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Imagem : [Ficha] Askrad Novrdant Jc3pxFM
Créditos : 00
[Ficha] Askrad Novrdant Ter Nov 02, 2021 11:31 pm



Askrad Novrdant








Sobre o Personagem


Nome: Askrad Novrdant
Idade: 39
Género: Masculino
Mão Predominante: Direita
Risada: "GYAHAHAHA"
Altura: 1,77 m.
Peso: 80 kg
Raça: Humano
Origem: North Blue - Minion
Localização: North Blue - Flevance
Grupo: Revolucionário

Complementos



Aparência:

Askrad destaca-se pela aparência de mais idade, apesar dos 38 anos sua pele já mais desgastada pelo estresse de dois filhos e seu trabalho aparenta estar na casa dos 42, por isso hora ou outra é sempre chamado como “velho”, “tio”, ou outros apelidos pelos jovens.  Entretanto, engana-se quem pensa que o homem não tem um cuidado com seu corpo, pelo contrário, seu porte físico é de atleta, com músculos aparentes principalmente na região do tronco. Seu corpo, como um todo, é bem cuidado e bem tratado no sentido da atividade física, não é extremamente musculoso como um apto fisioculturista, porém dá para se notar o cuidado e o hábito de exercício físico.

No rosto, possui cabelo e barba loiro, geralmente usando com cortes curtos na parte de cima e cavanhaque na debaixo. Todavia nem sempre tem o zelo adequado com ele, hora deixando a barba maior ou então o cabelo com certo embaraço. Sobre os olhos, destaca-se seus olhos de cor azul em tom mais claro, quase lembrando o mar em calmaria.

A respeito do vestuário, geralmente anda com roupas mais a vontade e práticas, no frio casacos e sobretudos são bem-vindos, enquanto no calor bermudas e calças de tecido mais fino são de bom grado. Sua única ressalva é quando veste seu dólmã para cozinhar, nesse sentido zela, enquanto vestuário, pelo mais alto grau de limpeza e respeito, ainda que só use essa roupa em poucas ocasiões e nem em toda refeição.

Personalidade:
Como um bien-vécu, Askrad coloca-se em primeiro lugar como um “pai” para muitos, tem zelo por aqueles que cria laços, principalmente os mais jovens, já que sempre outrora se pega memorando do filho falecido e acaba tomando esse papel e as dores deles. Ajudando-os seja na batalha ou então como cozinheiro, não foi estranho vê-lo tomando esse papel de tutor para com os novatos enquanto esteve trabalhando na corte de Minion, tal como o de cozinheiro e porto seguro para os recrutas mais novos de idade no exército revolucionário.

Ao mesmo tempo, é alguém obstinado com os seus objetivos, sabe da hierarquia e da importância da causa, porém não consegue deixar seu senso de justiça de lado, lutando e defendendo sempre o que é mais justo, afinal foi isso que o uniu no exército e é sua ancora no mesmo. Ainda sobre esse lado moral, pode-se considerar ele alguém sincero, porém não tolo, acredita na verdade e ainda entende a hora e os momentos da mentira. Afinal, tendo dois filhos, há momentos inevitáveis em que é melhor esconder a verdade. Sarcástico e humorístico em certa medida, o homem não é comedido pelas “boas aparências”, afinal já viveu demais para refrear-se pelos medos dos jovens.

Enquanto cozinheiro, defende sua honra por considerar-se o melhor de Minion e sempre acabava cozinhando algo tradicional da ilha para seus camaradas quando pode, ou então para algum convidado ou pessoa a quem tenha esse afeto. Considera a comida acima de tudo uma forma de afeto.

Quanto a si próprio, é um homem fechado, prefere não contar tanto de seu período com sua família, evocando mais memórias do passado enquanto solteiro, pois tais feridas doem menos em seu coração. Em contraste, prefere esquivar das perguntas sobre sua família sempre que pode, mas sempre deixa claro quem a matou: A rainha de Minion e a injustiça do mundo.

Por fim, sobre seus inimigos, se considera aquele ato justo não tem piedade deles, porém tem compaixão por eles enquanto seres vivos, prefere sempre dar uma morte digna a eles, entretanto respeitando a máxima da justiça, pois acredita que todos devem pagar por seus pecados, seja pela lei celestial e pela dos homens.

