All Blue RPG

Um RPG narrativo baseado no universo de One Piece, obra criada por Eiichiro Oda.
 
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 Sinfonia No. 1: Abertura

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MensagemAssunto: Sinfonia No. 1: Abertura   Sinfonia No. 1: Abertura EmptySeg Jan 10, 2022 9:58 pm

Sinfonia No. 1: Abertura

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Azrael Zogan. A qual não possui narrador definido.

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MensagemAssunto: Re: Sinfonia No. 1: Abertura   Sinfonia No. 1: Abertura EmptyTer Jan 11, 2022 1:58 pm

Cotidiano

Viver como Marinheiro em uma ilha que basicamente somente abriga uma das bases da Marinha é algo relativamente tranquilo. Temos todos os dias os mais diversos tipos de treinamento, mas dificilmente entramos em combates reais ou lidamos com criminosos, e o meu caso não é tão diferente, passo os dias treinando junto com todos, normalmente até mais tarde quando é permitido pelos superiores, já que minha sede de ficar mais forte dificilmente é cessada. Por conta disso tento aproveitar cada segundo disponível para fortalecer-me, porém em cada movimento do treino, em cada atividade, eu busco fazer com intensidade e lembrando de situações que enfrentei na minha terra natal. Tudo que eu não queria era ficar enferrujado ou perder o jeito, por isso levei os treinos de forma extremamente séria, eu tinha a impressão que a intensidade iria me ajudar nisso.

Por também ser um médico, era requisitado para tratar de cuidar de outros oficiais em caso de enfermidade. Felizmente a maioria dos casos que encontrei foram dores de barriga, intoxicações alimentares, ferimentos leves e alguns ossos quebrados, nada muito grave que tomou muito do meu tempo, permitindo que eu fosse igualmente treinado como os outros soldados, mas claro que demonstrando muito menos preguiça e moleza para fazer as atividades.

Como bom observador, eu notei que a maioria dos marinheiros que aqui residiam não tinham quase nenhuma experiência real de combate, muito menos de situações de vida ou morte, inclusive oficiais acima de mim. É possível perceber isso pelo brilho em seu olhar, o modo que se movem, o jeito que falam e que lutam, eu não sei explicar direito, mas parece que falta alguma coisa que só a vivência pode dar...

Como você pode ver, a vida costuma ser tranquila a ponto de me permitir fazer tais análises nos meus horários de descanso, tudo aqui parece uma grande repetição e os dias parecem ser iguais, uma rotina inquebrável que passa a impressão que iria continuar para sempre. Não havia muita coisa que eu podia fazer fazer, por isso continuei fazendo os treinamentos intensamente, buscando entender todas as nuances do ofício de Marinheiro, entender a cadeia de comando e também sempre me oferecendo para participar de missões. Eu só pdoeria avançar se obtivesse reconhecimento, então participar de missões era essencial para meu progresso.

Nunca fui muito de falar, as relações que aqui fiz foram por causa da ajuda nos treinos, das dúvidas que tirei e por conta dos atendimentos feitos, então costumo passar a maior parte do meu tempo sozinho. E neste dia não foi diferente, estava eu no refeitório após acordar, tomando meu café da manhã e me preparando para o que vinha a seguir, mas minha intuição me dizia que tudo iria mudar naquele dia.

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MensagemAssunto: Re: Sinfonia No. 1: Abertura   Sinfonia No. 1: Abertura EmptyTer Jan 11, 2022 10:32 pm



Uh Puliça



A pequena ilha rochosa acordava em mais uma manhã ensolarada, o pequeno lugar comportava um número relativamente alto de marinheiros, já que era um ponto chave para o domínio do Governo no West Blue. Aquele mar não era conhecido por ser fácil, na verdade, a organização defensora da lei tinha uma série de problemas em lidar diretamente com a execução da ordem naquela região, ao ponto de serem forçados a transformar um punhado de terra e rocha em uma base fixa.

Em meio aqueles marinheiros e agentes que vagavam por aí, uma singularidade chamava mais atenção que os demais. Seu porte físico era de dar inveja, consideravelmente alto para os padrões do lugar, Azrael chamava a atenção até mesmo se não quisesse. Sendo de uma espécie diferente, carregava um par de asas negras em suas costas, o que tornava sua aparência ainda mais única. O médico e marinheiro era alguém com objetos traçados, restava apenas o pontapé inicial para que o homem pudesse de fato começar a sua carreira como um marinheiro. O lugar foi bom para ele, os treinos e os ensinamentos prepararam aquela figura para o caos que viesse pela frente, afinal, os criminosos estavam espalhados por todos os cantos, alguns nem sequer tinham medo daqueles homens de uniforme branco.

Zogan estava tomando café tranquilamente no refeitório local, o lugar era grande e bem arejado. O grande galpão foi minuciosamente construído para aproveitar de toda sua estrutura, que contava com diversas mesas dispostas, balcões com bancos altos e uma grande mesa no centro, onde cada membro da marinha se servia. O lugar também contava com grandes quadros espalhados pelas paredes do lugar, imagens de marinheiros importantes para a história da organização. O lugar estava cheio, uma fila imensa se formou em um piscar de olho para pegar o café da manhã – BOM DIA MARINHEIROS! – Uma figura feminina de madeixas prateadas falou em tom audível para todos os presentes no ambiente, aquela era a Sargento Willey, alguém conhecida no lugar por sua firmeza e empenho em prol da justiça – Quem eu chamar se dirija imediatamente a sala do Capitão John! Asmodeus, Kakakuri, Natasha, Fillin, Zogan, Jack e Madelema. – Finalizou a mulher com um olhar tranquilo em seu rosto, saindo do ambiente sem falar mais nada.

O burburinho logo tomou conta do refeitório, o que era aquilo? Uma missão? Eles tinham feito algo errado? John não era um homem conhecido por ter contato com muitos marinheiros, na verdade, ele era conhecido por ser uma besta selvagem focado unicamente em erradicar os criminosos na face da terra, alguns até mesmo tinham um certo medo do homem. De qualquer forma, cerca de três pessoas levantaram rapidamente, duas mulheres e um homem, indo em passos rápidos em direção a saída. Dois homens foram logo em seguida, enquanto limpavam suas bocas sujas com parte do café da manhã, alguns resquícios de comida caíram até mesmo em seus uniformes. O restante dos nomes citados não deram sinais de vida, talvez estivessem por ali e resolveram finalizar suas refeições ou simplesmente não estavam naquele ambiente.

A nossa singularidade iria rapidamente em busca do seu superior? Terminaria sua refeição ali mesmo ou no próprio caminho até a sala? O que John queria com aquelas pessoas?


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MensagemAssunto: Re: Sinfonia No. 1: Abertura   Sinfonia No. 1: Abertura EmptyTer Jan 11, 2022 11:50 pm

Apresentação


Aquele dia tinha tudo para ser comum, mas o chamado da Sargento Willey fez tudo mudar de figura. Eu podia sentir o respeito que todos os Marinheiros sentiam por ela, ainda mais depois dela bradar o seu bom dia. Eu fiquei intrigado. pois ver uma figurona como ela assim, aleatoriamente, certamente iria mexer com os ares do local. Será que esta seria finalmente minha oportunidade de brilhar?

