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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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Achiles
Pirata
Nasce um artista: Ato I Qui Fev 03, 2022 10:47 pm
Nasce um artista: Ato I

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Ikari Shinji. A qual não possui narrador definido.

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Re: Nasce um artista: Ato I Sex Fev 04, 2022 12:36 pm
O sentir é um pensar extravagante.
O extravagante!
Finalmente os primeiros passos em uma ilha desconhecida, passos esses que seriam cantados por trovadores em bares e tavernas quando contassem minha história de glória! Por enquanto esse era apenas o início de minha carreira solo e por incrível que possa parecer, se tratando de alguém maravilhoso como eu, não tinha ideia de por onde começar. Claro que já estava pronto para qualquer coisa, afinal trajava as vestes mais chamativas e bonitas possíveis, sendo uma camisa na cor vermelha com um casaco lilás por cima, umas calças negras, apertada e sapatos brancos com detalhes em preto —Rodei no submundo, chequei todos os bares ♪ E ainda não encontrei ♪ ninguém capaz de me vencer ♪♪ — A música era cantarolada por mim enquanto caminhava a procura de algum objetivo, algo para se fazer.

Eu seria aquele conhecido em todo o mundo! E como faria isso? Minha vida toda tinha carregado essa questão comigo, até ver um cartaz de procurado e observar a reação das pessoas. O espanto, a admiração, o terror e a inveja! Cada pessoa que olhava sentia algo, mas uma coisa era um fato. Todos sabiam quem era aquele rosto estampado no cartaz, e eu conseguiria aquilo, ou melhor, eu conseguiria ser MAIOR que aquilo —Com armas de fogo, garrafas quebradas ♪ Navalhas afiadas ♪ Ainda não encontrei ♪ ninguém capaz de derrubar ♪ O temido lobo-do-mar!♪ ♪ ♪ ♪ — Um lobo-do-mar é um ser que enfrenta este vasto oceano sem medo, sem se preocupar com nada a não ser com seu objetivo e para mim, estava claro —Devo me tornar o maior desses lobos-do-mar, mas é claro, com ESTILO!— Com isso em mente estava na hora de começar.

O primeiro passo seria fazer meu nome nessa ilha e como não tinha ideia de como um pirata agiria só me restava fazer do meu modo, o modo artístico. Iria procurar por pessoas nas ruas, homens ou mulheres e de preferência com a minha idade. Caso encontrasse logo alguma pessoa me aproximaria com uma reverência e um largo sorriso no rosto, se fosse um homem minhas palavras seriam as seguintes —Ô meu nobre homem, pode ajudar um viajante perdido? Estou procurando por algum lugar onde eu possa me apresentar, sou um cantor itinerante.— Após falar iria desfazer a reverência e ficar com uma postura reta, antes de voltar a falar —Sabe onde posso arrumar um bico me apresentando por aqui?—, no entanto, se eu encontrasse uma mulher iria começar a conversa de outra maneira, obviamente não pretendia chamar nenhuma dama de senhor. Faria a mesma reverência, no entanto, falaria com um tom de voz mais calmo —Que bela dama temos aqui, será que errei o porto e acabei indo parar no céu visitar os anjos?— Após tais palavras ficaria com a postura reta novamente —Será que a mademoiselle pode ajudar um pobre artista perdido?— E então iria fazer a mesma pergunta sobre um possível bico em algum local na ilha.

Obtendo uma resposta positiva de alguém iria sorrir de forma larga, porém, falsa, mas imperceptível graças a meus anos atuando no circo e agradecer —Meu coração agradece a hospitalidade e a gentileza! Peço humildemente que vá me ver quando puder.— E então viraria as costas e tiraria o sorriso do rosto, para caminhar na direção indicada por meu primeiro conhecido na ilha. Mas se a primeira pessoa que eu abordasse não soubesse me indicar algum lugar, um simplesmente daria as costas sem agradecer e procuraria por um próximo ser caminhando nas ruas. Se caso fosse indicado a ir até algum lugar eu iria caminhar com passos lentos e graciosos até lá, agora me atentando ao caminho feito por mim e aos detalhes que podia ver na rua, queria gravar possíveis becos e rotas de fuga afinal estava começando a bolar um plano em minha bela mente. Na possibilidade de achar o local iria tentar olhar bem o mesmo por fora a avaliar seu potencial antes de entrar, ou tentar entrar.

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Re: Nasce um artista: Ato I Ter Fev 08, 2022 1:49 am

Reino Sorbet
Um artista ou Sadista?



O reino de Sorbet certamente pode ser invejado por muitos outros reinos, e talvez odiado também; esses loucos, provavelmente. Afinal, o reino exala alegria e festança quase todos os dias. A monarquia regida pelo Rei Ceallagh III tem se mostrado durante todas suas décadas muito bem exercida, exatamente por isso nenhum golpe politico ou tentativa de assassinato ocorreu durante todo esse tempo.

A enorme ilha é dividia em três locais de grande foco, mas o lugar em qual o Shinji estaria perambulando era a cidade central, esta ficará próximo do glamuroso e fascinante castelo do rei.

Enquanto Ikari cantarolava, como muitos outros da cidade, a maior diferença estava em seu porte físico, acima da média, acompanhado de sua estupenda beleza. Por sinal, muitas moradoras babavam de longe ao avistar o jovem garoto. – Ai meu Deus, que voz linda! Muito gato! Uma delas se debruçava na janela enquanto tentava sinalizar com um pedaço de pano; possivelmente alguma empregada.

Shinji era um homem grandioso, ou pelo menos ele achava isso. Tal fato é, que sua aparência realmente destacava, mas não era como se fosse algo tão raro assim. Exceto que... por ser um celestial, isso sim lhe dava uma total divergência do comum. – Quê? Pensei que nem existia mais essa raça. Um dos trabalhadores diria em um tom de voz baixo, mas não tanto que pudesse evitar de Shinji escutar.

Apesar da ganancia por ascensão e desejo por fama, Ikari havia atracado em uma ilha que era muito precária nisso, ou melhor dizendo... pouca criminalidade lá existia. Tanto que a milícia se via pouco, exceto aquele dia em particular que era um dos dias de festança conhecido como: “Dia da Voz mais Bela.” Sim! Esse era o nome do festival criado pelo regente da ilha, talvez para matar o tédio ou achar alguma nova concubina, seja o que for, o enorme cartaz que percorria pelo centro informava sobre o festival.

