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Milabbh
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Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo II – Em Busca do Equilíbrio

Aqui ocorrerá a aventura do Civil Takeshi Isamune. A qual não possui narrador definido.

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Capítulo II

Em Busca do Equilíbrio




As coisas na Hydra eram rápidas como sempre, a facilidade de ter um suporte como aquele, estava provando mais uma vez o seu valor – “Talvez eu esteja errado?” – Indaguei mentalmente, minha aversão a ordens talvez fosse uma visão totalmente errada – “Não, minhas experiências provam o meu ponto.” – A batalha mental ocorria de maneira calma, sem externar nenhum tipo de gesticulação ou mudança facial que indicasse o debate interno – Obrigado meu camarada! – Disse pegando a quantia com um sorriso extenso no rosto, o cheiro do dinheiro era algo que me fazia feliz.

Por um momento fiquei pensativo sobre o rumo que tomaria até Toroa, viajar não era difícil, mas não era saudável ir em qualquer navio. Principalmente com a centelha espalhada por aí, teria que tomar o cuidado necessário antes de embarcar – Maravilha! – Externei com fervor – Vocês realmente são fodas, é só chegar e mostrar esse papel? Caralho! – Sim, eu estava animado. Como citado anteriormente, em minhas viagens o cuidado era minha linha de ação principal, não conseguia relaxar até chegar em terra firme. Agora em uma embarcação da própria corporação, aquilo parecia ser possível. Procuraria ao redor um relógio, para identificar quanto tempo tinha sobrando para realizar outros afazeres pertinentes – Você sabe que horas são? – Optaria por perguntar se não encontrasse nada nos arredores.

De qualquer modo, se tivesse tempo hábil para passar em um lugar, tomaria rumo à saída do prédio – Valeu querida, até um dia. – Me despediria da atendente. Qual seria minha direção? Aquela loja de armas de antes, onde comprei o chicote e as algemas – Caralho, esqueci de tirar elas do Chuchu. – Diria em alto e bom-tom. Por sorte ainda me encontrava nas escadas em frente a Hydra, retornaria para o seu interior em passos rápidos – Querida, o dia veio mais cedo do que esperava. – Falei assim que abri a porta – Esqueci de pegar as algemas que usei, sabe como é, essas coisas são caras. Onde posso encontrar o segurança que levou o meliante? – Questionaria. Toda essa leva de ações seriam realizadas se houvesse necessidade, já que eu poderia estar enganado. Enfim, após pegar tudo o necessário, partiria rumo à loja.

No caminho observaria os estabelecimentos, buscando por uma loja de conveniências ou algo que vendesse mochilas. Minha ideia era buscar esse item na loja de armas, afinal, onde tem arma, tem mochila para guardá-las, não é? Se por acaso encontrasse uma antes da loja de arma, entraria sem pensar duas vezes, principalmente se não tivesse muito tempo a disposição para efetuar a compra, não poderia perder o barco garibaldo – Preciso de uma mochila Grande o bastante para caber esses itens. – Mostrava o escudo e o machado presos em meu corpo – De preferência com alguns bolsos sobressalentes e de preferência que a venda seja rápida, preciso pegar um navio! – Diria com um sorriso no rosto. Faria isso independente se fosse à loja de armas ou a outro local. No fim, pagaria o necessário e levaria a mochila em mãos, colocando apenas o estudo em seu interior.

Entretanto, se não encontrasse ou não tivesse o item à disposição. Apenas segura em direção ao porto, mesmo que chegasse um pouco mais cedo, era necessário fazer uma pequena vistoria na região. Não, eu não sou um cara medroso, mas vocês não conhecem a Centelha como eu conheço, eles podem ser sujos o bastante para prejudicar outras pessoas em busca do seu objetivo principal. Ao chegar no lugar, daria uma boa olhada nas embarcações que estavam por ali, procurando identificar a presença do navio que me levaria até Toroa. Não apenas isso, daria uma atenção maior para pessoas suspeitas no local, por incrível que parece aquele maldito grupo escancara seus movimentos, principalmente levando com orgulho o nome Centelha ou a letra C em suas vestes e veículos.

Não tendo horário sobrando para observar muito tempo, após uma breve passada de olhos, ia em direção ao Garibaldo – Chefe, para quem devo mostrar isso aqui. Preciso de uma carona. – Diria pro primeiro tripulante da embarcação, mostrando o documento de identificação. Contudo, se fosse cedo demais, buscaria por uma barraquinha de bebidas ou comida – Me vê um desse aí meu tio. – Diria entregando o valor necessário pela bebida ou comida.

OBS ao Avaliador: Falei com o Kira sobre os itens pegos no Post anterior, ele acabou esquecendo de confirmar, por conta da correria que está tendo hoje.

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Capítulo II – Em Busca do Equilíbrio

O rapaz finalmente tinha seu caminho livre para seguir, se não fosse por ter esquecido suas algemas presas no gladiador, por sorte, o tempo que ele levou para sair e voltar, havia sido o suficiente para que um dos seguranças tivesse voltado com o item e deixado com a recepcionista, para caso o dono retornasse.

Quando entrou e falou com a mulher novamente, a mesma o respondia de imediato.-Seriam essas aqui? Diria sorrindo e estendendo a mão para Takeshi, entregando as algemas ao rapaz, que agora finalmente poderia seguir seu caminho mais uma vez.

Ao sair do prédio da Hydra, o mesmo procurava alguma loja que pudesse vender uma mochila, fosse a loja de armas anterior ou uma loja qualquer, porém, no caminho não tinha nada, além da própria loja de armas anterior. O rapaz seguia até a mesma, adentrando o estabelecimento, e era direto em sua pergunta, já que parecia ter pressa.

