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Shiranai Qui Maio 13, 2021 12:51 am



Shiranai "Leyka"








Sobre o Personagem


Nome: Shiranai
Idade: 25
Género: Feminino
Mão Predominante: Esquerda
Altura: 1,72
Peso: 66Kg
Raça: Humana (Versátil)
Origem: Desconhecida
Localização: Flevance - North Blue
Grupo: Civil

Complementos



Aparência:
Shiranai é uma garota de fios cinzentos como as folhas consumidas pelas chamas, quase como se simbolicamente representassem a perda de sua esperança. O azul, por outro lado, ainda vive em seu olhar quase sempre melancólico, ainda que firme e compenetrado. Seus lábios sutilmente alongados e finos quase sempre em sorrisos singelos compõe seu semblante mais comum. Suas orelhas são pontudas, diferindo-se parcialmente do "comum" aos seres humanos, o que talvez lhe confira sua audição bastante apurada, mas, nada que realmente lhe destaque a ponta de caracterizá-la uma espécie diferente ou aberrante. Além disto seus dentes também apresenta esse aspecto mais pontiagudo sem efeitos práticos.

Seu corpo por sua vez é marcado por braços esguios, ombros sutilmente largos e baixos, seios modestos e mãos repletas de cicatrizes pelos treinos com adagas e outras armas pequenas, ou, pelos trabalhos braçais que fez desde a juventude ao abandonar seu lar abastado. Suas pernas são firmes e longas, com uma musculatura razoável que deflete-se dos seus momentos mais acrobáticos saltando entre telhados quando exerceu a função de justiceira nas sombras do reino. Possui algumas cicatrizes de escoriações e marcas de corte em sua cintura, onde em busca de fazê-la exprimir algum som seu agressor cravou firme as unhas o suficiente para ferí-la.

Depois do pseudo massacre no bar, apesar de não saber ao certo se é ou não procurada, ou, se até mesmo acreditariam que uma figura desconhecida como ela seria assasina e não outra vítima desaparecida, ela usa uma peruca castanha para cobrir seus cabelos incomuns com receio de ser descoberta, ao menos, inicialmente por um tempo. Quando em ação também costuma usar uma coroa de espinhos sobre a cabeça, em referência à sua divindade atual, Leyka, apesar das pontas polidas.

Personalidade:
Uma heroína descrente, esta seria a definição mais sucinta da personalidade da garota que abandonou seu sobrenome e passou a utilizar em seu lugar o nome da Deusa cujo caminho lhe foi escolhido. A filosofia da fé de sua antiga serviçal em muito lhe acompanha, Gremona e Leyka, absolvição e punição. Ela por muito optou pela primeira forma, mas, assumindo os erros daqueles que julgou como certa e a incapacidade sistêmica de resolução ergueu suas lâminas afim de trazer a justiça fria da Deusa mais carrasca. Salvo os que considera justos e pune os que merecem de forma impiedosa, desde que, é claro, seja determinado por si que aquela pessoa é passível de tal.

Tornou-se leal ao outro justiceiro que fez suas ações naquele local, um filho da nobreza, nascido em berço de ouro, assim como ela, ainda assim não cego para as crueldades do mundo. Uma última aposta, um último voto, ela sentiu que podia ser o seu último apego e doou parte de si ao seu auxílio na procura de agarrar-se à um ultimo fio da esperança que lhe foi tão tomada ao longo da vida. Contudo, dizer que ele é a esperança final não é uma metáfora, visto que a garota decidiu que irá ceifar sua própria vida em desespero se este provar-se apenas semelhante àqueles que tomaram tudo em seu caminho sem importarem-se com as vidas diante de si.

Interesses? É claro, ninguém é só um monte de bravura e altruísmo, a garota gosta de uma boa bebida, de preferência algo apimentado como um bom licor de pimenta. O gosto pela pimenta não para nas bebidas, quem sabe o quanto a garota faria por um taco bem temperado? Seu gosto é tanto que ela poderia apenas ir e comê-las pura, apesar de não chegar a mostrar-se como um vício. Além disso é apaixonada por uma boa massagem, apesar de isso limitar-se aos temores absolvidos durante a vida. Se algo se direcionar ou parecer ter segundas intenções, ou, até se isso for involuntário pode acabar lhe gerando desconforto, em certo grau que isto se agrave até medo.

Existe uma música que ouviu quando pequena que também lhe soa vez ou outra no pensamento, algo que ela de alguma forma apreciava bastante, visto que a marcou de tanto tempo. Ela de certa forma sente um sentimento conflitante em relação a música e vez ou outra a ouviu de novo na boca de alguma mãe, uma estranha canção de ninar que lhe deixa ao mesmo tempo melancólica e nostálgica. Em certo ponto isto acabou se abrangendo para qualquer canção do mesmo cunho, fazendo-a não ter tanto apreço por crianças por preferir evitá-las acreditando que estas agravam as incidências de seus pesadelos.