História:

Capítulo 1: O velho dos fogos de artifício

Minion sempre fora uma ilha gelada, congelada, com a neve invadindo todos os locais e pintando de branco uma intensa e inane. Seus montes pareciam mais deliciosos cumes de sorvete ou algodão, enquanto havia poucas trilhas, preservadas pelo esforço da plebe, mantendo um caminho de terra lavada pela neve que ousava derreter na mistura de barro e cascalho que constituía aquelas trilhas pela ilha.

Esse esforço coletivo era feito pelos aldeões que ali moravam, em especial quando falava-se de longe da capital, que era o meu caso. Não lembro de todos os detalhes da minha infância, mas de alguns episódios eu lembro, em especial esse, o qual desencadearia muitos eventos futuros. Naquela ilha castigada pelo tempo, aos meus sete anos de idade, conheci um senhor, um idoso, com seus cabelos grisalhos e postura corcunda, já caminhava com uma bengala e era dono de uma longa barba branca, enquanto no topo da cabeça já não tinha pelo algum. O apelidava como “velhinho dos fogos”. Velho pela sua idade. Dos fogos, bem, isso se dava pela sua profissão.

Não sabia direito sobre a história dele, apenas que fora casado com uma moça, conhecida em uma de suas aventuras, teve uma filha com ele, e o abandonou. Com uma filha, morando em Minion e sem opções, estabilizou-se aqui e continuou com sua profissão de vida. Bom, ele era especialista em uma coisa: fogos de artifício, e de fato ele era mestre nisso. Suas obras faziam o céu de Minion lindo, enquanto a neve parecia tentar abafar as maravilhosas figuras, seus desenhos iluminavam a noite e traziam um pouco de novidade para a ilha morta.

O velhinho pouco me contava sobre sua história, apenas que morava em uma ilha distante chamada Wano, uma terra milenar e mística, que continha os melhore espadachins, ferreiros e que ele se gabava ao dizer que eles tinham os melhores fabricantes de fogos de artifícios, até ele se mudar de lá. Só fui conhecer mais sobre essa terra tempos depois quando me casei, porém sempre que o via falar sobre os costumes e as histórias de Wano, via seu rosto preencher-se de felicidade, saudade e orgulho. Ao mesmo tempo que eu e sua filha, Namie, parecíamos cada vez mais curiosos. Ah sim, lembre-se bem desse nome, Namie.

Capítulo 2: O futuro da cozinha e a arte da espada

Bem, essa parte eu nunca sei como explicar direito, mas sempre tive um fascínio pela cozinha, assim como uma facilidade, veja bem, sempre gostei de comer, porém quando eu pegava nas panelas..a sensação era outra, sentia-me domando o fogo, um alquimista dos ingredientes, o mestre dos sabores, guiava os pratos e as pessoas que comiam minha comida para onde queria, aonde desejava. Minha família sempre teve essa tradição, sempre fomos cozinheiros, trabalhei no restaurante do meu pai por muito tempo, enquanto minha mãe, enquanto viva, serviu como cozinheiro para a família real de Minion até seu falecimento por uma doença aguda.

Por isso, desde cedo aprendi a cozinhar profissionalmente, a entender sobre os gostos, sobre os ingredientes e suas qualidades. E essa habilidade abriu portas para mim durante a infância. Ainda sobre o “velhinho”, que agora o nomearei como Satou, sempre treinava algo de manhã que era estranho para mim, “A arte da espada é o caminho para os guerreiros, mantém sua alma viva e seu corpo polido” ele dizia sempre que eu passava por sua residência e o via treinando. Até que um dia tentei a sorte, ofertei um acordo, um prato de comida todo o dia para ele e Namie, enquanto isso ele me ensinaria sobre essa tal arte da espada. Com uma boa risada ele aceitou o pedido e então virei seu discípulo, no passado pensava que ele estava feliz apenas pela comida, hoje entendo que sua felicidade foi em ter um discípulo e poder passar seu conhecimento e de Wano adiante, e talvez pela ótima qualidade da minha comida também.

Treinava todos os dias antes da cozinha, e com isso aprendi sobre disciplina, aprendi uma arte marcial, a lutar e proteger e ali também despertei meu primeiro amor, pela minha segunda professora na espada, a filha de Satou Asato, Namie Asato.

