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Kenshin
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Debi & Loide - Dois Idiotas em Apuros Sex Ago 20, 2021 3:54 am
Relembrando a primeira mensagem :

Debi & Loide - Dois Idiotas em Apuros

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Nanaue Thunder. A qual não possui narrador definido.

_________________

Debi & Loide - Dois Idiotas em Apuros - Página 2 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

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Debi & Loide - Dois Idiotas em Apuros - Página 2 Tumblr10
Nanaue ficou consideravelmente mais feliz ao ouvir as palavras de Raskal, não, ele não entendeu bulhufas daquela explicação científica, contudo, entendeu que ele era mais forte do que o seu contratante. Isso também era algo claro em sua mente, mas era sempre bom ter o seu ego massageado, mesmo que isso fosse feito por conta própria.

O homem-peixe continuou em sua missão de maneira focada, até mesmo conseguiu visualizar o aglomerado de cavernas, coisa que o pobre ser humano sequer havia visualizado, mesmo estando dentro daquela roupa hyper-mega tecnológica, pelo menos, essa era a visão que o tritão tinha do equipamento. Parecia que eles finalmente tinham encontrado o objetivo da missão, para Nanaue, a caverna aparentava ser uma simples caverna, porém, os olhos inteligentes de Raskal pareciam ver algo além daquilo que estava a sua frente. Que seja, o homem-peixe ajudou da forma que foi necessária, em seus pensamentos estavam unicamente a fartura alimentar que teria ao ser pago, até mesmo lançou as pedras com um pouco mais de empenho, adiantando a travessia da dupla pela barreira formada naturalmente – ou não.

Ao passar a barreira a dupla teve uma visão agradável, a rosa estava lá e o homem-peixe apontou para o objetivo repetidas vezes, como se estivesse gritando “achei!”. Quando Nanaue olhou com mais atenção percebeu todo o tesouro que estava a sua disposição, sua vontade era pegar tudo o que fosse possível, mas, esperava as ações iniciais de Raskal para ver se ele não tinha interesse nos demais itens. Se aproximou do objeto seguindo os passos do seu contratante, o homem parecia feliz com a descoberta e pelas duas palavras, eles estavam um passo mais perto do objetivo final, mas espera, eles não já tinham achado? - Essa não ser a rosa? - Indagou a criatura marítima com um olhar confuso, aquele objeto no topo do “altar” era ou não era o item final?

Sua mente se encontrava relativamente confusa, mas ele não tinha muito tempo para pensar. Ao ver o contratante se preparando para sair e deixando aqueles tesouros a sua disposição, sem bem perguntar ele se moveu para perto, analisando primeiro os castiçais e tudo aquilo que fosse brilhante inicialmente - Ricoooo! - Pontuou com um sorriso sincero em sua face. Juntaria a princípio tudo o que fosse brilhante e se por acaso não disso existisse, pegaria os itens que chamasse mais sua atenção e passaria a mão tirando o musgo, para ver se brilhava. Ele tinha uma pequena noção do que podia valer algo ou não, pelo menos ele achava que sim - E-Essas é as manoplas do Rei? - Ele arregalou os olhos ao ver aquelas duas peças únicas coberta por corais, sua mente viajou a um passado distante, onde sua mãe contava-lhe histórias sobre o Deus Rei do Mar, citando também sobre suas lendárias manoplas de batalha - Nanaue vira um Deeeeus! - Gritou colocando os itens que estivessem em sua mão no chão e pegando ambas as manoplas do lendário Deus.

O homem-peixe colocaria nas mãos, em uma tentativa simples para “ver se cabia”. Dando certo ele usaria suas novas armas, caso não desse, levaria junto com os outros itens em suas mãos - Chefe! Onde nós vai? - Diria próximo ao homem que carregava o objeto. Por último, Nanaue seguiria os passos de Raskal, mantendo sua atenção flutuante entre os itens em sua mão e o seu contratante, o que poderia lhe causar problemas. Tendo uma investida inimiga na água ou fora dela, o homem-peixe se mostraria inicialmente relutante em largar as riquezas em sua mão, porém, faria isso quando tivesse noção do real perigo e do dinheiro que perderia caso Raskal acabasse morrendo. Investiria de maneira defensiva, bloqueando qualquer ataque que viesse na direção do homem, realizando um bloqueio simples, posicionando ambos os braços na frente do seu corpo e se colocando entre o inimigo e seu contratante.

