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Hizumy
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Imagem : Ficha - Hizumy em construção IbIIP4k
Créditos : 05
Localização : Porto - Portugal
Ficha - Hizumy em construção Qui Maio 13, 2021 8:30 am



Hizumy Mizushiro Mayan








Sobre o Personagem


Nome: Hizumy Mizushiro Mayan
Idade: 21
Género: Masculino
Mão Predominante: Direita
Risada: "Te re shi shi shi shi!"
Altura: 178 cm
Peso: 77 Kg
Raça: Celestial
Origem: Thor - Ja
Localização: Derlund
Grupo: Civil

Complementos



Aparência:
Jovem de 21 anos idade, tendo como tal, a altura de 178 centímetros e os seus 77 quilos de massa muscular, Hizumy tem o seu tom de pele em um bronzeado meio pálido, que confunde-se numa mistura entre o branco espumoso das borbulhosas ondas marítimas, e o leve tom moreno das dunas desérticas de Alabasta quando iluminadas pelos feixes de sol. Ombros fortes e de musculatura saliente e os braços ligeiramente robustos no entanto com delicadeza e doce maciez ao tocar-se. As costas são pálidas e delas saem dois pequenos aglomerados de penas fofas e ternurentas de coloração vermelha, formando suas pequenitas asas celestes. Pés rígidos e habituados ao contacto direto com o chão. Já as mãos, proporcionais ao seu corpo, parecem delicadas e suaves, com uma certa ternura própria daqueles dedos curiosos. Seus cabelos, dourados como o sol, curtos e bagunçados numa ondulação semelhante às ondas do mar. Suas madeixas despenteadas quase que lhe escondem os olhos, não muito esféricos, quase fechados, dourados e pequenos como os de falcão e as finas sobrancelhas; nariz pequenino e ligeiramente arrebitado. Bochechas de um leve e frágil tom de vermelho-corado, juvenis e saudáveis. Como toda criatura, também ele tem o seu próprio aroma que, para muitos, é deveras peculiar, pois relembra a qualquer um o doce aroma fresco de leite morno com mel e lavanda. Seu gargalhar é inconfundível! Com sua voz  ternurenta, carismática e doce de um tenor, assemelhando-se à um chilrear melódico de um rouxinol. Te re shi shi shi shi! Te re shi shi shi shi!


Personalidade:
Hizumy é um jovem prodígio do ramo da arqueologia e um astuto aventureiro. Um ex libris de seu povo, considerado heróis, leva, não só no corpo, mas também na alma, algumas cicatrizes, memórias físicas e mentais daquilo pelo que passou. O maior desafio, e aquilo que as vezes ainda o assombra, principalmente quando em batalhas violentas, é a terrível lembrança que fez de si um heróis por entre seus pares.
Bisbilhoteiro no que diz respeito à história, tradições e tudo ligado à arqueologia, é um jovem que ama meter-se em confusões saudáveis, viver pela aventura! Divertir-se ao ar livre com seus companheiros de viagens e sentir a brisa nos seus cabelos. Ama sorrir e fazer os demais sorrirem. Ama partilhar seus conhecimentos e histórias, estar rodeado de pessoas. Apesar de contraditório, também gosta de um bom combate. Uma luta com honra e dignidade, onde ambos os rivais aprendem um com o outro e passam um bom bocado. Tem um forte senso de justiça próprio e trilha o caminho da espada. Incapaz de ferir ou matar alguém indefeso, procura sempre desafiar a pessoa mais forte na sala. Também procura ajudar aqueles que lhe suplicam por socorro, não conseguindo virar costas à uma criança ou criatura fraca e desamparada.

   Sua infância foi vivida no mais doce e tenro do amor paterno e materno que seus avos o puderam oferecer. Graças à eles, não existe algo como ódio ou sede de vingança em seu coração, apenas ternura e empatia pelos próximos e a tentativa de compreender o porquê de trágico acontecimento e do porque há pessoas que são simplesmente cruéis.