Capítulo 3: Futuro

Vivendo em uma vila pacata não havia mais muito para se contar, fui progredindo tanto como espadachim quanto cozinheiro, me destaquei em ambas as artes e fui notando uma melhora em meu dom, eu era bom no fogão e bom em sentir os cheiros, algo que deveria estar em minha família já há muito tempo, mas com alguns treinamentos envolvendo caixas e caixas de ingredientes fui melhorando, ao ponto que sentia mais que os cheiros, conseguia imaginar um caminho, um fio entre eu e os outros, seja uma pessoa ou um cheiro , eu conseguia me guiar.

Paralelo a isso, o amor aflorou entre mim e Namie, namoramos, casamos e tivemos dois filhos. Meu pai veio a falecer pela idade e o senhor Satou também, agora era eu, minha esposa e minhas crianças, vivendo a vida que podíamos. Meu talento na cozinha foi tanto que fui convidado a assumir o lugar de minha falecida mãe como cozinheiro da família real e assim o fiz para dar uma boa vida para a minha própria família. Todavia, isso também seria o começo da ruína.

Capítulo 4: Chamas e a sede por vingança

Até hoje não sei bem qual foi o gatilho para isso, por algum motivo, por alguém, a rainha ficou sabendo sobre o passado de Namie e de sua família, fugitivos de Wano, isso podia soar bem mal para uma governanta que hora ou outra deveria reportar-se para o Governo Mundial. Esse por sua vez tinha alguns olhos bem delicados quando se tratava de Wano, havia algo, algum segredo bem guardado por aquela nação e que justificava todo o isolacionismo adotado, o qual o velhinho dos fogos sempre contava.
Seja qual o motivo, a rainha ficou sabendo e enviou seus capangas, ou melhor, mando as cifras agirem, e quando fiquei sabendo, era tarde demais. Minha esposa e meus filhos já haviam sidos mortos, meu genro foi retirado de sua própria cova, sem as honrarias devidas, sua memória maculada e meus antecessores e sucessores jogados ao mar, para serem apagados da história.

Não sei como sobrevivi, mas sobrevivi, e fugi da corte real, escondendo-me em Minion, amargurado nas chamas que fiz para simbolizar a morte de meus queridos e alimentando o desejo ardente de vingança.

Capítulo 5: O exército revolucionário

Muitos podem questionar seus meios, porém o exército revolucionário é uma instituição que busca dar voz aos oprimidos e a justiça aos sofridos, isso sem dúvida. E de começo eu só desejava essa justiça, em determinado dia parti de minha casa rumo a taverna onde procurava saber sobre os rumores: o exército revolucionário havia chegado na ilha. Isso explicava o aumento dos guardas nos últimos dias. Mas, pelo que eu sabia, essa também era a chance que eu esperava, poderia enfim ter minha vingança, mesmo que eu morresse no processo.

Conheci lá dois homens: Larri e Terry, ambos pareciam atender a esse tal exército revolucionário. Lá, eles me falaram sobre a causa e ouviram minha história, tocados por ela eles decidiram dar a chance de falar com seu comandante, um homem chamado Ivar. Apesar de não o ter conhecido, por ter essa familiaridade com a família real e ter sido traído por ela, ele aceitou minha dor e então fui enviado para Flevance para começar com meu treinamento.

Lá, fui ensinado sobre a arte da guerra, sobre táticas e sobre a história, sobre o Governo Mundial e os podres do mundo. Aprendi também sobre as injustiças do mundo e os podres, e mais, que havia outras pessoas também sofrendo, e agora conseguia entender um pouco além da causa. Ainda que aguardava pela minha volta a Minion.

De todo modo, após meu recrutamento e treinamento básico havia chegado a hora, e aqui termina o relato de minha história, no começo de minha primeira missão.

Características



Qualidades:

Adaptável (Racial) Você pode pegar 2 pontos de qualidades de graça, limitando-se ainda no máximo de 7 pontos de qualidades.


Olfato aguçado (-2) Você tem capacidades olfativas que são capazes de rivalizar com um cão farejador, sendo capaz de distinguir aromas e cheiros com clareza e precisão mesmo em médias distâncias. (Metade do custo para Minks e cegos)


Prodígio (-2) Você é mais inteligente do que a média e tem facilidade em adquirir novos conhecimentos, em termos mecânicos, é capaz de aprender uma proficiência extra a cada nível ímpar, além de ter termos menos rígidos para tal aprendizado.


Afinidade com Haki: (-3) Por algum razão, você tem uma facilidade natural para compreender a manipulação e o conceito de Haki, por conta disso, você pode escolher aprender o Haki do Armamento ou Haki da Observação no nível oito, aprendendo o Haki seguinte normalmente no nível dez.