Contudo, se nada de ruim ocorresse, o homem-peixe seguiria seu parceiro humano na direção que ele tomasse. Mantendo o máximo possível de atenção nos arredores, seja dentro ou fora do mar. Mantendo todos seus músculos prontos para realizar qualquer movimento, seja ofensivo ou defensivo. Ambos os joelhos semi flexionados, para intensificar a sua movimentação, caso tivesse a real necessidade.




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~Narração~


Nanaue parecia confuso com as falas de Rascal e esse por sua vez parecia não prestar muita atenção no tritão, ele estava prestando muita atenção no cilindro em suas mãos, porém ele ainda respondeu vagamente.

-A rosa coralina era uma seita de tritões nessa ilha muito antigamente, eles viviam nas águas da ilha antes mesmo da cidade tomar forma, eles possuem algumas relíquias guardadas, mas para que não caíssem na mão de estranhos, eles protegeram com um sistema de emblemas e desafios… Essa manopla ai creio que seja uma manopla cerimonial, uma cópia de alguma mitologia deles, não tem muito valor pra mim, é bem comum assim como o resto dos itens ai, fique à vontade pra pegar o que quiser…

Nanaue então limpava as manoplas e via belas manoplas esculpidas num duro coral que lhe cabiam perfeitamente, assim como três castiçais de bronze e uma tigela esculpida em granito.

-Muito bem Nanaue, vamos subir, tenho os papéis relativos ao segredo para abrir o cilindro, vamos abrir e pegar logo a última pista para terminar nosso trabalho.

Raskal saia da água de e com ajuda do cocheiro arrancava a roupa de mergulho, Nanaue ao sair do mar poderia perceber que suas manoplas de coral tinha um forte cheiro do mar, era como uma fácil lembrança de casa e ainda pareciam muito boas para se usar, o tamanho pelo menos era perfeito.

O homem guardava a roupa de mergulho na carroça assim como apontava para Nanaue fazer o mesmo com o que havia pego, para não precisar carregar tudo nas mãos. Raskal então puxava umas folhas de papel debaixo do banco da carroça, eram duas folhas de papel parecidas com as que ele guardou no esconderijo.

-Eu trouxe os papéis para resolver esse cilindro, tem alguns rascunhos que não sei pra que são, mas ao verificarmos esse cilindro, ele deve nos levar para algum lugar que o resto da informação pode vir a ser necessária… Nossa estou tão empolgado com isso, minhas mãos estão suando…

O homem apertava e torcia algumas partes do cilindro, o cilindro agora limpo se mostrava ser esculpida numa pedra branca, diversas cenas de tritões eram os temas das marcas. o cilindro começava a estalar e se mover, abrindo aos poucos. Contudo nanaue percebia no canto do olho uma presença e empurrava Raskal para dentro da carroça a tempo de se ouvir um disparo que fez gaivotas voarem, no entanto Raskal continuava olhando para o cilindro com cara de pavor, cinco travas haviam subido e um barulho de “tic” era possível de ser ouvido.

-Droga… Agora eu entendi o que são as outras instruções, precisamos chegar no esconderijo em cinco minutos ou cilindro vai deixar água do mar entrar no pergaminho e derreter ele, preciso das outras anotações para resolver isso… Vamos vocês dois, se não abrirmos isso não teremos dinheiro algum.

Nanaue ainda estava para fora da carroça, mas o cocheiro viciado em corridas já erguia o braço para chicotear seus cavalos e sair a toda velocidade enquanto os inimigos vinham, Nanaue podia ficar, entrar na carroça ou se agarrar na lateral, mas fora o inimigo que atirou, mais duas carroças chegavam por trás deles com homens vindo os pegar. O que Nanaue faria?