Continuando, após saudar a todos, ela requisitou que os nomes a serem chamados fossem direto para a sala do Capitão John. Após tal declaração tive a impressão do tempo congelar e foi nesta hora que meu coração acelerou como não havia há muito tempo. Eu mal podia conter minha animação e ansiedade, tudo que eu queria e precisava ouvir era meu nome. O tempo parava na minha cabeça antes de cada nome chamado, eu tinha a impressão que horas se passavam entre um chamado e outro, até que ela começou. "Asmodeus". Me senti desapontado por não ser o meu nome, por não ser o primeiro, mas tudo bem, fiquei atento ao próximo chamado. "Kakakuri". Mais uma vez não era eu, mas eu não podia me deixar por vencido, certamente chegaria minha hora. "Natasha". Ouvir isso me deixou decepcionado ainda mais por não ser meu nome e fui lembrando que a cada vez que não era eu, diminuiam as chances de ser chamado, mas mais uma vez tentei me controlar. "Fillin". Nesta hora, eu juro que pedi aos céus para que esta fosse a minha vez... E parece que fui ouvido. "Zogan". Ao ouvir meu nome, o coração chegou quase a parar, tudo ficou em slow motion, e ao voltar ao normal, senti uma descarga de adrenalina correr pelo meu corpo: havia chegado a minha hora. ~ E eu aqui me preocupando com minha vez à toa, finalmente fui chamado e é hora de mostar a que vim. Vou dar meu máximo para ter toda a glória e não deixar nenhum preguiçoso roubá-la de minhas mãos., pensaria deixando transbordar toda minha acidez e animação. Com um sorriso, discreto, mas existente, começaria a planejar os próximos passos.

A partir deste momento eu ignoraria os próximos nomes a serem chamados, voltaria para o lugar onde estava tomando café e pegaria todos os alimentos que pudesse carregar com as duas mãos de modo civilizado e iria me dirigir imediatamente para a sala do Capitão. No caminho iria tentar comer com todo cuidado o que pudesse até chegar, sendo que se sobrasse alguma comida, não me importaria de descartar na primeira lixeira ou semelhante que visse. Procuraria algum quadro que tivesse reflexão ou espelho no caminho para mais uma vez analisar meu uniforme e minha imagem, acertaria o que pudesse para ficar impecável e seguiria para a sala do capitão de imediato. Não havendo empecilhos no caminho, iria bater cordialmente na porta se ela estivesse fechada e me apresentaria em alto e bom tom: - Soldado Zogan se apresentando, senhor! e faria a posição de sentido até receber mais instruções. Ficaria atento ao ambiente, aos outros recrutas, aos objetos dispostos na sala e nos meus oficiais para evitar falar e tomar atitudes inapropriadas. Buscaria manter sempre uma atitude positiva, respeitosa e proativa.

Mesmo sério, eu mal poderia conter minha emoção por estar ali, na sala do mais alto escalão da Marinha da ilha. É verdade que poderia me meter numa missão difícil, mas tinha uma expectativa muito grande de ser notado pelo Capitão o que poderia me render bons frutos no frutos, quem sabe... Sempre existiu o ditado que o risco é proporcional à recompensa, então na minha cabeça, só de estar ali era uma vitória. Mas qual seria o motivo daquele chamado?

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MensagemAssunto: Re: Sinfonia No. 1: Abertura   Sinfonia No. 1: Abertura EmptyQua Jan 12, 2022 12:54 am



Uh Puliça



A princípio o celestial não tinha ficado tão animado assim, pelo jeito aos poucos sua esperança foi esvaindo do seu corpo enquanto escutava outros nomes que não fosse o dele. No entanto, aquele momento depressivo foi transformado na mais pura animação rapidamente, fazendo o homem ignorar até mesmo os outros nomes que vieram após o dele. Sem delongas ele pegou alguns alimentos simples e partiu na direção da sala do capitão, enquanto enchia o bucho, afinal, saco vazio não para em pé! Não demorou para que avistasse um corredor extenso, no qual em seu final era visível uma porta de madeira marrom, com uma placa metálica com o nome do superior responsável pela convocação.

No trajeto, encontrou um pequeno espelho que foi utilizado para ajeitar suas vestimentas e deixar ele pronto para se apresentar. Enquanto se arrumava, podia notar um homem alto e robusto, com cabelo curto e uma cicatriz bem feia na lateral esquerda do seu crânio, pelo jeito era mais um dos convocados, mesmo que sua aparência transpasse alguém com certa experiência. Por fim, ao chegar no lugar e se apresentar, Zogan poderia ver as outras figuras espalhadas pela pequena sala e o capitão sentado em uma grande poltrona azulada, de aparência bem confortável.

O capitão era uma figura idade na casa dos trinta e pouco, sua barba era bem cuidada, assim como o cabelo que caia ligeiramente em seus olhos, o que forçava o homem a usar suas mãos para jogar o cabelo para trás repetidas vezes – Bem vindos senhores e senhoras. – Bradou o homem com uma voz um pouco mais grossa, algo que soava estranho por conta da sua aparência. Zogan era mais um entre os nomes chamados, figuras de diferentes características, no entanto, o restante do grupo era majoritariamente composto por seres humanos comuns – Imagino que queiram saber o motivo do chamado, certo? Então, como vocês já sabem, somos uma estrutura criada para lidar com a criminalidade do West Blue, que ao passar dos anos vem em uma crescente alarmante. O treinamento prático e teórico proporcionado pela marinha, é com único objetivo de capacitar e formar membros fortes e responsáveis para ajudar nessa árdua jornada. – Ele ficou de pé, dando alguns passos abrindo a janela da pequena sala, deixando que o ar circulasse e o calor que começava a se formar se esvaiu rapidamente.

O homem voltou sua atenção ao grupo novamente – Vocês vão ser enviados para diferentes localizações, dentre todos são os mais capacitados no momento. Vamos ver... – A figura pegou um amontoado de papéis em sua mesa e começou a folheá-los com rapidez – – O capitão continuou o falatório definindo para qual lugar cada um dos presentes iam, passando as informações básicas para alguns e outros apenas o lugar e horário da viagem, como foi o caso do nosso protagonista.

Sem mais delongas, o homem dispensou todos eles em uma única ação, liberando-os para se prepararem para suas respectivas viagens, alguns com mais tempo e outros não. Era necessário para Zogan partir com velocidade dali, ele teria que pegar suas coisas – se tivesse – com rapidez, já que seu horário era curto. Caso fosse diretamente pro porto, veria um grande navio com duas velas pintadas com o símbolo da marinha, assim como uma bandeira hasteada no topo do mastro. A embarcação era mediana, um simplório brigue que estava um tanto quanto vazio, parecia que apenas os homens necessários para conduzir o navio iriam seguir viagem. Será que Zogan era o único a ir para Kano? Ou teria alguma companhia? Pelo que pode escutar, dos nomes que foram convocados ele era o único a seguir aquele destino, o que aguardava o nosso querido celestial em Kano?

