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Kenshin
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Sinfonia No. 1: Abertura Seg Jan 10, 2022 9:58 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Sinfonia No. 1: Abertura

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Azrael Zogan. A qual não possui narrador definido.

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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Qui Jan 13, 2022 1:52 pm


Uh Puliça



Zogan entendia bem as palavras daquele homem, afinal, seu objetivo era bem semelhante aos desejos de Tobb – Entendo... então estamos no mesmo barco, com os mesmos objetivos. – Falou o homem com um sorriso no rosto – Um irmão de farda que preza pela justiça, isso é ótimo. – Continuou o musculoso mantendo o sorriso estampado em seu rosto enquanto enxugava as lágrimas que pararam de deslizar pela sua bochecha – Ótimo! Juntos libertaremos o mundo da corja revolucionária, pirata e de todo tipo de criminoso que vagar por aí! – Concluiu o homem apertando a mão do celestial, firmando um acordo que aparentava levar pelo resto da sua vida.

A conversação continuou de maneira tranquila, o anjo expôs o que lhe foi informado pelo capitão – Entendo, quem falou comigo com o Sargento Willson, acredito que estaremos juntos nessa missão, ele citou que mais alguns membros estavam sendo recrutados para isso, sinceramente, acredito que todos que vieram nesse barco estão destinados a cumprir esta missão. – Bradou o rapaz em um tom confiante – Podemos permanecer juntos sem problema algum, para mim é uma honra ter alguém que compartilha dos mesmos desejos que o meu como companhia! – Concluiu animado com aquela nova amizade que surgiu após uma simples conversa. Por fim, Zogan – após se despedir devidamente – partiu em direção a figura franzina que portava uma espada.

Obrigado... – Respondeu a figura um tanto quanto sem jeito, suas bochechas ganharam um tom vermelho rapidamente – Eu sei apenas o básico, mas sempre acreditei que o básico é o que funciona. – Disse coçando sua nuca – Isso? Isso é muito fácil! – Falou em um tom animado – Claro que ajudo, um companheiro de farda não precisa ser tão formal assim, ainda mais sendo da mesma patente. Vejamos, você sabe como usar uma espada? – Questionou o homem com uma expressão pensativa em sua face – Na verdade, não precisa de uma arma para treinar, podemos usar nosso próprio corpo para isso. – Concluiu o rapaz.

Obs: Pode usar o NPC Espadachim/Artista Marcial para te ensinar sobre Ambidestria, pode narrar as ações e falas dele. Porém, se atenha a informações relacionadas ao uso da mão não dominante, não podendo ter nenhum outro tipo de conversa sobre qualquer outro assunto.


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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Sex Jan 14, 2022 12:09 pm
Treino


E não é que aquela viagem curta me renderia um comanheiro de batalha? Fiquei muito satisfeito por conhecer alguém assim, tão determinado a eliminar o mal como eu e ao mesmo tempo forte. Minha busca por poder foi dando frutos e uma simples interação fez com que eu tivesse tais resultados. Iria me lembrar disso no futuro.

Até agora percebi que oficiais da mesma patente tendem a ser bastante amigáveis, principalmente nas mais baixas, e com aquele espadachim também não foi diferente. Ele foi bastante amigável e inclusive aceitou me mostrar como poderia melhorar o uso da minha mão não dominante em combate. - Eu sou bem ruim com a espada, prefiro usar foicas na verdade! responderia a sua primeira perguta. - Ótimo! Eu luto o Kami no Tekken, então talvez possamos usar isso no treino. Vamos começar?

~ Treino de ambidestria ~

- Vamos começar! Mas quando eu disse sobre usar nosso próprio corpo, não estava me referindo necessariamente a lutar! Me dá um segundo que eu vou pegar uma coisa. Diria o NPC indo em direção a sua grande mochila. De lá ele tiraria uma pilha de papel e algumas canetas. - Vamos passar por dois exercícios, o primeiro é o seguinte: primeiro escreva aqui seu nome com sua mão dominante rapidamente, mas tente ser o mais caprichoso possível. Diria ele me entregando uma folha e uma caneta. Neste momento, eu, com todo meu perfeccionismo, escreveria meu nome de forma pomposa. "Azrael Zogan" ficou gravado naquele pedaço de papel. Ao ver meu resultado, o NPC diria - Muito bem! Vi que você sabe escrever, mas agora começa o desafio: você tem que reproduzir seu nome com a mesma qualidade usando a mão direita. Ao ouvir isso, ele percebeu pelo meu rosto que eu não havia entendido o porquê daquilo. - Eu achava que você era mais esperto... Mas vamos lá, você precisa treinar a destreza com a sua mão "inútil", a escrita exige vários movimentos e coordenações. Parece sem nexo, mas você vai entender quando começar.