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Resumo:


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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Nanaue ouviu a explicação sobre a Rosa Coralina, nas palavras de Raskal, era uma seita de tritões. Aquilo de certa forma captou a atenção do homem-peixe, afinal, ele nunca tinha ouvido falar sobre nada ou muito menos lido, se bem que, essa última parte para ele estava completamente fora de cogitação. As palavras do seu contratante sobre a manopla soaram como um balde de água fria nas especulações mentais do tritão, parecia que aquela manopla não tinha muita coisa a ver com seus pensamentos infantis, sobre o Rei Tubarão. A mente do homem-peixe buscou a pergunta mais lógica que pode formular: “Se essa é uma cópia, então existe uma verdadeira?”.

SIMMMM! – Gritou positivamente momentos após as palavras do humano, Nanaue estava certo, as lendas não são apenas contos infantis e elas realmente existem! Podia não ser naquele momento, mas em seu âmago tinha certeza que um dia encontraria os itens do seu antepassado. De qualquer maneira, o homem-peixe colocou as manoplas em suas mãos, a beleza chamou sua atenção, principalmente fora d’água, já que o cheiro do mar ainda permanecia vivido em seu sistema respiratório – Hmmmmm – Respirou fundo, inalando todo aquele odor marítimo que lhe trazia lembranças de um passado distante.

Raskal se mostrava ainda mais inteligente do que aparentava, sua mente pensava de maneira acelerada e rapidamente ele parecia decifrar parte daquele enigma, coisa que causava uma certa inveja ao homem-peixe. Este último observou por alguns momentos os desenhos no cilindro, aquilo parecia contar algo da sua espécie. Por mais que quisesse, notou rapidamente que a calmaria de antes não iria perpetuar por muito mais tempo, em um movimento rápido lançou seu protegido para dentro da carroça, ao ouvir o som de um disparo – Pólvoraaaa! – Pontuou o tritão, enquanto olhava fixamente para os outros competidores que finalmente deram as caras – Não! Ficar sem dinheiro eu não ficar! – Bradou Thunder mostrando seus dentes afiados para seus inimigos.

Diferente dos momentos interpessoais, a mente de Nanaue conseguia ter uma rápida resposta quando se tratava de batalhas, seja na luta propriamente dita ou em decisões relacionadas a ela. Duas opções surgiram em sua mente: A primeira era claramente a que mais lhe agradava, ele queria ficar e lutar até eu o último inimigo pereça perante sua força exorbitante, entretanto, com a chegada das outras duas carroças, sabia que com certeza uma ou as duas partiriam em direção ao seu contratante, colocando-o em maus lençóis. A segunda o incomodava, afinal, ia contra seu jeito simplista de agir, fugir junto com o homem e lutar em outra oportunidade não fazia muito seu tipo, afinal, e se chegassem mais e mais inimigos? – Grrrrr. – Expressou seu descontentamento com toda aquela situação, por mais que quisesse ir na primeira opção, optou pela segunda. Seus globos oculares vagavam pelo ambiente ao seu redor, semelhante a uma águia em busca da sua presa, o homem-peixe buscava por um item grande o bastante para causar danos significativos aos veículos inimigos. Buscava por uma rocha, algum caixote, algo de metal ou simplesmente por algo que pudesse ser lançado na direção dos homens, olharia até mesmo na carroça, aproveitando dos segundos antes do cocheiro dar partida em sua fuga. Encontrando algum item ele se aproximaria de maneira rápida, com um salto ou uma investida simples, usando o poder de explosão que seus músculos proporcionam. Ergueria o objeto e lançaria com o máximo de força acumulada em seu corpo, seu objetivo principal era acertar a carroça com o atirador, sem muita técnica ou jeito, lançaria o objeto de maneira bruta e selvagem a fim de destruir a carroça ou o animal que a guiava.

Após lançar – ou não – correria em direção a carroça e pularia em sua lateral, se mantendo agarrado da melhor maneira possível – VAI! VAI! – Gritava para que o cocheiro aumentasse ainda mais a velocidade, sabia que estava em uma situação desvantajosa, já que deu corpo exageradamente grande, provavelmente o tornava um alvo fácil aos seus inimigos. Sabendo disso, Nanaue se portaria de maneira defensiva inicialmente, usando a manopla para realizar possíveis bloqueios e/ou redirecionar os ataques que viessem em sua direção, sejam eles de armas de fogo ou armas que necessitasse um contato físico mais curto, como espadas ou facas. Voltaria um punhado da sua atenção para analisar mais a fundo carroça, buscando objetos desnecessários e que fossem possíveis de serem lançados em direção aos prováveis perseguidores. Tomaria cuidado para que não fosse nada importante para Raskal, como o caso dos seus papéis e o cilindro que carregava em suas mãos.