OBS: Descrevi o navio que irá te levar, mas você não é obrigado a ir diretamente para o porto. Se quiser fazer outra coisa, fique a vontade para isso!


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MensagemAssunto: Re: Sinfonia No. 1: Abertura   Sinfonia No. 1: Abertura EmptyQua Jan 12, 2022 12:27 pm

Início de viagem


Era díficil conter a ansiedade naquela reunião, mas fiz questão de manter uma boa postura perante meus oficiais. Não tive nenhuma impressão extraordinária da figura do Capitão, mas sua voz era um pouco esquisita, parecia meio forçada, porém mesmo assim não me deixei levar por essa particularidade e fiquei atento às palavras ditas.

Ao saber que iria deixar a ilha, meu coração acelerou, já que era tudo que queria. ~ Finalmente! Vou poder ir para outro lugar ter ação de verdade!, pensei. Nosso superior já começou dizendo que éramos os mais capacitados no momento. ~ Mal posso acreditar que o Capitão acabou de me reconhecer em alto e bom tom! Acho que das coisas que poderiam acontecer, este seria um dos melhores cenários. Mas vamos ver o motivo dessa reunião. Com esse pensamento, ficaria ainda mais firme na posição de sentido, mostrando que estava orgulhoso por aquele momento.

Continuei prestando atenção nas palavras do Capitão e um a um foi fazendo as designações. Como bom perfeccionista que sou, achei esquisito ele não uniformizar as ordens de cada, o que me soou esquisito. ~ Nossa, que bagunça... Será que ele não teve tempo de organizar as ordens ou foi intencional? pensei. Mas puxando para o lado racional, fiz questão de lembrar que ele era o oficial máximo da ilha e teria que confiar no seu modus operandi, o que me ajudou a suprir esse meu lado. Faltava saber agora qual seria meu destino.

Essa resposta surgiu e instantaneamente me deixou mais animado: Kano. Por conta do treinamento teórico da Marinha, eu sabia que ela era a ilha mais perto da Grand Line no West Blue, então esse próximo passo que eu estaria dando me deixaria ainda mais perto do mar mais desafiador do mundo, não poderia haver destino melhor para mim. Mesmo extremamente animado, não deixei de ouvir com atenção as instruções do Capitão, por mais curtas que tenham sido. Para mim foi somente meu destino e o horário de partida, este que já estava muito próximo. ~ Só eu vou para Kano? Será que tirei a sorte grande? Vamos ver o que me aguarda naquela ilha! pensei ao deixar a sala da reunião.

Assim que dispensado, iria usar minha habilidade para calcular o tempo restante até a partida e verificar se era possível passar no almoxerifado da base. Se fosse possível, iria até lá para verificar se teria algum item que eu deveria levar em minha viagem para Kano ou se eles me dariam algum uniforme especial ou não para a ocasião. Se meu cálculo me dissesse que não era possível passar no almoxerifado sem me atrasar, eu não iria causar uma má impressão de cara e iria direto para o porto. De qualquer forma, iria o mais rápido possível para o lugar de partida.

Chegando no porto, iria analisar a tripulação e as pessoas que ali estavam. Mesmo dentro da Marinha, queria saber se nada demais estava acontecendo e verificaria se meu instinto, que sempre me ajudou, seria ativado ou não de forma negativa. Verificando que tudo estava bem, iria me apresentar para a tripulação: - Soldado Zogan se apresentando. Pelas ordens do Capitão John, estou sendo enviado para o País de Kano e foi requisitado que eu me apresentasse aqui. Vocês precisam de alguma ajuda para começar a viagem? Ficaria de prontidão e tentaria ser o mais prestativo possível para ajudar seja carregando o navio ou fazendo tarefas simples. Assim que possível perguntaria onde poderia me acomodar no navio para viajar, iria para tal lugar e ficaria de olho nos arredores e nos tripulantes.

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MensagemAssunto: Re: Sinfonia No. 1: Abertura   Sinfonia No. 1: Abertura EmptyQua Jan 12, 2022 2:19 pm



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A animação de Zogan era difícil de ser contida, assim como sua desaprovação pela falta de organização, no entanto, aquele homem continuava sendo seu superior. A figura celestial parecia saber um pouco sobre o seu destino, afinal, o País de Kano era um lugar famoso nos mares do West Blue. Sem mais delongas, partiu realizando cálculos mentais relacionado ao tempo hábil que tinha para finalizar suas questões naquele lugar, como muitos dos outros membros, Aszarel era mais um que não tinha levado muitos itens até o lugar, já que o governo disponibilizava grande parte dos itens comuns que eles usavam naquela Filial.

Para sua infelicidade notou que não teria tempo de passar no almoxarifado, optando por ir diretamente para a região do porto. Gradativamente a movimentação de soldados e membros das demais patentes da marinha foi se tornando mais intensa, embarcações chegavam e outras saíam tomando diferentes rumos - Aqueles com destino País de Kano, favor formarem uma fila aqui. - um marinheiro com uma aparência desgastada pelo tempo, forçou sua garganta ao gritar aquela frase. Zogan foi o primeiro da fila, se apresentando rapidamente para ele e alguns tripulantes que estavam por ali - Bem vindo soldado Zogan!Me chamo Edward, mas pode me chamar apenas de Ed, sou o capitão do navio que levará vocês até Kano, - Falou o mesmo homem com um sorriso no rosto, olhando em direção a pequena fila de pessoas que se formou atrás do protagonista dessa história, pelo jeito, ele não era o único a ir para aquelas bandas - Pode subir, está tudo pronto para irmos. - Concluiu o velhote dando espaço para passagem.

O convés contava com poucos homens, olhando bem girava em torno de apenas seis pessoas, talvez existissem outros membros no interior do navio - Só para saberem, é uma viagem relativamente rápida, já que estamos bem próximos de Kano. - Falou o velho com um sorriso largo em seu rosto - No andar inferior contamos com um dormitório com apenas seis camas, então vocês terão que se revezar caso queiram dormir ou descansar. A cozinha pode ser usada por vocês, têm comida o bastante para todos nós. O último andar é um lugar restrito para vocês, afinal estamos levando alguns itens de suma importância para a base da marinha em Kano, então não fiquem bisbilhotando por aí. Por último, qualquer dúvida podem perguntar diretamente a mim ou algum dos meus homens. - Todas as palavras de Ed carregavam firmeza, mostrando ser alguém experiente naquele ramo.

