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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 13

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.



Blum
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Evento Pequeno
Desventura na Terra dos Sonhos

Chegando puto!

Frio? Meu amigo se eu te contar que estou fervendo por dentro. - Mas que demônios é isso aqui?! - Estava agorinha mesmo no exame de marinheiro e dois otários esgotaram minha paciência fazendo com que eu ficasse no sol infernal da tarde e por algum motivo extraordinário parei em OUTRA DIMENSÃO.

- HÃÃÃAAAAAN????? - Entortaria a boca, enquanto olharia puto para o céu. - Eu vou te mostrar o que é Vosso Destino, seu maldito! - Cuspiria no chão e começaria a dar uns pulinhos para aquecer o corpo. Durante o exercício, avistava mais dois marmanjos ao meu lado, por sorte, eles não eram o tico e teco que mencionei anteriormente. - Vocês! O que estão esperando? Alguém escolhe uma porta aí!

Deixa te contar uma coisa, eu sou um ex-Yakuza e já vi quase de tudo nessa vida, não é porque fui teletransportado à terra onde Judas perdeu a bota que vou ficar com medo e mimi. Eu tenho uma simples missão a ser seguida e ela é entrar na marinha, para cumprir nada irá me impedir, por isso, não irei fugir e nem me esconder.

Pulando, me apresentaria. - Quase ia esquecendo, sou Blum, seus comédias! E é melhor se abaixarem quando abrirem a porta. Porque vou dar uma voadora nos peitos no primeiro desgraçado que aparecer. - Quando abrissem a porta, correria, saltaria e esticaria toda a perna para executar o chute.

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Mundo dos Sonhos





Acordei sentindo o frio que antes não havia experenciado, meus olhos se abriram apenas para revelar a torturante realidade de um quarto fechado, gelado e bem diferente do local na qual adormeci. Entre tudo não foi somente o local, não estava mais acompanhado da bela companhia que dormiu ao meu lado, a mesma fora substituída por duas figuras que apesar de não conhecer, não gostaria de acordar ao lado... Deixo minha preferência para a bela dama, Terra. Diante de mim, haviam três portas enumeradas, assim como uma voz em minha cabeça falando-me que deveria escolher ou aceitar meu destino.


- Bem, meu destino eu aceitei. – Disse sorrindo. – So não penso que temos a mesma concepção de destino.


Logo após isso pude escutar então as palavras do marinheiro que pulava... De alegria? A típica animação dos recrutas da marinha, um ex-bandido que agora decidiu lutar contra os seus iguais, de fato a cada dia que passa vejo que a moral da marinha não é mais digna do que aqueles que capturam.


- Tá certo... Blum, correto? Sou Diego Kaminari, mas me chamem como quiser não importo… Como um bom pirata que sou peço que mantenha sua voadeira longe de mim, marinheiro. – Falei não de maneira grosseira, apenas uma forma neutra que passaria apenas aquilo que as palavras significavam. Rapidamente me aproximei das portas. A primeira mostrava estar quente do outro lado, o que seria uma boa ideia julgando o frio desta sala, todavia, quente quanto? Se tivéssemos que lutar nenhum extremo seria ideal... A porta de número dois não possuía mudanças significativas na temperatura, no entanto, poderia ouvir sons de água corrente e sons folhas abanando. Aquilo era um bom sinal, afinal se havia tal substancia em estado líquido era porque o clima não seria frio o suficiente para congelar a mesma e se tinha folhas abanando era porque não era quente o suficiente para secar as folhas nem frio para impedir que as mesmas crescessem. Por fim a última porta mostrava ser um local gélido a ponto dê as bordas congelarem.


- Pelo que vejo a porta que temos mais informações é a de número dois, provavelmente o clima é o menos extremo o que facilitará para lidarmos com qualquer combate além de termos uma ideia do que poderemos encontrar.


Esperaria ver se os demais concordariam, o marinheiro se absteve de voto então faltava apenas a outra figura misteriosa, entretanto caso não concordasse... Iria abrir assim mesmo a porta número dois. Tomaria cuidado para não ser pego numa armadilha ou qualquer coisa que pudesse me causar algum dano, por isso abrira a porta com as costas viradas para a parede ao lado da mesma, assim provavelmente ficaria longe do raio de alcance de qualquer coisa do outro lado e claro... Longe da voadeira do marinheiro.