Neste momento, confiando naquela figura e lembrando que ele era bastante habilidoso, daria de ombros e aceitaria o desafio. Primeira tentativa: eu mal saberia como pegar na caneta, era muito esquisito. O que sairia naquela folha seria um rabisco quase irreconheçível e eu pude até mesmo ouvir a risada que meu tutor segurou e um semblhante de  "Eu avisei...". Mas diferente de me abalar, embora tenha ficado um pouco irritado, partiria para a segunda tentativa. Sairia um pouco melhor, mas longe de parecer um nome. Com o tempo, lá pela trigésima, finalmente consegui fazer algo entendível, mas soava como "Asheel Sojen", então ainda não era suficiente, por isso continuei tentando. ~ Por que eu fui logo escrever o nome modelo com tanta pompa... pensaria nas dezenas de tentativas que viriam a seguir, já que se fosse devagar, seria bem fácil, mas escrever rapidamente era uma tarefa complicada. Na quinquagésma quinta tentativa eu finalmente conseguiria escrever meu nome: "Azrael Zogan", porém ainda não estava parecido com o modelo, faltava adicionar pompa na escrita. Neste processo, minha confiança ao usar aquela mão iria crescendo, parecia que eu sentia mais a força e capacidade daquele meu lado até então inútil. Na octagésima sétima tentativa, depois de várias folhas rabiscadas, eu finalmente teria conseguido reproduzir com a mão direita a escrita da mão esquerda. Para garantir que não teria sido sorte, escrevi mais uma vez e realmente, eu havia pegado o jeito da coisa. Então, depois disso, eu iria mostrar meu resultado ao meu professor.

- Parabéns, você conseguiu! Com a mão direita você consegue fazer o mesmo que uma criança. falaria dando uma risada em seguida. ~ Esse cara tem um senso de humor parecido com o meu... pensaria eu, com uma cara de "Tá me tirando?". - Mas agora vamos começar o passo 2, venha comigo até a cozinha. Seguiria aquela figura até lá e quando chegassemos, ele buscaria um grande balde de batatas e um descascador. Pediria para eu sentar num banco perto do balde e me entregaria o outro item. - Agora é hora de treinar sua precisão. Descasque rapidamente a batata com sua mão dominante, tente fazer a casca mais fina possível. Eu iria então fazê-lo. Como ja tinha alguma prática médica com bisturi, sabia fazer cortes delicados como ninguém, por isso o resultado seria: a casca era tão fina que era quase transparente, era possível ver através dela.
- Ótimo! Seu treinamento estará completo quando você chegar no mesmo resultado usando sua outra mão. Fora a ajuda que você teria dado para os cozinheiros aqui... boa sorte! e ele sairia com um sorriso no rosto.

A partir daí, pensaria ~ Por que eu fui burro de novo? ao lembrar da casca modelo e do meu perfeccionismo, e começaria pegando a primeira batata, que era bastante normal. A primeira tentativa foi terrível, tirei uma lasca de batata mais grossa que meu próprio dedo. Com clara decepção no rosto, continuei descascando aquela mesma batata, de modo a treinar para as próximas tentativas. Foi lá para a terceira batata quando consegui fazer uma casaca um pouco mais fina, porém ainda havia muito receio sendo retirado. Exaustivamente, fui avançando de batata em batata, e foi lá pela décima segunda que comecei a pegar o jeito. As cascas já seriam bem finas agora e eu pararia para descansar um pouco. ~ Você vai ser bastante útil a partir de agora, vai me ajudar a chegar no topo do mundo. pensaria olhando para a mão. Esse pensamento iria me dar um boost de moral e eu voltaria a descascar com todo o empenho. Cada vez chegaria mais perto do modelo, até que na vigésima batata a casca sairia quase transparente também: eu havia atingido meu objetivo. Para garantir, repetiria o que havia feito no ultimo exercício, descascaria uma a mais para ver que não era sorte, e neste caso tinha sido: a casca não tinha saído tão fina. Com decepção e irritado, mas muito motivado, voltaria a descascar, completando a tarefa depois de mais 4 batatas.

Naquele momento levantaria e bucaria sentir meu corpo. Num movimento rápido criaria chamas na mão direita e socaria o ar com determinação e controle. Satisfeito, diria - E não é que aquele cara sabia das coisas? O controle que sinto agora é extraordinário!

~ Fim do treino de ambidestria ~

Ao terminar o treino, buscaria o espadachim novamente e perguntaria - Você me ajudou bastante mas eu ainda não sei seu nome. Após ouvir a resposta, continuaria - Você já sabe o motivo da sua viagem a Kano? Meu amigo Tobb disse que parece que todos aqui vamos caçar juntos algum pirata, mas eu mesmo não recebi instrução alguma do Capitão... Buscaria ouvir com atenção sua resposta e depois, com um gesto amigável, diria que iria até o dormitório descansar um pouco para chegar renovado no nosso destino, e então o faria.
Considerações:

Treininho feito, espero que você goste!

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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Sex Jan 14, 2022 1:41 pm


Uh Puliça



O soldado estava prestes a fazer sua primeira missão, sua animação era algo palpável, assim como sua felicidade em encontrar membros valiosos daquela organização, que principalmente dividiam objetivos semelhantes ao dele. O treino aconteceu e mesmo que pouco, ele tinha o conhecimento necessário para desenvolver a dominância com sua mão não treinada, claro que levaria um certo tempo e empenho até ele dominar completamente o movimento da sua mão. De qualquer forma, após exercer todo o esforço colocado naquelas ações, notou que o tempo passou de maneira ligeiramente rápida, a manhãzinha já tinha dado lugar ao horário de almoço, alguns homens estavam espalhados pelo convés comendo pedaços de carne grandes e bem preparados, com acompanhamentos variados.