Por fim, a viagem logo começou e os ventos fortes ajudaram o navio a pegar velocidade rapidamente. O sol forte brilhava no céu, enquanto as ondas se chocavam contra o casco do navio, trazendo respingos da água salgada para banhar aqueles que ainda estavam no convés. Do grupo de tripulantes que saíram da filial, além de Zogan, poucas pessoas chamavam atenção: a primeira figura que chamava atenção era um rapaz na casa dos vinte anos, carregava duas espadas – uma em cada cintura – e uma grande mochila em suas costas, recheada com livros e roupas, ao ponto de parecer que ia explodir a qualquer momento. Ele colocou sua mochila no canto do convés e desembainhou sua espada, começando um treinamento tranquilo com aquela arma, não demorou para trocar de mão, mostrando que estava apto a usar ambas as mãos em combate, seus movimentos eram delicados e ao mesmo tempo carregavam uma selvageria singular. A segunda pessoa se tratava de um rapaz de cabelos brancos, o uniforme da marinha estava nitidamente apertado, já que seus músculos arredondados forçavam os botões da camisa a cada movimento que ele dava, certamente ia quebrar até a viagem terminar. Ele estava no canto, parecia admirar a imensidão azul enquanto lágrimas caíam dos seus olhos, a emoção parecia que havia tomado conta do seu corpo.

Os demais membros naquele navio eram extremamente comuns sem nenhuma característica chamativa, alguns estavam espalhados conversando pelo convés, enquanto outros optaram por ir para o interior do navio. O vento cortava aquela área e o sol continuava brilhando no céu, parecia que não teriam problemas naquela viagem, ou será que rolaria algo estranho?


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MensagemAssunto: Re: Sinfonia No. 1: Abertura   Sinfonia No. 1: Abertura EmptyQui Jan 13, 2022 12:30 am

Fazendo novas amizades


Ao chegar no porto e me deparar com uma figura desgastada liderando o transporte para Kano, fiquei com a leve impressão de desconfiança. ~ Será que esse cara vai conseguir nos levar em segurança até lá? pensaria antes de conhecê-lo. Porém, ao ouví-lo organizar o embarque no navio e explicar o atual estado do navio, tive a impressão do completo domínio que ele tinha sobre aquele ofício, a confiança passada foi bem alta e com isso fiquei bem mais tranquilo com nosso transporte.

O Capitão Edward deixou bem claro que podíamos descansar nos dormitórios, que havia comida na cozinha e que não deveríamos bisbilhotar o último andar do navio, já que havia ali algo de suma importância sendo levado para Kano. Tal declarção despertou uma curiosidade em mim: ~ Se houver alguma oportunidade, talvez eu deveria checar a carga, mas só se encontrasse um modo de bisbilhotar de foram prudente. Mas logo esse devaneio sumiria de minha mente. A viagem era bem curta e o tempo era bom, não tinha muito com o que me preocupar naquele momento.

Eu já estava bem alimentado até então e tinha acabado de acordar, não fazia muito sentido comer e dormir, por isso passei a observar os tripulantes do navio e com grande decepção percebi não havia quase ninguém de interessante, somente pessoas comuns. Para minha surpresa, no meio daquela mesmisse toda reparei em duas figuras que minha intuição, por algum motivo, me fez querer criar uma proximidade: o primeiro era um espadachim com uma bagagem enorme que não demorou para começar a treinar ali mesmo. Até aí tudo normal, mas quando ele começou a manejar suas armas com extremo controle igualmente com cada mão, conseguiu me tirar um suspiro. Com um pequeno ar derrota, abri minha mão direita, olhei para ela e pensei ~ No combate você é bem inútil né? Não tem como ter um estilo de combate perfeito se todo o meu lado direito é um peso morto... Será que esse cara pode me ajudar com isso?

Já o segundo chamou ainda mais minha atenção, era um homem desnecessariamente musculoso, suas roupas mal podiam suportar seu porte físico, ele deveria se preocupar porque se elas se rasgassem e ele ficasse nu, poderia ser punido severamente... Mas o que mais me chamou atenção foi ele estar chorando olhando a imensidão do céu e mar. Não pude negar a identificação que tive, pois sempre que olho para o céu, eu lembro de casa e certas emoções vêm a tona. Diferente dele, aprendi a lidar com isso e evitar demonstrações públicas de emoções, mas eu senti um pouco de pena de vê-lo naquele estado. Por mais que o espadachim pudesse me ajudar, meu coração escolheu abordar aquele homem emocionado e saber o que estava acontecendo com ele.

Eu iria me aproximar com cuidado e assim que ele me notasse, iria me apresentar gentilmente - Olá, meu nome é Azrael. Eu sou médico e posso curar quase tudo, menos um coração partido, diria de forma alegre tentando alegrar aquela figura musculosa. - Tudo bem contigo? Precisa de ajuda? Temos algum tempo até chegar em Kano e disponibilidade de sobra para conversar falaria de forma firme mas amigável. Gostaria de descobrir o que estava se passando com aquele homem. Dando tudo certo, perguntaria sobre sua vida e o porquê dele estar ali e emotivo daquele jeito. Fazer amizades com pessoas fortes é estratégico, o poder também vem da união.

Caso ele fosse rude ou me ignorasse, iria simplesmente fingir que nada tivesse acontecido e iria me dirigir em direção ao espadachim. Assim que tivesse abertura, tentaria começar um diálogo. - Você tem uma técnica muito afinada com as espadas e consegue usar igualmente as duas mãos em batalha, impressionante! diria com ar de impressionado e continuaria - Meu nome é Azrael. Muito prazer em te conhecer! Qual seu nome? saudaria ele e continuaria a conversa até encontrar uma abertura para falar - Eu realmente fiquei encantado com sua técnica, em combate só sou capaz de usar a mão esquerda. É possível aprender a usar a mão não dominante em combate também? A partir daí ouviria atentamente o que ele dissesse e se houvesse a oportunidade, iria pedir para que ele me ensinasse se soubesse uma maneira.

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MensagemAssunto: Re: Sinfonia No. 1: Abertura   Sinfonia No. 1: Abertura EmptyQui Jan 13, 2022 9:52 am



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O marinheiro tinha suas dúvidas com relação ao capitão daquele navio, já que sua aparência não era uma das melhores. De qualquer forma, não restava nada além de ficar nos cuidados daquele grupo, que como citado anteriormente, pareciam ter experiência no que se diz respeito à navegação, mesmo que em outras questões parecessem um tanto quanto frágeis. O rapaz ouviu as palavras de Ed, ficando ciente das regras do navio, mas aquilo criou uma certa curiosidade na figura angelical, que ponderou – se tivesse oportunidade – dar uma olhada na carga que estava sendo levada até Kano, mesmo que isso pudesse custar muito para sua carreira.

