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Achiles
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[II] - Estou Aqui Sab Abr 23, 2022 11:12 pm
[II] - Estou Aqui

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Pirata Onatah. A qual não possui narrador definido.
yatto
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yattoNovato
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Re: [II] - Estou Aqui Dom Abr 24, 2022 12:11 am
AMIGO
Oi, amigo, estou aqui.
Tinha acabado de chegar em uma nova ilha, vivido dentro de um navio por alguns dias até chegar tinha sido uma boa experiencia, talvez fosse pelo fato de minha raça ter o mar como segunda casa e estar rodeada pelo azul do oceano me trazia certa paz. Suspirava, não poderia contar com a sorte uma segunda vez, tinha entrado naquele navio em meio a uma fuga desesperada em meio a pedras arremessadas e até mesmo tiros despreocupados em meio a uma população inocente que estava apenas com o azar de estar no lugar errado e na hora errada. Já tinha minha primeira missão, conseguir um barco e aprender a manusear o mesmo. Em minha vila natal, Abeytu, existiam os Anpaytoo, pessoas que tinham maestria com a madeira e conseguiam fazer embarcações de todo tipo, porem eu nem de perto era uma dessas pessoas, preferia a vida na floresta ao contato dos animais, me arrependia um pouco disto nesse momento – Tala, achar Adoette bom! – Falava com Tala, meu lobo companheiro que tinha encontrado a não muito tempo.

Não tinha sentido qualquer tipo de agressividade dos azulões quando chegava nesta nova ilha e assumia que a fama de pobre ainda não parecia ter chegado aos ouvidos indesejados o que me era um alivio. – Ficar escondidos, mas não deixar divertir. – Com um sorriso no rosto passaria minha mão direita sobre a cabeça de Tala e começaria a fazer um carinho no animal na região atrás de sua orelha direita. A diferença de tamanho entre mim e o espirito animal era pequena a ponto de nem precisar me abaixar para isso o que poderia ser estranho para a maioria das pessoas, mas para minha tribo que montava nos mesmos era tão natural quanto beber água aquela relação de amizade e companheirismo.

Fecharia meus olhos e inspiraria forte procurando sentir o cheiro do local, a temperatura e a geografia local, sentia saudade do aroma das rosas, do cheiro verde da floresta e até mesmo do odor dos ursos velhos. Contudo não era como se estivesse insatisfeita, na verdade estava muito animada, novas aventuras e novas pessoas para conhecer. Tinha deixado pessoas importantes na ilha anterior, principalmente Hanya a pequena garotinha que tinha feito amizade e tratava como parte da família, porem não poderia levar ela comigo, um mundo incerto como aquele não era ambiente para ela. Contudo estava determinada a encontrar pessoas que pudessem me acompanhar em minha jornada, já que metade da determinação que tinha para sair da ilha era encontrar pessoas e fazer novos amigos. Meu único requerimento era simples, alguém que tivesse as mesmas aspirações e objetivos – Uma aventura para contar história! – Gritava sozinha animada. – Vamos Tala, Tucano. – Começaria a andar vagarosamente e esperava que tanto o lobo quanto a arara me acompanhassem. – Pare! Querer saber algo! – Pararia alguém que estivesse próximo colocando a palma de minha mão esquerda para frente impedindo o possível caminho da pessoa, procuraria alguém que tivesse uma aparência confiável, uma criança, alguém mais velho ou algo que me remetesse a impressão que tal individuo não pecasse no ato de mentir. – Querer Adoette... – Me confundia um pouco nas palavras – Barco... Embarcação. – Me corrigia, pois, ainda era difícil falar a língua diferente de minha vila – Onde acha? – Com uma expressão animada ficaria esperando uma resposta positiva, caso não conseguisse a resposta que desejava na primeira tentativa continuaria a procurar e ficaria atenta em evitar estar próxima dos azulões da marinha, não poderia relaxar enquanto estivesse sendo procurada pelos mesmos por algo que nem mesmo sabia o porquê.

(C) Ross



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Re: [II] - Estou Aqui Seg Abr 25, 2022 10:40 pm
Simbolo
Narrador
II - Estou aqui

Onatah, filha do espírito da terra





[Momentos atrás]

De olhos fechados, Onatah sentia não só a terra firme sob seus pés, após passar pelo revestimento de madeira que ligava as docas ao porto, mas também o forte ardor do sol em sua pele, o qual era aliviado por uma intensa brisa marítima que inflava o tradicional manto branco de sua tribo e desarrumava ainda mais - se era possível - seu curto cabelo. Naquele momento de inspiração e conexão, escutava as várias gaivotas que voavam pelo porto, que sobrepujavam as conversas mercantis das dezenas pessoas que se encontravam ali.  O cheiro salgado e natural da maresia, além do marcante odor de peixe cru permeavam a área portuária.

Em uma rápida estimativa, a garota poderia chutar um número próximo de uma centena de indivíduos perambulando no porto. Por sua vez, em uma análise geográfica da região, notava que ao seu redor se estendia uma planície. Adjacente ao porto, centenas de metros de distância de onde os barcos atracavam, podia notar uma longa faixa de areia em cada lado, onde diversas pessoas banhavam-se nas ditas praias. Encontrando-se em uma estreita faixa de terra, à sua frente o chão era substituído por pedras que pavimentavam as ruas onde cresciam grandes comércios.

Naquela região se poderia encontrar bares, restaurantes, mercados, pousadas e até mesmo hotéis. Era válido dizer que ao redor do porto tudo era uma área comercial. Para além da área comercial, estava a área urbana, onde predominavam as moradias dos habitantes locais. Este era o que chamavam de "cinturão urbano". Se existia uma floresta ali, Onatah não podia ter certeza, ainda, em razão da paisagem urbana obstruir sua visão, mas nas áreas mais marginais da ilha e de sua visão era possível notar conglomerados de árvores, que poderiam indicar a existência de uma floresta.

Inclusive, na região portuária encontrava-se o QG 0-6 da Marinha, composto por duas grandes embarcações de categoria "Gigante", que ultrapassavam os duzentos metros de comprimento, uma postada em cada lado do porto. A escuna em que Onatah tinha chegado à ilha poderia ser facilmente torada ao meio se colidisse com uma embarcação dessas. E as embarcações que aportavam naquele porto atracavam entre esses dois imponentes navios. Era uma visão assustadora para muitos piratas. Digna de se cagar nas calças. E era esse Quartel General que justificava a presença de tantos marinheiros no porto, identificados por seus uniformes brancos.

Para a sua sorte, a mulher de cabelos brancos havia chamado a atenção dos oficiais, abrindo caminho para que Onatah si distanciasse do porto e dos olhos mais presentes da marinha. Inclusive, essa furtividade só era possível em razão da baixa recompensa de Onatah, apesar da híbrida ser facilmente identificável e dificilmente esquecida, pois a notícia de sua fuga de Illusia certamente havia chegado à marinha, a qual sem sombra de dúvidas possuía seus meios de comunicação entre os QGs, de modo que sua chegada era esperada. Todavia, pela pouca notoriedade e fortuitos maiores, tal notícia havia corrido entre os oficiais de patente mais elevada, como Cabos e Sargentos, mas poucos Soldados tinham decorado ou prestado atenção nas informações sobre Onatah, priorizando outros procurados que perambulavam a região.¹

[Presente]

Caminhando pela cidade, acompanhada do confiante lobo "Tala", o qual seguia lado a lado com Onatah, e pela carinhosa arara "Tucano", a qual alternava entre voar ao redor de sua mestre e pousar em seu ombro para descansar, a híbrida abria caminho entre as pessoas de Las Camp. Essa excentricidade não passava despercebida e reações de surpresa e espanto ocorriam a cada passo.


Narrador da aventura passada - ambientação ainda válida escreveu:Os olhares dos moradores passavam muitas vezes pela garota, mostrando certo nojo, ou apenas desviando logo que a viam acompanhada do lobo. O medo de muito deles era evidente, coisas diferentes causavam esse sentimentos em alguns humanos. Por hora não acontecia nada de perigoso, Onatah simplesmente andou pela ilha, encontrou restaurantes, lojas diversas e até alguns hotéis, tabernas e até alguns ferreiros locais que trabalhavam continuamente. A marinha podia ser vista em alguns lugares, muitos faziam rondas, observavam situações perigosa e investigavam possíveis crimes, tudo se mostrou tão calmo que aquela talvez fosse outra vida e todos os problemas de Illusia nem mesmo existiam ali. Por agora, ao menos.


Em um ato inocente, Onatah assustava um jovem de aparência ingênua ao mandá-lo parar subitamente. O rapaz caiu para trás e rastejou ao ver o lobo se aproximar em passos de realeza. A cena chamou atenção e por um instante as pessoas ao redor pensaram no pior, mas seus corações se acalmaram a não ver reação de Tala. — P-p-po-por-to! - o rapaz apontava para o mesmo porto que Onatah havia deixado e para onde não seria sensato regressar. Ao continuar sendo observado pelo lobo, que se aproximou para cheirá-lo, tentou mais uma vez. — E-e-es-ta-leiro! - gaguejou de seus dentes baterem e finalizou a palavra apressado, apontando para outra direção, para o lado direito do porto. — F-f-aça-o parar! P-p-or-favoooo!!! - suas exclamações angustiadas decaíam em um tom de choro. Tentava-se proteger com os braços cruzados projetados à frente do corpo. Tala apenas cheirava seu sapato, mas o rapaz amedrontado tentava se arrastar para trás. — M-m-meu p-pé!!!! - choramingava enquanto Tala começou a lamber seu sapato e potencialmente tentar mordisca-lo. — A-alguém!! - gritava. Apesar disso, os civis ao arredor estavam convencidos que não havia nada demais na situação, apesar do temor que a figura do lobo causava. Quem assistia de fora via apenas o animal lamber o sapato do jovem, como qualquer cachorro faria. — F-faça algo -o-ou-ou...!!! - intimava Onatah, tentando formular uma frase, uma ameaça.