 Maioritariamente alegre e radiante, de sorriso nos lábios, motivado pelo sabor d'aventura e das descobertas mirabolantes, vagueia pelos mais variados locais de cabeça sempre erguida e com um excelente humor. Dos progenitores herdou a fome pelo desconhecido, pelo passado e pela história, tornando-se assim já em tenra idade arqueólogo. Dos avôs foi-lhe passado o gene da aventura, de se meter em desafios e encrencas, e o senso de justiça. Já de si mesmo, das vivências que foi tendo e absorvendo na escolas de Tho-ja, adquiriu o gosto por artes marciais e lutas honrosas. Gosta de se desafiar a si mesmo ao enfrentar oponentes fortes e, gosta ainda mais, de quando vence rivais muito mais poderosos e vantajosos do que si. No entanto, apesar de gostar de brigar, não é do tipo que ama violência ou agressividade gratuita, onde há mortes e terror. O seu tipo de briga é mais o "amigável", onde ambos lutam para ver quem é o mais forte e onde ainda reside um certo tipo de honra, respeito e camaradagem, mesmo entre oponentes. Esse é o caminho do guerreiro Tho-ja Hyperborea.
 Para ele seus companheiros são sua família e um de seus motivos para viver. Por isso, ele se preocupa em defendê-los usando até sua própria vida, nem que seja necessário passar por cima de seu desgosto pela violência. Sua maior paixão passa por descobrir todo o segredo do Mundo, ou pelo menos fazer parte do grupo de aventureiros que revelará ao Mundo à verdade, livrando-se assim da escuridão da ignorância vários países por onde vier à visitar., comida caseira e manga.

História:
 
Ficha - Hizumy em construção Aaya_410

“ - Inúmeros são os contos passados de boca em boca sobre o criacionismo. Cada um tão único e fabuloso quanto a lábia e o carisma de quem o conta. Factos que com o passar dos anos foram se tornando histórias mirabolantes e irreais, floreadas com poderes e seres sobrenaturais, perdendo-se a verdade no esquecimento camuflado do dogma que se cria em seu redor. O caso do arquipélago de Tho-ja não é diferente.

 Há nove séculos, Rhael teve a primordial ideia de criar um mundo refugiado do Mundo. O seu ideal fosse que este seu extraordinário mundo utópico, reinado pela paz e amor, estivesse fechado à estrangeiros, porém, aberto para observar o mundo pecaminoso exterior. Com ajuda de Fek, Trunof e Xexes, divindades com poderes únicos, Rhael foi capaz de criar um arquipélago de ilhas flutuantes nos céus, e por baixo delas, um oceano de água e nuvens.  

  À este novo Mundo, Rhael chamara de Tho-ja Hyperborea. “O Mundo acima do Mundo”. Sua geografia era única e exótica. Cada ilha com suas próprias estações e características. E a cada, atribuiu um reino e uma tribo. Oito reinos, oito povos, oito nomes, vastos e independentes de si mesmos, porém unidos por uma causa em comum. A paz.
 
 No reino dos Dandelions, humanos escolhidos à dedo por Rhael, a tecnologia era imperativa. Orgulhavam-se de suas engenhocas, tanto no campo bélico quanto no da saúde e agricultura.

  O império dos Arelion eram anjos únicos, com asas alvas e de estrutura invulgarmente alta. Responsáveis pelo alto concelho, ditavam leis e tratados, organizavam documentos históricos e lideravam a frente unida entre os reinos.

A pequena tribo Mayan, seres celestes de asinhas pequenas vermelhas e de cabelos ondulados e da cor do sol Seu maior orgulho era sua ligação ao mundo espiritual. Pacíficos, em nove séculos jamais se ouvira falar de um Mayan que houvesse desafiado ser um aventureiro e deixar a ilha, em oposição às demais raças.