O homem então percebeu algumas figuras excêntricas naquele lugar, principalmente aquele que estava chorando, o que levou a abordá-lo com certa cautela, já que não sabia o motivo de tanta emoção – Ah! Que susto...Oi. – Falou o homem tentando limpar as lágrimas que não pareciam ter fim – Eu me chamo Tobb, prazer! Já lhe vi no Quartel algumas vezes… – Falou o rapaz observando o protagonista – Meu problema é quase esse. – Falou coçando a cabeça com certa tristeza – Me emociono ao saber que estou realizando o sonho da minha esposa, sabe cara, ela queria ser uma marinheira desde sua infância. – Suas palavras pareciam tremer e as lágrimas escorriam com mais velocidade pelo seu rosto – Pena que momentos antes de ir se alistar, acabou sendo pega por piratas e... você já deve imaginar o fim. – Bateu seu punho fechado contra a embarcação, seu olhar era um misto de tristeza com um ódio puro e genuíno – Então eu prometi em seu funeral que iria realizar o seu sonho e iria exterminar todo e qualquer criminoso que aparecesse em minha frente, não podemos deixar esses ratos se espalharem por aí e destruírem famílias! – Suas motivações eram justificáveis, parecia que naquele momento o nascimento de um verdadeiro exterminador de criminosos estavam nascendo – Então eu treinei, treinei bastante e agora estou indo em minha primeira missão, caçar um pirata em Kano, pelo menos foram essas informações que me passaram anteriormente, pelo jeito ele está se escondendo por lá. – Concluiu a sua história com louvor.

Por alguns segundos permaneceu calado, seus olhos deslizavam pela extensão azul na sua frente – E você? O que faz indo até Kano? Está na mesma missão que a minha? – Questionou o rapaz com um olhar um tanto quanto tranquilo, desabafar sempre era interessante, principalmente para alguém que guardava assuntos tão pesados em seu interior. Como o rapaz não foi rude e desenvolveu a conversação, Zogan permanecia por ali interagindo com o rapaz – Veja, aquele cara ali, por mais que não pareça ele é forte. – Falou apontando com o queixo em direção ao espadachim que estava treinando, seus movimentos pareciam mais velozes que antes e extremamente técnicos. Seus pés deslizavam pelo convés e eram misturados pelos saltos acrobáticos realizados pela figura, era como se ele estivesse dançando enquanto lutava, algo verdadeiramente único.

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MensagemAssunto: Re: Sinfonia No. 1: Abertura   Sinfonia No. 1: Abertura EmptyQui Jan 13, 2022 12:15 pm

Identificação


De forma bem natural, aquele homem musculoso acabou interagindo comigo e foi bem gentil. Seu nome era Tobb e descobri também que ele já havia me notado no Quartel. Fiquei um pouco envergonhado porque eram tantos Marinheiros na base, todos de uniforme, fora o fato dos humanos serem bem parecidos uns com os outros, mas não me deixei abalar por isso. Continuando a ouvir suas palavras, vi que minha hipótese havia sido confirmada: ele também viveu uma tragédia e estava emocionado por conta disso. Perder seu amor para a escória pirata... Em seu lugar, eu também nunca os perdoaria, e por ter passado por algo semelhante entendia bem como essa dor era grande.

Ouvir seu objetivo e todo o esforço colocado em prol dele me fez sentir uma identificação enorme. Ele parecia ser bem forte e também cultivava um ódio profundo pelo mal. - Olha Tobb, eu sinto muito pela sua esposa... Uma tragédia assim não deveria acontecer com ninguém. Eu entendo bem como você se sente, os piratas e revolucionários escravizaram meu povo e destruíram minha cidade. Nesse momento cerraria meu punho e também bateria ele na embarcação com toda a minha determinação, demonstrando identificação e respeito pela nossa situação, e continuaria. - Minha ambição é me tornar o mais poderoso e eliminar toda a corja pirata e revolucionária deste mundo. Enquanto eu viver nunca vou permitir que famílias ou cidades sejam tomadas pelo mal. Nesse momento olharia com determinação mas de forma muito amigável, diria. - E fico feliz por não ser o único a pensar assim, encontrar contigo deve ter sido uma armação do destino. Mas como eu disse, um coração partido eu não posso curar, mas neste caso eu receitaria uma boa amizade, é um tratamento que pode ajudar bastante. A última aprte diria com um brilho nos olhos e estenderia minha mão num gesto para cumprimentá-lo de forma a firmar nossa amizade. - Pode contar comigo na sua jornada, quanto mais pessoas fortes estiverem com a gente, mais rápido atingiremos nosso objetivo!

Após os cumprimentos e as emoções baixarem um pouco, voltaria ao assunto das nossas motivações de viagem, - Para ser bem sincero, o Capitão John não me falou absolutamente nada sobre a minha missão, só pediu para que eu seguisse para Kano sem muitas informações. Eu não conheço nada daquela ilha, por isso até queria perguntar se você saberia onde ficava a base da Marinha por lá. Aliás, eu sei que parece meio repentino, mas você se importaria se eu seguisse contigo? Tem até mesmo a possibilidade de estarmos na mesma missão e eu não saber disso, mas somente poderei confirmar quando chegarmos. A partir daí continuaria a conversa para saber o que Tobb tinha conhecimento, quanto mais informações eu conseguisse, melhor.

Iria interagir com meu possível novo amigo um pouco mais, mas quando tivesse abertura, diria - Ei Tobb, você poderia me dar um segundo? Aquele cara que você apontou parece realmente forte... Eu queria perguntar uma coisa a ele, então já volto! Neste momento se Tobb quisesse ir comigo, tudo bem, mas iria mesmo que sozinho. Tentaria me aproximar do espadachim e assim que notado, diria tentando transparecer meu reconhecimento - Você tem uma técnica muito afinada com as espadas e consegue usar igualmente as duas mãos em batalha, impressionante! Iria cumprimentá-lo dizendo meu nome, saudando respeitosamente, e perguntaria se ele fosse amigável - Eu realmente fiquei encantado com sua técnica, em combate só sou capaz de usar a mão esquerda. É possível aprender a usar a mão não dominante em combate também? Caso ele me respondesse, ouviria com toda a atenção do mundo suas palavras para entender como poderia evoluir meu corpo. Mas se as coisas dessem errado, tentaria apaziguar e voltaria para perto de Tobb.

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MensagemAssunto: Re: Sinfonia No. 1: Abertura   Sinfonia No. 1: Abertura EmptyQui Jan 13, 2022 1:52 pm



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Zogan entendia bem as palavras daquele homem, afinal, seu objetivo era bem semelhante aos desejos de Tobb – Entendo... então estamos no mesmo barco, com os mesmos objetivos. – Falou o homem com um sorriso no rosto – Um irmão de farda que preza pela justiça, isso é ótimo. – Continuou o musculoso mantendo o sorriso estampado em seu rosto enquanto enxugava as lágrimas que pararam de deslizar pela sua bochecha – Ótimo! Juntos libertaremos o mundo da corja revolucionária, pirata e de todo tipo de criminoso que vagar por aí! – Concluiu o homem apertando a mão do celestial, firmando um acordo que aparentava levar pelo resto da sua vida.

A conversação continuou de maneira tranquila, o anjo expôs o que lhe foi informado pelo capitão – Entendo, quem falou comigo com o Sargento Willson, acredito que estaremos juntos nessa missão, ele citou que mais alguns membros estavam sendo recrutados para isso, sinceramente, acredito que todos que vieram nesse barco estão destinados a cumprir esta missão. – Bradou o rapaz em um tom confiante – Podemos permanecer juntos sem problema algum, para mim é uma honra ter alguém que compartilha dos mesmos desejos que o meu como companhia! – Concluiu animado com aquela nova amizade que surgiu após uma simples conversa. Por fim, Zogan – após se despedir devidamente – partiu em direção a figura franzina que portava uma espada.