Defeitos:


Perfecionista (+1) Você não pode ver nada fora de seu devido lugar, qualquer coisa que pareça afetar a harmonia ou a ordem lhe causam um profundo incômodo.[/color]


Ambição: (+2) Você tem uma meta ou objetivo de vida claro e não mede esforços para alcançá-lo. Pode-se tratar de alcançar um posto, adquirir um objeto ou realizar uma mudança no mundo, você aproveitará toda oportunidade que tiver para se aproximar de seu objetivo. Trata-se do objetivo de chegar a Wano e enterrar simbólicamente seus familiares.



Heroico: (+2) Você tem o hábito de ajudar os indefesos, corrigir injustiças e sempre cumprir com as suas promessas.





Atributos


Nível: 1
Experiência: 400

PdV: 3400
STA: 100

Atributos provenientes da raça devem ser colocados em verde [#99cc00], os provenientes de estilos de combate devem ser colocados em laranja [#ff6600], os provenientes de armas devem ser colocados em amarelo [#ffcc00], as bonificações de outros atributos em azul [#34B1EB] e as bonificações de Akumas no Mi em roxo [#cc00cc]

Força: 149 (+90) (+60) = 299 (Regular)
Destreza: 1 = 1 (Regular)
Acerto: 100 (+60) (+60) = 220 (Regular)
Reflexo: 100 (+10) = 110 (Regular)
Constituição: 50 = 50 (Regular)

Agilidade: 165
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano:

Conhecimentos



Proficiências:

• Culinária
• Preparo
• Degustação
• Pesca
• Caça

Profissão:
Cozinheiro - Os cozinheiros são os responsáveis por deixar o resto da tripulação bem alimentada, preparando refeições e banquetes, além disso, são os responsáveis por armazenar e adquirir alimentos.

Mascote


Nome do Mascote
Animal: Raça e especificações de seu mascote.
Altura: Altura de seu mascote.
Peso: Peso de seu mascote.
Porte: Porte do seu mascote.
Raridade: Raridade do seu mascote.
Aparência: Aparência do seu mascote.
Personalidade: Personalidade do seu mascote.
Atributos: Foco de atributo de seus personagens.

Comandos:
Lista de Comando complexos que foram ensinados ao seu mascote

Estilos de Combate



Espachim:
Espadachins são especialistas em combates de curta distância, as formas de se manejar uma espada variam muito de acordo com quem a empunha, utilizam katanas, montantes, rapieiras, sabres e similares.

Técnicas


Nenhuma por enquanto.

Projetos


Nenhuma por enquanto.


Haki da Observação


Não despertado.

Haki do Armamento


Não despertado.

Haki do Rei


Não despertado.

Berries: 250.000 ฿S


Itens


Tratam-se dos itens equipados em seu personagem

Cabeça:
- X -

Pescoço:
- X -

Tronco:
- X -

Braços:
- X -

Mãos:
- X -

Pernas:
- X -

Pés:
- X -


Inventário


Trata-se dos itens carregados pelo que não estão equipados em seu corpo.

10 U

Nome do Item:
Espaço:
Descrição:

Embarcações


Nenhuma por enquanto.

Menções no Jornal


Nenhuma por enquanto.

Photoplayer



Photoplayer:
[Ficha] Askrad Novrdant VINLAND-SAGA-Askeladd-Cosply-Traje-Adulto-Colete-De-Couro-Dos-Homens-Terno-Uniforme-Roupa-Viking-Traje.jpg_Q90.jpg_

Universo Envolvente



Aventuras:

[url=link da aventura]nome da aventura[/url]
Extras:
[url=coloque o link aqui]Tipo (Conto/Inimigo/Evento/etc) - Nome do Tópico[/url]

Relações



Players:
[url=Link da Ficha do Player]Nome do Personagem[/url] - Relação com o Player

NPCs:
[url=Link com a Aparencia se existir]Nome do NPC[/url] - Relação com o NPC

NPCs Importantes:
[url=Link com a Aparencia se existir]Nome do NPC[/url] - Relação com o NPC



Link da sua Instrução ou última ficha: N/A
Ryoma
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Créditos : 33
Localização : Sirarossa
RyomaAvaliador
https://www.allbluerpg.com/t308-hany-g-drezat https://www.allbluerpg.com/t654-art-2-i-truly-hate-it
Re: [Ficha] Askrad Novrdant Qua Nov 03, 2021 7:33 pm
Aprovada: here