O celestial procurou o seu professor, que estava no canto do convés encostado no navio, relaxando seu corpo enquanto admirava a imensidão azul ao seu redor - Conseguiu fazer tudo? Ótimo! Agora basta manter a constância no treino e tentar sempre ir além no seu treinamento, com certeza você irá dominar seu lado ruim. - Falou o homem com um sorriso no rosto - Meu nome é Yamamoto, mas pode me chamar apenas de Yama. - Bradou mantendo sua expressão amigável - E o seu? - Indagou o rapaz - Já falou? Não me lembro bem... - Completou levando a mão até o queixo, tomando uma expressão pensativa em seu rosto.

Zogan rapidamente prosseguiu com seu falatório, perguntando sobre o motivo da sua viagem e incluindo Tobb na conversa - Me falaram que iria fazer parte de uma equipe de busca e captura, um pirata que está em Kano, acredito que seu amigo esteja certo. - Falou o homem tomando uma postura mais séria - Estou um pouco preocupado também, pois não recebi muitas informações além desta, seria bom já ir preparando algumas coisas durante a viagem, mas realmente fica difícil sem saber de quem se trata. - Realmente, a viagem era um bom momento para esquematizar algumas estratégias.

Por fim, o celestial partiu até o dormitório e encontrou uma cama vaga, descansando até que a viagem terminasse. Demorou algumas horas, já era meados da tarde quando Zogan sentiu o navio atracando no porto e o movimento dos seus companheiros saindo da embarcação - Irmão! Vamos, acabamos de chegar! - Falou Tobb, acompanhado por Yama, parecia que eles tinham criado uma amizade no momento de descanso do celestial. Enfim, após sair do lugar veriam um lugar grande, com características únicas e uma arquitetura singular. As casas e estabelecimentos pareciam grandes templos e a movimentação de pessoas era alta até mesmo no porto, o grupo que viajou até Kano estava parado alguns metros à frente do barco, esperando provavelmente que todos chegassem até ali - Senhores meu nome é Janna, sou a capitã que irá comandar essa primeira missão. Por favor, todos se dirijam até o quartel general da marinha e alguns soldados irão levar vocês até a sala de reunião, quem não tiver com o armamento necessário, parem no arsenal e peguem os itens desejados, pois partiremos ainda hoje. - Falou a mulher em um tom imponente, seus cabelos dourados e sua pele branca chamava a atenção, mas não tanto quanto seus olhos azuis como o céu.

O quartel não ficava muito longe dali, algumas pessoas do próprio grupo pareciam já conhecer o lugar e guiavam o restante. O QG tinha arquitetura semelhante às demais construções da ilha, um grande Templo com alguns anexos, uma grande área de treinamento e mais algumas construções que pareciam armazéns, formavam o quartel de Kano. Logo que chegaram, parte do grupo foi levado até o arsenal, enquanto outros foram diretamente para sala de reunião, bastava apenas Zogan dizer do que precisava e receberia da organização.


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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Sab Jan 15, 2022 1:28 am
Novos ares


Após um treinamento incrível e ter uma conversa com meu mais novo companheiro, Yama, me senti muito bem por 2 motivos: 1. Estava aprendendo a usar meu lado não dominante; 2. Ficava cada vez mais claro que eu participaria de uma missão bastante interessante. E agora, meu amigo musculoso ainda parecia ter criado um laço com meu tutor. ~ Um belo time estamos nos formando não é mesmo? pensaria com satisfação por me relacionar com duas pessoas fortes. E nesse sentimento perceberia que o barco que estávamos à bordo atracara em seu destino: finalmente havíamos chegado no grande país de Kano. Mal podia esperar para iniciar este novo capítulo de minha vida!

Fazia um bom tempo que eu não via tal quantidade de pessoas, uma confusão para todo lado e muita movimentação que tinha como plano de fundo estruturas com arquitetura bastante oriental. Buscaria ficar próximo de meus dois amigos, já que me perder ali poderia ser uma grande dor de cabeça. Mas antes mesmo de poder me preocupar com isso, já no nosso desembarque, uma figura bela e imponente já se tornava o centro das atenções: a Capitã Janna. Fiquei encantado com usa beleza, fora sua disciplina, já que ela não havia nem nos dado tempo para descansar após a viagem. Fiquei feliz por ter aproveitado o dormitório enquanto havia tempo livre, já que tive a impressão que não teria uma oportunidade assim tão cedo. Já recebemos instruções claras logo de cara: ir diretamente para a sala de reunião para falarmos da missão, tendo somente a possibilidade de passar no arsenal para sermos equipados. Fazia bastante sentido se teríamos que enfrentar uma missão perigosa, tenho certeza que você não iria querer ninguém despreparado ao seu lado. Eu que não tinha posse de nenhum armamento e não havia trocado de uniforme desde a 80 filial, não pensei muito para seguir em direção do arsenal.