Obrigado... – Respondeu a figura um tanto quanto sem jeito, suas bochechas ganharam um tom vermelho rapidamente – Eu sei apenas o básico, mas sempre acreditei que o básico é o que funciona. – Disse coçando sua nuca – Isso? Isso é muito fácil! – Falou em um tom animado – Claro que ajudo, um companheiro de farda não precisa ser tão formal assim, ainda mais sendo da mesma patente. Vejamos, você sabe como usar uma espada? – Questionou o homem com uma expressão pensativa em sua face – Na verdade, não precisa de uma arma para treinar, podemos usar nosso próprio corpo para isso. – Concluiu o rapaz.

Obs: Pode usar o NPC Espadachim/Artista Marcial para te ensinar sobre Ambidestria, pode narrar as ações e falas dele. Porém, se atenha a informações relacionadas ao uso da mão não dominante, não podendo ter nenhum outro tipo de conversa sobre qualquer outro assunto.


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MensagemAssunto: Re: Sinfonia No. 1: Abertura   Sinfonia No. 1: Abertura EmptySex Jan 14, 2022 12:09 pm

Treino


E não é que aquela viagem curta me renderia um comanheiro de batalha? Fiquei muito satisfeito por conhecer alguém assim, tão determinado a eliminar o mal como eu e ao mesmo tempo forte. Minha busca por poder foi dando frutos e uma simples interação fez com que eu tivesse tais resultados. Iria me lembrar disso no futuro.

Até agora percebi que oficiais da mesma patente tendem a ser bastante amigáveis, principalmente nas mais baixas, e com aquele espadachim também não foi diferente. Ele foi bastante amigável e inclusive aceitou me mostrar como poderia melhorar o uso da minha mão não dominante em combate. - Eu sou bem ruim com a espada, prefiro usar foicas na verdade! responderia a sua primeira perguta. - Ótimo! Eu luto o Kami no Tekken, então talvez possamos usar isso no treino. Vamos começar?

~ Treino de ambidestria ~

- Vamos começar! Mas quando eu disse sobre usar nosso próprio corpo, não estava me referindo necessariamente a lutar! Me dá um segundo que eu vou pegar uma coisa. Diria o NPC indo em direção a sua grande mochila. De lá ele tiraria uma pilha de papel e algumas canetas. - Vamos passar por dois exercícios, o primeiro é o seguinte: primeiro escreva aqui seu nome com sua mão dominante rapidamente, mas tente ser o mais caprichoso possível. Diria ele me entregando uma folha e uma caneta. Neste momento, eu, com todo meu perfeccionismo, escreveria meu nome de forma pomposa. "Azrael Zogan" ficou gravado naquele pedaço de papel. Ao ver meu resultado, o NPC diria - Muito bem! Vi que você sabe escrever, mas agora começa o desafio: você tem que reproduzir seu nome com a mesma qualidade usando a mão direita. Ao ouvir isso, ele percebeu pelo meu rosto que eu não havia entendido o porquê daquilo. - Eu achava que você era mais esperto... Mas vamos lá, você precisa treinar a destreza com a sua mão "inútil", a escrita exige vários movimentos e coordenações. Parece sem nexo, mas você vai entender quando começar.

Neste momento, confiando naquela figura e lembrando que ele era bastante habilidoso, daria de ombros e aceitaria o desafio. Primeira tentativa: eu mal saberia como pegar na caneta, era muito esquisito. O que sairia naquela folha seria um rabisco quase irreconheçível e eu pude até mesmo ouvir a risada que meu tutor segurou e um semblhante de  "Eu avisei...". Mas diferente de me abalar, embora tenha ficado um pouco irritado, partiria para a segunda tentativa. Sairia um pouco melhor, mas longe de parecer um nome. Com o tempo, lá pela trigésima, finalmente consegui fazer algo entendível, mas soava como "Asheel Sojen", então ainda não era suficiente, por isso continuei tentando. ~ Por que eu fui logo escrever o nome modelo com tanta pompa... pensaria nas dezenas de tentativas que viriam a seguir, já que se fosse devagar, seria bem fácil, mas escrever rapidamente era uma tarefa complicada. Na quinquagésma quinta tentativa eu finalmente conseguiria escrever meu nome: "Azrael Zogan", porém ainda não estava parecido com o modelo, faltava adicionar pompa na escrita. Neste processo, minha confiança ao usar aquela mão iria crescendo, parecia que eu sentia mais a força e capacidade daquele meu lado até então inútil. Na octagésima sétima tentativa, depois de várias folhas rabiscadas, eu finalmente teria conseguido reproduzir com a mão direita a escrita da mão esquerda. Para garantir que não teria sido sorte, escrevi mais uma vez e realmente, eu havia pegado o jeito da coisa. Então, depois disso, eu iria mostrar meu resultado ao meu professor.

- Parabéns, você conseguiu! Com a mão direita você consegue fazer o mesmo que uma criança. falaria dando uma risada em seguida. ~ Esse cara tem um senso de humor parecido com o meu... pensaria eu, com uma cara de "Tá me tirando?". - Mas agora vamos começar o passo 2, venha comigo até a cozinha. Seguiria aquela figura até lá e quando chegassemos, ele buscaria um grande balde de batatas e um descascador. Pediria para eu sentar num banco perto do balde e me entregaria o outro item. - Agora é hora de treinar sua precisão. Descasque rapidamente a batata com sua mão dominante, tente fazer a casca mais fina possível. Eu iria então fazê-lo. Como ja tinha alguma prática médica com bisturi, sabia fazer cortes delicados como ninguém, por isso o resultado seria: a casca era tão fina que era quase transparente, era possível ver através dela.
- Ótimo! Seu treinamento estará completo quando você chegar no mesmo resultado usando sua outra mão. Fora a ajuda que você teria dado para os cozinheiros aqui... boa sorte! e ele sairia com um sorriso no rosto.

A partir daí, pensaria ~ Por que eu fui burro de novo? ao lembrar da casca modelo e do meu perfeccionismo, e começaria pegando a primeira batata, que era bastante normal. A primeira tentativa foi terrível, tirei uma lasca de batata mais grossa que meu próprio dedo. Com clara decepção no rosto, continuei descascando aquela mesma batata, de modo a treinar para as próximas tentativas. Foi lá para a terceira batata quando consegui fazer uma casaca um pouco mais fina, porém ainda havia muito receio sendo retirado. Exaustivamente, fui avançando de batata em batata, e foi lá pela décima segunda que comecei a pegar o jeito. As cascas já seriam bem finas agora e eu pararia para descansar um pouco. ~ Você vai ser bastante útil a partir de agora, vai me ajudar a chegar no topo do mundo. pensaria olhando para a mão. Esse pensamento iria me dar um boost de moral e eu voltaria a descascar com todo o empenho. Cada vez chegaria mais perto do modelo, até que na vigésima batata a casca sairia quase transparente também: eu havia atingido meu objetivo. Para garantir, repetiria o que havia feito no ultimo exercício, descascaria uma a mais para ver que não era sorte, e neste caso tinha sido: a casca não tinha saído tão fina. Com decepção e irritado, mas muito motivado, voltaria a descascar, completando a tarefa depois de mais 4 batatas.