Thunder não tinha muito o que fazer em sua posição atual, por isso manteria seu corpo em uma posição defensiva, buscando proteger pontos chaves como seus olhos, coração e guelras, não poderia se dar ao luxo de receber danos “de graça” naqueles locais. O homem-peixe aproveitaria de qualquer situação favorável ao seu estilo de combate ou que abrisse brecha para uma possível ação, como por exemplo, a aproximação da carroça inimiga pela lateral onde estava ou pela oposta – nesse último caso, optaria por subir no teto da carroça e ir para o outro lado -.

Enfim, seu plano de luta era simples como a maioria das suas ações. A princípio usaria da sua ameaça e sua aparência selvagem para com um rugido intimidar principalmente os animais, em uma tentativa de fazê-los alterar a direção, podendo se chocar ou ir por uma rota que ocasionasse na destruição total ou parcial da carroça. Se por acaso seus inimigos emparelhassem seus veículos com o dele, tentaria acertar com socos e chutes o que estivesse mais próximo: O animal que levava a carroça, o piloto ou a própria estrutura do veículo – sejam as rodas ou qualquer outra parte. Se sua mão alcançasse o cavalo, além de direcionar ataques, Nanaue também tentaria segurar em sua crina, face ou boca, puxando em seguida com o máximo de força possível, para causar qualquer abalo efetivo no animal. Agora se os homens tentassem realmente emparelhar ou passar um pouco da carroça de Thunder, ele não hesitaria em usar suas habilidades físicas e com técnica das acrobacias, saltaria na direção da carroça mais próximo – estando emparelhada ao seu lado ou um pouco a frente -. Seu objetivo era causar o máximo de danos estruturais no veículo e naqueles que estivessem presentes, optando por usar golpes limpos e contundentes, nas regiões frágeis do corpo, como na garganta, face e boca do estômago. Seus chutes seriam direcionados a parte inferior do corpo dos seus oponentes, chutes diretos e circulares visariam o joelho, a fim de quebrá-los ou pelo menos desestabilizar seus inimigos, o que lhe garantiria uma brecha para uma rápida finalização. Mas não parava por aí, se fosse possível ergueria seus inimigos como pedaços de carne e os lançaria na direção das carroças que pudessem estar lhe perseguindo ou se não existisse mais nenhuma, jogaria-os em direções distintas, visando sempre locais que pudessem causar danos significativos quando alcançasse o solo.

Mas não pensem que o tritão seria besta o bastante para destruir a própria carroça em que estivesse, na verdade, ficaria atento a Raskal para que quando notasse uma discrepância na velocidade, pulasse o mais rápido possível em sua direção, optando sempre por esse princípio. Por último, manteria duas ações defensivas, dando prioridade a proteção de Raskal e do cocheiro, já que sem ele seria difícil continuar a viagem.




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~Narração~



Nanaue  olhava ao redor e notava uma peça solta da mureta de concreto, facilmente ele conseguia mover o pedaço cheio de musgo e o jogar contra uma das carroças, porém um grande homem que estava na carroça, pegava a pedra e arremessou de volta em Nanaue.
Este já estava se agarrando na carroça em andamento quando um ataque que ele não previu o acertou, prensando ele contra a frágil madeira da carroça e danificando sua lateral, o que fazia a porta daquele lado cair no chão e o tritão quase a acompanhar.

No entanto o tritão se agarrava na carroça e se mantinha firme, uma queda ali poderia ser mortal, sua carroça acelerava drasticamente, o cocheiro estava correndo pra valer e as três carroças inimigas que os perseguiam acabavam ficando um pouco para trás dando tempo de Nanaue se ajeitar e se posicionar, já que certas partes da carroça desmontaram sob seus pés quando ele se apoiava após o dano causado pela pedrada, algo que fez ele demorar mais para se sentir firme.

