de trás. Na sequência pulava sobre uma das mesas puxando uma cadeira e batendo-a contra a lateral de sua cabeça, vendo-o cair desacordado. Ricky na sequência ocupava-se do último marinheiro enquanto eu via o denunciante correr. Sem perder tempo, disparava atrás do mesmo e pulava com os dois pés em suas costas como uma voadora, via-o bater a fuça no chão e sua boa ensanguentada com um dente a menos, ele levava as mãos ao rosto pedindo perdão e eu apenas largava-o, deixando cair contra o chão, olhava diretamente seus olhos e esperava que ele tivesse entendido o recado.

Fim do aprendizado

[...]

Mais alguns dias passavam-se, ficava preocupado com a repercussão da outra noite na cidade, mas parecia que Ricky de alguma forma tinha controlado a situação, perguntava-me o motivo dele ter me ajudado, seria por simpatia à revolução? Ou por que ele tinha um sentimento de lealdade com quem trabalhou? Ou algum outro motivo? Até estava curioso para saber, mas não havia mais tempo, havia outro trabalho emergindo.

Encontrava-me com o Oficial Berthold e ouvia suas instruções atentamente, por fim suspirando pesadamente. – Sinceramente, estou um pouco preocupado e também me sinto mal por deixar os meninos aqui, com certeza eles desejam resgatar seus amigos, mas concordo com o pensamento de que eles não estão prontos. Colocá-los em uma situação perigosa assim seria demais até mesmo para eles, creio que lá será bem diferente do que a situação que tivemos aqui. Cruzava os braços por fim balançando a cabeça negativamente. – Por favor cuide deles oficial. Eu voltarei para buscá-los, irei pessoalmente moldar esses diamantes em lâminas.  Assim pegava minha mochila com minhas coisas colocando nas costas e olhando para o jovem superior. – Senhor, quais são minhas ordens a partir do momento quem embarcar? Em quem devo confiar nessa missão? O que posso esperar em Lvneel?

Logo depois que ele me dispensasse, seguiria para a costa sudoeste, tentando evitar os caminhos principais, seguiria por algum percurso mais demorado, porém alternativo, buscando sair dos holofotes, tentaria achar algum monte ou colina mais alta para observar a costa e então tentaria achar o tal navio. Achando-o, seguiria então o mais discreto que pudesse para sua entrada e ao chegar nele olharia primeiro o movimento antes de entrar e quando fosse seguro seguiria para adentrar.




+ LEGENDA:  - Falas   "Pensamentos
HistóricoPost: 6
Nome: Askrad Novrdant
Profissão: Cozinheiro
Proficiências: Culinário | Preparo | Degustação | Pesca | Caça
Qualidades: Adaptável | Prodígio | Olfato Aguçado | Afinidade com Haki
Defeitos: Perfeccionista | Ambição | Heroico

Ganhos Proficiência Acrobacia, Promoção Rebelde


Perdas:



Localização: North Blue - Ilha Flevance

Objetivos
  • Completar 3 missões
  • Aprender 2 proficiências
  • Desenvolver mais as relações com os NPC
  • Conseguir NPC acompanhante


NPC’s
  • Glowr: Oficial do exército que designou as missões para Askrad. Encontrou-o nas Minas de Flevance quando estava afetado pelo Chumbo Branco, deu a ele uma refeição e foi nesse momento que ele se identificou e passou suas ordens. O loiro considera o superior como um bom amigo e admira-o pelas suas habilidades intelectuais.
    cias da doença, talvez incapaz de deixar Flevance ou de lutar pela causa novamente.

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Kekzy
Narrador



A útima semana de Askrad em Lvneel acabava desse jeito, com um reencontro com o nem tão saudoso Ricky, descrito como "Um jovem magro, moreno e bonito, com cabelo preto saiu da cozinha. Ele tinha um rosto magro e escuro, com um sorriso presunçoso da cozinha". Tinha sido o companheiro delegado pelo chefe da taverna "Ouro dos Tolos" para que acompanhasse o revolucionário a fim de que não passasse a perna no proprietário durante uma negociação.

Não eram tão próximos, mas tinham uma relação amistosa após Ricky perceber as qualidades de Askrad. Até ficava surpreso em vê-lo e não recusou o pedido, afinal, podia tirar dali alguma coisa também. Os treinos ocorreram bem, mas Ricky não era lá um expert e só podia ensinar o básico para o espadachim, que se adaptava muito bem às artimanhas da rua, já que fazia parte da sua natureza ser ardil. Na verdade, as coisas não tinham ocorrido tão bem assim...