Naquele momento levantaria e bucaria sentir meu corpo. Num movimento rápido criaria chamas na mão direita e socaria o ar com determinação e controle. Satisfeito, diria - E não é que aquele cara sabia das coisas? O controle que sinto agora é extraordinário!

~ Fim do treino de ambidestria ~

Ao terminar o treino, buscaria o espadachim novamente e perguntaria - Você me ajudou bastante mas eu ainda não sei seu nome. Após ouvir a resposta, continuaria - Você já sabe o motivo da sua viagem a Kano? Meu amigo Tobb disse que parece que todos aqui vamos caçar juntos algum pirata, mas eu mesmo não recebi instrução alguma do Capitão... Buscaria ouvir com atenção sua resposta e depois, com um gesto amigável, diria que iria até o dormitório descansar um pouco para chegar renovado no nosso destino, e então o faria.
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MensagemAssunto: Re: Sinfonia No. 1: Abertura   Sinfonia No. 1: Abertura EmptySex Jan 14, 2022 1:41 pm



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O soldado estava prestes a fazer sua primeira missão, sua animação era algo palpável, assim como sua felicidade em encontrar membros valiosos daquela organização, que principalmente dividiam objetivos semelhantes ao dele. O treino aconteceu e mesmo que pouco, ele tinha o conhecimento necessário para desenvolver a dominância com sua mão não treinada, claro que levaria um certo tempo e empenho até ele dominar completamente o movimento da sua mão. De qualquer forma, após exercer todo o esforço colocado naquelas ações, notou que o tempo passou de maneira ligeiramente rápida, a manhãzinha já tinha dado lugar ao horário de almoço, alguns homens estavam espalhados pelo convés comendo pedaços de carne grandes e bem preparados, com acompanhamentos variados.

O celestial procurou o seu professor, que estava no canto do convés encostado no navio, relaxando seu corpo enquanto admirava a imensidão azul ao seu redor - Conseguiu fazer tudo? Ótimo! Agora basta manter a constância no treino e tentar sempre ir além no seu treinamento, com certeza você irá dominar seu lado ruim. - Falou o homem com um sorriso no rosto - Meu nome é Yamamoto, mas pode me chamar apenas de Yama. - Bradou mantendo sua expressão amigável - E o seu? - Indagou o rapaz - Já falou? Não me lembro bem... - Completou levando a mão até o queixo, tomando uma expressão pensativa em seu rosto.

Zogan rapidamente prosseguiu com seu falatório, perguntando sobre o motivo da sua viagem e incluindo Tobb na conversa - Me falaram que iria fazer parte de uma equipe de busca e captura, um pirata que está em Kano, acredito que seu amigo esteja certo. - Falou o homem tomando uma postura mais séria - Estou um pouco preocupado também, pois não recebi muitas informações além desta, seria bom já ir preparando algumas coisas durante a viagem, mas realmente fica difícil sem saber de quem se trata. - Realmente, a viagem era um bom momento para esquematizar algumas estratégias.

Por fim, o celestial partiu até o dormitório e encontrou uma cama vaga, descansando até que a viagem terminasse. Demorou algumas horas, já era meados da tarde quando Zogan sentiu o navio atracando no porto e o movimento dos seus companheiros saindo da embarcação - Irmão! Vamos, acabamos de chegar! - Falou Tobb, acompanhado por Yama, parecia que eles tinham criado uma amizade no momento de descanso do celestial. Enfim, após sair do lugar veriam um lugar grande, com características únicas e uma arquitetura singular. As casas e estabelecimentos pareciam grandes templos e a movimentação de pessoas era alta até mesmo no porto, o grupo que viajou até Kano estava parado alguns metros à frente do barco, esperando provavelmente que todos chegassem até ali - Senhores meu nome é Janna, sou a capitã que irá comandar essa primeira missão. Por favor, todos se dirijam até o quartel general da marinha e alguns soldados irão levar vocês até a sala de reunião, quem não tiver com o armamento necessário, parem no arsenal e peguem os itens desejados, pois partiremos ainda hoje. - Falou a mulher em um tom imponente, seus cabelos dourados e sua pele branca chamava a atenção, mas não tanto quanto seus olhos azuis como o céu.

O quartel não ficava muito longe dali, algumas pessoas do próprio grupo pareciam já conhecer o lugar e guiavam o restante. O QG tinha arquitetura semelhante às demais construções da ilha, um grande Templo com alguns anexos, uma grande área de treinamento e mais algumas construções que pareciam armazéns, formavam o quartel de Kano. Logo que chegaram, parte do grupo foi levado até o arsenal, enquanto outros foram diretamente para sala de reunião, bastava apenas Zogan dizer do que precisava e receberia da organização.


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MensagemAssunto: Re: Sinfonia No. 1: Abertura   Sinfonia No. 1: Abertura EmptySáb Jan 15, 2022 1:28 am

Novos ares


Após um treinamento incrível e ter uma conversa com meu mais novo companheiro, Yama, me senti muito bem por 2 motivos: 1. Estava aprendendo a usar meu lado não dominante; 2. Ficava cada vez mais claro que eu participaria de uma missão bastante interessante. E agora, meu amigo musculoso ainda parecia ter criado um laço com meu tutor. ~ Um belo time estamos nos formando não é mesmo? pensaria com satisfação por me relacionar com duas pessoas fortes. E nesse sentimento perceberia que o barco que estávamos à bordo atracara em seu destino: finalmente havíamos chegado no grande país de Kano. Mal podia esperar para iniciar este novo capítulo de minha vida!

Fazia um bom tempo que eu não via tal quantidade de pessoas, uma confusão para todo lado e muita movimentação que tinha como plano de fundo estruturas com arquitetura bastante oriental. Buscaria ficar próximo de meus dois amigos, já que me perder ali poderia ser uma grande dor de cabeça. Mas antes mesmo de poder me preocupar com isso, já no nosso desembarque, uma figura bela e imponente já se tornava o centro das atenções: a Capitã Janna. Fiquei encantado com usa beleza, fora sua disciplina, já que ela não havia nem nos dado tempo para descansar após a viagem. Fiquei feliz por ter aproveitado o dormitório enquanto havia tempo livre, já que tive a impressão que não teria uma oportunidade assim tão cedo. Já recebemos instruções claras logo de cara: ir diretamente para a sala de reunião para falarmos da missão, tendo somente a possibilidade de passar no arsenal para sermos equipados. Fazia bastante sentido se teríamos que enfrentar uma missão perigosa, tenho certeza que você não iria querer ninguém despreparado ao seu lado. Eu que não tinha posse de nenhum armamento e não havia trocado de uniforme desde a 80 filial, não pensei muito para seguir em direção do arsenal.

