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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
https://www.allbluerpg.com/t360-agatha-harkness https://www.allbluerpg.com/t1510-capitulo-ii-sonho-de-uma-noite-de-verao
Relembrando a primeira mensagem :

Curiosidades em série, a alvorada das caças ao tesouro! Act I

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Ineel Bitencourt. A qual não possui narrador definido.

_________________

Curiosidades em série, a alvorada das caças ao tesouro! Act I - Página 3 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Kisaki Ushi
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Tinha se enfiado numa situação extremamente complicada o pobre arqueologo, agora se via obrigado a utilizar de seu karatê tritão para conseguir se safar da confusão. Suas habilidades eram extremamente úteis para a mamãe ursa que com o auxilio conseguia virar o jogo, ao menos igualar o combate, a luta entre as grande feras era sangrenta e selvagem demais para que Ineel pudesse se enfiar no meio, felizmente de longe disparando os jatos de água conseguia dar algum auxilio. Até o momento em que não via alternativa a não ser ir para frente, o grande causador de toda aquela sangria, fazia a ação para se redimir... Ou algo parecido com isso. Chegava em um golpe estrondoso na grande pantera que ainda estava de pé e por pouco não atingira uma mordida fatal no pescoço da mamãe urso. Era o fim do confronto, restava apenas sangue e tristeza... Tristeza por parte do filhote que agora se aproximava devagar da mãe, que não tinha forças sequer para atacar Ineel por puro instinto, o corpo caía mole no chão de pedra e o grito agudo do filhote ecoava pela caverna, transtornado, sabia que agora estava sozinho no mundo.

Seja como fosse, Ineel agora podia escapar daquele lugar, depois de tantos problemas, e quando pisava para fora, via a caçadora de antes, aquela mesma garota que o levara até ali na primeira vez, voltava com o corpo coberto de sangue, mas o mesmo olhar calmo e quase angelical no rosto se mantinha. - Ah oi Ineel! Conseguiu encontrar o que queria? - Apontava para o baú nas mãos do arqueologo, ignorando o fato de estar coberta em sangue e claro, um adereço a mais pendurado em seu case de instrumento, onde uma cabeça estava. Era evidente que ela também tinha atingido seu objetivo. - Está voltando para a cidade? Vamos juntos? - Oferecia.



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Ineel
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A cena partia meu coração, me sentindo extremamente culpado pelos gritos que regozijavam do pequeno animal, gritos de dor e solidão, embora não havia entendido de fato como a mamãe ursa teria vindo a óbito já que havia impedido um golpe fatal da fera em sua jugular mas a dura verdade é que a princípio ela aparentava ter partido para outra. - Eu fui impulsivo e fiz tudo sem pensar, por favor me perdoe pequenino.. Annie disse que eram amigos, vou pedir para que ela cuide de você pode ficar tranquilo!- Diria para o filhote, na esperança de acalma-lo e diminuir minha culpa que desmanchava meu coração com a cena comovente que meus olhos presenciavam, um filhote havia acabado de se tornar indefeso e eu não possuía o mínimo conhecimento para cuidar do mesmo, a única esperança era apelar para que annie e seu irmão cuidasse do pequeno animal em sua propriedade, uma nova mãe.. Uma nova família, que poderia ofertar o amor que lhe fora tomado.

Saindo da caverna, para minha surpresa encontrava novamente a caçadora de recompensas misteriosa coberta de sangue, evidentemente a garota havia se enfiado em um combate e havia saído vitoriosa, esbanjava as mesmas expressões nas quais havia mostrado em nosso primeiro encontro, quando a mesma me indagava sobre meu objetivo logo tratava de abrir um sorriso no rosto. - Sim! Eu não te disse que estava aqui?! HESUEHSUEHUS - Retrucava a garota, erguendo o baú para cima com os dois braços em comemoração, de imediato aceitando o convite para acompanha-la no caminho de volta, pois afinal teria bastante dificuldade para me defender sozinho com a pólvora do meu rifle molhada e um grande baú nas mãos, a companhia da mesma me veio a calhar no momento e não desperdiçaria sem dúvidas. Seguiria a garota, permitindo que ela liderasse o caminho pois afinal já havia me provado que dominava o assunto de floresta, então me sentia mais seguro com ela a frente. - Ei, você não me disse seu nome ainda.. Como você se chama? - Diria, tentando iniciar uma conversa descontraída pelo caminho, continuando e perguntando sobre sua ''missão'' e como foi seu combate.