Quando finalmente se posicionou firmemente a carroça fez uma rápida curva levantando um poeirão sobre as esquinas das quais as carroças que os perseguiam saíam, agora que eles haviam entendido que era uma corrida e não uma briga direta, estavam todos dando o máximo dos cavalos.

Nanaue rugia tentando assustar os cavalos inimigos, mas a devido a posição que ele estava e os “tapa-visão” comuns de serem usados em cavalos, estes não o viam, mas ouviam sua voz trovoar ao seu redor… O problema era que seus cavalos também ouviam e se assustavam tanto quanto os outros… Todas as carroças começavam a chacoalhar e zigue-zaguear em busca de controlar seus animais, no entanto Ausvit parecia ter algum costume com isso e os dominava rapidamente, o contrário de uma das três carroças que acabava por subir numa rampa de entrada de um armazém e virar devido a isso. Os três homens da carroça que virava eram arremessados para fora da mesma, os animais eram virados por estarem amarrados a estrutura e acabavam se tornando um bolo equino de pernas para o ar.

Devido a confusão com os cavalos, Ausvit acabava por não virar numa esquina que precisava, algumas esquinas depois ele voltava a direção que queriam ir e esse vai e volta permitia que as das carroças o alcançassem. Cada carroça vinha de um lado e pretendiam prensar e frear forçadamente a carroça do trio do peixe, a carroça que vinha pela direita encostava e forçava contra a deles e podia se ver um homem de grande bigode se preparar para tentar vir a bordo. Já do outro lado, do lado que estava Nanaue, a carroça tentou a mesa abordagem, mas o tritão tentou os golpear, forçando seus cocheiros a se distanciar da carroça, mas a estratégia não durou, um homem negro e forte, subia na carroça pelo outro lado o que impedia Nanaue de sair daquela carroça agora.


O homem que subia na carroça vinha até Nanaue e lhe acerta um direto em seu queixo desprotegido que fazia o tritão quase visitar a terra dos sonhos, com certeza aquele humano tinha muita potência no soco, ou talvez o tritão que tinha pouca resiliência para não tentar se proteger? De qualquer forma, isso abria uma chance que a outra carroça aproveitava para se jogar na dos que fugiam prensando Nanaue entre as duas.

Por sorte do tritão, os danos anteriores em sua carroça a fizeram mais frágil que ele mesmo, então o impacto o fez atravessar a madeira trincada da lateral da carroça dele, reduzindo um pouco dos danos, o mesmo não podia se dizer dos danos nas carroças, a lateral esquerda da de Raskal quase não existia mais e o lado direito da carroça dos perseguidores era altamente danificado, inclusive ficando com sua porta pendurada.

-NANAUE…

O tritão podia ouvir Raskal gritar por ele ao seu lado, pelas janelas direitas da carroça dois homens estavam entrando e tentando tomar o cilindro do magrelo arqueólogo. Fora de posição e com o corpo dolorido, o tritão se movia na base da adrenalina, ele com certeza ia sentir aquilo depois, o humano mais próximo era jogado para fora por um soco bem colocado em seu nariz, assim como o outro era repelido pelo pé do tritão que lhe dava um beijo na boca mais violento que o de um virgem no dia da lua de mel.

-Pare essa carroça seu velho…

Nanaue podia ouvir uma voz vida do teto e ver pelo que antes era uma janela vidrada, mas agora era apenas um buraco na madeira, a mão de um negro tentar pegar Ausvit e o forçar a parar. No entanto apesar de velho, o homem ainda tinha força para mais um truque, o cocheiro se jogava para longe do homem, da carroça e sobre os cavalos, continuando a estalar sua língua e dar comandos de direção para os cavalos estando sobre um deles e longe do agarrão do forte homem no teto da carroça.

Dentro da carroça, no entanto, Nanaue não estava tão longe do homem, seu escuro braço vinha pela porta para agarrar os braços do tritão e o puxar, o arremessando contra a carroça de porta que pendia, derrubando ele e a porta rolando um no outro para a estrada.