A cidade era o centro do comercio, e obviamente, estava agitada acima do comum. Até porque era dia de festival, e nesses dias a cidade bombada de pessoas igual formigueiro. Shinji estava determinado que seu nome ecoaria pelos cantos do reino, porém, para tal deveria ter seu ponto de partida.

O rapaz almejava encontrar alguma pessoa para dar início a seu plano e naquele momento, em meio àquela multidão toda, era só ele escolher sua presa. Durante o tempo que o garoto abordava um morador, baixinho, perguntava se haveria serviço artístico para ele fazer. – Hã? Ah! Você é de algum circo? O homem diria ao analisar mais um pouco Ikari, devido à extravagância e pompa do garoto. – Não parece muito, mas que seja. Dá uma olhada lá no concurso, o apresentador Micro é responsável pelo ínicio. O pequeno homem de idade media apontava para um enorme palco.

Shinji podia avistar sobre o placo, em cima, um cartaz sobre o festival e algumas pessoas rodeando a volta. O barulho estava intenso, mas pelo visto algo estava acontecendo lá.

Após agradecer o pequeno homem, que lhe retribuir com um olhar um tanto desconfiado, Shinji seguia até o grande palanque. Quando chegou lá, percebeu que o apresentador estava passando mal, parecendo engasgado ou talvez exaurido, logo após fazer alguns exercícios de apresentação. Havia algumas auxiliares próximo do suposto apresentador, tentando lhe ajudar possivelmente, enquanto isso varias pessoas na volta tentavam entender o que havia acontecido; já outras dispersavam.

O calor não estava de matar, mas por volta de uns 27 graus. O ar estava úmido, mas pouco ventava. De qualquer maneira, era uma péssima hora para o apresentador dar uma de frango. – Vamos senhor Micro. O rei está para chegar e se ele vir seu estado, não vai ficar contente. Uma das jovens e belas garotas tentava incentivar o apresentador, mesmo que na pressão, para que o homem se recompor.

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Re: Nasce um artista: Ato I Ter Fev 08, 2022 3:14 pm

O primeiro Ato.



De fato eu havia escolhido um belo lugar para iniciar minha carreira solo, no entanto, não havia possibilidades de eu errar desde o começo. A bela ilha aparentemente tinha um ótimo governante, pois, estava tendo um festival em plena luz do dia, e depois de muito viajar eu sabia que era preciso coragem ou burrice para ostentar tanta felicidade com o número de piratas subindo. Mas eu não ligava para a mente do rei ou qualquer que fosse o governante, pois, estava ocupado de mais dando atenção a todas as belas mulheres que admiravam minha beleza, deixando um largo sorriso no rosto sempre que olhava para alguma e piscava discretamente.

No entanto, como eu já esperava nem tudo são flores nessa vida, e um comentário sobre minha raça foi feito por um trabalhador qualquer —São tais palavras que me fazem não sentir nada quando alguém é morto...— Obviamente eu não falava diretamente com o homem, somente soltei as palavras ao vento sem destino e olhando para nada em especial. A cidade realmente se encontrava movimentada, oque era ótimo para mim, afinal quanto mais pessoas estivessem ali mais espectadores e fãs eu teria ao iniciar meu ‘show’. E com tantas pessoas vagando pelas ruas não demorou até eu encontrar alguém para me ajudar com algumas perguntas.

As palavras do homem baixinho fizeram meus lábios se retorcerem em um enorme sorriso —A voz mais bela? Shihsishishsihsi!!— Meu riso vinha da confiança, afinal eu não conhecia ninguém com as cordas vocais mais treinadas e lindas do que eu. Além disso, mesmo que alguém conseguisse de forma roubada ter uma voz mais bonita, minha aparência ainda me colocaria no topo das raças e seres vivos. Aquele com toda certeza era meu dia de sorte. Seguindo pela multidão até a direção apontada pelo homem pude ver o palco onde possivelmente a competição iria acontecer e bem perto dele uma pequena comoção em volta de um homem. Pelo que pude notar o tal homem era o apresentador Micro, de quem o baixinho havia me falado e aparentemente ele não estava em condições de conduzir competição nenhuma, tendo que ser ajudado pelas mulheres ao redor.

Sorri antes de me aproximar e tentar iniciar uma conversa —Como estão todos nessa bela tarde?— A voz saia em um tom firme e forte, afinal eu queria ser muito bem-ouvido pelo tal Micro e pelas pessoas ao redor dele —Permita-me apresentar, Shinji Ikari ao disposição de todos. Estou aqui pela competição, no entanto..— Pausa dramática para um olhar de pena na direção de Micro, seguida por algumas lagrimas falsas enquanto levava minha mão direita até o peito —Não pude deixar de notar que meu amigo não se encontra nas melhores condições, e isso me parte o coração!— Outra pausa para secar as lagrimas de crocodilo —Então queria me colocar a disposição para ajudar com oque for preciso, esse que vos fala já foi apresentador no maior circo alado do mundo!— Esperaria por reações e respostas de todos.

Caso o tal Micro voltasse ao normal e conseguisse se manter bem para apresentar o festival eu iria abrir um sorriso enorme, e falso —Já que está melhor meu amigo, quero participar do concurso se possível.— Antes havia ouvido falar sobre a chegada do rei então eu precisava subir naquele palco o mais rápido possível, afinal oque iria alavancar mais a minha fama do que cometer algum crime na frente da maior autoridade daquela ilha? Obviamente eu planejava ganhar aquilo, mas depois de mostrar minha beleza a todos eu pretendia fazer algo mais hediondo.

Se o apresentador não se recuperasse e me deixassem ajudar, narrando algo ou apenas subindo ao palco para auxiliar em algo eu iria perguntar a uma das mulheres que estava ajudando Micro antes —Eu que nasci no céu nunca havia visto tamanha beleza como a sua mademoisell. Pode me mostrar quem é o rei quando ele chegar? Gostaria de reverenciar sua majestade com pompa.— A verdade é que somente queria saber quem era o rei para ficar na melhor posição possível em relação aos olhos do mesmo.



Nasce um Artista - Post:  02


Histórico e OBS


Observações: Demorei pq estava tentando achar um templante melhor -q

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Re: Nasce um artista: Ato I Qua Fev 09, 2022 3:06 am

Reino Sorbet
Um artista ou Sadista?