-----------------

¹ Nota ao avaliador: Pessoalmente eu não teria feito dessa maneira, pois a personagem é Atípica (Desvantagem) e possui muitas características que envolvem ela e que a tornam facilmente identificável, como os Pets unusuais e a Raça. Li os últimos acontecimentos da aventura anterior e não vejo como a marinha não ter noção da movimentação da personagem, então sua chegada em Las Camp ou próximas ilhas não era surpresa. A ausência de elementos que favoreçam a furtividade não justificam a personagem passar pelo porto sem ser notada, ao meu ver, principalmente considerando que agora é uma procurada com recompensa, atracando no porto controlado pela marinha, exatamente onde fica o Quartel General.

De toda forma, não foi erro do jogador, mas um equívoco proveniente da aventura anterior, na minha concepção. Nos últimos posts da aventura passada foi dada uma justificativa para ela não ser notada, então prossegui com essa justificativa, prezando pela continuidade, até tentando incrementar essa justificativa para ser mais plausível. Apesar de não concordar, como já foi narrado que a personagem chegou no porto e saiu sem maiores problemas, segui o que já foi aprovado. Deixo essa observação registrada aqui porque acho difícil a personagem não entrar em conflito com a marinha em algum momento futuro a esse post, por motivos menores do que existiu há pouco, o que poderia ser encarado como uma contradição na narração dessa aventura, então deixo desde já os esclarecimentos da situação.





Controle


Personagem: Onatah, filha do espírito da terra
Nº de Posts: 01
Profissão: Ahyoca
Ahyoca é considerada a pessoa que recebeu as benções de Deus. Desde pequenas vivendo na natureza se tornaram uma com aquilo, fauna e flora combinadas em busca de um estilo de vida em que o homem peixe consiga viver em convívio tanto com as matas e oceanos como com os animais que a habitam. “Todo Ahyoca é amado pelos animais.” É uma frase tradicional dita na vila de Abeytu e reflete bem em seu cotidiano, crianças desde pequenas pulam pelas arvores com e como macacos, correm pelas florestas apostando corrida com raposas e até mesmo nadam como tubarões martelo. Vivendo como um verdadeiro ser integrado a natureza, de alguma forma aqueles que recebem esse titulo se tornaram um com o mundo em que vivem, assim aquele que se destaca recebe o titulo de Ahyoca “Ela trouxe felicidade”. O conhecimento de todo tipo de planta assim como suas propriedades ajudam na interação animal e homem peixe em uma busca ince

Proficiências: Acrobacia, Adestramento, Atletismo, Doma, Herbalismo e Cavalgar.

Qualidades: Nadador Nato, Cuspir Tinta, Ambidestro e Voz Melodiosa.
Defeitos: Atípico, Segregação e Analfabeto.

Ganhos:
Perdas: B$

Carteira: B$ 15.000.000

NPC's:
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Off


Fiz uma recapitulação do cenário para adequar umas paradas e podermos nos situar melhor.

O tamanho da fonte tá boa ou prefere maior?



Sorria!
agente

   


yatto
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Re: [II] - Estou Aqui Ter Abr 26, 2022 1:17 am
AMIGO
Oi, amigo, estou aqui.
Conseguia parar o individuo que parecia ser um jovem sincero apesar de seu temperamento amedrontado. – Não medo, Tala amigo. – Abria um longo sorriso enquanto tocaria na cabeça de meu lobo vagarosamente a acariciando. – Popopopoporto? grande porto? – Não entendia exatamente o que ele tentava dizer, a barreira da linguagem mais uma vez parecia se tornar um problema, contudo não iria me intimidar com aquilo, afinal, estava no mundo para encontrar um diverso numero de pessoas e para isso precisava ao menos conseguir me comunicar. – Eeestalero... – Com a mão direita coçava a parte de trás de minha cabeça como se caçasse entender o sentido das palavras do jovem assustado. – Tala parado, não ta Tala? – Esperava que meu lobo estivesse logo ao meu lado imóvel, apesar de ele ser um lobo amigável ainda era natural de sua espécie demonstrar algum tipo de agressividade.

Notava que o jovem parecia querer de alguma forma demonstrar certa agressividade, mas não era como se me sentia de alguma forma intimidada. Não sabia se era porque vinha de Abeytu mas as pessoas pareciam muito apreensivas para com os animais o que não entendia, afinal, eles eram nosso antepassados e companheiros nesse mundo. – Tala amigo já falar, sem medo Kyahahaha. – Estenderia minha mão direita para o mesmo para o ajudar a levantar, apesar de meu tamanho ser provavelmente menor do que o do jovem. – Só ir né? Obrigadu – Juntaria ambas as mãos em agradecimento e seguiria na direção que me foi indicada, não existia forma melhor de comunicação do que a visual, afinal, com apenas um dedo sendo apontado já era suficiente para saber a direção que deveria seguir. – Vamos Tala! – Gritaria enquanto apoiaria meu braço esquerdo nas costas do animal e com um semisalto subiria no mesmo ficando montada no animal.

Com um pequeno toque de meu pé direito na barriga do lobo era sinal para que o mesmo seguisse em frente, esperava que tucano acompanhasse voando. Iria em direção ao local apontado pelo mesmo, procuraria evitar os azulões da marinha, quanto mais não tivesse contato com os mesmos seria melhor para evitar possíveis confusões, porem o que mais me preocupava era se realmente iria conseguir a embarcação, não entendia como funcionava o mundo, principalmente depois do que tinha acontecido anteriormente com toda aquela confusão no mercado. Suspirava teria que de alguma maneira conseguir um meio de transporte pelo mar, apesar de considerar simplesmente ir nadando, contudo, tinha um grande problema, Tala não sabia nadar, ao menos não como ela. Tucano poderia ir voando, mas ainda assim seria um problema, precisava de um adoette. Procuraria encontrar algo que remetesse a embarcações, não era como se tivesse qualquer referencia anterior, em minha vila os artesões de embarcações eram pessoas simples do dia a dia que por a caso tinham o dom de criar coisas que flutuavam na água, por isso seria um problema.

Conseguindo achar o que procurava iria até o local, caso tivesse uma porta iria descer de Tala e abriria o local com velocidade e força – Olá! – Falaria de forma alta apesar de não necessariamente gritar – Querer Adoee...Barco! – Tentaria não errar o nome apesar de ainda achar difícil. – Como consegue? – Minha primeira missão entregue e recebida por mim mesmo era essa e não poderia falhar comigo mesmo, afinal, a única que iria decepcionar seria eu mesma.

(C) Ross



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Re: [II] - Estou Aqui Ter Abr 26, 2022 6:29 pm
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II - Estou aqui

Onatah, filha do espírito da terra





A comunicação era ainda mais difícil em razão do gaguejar do menino, mas bastava uma boa expressão de linguagem corporal para que Onatah compreendesse a essência da mensagem, ainda que não pegasse eventuais detalhes. Diante da reprovação da filha da terra, Tala voltava a ficar ao seu lado, parando de importunar o rapaz. Com o esticar da mão da híbrida, o jovem pareceu receoso de apertá-la, mas após se recompor apertou a sua mão e se levantou. A garota podia sentir o corpo trêmulo do mancebo em seu breve contato físico.

Aquele breve encontro findava, vez que o garoto aproveitava a oportunidade para recuar rapidamente e sair correndo. — E-e-eu n-não te p-perdoei! - exclamou, antes de sumir da vista. Já com uma direção, Onatah montou em Tala e saiu dali. Os olhares curiosos já davam lugar para os sussurros e fofocas sobre a cena. Pouco a pouco a presença de uma meio-tritão montada em um lobo percorreria a ilha. Era questão de tempo até Onatah atrair mais atenção indesejada.

De toda sorte, a garota continuou o seu percurso, o qual durou alguns bons minutos. Um pouco mais de meia hora depois havia chegado no dito estaleiro. Tomando como referência o porto, se você olhasse para a cidade, o local ficava em uma baía localizada ao lado direito deste, após a faixa da praia. Dali não era possível vê-lo, entretanto, em razão da vegetação e do cinturão urbano, vez que o mar adentrava a terra. Porém, uma vez se livrando das obstruções visuais, era possível visualizar grandes vigas de madeira, andaimes de vários andares, além de outras construções relacionadas à construção naval. Era possível ver alguns barcos e escunas, até mesmo uma caravela sendo construída. O estaleiro era cercado por edifícios onde existiam serralherias, oficinas e até mesmo habitações.



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Ao chegar nesse estaleiro, Onatah não tinha uma porta para abrir abruptamente, visto que o local em si era ao ar livre, mas de toda forma, expressava o seu desejo de forma clara. Diferente da área urbana, as pessoas do estaleiro se vestiam de uma forma bem diferente do garotinho de outrora. Eram roupas regatas, suadas e sujas. Alguns usavam toucas de pano na cabeça e outros chapéus de palha. Algumas grandes peças de madeira eram carregadas dali pra cá por dois ou quatro indivíduos fortes. Podia-se ver desde jovens adultos até pessoas de quarenta a cinquenta anos, de homens a mulheres, todos com corpos robustos. Dentre eles, o mais notório era um meio gigante de cerca de cerca de quatro metros, que parecia ficar com a parte mais pesada do labor. Dentre algumas pessoas, podia-se ver:



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Para onde quer que Onatah olhasse, os ali presente transmitiam a aura de alguém experiente, que já tinha passado por diversas experiências mundo afora. Via isso nas próprias cicatrizes observáveis, na forma como aquelas pessoas pareciam deslocadas dali. Pareciam muito ocupados com o trabalho e, apesar de terem notado a presença de Onatah, a maioria continuou o seu labor, pausando para dar uma ou outra olhada na garota. Quem a abordou, no entanto, foi uma mulher de touca vermelha e um dos olhos opacos, com uma cicatriz vertical no olho esquerdo. Era uma pena, pois possuía belos olhos azulados. Seus cabelos pretos começavam a dar indícios de tornarem-se grisalhos e cheirava a serragem. Era uma negociante experiente, e "querer" e "barco" eram palavras suficientes para engajar o espírito lucrativo. O capitalismo já havia chegado por aqui, todavia, de modo que continuava pobre mesmo com o trabalho duro. — Ouvi certo? Está procurando por um barco? - se aproximou, sem demonstrar medo de Tala e muito menos de Tucano. — Ele morde? - questionou, projetando a mão para perto do focinho de Tala, que mostrava seus dentes ao contrair os músculos faciais. A mulher deixou a mão ali, sem tocar e nem recuar. — Acho que ele morde, que pena, mas uma gracinha - comentou.