O homem o olhava e dava um leve sorriso de canto.-Sabia que voltaria! Geralmente esquecem de comprar algo para guardar suas armas e voltam depois para comprar… Por sorte, eu tenho uma mochila aqui que vai ser bastante útil, ela é reforçada para que armas pontiagudas ou lâminas não a rasguem. Diria o homem de forma rápida, enquanto pegava a mochila na parte de cima de uma prateleira, usando um bastão para retirá-la de seu cabide.

Ele a colocava sobre o balcão.-Aqui está! Essa é a mochila que eu comentei… O valor é de duzentos e cinquenta mil berries! Diria o homem esperando o pagamento vindo por parte de Takeshi e assim que recebeu, o entregou a mochila de imediato, deixando o rapaz seguir seu novo destino, o navio garibaldo.

Isamune após pagar pela mochila, saia pela porta e seguiu até o porto de onde sairia o navio, não demorava muito até chegar, cerca de quinze a vinte minutos de caminhada, ainda eram por volta dos meio dia e quarenta e cinco, mas os homens já estavam se preparando para zarpar no navio, quando Takeshi finalmente chegou até o mesmo.

O rapaz entregava o documento nas mãos de um dos homens que estavam no local, e ao entregar o homem analisava o documento e então o respondia.-Ah, sim… Vejo que é da Hydra, e essa carimbo o deixa entrar… Já vou logo avisando que não é nenhum navio de luxo, mas se está precisando da carona, pode subir. Diria o homem de forma tranquila, quase relaxada deixando que o garoto subisse no mesmo.-Vamos partir daqui a mais ou menos uma hora… Se quiser ir fazer algo nas proximidades, pode ir, sairemos exatamente às duas horas. Concluía o homem, deixando o rapaz livre para fazer o que quisesse.

Ao ouvir isso, Takeshi saía do navio e dizia que iria comer algo por ali, o homem assentiu com a cabeça e deixava o rapaz seguir. Takeshi por sua vez, ia até uma das barraquinhas próximas, e pedia uma bebida e comida, o homem que o atendia o respondia.-Aqui senhor! Fica cinquenta mil berries. Diria o senhor esperando o valor se pago pelo rapaz, que assim o fazia, dando o valor nas mãos do vendedor enquanto esperava o tempo passar para viajar, degustando sua comida.

Algum tempo depois, Isamune finalmente voltava ao navio, o mesmo homem de antes o deixava subir novamente e ele agora finalmente poderia seguir, e nisso o homem gritava.-Preparar para zarpar! Já está na hora… São duas horas! Destino final, Toroa! Concluía o homem iniciando a viagem que levaria Takeshi a novos lugares e novas aventuras.




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Capítulo II

Em Busca do Equilíbrio




A situação desenrolava de maneira tranquila, as compras eram realizadas com sucesso e agora eu tinha um conforto maior – “Ok, não é das mais bonitas.” – Pensei colocando a mochila em minhas costas, a qualidade era boa e o pano resistente, contudo, aquela cor amarronzada não era das melhores – “Agora posso guardar alguns itens aqui dentro, esses bolsos me serão úteis também.” – Concluí minha tese sobre o novo item à disposição.

Não foi difícil encontrar a embarcação de nome engraçado e pelo jeito a situação estava tranquila no porto, tive até tempo para encher a barriga enquanto esperava o navio zarpar – “Será que Toroa é uma ilha interessante? Ou um tempo perdido?” – Indaguei mentalmente, imaginando como seria a ilha destino. Sim, eu sempre fui um aventureiro, viajei por diversas Ilhas e Mares, mas, não conhecia tudo no mundo – “Espero pelo menos conseguir aquela planta, já terá valido a pena." – Era isso, meu primeiro objetivo naquele lugar. Ao retornar para o navio, busquei ficar no próprio convés, em um canto confortável o bastante para aguentar aquela viagem – “Certo, supondo que obtenha o Malvelo, precisarei de mais alguns itens para manipular a substância. Preciso definir bem a concentração, para isso preciso testar em alguém...” – Pensamentos sobre o futuro surgiam em minha mente, era certo a necessidade da testagem – “Provavelmente devem ter alguns procurados em Toroa, acredito que seja a melhor opção usá-los.” – Não era um homem cruel, ok, talvez um pouco – “Aproveito para conseguir uma grana também.” – Era isso, a linha de ação estava começando a ser traçada.

A sensação nostálgica de está em um navio acometida meu ser, por muito tempo vivi no meio do mar, principalmente enquanto percorriam os mares a serviço de centelha – “Tsc, pelo menos agora sou um associado, não um empregado.” – Resmunguei mentalmente, de fato, a situação atual era melhor. Permaneci observando o lugar atentamente, vendo os homens trabalharem e também a paisagem, a imensidão azul do mar tinha sua beleza. Aproveitaria alguém que passasse ou estivesse por perto, para indagar – Amigo, quanto tempo até Toroa? – Era claro que uma ou mais paradas seriam feitas até a ilha, sabendo disso conseguiria ter uma base do tédio que iria sofrer naquela viagem. Por fim, permaneço observando seus trabalhadores e como tudo funcionava.


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Capítulo II – Em Busca do Equilíbrio

A viagem finalmente iniciava, o navio deixava o porto e começava a ter seu caminho traçado pelos mares até seu destino final. Takeshi se mantinha por ali, e ao achar um canto mais confortável no navio se sentava no mesmo e permanecia ali, os homens que cuidavam do navio andavam para lá e pra cá, e era possível para ele sentir o vento batendo em seus cabelos e face.

Algum tempo se passava e nosso protagonista continuava por ali, se mantendo naquele tédio que seria essa viagem. Porém, algum tempo depois, algo inesperado apareceu próximo a ele, na verdade o acertou em cheio com tanta força que o fez tombar para o lado e rolar alguns centímetros.