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● Conseguir uma tripulação (  )

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Evento Pequeno
Desventura na Terra dos Sonhos

Quis o destino que eu ficasse preso naquela sala e, como um ingrato que ele era, quis que fosse acompanhado por dois homens. Isso é sério?! Qual foi cara, se isso é o pagamento de algum mal que eu fiz em vida, pelo menos que colocassem uma única mulher ao meu lado para que eu pudesse ter uma visão e um sentimento melhor. — Merda. — Esbocei, colocando a palma da mão direita sob a testa a fim de aliviar aquela minha frustração. — Alguém desligue o ar condicionado, por favor. — Pediria ao léu, agora para amenizar o frio de rachar os dedos.

De pé naquele espaço claustrofóbico, não tinha muito o que ser estudado ou rodeios que pudéssemos fazer. — Meu nome é Yanka Barnum e não gosto da ideia de morrer ao lado de dois homens, então da minha parte vocês podem ficar despreocupados, pois entregarei o máximo para superarmos esse episódio para que eu possa voltar e tomar um chá de cochas. — Leria aos meus pares.

— Tudo bem, alguém está nos convidando a passar para o outro lado, agora, quem vai ser? — Tinha claro para mim que o primeiro a abrir aquela porta seria também o primeiro a atravessar o fogo cruzado, na pior das hipóteses. — Pois bem, porta número dois, fique a vontade companheiro. — Sinalizaria para o bom pirata com o braço direito para que seguisse com o apontado por ele, enquanto na mão esquerda faria fisgas para não sermos surpreendidos logo de cara. — Hey! Cabeça de bigorna, assim que o Ken atravessar a porta nós nos dividimos, você para a esquerda e eu para a direita. Não podemos dar a chance de sofrermos um golpe em cadeia. — Sussurraria ao outro para que ficasse esperto.

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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 13

Antes de qualquer coisa, gostaria de me desculpar pela demora do post. Espero que consiga diverti-los nesse evento nos próximos posts, porque esse não tinha muito o que fazer.

Aquela sala fechada e fria não era nada convidativa. Por causa disso nenhum dos três ali presentes pensava em permanecer. Com apresentações rápidas logo começavam a se questionar sobre o que fariam. Ou melhor dizendo, qual porta abririam. Porém, o desinteresse de dois do grupo acabava deixando a escolha na mão de Diego.

A escolha era bem lógica, Kaminari decidia que abriria a porta número 2 por uma série de fatores lógicos. Enquanto ele refletia nesses motivos, o seu colega, Yanka se aproximava e comentava que não havia problema algum em ser a porta que ele queria.

No entanto, a porta que se abria não era a que Diego tocava, era a de número I. O que vinha junto de um vento forte e quente que tomava conta da sala em um instante. Blum não pensava duas vezes em sair correndo e pulava sem sequer ver o que havia lá. A voadora era aplicada na luz cegante que vinha da porta.

A luz era tão forte que os dois que não voaram para dentro da porta perderam alguns segundos enquanto o olho se acostumava com a forte luz e com o calor absurdo que atingia seus corpos. Sentiam o vento quente e seco e sentiam a areia batendo em suas peles onde podia. Já Blum não sentiu que acertava alguém, ao contrário, acabava por acertar só um monte de areia absurdamente quente que aos poucos começava a queimar sua pele.

A areia era constante em todo o ambiente que aos poucos com o vento invadia até mesmo a sala que estavam. O calor era insuportável e a única coisa que quebrava aquela monotonia era uma esfinge que havia no local. Alta e imponente se não fosse o nariz faltando.

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E ao contrário da imagem que vocês possam imaginar, o nariz não faltava por ter quebrado, era uma porta que estava aberta, dela pendia uma escada de corda que levava até a base da esfinge. A altura daquela escada de corda era brincadeira. Altíssima e parecia extremamente frágil. Era quando percebiam que estavam enlouquecendo, pois começavam a ouvir um sussurro em suas cabeças. A esfinge estava chamando-os, pedindo para entrarem em suas narinas.

PS:
Eu tive que ignorar tudo referente ao ponto do Blum ser um marinheiro. Ele não citou isso em fala alguma que estava entrando na marinha e pelo próprio post comenta que estava no teste quando foi “teleportado” para o evento, o que não lhe daria um uniforme na ocasião e transformaria vocês saberem disso em puro metagame.