Após uma possível resposta de Onatah, ela prosseguiria. — Entendo, você não fala muito nossa língua... - franziria os lábios, cruzando os braços e levando a mão ao queixo, em uma postura reflexiva. — Que barco? - apontaria para diversas opções, desde o barcos comuns, as escunas e os brigues. Os barcos comuns e as escunas já estavam construídas, enquanto de brigues para além só se encontravam modelos em construção. — Ou você quer um novo? - tentaria se comunicar, independentemente de resposta de Onatah para as últimas perguntas e seguintes. — Venha, irei mostrá-los melhor, me chamo Círsia - gesticularia com a mão, indicando para que a garota a seguisse. Nesse tour, Círsia apontaria para cada embarcação disponível e falaria em seguida o seu preço em berries, fazendo uma simulação com notas de valores diferentes para que Onatah compreendesse caso não captasse a noção de preço.¹ — E aí, está interessada em algum? - sondaria.

¹ Pro yatto: Pode considerar os valores que constam no tópico do Mercado Naval para o que citei que existia.



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Personagem: Onatah, filha do espírito da terra
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Profissão: Ahyoca
Ahyoca é considerada a pessoa que recebeu as benções de Deus. Desde pequenas vivendo na natureza se tornaram uma com aquilo, fauna e flora combinadas em busca de um estilo de vida em que o homem peixe consiga viver em convívio tanto com as matas e oceanos como com os animais que a habitam. “Todo Ahyoca é amado pelos animais.” É uma frase tradicional dita na vila de Abeytu e reflete bem em seu cotidiano, crianças desde pequenas pulam pelas arvores com e como macacos, correm pelas florestas apostando corrida com raposas e até mesmo nadam como tubarões martelo. Vivendo como um verdadeiro ser integrado a natureza, de alguma forma aqueles que recebem esse titulo se tornaram um com o mundo em que vivem, assim aquele que se destaca recebe o titulo de Ahyoca “Ela trouxe felicidade”. O conhecimento de todo tipo de planta assim como suas propriedades ajudam na interação animal e homem peixe em uma busca ince

Proficiências: Acrobacia, Adestramento, Atletismo, Doma, Herbalismo e Cavalgar.

Qualidades: Nadador Nato, Cuspir Tinta, Ambidestro e Voz Melodiosa.
Defeitos: Atípico, Segregação e Analfabeto.

Ganhos:
Perdas: B$

Carteira: B$ 15.000.000

NPC's:
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Off





Sorria!
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yatto
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Re: [II] - Estou Aqui Ter Abr 26, 2022 10:40 pm
AMIGO
Oi, amigo, estou aqui.
Me surpreendia ao chegar no local indicado, era certamente diferente de tudo que tinha em mente, apesar de ter uma ideia que no mundo em que vivia tudo era completamente em uma maior escala do que em minha vila. Era como se as pessoas realmente fizessem daquilo seus objetivos de vida, o que era difícil para mim imaginar aquilo. – Sim barco. – Respondia de imediato a mulher enquanto exalava um sorriso grande no rosto, não era como se estivesse completamente à vontade, mas só de ver as pessoas vestindo roupas que não eram nada parecidas com o que tinha visto até agora já era algo que chamava minha atenção, até me lembravam Abeytu de certa forma. – Morde, como não morde? Tudo vivo morde. – Não conseguia entender a pergunta da mulher, como ele iria comer se não conseguisse morder? Já estaria morto se esse fosse o caso. Não entendia como que era a relação das pessoas daquela ilha com a natureza, mas com a reação do garoto a pouco e a pergunta da mulher, começava a me questionar se eles nunca antes tinham visto um animal que não fossem eles próprios.

- Falo... pouco muito. – Meu rosto corava um pouco e olharia para o lado tentando evitar o rosto da mulher, tocaria um dedo indicador no outro de forma veloz logo a frente de meu peito, a diferença de linguagem era realmente um dos únicos pontos em que me deixava levar pela vergonha. Tentar falar uma língua diferente era muito mais difícil do que imaginava quando tinha começado minha jornada, achava que as aulas que tinha tido no templo eram o suficiente, o que não era um pensamento falso visto que até agora pareciam me entender, mas ainda assim me sentia um pouco frágil quanto a isso. – Que barco... – Não era como se entendesse qualquer coisa de barcos, os únicos que tinha presenciado em minha vida eram as jangadas de minha vila e o que tinha me trazido a ilha atual. A jangada não seria suficiente para navegar em alto mar, visto que não poderia levar uma grande porção de alimentos e isso seria um problema dos grandes. A viagem que me tinha trago da ilha de Hanya para esta demorou mais de uma semana e apesar de saber pouco sobre navegação, acreditava que não iria se sustentar caso todas as ilhas que iria passar fossem tão longes quanto. – Círsia, Filha do espirito da terra, Tala e Tucano. – Me apresentaria juntando o punho esquerdo fechado em encontro com a palma da mão direita. Também fazia questão de apresentar meus companheiros animais nessa jornada, apontaria para cada um assim que falasse seus nomes individualmente.

Olhava para os barcos que a mulher me mostrava, era de fato algo incrível, não sabia se tinha a capacidade de domar um daqueles monstros de madeira como tinha feito com meus aliados, contudo era mais um desafio que tinha posto a mim mesma. Procuraria ver algo que não fosse tão grande, mas que também não fosse muito pequeno, um que parecesse ter certa velocidade ou que simplesmente fosse parecido com o barco que me tinha trago a aquela ilha – Rápido bom? – Apontaria assim que achasse o que procurava, no fim me ateria a escolher algo parecido com o que já tinha vivido por algum tempo, não tinha tido qualquer tipo de problema e tanto Tala como Tucano tinham se habituado bem ao ambiente, o que seria de fato um dos principais fatores para escolher aquele tipo de embarcação.

Conseguindo uma resposta positiva então era hora de tomar para mim aquilo, porem tinha um problema, toda a confusão na ilha passada tinha começado daquela mesma maneira. Ao contrario de sua vila natal não poderia simplesmente ir pegando as coisas e ficando para mim, de alguma maneira o povo que tinha encontrado não parecia ligar para o próximo. Pelo simples ato de ter pego algo para comer tive que lutar com os azulões e acabou envolvendo tanto minha amiga, o irmão dela e todo o grupo da casa onde tinha encontrado Tala. – Como... – Tentava procurar palavras que demonstrassem minha intenção, não sabia como as pessoas entregavam as coisas umas às outras, mas de alguma forma teria que descobrir. – Querer barco, como tenho? – Fecharia meus olhos enquanto demonstrava um sorriso gentil e meigo como o de uma criança, apesar de já estar na idade adulta para as pessoas de minha tribo. Notava que a mulher fazia algo com algum tipo de papel, mas não entendia exatamente o que ela queria dizer com aquilo – Não confusão, Onatah amiga. – Cruzaria meus braços a frente de meu corpo, ainda tinha certo trauma sobre o que tinha acontecido e precisava de alguma maneira convencer de que estava tentando fazer aquilo de forma amigável e não iniciar toda uma correria.

(C) Ross



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Re: [II] - Estou Aqui Qui Abr 28, 2022 6:33 pm
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II - Estou aqui

Onatah, filha do espírito da terra





Gufufufu, é uma forma de falar, chamamos de figura de linguagem. Lobo morder por ser selvagem. Cachorro morder quando não adestrado, não morder quando adestrado. - tentava adaptar sua linguagem para a de Onatah, tentando facilitar a comunicação, em uma tentativa desajeitada. — Filha do espírito da terra... - repetia para si, com um olhar curioso sobre a garota. — De onde você é? Onde nasceu? De onde veio? - tentava perguntar a mesma coisa de formas diferentes, enquanto andavam. — Prazer, Tala e Tucano, gufufufu, são umas gracinhas. Te seguem para todo lugar? Eu tinha uma papagaio que me seguia de lá pra cá, mas certo dia ele morreu - comentava casualmente.

Prosseguindo pelo tour e adentrando ainda mais o estaleiro, podia-se ver pessoas trabalhando em cima dos andaimes, construindo a nova embarcação, a uma altura de mais de 30 metros. Onatah e Círsia cruzavam o vento que carregava consigo a serragem das toras de madeiras que eram trabalhadas na oficina aberta. Soprava forte e o mar estava relativamente agitado, apesar da maré estar recuando. Era difícil julgar, por faltar o conhecimento específico, mas Onatah tinha uma impressão estranha sobre o movimento das ondas naquele momento. O som de serra ficava mais estridente ao seu aproximarem, bem como o de marteladas. Era um local bastante agitado, com o trabalho acontecendo em todo parte, afinal, não era nada fácil dar vida a um navio.

Com referência da embarcação que havia lhe transportado até a ilha, Onatah apontava para uma escuna de madeira envernizada, a qual se destaca bastante por suas velas
negras, quando a maioria das velas ali presentes eram brancas. — Uaau, você ter bom gosto - Círsia fazia um comentário de aprovação. — Bom e rápido. Vamos entrar para você ver o interior, me acompanhe - gesticulava para que a garota a seguisse. No interior da escuna, podia-se encontrar oito acomodações, três câmaras e um deck inferior, o qual era centralizado no meio do navio, enquanto ambas as laterais eram decks superiores. No deck inferior localizava-se o mastro e a estrutura que culminava na gávea de observação. Além disso, a ponta afiada da embarcação lembrava o nariz de um peixe marlin. — Gostou? - indagava.

Acabado o tour, a filha do espírito da terra tinha um grande desafio, talvez o seu maior: se adaptar à vida das sociedades modernas. Vendo que sua tentativa de simulação não havia ido bem, Círsia indagava. — Você já fez uma uma compra? Uma venda?? - apesar de já saber das dificuldades da garota, o fato dela não saber lidar com dinheiro a surpreendia bastante. — Meu santo amado... - suspirava. — Quando você quer, você ter ao comprar. Querer, comprar. Troca. Meu barco por seu dinheiro - apontava para o barco e para notas de berries que havia demonstrado, gesticulando que ela daria o barco, e Onatah o dinheiro. — Dinheiro, berries - nomeava, apontando para as notas. — Você ter berries? 15.000.000 de berries? - questionava. — Quando você pega algo sem comprar, coisas ruins acontecem - esclarecia. — Uhh... e então, filha do espírito do terra, temos um negócio ou... você não ter berries? - apontava mais uma vez para as notas, se esforçando para falar do modo da híbrida.