Ausvit não parecia que ia parar a carroça, então a perseguidora da esquerda tentava o ultrapassar para entrar na frente e o forçar a isso, vagarosamente a carroça ficava cada vez mais a frente com um som de arrastar vindo de trás desde que a porta se quebrou.

-Pois bem, suas cartadas acabaram, entregue o cilindro.

O homem negro dizia à Raskal.

Com uma face de frustração e raiva, Raskal começava a se mover para entregar o cilindro, quando via um reflexo numa parte metálica interna da carroça que mostrava agora, devido a falta de paredes à esquerda, a rua. O que ele via trazia novo fôlego ao arqueólogo, algo que o negro não esperava, permitindo ao fraco homem conseguir pegar seu cilindro e pular da carroça.

Temendo pela segurança do cilindro, o homem se assustou e foi olhar a rua bem na hora que a sua carroça aliada o ultrapassava, o que ele viu lhe trouxe um azedume ao estômago.

-MALDITA SARDINHA PERSISTENTE…



Atrás da carroça que ultrapassa, agarrado a traseira da carroça e surfando numa porta com folha de metal que soltava uma chuva de faíscas e um som medonho, Nanaue, uma mão na carroça e outra segurando Raskal com o cilindro.

Usando de sua força, ele puxava Raskal até si e terminava de subir na carroça, o cocheiro da mesma nem viu quando a forte mão do tritão o agarrou e o jogou na frente dos próprios cavalos da carruagem que perseguia fazendo ela capotar enquanto o tritão pulava para sua carroça original.

A chegada dos dois corpos e a capotagem da carroça ao lado, chacoalhavam a carroça que apenas não capotava em plena curva, por habilidade de Ausvit, no entanto a mesmo se inclinou de uma forma que o tritão precisou de toda sua força para segurar ele e Raskal na frente da carroça, onde normalmente o cocheiro deveria estar. mas o homem negro não teve o mesmo tempo de resposta e acabu sendo derrubado.

Eles ainda estavam no meio do caminho, atrás deles vinha a carroça trazendo o homem negro, todo ralado, após o pegar do chão e mais atrás a carroça que havia virado no início da perseguição, aparentemente a confusão de antes deu tempo deles alcançarem.






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O homem-peixe já esperava que os outros competidores estivessem aguardando-os voltar do passeio aquático, mas, tudo aquilo estava acima das suas expectativas. Sua primeira ação foi lançar um montante de rocha na direção dos seus inimigos, contudo ela foi lançada de volta em sua direção e o impacto causou não apenas dor física, mas também um abalo mental - "Eu sou burro mesmo?" - Ele pensou no momento que sentiu o impacto do projétil, afinal, ser pego por algo tão simplório como aquela só escancarada os defeitos existentes no cerne do tritão. O que pesava ainda mais era o seu complexo, a batalha entre o baixo intelecto contra sua vontade de mudar. Ele sacudiu sua cabeça de um lado para o outro, espantando os males que sua mente criava, ele precisava ficar unicamente no término da sua missão,  garantir a integridade física do seu contratante. A dor física foi algo irrisória, a falta de sensibilidade à dor era algo útil nessas situações. Conseguiu se manter na carroça e deu início a sua fuga, junto com seus queridos amigos Raskal e o Cocheiro.

As ações decorrentes daquele início se assemelhavam a um filme do Indiana Jones, tendo é claro uma pitada de Karatê Kid nas cenas de batalha. Thunder apanhou, bateu, quase foi jogado carroça à fora e perante todas as adversidades, ele conseguiu manter Raskal e o cilíndro seguros. O homem corpulento de pele escura foi um empecilho dos grandes, na verdade Nanaue cogitou a ideia de lutar contra ele em outras circunstâncias, para ser o mais forte do mundo, ele deveria derrotar aqueles que se mostravam dignos de um real combate. Quem sabe? Talvez no futuro eles possam continuar a dança que foi iniciada momentos atrás.