Dentre todos presentes ao redor do apresentador, sem dúvidas nenhuma Ikari se destacava demasiadamente. Sua altura superior aos demais unido a sua beleza natural, apenas inflavam o ego do rapaz. Quando abordou Micro, que logo se espantou com a silhueta do artista, sua pergunta era bastante inusitada. – Quê? Estou com muita dor de cabeça, sinto muito, mas me deixe só. O apresentador dizia olhando para ikari e logo retomando a baixar a cabeça sentando em um banco.

Determinado a chamar a atenção, capturando o coração do apresentador, Shinji utilizava de seus macetes para atrair sua presa. Seu tom de voz, sua expressão e suas palavras emergiam de tal harmonia que simplesmente era impossível para o reles apresentador ignorar. – Ajudar? Sim! Sim! É isso, você tem uma ótima voz e sabe falar bem, talvez... Micro diria logo ao saltar da cadeira e agarrar as mãos do enorme homem enquanto fintava lhe nos olhos; cujo era necessário olhar para cima.

– Estou com problemas, amigo! Se puder me ajudar... serei eternamente grato! Preciso que assuma meu lugar como apresentador, antes que... Antes de Micro terminar sua frase alguns trompetes começavam a ecoar atrás da multidão. – Afastem-se! Afastem-se! O paladino da milícia, quinto brasão, está chegando! Abram espaço! Alguns guardas viria sobre cavalos, portando algumas vestes bastante burguesas. Por sinal, quem tomava a frente era o homem anunciado antes que descerá do cavalo e se aproximava de Ikari, Micro e as auxiliares de palco. – Com licença, mas gostaria de falar com senhor Micro. Foi me dito que será o apresentador do festival e vim averiguar a situação, conforme o protocolo. Suas roupas emitiam nobreza. Suas falas ética e sua presença elegância.

Foi então que Micro recuou alguns passos, praticamente se escondendo atrás de Ikari. – Hum? O homem com traje refinado olhava para Shinji, talvez seja sua aparência ou porte físico, chamaste a atenção do guardião. – Seria você o senhor Micro? Se for o caso, prazer em lhe conhecer. Sei que veio de longe para exercer o papel de apresentador, não pude lhe conhecer de antemão. Sou Klaus Vilis Reinhard. O homem se apresentava com charme, seus longos cabelos louros unidos a seu sorriso certamente colidiam com a beleza de Ikari.

– Não percamos mais tempo. Preciso que me passe os relatórios dos candidatos, tenho que enviar para o Rei. Ele comentava durante o tempo que tentava avistar o palanque, só então notando que algo estava estranho. Foi então que Micro diria em um som de voz baixo para apenas Shinji escutar. – Por favor, me ajude! Diga qualquer coisa, preciso ganhar tempo porque ainda não estamos preparados para iniciar o evento principal. Ele suava frio, pois, sabia que o rei, apesar de bondoso, odiava atrasos. Pelo menos era isso o que os paladinos da milícia diziam.

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Re: Nasce um artista: Ato I Qua Fev 09, 2022 1:01 pm

O primeiro Ato.



Os deuses sorriam para aqueles dotados com maior inteligência e beleza, e naquele momentos eles estavam gargalhando junto a mim. O plano parecia funcionar e após um primeiro momento relutante o apresentador Micro acabou por me deixar como voz daquele festival — Perfeito, agora só preciso de uma distração para mostrar a esses seres como eu sou magnifico! —, no entanto, antes que eu pudesse responder ao homem uma comoção começou a se formar, e um grito junto de trombetas parecia anunciar a chegada de alguém tão importante quanto eu.

Um homem de cabelos loiros e longos vestido com roupas finas apareceu caminhando em meio a multidão, aparentemente ele era conhecido por todo aquele local — Lindo! — Sim, admitir a beleza de outro ser não iria de modo algum fazer a minha própria cair, por isso não me surpreendi quando ouvi o elogio saindo de meus lábios de forma involuntária. O homem chegou junto a outros montados todos em cavalos e se aproximaram de onde eu conversava com Micro, aquilo não fazia parte do meu plano, mas um artista de verdade sabe improvisar.

Se apresentando como Klaus Vilis Reinhard ele parecia exalar confiança e talvez por minha beleza e ar de astro ele havia me confundido com o apresentador Micro —O prazer em conhecer o Sr. é toda minha, ô mister Klaus! — Fazia uma reverência pequena, abaixando a cabeça enquanto pronunciava tais palavras e mesmo após o inútil do verdadeiro apresentador se esconder atrás de mim, mantive um sorriso no rosto tentando não demonstrar em momento nenhum algum sinal de mentira ou fraqueza. O homem pedia alguns papeis relacionados ao festival e instantaneamente Micro me informava que precisaríamos enrolar um pouco.

— Claro! Irei pedir ao meu assistente para pegar toda papelada. — Falava e me virava para o estrume que se escondia atrás de mim, o semblante em meu rosto já não demonstrava um sorriso, mas sim preocupação — Micro-sama faça o favor de conseguir tais papeis enquanto eu tento dar um jeito nisso por NÓS. — As palavras eram ditas de forma baixa para que ninguém além do próprio homem pudesse escutar, o sorriso era aberto em meus lábios quando me voltava para o líder da milícia — O senhor me daria a honra de aguardar alguns segundos enquanto ele faz tudo? Irei entreter as pessoas com uma singela apresentação enquanto isso, e seria uma honra se pudesse assistir. — Falava tentando enaltecer o homem para elevar seu ego, de modo a fazer o mesmo concordar com essa simples sugestão.

Caso fosse autorizado pelo mesmo que eu continuasse com a apresentação enquanto Micro corria atrás dos papeis eu iria me dirigir até o palco com passos largos, mas confiantes, parando ao chegar no centro do mesmo — SENHORAS E SENHORES, MENINOS E MENINAS! — Falava de forma que pudesse chamar a atenção de todos no local para o show que iria começar naquele momento — Permitam-me executar uma pequena apresentação para agradar seus olhos e ouvidos ... — Reverenciaria mesmo que ninguém estivesse prestando atenção e então daria início ao meu “show” particular.