O gerente da taverna não estava satisfeito com o negócio firmado com Askrad já que não durara muito. Vendo a oportunidade de prejudicá-lo após reconhecê-lo no cartaz de procurado, imediatamente o fez. A briga com a marinha serviu de prática, contando com a ajuda de Ricky, que com certeza tinha se complicado após o ocorrido. O que ele decidiria fazer dali pra frente... mas o seu trabalho como segurança da taverna tinha ido por água abaixo.

[...]

No último encontro com o Oficial Berthold, este escutava e concordava com Askrad. — Sim, seria perigoso, mas você o melhor que pôde, incendiou os corações de uma nova geração em Flevance. Eu não poderia fazer isso, pois não estive envolvido, só alguém que eles tem bastante apreço poderia motivá-los assim. Se eles tinham potencial, agora se desenvolverão mais rápido, crescerão rápido como bambu e não como uma planta qualquer, por isso precisava que fizesse isso - comentava, agradecendo o espadachim pelo feito. — Eu sei que com certeza, quando eles estiverem prontos, irão te procurar, hahaha. Fique tranquilo, eles serão bem nutridos aqui, são joias muito valiosas - dava uma leve gargalhada, contente com a situação, tranquilizando Askrad com uma mão em seu ombro, frente a frente. Apesar de jovem, o Oficial falava com muita segurança.

Ao indagar quais eram suas ordens e a quem deveria reportar, a face de Berthold entortava, em evidente incômodo. — Procure o Comandante Jean Lihito... ele é um dos figurões do Exército no North Blue e está no comando das operações em Lvneel. Só tenha um pouco de cuidado com ele, ele não tem um bom temperamento... e nem faz as coisas de uma forma muito legal... - suspirava. — Mesmo entre nós você encontrará pessoas assim, sem escrúpulos - comentava, em tom ríspido. Era evidente que não se dava muito bem com o superior. — Sobre ele... - ademais, compartilhava algumas informações importantes.¹

Para além disso, foi informado que o barco de fuga era apenas um barco pesqueiro comum, no qual Askrad se passaria por um ajudante. O objetivo era apenas evitar o controle do mar próximo à ilha, até que desembarcasse em um navio mercante com destino em Lvneel. Encontrar a embarcação intermediária não foi um problema, e na companhia de um pescador simpatizante com a revolução interceptou o barco final arranjado pelo Oficial Berthold. A viagem levaria algum tempo, um pouco menos que um mês. Até lá, Askrad tinha tempo para treinar ou conhecer a tripulação.

¹ Pode considerar que sabe todas informações descritas sobre Jean Lihito na página do NPC da ilha Lvneel.



Controle



Personagem: Askrad Novrdant
Nº de Posts: 06

Profissão: Cozinheiro
Proficiências: Culinária, Preparo Degustação, Peça e Caça

Qualidades: Adaptável, Olfato Aguçado, Afinidade com Haki e Prodígio.
Defeitos: Perfeccionista, Heroico e Ambição.

Ganhos: Proficiência - Acrobacia (Post 01); Promoção - Rebelde (Post 01); Missão - Treinamento dos Associados/Estâgio Docência (Post 02 ao 05); Proficiência - Briga (Post 06);
Perdas:

Carteira: B$ 18.625.000

NPC's: NPC Importante Berthold Algenor; Bannele; Yirkas; Loiro.
Extras: 1/3 de Flevance para Lvneel


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Última edição por Kekzy em Dom Jul 24, 2022 8:58 pm, editado 1 vez(es)
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C
onforme as ondas do mar avançavam, as coisas também pareciam avançar, adentrar no navio intermediário não tinha sido um problema, assim como achar o navio final também fora relativamente tranquilo. A grande questão, entretanto, era o que viria a seguir. Conhecer Berthold e Glowr tinha sido um privilégio, pareciam pessoas ponderadas e com sabedoria, ainda que Glowr pudesse ser facilmente confundido com o Oficial devido a sua idade. Pelo que ouvia falar do comandante Lithio parecia ir na contramão dos exemplos que conhecera, um ser puramente estratégico e voltado à causa, porém alguém de caráter e métodos preocupantes. Bom, ainda não o conhecera pessoalmente então parecia até injusto julgá-lo com preconceitos, todavia os próximos meses não pareciam ser fáceis.