A primeira vista ele não via nada, era como se alguém invisível tivesse acertado ele com um soco, mas, logo ele ouvia um pequeno som, era algo que soava próximo dele. Takeshi olhava para todos os lados e não conseguia saber de onde vinha, e então a voz disse.-Aqui em baixo! Diria de forma a tentar exaltar um pouco a voz para chamar a atenção do rapaz.

Quando Isamune olhasse, ele perceberia uma pequena menina, ela aparentava ter mais ou menos vinte centímetros, e parecia ser uma espécie de humano, porém, pequeno, o que deixava o rapaz de fato incrédulo do que via. Ela se aproximava mais um pouquinho e então dizia.-Me desculpa, não o vi aí… Estava perseguindo aquele pequeno sapinho, ele é tão bonitinho! Diria ela de forma fofa enquanto apontava para o pequeno sapo que pulava no mar logo em seguida.-A propósito, me chamo Frogg! Qual o seu nome? Perguntava deixando clara a face inocente e um ar de dúvida.

Aquilo era algo novo para nosso protagonista, algo realmente diferente, afinal era alguém de uma raça que talvez ele nunca tivesse visto, como será que ele lidaria com aquilo? Veremos no próximo episódio!




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Em Busca do Equilíbrio




A viagem continuava de maneira tranquila e tediosa, a princípio não botei muita fé nas palavras do homem, já que uma embarcação da Hydra deveria ter o mesmo nível do prédio que conheci anteriormente – “Quando ele falou que era sem luxo, estava sendo sincero mesmo. Nem uma água ofereceram, que porra viu!” – Resmunguei mentalmente, botando uma feição enfezada em minha face. Aquilo ia demorar e pelo jeito seria mais tediosa que o normal, talvez fosse bom ter um tempo para mim, colocar os pensamentos em dia e trabalhar os passos que tomaria assim que pisasse em Toroa – “Não preciso apenas do Malvelo, mas também de itens para trabalhar sua concentração. Espero que encontre por lá, como eram mesmo os nomes desses trecos?” – A expressão emburrada deu lugar a uma pensativa.

Não tive tempo para pensar, fui acertado por uma espécie de golpe invisível, que me levou a observar os meus arredores atentamente – Ué! Um fantasma? – Olhei para um dos tripulantes daquela embarcação, já preparado para indagar sobre a existência de seres espirituais naquele navio, quando escutei aquela voz feminina – MEU CARALHO! UM FANTASMA! – Gritei pulando para trás, cai do já com a postura de batalha pronta. Sinceramente, naquele momento eu estava me cagando de medo, porém, ao olhar na direção indicada pela voz, pude notar a presença de uma pequena figura – Ah! HAHAHHAA! Foi você? Eu sabia. – Bradei com um sorriso amarelo estampado em minha face, a vergonha pelo “mico” percorria todo meu corpo – O apelido dela é fantasma, relaxem galera. – Diria tentando disfarçar, apontando na direção da minúscula figura.

Ao observar aquela pequena criatura, pude perceber rapidamente de qual era sua raça – “É a primeira vez que vejo um anão, pelo menos essa viagem não será tão monótona assim.” – Pensei enquanto sentava no convés, vendo o pequeno sapo que ela estava perseguindo pular no mar, será que ele ficaria vivo? De qualquer maneira, voltava minha atenção à pequena figura em minha frente – Oi! Tudo bem, sem problemas. – Falei em um tom tranquilo – Eu me chamo Takeshi Isamune, prazer em conhecer. – Estiquei minha mão para fazer o famoso aperto, mas dado seu tamanho, deixei apenas a ponto do dedo para que ela segurasse – O que faz por aqui? É uma tripulante ou também está indo para Toroa? – Indaguei com um sorriso no rosto.

Estreitei meus olhos, forçando minha vista para ter um entendimento maior sobre o desenho na roupa da garota – “Ah! Um sapo e seu nome é Frogg, uma amante de sapos?” – Algumas perguntas bestas surgiam em minha mente, afinal, a resposta era óbvia. Independente da resposta da pequena criatura, ouviria com atenção – Bom, se seu destino for Toroa Island, quer companhia? Pelo menos não ficamos no tédio! – Bradei observando a garota – Isso é, se tiver tudo bem para você. – Conclui. Enfim, continuaria ali com a pequena, não tirando totalmente minha atenção dos acontecimentos ao redor, afinal, o mar é perigoso e traiçoeiro – Tá afim de ouvir as histórias do lendário Takeshi Isamune? – Será que aquele era o surgimento da primeira fã? Ou será que a garota ia fugir?


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Capítulo II – Em Busca do Equilíbrio

Isamune parecia ter encontrado alguém com quem pudesse conversar em meio a viagem que fazia, a menina o olhava um tanto tímida, mas rapidamente começava a se soltar mais.-É! Eu gosto muito de sapos. Diria ela rapidamente voltando seu olhar para onde o pequeno sapo havia pulado do navio, o que fazia sua feição mudar para algo um tanto triste.

Porém, logo ela se voltava a olhar para Takeshi, estendendo suas duas mãozinhas para o cumprimento do rapaz, que esticava apenas seu dedo para finalmente selarem as apresentações. Logo o rapaz começava a buscar mais informações da menina, e a perguntava se estava indo para Toroa, e a mesma o respondia.-Sim, dizem que tem uma grande floresta por lá, talvez tenham mais sapos! Comentava de forma animada e feliz com aquilo.

O papo continuava, e Takeshi perguntava se ela queria companhia para a viagem e para sua estadia na nova ilha, a menina o olhava e seus olhos brilharam.-Você me ajudaria a caçar sapos? Sim! Eu aceito. Comentava ela subindo no braço de Isamune e ficando em seu ombro, como se fosse o próprio pikachu de ash.