Musica original para dar play (opcional):

Começando com um salto mortal para trás, enquanto liberavas chamas inofensivas de meus pés e ao cair após a execução do movimento iria começar a cantar, usando os tons altos e firmes, mas, ao mesmo tempo, melodiosos — Era uma vez um monstro sem nome ♪ De dois deles, apenas um nomeado ♪ A escuridão um desses seres consome ♪ Pois, de um experimento fora gerado ♪♪ — Enquanto as palavras saiam de minha boca eu executava movimentos de dança misturados com teatrais, aprendidos por mim no circo durante anos. Ao dizer a última frase cantava com força e levava a entonação mais forte e firme que as demais — Sem identidade, sentimentos e amor ♪ Esse monstro está dentro de mim, apenas dor ♪ É o que esse mundo oferece, não mudou ♪ Nós somos as únicas pessoas no mundo ♪♪ — Continuava a canção e agora liberava chamas de minhas mãos enquanto cantava, chamas disparadas na direção do céu afim de atrais ainda mais a tenção das pessoas.

— Separados, mas ainda estamos juntos ♪ Em uma noite o mesmo monstro vem nos separar ♪ Uma chacina em uma fração de segundo ♪ Não resta outra saída, a não ser me matar ♪♪ — Nesse momento meus joelhos seriam dobrados, eu iria tentar ficar o mais centralizado possível no palco antes de cair ajoelhado levando uma das mãos, a esquerda, até meu peito — Então atire em mim ♪ Pra que não tenha resgate ♪ Me mate, me mate! ♪♪ Me mate, me mateeeee! ♪♪♪ — Enquanto gritava as últimas palavras fazia as lagrimas correrem por meus olhos e mudava meu semblante para um de piedade, tudo isso olhando para o céu enquanto as lagrimas caiam em exagero. Ao fim iria deixar o palco esperando ter conseguido tempo o suficiente para Micro, não iria agradecer a plateia naquele momento, pois, ainda pretendia executar um show ainda melhor.

Na possibilidade de eu não conseguir convencer o tal Klaus a me deixar subir no palco eu tentaria ganhar tempo com a simples e pura enrolação na base da conversa. Puxando um assunto que me interessava afinal —Sr Klaus, enquanto ele pega tudo que o senhor precisa, pode me dizer se o Rei, sua majestade, vai demorar para comparecer até nosso humilde festival? — A pergunta era sincera, eu queria ver o rei quanto antes mesmo sabendo que possivelmente não iria chegar perto do mesmo. — E se me permitir outra pergunta, eu gostaria de saber se poderia me arrumar um guia após o festival. Como sabe vim de longe e queria conhecer a cidade. — Novamente palavras verdadeiras.



Nasce um Artista - Post:  03


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Re: Nasce um artista: Ato I Qui Fev 10, 2022 1:20 am

Reino Sorbet
Um artista ou Sadista?



Como um excelente dramaturgo, Shinji tomava as rédeas da situação. Usando suas habilidades sociais unidas a sua estupenda presença, além da polidez de suas palavras, o homem nobre a sua frente jamais desconfiaria daquele simples celestial. – Você sabe pronunciar-se, pelo jeito a escolha do rei foi muito sábia. Klaus proferia ao alinhar seu manto que cobria seus ombros.

Ikari teria falado com Micro que lhe ouvirá e acenava com a cabeça, logo dizendo para as assistentes ajudar o artista desconhecido que surgirá inesperadamente. Nesse meio tempo, o apresentador deslocaria para uma residência próxima, deixando Shinji com todo poder do cargo de apresentador. – Certo, desfrutaria de sua cortesia por hora. Reinhard indagava ao tempo que fazia um sinal para que lhe arrumassem uma cadeira, seus subalternos atendiam seu desejo imediatamente.

Próximo do palco estaria Klaus junto de seus guardas, não demorando para algumas pessoas se aproximarem e ouvirem as belas e chamativas palavras de Shinji. O artista dotado de encanto, rapidamente exercia o papel de apresentador como se fosse algo nato.

A plateia logo aumentava, e se encantava ainda mais. O povo estava quieto, mas suas expressões emitiam alegria, espanto, admiração e paixão. Era quase como se estivessem enfeitiçados pela melodia e espetáculo de Ikari. Porém, apenas Klaus permanecia sem mostrar nenhuma reação.

Ao termino da apresentação, houvesse um silêncio quase que perturbador. Foi então que rompeu uma enxurrada de gritos e aplausos avassaladora. Contudo, o nobre permanecia sem qualquer satisfação.

Reinhard apoiava sua mão no rosto e soltava um suspiro enquanto fechava os olhos. – Huffs. Seguida um de seus subalternos viria falar em seu ouvido, mas Ikari não conseguirá ouvir devido a multidão em frenesi. Os olhos do nobre paladino cerravam e ele encarava Shinji com um pouco de hostilidade. Mas logo dissipava ao mesmo tempo que fazia um sinal de mão para o apresentador se aproximar.

Caso o belo rapaz viesse a descer pelo estrado e falar com Klaus, seria alvejado por varias mãos em jubilo devido sua excelente performance e melodia. Logo o povo começaria a diminuir sua êxtase, devido os guardas subalternos fazerem sinal e dispersarem a multidão eufórica. – Seu show fora razoável, mas achou que isso seria algo incrível para agradar um nobre? Ele enfatizava suas palavras, mesmo que não fosse uma forma de ofender, mas sim de qualificar. – A constante tensão do meu oficio é árdua, mas gratificante. Por isso, é habitual em minha residência para aliviar o estresse ter esses eventos. Todavia, já se tornou praxe que chega a ser desapontador. Ele comentava ao entrelaçar os dedos e então olhar nos olhos de Ikari. – Mas deixando esse assunto de lado, gostaria de lhe perguntar algo. Por ventura... és tu o Apresentador Micro? Sua face se tornava um pouco mais séria, mas não ao ponto de parecer irritado, enfurecido ou qualquer emoção equivalente.


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Re: Nasce um artista: Ato I Qui Fev 10, 2022 7:08 pm

O primeiro Ato.