Chegando ao ponto de partida para a propriedade de annie, me despediria da caçadora agradecendo pela sua companhia de maneira bastante cordial e então me direcionaria com o báu para a casa de antes, buscando me guiar por minhas memórias e redobrando o trajeto feito antes junto do irmão de annie, chegando no local de imediato clamaria pela garota. - Oeeeeeeee Annie! Eu encontrei! Veja só! HEUSHEUS - Gritaria, chamando sua atenção para ver o baú que trazera para sua propriedade, logo o levando para dentro e sem delongas pedindo para que a mesma abrisse com sua chave para enfim ver o que havia ali dentro contido por todo esse tempo. - Sabe.. Por conta da minha ação impulsiva eu acabei atraindo alguns animais ferozes para a gruta e por minha culpa a ursa morreu defendendo seu filhote, eu ajudei a consertar o erro mas no final o filhote acabou virando órfão pelo que pude perceber.. Será que vocês não poderiam adotar ele? Você disse que eram amigos não era?! Por favor! - Confessaria, em quanto aguardava o baú ser aberto.
 


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Kisaki Ushi
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A companhia era apreciada por ambos, depois de um dia extremamente longo, poder ter uma boa companhia para caminhar rumo à felicidade era bom para todos, Ineel com seu tesouro e a caçadora com a cabeça do pirata que caçara. - Ah eu me chamo Liliana, mas prefiro Lily. - O caminho não era dificil tendo a escolta da mulher que talvez passasse intimidação até mesmo para com os animais daquela selva, ou fosse apenas o fato de três feras estarem mortas agora que fazia o matagal parecer um pouco mais calmo, mas claro, não menos aterrorizante.  O pobre urso filhote agora estava lá em cima do corpo de sua mãe, ainda chorando, o instinto de perder uma figura tão importante, um pobre urso orfão.

Algum tempo de caminhada e estavam ambos novamente na cidade podendo cada um seguir seu próprio caminho sem saber se veriam-se uma outra vez. Apenas o futuro poderia dizer.

Já chegando pela madrugada, Ineel corria pelo terreno dos irmãos, a euforia o dominava, realmente tinha encontrado ao incrível e precisava compartilhar sua descoberta com a colega arqueóloga. Os gritos tinham capacidade de acordar até mesmo os vizinhos à centenas de metros da casa, logo a garota surgia pela janela e via o meio tritão carregando o baú, ela poderia pular daquela abertura e se lançar ao chão se não tivesse um pingo de inteligência tamanha sua empolgação no momento, saltitando e correndo o mais rápido possível ela chegava até a porta.

- Uuuuaaaaaaaaaaaaa EEEUU NÃAOO ACREDITOOO!!! ESTAVA MESMO LÀA AAAAA KANI!!! KAAAAANI!!! - A garota pulava de entusiasmo, era tanta que sequer dava tempo para Ineel concluir, ela já estava em prantos chorando, tudo que poderia chorar, para o rapaz que encontrara o baú poderia não ter tanto significado a descoberta, mas para ela, que estava há muito tempo nessa busca, sendo criticada por muitos, agora finalmente podia concluir que não era a louca que todos diziam, ela tinha como dar orgulho aos pais falecidos de alguma forma. O choro era tanto que ela até mesmo esquecia de pegar a chave em seu pescoço para abrir e finalmente desvendar o tesouro.

- O que houve!?? Annie!? Annie!? - Descia correndo o irmão preocupado, mas logo entendia a situação ao ver o baú e o sorriso misturado com lágrimas no rosto da irmã.

Só então Ineel conseguia terminar de falar e um misto de sentimentos surgia em Annie, ela sentia que devia dar uns tapas no meio tritão, mas como poderia fazer isso com aquele que tinha encontrado a última peça do quebra cabeça que ela tanto desejava montar.

- Vamos adotar o Billy por favor Kani! por favoooorrr!! -

- Ele é um animal selvagem Annie, acho dificil que a gente consiga domá-lo... Mas podemos tentar. -

Com isso parcialmente resolvido, a jovem removia o colar de seu pescoço e o trio se aprontava ansioso para descobrir o que poderia ter dentro do báu... Quando a chave fazia as engranagens do cadeado girarem e finalmente podia ser levantado, ela perdia toda etiqueta que possuía e tomava a frente para levantar a tampa... Para encontrar..  um papel quadrado e pequeno, uns 10x10 de centimetros e um monte de pedras, embaixo... Onde estava o tal tesouro? Talvez as palavras no papel pudessem ajudar.