O rapaz mais uma vez a questionava, e agora era sobre ouvir suas histórias, quem sabe ela não aceitava não é? E sim, ela aceitou! A menina se sentou em seu ombro enquanto dizia.-Gostaria muito de ouvir! Você é alguém famoso? Questionaria a menina. O navio balançava com as ondas e o vento batia como uma brisa leve sobre os rostos dos dois que agora pareciam ter se tornado amigos.

O destino estava selado, a viagem deles os levava para o mesmo lugar e nas mesmas circunstâncias, mas o que esse destino guardava para os dois? Vamos descobrir nos próximos episódios.




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Viagem: 2/4

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Capítulo II

Em Busca do Equilíbrio




“Uma companhia...” – Aquela frase vagava pela minha mente enquanto escutava as palavras da pequena, não sou um homem que anda em grupos, porém, algumas vezes era bom ter alguém para conversar – Sapos? Que gosto peculiar! – Bradei dando uma simplória gargalhada em seguida – Eu gosto de atenção, então, cada um com seus gostos diferentes, não é? – A alva arcada dentária ficava a mostra com clareza, era nítida a minha felicidade em está conversando de maneira tranquila com alguém fora daquele “mundo”, no qual nasci e cresci – “Uma garota de uma espécie tão rara andando sozinha? Isso me cheira a desgraça.” – Observei ao redor buscando perceber algum olhar suspeito, eu sei, estamos em um barco da Hydra, mas não é algo que me faça ficar completamente confortável – Claro, pode contar comigo. Sou um exímio caçador de sapos! – Gargalhei novamente observando a pequena figura – Brincadeira, nunca consegui pegar um. Mas ajudo sim, conte comigo Frogg! – A viagem realmente ficaria mais adorável a partir de agora.

Famoso? – Ponderei toda minha trajetória até aquele momento e de certa forma, sou alguém famoso – “Será que vou espantá-la se disser que sou caçado por uma organização criminosa e poderosa?” – Balancei minha cabeça levemente, como se jogasse aqueles pensamentos ao vento, levando-os para longe dali – De certa forma sim, na verdade, posso ser até mesmo considerado um herói sabia? – Bradei arqueando uma das sobrancelhas e estufando o peito, uma tentativa de trazer um ar heróico para mim – Tá ok, brincadeiras à parte, ainda não sou tão famoso como almejo. Um dia sim, todos nesses mares irão ouvir as histórias do lendário Takeshi Isamune. – Bradei com a convicção necessária para alcançar meus objetivos – Por hora, um punhado de pessoas em Sirarossa sabem quem eu sou, acredita que enfrentei um homem-rinoceronte? Um Mink na verdade, bem forte, mas não aguentou a pressão. – Minhas palavras carregavam o orgulho de um verdadeiro campeão – Para sorte da população, agora ele está m…Ele está muito preso e não irá cometer mais crimes. – Tentei contornar toda aquela situação.

Antes que pudesse contar alguma história do meu passado, uma interrogação surgia em minha mente: O que ela fazia no barco da Hydra? Será que era uma associada ou trabalhava naquela organização? Talvez fosse alguém importante? Não, não tinha cara de que era uma pessoa tão importante assim – Antes de tudo... Oque faz aqui? Faz parte da Hydra? – Enrolar não era meu ponto forte, apenas me esforçava em alguns momentos de real necessidade, ser direto me poupa saliva e tempo – Quantos anos você tem? Me parece jovem, sua espécie conta a idade de alguma maneira diferente? – Indaguei de maneira inocente, sem saber se minhas palavras haviam soado com grosseria – Não me entenda errado, não quero parecer grosseiro ou “entrão”. – Conclui.

Por último, permaneci observando o local. Procurando o lugar para encostar, antes disso, daria uma bisbilhotada nos arredores, buscando ver se já estávamos perto de alguma ilha ou a própria Toroa, já que não fazia ideia do quão longe ela era de Sirarossa.


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Capítulo II – Em Busca do Equilíbrio

O rapaz se mantinha por ali, e parecia gostar da companhia da pequena Frogg. Os dois trocavam algumas palavras, e Takeshi parecia cada vez mais buscar informações da menina, como de onde era e se ela fazia parte da Hydra.

A menina o olhava e então o respodia.-Ah, Hydra? Não, nem sei quem é… É algum tipo de sapo? Diria a menina fazendo um semblante de dúvida colocando seu dedo indicador no queixo enquanto indagava Isamune, e se mantinha a pensar, até que continuava.-Eu só subi nesse navio porque vi aquele sapinho, ai vim ver ele mais de perto… E aí eu esbarrei em você. Concluía de forma envergonhada por ter acertado o rapaz de surpresa anteriormente.

As perguntas de Takeshi não paravam, e então ele continuava a perguntar sobre a pequena.-Você tem razão… Mas eu não me preocupo tanto com isso, geralmente tomo cuidado… Você mesmo só me viu porque eu esbarrei em você, então não é se eu estivesse em perigo por andar sozinha. Comentava ela dando um leve sorriso, enquanto demonstrava estar de certa forma bem em estar conversando com Takeshi.

A menina então descia e tocava mais uma vez o solo do convés, se sentando no chão e olhando para Isamuna, o mesmo parecia com medo de dizer sobre a centelha, e talvez estivesse certo. Ele continuava então dizendo sobre ser alguém conhecido por alguns em sirarossa, afinal, ele havia capturado pessoas problemáticas para a cidade algumas vezes, e isso de fato o fazia ser conhecido.

Logo o rapaz perguntava sobre a idade da menina, que o respondia de forma tranquila.-Não se deve perguntar a idade de uma dama, sabia? Mas você foi gentil em dizer que pareço jovem, talvez te conte algum dia! Diria ela sorrindo e um tanto corada com a situação.

Os dois se mantinham juntos conversando, e aproveitando pro tempo passar, já que não havia nada mais para ser feito, além de jogar conversa fora enquanto a viagem passava.