Seguiria para meu destino com o auxílio dos oficiais ali presentes para isto e chegando lá, esperaria cordialmente minha vez para fazer meu pedido. Assim que chegasse minha vez, diria - Olá, eu sou o Solado Zogan e estou por ordens da Capitã Janna. Vamos sair em missão e me foi permitido requisitar equipamentos aqui. Pois então, eu preciso de algo para combate de artes marciais e algum tipo de foice que você tiver. Não vou ser específico pois não conheço as armas típicas deste país. E ah... Se possível gostaria de trocar meu uniforme, pois já enfrentei uma viagem marítima com ele e não troco faz um tempo. Com isso, aguardaria a resposta e receberia o que quer que seja. - Muito obrigado! agradeceria pegando o equipamento a mim designado.

Como muita prestreza, em seguida, perguntaria aos oficiais ali como chegar na reunião com a Capitã Janna. Assim que tivesse as direções, eu iria diretamente para lá, buscando ficar perto de Tobb e Yama se fosse possível e não atrapalhasse o andamento da reunião. E chegando lá, ouviria com muita atenção as instruções dadas, sempre com uma atitude proativa e obedecendo as ordens dadas.
Considerações:

Bora de missão!

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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Dom Jan 16, 2022 10:49 am


Uh Puliça



O celestial concluiu o treino com louvor, notando a boa interação entre o trio de novos amigos e parceiros de equipe. A chegada em Kano aconteceu sem mais delongas, afinal, a filial não ficava tão longe assim da ilha, ainda mais com a embarcação sendo guiada pelos homens que se mostraram habilidosos no que tange a condução do navio pela imensidão azul. Enfim, o protagonista dessa história e a dupla de companheiros rapidamente escutou as palavras da superior, que definiu alguns pontos que necessitavam ser seguidos, afinal, ao que parecia ela estava com certa pressa em partir rumo a missão sem muitas informações.

O caminho até o Arsenal não foi muito longo, tendo custado cerca de 10 minutos em ritmo relativamente acelerado. O lugar se tratava de um anexo ao quartel general, seguindo as mesmas características da maioria das construções de Kano: um grande templo que carregava as cores que simbolizava a marinha, o lugar era muito bem estruturado e principalmente, muito bem protegido. Não demorou para que ele – e outros membros daquele grupo – entrassem no lugar e tivessem uma visão que remetesse a uma biblioteca, no entanto, ao invés de livros, armas estavam dispostas em prateleiras e em algumas estantes que serviam de mostruário. Uma figura masculina com aparência jovial estava atrás do grande balcão – que ficava bem no centro do templo - Certo, um momento. - Bradou o rapaz enquanto terminava de ouvir as palavras de Zogan, caminhando logo em seguida pelos corredores do lugar, não demorando mais que três minutos para voltar com um par de botas, soqueiras/manoplas e uma foice - O uniforme ficarei devendo, no momento está em falta. Uma nova remessa chegará amanhã. - Disse o homem colocando todos os itens no balcão, enquanto abria um grande livro e entregava uma caneta ai soldado - Assine seu nome completo e sua matrícula aqui. - Concluiu apontando para o lugar indicado.

As armas eram de qualidade profissional, itens feitos com certo cuidado e maestria, nada mais justo para os marinheiros que arriscavam suas vidas pelo bem da sociedade. Por fim, após todo o trâmite ser realizado, Zogan partiu até a sala de reuniões, que ficava no extremo oposto ao arsenal, seguindo os mesmos padrões dos templos existentes em Kano - Podem sentar! - Falou a capitã firmemente. O lugar era amplo, contava com uma espécie de quadro relativamente grande, diversas cadeiras estavam dispostas no salão, a grande parte já preenchida pelos marinheiros – alguns do grupo que veio da filial e outros aparentemente já de Kano - Meu muito obrigado aos homens e mulheres que vieram da Filial, realmente estamos precisando de gente por aqui. - Falou a mulher caminhando em direção ao quadro.

Enquanto a mulher caminhava até lá, Zogan pode ver sua dupla de amigos acenando fervorosamente em sua direção, eles haviam guardado um lugar para ele - Alguns soldados estarão passando um cartaz para cada um de vocês, se trata do criminoso Taguion. Esse tritão é responsável por inúmeras mortes de civis por todo West Blue, mas só ficamos sabendo da sua existência a pouco tempo, já que acreditávamos que ele havia morrido pelas mãos de alguns caçadores de recompensa. - A mulher falou mantendo a firmeza em sua voz - Ele está atualmente em Kano e iremos dividir nossa força tarefa em duas funções: A primeira será responsável pelo contato direto com o criminoso e seus capanga, serão a linha de frente nessa batalha. A segunda equipe será responsável por delimitar o certo e impedir que civis e/ou outras pessoas entrem no campo de batalha para não serem pegos no fogo cruzado. - Ela falou pegando um outro papel e voltando sua atenção ao quadro.

Logo a mulher começou a escrever alguns nos, dividindo as equipes como E1 e E2 - Eu acompanharei vocês nessa missão, irei junto com a equipe de ação e iremos enfrentar o inimigo. - Falou tranquilamente enquanto continuava a escrever os nomes, colocando Tobb e Yama na Equipe 1,enquanto Zogan ficou na equipe 2 - A equipe um irá comigo atrás de Taguion, enquanto a equipe dois irá controlar o perímetro para que não aconteçam mortes desnecessárias - Disse voltando a atenção aos soldados presentes - Iremos partir 10 minutos! Recebemos informações agora que Taguion está em sua pequena base, no noroeste de Kano! O Cabo Smith irá comandar a segunda equipe, ele irá passar todas as ordens e estratégia que vocês da equipe dois irão usar. - Concluiu a mulher, chamando sua equipe para se reunir no canto do salão - Amigo! Nos vemos depois dessa missão então, desejo-lhe sorte. - Falou Tobb com um sorriso amargo em seu rosto, não pode deixar de esconder o descontentamento na separação do trio.