 Javians, seres protegidos pelo Mar, cabelos escuros e de pele bronzeadas, fortes e ágeis, guerreiros excelentes no deserto. Orgulhosos de sua criatividade e liberdade na hora da luta… “


   Abafando-se no esvoaçar do vento que por entre as altas copas esverdeadas que alcançavam o décimo-quinto andar, a voz rouca e grisalha do velho professor de história se perdia e um mero ruído de fundo ia se tornando para o pequeno Hizumy. Cá no fundo, distante dos restantes colegas de turma dez anos mais experientes, absorto pelas maravilhas da sua memória, segurando a maciez da face, toda ela arranhada, com sua pequena e suave mãozinha, navegava por entre sonhos de lembranças recentes.
 
  De cinco em cinco anos apenas um escolhido recebia a honra de deixar o “Mundo acima do Mundo”. Normalmente, tal era escolhido através de vários exames teóricos, práticos e lutas. Um processo que levava cinco anos para escolher o mais digno de todos. O ser mais leal ao seu povo, aquele que manteria o segredo de sua existência, todavia, que estaria sempre apto à retornar se sua pátria o chamasse…

  Fazia cinco anos que deixara sua tribo, sua família. Cinco anos que, pela primeira vez em toda a história de Tho-ja, havia se tornado no primeiro Mayan a ingressar na magnífica universidade de história do império de Arelion. O primeiro a explorar todo o arquipélago e suas ilhas de mil culturas. O mais jovem a alguma vez adentrar na Sagrada Universidade Arelioniana e, o único e mais novo herói de Tho-ja com proveniência Mayan…

Quando adentrou na Sagrada Universidade, mesmo com tamanho feito, não houve um único ser, celeste ou humano, que visse nele um candidato digno. Tudo mudou há alguns meses quando demonstrou a maior prova de amor pela existência de Tho-ja Hyperborea naquilo que ficou conhecido como “A Batalha dos portais”.

“Séc. VI p.c., ano 713.
     
    Por vezes, o amor tornar-se em um  vício corruptível, e o anseio por cumprir um desejo, uma labareda capaz de cegar a nossa própria alma. Guiado por boas intenções perante seu criador, o reino de Víboras desviou-se do caminho que lhe era garantido, virando-se contra seus irmãos e começando a primeira grande batalha entre tribos. “


O chilrear alegre das aves que sobrevoavam o límpido céu azul se misturavam ao bater fervoroso das alvas ondas borbulhantes que encontravam seu fim nos grandes rochedos mirabolantes do porto. No seu reflexo, espelhado no vidro das janelas, era visível a sua preocupação. Os passos apressados, distantes, mas que aos poucos se faziam próximos, pelo corredor apenas poderia significar uma coisa, - Guerra. Não que o seu propósito não fosse aquele, todavia, algo não estava como o destinado. Rhael não sucumbira no sono profundo para despertar e ver sua criação se auto-destruindo. Aquilo não poderia estar certo e Hizumy o sentia.
Por entre os questionamentos e indecisões, há alguns metros dali, podia sentir na própria pele os gritos agoniados dos que davam o seu último sopro. O oco e dilacerante som da carne a despedaçar-se pelos fios metálicos. O silêncio avassalador que, pouco a pouco, ia dominando as aldeias da tribo Mayan conforme o avanço das bestas. Rios azuis que de vermelho se mancharam, corpos esmagados, queimados e irreconhecivelmente destroçados… Aquela disputa sem sentido ia se alastrando por todo o continente e, irreversivelmente, parecia se acercar de Hyperborea, capital dos Mayans. Por mais que seu sangue ferve-se, que seus membros tremessem de ânsia, tinha que se manter fiel ao plano. Tudo dependia dele, pois era o único capaz de controlar a nova arma dos Dandelions, anéis que abriam pequenos portais, suficientemente grandes para que apenas ele os passasse. O plano?! Hizy sabia que para chegar à capital a cabeça da cobra vir-se-ia a rastejar por aquele caminho e, ao contrário de todos os Mayan que correram para a capital, cobardes ou receosos demais para lutar, seres que jamais haviam tocado numa arma ou pensado sequer em matar alguém, totalmente dependentes de outros para que lutassem por eles, o pequeno havia conseguido do grande engenheiro Macrox sua arma experimental e com ela, determinado estava em pôr fim àquela loucura.