História:
Onde reside a glória e a justiça? Quem no mundo zela pela justiça incontestável? Quando as facetas da moeda se unem? Eu nasci em uma família de magnatas em um local dominado pela corrupção cujas lembranças apagou-se em sua maioria inconscientemente, guardando-as em um lugar obscuro de minha alma. Nomes, endereços, locais, agora, dez ou doze anos depois, por mais que eu tente parece apenas vagos resquícios de memória inalcançáveis, e, particularmente, não desejo ressuscitá-los dentro de mim.

Por outro lado, os sentimentos e as sombras superficiais dos eventos continuam ainda relutantes em seus sonhos perturbados. Ainda consigue se recordar da empregada da casa, Gamora, ensinando sobre a sua fé. Leyka e Gramona, deusas que simbolizavam o ideal de justiça cuidando daqueles que as adoravam, a sombra gentil e a luz voraz. Ela acreditava que Gramona era como um relento silencioso, uma calmaria plena de espírito e pacificidade que acolhia aqueles que fizeram por merecer, por outro lado, Leyka era uma punidora voraz e rancorosa que acometia aos pecadores punições equivalentes, funcionando como uma balança.

Eu brincava desde o nascimento com a sua filha, Gramona. Era curioso pensar como aquela jovem senhora escolheu o nome de sua filha, em sua visão a justiça de Gramona era a “certa”, a mais plena. Ela não agradava-se do gume punidor de Leyka, pelo contrário, ela me ensinava que por eu estar em uma posição privilegiada ainda mais eu deveria ser como a deusa da justiça sombria, pois assim pessoas como ela poderiam ter esperança de um futuro melhor.

Futuro. A lembrança desta palavra em sua boca se torna ainda mais desgostosa quando os eventos seguintes são desenrolados no decorrer da noite repleta de movimento em suor acima dos meus lençóis velhos. Nem todos os negócios da minha família eram “lícitos” e quando um destes acabou gerando uma situação dentro da mansão onde todos puderam presenciar uma quantia exorbitante de assassinatos, algo precisava ser feito. Ainda posso ver o homem de fios cinzentos como os meus se movendo com um raio, uma tempestade nebulosa incontestável. Todos pereceram diante de si como uma fração de segundos, todos menos os seus guarda costas.

Meus olhos arregalados, o que em meus ombros que ao poucos enfraquecia até que o som de um corpo caindo ao solo seguido de outro mais repetitivo de sua cabeça saltitando pelos degraus da escadaria de onde assistia o verdadeiro massacre. Gramona por outro lado, na parte superior engasgava em seu próprio sangue enquanto segurava seu pescoço. Segurava sua mão esticada por alguns instantes, impotente, antes de sentir o golpe pesado do leque de minha mãe contra minha mão me fazendo grunhir de dor.

- Essazinha já estava te deixando mole mesmo. Homens, limpem esse lugar logo, não queremos nem resquícios do que houve hoje!

Eu não conseguia me mover, alguns guardas pessoais iam me empurrando até por fim me carregarem de volta para o quarto. Eles me trocaram, me colocaram na cama, mas eu não dormi, olhei o teto por horas até que fez-se o dia. Não havia lágrimas, era como se uma parte de mim tivesse morrido ali junto daquelas que foram o mais próximo até então de uma família “real” para mim, já que meus pais apenas me viam como uma sucessora em potencial.

Eles tentaram me treinar inclusive pelos dois anos seguintes, sendo o primeiro marcado pelo nascimento de outra herdeira. De certa forma a atenção desviou-se de mim depois disto, como se uma possível irmã melhorada tivesse surgido depois daquela que cada vez mais era vista como uma decepção. Foi graças à isto que consegui fugir, correr daquele lugar pela minha vida. Passei fome, andei pelas ruas sem rumo, suja, meus cabelos cinzentos pareciam quase pretos quando fui acolhida por um marinheiro. Não sabia como havia chegado até ali, e, quando partimos não tinha forças para perguntar para onde íamos.

Era um velho estranho, me deu comida sem um motivo aparente e começou a cuidar de mim. Ele tinha um grupo, mas não era o líder dele. Eu fui aprendendo aos poucos as coisas, desde algo em torno dos nove anos quando ele me encontrou até os meus onze ou doze anos eu mostrava bastante aptidão e comecei a realmente participar das incursões nos navios aos quais ele trabalhava. Aprendia como guiar o navio e também como me orientar no mar.