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Personagem: Onatah, filha do espírito da terra
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Profissão: Ahyoca
Ahyoca é considerada a pessoa que recebeu as benções de Deus. Desde pequenas vivendo na natureza se tornaram uma com aquilo, fauna e flora combinadas em busca de um estilo de vida em que o homem peixe consiga viver em convívio tanto com as matas e oceanos como com os animais que a habitam. “Todo Ahyoca é amado pelos animais.” É uma frase tradicional dita na vila de Abeytu e reflete bem em seu cotidiano, crianças desde pequenas pulam pelas arvores com e como macacos, correm pelas florestas apostando corrida com raposas e até mesmo nadam como tubarões martelo. Vivendo como um verdadeiro ser integrado a natureza, de alguma forma aqueles que recebem esse titulo se tornaram um com o mundo em que vivem, assim aquele que se destaca recebe o titulo de Ahyoca “Ela trouxe felicidade”. O conhecimento de todo tipo de planta assim como suas propriedades ajudam na interação animal e homem peixe em uma busca ince

Proficiências: Acrobacia, Adestramento, Atletismo, Doma, Herbalismo e Cavalgar.

Qualidades: Nadador Nato, Cuspir Tinta, Ambidestro e Voz Melodiosa.
Defeitos: Atípico, Segregação e Analfabeto.

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Re: [II] - Estou Aqui Qui Abr 28, 2022 11:30 pm
AMIGO
Oi, amigo, estou aqui.
- Ser de Abeytu, ilha pitica. – Demonstrava que a ilha era pequena quase juntando o dedão com o indicador de minha mão direita, logo a frente de meu olho. – Sim, Tala e tucano amigos de filha do espirito da terra, né Tala? – Passaria mais uma vez como de costume minha mão direita sobre sua cabeça fazendo um carinho no lobo. – Ter bom gosto? Como sabe? – Passaria a língua na parte de trás de minha mão esquerda, mas não parecia sentir qualquer tipo de gosto diferente do normal, não é como se tivesse o gosto dos bolinhos de arroz ou da comida gostosa que Hanya me tinha apresentado na ilha anterior, apenas meu gosto tradicional se é que isso fazia algum sentido. – Certo, ir na frente. – Adentraria na embarcação e seguiria a mulher para ver do que se tratava o que tinha escolhido, apesar de que minha opinião para com qualquer navio era apenas primeiras impressões o que elas me faziam sentir. Tinha escolhido aquele em particular apenas por suas velas serem de cor escura o que era diferente para uma pessoa que era diferente.

Andando pelo local me encantava com a possibilidade de tudo aquilo ser meu, desde que era pequena a única coisa que tinha era o pouco de liberdade que me era fornecida, a vida na floresta com os animais e um desejo pelo desconhecido, agora eu poderia ter uma embarcação daquele jeito, o que também era uma grande responsabilidade. – Não saber o que é compra e venda. – Respondia de forma honesta, simples e até um pouco ingênua – O que é dinheiro? Ser isso? – Retiraria um montante de papel que guardava comigo, parecia ser o mesmo tipo de coisa que ela demonstrava. Eu tinha recebido quando saía de minha ilha e me era dito que era importante, mas nunca tinha pensado em outros motivos, afinal, papel era papel e não conseguia ver a diferença de um para outro. – Ter dinheiro! – Pegaria tudo que estava comigo e entregaria para a mulher esperando que fosse suficiente. Tinha entregado algumas formas de metais redondas para Hanya no passado e ela tinha ficado feliz, mas não imaginava que as de papel tivessem alguma conexão, afinal, é mais útil metal para ser utilizado em armas e adornos do que o papel, que bem, já estava até mesmo escrito.

Começava a entender como o mundo funcionava, se tivesse aquele tipo de papel poderia trocar por qualquer tipo de coisa, até por um barco gigantesco, dinheiro era realmente incrível, apesar de ainda não entender o porque de ele ser tão valioso apesar de ser apenas papel. – Já perceber que pegar sem dinheiro da ruim. – Balançava a cabeça de cima para baixo com um olhar determinado, não queria passar por aquilo de novo e ser taxada como criminosa, apesar de achar que já não tinha mais volta e não era como se gostasse dos azulões, eles atacavam sem pensar e não pareciam boas pessoas de qualquer maneira, já os tinha adotado como inimigos de uma forma ou de outra, mas o mundo era gigante e se meu objetivo era fazer amigos e viver uma grande aventura não poderia fazer inimigos a cada esquina, teria que me adaptar de qualquer jeito.

Caso o que tivesse entregue fosse o suficiente então abriria um grande sorriso no rosto – Tala, Tucano, conseguimos! – Pularia dando um soco com o braço direito no ar demonstrando minha felicidade de uma forma infantil. – Agora importante. – Olharia diretamente nos olhos da mulher, não bastava apenas ter a embarcação, precisaria de algo muito importante para que ela me tivesse uso – Como navega? – Fecharia meus olhos e abriria um longo sorriso fazendo uma pergunta num tom infantil. O barco de nada me serviria se não soubesse nem mesmo tirar de onde ele estava, tinha que aprender a mover o mesmo para onde queria e quando queria.


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Re: [II] - Estou Aqui Sab Abr 30, 2022 1:00 am
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Onatah, filha do espírito da terra





Ao acompanhar Círsia e receber todo tipo de explicação, a negociação era fechada. A mulher recebia o amontoado de dinheiro que Onatah a entregava, tendo dificuldade até mesmo de contar e guardando-o progressivamente em uma bolsa à lateral de sua cintura, ao passo que contabilizava. — É o bastante, suficiente - fazia um sinal de joinha para a garota, indicando que a transação tinha sido bem sucedida. Agora, a filha da terra possuía um filho dos mares, que estava quase pronto para velejar pelos vastos oceanos. Faltava-lhe, no entanto, algo muito importante: quem conduzisse a escuna.

Ao escutar a pergunta de Onatah, era visível que Círsia estava incrédula. — M-minha filha... você comprou um barco sem saber ao menos navegá-lo - a mulher até suava frio pensando em como alguém podia ser tão insano de forma tão ingênua e pura. Levando as mãos para frente da boca, ela respirava fundo, alternava o olhar entre a bolsa de dinheiro e Onatah e falava. — Irei te ensinar. Na verdade, eu não, mas arranjarei quem te ensine - comentava, caminhando até a borda da embarcação e virando-se para um dos grandes andaimes do estaleiro. Ergue sua cabeça para o alto e gritou — FUNNAAAAAA!! - ao escutar o grito, Onatah pôde ver um homem virando a cabeça lá de cima, de cocaras em cima de uma tábua de madeira apoiada nos pilares do andaime.

Ao ser convocado, Funna se levantou e acenou para onde Círsia e a híbrida se encontravam. — É ele que irá te ensinar, é um navegador habilidoso, mas... - mal a mulher completava a frase e o vento forte que soprava fazia a tábua tremer. A péssima decisão de ficar de pé o desequilibrava e o homem caía em direção ao chão. — SOCOOOOORRO! - gritava. Por precaução, uma corda estava amarrada em sua cintura e amarrada no andaime fixado. Em instantes o rapaz balançava de lá para cá como um pêndulo. O movimento fazia a corda cerrar-se na estrutura do andaime e para o seu infortúnio ela rompia. A sua sorte era que o movimento pendular o jogava em direção ao mar e não em direção ao chão.

A água era jogada para cima ao cair do trabalhador, e após alguns poucos segundos sua cabeça emergia da água. — E-est-ou... - tentava se comunicar, erguendo a mão e fazendo um joinha. Apesar disso, era visível que estava um tanto atordoado do impacto. — Continuando... mas... ele vive entre o azar e a sorte. Acho que é a hora dele partir, mas o inferno não o quer - Círsia comentava sarcasticamente. Os trabalhadores da oficina tinham parado para observar o que havia ocorrido. O real problema, no entanto, foi quando Funna começou a tentar nadar para de volta à terra firma, ou melhor, para as estruturas do estaleiro, onde poderia se apoiar e subir em segurança. Aquela estranha sensação que Onatah teve ao olhar para o mar se revelava ser uma corrente de retorno.

Mesmo que uma companheira de longa data como Círsia estivesse acostumada com essas trapalhadas, se aquele grupo tinha algo em comum era não subestimar o mar. Durante a queda, as mão de Círsia já tinham segurado com rigidez a proa do barco, em um misto de tensão e confiança de que Funna estava bem, afinal, era um homem robusto e com um histórico de sobrevivência. — SUKU!! - gritou mais uma vez, chamando outro companheiro. Este era o grandalhão que carregava a maior das toras de madeira. Ele estava longe, no entanto, enquanto Círsia e Onatah estavam bem próximas, visto que encontravam-se no barco que já estava na água, ao lado do proletário que era arrastado para longe, com sua cabeça afundando algumas vezes na água em razão das ondas e, principalmente, por estar atordoado. — ESTOU INDO! - sua voz poderosa era acompanhada de um baque enorme de uma grande tora caindo no chão, seguido de seus pesados passos em direção ao mar. Círsia fazia menção de pular, mas sabia que não conseguiria resgatá-lo com sua força e era possível que os dois acabassem se afogando. Onatah, entretanto, tinha a oportunidade de agir antes que todos, se desejasse.

Independentemente de quem pulasse, Funna seria salvo. O fator quem afetaria apenas suas condições e outras circunstâncias futuras. De toda forma, algum tempo depois, estaria disponível para conduzir o aprendizado de Onatah, sob a recomendação e o favor garantido por Círsia.