Cada aplauso somente confirmava aquilo que eu já sabia em meu coração, minha divindade era absoluta! No entanto, sempre vão existir demônios que carregam inveja dos lindos anjos, e logo após eu deixar o palco, fui parado pelo homem denominado Klaus. Suas palavras cortavam como faca, chamando minha apresentação de desapontador? Dizendo que eu não conseguiria agradar a um nobre? Tais palavras eram como cuspir em meu sonho, em meu desejo de ser aquele mais conhecido no mundo todo! — Seu merda, vai pagar por essas palavras! —

Tais pensamentos começavam a mudar também meu semblante, que de sempre sorridente e aparentemente feliz se tornando sério e carregado de amargura. Esperei aquele ser terminar de falar, sua pergunta sobre minha identidade já nem me importava muito - Ikari Shinji ... Esse é o meu nome. - Enquanto dizia tais palavras de forma seca e nem um pouco formal, contrastando com o modo que eu havia tratado ele anteriormente, levei a mão esquerda até meu rosto e o "limpei" passando a mão por ele enquanto voltava a falar — Seu apresentador de merda não conseguia nem te encarar, ele é um lixo que não merece ser chamado se artista... Merece morrer. - As últimas palavras foram ditas mais baixas, no entanto, ainda possíveis de serem escutadas pelo homem.

A mão outrora levada até o rosto agora se fechava em um punho — Tem uma coisa me incomodando muito, você disse que minha apresentação era algo desapontador? — Não havia muito oque pensar e fiz o impensável. Com o punho fechado me movi a velocidade máxima que conseguiria e tentei atingir o rosto de Klaus em cheio, criando chamas na mão enquanto avançava afim de causar o máximo dano possível. Sendo efetivo ou não em tal ataque tentaria girar o corpo em um rodopio para acertar um chute rodado mirando o pescoço do homem, novamente criando chamas nos pés antes do impacto. Executava o movimento do rodopio de modo a afastar ao máximo os prováveis outros guardas — EU SOU IKARI SHINJI, AQUELE QUE SERÁ CONHECIDO NO MUNDO TODO! QUEM É VOCÊ PARA ME JULGAR SEU MERDA?!? — A quase insanidade vinha do fato daquele homem ter ferido meu ego, ter duvidado e questionado minha arte perfeita.

Sendo efetivo ou não em qualquer um dos ataques eu precisaria tentar sair daquele local. Caso meus golpes fossem bloqueados ou desviados por Klaus, eu fecharia as mãos e tentaria criar chamas para então ao abrir as mesmas criar uma espécie de pequena nuvenzinha de chamas, que não tinha o proposito de queimar ninguém e somente distrair ele para eu tentar fugir. Iria usar meu conhecimento em acrobacias para me movimentar de forma irregular, a fim de desviar de possíveis tiros ou outros projeteis que pudessem vir em minha direção, me movendo em "zig-zag"e efetuando alguns rolamentos entre eles para dificultar ainda mais a mira de qualquer pessoa. E correndo iria me aproximar, ou tentar, de alguma civil e de forma brutal tentar segurar seus cabelos, criando chamas nesse momento para queimar a mesma viva, me utilizando disso para distrair qualquer possível perseguidor.

No caso de um bloqueio seguido por algum contra-ataque de Klaus eu estaria um pouco em apuros, sabia que meu tamanho não ajudaria, mas minha única alternativa seria tentar desviar. Executando um salto mortal para trás de modo a manter uma distância maior no caso do mesmo me atacar com os próprios punhos, e então dando início ao plano de fuga já citado. Se o mesmo se mostrasse um usuário de armas brancas como facas/lanças ou espadas eu iria executar um rolamento para a direita afim de evitar qualquer ataque, no entanto, se o golpe viesse dessa direção eu me moveria na direção contraria, ou seja, para esquerda.

— Porra! Não podia ter perdido a cabeça assim, tinha a faca e o queijo na mão! — Até os deuses erram, afinal eles criaram os seres sem capacidade de apreciar a arte, então eu também poderia errar. Minha fuga tinha como objetivo encontrar um beco, ou mesmo alguma área isolada da cidade como florestas, ou campo, mas sem conhecer o local não havia muito oque eu podia fazer. No entanto, uma coisa eu sabia, precisava me armar, pois, tinha certeza que em eventos futuros devia matar o oponente o mais rápido possível. Então uma loja de armas ou coisa do tipo também era uma opção em minha provável fuga.

Se fosse impedido de fugir por algum motivo, sendo cercado ou atingido iria tentar recorrer ao emocional das pessoas, mesmo sabendo que provavelmente não conseguiria não me restariam muitas alternativas — Ô povo humilde veja isso! - Gritaria enquanto girava o corpo para olhar em todas as direções, afim de não ser surpreendido por ataques — Estes homens não me querem aqui simplesmente por minha raça, minhas asas, os assustarem! E resolveram me atacar na covardia! — Enquanto gritava tentaria voltar ficar calmo, para conseguir executar um semblante de medo e desespero genuíno. Esperava que minhas palavras e trejeitos conseguissem alcançar a população para me dar uma oportunidade de fugir, por mínima que fosse.



Nasce um Artista - Post:  04


Histórico e OBS


Observações: Acho que fiz merda, só que toca o baile.

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Re: Nasce um artista: Ato I Sex Fev 11, 2022 5:07 pm

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Um artista ou Sadista?



Existem certas pessoas que podem utilizar de criticas para ascender aos céus, porém, já outras podem ter seu declínio ao inferno. Este por sinal, era o caso de Shinji. Ao ouvir as palavra do nobre homem, uma fúria selvagem tomava conta de sua mente e toda sua cordialidade de outrora era perdida, surgindo agora uma face de plebeu imundo qualquer.

Klaus notava a mudança de expressão do artista, mas não dizia nada perante a situação. Quando o jovem artista revelava sua verdadeira identidade, nenhum espanto era visível no rosto de Ikari. – Ohh. Entendo. As poucas palavras do paladino eram expressadas com calma e elegância, durante o momento que ele viria a se levantar da cadeira suavemente.

As palavras de Ikari provinha com grande amargura e ódio. Ratificando a fraude que no fim era Micro. Todavia, algo que o jovem parece ter entendido errado, pois, Klaus nunca tinha dito que o talento do garoto era desapontador. – Ufs. Acho que entendeu algo erroneamente. Então Reinhard erguia sua mão com um dedo apontado para o céu. – Eu nunca disse que sua apresentação fora desapontador. Ele então cruzava os braços segurando seus cotovelos. – Eu apenas comentei que esperava algo mais criativo, em razão disso comentei ser clichê. Ele então expressava um sorriso sutil, mas apreciando ver o artista furioso. Talvez fosse algum sádico ou pervertido. Nunca se sabe o que esperar dos nobres.