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Viagem: 3/4

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Capítulo II

Em Busca do Equilíbrio




A conversa continuava de maneira tranquila, era realmente confortável conversar com a pequena Frogg – A Hydra não é um sapo, na verdade, ela é... – Eu travei, uma tela azul surgia em minha mente – “A Hydra é uma organização e ...? Não sei nada mais sobre.” – Questionei mentalmente – “Fiquei cego pelos benefícios com as informações dos criminosos? Sim, só tem essa opção.” – Droga Takeshi! – A Hydra é uma empresa de Caçadores. Na verdade, tá mais pra algo perto disso. – Falei com um sorriso amarelado em meu rosto – E ok, você tem um bom ponto. Sem idades então pequena dama! – Brinquei tentando disfarçar os problemas que surgiam em minha cabeça.

Ali não era hora e nem lugar de pensar naqueles problemas, mas a ansiedade começava a dar sinais da sua existência – Frogg, vou ao banheiro e já volto, beleza? – Falei já ficando de pé, caminhando pelo convés atrás da primeira pessoa que surgisse em minha visão – Amigo, onde fica o banheiro? – Perguntei com um olhar sério – Valeu camarada. – Respondi a provável resposta do tripulante, no caso de não ter, iria para algum canto ou lugar mais reservado possível naquela embarcação. Se fosse um cômodo com porta, fecharia ela e respiraria fundo – Que vacilo Isaume! – Bradei com um pouco de raiva – “Por mais que Nagashima tenha explicado, foi de forma parcial – Como eles trabalham? Qual a extensão da sua atuação? O quanto posso usufruir das regalias da organização? Quem é o líder? Ou será que são liderados por um grupo?” – Perguntas que necessitavam de respostas com a devida urgência – “Não posso ter um vínculo sem saber onde estou me metendo, eu sei que são pessoas com um uso interessante, já que me ajudaram bastante na caça pelos criminosos. O mundo é sujo, não posso entrar em outra encrenca como aquela...” – Minha respiração começava a ficar irregular, aquela era uma condição que deveria ter uma atenção maior, pelo jeito não era só a parte física com problemas.

Três coisas não podem ser escondidas por muito tempo: o sol, a lua e a verdade. – Recitei o mantra responsável por proporcionar o controle das minhas emoções antigamente – Três coisas não podem ser escondidas por muito tempo: o sol, a lua e a verdade. – Balbuciei pela segunda vez, sentindo minha respiração fluir com calma. Puxava o ar com cuidado, preenchendo meu pulmão com oxigênio até o seu limite e liberando de maneira devagar, pela boca. Se tivesse uma pia ou algum balde com água, jogaria em minha face como uma forma de limpar aqueles pensamentos – “Definitivamente irei procurar em Toroa, eles devem ter alguma filial por lá. Qualquer coisa volto até Sirarossa, não tem problema!” – Estava decidido os meus próximos passos, claro, o Malvelo ainda estava em minha mente e iria atrás dela.

Retornei ao convés em passos largos, tentando não pensar muito naquelas questões por enquanto – Hey! Frogg, não demorei não é? – Perguntei coçando a parte de trás da cabeça – Ouviu algo sobre nossa localização? – Procurei a menina e continuaria a conversa – Já que vamos para Toroa e vou te ajudar a encontrar sapos, pode me ajudar com algo também? – Pausei a chuva de perguntas por alguns segundos, dando tempo para ela digerir aquelas informações – Estou indo em busca de uma planta chamada Malvelo, li que é possível encontrar em uma espécie de floresta e também em uma fazenda, por me ajudar a encontrar? – Esperava que ela aceitasse, já que sua companhia vinha sendo algo bom. Talvez eu esteja ficando com o coração amolecido com a idade? É uma possibilidade, só não quero ficar igual ao Ivar, aquilo ali é uma mãe pra qualquer um que apareça em sua frente – Amigo, quanto tempo para Toroa? – Perguntaria ao primeiro tripulante que estivesse no convés.


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Capítulo II – Em Busca do Equilíbrio

A conversa continuava e  Takeshi parecia tão animado quanto qualquer um, era pergunta atrás de pergunta, o que fazia a menina responder na mesma quantidade. Logo, a conversa chegava em um ponto que fazia Isamune se questionar. O que era a Hydra? Era um sapo como Frogg havia perguntado? Bom, sua cabeça começava a ter diversas ideias, e ele chegava a conclusão de que não sabia tanto sobre a organização a qual tinha se unido.

O mesmo então pedia licença à pequena que confirmava com a cabeça de forma positiva, o deixando seguir até seu destino, no caminho, Takeshi perguntava onde era o banheiro, e um dos tripulantes o apontava a direção. Ele seguia rapidamente até o local e então o adentrava, trancando a porta assim que entrava, no local ele se questionava sobre tudo, ele tinha uma certa razão em fazer aquilo, porém, talvez apenas estivesse um tanto nervoso, e estava confundindo Hydra com Centelha.

Mas não podemos julgar, o rapaz dizia suas palavras de auto controle, e aquilo o fazia se acalmar por algum tempo, logo se virava para a pia, pegando água com as mãos e jogando no rosto, buscando voltar ao normal e acalmar seus pensamentos. Ele não estava errado, realmente sabia pouco sobre a Hydra, mas não é como se todas as organizações no mundo fossem como a Centelha.

Após ele finalmente ter recuperado sua postura, ele retornava ao convés, ao chegar no local de antes, nosso protagonista podia ver Frogg sentada no cantinho do convés, e parecia comer alguns pequenos biscoitinhos que tinha em sua bolsa, ao ver sua chegada, ela dava um pequeno sorriso e o respondia.-Oi! Não demorou não… Toma, quer um biscoito também? Ele podia ver que o biscoito era bem pequenino, mas que dava para comer e sentir o gosto de fato, caso ele quisesse pegar, essa seria a hora.