Se o Blum falou off game com vocês que estava com o uniforme sabe-se lá porque é outra história que ele poderia explicar melhor no próximo post, mas pelo post inicial dele fica o aviso e que qualquer fala/ação relacionada a ele entrar para a marinha simplesmente não aconteceu.


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Mundo dos Sonhos




Após algumas apresentações fui em direção à porta que havia escolhido, no entanto, infelizmente ao toca-la a porta que se abria foi a primeira. A baforada de ar quente subiu por minha coluna proporcionando a sensação incomoda do choque térmico, eu estava certo, do outro lado da primeira porta o calor era escaldante e para ser sincero não gostava daquilo. Após alguns segundos para adaptação dos olhos a forte claridade, pude observar uma quantidade de areia grandiosa, o vento invadia até mesmo a gelada sala que antes estávamos.

Tudo pareceria igual se não fosse pela esfinge que imponente se erguia entre os montes dourados, seu nariz era substituído por uma porta e uma escada que descia até a base do monumento e por mais estranho que pudesse parecer, eu ouvia em minha mente... A esfinge me chamando.

- Pessoal esse calor é insuportável, se ficarmos mais tempos debaixo do sol vamos ter sérios problemas. Mas olhando em volta não vejo nenhum abrigo além do nariz estranho daquela estátua esquisita. Então é para lá que eu vou, vocês vêm? – Diria enquanto tentaria ir andando até a escada que era aparentemente frágil. Creio que o ideal seria um ir de cada vez e compartilharia isso com meus companheiros caso decidissem me seguir. Iria subir com cuidado sempre visando os lugares mais firmes da escada e evitando fazer força dos mais fracos. Visto que tivéssemos alcançado, todos, o topo, iria então adentrar e me proteger do sol.




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Ande com um egípcio.

- AAAHHHH! - Gritaria, tentando tirar minha perna daquele moinho infernal. Por céus quem diabos meteria um monte de areia em frente a porta? Não sabia quem fez isso, mas com certeza meteria a surra no responsável e já já encontraria ele…

Olhando diretamente ao cenário que me encontrava, avistava uma escultura esquisita com o nariz faltando e por alguma razão conseguia ouvir sua voz maliciosa ecoar nos meus ouvidos. - Sai daqui, bicho do demônio! - Bateria na minha cabeça, enquanto pularia.

Após um tempo apenas pararia de tentar e começaria a me acalmar dando uma boa risada. - Buu… Bushii… BUSHIBABABABABABABBABABA! - Gargalharia alto. - Entendi, entendi foi tudo agora. Seguinte, seu pedaço de pedra maldito, você fica ai me chamando para luta e tals, mas vou te mostrar aqui quem é que manda! - Esquentaria meu punho direito na outra mão. Estava decidido, iria dar uma lição naquele ser que me colocou nesse lugar de merda e, aparentemente, o cara de cabelo branco parecia concordar com a ideia. Mais um para entrar nessa jornada comigo.

Sem demorar muito, correria até o monumento e daria um chute na parede só para ela ficar esperta. - Espera ai que tu ainda nem conheceu os meus dois irmãos, o Chi e Bata! - Obviamente tentaria ser o primeiro a subir naquela corda, mas caso não fosse, esperaria primeiramente que o malandro subisse por completo para então escalar. Chegando no topo, abriria aquela porta nem que fosse a força e veria o que estava por vir.

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Evento Pequeno
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Quem é que tivesse por trás desses eventos devia ser alguém muito 8 ou 80 mesmo. Quando eu pedi para desligarem o ar condicionado mais cedo, não era para compensarem com esse calor infernal. — Hããn. — A sensação que eu tinha era como se todos os nervos da minha cara tivessem sido paralisados e a língua ficava para fora como um cachorro fica depois do passeio. Mas eu precisava reagir, dito isso, eu abriria os olhos lentamente conforme fosse me adaptando a luz do sol de forma natural e bateria com as mãos na minha vestimenta, em especial na calça e calçados a fim de tirar os vestígios de poeira que poderiam vir a prejudicar a minha mobilidade.