O rumo da conversa começava a seguir para ofensas, por causa de Shinji que havia perdido sua cabeça. – Como ousa! Insultar o grandioso paladino Klaus, ele é o quinto brasão dos nobres! Um dos guardas tomaria a frente e sacava sua espada, pois, estava indignado com a situação. Entretanto, o talentoso artista já estava em movimento para atingir o belo e charmoso rosto de Klaus. Porém, acabava atingindo o guarda que havia tomado a frente, fazendo-o cair para trás.

Shinji então atacava novamente com um chute lateral, usufruindo de seu estilo de luta para tentar atingir novamente Klaus, por sinal, o paladino parecia estar apreciando ainda mais ao expressar um sorriso um pouco mais sádico. Nesse meio tempo, pessoas começavam a ficar assustadas e fugiam aos berros. Logo o chute de Shinji atingirá o rosto lateral com potência, gerando um estrondo. Entretanto, a parte da palma da mão de Klaus bloqueava com classe e sem muito esforço.

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Foi então que Ikari seria pego de surpresa, não com algum ataque, mas sim palavras unidas a uma expressão maníaca. – Hoh! Isso mesmo! Eu gostei de você! É ambicioso, audacioso e egocêntrico. Somos os mesmos lados de uma folha, lhe entendo bem, muito bem! Foi então que a expressão se tornava ainda mais demoníaca, pela primeira vez, surgirá no rosto de Klaus um sentimento de ânsia, prazer e terror. – KIKIKIKI! O que me diz de usurparmos o maior nobre dessa cidade? Você parece ser alguém que almeja mais! E eu também quero maior autoridade! Quando dois caminhos se cruzam, o destino é um só! Foi então que se Klaus recuasse sua perna, um dos dois guardas que ainda estavam de pé viriam falar. – O que está falando senhor? Os olhos de Reinhard cerravam ao mesmo tempo que olhava para seu subalterno. – Desde quando pedi sua opinião? Seja um bom peixe e permaneça em silêncio. Seu sorriso desaparecia, mas logo retornava ao fintar Shinji.

A proposta do nobre era muito, mais muito estranha. Além de ter surgido do nada, tracejando uma linha de lógica fora do comum, talvez houvesse mais por trás disso. Entretanto, só seria possível dar continuidade na conversa se o artista viesse a dialogar, caso ainda estivesse furioso e querendo lutar, as coisas seriam diferentes. Tudo dependia da escolha de Ikari.



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Re: Nasce um artista: Ato I Sab Fev 12, 2022 2:08 pm

O primeiro Ato.



Oh! As supressas que esse mundo nos proporciona! Meu ataque de fúria, um momento que neve ficar nos anais de minha história devido à falta de classe, fora parado com certa facilidade. Primeiro o soco acabou por acertar o alvo errado e obviamente derruba-lo, no entanto, o chute havia acertado em cheio, mas com um movimento de mão o homem denominado Klaus se defendia. No entanto, mais do que sua velocidade e preparo para o combate, oque mais me chamou a atenção fora seu sorriso sádico, afinal dizem que os loucos podem reconhecer seus semelhantes.

Após se defender ele começou a balbuciar algumas palavras, e, por menor que fosse minha vontade de escuta-las julguei que seria o melhor a se fazer naquele momento. Já estava mais calmo, no entanto, as palavras do nobre fizeram meu semblante mudar para algo confuso, ele realmente estava sugerindo aquilo que eu achava? Bem, após escutar atentamente todas as palavras só me restava rir. Um riso sádico e irônico, mas que não trazia nenhuma graça consigo — Você não vai achar estranho se eu duvidar de sua proposta não é? Afinal deve ter pensando muito antes de falar, e ponderado tudo oque eu consideraria.. — Agora com um rosto mais sério não precisava mais tratar aquele homem como um nobre, falava com ele usando o vocabulário normal.

— Primeiramente essa proposta é interessante, só que eu gostaria de tocar em alguns pontos e ... — Ao olhar ao redor me lembraria de que estávamos na rua cercada por homens de Klaus e civis — Não acha melhor uma conversa mais particular? — Iria sugerir e caso fosse aceita tal proposta seguiria o nobre para um lugar menos movimentado — Bem, meus pontos são os seguintes: Não me leve a mal, mas preciso confiar em você antes, se coloque no meu lugar e vai ver como essa proposta pode parecer estranha mas ... Se você pudesse me dar algo como prova de confiança, eu preciso de botas para que meu chute fique mais forte. — Jogaria no ar e aguardaria uma resposta antes de voltar a falar, mantendo o rosto sério e, ao mesmo tempo, irônico do começo da conversa — Deixando claro que eu aceito sua proposta, no entanto, me permita perguntar, você já deve ser muito rico e poderoso então oque vai conseguir com isso? —

Saber os motivos de Klaus me daria mais conhecimento sobre ele, e o conhecimento pode ser uma ótima arma — Minha única exigência é a seguinte: Eu não ligo para dinheiro, podemos dividir 70 a 30 com você ficando com mais, só que eu quero todos os créditos quando isso vir a publico, com toda certeza pode ajudar na minha fama e me transformar em um rosto com cartaz de procurado! — Era uma proposta que eu considerava ideal para Klaus, afinal eu estava dando mais dinheiro a ele e limpando sua barra de qualquer coisa — Dito tudo isso me explique tudo e quando começamos? — Após tais palavras, iria aguardar enquanto deixava minha guarda alta, afinal não havia descartado a possibilidade de tudo aquilo ser um simples teatro do loiro.



Nasce um Artista - Post:  05


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Re: Nasce um artista: Ato I Seg Fev 14, 2022 3:11 pm

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A desconfiança por trás do semblante facial de Ikari era natural e até lógica. Qualquer um acharia aquele tipo de proposta, naquele tipo em especifico de lugar, bastante suspeita. No entanto, seja para o bem ou para o mal, Klaus havia proposto com intenções sinceras. Talvez estivesse já algum tempo orquestrando algum golpe, só bastece... alguém louco suficiente para ir junto com ele.