Richard Grim - Kano


Uma simples mensagem, extremamente aberta, que infelizmente botava apenas mais mistério.

A olhar de frustração de Annie era tremendo, como se tudo tivesse ido por água abaixo, até que Kani se pronunciou.

- Kano... Pode significar o país de Kano, bem... Nós temos algumas economias... Podemos viajar para lá, ficar alguns dias de férias e ver se encontramos alguma outra pista... O que vocês acham? Mas faremos isso amanhã... Agora precisamos dormir, vocês dois são eléctricos demais.  

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Ineel
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A frustração era tamanha que logo começava a acreditar que tudo não passava de uma pegadinha, uma lorota de algum pirata caduco ou bêbado que havia encontrado seu fim naquela fossa, mas me continha preservando o princípio básico de um historiador, toda lorota tem alguma verdade por trás então não poderia desistir sem antes chegar até o fim desse enredo, mas claro, não poderia deixar de demonstrar o despontamento com a situação. - Eu arrisquei minha vida por um pedaço de papel.. Mas já que cheguei até aqui vou até o fim para matar essa lenda de uma vez por todas, realmente espero que esse pirata não era um velho caduco qualquer. - Diria, demonstrando uma leve indignação para os irmãos, mas ao menos um leve sorriso escapava de meu rosto quando Kani nos convidava para ir até Kano pois á era dois coelhos com uma cajadada só. Em gratidão me curvaria para o rapaz agradecendo o convite do mesmo. - Claro! Vamos acabar com isso de uma vez por todas! - Responderia, em seguida me direcionando para Annie. - Ei se acalme, vai dar tudo certo.. Quantos outros não tentaram antes de nós? Somos os primeiros a chegar até aqui  e tenho certeza disso! - Diria tentando reconforta-la do possível choque que a mesma havia acabado de tomar.

Bastante pensativo sobre o conteúdo do baú, me preparava para enfim dormir mas não antes de raciocinar por alguns momentos todos os passos que havia tomado até então, foi um longo dia e havia conhecido ótimas pessoas, além da caçadora misteriosa que esperava encontrar novamente algum dia, era possível sentir que começara a criar uma certa afinidade com os irmãos como uma certa relação de confiança, realmente estava confiando nos mesmos a ponto de aceitar viajar com os mesmos. '' Bom, mas eu não tenho muita opção mesmo huesheusheus '' - Concluía, buscando finalmente um merecido descanso nos aposentos que me foram ofertados e então despertaria apenas para o dia seguinte. Certamente Richard Grim seria minha primeira pista, o que inevitavelmente envolveria investigações e caminhadas pois então sabendo disto, não deixaria a timidez tomar controle de minhas ações desta vez e devoraria todo o café da manhã que os irmãos pudesse preparar, de estômago reforçado e com o sono em dia, partiria então com os mesmos até o ponto de partida para a viagem.

Não tinha um ideia pré concebida de como seria, apenas sabia que teria que seguir aqueles dois até o meio de transporte que utilizariam, checaria mais uma vez todos os meus pertences incluindo meu rifle, ajeitando o mesmo pela bandoleira e então daria meu ''pronto'' para a viagem. - Eu estou sem dinheiro, então agradeço mais uma vez a bondade de vocês.. Se tiver algo em que eu possa fazer no caminho para retribuir por favor digam! - Indagava, se dispondo a ajudar prontamente em qualquer situação. Não poderia deixar de esconder a euforia de uma nova aventura, era algo que até então não me imaginaria fazendo tão cedo e como arqueólogo não poderia estar mais feliz com a possibilidade de explorar outra ilha, não conhecia nada em Kano previamente, mas com meu conhecimento histórico básico sabia que se tratava de um reino milenar e de cultura milenar e certamente era algo que me trazia cada vez mais ansiedade pela exploração.