Por fim, o Cabo Smith chamou em alto tom toda a equipe 2, se reunindo no exterior do salão de reuniões - Nossa missão é simples, seremos os primeiros a ir beleza? - Falou de maneira preguiçosa - O lugar é bem vazio, então vamos só sinalizar as pessoas das redondezas para saírem e formar um perímetro de segurança, não deixem ninguém sair, prendam/matem aqueles que fugirem, é isso aí. - Concluiu no mesmo tom - Vamos lá! - Falou um pouco mais confiante enquanto começou a correr em alta velocidade na direção indicada. O lugar se tratava de uma área com baixo teor de moradores, tendo apenas algumas casas velhas espalhadas pelo lugar - Todo mundo vazando! Bora! Bora! Revistem todos ai, beleza? - Falou Smith em direção aos seus soldados, agindo com certa truculência com os moradores pobres do lugar, revistando-os sem deixar nenhum passar. Não demorou para que a equipe responsável pela batalha passasse pelo grupo, todos bem armados e focados unicamente na prisão/morte dos inimigos.


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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Seg Jan 17, 2022 4:28 pm
Instruções e missão


A passagem pelo arsenal havia sido bastante promissora, a Marinha tinha posse de itens de qualidade bastante alta (ao menos era a impressão que eu tinha com meu olhar de leigo), e ainda não pestanejaram em fornecê-los a mim. Tudo que eu precisava para combater como cefiador ou usando o Kami no Tekken já estava em minha posse, eu não poderia estar mais animado com o decorrer das coisas. Por mais que eu não tivesse recebido um novo uniforme, eu estava satisfeito com aquele resultado, voltaria outro dia para buscá-lo, porque era o momento de seguir para o briefing da missão.

A sala de reuniões era muito grande e sua lotação era visível, por um momento achei que teria que ficar em pé, até perceber que meus amigos haviam guardado um lugar para mim. ~ Que pessoal gente boa hein? Parece que não vou precisar ficar de pé! pensaria indo em direção a eles. A sessão começou sem mais delongas, a linda Capitã Janna já havia iniciado seu discurso e eu estava animado pela quantidade de pessoas ali! ~ Nossa! Tem tanta gente aqui, pelo jeito vamos atrás de um peixe bem grande! já começava a maquinar. ~ Taguion? Um tritão? Com certeza deve ser forte, sua recompensa dever ser de 20... não, 30 milhões pela mobilização de oficiais que temos aqui. Minha animação foi subindo até que peguei o cartaz de procurado e vi que tudo se tratava de um criminoso de 4 milhões. Não poderia negar a decepção com a quebra de expectativa. ~ Será que esta recompensa está certa? Até eu que sou perfeccionista faria uma operação com menos contingente, temos até uma Capitã, mas fazer o que né... Vamos seguir o plano, ao menos vou poder ir atrás do criminoso! Minha raiva aumentou quando soube que este criminoso era um assassino de civis, tinhamos que pará-lo de qualquer jeito.

Fiquei na expectativa, havia o grupo de combate e o grupo que iria fazer a varredura do local, fechando o perímetro para que os civis não se ferissem na operação. ~ Então vai ser assim, é? O grupo legal e o grupo merda? Será para qual irei? Tomara que seja para o mais legal! Não demorou muito para o segundo balde de água fria: eu havia sido atribuído para o grupo do perímetro. E para piorar a situação, meus dois amigos estavam no grupo de combate. ~ Calma, calma! Não deixe a decepção tomar conta de você! Por mais merda que a situação esteja, você ainda está participando. tentaria me consolar. ~ Vamos focar agora em fazer o melhor trabalho possível, ainda posso cortar o mal não deixando ninguém se machucar mais. Terminaria o consolo já com um pouco mais de motivação. Com o fim das instruções, diria a meus amigos com um sorriso amargo - Não queria ficar no grupo chato, vocês vão ficar com todo o prestígio! Continuaria, - Mas vão lá e acabem com esse mal de uma vez por todas, eu acredito em vocês. com essas palavras ditas com toda determinação e me despediria.

Para piorar a situação, o líder do meu grupo, o Cabo Smith, parecia ser um preguiçoso. ~ Como essas pessoas conseguem subir na hierarquia, ele parece que não serve para nada... Diria olhando com desdém para o líder do grupo, mesmo assim ouviria as instruções atenciosamente: fazer o perímetro, revistar todos e deter todos os suspeitos. A operação havia começado e fomos os primeiros a agir. O jeito truculento que os moradores pobres dali eram tratados me deixou um pouco nervoso. ~ Precisamos ser rígidos e não deixar o mal escapar, mas precisamos tratar assim logo as pessoas que devemos proteger? pensaria. Conseguiria controlar a raiva após cerrar o punho com força e começar a patrulha, pois começaria a varrer o perímetro sem preguiça, procurando pelos sinais de civis que poderiam estar ali e mínimos detalhes de atividades suspeitas. Antes de começar colocaria minhas manoplas porque não saberia o que poderia encontrar na patrulha, era melhor ficar preparado.