No longínquo, à margem do leito d’água, Karik se ajoelhava mergulhando as mãos em concha e as levando ao semblante. - Coronel, por este andar estaremos na cidade de Hyperborea ao meio dia. - Karik sorriu colocando-se de pé. Olhou de soslaio para a reluzente e pesada armadura feita em placas de metal e o escudo decorado com as insígnias da Lua Gêmea, que repousavam imóveis no exterior da tenda de campanha. Cabelos negros, imaculadamente cortados em degrade dos lados. Queixo limpo, disciplinadamente aparado e um bigode extremamente brilhante e saudável. Pele morena e nariz pontiagudo, comprido e arrebitado e, diferente de seus semelhantes, era um homem de pouco humor ou alegria, sempre pronto para usar suas armas não importasse o momento, nunca estando muito longe delas, como era de conhecimento comum por entre aqueles que já haviam trilhado caminho com ele ou ouvido suas fasanhas. - Desfaçam o acampamento e preparem os cavalos. O meu sangue ferve por sangue selvagem! -

Karik Soir Víboras, coronel das forças armadas do Império de mesmo apelido , era aquilo que se podia chamar de “A lenda viva”. Todas as tribos tinha uma. Bem, quase todas! Pois ali era onde nasceria o primeiro da tribo Mayan. Acontecia daquele ser o ex libris entre todos, principalmente da classe espadachim. Lendário desde seus treze anos por aniquilar um dragão adulto, Karik conquistou o seu valor no meio da guerra e da matança por todos os campos de batalha por onde andava no mundo dos homens de baixo, fosse nas vielas das pobres regiões, ou à frente dos vastos batalhões à que teve a honra de comandar. Agora, com a força de treze mil homens, uma força duas vezes maior que a rival, e aliado à uma frota de piratas, preparava-se para marchar.
Karik estava irritado, parecia irritado. Nas suas mãos o mapa estilhaçado à meio era evidência do seu ódio. Tudo o que podia fazer era olhar em volta para aquele cenário calamitoso e encher-se mais e mais de raiva e desprezo por aquele à qual outrora denominava seu povo. Seu nojo por aqueles selvagens de cabelos e asas azuis havia copulado tanto que nem mesmo massacrá-los fazia todo o seu ser acalmar-se. Como podia?! Uma mera e insignificante criança daquela região atrasara em quase quatro meses seus planos. Dividia seu ódio apenas entre tal ser e os guardas que havia mandado decapitar. Como raios haviam sido derrotados por um noviço?! Um simples pupilo na arte da espada! Sem experiência alguma em combate.

 Foi então, ligeiramente deslizando o olhar do mapa destroçado que, subitamente, na ténue linha do horizonte, ele avistou algo, ou melhor, alguém que, rapidamente, um pequeno riso fizera nascer no recanto de seu bigode. O vulto azulado tornara-o impossível de equivocar-se. Sua presa vinha até si.

  Suas veias, palpitantes, grossas e enraizadas na superfície da sua pele por todo o seu corpo pareciam berrar. Seus olhos, vermelhos, pareciam que iam perdendo aos poucos a luz de vida que lhe restava. As pernas tremiam e lutavam por entre si para se manterem em pé e em movimento. Era difícil respirar. Era difícil manter-se vivo. Como um flash de luz, saltava de portal para portal. Os anéis que Macrox fizera eram deveras extraordinário, contudo, não haviam sido banidos e considerados arma letal por mera futilidade. As hipóteses de sobreviver após 18 minutos de seu uso eram de míseros dois por cento. Só um louco se arriscaria a usá-los. Era suicídio. E Hizumy o sabia. Se iria morrer, ao menos que degolasse a serpente que havia permitido a escuridão adentrar na utopia que era Thor-ja Hyperborea.