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Kisaki Ushi
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Era dificil para que Annie conseguisse dormir naquela noite, a agitação tomava conta de todo o seu ser, ansiedade a preenchia por completo enquanto havia ainda angústia de ainda ter que caminhar um pouco mais para concluir o objetivo. Mas a noite estava nem aí para os sentimentos do trio, ela caíria lentamente como sempre o fez para dar lugar ao sol num despertar cedo, que logo nos principios da luz solar fazia Annie despertar e ela mesma se prontificar para realizar um café da manhã, horas depois Ineel a acompanharia.

- Kani está arrumando as coisas para a viagem. -

Uma conversa aleatória e descontraída poderia se desenrolar ali, ou talvez os dois estivessem tão empolgados que não sabiam como dar inicio a uma conversa, podia também ser o desconforto de duas pessoas de sexos opostos que possuíam idades similares, enfim, algum tempo se passava e o irmão mais velho chegava para finalmente quebrar o gelo.

- Vamos? -

Era a deixa que todos esperavam, anteriormente o irmão mais velho tinha confessado que havia ajudado sua irmã a trazer o barco do quebra-ossos , logo eles deviam ter também uma embarcação. E era isso que encontrava depois de um caminhar para a costa, num lado oposto ao comercio da vila, um barco pouco confiável devia a falta de uso e até mesmo limpeza, uma pobre escuna que parecia não querer navegar por muito mais tempo em sua vida útil.

- Não é muito, mas meu pai me ensinou tudo sobre navegação nesse velho barco, então sei como usá-lo.  Vocês estão prontos para partirmos? - Bradava com um sorriso no rosto e aguardava que a dupla se juntasse ao convés.

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Ineel
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Servido o café e completamente satisfeito, somente restava aguardar o início da viagem.. Em um breve momento a sós com Annie um certo silêncio imperava demonstrando uma certa timidez por minha parte que talvez não soubera iniciar alguma distração em quanto aguardávamos, pois afinal era uma mulher da mesma idade, não que havia tocado em pensamentos impuros mas de certa forma era um pouco desconfortável, pelo menos para um mestiço que já havia se envolvido com uma humana no passado. Porém sem ter que aguardar muito, o irmão mais velho logo chegara e anunciava nossa partida, atento a todas as informações repassadas e uma breve checagem de meus equipamentos por uma última vez, prontamente me erguia. - Estou pronto! - Respondia, com certa euforia pela viagem.

Com algum tempo caminhando, logo chegávamos a costa ao lado da vila que estávamos e então finalmente via com meus próprios olhos aquele que nos levaria até Kano, uma escuna aparentemente velha, deixando um pouco a desejar na limpeza porém de gasto pareceria estar apta para navegar.'' Então usaram esse navio para rebocar o barco do quebra-ossos.. Interessante.'' - Fizera uma breve reflexão, em quanto me direcionava até a embarcação para subir as escadarias e enfim por os pés na madeira de seu convés. Em um bom tom de cavalheirismo ou simplesmente gratidão pela viagem fornecida pelos irmãos, imediatamente me colocaria a disposição para ajudar Annie a embarcar ofertando-lhe as mãos para auxiliar a moça a subir a escadaria, e em seguida subindo seus pertences, auxiliando Kanil com seus pertences também. Depois de todos estarem embarcados e seus pertencentes devidamente alojados na embarcação, demonstraria maior pró atividade pedindo para que Kanil me auxiliasse em como poderia ajudar na navegação, seja dobrando os joanetes, controlando os ângulos da vela ou simplesmente qualquer ação para manter a viagem já que eu não possuía nenhum grau de conhecimento sobre navegação, mas poderia ajudar sob seus comandos.

Assim que tivesse algum tempo livre ou fosse liberado do meu auxilio por Kanil, me direcionaria para os meu aposento no qual me fora designado e então organizaria meus pertences, dobraria meus lençóis e ajeitaria meu travesseiro para a noite que viria e então me voltaria para o convés onde buscaria encontrar Annie novamente. - O Mar é lindo não é? Eu sonho um dia explorar o mundo, encontrar o maior de todos os segredos! - Indagaria, buscando uma aproximação descontraída com a mesma durante a viagem, explicando meus maiores objetivos de vida e vontades além de fazer um breve resumo sobre o mistério do século perdido, no qual era minha maior ambição desde então. Ao final de toda a prosa reiteraria meu compromisso em encontrar o tesouro com os dois irmãos. - Eu sou um arqueólogo, tenho bastante conhecimento em investigações e iniciarei uma busca em Kano por esse nome no papel assim que desembarcarmos, nós definitivamente vamos encontra-lo! - Afirmaria para a garota, buscando motiva-la ainda mais e então convidaria a mesma para se assentar juntamente comigo próximo a proa do navio, em uma distância segura para que pudéssemos observar as ondas do mar juntos durante a viagem, pelo menos até que Kanil não solicitasse minha ajuda novamente.
 