Caso encontrasse alguém, me aproximaria com cuidado buscando sinais suspeitos. Vendo que não há nada de errado, tomaria uma postura segura e com certa distância, diria - Olá, eu sou o Soldado Zogan e estou sob as ordens da Capitã Janna da Marinha. Preciso que deixe o local imediatamente, já que existe um assassino nas redondezas. Buscaria trazer firmeza e confiabilidade nas palavras, em seguida apontaria a direção que o interlocutor deveria tomar. Caso a pessoa fosse suspeita, tomando uma atitude ofensiva ou falasse palavras agressivas, tomaria uma postura de combate imediata e daria um único aviso antes de me preparar para o comabte. - Eu sou Marinheiro e você tem uma chance de explicar sua atividade suspeita. Se recusar, irei deixá-lo inconsciente e te levarei à força. Vai ser por bem ou por mal?

Não encontrando uma alma por aí, andaria buscando fazer o mínimo de barulho possível, tentando encontrar atividade suspeitas. Ao menor som ou sinal diferente de comum, tomaria uma posição de comabte do Kami no Tekken, pés firmes no chão e os cotovelos dobrados quase em 90 graus na parte frontal do corpo, as mãos cerradas, uma forma defensiva. Se fosse alguém desconhecido diria também - Eu sou Marinheiro e você tem uma chance de explicar sua atividade suspeita. Se recusar, irei deixá-lo inconsciente e te levarei a força. Vai ser por bem ou por mal? Se não fosse percebido ao encontrar atividades suspeitas, tentaria conseguir o máximo de informações possíveis antes de agir, sempre de forma racional.

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Começaram as coisas, mas fiquei no grupo boring hahahaha

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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Ter Jan 18, 2022 2:51 pm


Uh Puliça



O celestial estranhava toda aquela situação, pelo fato do procurado não ser tão valioso assim como imaginava. Permaneceu na sala de reuniões um tanto quanto apreensivo, aguardando ver se ficaria no melhor ou no pior grupo daquela balbúrdia. O balde de água fria não demorou a cair em sua cabeça, seu nome sendo listado na equipe que iria apenas proteger o perímetro deixou a figura angelical tomado por uma tristeza, mesmo que ao mesmo tempo estava ligeiramente animado em realizar a sua primeira missão oficial. Seu superior não era um dos melhores, seu jeito preguiçoso e desleixado iam contra tudo que o celestial prezava dentro daquela instituição, talvez o lugar não fosse o que ele realmente imaginava.

Sua missão começou naquele momento, por mais puto que estivesse, controlou suas próprias emoções e realizou o seu trabalho, sem aquela truculência por parte do superior e outros marinheiros que estavam naquele grupo. Algumas pessoas eram encontradas pelo marinheiro, que tratava com uma educação pouco vista dentro da marinha, até mesmo assustando aquelas pessoas que não entendiam o que estava acontecendo – Obrigado meu jovem... – Disse uma senhorinha que andava em passos lentos e atentos, usando do pouco equilíbrio que tinha para caminhar pelo solo desnivelado do lugar – Isso está errado! Tirando o povo das suas próprias casas! – Repudiou outra figura um tanto quanto mais jovem, que esbravejava suas opiniões aos marinheiros que estavam na redondeza – Aqui não tem nenhum bandido ou ladrão não! Não precisa agir assim também! – Recrutou outro morador abordado por membros da marinha.

O homem então caminhou fazendo o seu papel, observando as peculiaridades existentes na organização que escolheu servir, talvez até mesmo ela estivesse parcialmente corrompida? Era algo que podia passar pela sua cabeça naquele momento. Em um ponto mais afastado do foco principal do esquadrão, onde apenas ele e mais um companheiro – que estava alguns metros a frente – puderam notar uma movimentação estranha, um pequeno grupo com quatro membros pareciam correr do ponto onde a capitã Janna havia ido em sua incursão. O celestial percebeu que seu irmão de farda recuou alguns passos, como se estivesse com medo dos meliantes em questão, mas Zogan não se acovardou, mantendo uma postura de luta, falou em alto e bom tom na direção do quarteto inimigo - AHN?! APENAS DOIS QUERENDO BATER EM QUATRO? - Falou o homem de aparência horrenda, sua face era tomada por cicatrizes de queimaduras antigas, seu corpo esguio e magro dava a capacidade de ver com clareza quantas costelas existiam em seu tronco - ACABEM COM ELE RÁPIDO! - Gritou o mesmo avançando contra a dupla - PORRA CARA! ESTAMOS EM DESVANTAGEM! - Reclamou o marinheiro puxando a espada da sua cintura.