– Duvidar faz parte do ser humano. Confiar também. As duas pontas fazem o Iceberg que destrói navios na calada da noite. Reinhard proferia com certa sagacidade, permanecendo com seu rosto bastante afeiçoado ao artista. – Certo, podemos ir até minha residência. Afinal, nunca sabemos se há espiões dos outros brasões. Vamos! Ele então fazia um sinal com a mão para seus homens.

A expressão de Klaus retornava ao normal, calma e analítica sem um pingo de emoção por trás. Como um bom nobre ele prezava pelo seus Status e de sua família. A casa dos Reinhard não ficará muito longe do local, Shinji poderia avistar enormes portões que resguardavam a entrada do pátio.

Os guardas de Klaus corriam para abrir o grande portão, logo após adentarem os guardas fechavam. Era visível que o pátio não estava muito bem cuidado, Ikari logo poderia perceber que as condições financeiras da família Reinhard não estava com toda pompa. A casa era grande, mas em comparação aos outros nobre era a menor de todas. Entretanto, para um simplório artista como Shinji poderia ficar encantado com a mobília, estrutura e etc. tudo bem alinhado, combinado e requintado.

Não havia ninguém dentro da residência e só um dos mordomos de Klaus lhe aguardava do salão. – Bom dia senhor Reinhard. O mordomo então olhava de relance para o jovem artista. – Este cavaleiro seria...? O homem já possuía uma certa idade, mas seus olhos provinham uma determinação que jamais sessou.

As roupas e dicção do mordomo eram polidas, mas qualquer um que não tivesse um pouco de segurança em sua intuição poderia ser enganado por essa camuflagem. Afinal de contas, o tom vermelho Scarlet emanava uma fera enjaulada que só estava a espera de ser solta. – Ah sim! Sir. Galard. Este é meu mais novo cumplice. Klaus diria ao apresentar seu mordomo para Shinji. – Ikari Shinji! O nobre apresentava a seu mordomo o jovem artista. – Este é meu braço direito, meu mais velho amigo e quase um pai para mim, Sir. Galard. Klaus diria com orgulho e apego pelo mordomo que permanecia quieto de cabeça baixa com intuito de respeitar a chegada de seu mestre e conhecido.

Dado a chegada a sala de jantar, com uma longa mesa repleta de cadeiras, ao se sentarem ikari não perdia tempo e ia logo proferindo seus pensamentos. De início, o jovem artista viria induzir a conversa sobre ter “confiança” o que Klaus já havia deduzido. – Hmm. Não é um problema para mim, mas... dentro da atual situação é um tanto equivalente, não achas? Mas bem, como forma de boa fé lhe darei algo como pagamento antecipado. Sir. Galard! O mordomo estava próximo e acenava com a cabeça logo saindo o recinto. Voltando dentro de poucos instantes com um par de botas bastante luxuoso.

As botas eram praticamente novas e seu formato se adaptava corretamente ao pé de Shinji. [color=#ff9900]– Este par de Botas me foi dado pelo terceiro brasão, Nissa Castlove Vermilion. O desgosto da face de Klaus viria à tona. – Meu senhor, cuidado. Galard diria com intuito de que seu mestre não perdesse a compostura. – Está tudo bem. Eu escolhi ele para dar seguimento ao nosso plano. Ele é a peça que faltava, Sir. Galard. A expressão de Reinhard se tornava um pouco mais séria e sádica.

O dialogo retornava e Ikari estava curioso, tão curioso quanto um gato caçando na relva. – Imaginei que estaria intrigado com a proposta. Pois bem! O que lhe direi agora é apenas o que grande parte dos habitantes desconhecem. O mordomo então traria um chá para seu mestre e Ikari. – Existem algumas famílias nobres, mas em teoria nenhuma delas detém o poderio militar e riquezas igual ao rei. Entretanto, desde algum tempo 5 famílias possuem tantas riquezas quanto o próprio rei. Mas devido as origens serem desconhecidas, pela maioria, a ocultação desta informação prevaleceu por muitos anos. Klaus então faria uma pausa e tomaria um pouco de chá.

Após dois goles, o nobre voltaria a falar. – Dentre essas famílias atualmente, as mais poderosas são denominadas por Brasoes. Primeiro brasão: Sir. Edward Ekoz Drenath. Segundo brasão: Hegar Ezad Kamish. Terceiro brasão: Nissa Castlove Vermilion. Quarto brasão: Vorgak Gul Darkeyes. Por fim, quinto brasão: Klaus Vilis Reinhard. Ele então faria outra pausa para que Shinji dirigisse as informações ao mesmo tempo que apreciaria mais um pouco do seu chá.

- Estas famílias que lhe proferi, são todas renomadas por serviços honestos como comercio de roupas, lojas de armas, restaurantes. Isso é no papel em branco, é claro. Por baixo deles é onde se encontra sua verdade essência de sua riqueza, e ela não é nem um pouco honesta. Os olhos de Reinhard brilhavam ao falar sobre. – A minha família era comerciante de pelagem animal. Mas perdeu boa parte de suas fontes em razão do maldito segundo brasão, Kamish. Por isso, a pouca riqueza que você avistou é ínfima perto do que já foi um dia. Mas logo... logo retomarei tudo que é meu por direito! Kakakaka! A risada de Klaus seria baixa, mas bastante convicta e horripilante.

Shiji logo propunha um acordo, tal qual seria muuuito bem apreciado por Reinhard. Afinal de contas, o nobre realmente não queria vir a publico com qualquer merda acontecendo com as outras famílias. Exatamente por isso seu plano estava em sua mente a tempos, mas difícil em pôr em pratica. – Esplendido! Mas cobrarei de você uma taxa de 10% do valor das botas, ou seja, ficando 80/20. Se estiver de acordo, irei lhe dizer agora o que tenho em mente... e é algo grande, tão grande quanto nossa magnifica grandiosidade! O nobre era um pouco arrogante, mas não ao ponto de se comprar com a mais alta realeza. A pergunta era, com qual proposito ele queria usar Ikari em seu plano?


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Re: Nasce um artista: Ato I Ter Fev 15, 2022 1:03 pm

O primeiro Ato.



Um novo mundo se apresentava diante de meus olhos, um mundo da nobreza e realeza, dinheiro e poder. E ao mesmo tempo um munda já conhecido me chamava, um mundo de traições e roubos, manipulações e jogos. Não podia de deixar transparecer meu sorriso. A casa de Klaus era gigantesca, algo que com toda certeza havia demorado anos para se conseguir, no entanto o mato crescendo em seu quintal e a falta de cuidado e criados no local revelava que aquela família passava por problemas financeiros — Então é por isso que ele me quer aqui. — Era fácil de deduzir, mas deixei para falar quando fosse o momento.