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Ahyoca é considerada a pessoa que recebeu as benções de Deus. Desde pequenas vivendo na natureza se tornaram uma com aquilo, fauna e flora combinadas em busca de um estilo de vida em que o homem peixe consiga viver em convívio tanto com as matas e oceanos como com os animais que a habitam. “Todo Ahyoca é amado pelos animais.” É uma frase tradicional dita na vila de Abeytu e reflete bem em seu cotidiano, crianças desde pequenas pulam pelas arvores com e como macacos, correm pelas florestas apostando corrida com raposas e até mesmo nadam como tubarões martelo. Vivendo como um verdadeiro ser integrado a natureza, de alguma forma aqueles que recebem esse titulo se tornaram um com o mundo em que vivem, assim aquele que se destaca recebe o titulo de Ahyoca “Ela trouxe felicidade”. O conhecimento de todo tipo de planta assim como suas propriedades ajudam na interação animal e homem peixe em uma busca ince

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Ganhos: Embarcação - Escuna (Post 4)
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NPC's: Círsia, Funna e Suku.
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Nesse post de aprendizado você pode narrar a passagem do tempo quanto quiser até o máximo de 14 dias, beleza? Se achar pouco, pode esticar para 21 dias, mas para manter o respeito às regras de passagem do tempo por aventura, é bom mantermos uma margem de segurança para realizar as viagens mais para frente, para que tudo possa ficar coerente. Se quiser, pode ser poucos dias também, ou mesmo só hoje, vai do seu gosto, mas deixo a opção em aberto e a recomendação de que seria bacana que você narrasse um aprendizado em um período de tempo maior, ao menos é a minha preferência, por fazer mais sentido e dar mais espaço para desenvolver. Não se incomode em narrar tudo que aconteceu nesses dias, no próximo post eu pretendo introduzir alguns acontecimentos que ocorreram durante esse tempo, se optar por essa opção. E de resto a gente pode trabalhar com um parênteses simultâneo entre presente e passado, se for favorável para isso ocorrer sem conflitos de espaço-tempo.

Para isso, pode narrar que você pôde dormir nas habitações e compartilhar da comida dos locais. Só para confirmar, o NPC que vai realizar o aprendizado é o NPC Funna. Pode narrar a Círsia também acompanhando o aprendizado, se achar interessante. Especificamente sobre o NPC Funna, eu vou te dar o espaço para construir a personalidade dele, no tocante a forma de falar, de comunicar, de se portar, etc, durante esse aprendizado, então fique a vontade para construir interações com ele, perguntar coisas relacionadas à navegação/condução e que também se liguem ao mundo. Alguns exemplos do que estou falando: saber sobre os mares, sobre barcos, sobre como os grupos navegam, etc. Acho interessante pra personagem abordar essas questões de mundo porque são informações que ela precisa ir consumindo. Por isso vou dar esse espaço, também por gostar de construir em conjunto com o jogador, para você abordar o que achar interessante (sem fugir muito do tema do aprendizado, se limitando às coisas correlatas e com bom senso principalmente). Não precisa querer abordar tudo, no entanto, sugiro pegar uma coisa ou outra pra trabalhar e o resto vou suprindo e dando mais oportunidades no futuro para fazer essa construção.

Qualquer coisa me pergunta no discord!



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Re: [II] - Estou Aqui Sab Abr 30, 2022 6:57 am
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Oi, amigo, estou aqui.
Demonstrava um sorriso singelo ao receber confirmação de que o que tinha entregue era o suficiente para adquirir a embarcação, agora o maior dos problemas era justamente conseguir fazer com que o mesmo navegasse pelas águas por minhas mãos. – Sim. – Respondia a mulher rapidamente, até o momento o problema era conseguir o instrumento, agora que o tinha o problema era saber usá-lo, uma coisa de cada vez. Era surpreendida pela situação do homem, que por sorte não se jogava ao chão, mas em direção ao mar – Kyahahaha, engraçado. – Sorria diante da situação, não era como se estivesse preocupada com o mesmo visto que ao cair na água ele tinha sinalizado sua segurança, contudo já estava preparada para pular ao mar para o socorrer caso fosse necessário, afinal, aquele era meu domínio. – A hora de partir... Onatah partiu de sua terra também. Ele feliz quando partir. – Balançava a cabeça de cima para baixo comentando sobre o que Círsia falava, apesar de não parecer exatamente que eram os mesmos temas que eu e ela estávamos falando.

Porem as coisas começavam a se complicar, o homem apesar de parecer bem ainda não tinha retornado e aquilo seria um problema se continuasse assim por mais algum tempo. Dava mais alguns segundos e as coisas realmente não melhoravam, era hora de agir – Indo! – Caso a mulher estivesse no caminho com a mão esquerda a tiraria do caminho e como um verdadeiro ser do mar pularia para o mesmo. A sensação do mar era certamente nostálgica, desde que tinha saído de Abeytu não tinha conseguido dar um belo mergulho e o mar era como minha segunda casa então mesmo em uma situação de urgência não conseguia conter a animosidade e a alegria de estar entre as águas mais uma vez.

Como um verdadeiro peixe nadaria por baixo da água em máxima velocidade em direção ao homem que parecia ter dificuldades para nadar para fora. Conhecendo os “caminhos do oceano” para mim seria mais fácil reconhecer as correntezas e as formas de me adaptar as mesmas para conseguir tirar melhor proveito. Chegando por fim perto de Funna colocaria minha cabeça abaixo de seu ombro direito e o braço de mesma região atrás de meu pescoço. Logo começaria a nadar tirando proveito das correntezas e evitando as que pareciam me jogar para mais longe de meu objetivo, a costa. Seguiria nadando e me aproveitando de meu domínio marítimo até por fim conseguir chegar à costa jogando o homem com força e velocidade para fora da água. Logo após pularia eu mesma para fora da água e ficaria logo ao seu lado – Aprender a nadar como filha do espirito da terra, não saber? – Falaria para o mesmo com um sorriso, sabia que meu povo era diferente das pessoas que tinha encontrado até agora, mas ao menos imaginava que todos ali poderiam ao menos saber nadar e não ser domados pela vastidão do oceano. Não sabia se o mesmo tinha por fim engolido água ou algo parecido, mas não imaginava que seria um problema, só deixaria seus semelhantes cuidarem do mesmo.

Esperaria por mais algum tempo até que a situação do mesmo voltasse a normalidade, ficaria sentada logo ao lado de Tala enquanto faria carinho no animal. Vendo que tudo estava bem me levantaria e com passos lentos iria em direção a Funna – Ser filha do espirito da terra, querer aprender a navegar. – Com ambas as mãos fazia movimentos que se assemelhavam ao que tinha visto os homens fazerem na embarcação que tinha estado anteriormente, claro de forma simples e tampouco fiel.

- Aprendizado Proficiencia Condução –

Funna parecia ainda um pouco atônito, mas já estava melhor. Ele tomava água o que era meio que irônico visto que quase o mesmo elemento quase tinha tirado sua própria vida – Claro, como posso recusar o pedido de quem me salvou. – Ele sorria e levantava-se do banquinho onde estava. – Venha comigo. – O homem me levava por um caminho diferente de onde tinha passado antes, conseguia ver diversos navios sendo construídos e por diversas pessoas que ainda não tinha encontrado. Andando por mais alguns minutos chegava a um navio de proporções parecidas com as do que tinha comprado. Porem ele não estava no mar, mas em terra firme e tinha uma aparência de que ainda não estava finalizado, principalmente a parte de baixo do mesmo que caso entrasse na água com certeza afundaria no mesmo instante – Esse é um de meus projetos, mas ainda não está pronto. Irá servir de treino para você, tem que aprender o básico antes de poder entrar na águaMas filha do espirito da terra saber nadar, não viu? – Com minhas mãos fazia movimentos semelhantes ao do nado que fazia dentro da água – Nadar e conduzir algo que flutua são completamente diferentes, deixa eu te mostrar. – O homem então subia por meio de uma rampa que dava ao convés do navio e assim eu o acompanhava.

Ele começava a demonstrar as coisas que existiam dentro do mesmo – Este é o mezena o mastro que fica na parte mais de trás do navio, os mastros são essas coisas grandes que contem as velas. – Ele continuava a andar – Esta é a cabine do capitão, apesar de não ter lá qualquer coisa agora, mas no seu como deve ter visto é bem mais trabalhado. – Se mantinha em movimento junto do homem que ia apresentando as coisas pouco a pouco – Este é o cabrestante, serve para tensionar e controlar os cabos e cordas, inclusive a ancora. – Ele apontava para a ancora feita de madeira do outro lado do navio – Esta e o gurupé, serve para que a vela do mastro de porá possa ser estendida por uma distância superior, aumentando o uso da força do vento. – Ele apontava mais uma vez enquanto me fazia ficar fascinada pelo tanto de coisas que existiam dentro de um navio – O navio é dividido em proa a parte frontal e popa a traseira. Alhetas a parte curva entre a popa e a meia nau do barco e a meia nau é a parte entra a popa e a proa. – Suas explicações eram de fácil entendimento e por isso era fácil para que pudesse pegar os nomes mesmo que fossem um pouco difíceis devido a barreira de linguagem. – Para você o mais importante é a roda do leme ou timão, ele muda o leme e é o que dita qual a direção que a embarcação deve seguir, preste bem atenção nisso. – Ele demonstrava com suas mãos os movimentos utilizados e explicava sobre como girar e controlar o mesmo. O homem então continuava a dar explicações mais detalhadas sobre tudo que envolvia controlar a embarcação, desde a coordenação necessária para mover o leme ao mesmo tempo que a velocidade da vela para não ter qualquer discordância entre ambas e o tempo ia passando como se estivesse com pressa.

Aquilo então seguia por alguns dias, a garota as vezes dormia em conjunto com os trabalhadores em uma pequena estalagem propicia para isso como também muita das vezes preferia ficar no barco que tinha comprado junto de Tala e tucano para ter certa intimidade com o mesmo, afinal, seria minha nova casa de agora em diante. Conseguia tanto as refeições para mim e para meus amigos junto dos trabalhadores o que achava de certa forma agradável já que teria um problema em conseguir por conta própria. Aquela rotina continuava por alguns dias e pouco a pouco começava a ter mais técnica e domínio sobre o que me era proposto. Até que enfim foi realizado um teste pratico, me davam um navio para treinar no mar, junto de uma pequena tripulação conseguia conduzir o mesmo com certa facilidade desde que tinha me dedicado a fazer aquilo durante todo aquele tempo além de ter conseguido mais intimidade com todos que estavam ali.