Duas pessoas foram em direção ao nosso protagonista, a primeira delas era um homem robusto, seus músculos bem definidos mostravam que ele teve um certo empenho em forjar aquela armadura de carne. Em suas mãos duas soqueiras pontiagudas foram vistas e ele parecia ser versado em um combate usando apenas os punhos, já que sua postura e movimentação eram similares às de um boxeador. Já o outro portava duas adagas, seu corpo era ligeiramente menos massudo que o primeiro, mas ainda sim era notável uma certa muscularidade revestindo os seus ossos. Ele lançou uma das adagas na direção do peito de Zogan, puxando outra da pequena bolsa acoplada na lateral da sua cintura, mostrando ter muito mais lâminas a sua disposição. O pugilista tomou a frente lançando um direto pesado, que claramente causaria sérios danos ao celestial, enquanto o ladino optou por fazer um movimento pegando a lateral do marinheiro, tentando atingir em simultâneo ao soco do seu lado, com uma estocada entre suas costelas.

A outra dupla – um espadachim e um lanceiro – foram em direção ao outro marinheiro que logo entrou em conflito, bloqueando seus oponentes com certa dificuldade. Não havia outra pessoa ou outro marinheiro por ali, pelo menos não que o protagonista conseguisse ver. Os sons de outras batalhas acontecendo ecoavam pelo lugar, principalmente na direção onde Janna foi anteriormente, nesse lugar as explosões eram audíveis e visíveis a Zogan e seu aliado.


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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Ter Jan 18, 2022 3:40 pm
Primeiro combate


Ver o jeito que meus companheiros de farda tratavam as pessoas pobres me deixou bastante desconfortável. ~ Será que eles não entendem que essas pessoas são o motivo de nós termos que lidar com o mal? Temos que protegê-las, não maltratá-las... pensaria reprovando muitos dos atos truculentos que havia presenciado. ~ Parece que para mudar a parte externa do mundo, vou ter que começar por dentro, fazendo meus companheiros entender o próposito da justiça. Mais trabalho, mas tudo bem! Se tiver que ser assim, será. Por enquanto eu estou na base da organização, não tenho muito o que fazer agora. Só tenho que continuar a gaugar minhas promoções. continuaria a pensar enquanto fizesse a patrulha.

Consegui ajudar algumas pessoas, foi bom ter alguma visibilidade positiva, já que não usei de nenhuma truculência, foi muito bom o sentimento de ajudar os necessitados. A patrulha continuou, agora somente eu e mais outro marinheiro. Não demorou muito para encontrarmos 4 elementos suspeitos correndo do foco da batalha, nesse caso não deixei meu senso de justiça abalado e os abordei imediatamente, já que eram nossas ordens deter qualquer tipo de meliante. A reação deles, assim como esperado, não foi amigável em relação ao meu aviso e sem pestanejar eles atacaram. Ainda tive que ouvir meu companheiro se acovardando, só conseguiria dizer algo do tipo - Se você vai deixar eles fugirem e fazer mais mal, fique à vontade. Eu vou pará-los. Diria com toda a determinação.

O combate faria despertar todo o meu ódio pelo mal e todo meu heroísmo já que eles estavam nos atacando com uma vantagem numérica. Meu objetivo era acabar com todos os meus atacantes rapidamente para ajudar o soldado que stava comigo, já que ele passou a impressão de não ter tanta experiência. ~ Dois contra um? Já passei por terrores muito maiores, isso aqui vai ser um aquecimento. Pensaria já buscando defender a adaga lançada pelo ladino atacante. Assim que visse os dois vindo para um ataque combinado, pensaria ~ Os dois vindo juntos? Vou tentar neutralizá-los de uma vez então. Neste momento usaria minhas asas e mãos para gerar chamas à minha frente, como um artifício para distraí-los. Neste momento de distração iria esquivar me jogando um pouco para trás, tudo que queria evitar eram os golpes vindo pelas laterais, mas manteria as mãos na frente do peito protegendo minha parte frontal, logo em seguida avançaria para o contra-ataque aproveitando a distração das chamas. Vendo que estavam atacando cada um vindo por uma lateral, no final eles iriam ter seu momentum indo na direção um do outro, e eu me aproveitaria disso para atacar usando minha envergadura e manoplas buscando socar a cara dos dois uma direção a outra (socaria o inimigo da esquerda pela esquerda e o da direita pela direita), utilizando do movimento deles para também tentar fazê-los se chocar cabeça com cabeça. Após esse ataque iria me afastar, sacaria minha foice para ter mais alcance e avaliaria a situação, sempre tentando manter os olhos nos meu inimigos.

Caso eles tenham sido atingidos, daria mais um golpe de foice nos dois enquanto estivessem fora de si para definir a batalha, agindo de forma racional e iria ajudar o outro marinheiro, correndo para atacar um de seus inimigos, o mais próximo, e aliviar sua carga. Se meus 2 inimigos não fossem derrotados, buscaria esquivar dos ataques e tentar buscar pontos fracos para acabar a batalha rapidamente. Sempre que houvessem aberturas, atacaria usando a foice, buscando desabilitar meus inimigos. Usando meu conhecimento de anatomia, tentaria cortar suas mãos/pernas ou seus tendões, o que faria eles incapacitados de lutar. Ainda não tentaria causar ferimentos letais.

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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Ter Jan 18, 2022 10:31 pm


Uh Puliça



Zogan se encontrava em um combate súbito, enfrentando dois inimigos que estavam dispostos a ceifar sua vida, enquanto os outros dois lidavam com seu companheiro de farda. As ações de alguns membros da organização desagradaram o marinheiro, mas ele sabia que pessoas ruins existem em todos os lugares, era apenas uma questão de empenho da sua parte para extinguir aquelas criaturas do grupo tão amado por ele. Enfim, suas opções de ataque foram relativamente simples, usando das suas asas para tentar afastar um pouco suas chamas e com isso ganhar algum tempo ou espaço para o desenrolar dos seus movimentos, entretanto, isso não foi o bastante.