Takeshi se sentava ao lado da pequena e então a perguntava se Frogg podia o ajudar com algumas coisas pela nova ilha, já que para ele, a companhia da pequena parecia algo muito bom e que ele realmente apreciava. Não demorava muito e ela o respondia.-Ajudo sim! Talvez eu até encontre alguns sapos em meio a isso! Diria ela de forma amigável, olhando para Isamune que se mantinha ao lado da pequena.

Assim, o navio continuava seu avanço, e o rapaz resolvia perguntar sobre o quanto faltava para chegar, a um dos tripulantes, o mesmo o apontava e dizia.-Olha ali! Apontava o homem em direção ao horizonte.-Estamos a alguns minutos do nosso destino. Caso Takeshi observasse, ele poderia ver a ilha se aproximando do navio, e não demoraria muito para finalmente chegar até lá.

Alguns minutos depois, o navio estava de frente com o porto da ilha, o cais era como uma baía específica para o navio, tinha um símbolo da Hydra e tudo, dizendo que ali era o lugar onde os navios da Hydra pudessem parar. O navio finalmente ancorava e se prendia ao porto, deixando que todos os tripulantes descessem. Finalmente estava em outra ilha mas ainda não era seu ponto de parada final. Alguns tripulantes desciam para cuidas das provisões da próxima viagem, e logo retornavam para o navio.-Prontos para continuar? Tudo no lugar, as novas provisões estão preparadas? Diria um dos homens no navio, que aparentava ser quem comandava o mesmo.-Ajeitem tudo para que possamos seguir, sejam rápidos, não podemos demorar muito por aqui, ainda temos outra viagem até Toroa! Conclui o homem ordenando a todos no navio para fazerem suas partes, parecia que todos seguiam suas ordens e começavam a organizar tudo para a próxima viagem.




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Capítulo II

Em Busca do Equilíbrio




Após aquele breve embate mental, meu corpo e mente se encontravam calmos e sem rua devidos lugares. Bom, ainda sentia a sensação de descontentamento percorrendo meu corpo, entretanto, devo assumir a responsabilidade pelas minhas ações. De qualquer modo, ao retornar para o convés conseguia ver – com dificuldade – a pequena Frogg – “Talvez deva comprar um sino para ela.” – Pensei, já que pelo seu tamanho era difícil de vê-la com facilidade – Aye! Obrigado Frogguinha. – Apelidei a pequena, chamando de uma forma carinhosa. O tamanho reduzido do biscoito me chamou a atenção para um ponto – "Será que vende essas coisas em miniatura?” – De fato, as pequenas coisas tornavam o mundo interessante como é.

Aquela pergunta seria respondida em um outro momento, já que havíamos acabado de chegar em alguma outra Ilha, tendo como próxima parada Toroa Island – Combinado então, acredito que seja mais fácil quatro olhos acharem um sapo, do que dois, não é mesmo? – Bradei com um sorriso no rosto, mostrando-me animado na busca por aquelas pequenas criaturas. Não era apenas por bondade, eu realmente gosto da pequena Frogg, mas é interessante buscar por lugares assim, já que posso encontrar algumas espécies de plantas interessantes para criações futuras – “Algumas toxinas podem ser úteis, talvez, até mais que o Malvelo.” – A ideia foi se formando aos poucos em minha mente – “A característica calmante do Malvelo, unida com as propriedades anestésicas do Jambu... Possam criar algum composto paralisante? Talvez, é algo que requer estudo e teste.” – Os pensamentos continuavam a surgir, o herbalismo se provava mais uma vez um conhecimento importante, junto com a toxicologia.

Enquanto observava as silhuetas daquela nova ilha e escutava o homem ordenando aos tripulantes que agilizassem a reposição dos suprimentos, algo surgiu em minha mente como um meteoro – O Jornal! – Aquela era uma ferramenta importante usada por Ivar, para identificar possíveis alvos e ficar de olho nas potências que rodeavam o mundo – Frogg, preciso dar um pulo em terra firme, me acompanha ou prefere esperar por aqui? Não vou demorar. – Perguntaria a minha mais nova amiga, deixando que ela subisse em meu ombro ou ficasse em alguns dos bolsos. Descia em passos rápidos da embarcação, sabia que não tinha muito tempo a disposição para gastar naquela empreitada, não poderia me dar ao luxo de perder a carona oferecida pela Hydra.

Já em terra firme, observaria ao redor com atenção. Procurando alguma barraca ou um jornaleiro avulso, se necessário, perguntaria a algum transeunte que estivesse passando pelo local – Meu chapa, onde consigo um jornal por essas bandas? – Falaria com uma feição tranquila no rosto, sem sorrisos por enquanto – Valeu meu camarada! – Diria se fosse respondido ou não, repetindo o processo até que encontrasse alguém que me indicasse o lugar. Se por acaso Frogg estivesse comigo e por acaso se interessasse por alguns comida das redondezas, iria até o vendedor e pediria por duas porções do que ele vendesse, pagando o valor necessário e segurando um em cada mão, deixando que a pequena subisse e pudesse comer sentada sem maiores problemas.

Enfim, comeria com velocidade – se comprasse, é claro – e iria em direção ao jornaleiro/barraca de jornal – Amigo, preciso de um Seagull Newspapper, tem por aí? – Indagaria com um pouco de pressa, já tendo uma quantia em mãos que julgasse ser necessário, todavia, pegaria mais dependendo do valor do jornal – Salvou o dia guerreiro, bom trabalho aí! – Me despediria do atendente e rapidamente voltaria até a embarcação, mantendo meus olhos e sentidos atentos às redondezas, para prevenir qualquer eventualidade. Por fim, permaneceria na embarcação, observando o vai e vem dos tripulantes, dando uma olhada no jornal por último – Conhece alguém daqui? – Indagaria a garota mostrando as notícias do jornal.