   Rápida e velozmente se fez chegar à Karik que, não fosse quem era, por milésimos de segundos não ficaria sem seu pulso esquerdo. - Tenho que admitir, sábio e valente da sua parte vir à mão predominante do inimigo! Pelo menos para alguém tão limitado moralmente como os Mayans! - Sem delongas, Karik contra atacou, no entanto o garotito era mais rápido graças aos portais, e conseguira se esquivar abrindo um portal mesmo atrás de si e apenas se deixando cair.
 
 A luta que se seguiu foi dita por muitos como horripilante, uma chacina contra uma pessoa. O miudito, mesmo com aquela invenção singela e tão poderosa estava a perder. Suas costelas e pernas quebradas, rosto inchado, irreconhecível! Até mesmo alguns soldados de sangue frio do exército de Karik começaram a ter dó daquele ser, muitas vezes o comparando com seus filhos que estavam na segurança de suas casas. E, diz o relato, que quando estava prestes a dar o golpe final, os anéis eclodiram, sugando Karik contra a espada do garoto que, estupefacto, fosse pela exaustão, fosse pelo choque, manteve-se imóvel.

Hizumy nada se lembra do que realmente aconteceu se não meros feixes de memórias soltos pela cabeça, sintomas que segundo Macrox, eram de se esperar devido ao uso da sua arma, agora destruída e para sempre perdida. Também fora Macrox e suas bugigangas que acabaram por salvar a vida de Hizy.

 Inconformados, muitos dizem que de heróis o celestial não tem nada, qualquer um faria o que ele fez se tivesse em sua posse a invenção do engenheiro. Outros o glorificam e honram, afinal era um Mayan invulgar, como nem um outro jamais existiu.

 A verdade era que, gostassem ou não, fosse justo ou quiçá uma injustiça colossal, o alvorecer de uma nova manhã nascia perante o vulto daquele jovem aventureiro e historiador. Deixava o seu papel de noviço para trás, e trajava o manto oficial de um arqueólogo. E era no ponto mais à sul de Lorenia, onde era sempre banhado pela forte luz do solstício de verão, do alvorecer ao crepuscular, que subia a bordo da nau que o levaria à terra firme.

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“O Conto da Espada - 14 anos “

   O suor escorria-lhe gélido pelas têmporas. Como que diabos havia se metido naquela barafunda?! A regra do jogo era simples. Com uma pequena faca na mão, separados por meio metro, os dois rivais permanecem sentados à espera do momento certo. À fronte de ambos uma belíssima katana japonesa, de punho vermelho e bainha com a cauda felpuda de um animal raro, fincada no solo. Para desferir um golpe fatal no adversário com a faca, o mesmo não poderá permanecer sentado. Aquele que se levantar primeiro perderá a vantagem. Aquele que conseguir a espada oriental primeiro, receberá a vantagem. Tudo o que ele queria quando entrou ali era comprar uma espada e não se inscrever num jogo sangrento e nada misericordioso! Desde que deixara Thor-ja que há 2 anos que se meter em alhadas como aquela era o pão de cada dia!  ~ Estou a morrer de fome… sede… e sono… ~ Fazia já 2 dias que ambos estavam ali, apenas trocando olhares fulminantes, não podiam comer ou dormir. Seu rival era um homem esquisito, de armadura pesada e um chapéu de cowboy. Músculos três vezes que o moleque, veias salientes por toda sua carne. Parecia insaciável e, verdade seja dita, impressionava sempre que olhava para ele. ~ Não acredito que paguei por isto… Só queria uma espada nova! ~ Cada vez mais se arrependia de ter atracado naquela ilha. Um dia ruim todos temos, mas mal por os pés e acabar num desafio onde o prémio é a própria vida… Tudo porque no seu último duelo enfrentara um mestre espadachim que, não só sua força bruta como sua mestria, fizeram com que a lâmina da sua espada falhasse.