O homem-peixe estava de pé e notou a presença de mais inimigos, parecia que um deles havia ressurgido como uma fênix, bom, mais trabalho para nosso querido Submundano, não é? Ele respirou e no momento que fechou seus olhos para realizar a lubrificação orgânica dos seus olhos, ele viajou. Uma ilha paradisíaca cercada por pessoas que ele nunca conheceu, situações enigmáticas e momentos que ele levaria em sua memória para sempre - AHN? - Gritou ao abrir seus olhos e ver que não tinha passado um segundo sequer, tudo aquilo foi algo da sua mente ou realmente aconteceu? Não! Aquilo tinha sido real, ele pode ter certeza quando sentiu em seu dedo - por baixo da manopla - o anel entregue pela mink felina, seu primeiro presente desde que saiu da sua ilha natal.

Respirou fundo, preenchendo seus pulmões com o máximo de oxigênio que eles suportavam. Aquele anel tinha uma história, algo que fazia sentido com todos os seus desejos e ambições, sim, agora ele estava mais perto de alcançar o máximo do seu potencial. Franziu sua testa, criando uma expressão de raiva em seus olhos. Seus punhos estavam fechados e ele rugiu, não, não foi como antes! Dessa vez a sua fúria estava potencializada pelas habilidades do anel, seu rugido estava mais imponente e era direcionado agora não só aos cavalos, mas sim aos inimigos que estavam nas respectivas carroças. Independente se fosse efetivo ou não, continuaria tomando a frente, mantendo Raskal e Ausvit protegidos pelo seu corpo - Muito tempo falta? - Suas palavras continuavam sendo potencializadas pelas habilidades do anel em seu dedo.

Nanaue agia sempre mantendo a atenção aos seus inimigos, buscando informações sobre a efetividade das suas ações. Sem muito o que fazer, manteve uma postura defensiva, procurando o equilíbrio em cima da estrutura na qual estava. Usava menos técnica do que de costume, buscando a experiência nas brigas pela vida, usando ambos os braços como uma espécie de escudo de fosse necessário, isso é, para armas de longo alcance. Buscaria manter seus antebraços em frente ao tronco, usando da pequena defesa proporcionada pelas manoplas, em uma tentativa de amenizar possíveis danos causados pelos seus oponentes, mantendo sua mão fechada nesse processo.

O homem-peixe sabia que aquilo podia não ser o suficiente, dependendo das ações dos seus oponentes, ele agiria de maneira adequada. Se por acaso oponentes físicos surgissem com uma aproximação das carroças, continuaria mantendo o equilíbrio enquanto permaneceria de maneira imponente, mostrando todo seu ímpeto e vigor perante as adversidades. Na mente de Nanaue surgia uma lembrança, não foi algo ensinado por terceiros e sim algo criado pelo jovem tubarão em um momento de perigo, sendo bem sucinto nas palavras, ele tendia a optar pelo ataque, para suprir a falta de defesa em momentos desfavoráveis como aquele. Aproveitaria o suor escorrendo pelo seu corpo para com concentração necessária, manter o líquido em sua mão, criando uma espécie de carapaça típica do seu estilo de combate. Os inimigos que tentassem pular no veículo no qual o tubarão estava, seriam recebidos por uma sequência de golpes contundentes, que eram intensificador pelo líquido em suas mãos - GYOJINNNNN KARATÊ… - Gritaria carregando toda a imponência da sua estrutura física e do objetivo que carregava em seu dedo - SHAAARK PUNCHHHH - Cerraria seus dentes antes de aplicar o forte soco, mantendo a base da melhor maneira que conseguisse. Seu joelho frontal estaria sempre flexionado, assim como a perna que estivesse atrás, essa última só seria esticada momentos antes do impacto do golpe, a fim de lançar todo seu poder naquele ataque.


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O homem-peixe repetiria o mesmo golpe, seu objetivo não era apenas derrubas, na verdade, ele visava unicamente ceifar a vida dos seus oponentes em cada golpe que fosse desferido. Face, garganta e torso eram os alvos principais dos seus ataques, carregando a água em sua mão a fim de tentar causar danos internos nos golpes conectados. Não parando por aí, de maneira selvagem em todas as oportunidades que surgissem, ele usaria sua própria boca para disparar mordidas pesadas, dignas de um dos maiores predadores do mundo marítimo. Morder e lançar seus oponentes longes se conseguisse, seria seu método de ação. Mas, se não conseguisse lançar ninguém para fora, visaria rasgar a carne dos seus oponentes, arrancar suas cabeças e abrir imensos rasgos em suas gargantas. Nanaue agia como uma máquina de matar, ele foi treinado para isso e não pouparia esforços naquele combate.