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Capítulo II – Em Busca do Equilíbrio

Nosso protagonista retornava e se colocava ao lado da pequena, e juntos comiam alguns dos pequenos biscoitos que a menina oferecia, para Takeshi aquilo era algo bem diferente, para ele algo daquele tamanho talvez não fosse vendido por aí, e ele tinha razão, afinal, os biscoitos eram todos feitos a mão pela pequena.

Ele percebia a dificuldade de enxergá-la quando chegou, e logo imaginou que comprar um sino pudesse ser a jogada perfeita para sempre saber onde Frogg estaria, sua ideia não era ruim, mas será que a menina aceitaria? Talvez.

Algum tempinho depois, o navio atracava no porto da nova ilha, que até aquele momento era apenas umas parada de reabastecimento, todos os homens desciam e começavam a cumprir com suas tarefas, alguns iam a cidade pegar mais mantimentos e fazer com que a próxima viagem fosse o mais rápido possível. Isamune por outro lado, pensava em algo diferente, o rapaz percebeu que pegar algum jornal era algo que seria interessante, e assim tomou sua decisão.

O rapaz chamava Frogg, dizendo para onde iria e se a mesma queria acompanhá-lo, a menina rapidamente respondia.-Sim! Vamos. Colocando seu biscoito na boca e subindo no ombro de Takeshi, usando sua mão, braços até o ombro como escada. Com tudo resolvido, os dois iniciaram sua busca por informações.

Takeshi descia do navio, e ao descer ouvia o homem que comandava o navio gritar.-Se demorar muito, não vamos esperá-lo… Você tem cerca de uma hora até partirmos. Diria o homem em voz alta, olhando para Isamune que corria feito louco em direção a cidade.

Logo em que ele deixava a entrada do porto, ele poderia ver um pequeno rapaz, o mesmo tinha uma bolsa pendurada de lado em seu torso, a mesma estava para o lado direito de seu corpo, e tinha muitos jornais na mesma, e o garoto gritava.-Jornal! Jornais novinhos, acabaram de sair! Não percam a chance de ter notícias fresquinhas, vamos que já tá acabando. Parecia que aquilo era a sorte do rapaz agindo a seu favor.

Takeshi se aproximava e conseguia pegar o jornal, pagando o valor para o rapaz pelo mesmo, e assim, agora tinha outra missão, e essa era comprar comida. O rapaz corria um pouco mais, não muito distante dali, cerca de uns cinquenta metros a frente. Lá o rapaz encontrava uma parte mais movimentada da cidade, bastante pessoas caminhavam e claro, muitas lojas nos arredores, e assim não era difícil de encontrar o que queria.

Ele se aproximava de uma das barraquinhas de comida e logo pedia duas porções do que vendia ali, o pedido era de duas porções de bolinho de polvo, que pareciam bem apetitosos, o cheiro dominava boa parte daquele lugar, e deixava tanto ele quanto a pequena Frogg com água na boca.-Aqui está rapaz! Fica em vinte mil berries. Dizia a senhorinha entregando as duas porções da comida para ele, que agora estava livre para voltar ao navio.

Takeshi pegava o embrulho das mãos da mulher, lhe entregando o dinheiro e logo começava sua jornada de volta para o navio, no meio do caminho, ele abria o jornal e perguntava a menina se ela conhecia alguém, a mesma olhava e analisava as notícias e pessoas ali mostradas, e respondia.-Eu acho que sim… Não tenho tanta certeza assim. Diria de forma confusa, parecendo conhecer algum dos homens naquele papel, mas não se lembrando muito bem de quem poderia ser.

Algum tempo depois, caminhando e conversando, os dois finalmente estavam de volta ao navio, que agora estava preparado para partir, enquanto seu capitão falava.-Quase fica para trás, garoto! Comentaria de forma tranquila, e então dava sua ordem se partida, fazendo com que o navio começasse a se mover em direção a sua próxima parada, Toroa.

O navio deixava a costa de Las Camp e partia para a última parada, o destino final tanto do navio quanto de Takeshi e sua pequena amiga, mais uma jornada de tédio se iniciava, mas com uma amiga ao lado, nosso protagonista poderia fazer o tempo passar facilmente.




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Última edição por Kira em Qua Nov 03, 2021 9:52 pm, editado 1 vez(es)

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Capítulo II

Em Busca do Equilíbrio




Ao sair da embarcação senti como se uma pequena aventura estivesse acontecendo, já que precisava ser veloz para que não perdesse a carona. O primeiro item encontrado foi o jornal, que por sorte não foi difícil de encontrar, só foi um pouco caro né? Que porra tá acontecendo com esse mundo? A inflação está tão alta assim? De qualquer modo, uma refeição foi feita nas proximidades, o cheiro do alimentado exalava por toda região – Que delícia! – Bradei após devorar com velocidade o alimento digno dos deuses. Após todos os itens encontrados só restava retornar ao navio, o que necessitava de uma velocidade ainda maior – Ufa! – Balbuciei esbaforido ao chegar na embarcação e escutar as palavras tranquilas do homem, pelo jeito só restava agora aguardar o caminho em direção a Toroa Island.

Vamos ver com calma agora esse Jornal. – Falei sentando em um canto tranquilo do convés – Hmm... caçadores em ascensão, irmãos ainda por cima? Que maneiro. – Pontuei a primeira matéria lida, continuando a leitura de maneira tranquila – O QUE É ISSO? HAHAHAHAHAHA! – Não pude conter a gargalhada, que trupe estranha era aquela – Isso é um baiacu? Um lobo e uma cabra? HAHAHAHAHAHA! – Já tinha visto grupos estranhos, mas aquele ali era realmente um circo dos horrores – Pelo jeito o mar do sul está movimentado. – Pontuei continuando minha leitura de maneira lenta, colocando o jornal de forma que Frogg também pudesse acompanhar, se isso fosse do interesse dela.