~ Vai até Iron Steel, disseram eles! Não te vais arrepender! aff! ~ O arqueólogo indagava-se se aquilo não teria sido uma brincadeira de mal gosto de seus antigos companheiros de viagem. Estiveram com ele durante dois anos: um gigante, um tritão e uma historiadora. Juntos o quarteto havia desfrutado de muitas desventuras, porém, Hizy havia decidido que ao contrário deles, ainda era demasiado novo para assentar e deixar a emoção das aventuras e dos descobrimentos escapulirem-se-lhe por entre os dedos miúdos.

  O enorme formigueiro nas pernas vinham em péssimo momento até que, talvez dando as boas-vindas ao João Pestana, o matulão do rival cerrara as pestanas por quinze segundos. Quinze segundos! Numa situação normal seria quiçá o suficiente para garantir vantagem, mas a fraqueza atingiu seus joelhos. Em desespero, numa reacção quase que instantânea, cravou a faca na coxa e, milagre ou não, afungentara a fraqueza. O cavaleiro acordou somente à tempo de deslumbrar a criança a empunhar a katana e seria ali que começaria a verdadeira batalha se… Se o grande cavaleiro, ao se levantar, de boca seca e estômago vazio, de enorme armadura pesada, não tombasse desmaiado no solo.
- Acho que te vou chamar de Arisha! - E foi assim que o rouxinol batizou a espada, com um nome de sua terra que significava “Boa Sorte”.

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“ O Conto da paixão - 17 anos”

     A imensa chuva torrencial não dava sinais de cessar. Tarde era a hora naquela taberna assombrada pela negritude do salão. Na extremidade das paredes de madeira úmida e mofadas, prestes a desintegrar-se pelo tempo, a luz fraca lutava para luzir das chamas inquietas das velas penduradas por castiçais enferrujados, e delas, silhuetas imaginárias eram projetadas. Um ou outro pirata, bêbado, oculto nas sombras, figuras solitárias, deixadas ao abandono pela própria tripulação. Do outro lado, um quinteto de pescadores jovens cantavam abraçados, encharcados de rum até a goela, baloiçando o líquido de dentro da caneta rústica. Escondido no recanto mais afastado do estabelecimento, sentado numa mesa com pouca iluminação, Hizumy escrevia suas anotações. Gostava de manter suas descobertas e histórias guardados, não fosse a memória fugir-lhe. Tudo enquadrava-se na normalidade daquela região até que ela apareceu. Tinha a face mais brilhante que alguma vez vivenciara. Seus cabelos de uma cor única. Sua tez pálida como a neve mais pura de inverno. Todo o seu ser destacava-se daquela escuridão bruxulenta.

   Seu coração acelerara de tal forma que, sem se aperceber, tinha ido conversar com ela. Era algo normal para si socializar com estranhos, mas desta vez, estava diferente. Sentia a pele morna e a voz a rasgar-lhe a garganta. O rosto parecia um tomate e não conseguia parar de se preocupar em como cheirava ou se estava penteado.  A noite, fluiu naturalmente após tais preocupações levianas esfumaçarem-se. Jamais havia tido uma conversa tão agradável!

  Dias foram se passando com os dois juntos. Haviam decidido, naquela taberna, tornarem-se companheiros de viagem. Ambos com seus objectivos, ambos com suas diferenças, mas ambos juntos. Verdadeiros amigos. De todos os seus vários companheiros, aquela jovem havia sido a que mais tempo esteve à seu lado! Ambos se deixaram conhecer de verdade! Ambos partilharam gargalhadas, lágrimas, discussões, derrotas e vitórias! Contudo, embora estivessem claramente apaixonados, quis o destino que cruzassem trilhos diferentes. Ele, porque tinha um novo rumo a seguir, novas descobertas, novas ilhas e o novo objetivo. Ela, porque tinha que reconquistar a própria liberdade por si só, enfrentar o passado.
 