Não se limitando a socos, se surgisse a abertura necessária ele optaria também por chutes: Mae-Geri (Chute frontal) e o Mawashi Geri (Chute circular). Contudo, daria sempre preferência aos socos, mantendo a ideia de continuar com uma base firme e equilibrada, mesmo na carroça. Para ataques com lâminas, lanças e afins, o homem peixe optaria por ações simples. Se visse que sua manopla aguentaria o tranco, defenderia com ela esses possíveis ataques, visando sempre redirecionar o golpe para desequilibrar os atacantes, já que provavelmente colocaria uma força considerável em seus movimentos. Nas aberturas criadas, sempre atacaria, não perdendo uma oportunidade sequer. Socos, chutes e mordidas visando destruir seus oponentes nos mínimos detalhes.

Por último, se tentassem algum movimento visando o veículo. Nanaue tentaria interceptar da mentira que pudesse, atacando ou rugindo, tentando impedir a movimentação das carroças que estivessem próximas. Agora, se nada disso fosse efetivo e eles fossem levados ao chão para algum movimento ou barreira, optaria pela segurança de Raskal, sem deixar de lado Ausvit - Se pudesse proteger apenas um, sem pensar iria defender Raskal -. Abraçaria-o com cuidado e deixaria que seu corpo se chocasse com o chão e/ou outra estrutura que viesse em sua direção.



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~Narração~

Nanaue devolta a sua carroça, voltava a rugir para seus inimigos, os cavalos mais ao longe de seus inimigos não eram muito afetados, mas seus próprios que estavam ali do lado ficavam muito assustados e fora do controle, fazendo zigue zague até Ausvit os controlar e gritar.

-PARA DE ASSUSTAR OS CAVALOS!!!

O tritão perguntava a Raskal sobre o tempo e este apenas acenava que não, ele parecia estar perdido em algum pensamento enquanto olhava a fechadura do cilindro tritão.
Graças ao rebuliço dos cavalos, uma das carroças os alcançava e encostava do lado, ficava agora o homem negro em cima de uma carroça e o tritão em outra.

O encontro rapidamente pegava fogo com uma troca rebuscada de golpes entre os dois, ambos davam potentes golpes no inimigo, os quais o negro desviava dos do tritão e o tritão bloqueava os do negro com sua manopla, a troca de golpes se extendia por tempo suficiente para eles chegarem a uma parte mais de moradores do bairro, um local com roupas extendidas em varais.

As ruas eram estreitas e varais as recobriam de lado a lado que se enroscaram nos lutadores, aparentemente Ausvit estava tomando atalhos. Uma vez que terminavam de passar pelos varais, nanaue poderia ver que uma toalha ainda estava levemente sobre suas pernas, um sutiã havia enroscado em seu braço e devido ao vento parecia estar sendo usado pelo tritão, assim como uma saia de retalhos amarelos pareciam uma peruca loira mal feita… A sereia mais feia do mundo.
Enquanto seu oponente, que usava apenas um pequeno short sem camisa, havia se enroscado em um vestido de alguma senhora de idade, naquela situação estavam os dois, porém irado o negro tomava o ataque inicial que era bloqueado pelo tritão e revidado com uma mordida no braço que fez as pernas do negro bambearem, ele berrou e o sangue jorrou logo antes de Nanaue o jogar na frente da carroça que os perseguiam a fazendo capotar e os deixando em paz pelos poucos minutos finais da viagem.

Rapidamente eles chegavam no esconderijo e Raskal corria em abrir a porta e entrar para pegar suas anotações, mas ele havia colocado numa gaveta de madeira trancada e agora sob a pressão da situação, o arqueólogo tremia e não conseguia colocar a chave na fechadura para abrir o móvel de madeira antigo.
Não abra:
Resumo:


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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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