- Fim Proficiencia Condução –

- Obrigada, filha do espirito da terra feliz. – Com um sorriso no rosto agradecia as instruções que recebia de Funna, porem agora só restava um problema, saber para onde ir, uma coisa seria conseguir conduzir a embarcação, mas a realidade é que nem mesmo sabia o nome da ilha onde estava e para onde deveria ao sair dali. – Como saber onde filha do espirito da terra tá e para onde ir? – Demonstrava uma expressão confusa enquanto procurava por respostas que me pudessem por fim dominar um barco por completo.

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Re: [II] - Estou Aqui Ter Maio 03, 2022 12:39 am
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Onatah, filha do espírito da terra





A leveza de Onatah para com a situação dava lugar a uma rápida reação ao perceber que o problema se agravava. Um pulo do barco em direção às águas movimentadas não era um problema para a híbrida. Como uma nadadora nata, o mar também era sua casa, e isso a permitiu alcançar Funna e resgatá-lo em segurança em direção ao estaleiro. O braço forte do meio gigante Suku que ergue ambos para o concreto firme. A subida de Onatah foi recebida com olhares agradecidos. Um companheiro trabalhador se aproximou para carregar o resgatado para um local de descanso. — Obrigado! - escutou de um dos presentes. — Muito obrigado! - seguiu-se, outra pessoa. — Obrigado, Onatah, eu não teria conseguido - Círsia se aproximou, colocando a mão sobre seu ombro.

Após o evento, a filha do espírito da terra expressava a sua intenção de aprender a navegar. Olhando para trás, Funna falava. — Irei te ensinar, só preciso me recuperar um pouco - o homem respondia. E sentada ao lado do fiel Tala, a híbrida olhava as nuvens passarem, sob o olhar de gratidão dos trabalhadores. Não muito tempo depois, recuperado do susto, Funna estava pronto para cumprir com a requisição, com um forte senso de dever para quem havia lhe salvado. O tour da vez era feito com Funna e sob sua tutela a garota aprendia um pouco mais sobre aquelas construções magníficas que conhecia por adoee...

Os ensinamentos iam desde o teórico até a prática, momento em que colocava à prova o que tinha aprendido. Os dias se passaram com essa rotina de aprendizado, intercalando os horários de trabalho de Funna e o seu tempo livre. Onatah já se familiarizava ainda mais com os trabalhadores locais, os quais se habituavam à sua presença e a de seus companheiros animais. Prova disso era que, nesse meio tempo, um destacamento de marinheiros chegou ao estaleiro inquirindo os trabalhadores sobre o paradeiro de Onatah, descrevendo-a. Para sua sorte, nesse momento, estava dormindo em seu navio, e os proletários não a entregaram, ocultando que sabiam de informações sobre ela. Essa era a retribuição que os funcionários do Estaleiro tinham a dar para Onatah.

O evento não passou despercebido, no entanto, e quem a informou sobre isso foi Círsia, a qual aproveitou a situação para sondar o que estava acontecendo. — Os marinheiros estão atrás de você... os homens de azul e branco. Posso saber o que você fez? Não se preocupe, todos aqui já aceitaram se envolver nisso e te proteger. Não acho que você tenha feito algo demais, inclusive... - comentou. — Todos aqui tem uma história, inclusive... é por isso que estamos ao seu lado. Mas também é por isso que você tem que ficar atenta. Os marinheiros não gostam e não confiam em nós. Fomos piratas e navegamos pelos mares, cometemos crimes, pagamos por eles e agora tentamos ganhar a vida aqui - contava. — Eles devem voltar, nesse momento, é melhor você estar escondida. - alertava.

Sob essas condições, com a proteção de ex-piratas de formação, Onatah podia prosseguir com os seus aprendizados junto a Funnah. — Para onde ir? Para onde o vento te levar, é claro, ou para onde seu coração estiver - o navegador abria um sorriso, olhando para o horizonte azulado. — Como chegar lá? Essa é a pergunta, irei te ensinar! - exclamava.


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Ahyoca é considerada a pessoa que recebeu as benções de Deus. Desde pequenas vivendo na natureza se tornaram uma com aquilo, fauna e flora combinadas em busca de um estilo de vida em que o homem peixe consiga viver em convívio tanto com as matas e oceanos como com os animais que a habitam. “Todo Ahyoca é amado pelos animais.” É uma frase tradicional dita na vila de Abeytu e reflete bem em seu cotidiano, crianças desde pequenas pulam pelas arvores com e como macacos, correm pelas florestas apostando corrida com raposas e até mesmo nadam como tubarões martelo. Vivendo como um verdadeiro ser integrado a natureza, de alguma forma aqueles que recebem esse titulo se tornaram um com o mundo em que vivem, assim aquele que se destaca recebe o titulo de Ahyoca “Ela trouxe felicidade”. O conhecimento de todo tipo de planta assim como suas propriedades ajudam na interação animal e homem peixe em uma busca ince

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Re: [II] - Estou Aqui Ter Maio 03, 2022 10:00 am
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Oi, amigo, estou aqui.
Me sentia um pouco incomodada em falar sobre o que aconteceu na ilha passada, tinha sido tão bem tratada por essas pessoas que me sentia com medo em falar sobre o que tinha feito e acabar perdendo a amizade que tinha construído, porem também talvez fosse por querer manter essa amizade que sentia que deveria contar, afinal, amigos não guardam segredos. Inspirava e suspirava forte – Azulões bater em filha do espirito da terra por ser pobre ehe. – Aquele termo que nem mesmo sabia ainda o que significava me deixava um pouco tímida, não sabia se era por causa das minhas orelhas diferentes, de porque eu conseguia respirar embaixo d’água ou se era qualquer outra coisa que não tinha adivinhado. Com um sorriso tímido no rosto ficava juntando os dedos indicadores de ambas as mãos em frente a meu rosto bem próximo. – Eu pegar comida e pessoa ficar raiva, bater em amiga de Onatah e filha do espirito da terra reagir. – Meu rosto ficava um pouco vermelho ao falar aquilo, não sabia como as pessoas iriam reagir ao descobrir aquela informação e já esperava o pior, mas ainda tinha certa esperança que pudessem entender minha confusão.

Conseguindo explicar tudo então seria o momento certo para aprender como seguir para onde devia com a embarcação, afinal, tinha conseguido aprender a conduzir, mas saber para onde ir era outro passo que precisaria aprender – Filha do espirito da terra aprender! – Seguiria junto a Funnah mais uma vez, ele tinha se mostrado um grande professor para mim.

- Aprendizado Proficiência Navegação –


Funnah me conduzia em direção a embarcação que a garota tinha comprado, ele chegava a uma mesa, o homem puxava alguns papeis consigo e começava a os colocar sobre a mesa. – Esses são mapas referentes a região onde estamos. Para se ir de uma ilha a outra temos que atravessar o mar com exatidão identificando o caminho mais rápido de uma ilha a outra pensando no clima e todos os fatores relevantes para a viagem. – Me jogava um pouco para a frente para observar bem o que o homem demonstrava, era um pouco difícil entender pois existiam um monte de coisas escritas e não entendia nada que estava ali, seria um problema que teria que resolver no futuro, apesar de saber falar um pouco a língua ainda era praticamente impossível entender os desenhos que provavelmente revelavam algumas informações relevantes.

Ele me mostrava um artefato que chamava de bussola e sobre como usar para identificar onde estava em relação ao mundo e para onde ir, além de outros instrumentos bastantes uteis que seriam uteis tanto no West blue, o local onde estava, como a Grand Line, seu objetivo a não muito distante. Ele continuava a demonstrar papeis com desenhos que eram muito mais acessíveis, onde entender um desenho era mais fácil do que tentar ler algo que nem mesmo sabia se eram palavras ou desenhos. Com um sorriso no rosto continuava a estudar o que o mesmo me explicava, desde o que fazer com as velas em casos de ventos fortes, quando soltar a ancora e quando não a fazer, também me explicava sobre como parar o barco ou como fazer o mesmo ter mais velocidade utilizando do vento e de suas técnicas rápidas para evitar possíveis tempestades, afinal, ler o clima era um fator importante para o navegador.

Com toda aquela aula do mesmo começaria a treinar por mim própria, desde inventando situações de perigo no mar e manejando as velas, a ancora e o leme. Continuava naquilo por mais algum tempo, era difícil entender o que poderia acontecer no mar por isso fazia diversas simulações onde planejava em casos de tempestades, em casos de sol forte e sem ventos, tudo que poderia imaginar que poderia acontecer em alto mar e poderia causar um problema para mim no futuro. Tomava cuidado para não ser vista durante os treinos pelos azulões, afinal, estar bastante exposta dentro daquele barco e isso seria um problema ser localizada ali.

Me manteria naquilo por alguns dias, comendo e dormindo junto das pessoas novamente, onde pegava os papeis do homem e tentava entender os desenhos que ele apresentava, onde procurava entender como funcionavam os mapas, como interpretar as informações que ele continha e tudo que pudesse tirar daquilo. Após alguns dias já me sentia suficientemente boa em exercer aquela função, afinal com a pratica se consegue a excelência. Conseguia ler os mapas da melhor maneira que conseguia ignorando o que estava escrito na linguagem que parecia normal para eles apesar de conseguir interpretar os desenhos com exatidão.

- Fim proficiência Navegação -


- Obrigada Funnah, pessoa boa em ajudar. – Com um sorriso no rosto agradeceria a ajuda do homem, ele tinha sido de vital importância durante os últimos dias, desde ensinar como manejar o barco e até agora como se comportar no comando do mesmo. Me sentia capacitada para minha aventura sem fim, nunca mais teria que temer estar sobre um objeto de madeira que velejava pelo mar, afinal, não podia simplesmente contar com a sorte de ser uma filha do mar para entender o mesmo, as mães as vezes possuem um comportamento agressivo para com sua família e disso entendia bastante. Porem além de ter aprendido sobre tudo em relação a minha nova aquisição, o barco, também tinha aprendido sobre algo muito importante, dinheiro e como usar. Em minha vila não existia algo semelhante a aquilo, as pessoas faziam as coisas por vontade própria e quem precisasse precisava apenas pegar e ser feliz, mas as pessoas pareciam usar dinheiro para fazer trocas o que era impossível de conceber em minha mente. – Dinheiro... Como consegue? – Se o problema era aquele tinha que resolver de alguma forma ou então iria morrer de fome junto de Tala e Tucano pois não parecia poder só pegar o que precisava para sobreviver ou os azulões me viriam buscar.