O momento de distração não ocorreu, as chamas eram simples demais para superar o ímpeto daqueles homens. Ele tentou, mas como supracitado sem o elemento esperado por ele o primeiro soco entrou com firmeza em sua face, jogando-o poucos metros para trás – Droga! Você tirou ele do meu golpe! - Reclamou o inimigo esguio com uma expressão enfezada em sua face - Foi mal, foi mal.. - Falou o outro coçando a cabeça de maneira desajeitada. Zogan teve tempo hábil para se colocar de pé novamente, empunhando agora sua foice que iria utilizar para ceifar a vida dos seus inimigos - Agora eu vou na frente! Aquela arma grande ele não vai aguentar minha faquinha! - Falou a criatura magra se preparando para uma nova investida.

O homem partiu com uma velocidade ainda maior do que a investida anterior, o que claramente dava um trabalho para Zogan observar suas ações, mas ele sabia que estava vindo em sua direção. Um salto no meio do caminho foi dado e então a criatura desceu girando, colocando sua lâmina para “fora” do seu giro, o que causaria um corte pesado se acertasse o marinheiro. O brutamontes não ficava parado também, ele estava correndo na direção, mas a diferença de velocidade entre os dois era clara, ou seja, Zogan tinha tempo hábil para lidar com aquele primeiro inimigo, antes que o segundo o alcançasse. Mas nesse momento ele veria que em sua direção uma investida animal estava vindo em sua direção, o brutamontes estava tentando dar uma ombrada para jogar o marinheiro longe dali.


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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Qua Jan 19, 2022 1:10 am
Contra-ataque


Não é sempre que nossos planos dão certo e nesta vez tive a infelicidade das minhas chamas não serem suficientes para criar uma distração. Resultado: recebi um soco direto na cara que me jogou para trás, mas ainda tive a sorte deste golpe recebido me livrar de uma facada. Ao me recuperar, pensaria ~ É, o primeiro movimento deu errado, mas pelo menos deu para perceber que esses caras não são tão fortes assim, o dano que recebi foi mínimo. De qualquer forma, não posso me distrair com isso. Ao mesmo tempo faria um checkup instantâneo e voltaria meus olhos para a batalha. ~ Por conta da desvantagem, não vou poder pegar leve com eles. Seria o pensamento ao sacar a foice. Mudaria minha estratégia para ter um pouco mais de alcance.

Ao perceber a aproximação do ladino, tomaria uma postura mais desleixada, cambalearia levemente e fingiria que o golpe anterior teria sido bem grave e me desestabilizado. Ele estava vindo com velocidade, mas cometeu o erro de saltar para atacar, ou seja, era altamente improvável que ele mudasse de direção no ar, portanto no momento que ele saltasse, iria retornar à minha postura de batalha e desviaria para trás, evitando o curto alcance das facas, para em seguida utilizar minha vantagem em alcance e atacar com um movimento preciso, buscando atacar o peito ou as mãos/braços ou a garganta do atacante, veria qual área estivesse mais desprotegida para desabilitá-lo. Se fosse possível, daria mais de um golpe. Caso não fosse possível desviar, atacaria com tudo usando a foice em um movimento ascendente, de baixo para cima, buscando, caso possível, partir o inimigo ao meio ou causar um dano descomunal, e buscaria evitar as facas de meu inimigo. Já não estava mais me importando se os meus golpes eram mortais ou não, tudo que eu queria era acabar com o mal, naquele momento personificado pelos inimigos. Se nada desse certo, tentaria defletir as adagas com minha foice e quando possível atacaria com um chute nas partes íntimas do ladino, movimento muito efetivo para desabilitar oponentes, em seguida golpeando-o com a foice causando um ferimento mais grave.

Em seguida teria de cuidar do brutamontes, ele já estava vindo com tudo para um ataque de ombro, e eu também iria em sua direção, mas preparado para o contra-ataque. Minha estratégia era simples, usaria novamente meu alcance maior e a lâmina afiada da foice para um ataque frontal que buscaria decepar o braço do atacante ou ao menos provocar um dano profundo. E em seguida sairia da trajetoria do ataque para evitar sofrer danos desnecessários. Se não fosse possível cortar com precisão, atacaria meu inimigo, mas dessa vez golpeando e soltando a foice no final do movimento. Em ambos os casos, acertando o golpe, eu em seguida golpearia este inimigo até que ele ficasse inconsciente. Não dando certo o ataque com a foice, tentaria dar uma rasteira quando ele tivesse bem perto, aproveitando de sua velocidade para derrubá-lo, e em seguida atacá-lo com vigor.

Caso conseguisse eliminar meus dois oponentes, partiria para ajudar meu companheiro, atacando com a foice, após recuperá-la se não estivesse em minha posse, o inimigo mais próximo.

Considerações:

Já que não houve dano no histórico, fiz a afirmação que eles não eram tão fortes, de resto fui pra porradaria.

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