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Kisaki Ushi
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- Me ajude a puxar a âncora. - Pedia gentilmente o irmão, que agora já via Ineel como um amigo quase próximo, uma vez que graças à perspicácia do rapaz, finalmente o sonho da irmã tinha se movido de alguma forma, mesmo que não tivesse em mãos o prêmio tão almejado, ao menos agora tinha descoberto algo novo e podiam trocar a fita que já se repetia à muito tempo. Logo após os dois puxarem a âncora, outra pedido era feito por Kani, desta vez, para que o meio tritão içasse as velas, para assim no primeiro vento forte o barco pegasse a força necessária para iniciar a viagem, o que não demorava muito.

A embarcação era veloz, mesmo prejudicada com os anos se movia harmoniosamente. Era um momento de paz, toda a sanguinolência deixada em las camp, mas ainda tinha uma tarefa árdua a fazer ali, que atrasaria um pouco a viagem, precisavam ver se conseguiriam ou não agarrar o pequeno Billy. Enquanto o barco contornava a ilha para chegar até o local onde o urso costumava ficar, diante da luz forte do sol, no céu azul isento de nuvens, Ineel e Annie tinham um tempo para conversar.

- Sim, ele é! - Respondia com os olhos brilhando, nesta manhã em especial, Annie parecia muito diferente da jovem que Ineel tinha visto no bar, onde as roupas eram amarrotadas, o olhar cansado, cabelos bagunçados, havia se maltratado por tanto tempo, mas agora ela parecia ter um motivo para viver, um motivo para gostar um pouco mais de si, e agora olhava no fundo dos olhos do meio tritão, mostrando todo o brilho que sua alma continha. - Muito obrigada Ineel... Muito obrigada mesmo, você não faz ideia do quanto isso é importante para mim... - Os olhos aos poucos começavam a se encher de água, mas logo era interrompido por um abraço brupto, que ignorava raça, ignorava diferenças, apenas abraçava o arqueologo, um aperto aliviado, para então soltar o rapaz. - Eu nunca sonhei em ser uma arqueologa, mas me apaixonei pelos mistérios, acho que até demais... Meus pais eram os únicos que acreditavam em mim, obrigada por você também acreditar.

Annie voltava seus olhos para frente novamente, observando o balançar das ondas no mar, pouco tempo depois estava já chegando próximos à gruta onde o filhote deveria estar... Onde poderia prendÊ-lo? Como conseguiriam domá-lo? Nenhum dos três ali pareciam ter essa capacidade, talvez um pouco de espertize pudesse ajudar. - Você tem alguma ideia de como podemos trazê-lo para dentro do barco? -

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Ineel
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O abraço era sincero, podia sentir mesmo que por algumas frações de segundos até que entendia o que realmente estava fazendo na vida daquela garota, ajudar alguém que estava sem perspectiva de vida estirada a um bar cheio de marmanjos caçoando da mesma, não era uma visão agradável, porém as coisas estavam mudando drasticamente desde que a encontrei.'' - Tenho certeza que ela está melhor agora, de uma bêbada a uma garota normal huehsuhsusheus'' - Pensava comigo mesmo, analisando toda a evolução de Annie. Apesar de tudo, estávamos esquecendo de algo muito importante.. O pequeno urso orfão que havia pedido para que os irmãos o adotasse ainda estava em solidão na gruta, não tardou algumas palavras e logo o barco chegava na entrada da gruta onde eu havia me esgueirado no dia anterior, era uma manhã relativamente calma porém na medida que adentrávamos o local, me lembrava vagarosamente das cenas de horrores de ontem e principalmente dos gritos da batalha das feras que agora jaz sem vida.