— Tudo bem, a sala já está condenada com essa quantidade de areia entrando pela porta, a partir de agora não tem mais volta. — Comunicaria aos meus pares. Do lado do meu fiel companheiro Skies, que pela sorte do destino não havia sido submetido a essa situação, eu havia adquirido uma noção mínima de como subir e/ou escalar nos lugares mais altos como em telhados e árvores, não chegava a ser uma qualidade, mas poderia vir a ser útil.

Os sussurros que me convidavam a entrar, e acredito fortemente que os meus pares sofriam do mesmo fenômeno, sequer seriam necessários. Em meio ao deserto e a esse calor causticante, era obvio que deveríamos procurar o interior daquele monumento em busca de um clima mais moderado. Com esse objetivo claro em mente, eu iria acompanhar o cabeça de bigorna e o Ken humano naquela escalada rumo a entrada. Agarrar primeiro a corda com os braços esticados e puxar com a parte superior do corpo em direção à corda, mão sobre mão. Com esses cuidados tomados, não deveria encontrar muita resistência. Caso ninguém o fizesse ou fizesse com alguma dificuldade, eu ajudaria a abrir a porta com um chute baixo na altura do vão do trinco.  
 

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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 13

O grupo reagia a sua própria forma ao novo cenário que lhes era apresentado. Ninguém estava feliz com aquele calor infernal que havia surgido e por isso nenhum deles era realmente contrário a ir de uma vez para a esfinge.

A única dificuldade que havia em ir até ela era a areia que ia entrando em seus calçados e o calor. O deserto em si não apresentava nenhum obstáculo, nenhuma surpresa ou algo do tipo, por isso todos os três conseguiam simplesmente chegar na base da esfinge com tranquilidade. Blum não só era o primeiro a chegar nela, por correr, como também era o primeiro a interagir. Pois chutava ela, não que isso importasse muito, só sentia o impacto e a pedra movendo um pouco, o que ele esperava exatamente?

Nakamura já estava no meio do caminho quando os outros chegaram. O homem de óculos chegava ao topo e o próximo começava a subir a escada. Esta, apesar de frágil, aguentava bem o peso dele e por isso novamente nenhum desafio real acontecia enquanto subia.

Enquanto o segundo subia, Blum já observava a sala que havia após a porta. Melhor dizendo, o corredor. Ele era relativamente curto e levava para uma outra sala onde não conseguia ver muita coisa por causa do escuro.

Mesmo andando para frente percebeu que o ambiente continuava escuro apesar de ter chegado em uma sala bem mais ampla, isso era perceptível pelo eco de seus passos. Quando finalmente todos subiram e começaram a andar na direção do corredor que luzes surgiram na sala. Essas vieram de um fogo de cada lado que começou perto do fim do corredor e foi andando pela sala em trilhas feitas de óleo para assim iluminar toda a sala.

Enquanto o fogo ia andando percebiam que esta sala possuía quatro estátuas de cada lado. Todas estas feitas de pedra representando corpos humanos com cabeças de animais diferentes. Elas formavam pares, sendo a primeira de cada lado uma estátua com a cabeça de crocodilo, a segunda com a cabeça de cachorro, a terceira de touro e a última de águia.

Quando o fogo chegava no final da sala começava a subir em uma parede que na realidade perceberam ser a base de um trono. Este possuía a maior estátua dentre todas, ela era grande e reluzia de forma dourada e diferenciada em algumas partes que pareciam feitas legitimamente de ouro. Claramente era uma estátua para simbolizar o faraó do local. O fogo ia subindo pelo trono do faraó e quando chegava na altura da cabeça viam que uma joia no topo reluzia mais do que o normal.

Ela não estava mais simplesmente refletindo o fogo, a joia estava emitindo a sua própria luz e estava girando sozinha. Já o fogo seguindo sua trilha começava a iluminar uma trilha de óleo perto do teto que circulava todo o gigantesco salão, deixando claro vários pilares que havia atrás das estátuas.

Da joia ouviam uma voz ecoando. “Ao alcançarem essa joia poderão ir pra casa, os tesouros irão com vocês”. Mas era claro que o desafio não seria tão simples assim. Circulando por detrás da cabeça do faraó surgia uma criatura estranha. E outras duas surgiam também, estas no chão, cada uma de um dos lados do gigantesco trono.

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