Sentia aquele sentimento mais uma vez, o sentimento de ter que abandonar as pessoas que tinha feito amizade, não parecia que ficaria mais fácil no futuro, ainda sentia sentimentos pelas pessoas que tinha deixado na ilha anterior, especialmente por Hanya que tinha mexido comigo de uma forma diferente, talvez me lembrasse de meu passado não muito distante. Suspirava, engolia em seco, passaria a mão na cabeça de Tala e assobiava para que Tucano chegasse mais próximo de mim, não sabia o que o pássaro estava fazendo, era sempre uma incógnita. – Filha do espirito agora ter que partir. – Juntaria o punho esquerdo fechado contra a palma da mão direita, a forma tradicional das sacerdotisas de minha terra natal de demonstrar respeito para com o outro.

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Re: [II] - Estou Aqui Qua Maio 04, 2022 8:02 pm
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II - Estou aqui

Onatah, filha do espírito da terra





Onatah arrancava uma gargalhada de Círsia ao contá-la o que ocorreu para estar sendo perseguida pela marinha. — Eu não acredito! - exclamou. — Quer dizer, eu acredito, mas isso é tão... é algo que só aconteceria com você - corrigia, já antevendo que a garota não entenderia sua interjeição no sentido figurativo. — Porque você não conhece nossos costumes. Paga ter comida é necessário comprar com dinheiro, ganhar ou caçar. Comprar que nem o barco, ganhar que nem da gente, caçar que nem... que nem um lobo caça um coelho - explicava, também pressentindo a dúvida que geraria na híbrida. — Agora vá, Funna está te esperando - gesticulava com um xô, mandando a forasteira se apressar para a sua aula, que já era de conhecimento comum aos trabalhadores do estaleiro.

Nesses últimos dias de aprendizado, Onatah tinha uma estranha sensação de estar sendo observada. Apesar disso, não conseguia discernir de onde ou quem, principalmente por estar centrada em suas atividades. Atrás de uma viga de madeira, na esquina dos edifícios, mesmo na bancada da oficina a céu aberto, essa insólita sensação a perseguia, podendo lhe causar incômodo. Era notável que ela não era a única que tinha essa sensação, visto que Tala também acompanhava sua visão até o mesmo local quando sentia aquilo, mas nada fazia.

Após terminar suas aulas, Onatah reencontrava novamente com Círsia, na beira do cais. — Você gosta da comida daqui? - indagou. — Você precisará de suprimentos para viajar. Nosso cozinheiro está preparando alguns para quando você partir. Não sei quando será, mas se você comprou um barco e está sendo procurada pela marinha, é melhor mesmo que vá - analisava. — Considere nosso presente de despedida. Falando no nosso cozinheiro, Eyota estava precisando de ajuda esses dias. Se quer conseguir dinheiro, porque não tenta trabalhar um pouco? Todos aqui trabalham duro para conseguir dinheiro. A outra opção é se aventurar pelos mares, encontrar tesouros, saquear pessoas ruins... mas faz tempo que deixamos essa vida de lado. - abria um sorriso amistoso, olhando para o mar longínquo com nostalgia.

Voltando-se para o Estaleiro, se Onatah aceitasse o bico do trabalho de assistente de cozinheira, Círsia a guiaria até a cozinha, onde encontraria com o mink felino nomeado Eyota. — Ele sempre fica aqui, cozinhando quase que o dia inteiro. Esse é o nosso chef de cozinha! Nos conhecemos há pouco tempo, mas o grandalhão já ganhou o coração de todos com seus sabores - apresentaria. E ele realmente era grandalhão, com cerca de três metros e meio, mal cabendo na cozinha e andando de lá para cá mexendo panelas, carregando utensílios. — Cuidado para ele não te derrubar! - o corpo grande no espaço apertado deixava o mink bastante desajeitado, o que com certeza já tinha causado alguns acidentes por ali. — Eyota, acho que achei alguém para te ajudar! - a mulher exclamaria com entusiasmo.

Noutro ponto, se Onatah recusasse o convite, poderia investigar a fonte da sensação estranha que lhe acometera recentemente, bem como Círsia teria outras ideias em mente. — Uh... acho que não seria difícil arranjar uma vaga temporária para você se falasse com o chefe. Ter alguém que lidar com o mar tão bem é muito útil para checar as condições das partes inferiores, principalmente a quilha... - ponderaria. Ainda, a híbrida poderia perambular pela cidade, em busca de mais oportunidades, apesar dos maiores riscos.



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Personagem: Onatah, filha do espírito da terra
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Profissão: Ahyoca
Ahyoca é considerada a pessoa que recebeu as benções de Deus. Desde pequenas vivendo na natureza se tornaram uma com aquilo, fauna e flora combinadas em busca de um estilo de vida em que o homem peixe consiga viver em convívio tanto com as matas e oceanos como com os animais que a habitam. “Todo Ahyoca é amado pelos animais.” É uma frase tradicional dita na vila de Abeytu e reflete bem em seu cotidiano, crianças desde pequenas pulam pelas arvores com e como macacos, correm pelas florestas apostando corrida com raposas e até mesmo nadam como tubarões martelo. Vivendo como um verdadeiro ser integrado a natureza, de alguma forma aqueles que recebem esse titulo se tornaram um com o mundo em que vivem, assim aquele que se destaca recebe o titulo de Ahyoca “Ela trouxe felicidade”. O conhecimento de todo tipo de planta assim como suas propriedades ajudam na interação animal e homem peixe em uma busca ince

Proficiências: Acrobacia, Adestramento, Atletismo, Doma, Herbalismo e Cavalgar.

Qualidades: Nadador Nato, Cuspir Tinta, Ambidestro e Voz Melodiosa.
Defeitos: Atípico, Segregação e Analfabeto.

Ganhos: Embarcação - Escuna (Post 4); Proficiência - Condução (Post 5); Perícia - Navegação (Post 6).
Perdas: B$ 15.000.000 (Post 4)

Carteira: B$ 0

NPC's: Círsia, Funna, Suku e Eyota.
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Ver o que cê vai fazer antes de detalhar mais!



Sorria!
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Re: [II] - Estou Aqui Qui Maio 05, 2022 10:14 am
AMIGO
Oi, amigo, estou aqui.
- Obrigada! – Agradecia o presente oferecido pela mulher, se tinha algo que gostava era comida, desde que tinha encontrado aquele povo do porto tinha sido tratada da melhor forma possível, não sabia se era por causa do dinheiro que tinha entregue, mas preferia acreditar que era apenas uma amizade genuína, afinal, não era como se não tivesse visto aquilo antes, minha pequena vila era basicamente construída de pessoas assim. – Então Onatah precisar de dinheiro... – Colocaria a mão direita fechada sobre a mão esquerda aberta batendo uma na outra como se demonstrasse que tinha finalmente entendido a relação entre dinheiro e a troca de coisas. – Eyota... Grande! – Colocaria a mão esquerda o mais alto que conseguia, não sabia se era exatamente o que pensava, mas aquela palavra em minha língua natal significava algo grande, geralmente era associada a montanhas. – Trabalho... o que ser isso? Onatah ajudar! – Estava disposta, era mais uma aventura, mais histórias para contar no futuro. Apesar da sensação de estar sendo observada me incomodar um pouco, não era como se tivesse algo realmente acontecido em todo aquele tempo então me dava o luxo de relaxar por mais algum tempo.

- Aventuras... Tesouros... Saques? – Meus olhos pareciam brilhar como estrelas, era como se um novo mundo estivesse diante de minha pessoa. Afinal era para aquele tipo de coisa que tinha embarcado naquela jornada como sacerdotisa. Contudo ainda estava interessada em ajudar o cozinheiro, as pessoas tinham feito de tudo e mais um pouco para mim e se pudesse contribuir com algo era o melhor a se fazer. Além do mais, tinha que conhecer a pessoa que tinha preparado toda aquela comida gostosa que tinha comido, tão diferente das comidas de sua terra natal. Chegando no local encontrava a pessoa e seu nome combinava perfeitamente, um mink felino grande – Eyota, Filha do espirito da terra. – Novamente cumprimentaria o homem juntando meu punho direito com a palma de minha mão esquerda – Você fazer boa comida, onatah gostar. – Passaria a mão direita sobre a barriga e começaria a fazer movimentos circulares quase deixando vazar liquido de minha boca. – Filha do espirito da terra ajudar! – Levantaria a mão direita demonstrando disposição para o trabalho.

Sendo aceita no trabalho iria começar, não sabia exatamente o que iria fazer numa cozinha, mas se tinha algo que tinha certeza era que não tinha qualquer habilidade para com aquilo. Ficaria algum tempo simplesmente parada sem fazer muito caso, apenas observando. Caso pegasse em pratos os limparia de forma porca, os derrubaria de forma desajeitada, quebrando no chão ou os colocando de forma bruta e desajeitada nos locais indicados. Tocaria em panelas quentes e me queimaria soltando gritos exacerbados. Daria espirros esporádicos e sem qualquer cuidado acabaria por soltar minha tinta negra nas comidas e as entregaria daquela maneira mesmo. Seria um verdadeiro desastre ambulante dentro daquele lugar, contudo sempre com um grande sorriso no rosto e rindo das coisas. Em minha terra natal não existia aquele tipo de coisa, as coisas eram feitas com fogo simples, temperos encontrados na hora e as pessoas comiam com as mãos, então seria difícil para mim entender a complexidade de uma cozinha. – Filha do espirito da terra bom trabalho? – Perguntaria para o mink felino para entender se o que estava fazendo era certo ainda com um grande sorriso no rosto e a aparência ingênua de uma criança.

Caso meu trabalho fosse entregar a comida as pessoas que trabalhavam ali então calmamente iriam com um numero de pratos maior que do que conseguia carregar e por muitas vezes iria derrubar alguns no caminho e os entregaria de qualquer jeito sem me preocupar com a forma que estava oferecendo aquele serviço. Não era como se tivesse noção do que estava fazendo, mas para mim não fazia muito sentido as pessoas utilizarem aqueles artefatos para comer se eles iriam se quebrar de qualquer maneira.