Um breve silêncio ressoava pela embarcação, havia dúvidas sobre como seria feito mas o objetivo já era traçado. - Billy o nome dele né? Eu acho que só temos um jeito de fazer isso... - Diria para o grupo, em um claro tom de franqueza. - Vá com o barco em direção á aquela entrada onde vocês rebocaram o quebra-ossos, ele é um filhote então acredito que eu consiga traze-lo até o navio sem me machucar e então podemos deixa-lo no deck inferior do navio até vocês decidirem como vão doma-lo. - Explicava brevemente o plano, e então finalizaria. - Annie, pegue algum pedaço de carne ou peixe do nosso estoque e tente atrair ele, eu vou vim por trás e imobiliza-lo segurando seu maxilar e suas patas. - Diria, saltando da embarcação assim que chegasse ao local previsto. De inicio iniciaria procurando pelo pequeno animal no mesmo local que o havia visto ontem a noite, caso não o encontrasse tentaria encontra-lo próximo ao corpo de sua mãe já que por instinto ainda poderia estar ao lado da mãe, e então sinalizaria para Annie prosseguir com o plano em quanto me esconderia atrás de alguma rocha ou fenda. Assim que o pequenino estivesse a uma boa distância, de imediato saltaria até ele de bruços buscando uma imobilização rápida, pressionando suas mandíbulas com a mão direita para impedir que o filhote realizasse alguma mordida contra mim, e com a mão esquerda tentaria pressionar suas pautas para baixo, não permitindo que se movimentem livremente.

Tendo sucesso no movimento, me levantaria com cuidado para que o filhote não escapulisse e então me direcionaria até a embarcação novamente, pedindo o auxílio de ambos os irmãos para subir as escadas com o filhote imobilizado o máximo possível, e então desceria até o deck inferior da escuna onde largaria o animal em seu cantinho, correndo para fechar a porta ou escotilha para que o mesmo não me seguisse e conseguisse fugir. - Está feito! Pensem em como doma-lo durante a viagem huehuehuehuehue - Diria para Annie, com uma leve gargalhada no final, pois até então sabia que a garota não era uma domadora e teria que adquirir uma certa experiência para tal. Resolvido o problema, auxiliaria Kanil mais uma vez a levantar a âncora do navio e então partiríamos, sempre disposto a prontamente ajuda-lo durante a navegação já que a tripulação de fato era composta por um número limitado.
  


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O plano estava traçado, e usando bem de sua intuição, Ineel seguia para o caminho onde o pequeno filhote de urso deveria ainda estar, próximo ao corpo falecido da mãe, não agarrado à o que um dia foi um corpo quentinho e aconchegante, mas perto dali, ainda era cedo para o pequeno Billy abandonar sua mamãe, à alguns metros, deitado num cantinho o urso permanecia, completamente deprimido, uma imagem que podia facilmente mexer com os sentimentos do meio tritão, visto que ele fora a causa da morte prematura da mamãe urso. O cheiro fraco de peixe exalado pelo arqueologo era o suficiente para chamar a atenção do pequeno urso, afinal, estava ainda aprendendo a arte da pesca e agora que a mãe estava morta não conseguiria se alimentar sozinho com facilidade, porém, estava tristonho demais para se levantar, apenas mexendo a cabeça.

Annie por outro lado, que seguia Ineel, já estava com as lágrimas penduradas nos olhos ao ver o pequeno animal naquele estado, se aproximou mais do que devia considerando o animal selvagem, e precisou colocar um pedaço de peixe próximo ao filhote que aos poucos mostrou interesse na comida e a pegou começando a mastigar, poderiam fazer uma trilha de comida para que o pequeno urso seguisse, mas seria dificil que ele abandonasse o corpo de sua mãe, era então quando Ineel entrava em ação.

Com toda sua velocidade o meio tritão agarrou o pequeno Billy, que de imediato começou a se debater e tentar gritar, mas era impedido por Ineel que agarrava seu fucinho o segurando, era evidente que o animal não queria deixar a gruta, não queria abandonar seu lar e sua mãe, mas era necessário. O ambiente não era divertido para a dupla de arqueologos, apenas tristeza reinava naquele momento, não era um fim de aventura muito animador.

Quando chegavam no barco, Kani já havia preparado a porta de um alçapão, lugar que era comum de prisioneiros ou tesouros ficarem em embarcações do tipo, as grades permitiriam que pudessem alimentar o urso sem precisar se arriscar, além de conseguirem tomar conta dele. Foi solto ali e logo tentou correr para escapar, em vão, fora aprisionado o pobre animal, que agora sim não tinha alguém prendendo sua voz, e um choro longo e doloroso começava a seguir, uma canção de viagem indesejada.