Seguiria para meu destino com o auxílio dos oficiais ali presentes para isto e chegando lá, esperaria cordialmente minha vez para fazer meu pedido. Assim que chegasse minha vez, diria - Olá, eu sou o Solado Zogan e estou por ordens da Capitã Janna. Vamos sair em missão e me foi permitido requisitar equipamentos aqui. Pois então, eu preciso de algo para combate de artes marciais e algum tipo de foice que você tiver. Não vou ser específico pois não conheço as armas típicas deste país. E ah... Se possível gostaria de trocar meu uniforme, pois já enfrentei uma viagem marítima com ele e não troco faz um tempo. Com isso, aguardaria a resposta e receberia o que quer que seja. - Muito obrigado! agradeceria pegando o equipamento a mim designado.

Como muita prestreza, em seguida, perguntaria aos oficiais ali como chegar na reunião com a Capitã Janna. Assim que tivesse as direções, eu iria diretamente para lá, buscando ficar perto de Tobb e Yama se fosse possível e não atrapalhasse o andamento da reunião. E chegando lá, ouviria com muita atenção as instruções dadas, sempre com uma atitude proativa e obedecendo as ordens dadas.
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MensagemAssunto: Re: Sinfonia No. 1: Abertura   Sinfonia No. 1: Abertura EmptyDom Jan 16, 2022 10:49 am



Uh Puliça



O celestial concluiu o treino com louvor, notando a boa interação entre o trio de novos amigos e parceiros de equipe. A chegada em Kano aconteceu sem mais delongas, afinal, a filial não ficava tão longe assim da ilha, ainda mais com a embarcação sendo guiada pelos homens que se mostraram habilidosos no que tange a condução do navio pela imensidão azul. Enfim, o protagonista dessa história e a dupla de companheiros rapidamente escutou as palavras da superior, que definiu alguns pontos que necessitavam ser seguidos, afinal, ao que parecia ela estava com certa pressa em partir rumo a missão sem muitas informações.

O caminho até o Arsenal não foi muito longo, tendo custado cerca de 10 minutos em ritmo relativamente acelerado. O lugar se tratava de um anexo ao quartel general, seguindo as mesmas características da maioria das construções de Kano: um grande templo que carregava as cores que simbolizava a marinha, o lugar era muito bem estruturado e principalmente, muito bem protegido. Não demorou para que ele – e outros membros daquele grupo – entrassem no lugar e tivessem uma visão que remetesse a uma biblioteca, no entanto, ao invés de livros, armas estavam dispostas em prateleiras e em algumas estantes que serviam de mostruário. Uma figura masculina com aparência jovial estava atrás do grande balcão – que ficava bem no centro do templo - Certo, um momento. - Bradou o rapaz enquanto terminava de ouvir as palavras de Zogan, caminhando logo em seguida pelos corredores do lugar, não demorando mais que três minutos para voltar com um par de botas, soqueiras/manoplas e uma foice - O uniforme ficarei devendo, no momento está em falta. Uma nova remessa chegará amanhã. - Disse o homem colocando todos os itens no balcão, enquanto abria um grande livro e entregava uma caneta ai soldado - Assine seu nome completo e sua matrícula aqui. - Concluiu apontando para o lugar indicado.

As armas eram de qualidade profissional, itens feitos com certo cuidado e maestria, nada mais justo para os marinheiros que arriscavam suas vidas pelo bem da sociedade. Por fim, após todo o trâmite ser realizado, Zogan partiu até a sala de reuniões, que ficava no extremo oposto ao arsenal, seguindo os mesmos padrões dos templos existentes em Kano - Podem sentar! - Falou a capitã firmemente. O lugar era amplo, contava com uma espécie de quadro relativamente grande, diversas cadeiras estavam dispostas no salão, a grande parte já preenchida pelos marinheiros – alguns do grupo que veio da filial e outros aparentemente já de Kano - Meu muito obrigado aos homens e mulheres que vieram da Filial, realmente estamos precisando de gente por aqui. - Falou a mulher caminhando em direção ao quadro.

Enquanto a mulher caminhava até lá, Zogan pode ver sua dupla de amigos acenando fervorosamente em sua direção, eles haviam guardado um lugar para ele - Alguns soldados estarão passando um cartaz para cada um de vocês, se trata do criminoso Taguion. Esse tritão é responsável por inúmeras mortes de civis por todo West Blue, mas só ficamos sabendo da sua existência a pouco tempo, já que acreditávamos que ele havia morrido pelas mãos de alguns caçadores de recompensa. - A mulher falou mantendo a firmeza em sua voz - Ele está atualmente em Kano e iremos dividir nossa força tarefa em duas funções: A primeira será responsável pelo contato direto com o criminoso e seus capanga, serão a linha de frente nessa batalha. A segunda equipe será responsável por delimitar o certo e impedir que civis e/ou outras pessoas entrem no campo de batalha para não serem pegos no fogo cruzado. - Ela falou pegando um outro papel e voltando sua atenção ao quadro.

Logo a mulher começou a escrever alguns nos, dividindo as equipes como E1 e E2 - Eu acompanharei vocês nessa missão, irei junto com a equipe de ação e iremos enfrentar o inimigo. - Falou tranquilamente enquanto continuava a escrever os nomes, colocando Tobb e Yama na Equipe 1,enquanto Zogan ficou na equipe 2 - A equipe um irá comigo atrás de Taguion, enquanto a equipe dois irá controlar o perímetro para que não aconteçam mortes desnecessárias - Disse voltando a atenção aos soldados presentes - Iremos partir 10 minutos! Recebemos informações agora que Taguion está em sua pequena base, no noroeste de Kano! O Cabo Smith irá comandar a segunda equipe, ele irá passar todas as ordens e estratégia que vocês da equipe dois irão usar. - Concluiu a mulher, chamando sua equipe para se reunir no canto do salão - Amigo! Nos vemos depois dessa missão então, desejo-lhe sorte. - Falou Tobb com um sorriso amargo em seu rosto, não pode deixar de esconder o descontentamento na separação do trio.

Por fim, o Cabo Smith chamou em alto tom toda a equipe 2, se reunindo no exterior do salão de reuniões - Nossa missão é simples, seremos os primeiros a ir beleza? - Falou de maneira preguiçosa - O lugar é bem vazio, então vamos só sinalizar as pessoas das redondezas para saírem e formar um perímetro de segurança, não deixem ninguém sair, prendam/matem aqueles que fugirem, é isso aí. - Concluiu no mesmo tom - Vamos lá! - Falou um pouco mais confiante enquanto começou a correr em alta velocidade na direção indicada. O lugar se tratava de uma área com baixo teor de moradores, tendo apenas algumas casas velhas espalhadas pelo lugar - Todo mundo vazando! Bora! Bora! Revistem todos ai, beleza? - Falou Smith em direção aos seus soldados, agindo com certa truculência com os moradores pobres do lugar, revistando-os sem deixar nenhum passar. Não demorou para que a equipe responsável pela batalha passasse pelo grupo, todos bem armados e focados unicamente na prisão/morte dos inimigos.


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