Enfim, a viagem continuava de maneira tranquila – “Ok, agora do falta essa viagem.” – Pensei fechando o jornal e guardando na mochila. Mantive em mente as faces daqueles criminosos, já que não sabia onde eles estavam, talvez pudesse encontrá-los e capturá-los? Bom, seria uma grana bem vinda. Por fim, mantive meu corpo por ali mesmo, de maneira relaxada curtia a paisagem que a viagem me proporcionava – Frogg é seu nome mesmo? Esqueci de perguntar antes. – Indaguei à garota.


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Takeshi parecia sentir o peso em seu bolso após pagar pela comida, e de fato estava caro, mas o sabor parecia fazer com que aquilo valesse a pena, o rapaz então comia a sua parte de forma veloz, sentido o sabor maravilhoso se espalhando por sua boca, o deixando de fato alegre.

Com isso, seguia em velocidade agora para o navio, ele avançava pelas ruas como um furacão, logo eles chegavam ao navio, Isamune ouvia o que o capitão dizia e logo se colocava sentado a um dos cantos do navio, agora ele finalmente tinha liberdade para ler o jornal que comprou.

O rapaz se sentava colocando o jornal de forma que Frogg também pudesse ler, e assim começava a analisar e listar aqueles que via em destaque no jornal, dava até algumas risadas ao avistar alguns criminosos peculiares, Forgg por sua vez parecia gostar do que via, acompanhando o seu companheiro na risada, e eles tinham toda a razão em rir, com tanto que não os subestimassem, afinal, estar no jornal significa notoriedade, e certamente eles eram fortes e perigosos.

-Hahaha! É engraçado… Mas fico pensando, que tipo de criminosos são esses, parecem engraçados pela aparência, mas provavelmente são pessoas perigosas. Comentava a pequena enquanto se mantinha sentada de frente para o jornal, junto de Takeshi, que por sua vez, perguntava se o nome da menina era mesmo aquele, recebendo sua resposta.-Sim! Esse é meu nome. Diria ela de forma fofinha enquanto voltava sua atenção para o jornal.

Em meio a sua leitura, sem olhar para Takeshi, a menina o fazia uma pergunta.-E você, Takeshi Isamune… Que tipo de homem você é? Perguntava de forma tranquila, mas deixando claro que pudesse saber de algo, ou que talvez conhecesse o rapaz, era de fato uma pergunta estranha, mas por parte da menina, ela a fazia de forma calma, sem olhar para o rapaz, e apenas analisava o jornal.




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Em Busca do Equilíbrio




A viagem continuava com sua tranquilidade padrão, estava realmente sendo uma boa experiência viajar em uma embarcação segura. Claro, isso ainda não me fazia relaxar os meus sentidos e atenção, entretanto, aliviava o peso de carregar toda essa barra diariamente – “Que seja, tem cada família doida por aí. Talvez todo mundo goste de sapos por lá.” – Pontuei mentalmente após a confirmação da pequena – Sim, provavelmente são mesmo. – Disse logo após as palavras da garota, criminosos eram perigosos e meu papel era caçá-los. Mentira, esse não era meu papel, sinceramente só segui por esse caminho, por conta do dinheiro.

De qualquer modo a leitura continuava, algumas coisas estranhas aconteciam por aí, inclusive em Sirarossa. O mais estranho de tudo aquilo não eram os textos no jornal, mas o questionamento de Frogg – Que tipo de homem eu sou? – Indaguei um pouco confuso, eu já não tinha me apresentado a ela? Não Isamune, somos recém conhecidos, é normal que ela queira saber mais sobre mim – Eu sou alguém simples, querida Frogg. Só tenho duas preocupações em minha vida. – Bradei esticando o indicador e o anelar – A primeira delas é manter minha liberdade, o Governo age de maneira sorrateira, oferecendo uma falsa segurança em troca de controlar toda a massa existente nas ilhas. Como eu tenho tanta certeza? Aqui está uma prova. – Apontei para o jornal, onde falava sobre os criminosos em Petra Yuni – Esses homens tocaram o terror na cidade e fim. Sabe quem realmente perdeu tudo? A população! Seus parentes, amigos e sabe lá o que mais. E o governo? Acha que isso diminui de alguma forma o poder dessa instituição? – Era uma pergunta retórica, afinal, qualquer ser vivo com um neurônio sabia que eu estava falando a verdade – Não. Eles continuam mantendo suas garras poderosas sobre a população. Onde estava a marinha? E o próprio governo com seus agentes? Pufff...piada! – Minhas palavras não saiam altas, até porque eu estava usando uma organização filiada ao governo em prol de mim mesmo – “Tsc, talvez eu esteja sendo tão sujo quanto eles.” – Era uma verdade, entendo e tenho noção do meu egoísmo, mas será que é realmente necessário?

A segunda coisa é ter grandes feitos, aventuras históricas e ações que serão lembradas por várias gerações. – Conclui tentando não pensar muito naqueles questionamentos que surgiam em minha mente, mas, aquilo ainda me incomodava. Era como uma pequena ferida, que aumentava seu tamanho e piorava sua condição pela falta de cuidado – “Talvez... Talvez eu deva repensar minhas ações.” – A dúvida martelava em minha mente – Na verdade, eu acho que não tenho moral para falar do Governo. No fim das contas sou só um egoísta que presa unicamente pela minha própria liberdade. – Falei um pouco sem jeito, Frogg não era alguém que eu confiasse plenamente, mas senti que não tinha problema desabafar com ela.

Por fim, permaneci parado esperando suas réplicas, se é que fossem existir. O jornal já tinha me servido como um certo passatempo e também me dado algumas informações sobre figuras interessantes, bom, esperava que o papo continuasse fluindo.


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