    Dois anos juntos. Agora era hora de se separarem, todavia, ficava a promessa de reencontrarem-se em dois anos em um novo destino. Derlund. Mil e uma aventuras pela frente teve após deixá-la. Algumas dignas de se relatarem, outras mais vale passarem despercebidas. Mas todas o fizeram o homem justo, bondoso, com tremendo gosto pela aventura e apaixonado pela história que hoje é. Todas, o trouxeram de volta para aquela pessoa.

Características



Qualidades:
• Alado (Raça)
• Profeta (Raça)
• Renome (derrotou um vilão no seu reino)(1 Pontos)
• Atraente (1 Pontos)
• Destemido (1 Pontos)
• Carismático (2 Pontos)
• Prodígio (2 Pontos)

Defeitos:
• Exótico (Raça)
• Bisbilhoteiro (1 Pontos)
• Heróico (2 Pontos)
• Justo (2 Pontos)
• Apegado (Apaixonado pela char do Vincent) (2 Pontos)


Atributos


Nível: 1
Experiência: 20

PdV: 280
STA: 100

Força: 0 [+3Edc] [#ff6600] [+2 Racial][#99cc00]  5[Regular]
Destreza: 6 6[Regular]
Acerto: 0 [+3Edc] [#ff6600] [+2 Racial][#99cc00]  5[Regular]
Reflexo: 6  [+4 Racial][#99cc00]  10[Regular]
Constituição: 8 8[Regular]

Agilidade: 7
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

Conhecimentos



Proficiências:

• História
• Investigação
• Lógica
• Geografia
• Criptografia

spoiler="Arqueólogo"] Os arqueólogos são aqueles que estudam as sociedades, culturas e a história da humanidade por meio de de textos, vestígios e experiências. Arqueólogos conseguem compreender e decifrar linguagens antigas, além de saber identificar artefatos que eventualmente sejam capazes de encontrar.

Bônus: Jogadores arqueólogos são os únicos capazes de encontrar o caminho para as ilhas do céu que não tem sua existência divulgada publicamente, além disso, também são os únicos que podem interagir com os Poneglyphs.[/spoiler]

Mascote


Nome do Mascote
Animal: Raça e especificações de seu mascote.
Altura: Altura de seu mascote.
Peso: Peso de seu mascote.
Porte: Porte do seu mascote.
Raridade: Raridade do seu mascote.
Aparência: Aparência do seu mascote.
Personalidade: Personalidade do seu mascote.
Atributos: Foco de atributo de seus personagens.

Comandos:
Lista de Comando complexos que foram ensinados ao seu mascote

Estilos de Combate



Espadachim:
Espadachins são especialistas em combates de curta distância, as formas de se manejar uma espada variam muito de acordo com quem a empunha, utilizam katanas, montantes, rapieiras, sabres e similares.

Técnicas


Nenhuma por enquanto.

Haki da Observação


Não despertado.

Haki do Armamento


Não despertado.

Haki do Rei


Não despertado.

Berries: 0 ฿S


Itens


Tratam-se dos itens equipados em seu personagem

Cabeça:
- X -

Pescoço:
- X -

Tronco:
- X -

Braços:
- X -

Mãos:
- X -

Pernas:
- X -

Pés:
- X -


Inventário



10 U

Nome do Item:
Espaço:
Descrição:

Embarcações


Nenhuma por enquanto.

Menções no Jornal


Nenhuma por enquanto.

Photoplayer



Photoplayer:

Ficha - Hizumy em construção Bbbe805e28c36a086bb4645cf317f6af

Relações



Players:
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NPCs:
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NPCs Importantes:
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Skÿller
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Imagem : ALOU TESTANDO O TESTE TESTADOR DE TESTES TESTADOS
Créditos : 30
SkÿllerSoldado
https://www.allbluerpg.com/t272-annabelle-petit-barozzi https://www.allbluerpg.com/t303-voice-of-the-soul#875
Re: Ficha - Hizumy em construção Qua Maio 19, 2021 8:03 pm

_________________

Ficha - Hizumy em construção O0yljIK

Ficha - Hizumy em construção WhdRXxk

Fala Annabelle
Pensamento Annabelle
Fala Lilith