Com tudo pronto, podiam finalmente começar a navegar rumo ao País de Kano, tendo a escuna completamente abastecida de grãos de arroz e peixes para a curta viagem que teriam. Assim era a despedida de Billy Bear à sua tão amada mamãe urso.

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Ineel
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~Post de viagem para Kano 1/2~

A despedida não era agradável para ninguém, o cadáver da mãe ursa ainda se encontrava no mesmo lugar e o filhote acuado em uma cena de partir o coração, urrava em uma dor tremenda por deixar sua mãe, deixaria ao menos escapar uma lágrima ao me deparar com aquela situação porém sabia que era o necessário para a sobrevivência do filhote, ele estaria em boas mãos.'' Sei que isso é o melhor para você pequenino.. É tudo que posso fazer, espero que nos encontremos de novo um dia!'' - Refletia, em quanto observava a dor daquele filhote, indefeso e sem saber do que lhe aguardava, simplesmente impossível não se comover e isso me causara alguns pequenos lampejos de memória sobre minha própria família, mesmo não tendo tido contato com minha mãe eu desejava muito tê-la por perto no momento mas sabia que era impossível.

Agora era certo de que a viagem não sofreria mais interrupções, não seria uma viagem curta pois após alguns cálculos perceberíamos que tínhamos uma previsão de 14 dias no mar pela frente, e bem provável precisaríamos pescar caso não quiséssemos ancorar em alguma ilha para reabastecermos e por sorte eu era um meio homem peixe afinal então poderia auxiliar com isso embora nunca havia tido a experiência de pescar em alto mar. Sem muitas delongas logo ajudaria a puxar a âncora do navio, seguindo as instruções de Kani e realizando todos os preparativos iniciais para a enfim viagem que almejávamos como subir as velas, dobrar joanetes ou ajudar a virar o leme, sempre buscando a supervisão do irmão mais velho experiente na área, pois meu talento em navegação seria quase nulo e precisava agir apenas auxiliando o real navegador do navio dada as nossas limitações.

Seriam longos dias pela frente, ao menos com a companhia de Annie e do pequeno Billy poderíamos ter alguma diversão, tentaria estabelecer uma rotina onde acordaria logo aos primeiros raios de sol para checar se Kanil precisava de algo, e então partiria para o café da manhã, ajudando Annie a alimentar o pequeno filhote logo na sequência e depois nos reuniríamos no convés do navio onde observaríamos as ondas do mar calmamente em quanto contávamos causos e histórias um para o outro como uma breve confraternização, até mesmo tentaria passar algum conhecimento de arqueologia para a garota caso a mesma quisesse já que havia demonstrado algum interesse anteriormente. Pelo fim da tarde, voltaria a assumir meus postos como ajudante de Kanil durante a viagem e apenas pararia para dormir, reiniciando novamente a rotina no dia seguinte.

Caso em dado momento da viagem ficássemos sem um estoque de comida e Kanil optasse por não parar em alguma ilha próxima para reabastecer, auxiliaria os irmãos na pescaria utilizando de minhas vantagens de ser um meio homem peixe, mergulhando no mar profundo em uma busca por peixes frescos para nos reabastecermos em alto mar pois mesmo sem qualquer conhecimento sobre pesca talvez poderia ser útil de alguma forma para que Kanil ou Annie conseguissem realizar a pesca. E então reabastecidos poderíamos seguir com a viagem, tentando manter a mesma rotina, meio pacata porém pouco alegre já que tínhamos a companhia um do outro e diversas histórias para compartilhar com certeza.
 


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Kisaki Ushi
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Nos primeiros dias de viagem o urso filhote ainda chorava bastante, mas agora apenas ficava quieto em um cantinho, obviamente sentindo falta de seu lar e mãe, Annie aos poucos tentava se aproximar, mas o animal se mostrava muito arisco a qualquer uma das investidas da jovem, quase como se tivesse tornado um grande desafio para ela conseguir domar o animal, mas sem o conhecimento certo seria com certeza uma tarefa extremamente árdua.