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Re: [II] - Estou Aqui Qui Maio 05, 2022 6:58 pm
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Onatah, filha do espírito da terra





Surpreendida com a altura de Eyota, o mink também se surpreendia com a altura de Onatah, afinal ele era mais que duas vezes maior que ela. O felino possuía uma pelagem bem escura. No topo de sua cabeça não havia uma touca de cozinheiro, mas sim uma máscara branca. O seu avental de cozinheiro relembrava mais uma armadura. Também era notável o seu catcinto de diversas utilidades, no qual carregava temperos e ingredientes diferentes. Complementando seu visual, as calças grossas e as botas metálicas poderiam induzir qualquer desaviado ao erro, que pensaria ser ele um combatente antes de cozinheiro.

Mexa essa panela enquanto preparo o peixe! Meu ajudante está doente e estou sem ninguém na cozinha para ajudar, está sendo uma loucura! - já começava a ordenar. A boa notícia era que Onatah tinha sido aceita, a má notícia é que não duraria muito. O primeiro dia se seguiu como um completo desastre. E não era apenas a filha do espírito da terra que se atrapalhara. Apesar de seu esforço, quando a híbrida quebrou o primeiro prato, Eyota deu um pulo assustado. Isso fez com que parte do caldo do peixe que estava cozinhando pulasse para fora junto da colher de sopa quando seus braços se ergueram ao arrepio. — C-cuidado! - levou a mão desocupada à cabeça.

Quando tentou se aproximar para ver o que tinha ocorrido, notou que os pratos "lavados" ainda estavam sujos. Sentiu um misto de emoções, de um lado com um pequeno surto interno e de outro querendo ajudar Onatah. Isso o fez se aproximar para ajudar a novata, tentando explicar o que fazer, mas em um evidente desconcerto emocional, muito em razão do estresse do trabalho, devido a ausência de seu ajudante. — A bucha se usa para esse la-ai! ai! ai! - desatento, pisou em um caco do prato e ergueu o pé, auxiliando-o com as mãos enquanto tentava se equilibrar em uma perna. A cozinha era pequena, no entanto, cheia de coisas penduradas aqui e ali, e essa agitação não era adequada ao lugar. Ao som arrepiante de metal se chocando, diversos utensílios começaram a cair quando Eyoah esbarrou neles, quebrando mais uns itens no caminho.

O mink acabou caindo no chão, segurando o pé. — Diachos! - praguejou contra o caco. — N-não se preocupe, estou bem, só doeu um pouco por não estar preparado. Acontece, todo novato faz isso, ha-ha - tentou desconversar para que Onatah não se sentisse ofendida e tampouco desprestigiada, esboçando uma risada forçada que sequer era similar à sua autêntica. — O peixe! O peixe! - em dois minutos desatento, a diferença do cheiro no ar alertava o experiente cozinheiro. Ainda estava no tempo de salvar o panelão que estava preparando. — Desligue o fogão! - cercado de cacos e utensílios de cozinha, Eyota só podia contar com sua assistente para resolver o problema.

Diligentemente a garota avançou contra a panela e o fogão e... repetindo a cena do cozinheiro, viu-se forçada a gritar similarmente quando tocou a superfície quente da panela. Um semblante de desespero tomou conta da face do mink. Estava diante de um completo desastre! O panelão de peixe tinha sido virado parcialmente, escorrendo para todo lado. Por sorte, a panela titubeara e não virou, nem a noviça teve queimaduras sérias, senão suas mãos ardentes. Vendo a comida no chão, Eyota queria puxar seus pelos da cabeça, com a boca aberta e retorcida.

Entretanto, era alguém bom demais para dar um esporro em Onatah. — T-tudo bem... - repetia, mais para si que para a garota. — Ao menos dá para aproveitar o que sobrou... - disse esperançoso, dobrando seus joelhos para se levantar. "Atchiim!" - a híbrida espirrou, sujando a panela e o restante da comida com uma tinta escura. A Ahyoca viu Eyota cair de joelhos no chão, murmurando baixinho. — Eu não aguento mais esse trabalho, um desastre, um grande desastre... os espíritos dos meus ancestrais devem reprovar que eu fique aqui, eu sabia... - se lamentando, o mink estava bastante cabisbaixo.

Ele realmente queria tratar Onatah bem, principalmente após saber das notícias recentes sobre o ocorrido com Funna e seu contato mais estreito com Círsia. Dessa forma, ele não gritou e nem expulsou a garota dali, mas falou. — Se eu não fizer a comida, nossos companheiros passarão fome... você é uma meio homem-peixe, não é...? - indagou, mesmo sendo evidente. — Essa era o último peixe do estoque... hoje é dia do peixe... e era um atum esmeralda. Um atum esmeralda de classe B! O brilho de suas escamas era lindo, seu gosto com certeza suculento... - continuou a praguejar baixinho, passando a mão na face algumas vezes, em gestos pacificadores. Era nítido que estava desnorteado.

Até agora, Onatah tinha dado mais prejuízos que lucros. Nesse momento, Círsia chegava na porta da cozinha, soltando um surpreso. — Ohh! O que h-houve aqui... - olhava a cena abismada, alternando o olhar entre Eyota e Onatah. — Não me diga que... - seus olhos caíram sobre a garota, soltando um profundo suspiro. — E agora... - cobria a boca, enquanto pensava. — Círsia... - o mink murmurava, em um tom respeitoso, mas dado o contexto, ela sabia que estava sendo repreendida. O que ele queria falar era: "O que você fez comigo?!", mas se abstinha de ser duro na frente da beneficiária de seu companheiro. — Estava para sugerir que ela fosse lá para fora conseguir mais peixes para mim, enquanto limpo isso... o almoço irá atrasar, mas irá ficar pronto... - comentava. — Ah, sim! Ótima ideia, Onatah é uma ótima nadadora. Venha, querida, deixe que ele resolve o problema por aqui, você pode compensar de outra forma. - ajudava a desfazer aquela situação trágica.

Apesar do começo trágico, a filha do espírito da terra ainda tinha uma oportunidade de resolver as coisas. Fosse negociando, caçando ou por outros meios duvidosos, bastava a híbrida conseguir um belo de um peixe para reparar os danos mais severos! O psicológico de Eyota, no entanto, parecia mais difícil de reparar. E enquanto tudo isso acontecia, já algumas dezenas de metros dali e longe da vista de Onatah, que não mais sentia estar sendo observada, um garotinho de família rica ria enquanto corria em direção ao local que a pirata tinha embarcado. — Hihihi, ela irá ver só! - comemorava o resultado de sua espionagem.


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Personagem: Onatah, filha do espírito da terra
Nº de Posts: 07
Profissão: Ahyoca
Ahyoca é considerada a pessoa que recebeu as benções de Deus. Desde pequenas vivendo na natureza se tornaram uma com aquilo, fauna e flora combinadas em busca de um estilo de vida em que o homem peixe consiga viver em convívio tanto com as matas e oceanos como com os animais que a habitam. “Todo Ahyoca é amado pelos animais.” É uma frase tradicional dita na vila de Abeytu e reflete bem em seu cotidiano, crianças desde pequenas pulam pelas arvores com e como macacos, correm pelas florestas apostando corrida com raposas e até mesmo nadam como tubarões martelo. Vivendo como um verdadeiro ser integrado a natureza, de alguma forma aqueles que recebem esse titulo se tornaram um com o mundo em que vivem, assim aquele que se destaca recebe o titulo de Ahyoca “Ela trouxe felicidade”. O conhecimento de todo tipo de planta assim como suas propriedades ajudam na interação animal e homem peixe em uma busca ince

Proficiências: Acrobacia, Adestramento, Atletismo, Doma, Herbalismo e Cavalgar.

Qualidades: Nadador Nato, Cuspir Tinta, Ambidestro e Voz Melodiosa.
Defeitos: Atípico, Segregação e Analfabeto.

Ganhos: Embarcação - Escuna (Post 4); Proficiência - Condução (Post 5); Perícia - Navegação (Post 6); Abastecimento de Barco (8/8)
Perdas: B$ 15.000.000 (Post 4)

Carteira: B$ 0

NPC's: Círsia, Funna, Suku e Eyota.
Extras:


NPC Companheiro ainda não oficial


[II] - Estou Aqui PjkXRVg

Nome: Eyota
Raça: Mink - Gato
Profissão: Cozinheiro
Proficiências: Culinária, Caça, Nutrição, Pesca, Preparo.
Estilo de Combate Básico: Mink Ryu
Altura: 3,5 Metros
Peso: 410 Kg
Aparência: Um mink gato de aproximadamente 3,5m de altura pesando cerca de 410 quilos, é um ser corpulento de pelugem negra forte. Em seu rosto possui uma máscara de gato branca que cobre metade de seu rosto deixando de fora apenas sua boca. De vestimenta utiliza uma armadura grande de metal cinza que cobre toda a parte superior de seu corpo sendo apoiada por grandes gordas que passam por seus ombros segurando toda a estrutura pesada a seu corpo. Na parte de baixo possui uma malha de metal com detalhes em pano de coloração vermelha. Possui uma corda grossa do mesmo material utilizado na parte superior, mas que dessa vez segura seus materiais de culinária presos a seu corpo, depósitos de temperos, saco de grãos diversos e até materiais como pauzinhos de metal para ajudar na alimentação. Utiliza uma calça grande marrom de couro e calça duas botas grandes de metal que combinam com sua armadura. É sempre visto carregando um guarda sol feito de metal onde se protege da luz forte do sol e da fria chuva.
Personalidade: Eyota possui uma personalidade leal e amigável para aqueles que ele considera como companheiros. Agindo como um verdadeiro paizão para as pessoas com quem ele convive é um total contraste ao ser corpulento e gigante que possui, onde certas pessoas parecem ter certo medo do mesmo. Um verdadeiro fascinado em criar pratos de comida diversos e de apresentar seus diversos pratos para seus companheiros. É um verdadeiro covarde e por isso evita combate a todo custo, porem entra em conflito pois adora uma boa aventura mesmo trazendo isso problemas diversos. Quando seus companheiros acabam por entrar em batalhas ele é o primeiro a recuar, porem ao ver seus amigos serem atingidos por golpes ele se transforma em uma pessoa valente e corajosa para proteger aqueles que ama, onde revela sua arte marcial característica de sua raça.
Atributos: Força, Acerto e Resistencia.
Patente/Rank/Cargo/Recompensa: Supervisor (Civil)



Sorria!
agente