Após adentarmos na mansão fomos recebidos por um velho homem, que logo se apresentou como Sir Galard, um nome interessante, mas não tanto quanto o próprio homem. Eu já havia visto pessoas o suficiente em minhas viagens com o circo para saber reconhecer alguém forte, e aquele velho com toda certeza emanava poder. Mas eu estava ali como um convidado e por isso Klaus me levou até um sala onde poderíamos discutir melhor a tal proposta. Após meu pedido por um par de botas ser atendido eu senti que poderia ficar um pouco mais a vontade ali, então calcei as mesmas enquanto ouvia as palavras de Klaus.

Descobrir sobre famílias ricas, esquemas para enriquecer na surdina e coisas do tipo não me despertavam o interesse, então aproveitei para olhar bem ao redor e esperei o nobre terminar de falar — Eu não me importo com os 10%, fique com eles. Eu só quero saber dos meus ganhos como um artista, me conte como diabos vamos tomar oque já foi seu dessa família numero dois ai? — Tudo que me importava naquele momento era começar logo mas não deixava isso tão na cara. Uma coisa digna de se notar era como meu palavreado havia mudado já que agora estávamos só nós.

— Me conte o plano e me diga qual será minha parte nele, e o mais importante como isso vai fazer uma estrela como eu brilhar nessa cidade? — Estava na hora de dar inicio a tudo, finalmente minha vida iria começar e um plano de um nobre ambicioso era tudo que eu precisava para me levantar com o pé direito.



Nasce um Artista - Post:  06


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Observações: Troquei as pericias que quero aprender, deixando só uma.
Não revisei a ortografia desse post, então deve ter erros gritantes. Só que como é curto mandei bala.

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Re: Nasce um artista: Ato I Qua Fev 16, 2022 9:31 pm

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Após calçar as luxuosas botas, confortáveis e certamente uteis para combate, Shinji começou a explorar perguntas para Reinhard com objetivo de entender melhor o que o nobre possuía em mente, não tardando para o burguês responder ao artista. – Ótima escolha, Ikari! Vamos prosseguir então, meu mais novo cúmplice! Kukuku! A alegria do nobre era visível. Sem delongas, Klaus iniciaria a explicação de seu plano. – A segunda família já algum tempo conseguiu usurpar os poderios de minha família, logo após o falecimentos de meus pais e irmãos em um ataque pirata. Por sorte, estava a cargo de nossa residência, senão seria o fim dos Reinhard. Klaus comentaria durante o tempo que desfrutava de seu chá. Ele parecia não ligar para a morte de sua família, típico da nobreza.

Após finalizar sua xicara, ao qual seria apanhada pelo mordomo, Klaus cruzava as pernas e apoiava as mãos sobre o joelho enquanto olhava e falava com Ikari. – A família Kamish é conhecida tradicionalmente pelo seu comercio de roupas, mas por baixo dos panos eles comercializam armas para conflitos entre outras ilhas próximas. Exatamente por isso quase se torna inviável invadir sua morada, uma vez que, grandes e resistentes guarnecidos por guardas protegem a residência. Klaus apoiava sua mão na lateral do rosto ao expressar um sorriso um tanto diabólico. –Todavia, o irmão mais novo de Hegar Ezad Kamish tem grande fascínio por peças de teatro, danças e duelos. Qualquer coisa que faça seu tédio sumir, por assim dizer. Ele é engenhoso criando ideias para gerar maior lucro, mas ao mesmo tempo uma bomba relógio, pois, sempre que deseja algo, não mede esforços para conseguir. Ele complementava como se já conhecesse o garoto de longa data.

Reinhard continuaria seu raciocínio. – Apesar de possuir uma idade relativamente nova, com 15 anos, é um garoto bastante astuto e esnobe. Grave bem seu nome... “Esrar Ezad Kamish”! Se conseguir conquistar o garoto, sua entrada na moradia dos Kamish será algo muito fácil. Ele então apontaria para Klaus, logo estalando seu dedo. – E aí que entra você! Uma vez lá dentro, você terá que se matar todos da família! Não será fácil, mas a parte mais difícil é conseguir entrar. O que será algo sem problema, devido seus talentos em particular. Klaus então passaria o dedo pela mesa como se estivesse imaginando a invasão.

Foi então que Klaus ouviria dois passos em uma sombra no canto da sala de jantar. Um homem portando parte de seu rosto coberto e adagas nas mãos olharia para Klaus e acenaria de forma positiva. – Naturalmente, não estará sozinho. Apesar de não poder aparecer ao seu lado pessoalmente, você estará acompanhado de Lazark All-gull. Um assassino extremamente habilidoso e leal a mim. Grande parte da nobreza possuía esses tipos de conexão, pois, sempre era necessário assassinar indivíduos como bastardos, concubinas e entre outros. Mas Klaus em particular havia obtido um dos melhores do famoso Clã de assassinos conhecidos como “All-gull” do South blue.

O homem possuía madeixas louras que caiam levemente em frente ao rosto, era impossível dizer sua real identidade. Única coisa que lhe marcava era sua cicatriz no rosto. Se antes Shinji achou que o mordomo era o típico forte guardião-escudo do nobre, Lazark por sua vez era a impiedosa espada-assassina. – Pode parecer fácil, mas existem 2 problemas nesse plano. O primeiro é você conseguir ter acesso a casa dos Kamish e o segundo é conseguir levar com você Lazark para lhe auxiliar. Por isso ainda não consegui por meu plano em pratica, mas... seria uma pena eu perder esse momento glorioso das mortes dos Kamish, Uffs. Klaus parecia extasiado ao imaginar, mas logo triste ao deduzir que não poderá ir junto.

Lazark então viria caminhar suavemente até se sentar em frente a Shinji enquanto cruzava os braços e suas adagas sumiam. – Hmm. Detenho informações de que Esrar estará no show musical a noite. Ele comentava brevemente, logo fazendo sentido já que era um festival. – Raramente ele saia, mas sempre está nesses festivais que o rei organiza. Klaus incrementava a situação e confirmava o surgimento do garoto.

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