De todo modo, ainda parecia faltar bastante tempo para chegar em Lvneel, pelo que ouvira falar Flevance era bem longe da cidade que dividia Lvneel da Grande Rota, então natural que nossa viagem também demorasse algum tempo. Lembrava que no caminho talvez passasse por perto de Minion e quem sabe fosse possível ver sua ilha natal ao longe, mas isso dependia muito da rota que estaríamos fazendo. Eu estava em um barco estrangeiro, porém simpatizante a causa e isso já parecia ser o suficiente. Sendo assim, levantava-me e caminhava pelo navio, a primeira informação a descobrir era onde estava e por onde iria, isso me daria um bom norte. Outro ponto a descobrir era o que fazer ao chegar lá e por fim quanto tempo demoraríamos.

Sendo assim, me restava apenas recorrer ao desespero de ser útil, começava a andar pelo convés em busca de alguém da tripulação que parecesse minimamente interessado em me ouvir ou que parecesse ter o tempo para me ouvir. - Aham, com licença. Há algo que queria perguntar, onde estamos agora? E qual a nossa rota até Lvneel? Perguntava olhando para a pessoa que me atendesse. – Posso ajudar vocês em algo? E caso a resposta fosse afirmativa iria primeiro prosseguir para ajudar na tarefa, bom, era uma verdadeira “uma mão lava a outra”, se eu quisesse respostas tinha que merecê-las e isso somente o trabalho traria.



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HistóricoPost: 7
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Qualidades: Adaptável | Prodígio | Olfato Aguçado | Afinidade com Haki
Defeitos: Perfeccionista | Ambição | Heroico

Ganhos Proficiência Acrobacia, Promoção Rebelde


Perdas:



Localização: North Blue - Ilha Flevance

Objetivos
  • Completar 3 missões
  • Aprender 2 proficiências
  • Desenvolver mais as relações com os NPC
  • Conseguir NPC acompanhante


NPC’s
  • Glowr: Oficial do exército que designou as missões para Askrad. Encontrou-o nas Minas de Flevance quando estava afetado pelo Chumbo Branco, deu a ele uma refeição e foi nesse momento que ele se identificou e passou suas ordens. O loiro considera o superior como um bom amigo e admira-o pelas suas habilidades intelectuais.
    cias da doença, talvez incapaz de deixar Flevance ou de lutar pela causa novamente.

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Kekzy
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Os primeiros dias de navegação eram de apreensão. Quanto mais próximos de Flevance, mais perto da patrulha da marinha, o que podia gerar nervosismo. Nada ocorreu, no entanto, com tudo seguindo conforme o planejado. Identificando o ambiente, Askrad descobria estar em uma embarcação de mercadorias variadas, que transportava de tudo um pouco. Até poderia comprar alguma coisa que desejasse naquele momento se encontrasse e a mercadoria estivesse disponível; e se não estivesse, tudo podia ser negociável.

Em busca de mais informações, falavam-no que passariam próximos a todas as ilhas do North Blue. Inclusive, em algum momento, a ilha de Rubeck se tornava visível ao longe. Era apenas um ponto no horizonte, mas ajudava a se situar. Nesses dias, escutava uma história ou outra sobre a ilha, visto que os maritimos aproveitavam a oportunidade para contá-las.¹

Como contraprestação pela carona, Novrdant ficava responsável por auxiliar na cozinha, a qual já contava com um cozinheiro, o qual ao notar o quão bem o revolucionário cozinhava, acaba deixando-o mais encarregado que o normal. A tripulação era de uns oito homens, o que exigia algum empenho para prover a alimentação. Acabava sobrando tempo para outros afazeres, entretanto.

Como passatempo, a tripulação jogava cartas, dados e outros jogos de azar. Eram todos marujos comuns, sem muita notoriedade ou algo especial que os envolvesse. Juntavam-se ao final da noite para resenhar em um clima amistoso. Nessas conversas, alguns falavam besteirol e coisas ruins sobre o governo, sobre a marinha e até mesmo dos próprios revolucionários. Askrad percebia que o perfil variava, existindo aqueles que simpatizam um pouco mais com o Exército e outros que não. A mensagem era clara, entretanto: sua identidade não era algo a se revelar arbitrariamente.

¹ Nessa viagem, quero te dar uma fonte justificável de um mínimo conhecimento de mundo, então considere que Askrad sabe o básico sobre as ilhas que eu narrar que contaram histórias. Sobre informações especiais que você queira ir atrás cê me pergunta pra vermos.



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Perdas:

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Extras: 2/3 de Flevance para Lvneel


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Última edição por Kekzy em Dom Jul 24, 2022 8:57 pm, editado 1 vez(es)

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