As vantages de se ter um homem peixe na tripulação era o fator pesca, nenhum deles tinha grande habilidade nisso, mas com o trabalho em equipe tudo era possível, ao fim da primeira semana, Kani via que a comida não daria para muitos outros dias e resolvia armas um plano junto ao meio tritão. Uma rede era lançada ao mar e a função de Ineel era utilizar de suas habilidades no karatê tritão para lançar os peixes na direção certa. Um ou dois dias de pesca eram o suficiente para repor o estoque deles, mesmo que agora sem grãos, não passariam fome pois tinham bastante peixe para comer, e um ótimo cozinheiro para prepará-los, como o irmão mais velho havia demonstrado durante todos esses dias.

Restava apenas que eles descansassem e aproveitassem um pouco mais a viagem tranquila, sem adversidades da natureza ou vindos de outros navios, algumas vezes cruzando com mercadores e certo dia com um barco pirata, mas o que piratas poderiam querer com uma escuna velha de mercadores pobres? Não havia nada valioso para ser roubado ali, portanto conseguiam continuar caminho sem problema algum.

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Ineel
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~Post de viagem para Kano 2/2~

Com a falta de comida iminente, tivemos que inovar para garantir nosso almoço e pelo bem da viagem fomos agraciados com uma farta pesca totalmente fruto de nosso trabalho em equipe, mesmo não possuindo um conhecimento especifico de pesca tínhamos um novo estoque de pescados. Mesmo durante todos esses dias no mar, meus olhos não se cansavam da bela paisagem que viam, as ondas, o barulho e o balançar da madeira sobre meus pés era algo simplesmente mágico e sentia que estava pegando gosto pela viagem provavelmente pela minha ansiedade de exploração sem limites sendo um verdadeiro arqueólogo que acabara de descobrir o mundo.''Simplesmente fantástico! Estupendo!''- Continuaria admirando aquelas ondas em meu consciente, em quanto aguardava pelo fim de mais um dia naquela embarcação.

Passávamos dentre mercadores, velejadores experientes ou inexperientes vai saber?! Porém de todos o que mais me chamara a atenção fora um navio pirata que navegou próximo ao nosso barco e por algum motivo não nos abordara, pensava e refletia bastante sobre aquele momento pois afinal eram piratas não é mesmo? Bastava a ordem de seu capitão e estaríamos todos em uma enrascada, então isso apesar de tudo me fizera refletir que nem todos aqueles homens estavam com suas almas perdidas, talvez eles estavam a navegar pela bandeira da liberdade... Para serem livres nesse imenso mar azul o que de certa forma também seria meu objetivo. - Vocês acham que aqueles piratas são livres? - Indagaria aos irmãos após a cena marcante, e então voltaria ao meu posto de ajudante do navegador.

Repetindo a mesma rotina diariamente, ansiosamente pelo fim da viagem até o dia em que finalmente ancorássemos em um porto seguro no País de Kano, manteria meu auxílio a Kani pois afinal era o mínimo que eu poderia fazer para retribuir o favor, não poderia esquecer também do pequeno Billy ajudando Annie a alimenta-lo sempre que possível. Com a viagem findada, nos restaria discutir os próximos passos dessa aventura mas por em quanto nos restava descansar da aventura anterior e eu por outro lado tinha pela frente uma busca por novas pistas do sujeito mencionado no papel encontrado dentro do baú. - País de Kano lá vou eu! HEUHUEHESHUEHUEEHU! - Bradaria, eufórico ao chegar no novo País.  
 


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Kisaki Ushi
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O que poderia realmente significar aquela questão de Ineel, os piratas eram mesmo livres? Fugitivos das amarras sociais, mas deviam ter algo ainda que os prendiam a algo. Era uma questão que ficava pelo ar, sem uma reposta definitiva com Annie apenas olhando para o mar e assistindo o barco sumir aos poucos no horizonte. Com o passar dos dias, Billy Bear parecia estar menos deprimido, o que deixava Annie simplesmente encantada com o animal, mas a luta para domá-lo ainda era grande demais.

No fim da viagem, quando já estavam aportando em Kano, a jovem se virava para Ineel e dava uma noticia talvez um pouco triste para o meio tritão.

- Nós vamos nos separar um pouco, eu conversei com meu irmão e desejo conseguir aprender a como domar o Billy primeiro, depois disso nós voltamos a procurar pistas do tesouro... Então agora vamos seguir caminhos diferentes, mas logo nos encontraremos outra vez, arqueologo!

Finalização:



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