Quando eu tive em torno dos meus treze anos, por outro lado, a realidade da vida voltou a perturbar-me. Aquele homem não tinha filhos ou outra pessoa com ele, mas eventualmente eu via algumas mulheres com ele. Não sabia bem o que eles faziam em seu espaço privado, mas, em um dos dias de bebedeira deste terminou diferente quando ele voltou completamente sozinho. Ele não dizia coisa com coisa, seus toques começaram a parecer um tanto estranhos, incômodos, ainda que eu não entendesse bem a razão, mas, acabou ali.

Alguns dias depois outra situação parecida aconteceu, e depois outra, quando tentei conversar com algumas das mulheres nos dias em que ele chegou acompanhada tudo que ela perguntou era se eu era filha de verdade dele, e, quando neguei ela riu como se eu fosse algum motivo de deboche. Foi quando a dor acometeu-se de forma plena que eu entendi um pouco do sentimento daquela dama da noite, o que era branco manchou-se em vermelho e depois em branco de novo algumas vezes mais depois daquele dia.

Eu deveria lutar? Eu deveria ter me queixado? Eu ficaria sozinha de novo? Todos os pensamentos perturbadores de minha mente somaram-se ao estresse repentino causado pela troca de líder na embarcação antes de irmos para uma outra ilha. O filho de algum cara do alto escalão havia sido posicionado na função de capitão retirando o anterior que era admirado pela sua força, boa parte daqueles que também eram hábeis começaram a debandar para outros grupos. O homem que me tinha em sua casa, apesar de irritado, decidiu ficar.

Eu achava engraçado como um cara que mal conseguia girar um leme, talvez até mais fraco do que eu era tido como líder, mas, os outros pareciam temê-lo. Em uma das suas grandes demonstrações de habilidade quando ele escorregou em um esfregão no convés acabei por soltar uma breve risada. Aquilo foi motivo o bastante para ele partir para cima de mim tentando me agredir, em primeiro momento me defendi sem grandes dificuldades, mas, senti um golpe por minha perna de outro homem que acabou me derrubando enquanto aquele diante de mim socou a minha face, dando outros chutes quando eu estava caída. Eu olhei na direção do homem que mesmo me causando uma dor estranha pelas noites ainda me abrigava, como se ainda acolhesse um pingo de esperança. Nada, ele apenas virou a sua face.

Os marinheiros que tive como uma possível justiça, uma chance de um caminho melhor mostravam cada vez mais imundos, sujos e corruptos. Não sabia se eram todos, tentava acreditar que não, mas, naqueles que acompanhava apenas havia podridão. Extorquiam pessoas quando estas pediam ajuda com piratas que eram cruéis consigo, guardavam para si bens recuperados, acordavam-se na sombra da hipótese de o grupo que enfrentaríamos serem perigosos e fingiam não verem o problema. Foi neste lugar e nesta época que ouvi os rumores de um “justiceiro”. Um herói agindo nas sombras.

Inspirada por suas ações, comecei a brincar de heroína da mesma forma como esse fazia. Saí pela noite vestindo roupas bem diferente das roupas alvas que usava normalmente, um sobretudo negro que cobria completamente a minha os meus fios cinzentos e parte da minha face, usando armamentos incomuns. Buscava espantar boêmios, enfrentar ladrões e espantá-los dos locais recuperando por vezes os pertences das vítimas. Não matei nenhum nesta fase, pichando perto das minhas ações o nome “Gramona”, referenciando a piedosa Deusa da justiça das crenças de quem me criou como uma mãe.

Em algum momento minhas noites foram interrompidas por um estranho convite, a reunião em torno de uma figura bastante prestigiada, a nobreza local. Como marinha fomos até ali e acabamos conhecendo então o tal príncipe, ele tinha fios ruivos e uma aura bastante misteriosa. Foi quase natural quando começamos a conversar, ele parecia carregar certo rancor contra nós apesar de eu não ver o exato motivo aparente, mas, houve algumas críticas que insisti em rebater. Mesmo desiludida com a minha tripulação ainda mantinha esperanças de que haviam marinheiros por aí que eram justos e que eu estava do lado do bem em ambas facetas, o caminho de Gramona, acreditando nas pessoas.

Com estranhas coincidências encontrei-o de novo mais outras duas vezes, de longe, sem conversas destas vezes onde apenas trocamos olhares, mas, o suficiente para me deixar curiosa. Quando tentei conversar com este, apesar de barrada inicialmente, fui autorizada pela guarda para ir vê-lo. Foram vários os dias de visitas sem motivo algum, as conversas em besteiras, coisas sobre a segurança da ilha e dos serviços na marinha, quase como se prestasse contas à realeza mesmo sem razão alguma. Eu fugia das minhas frustrações e do meu capitão mimado no único local onde ele não poderia se meter, no ninho da nobreza, não sem seu pai ao menos.

Outro dos encontros porém foi inesperado e estranho, sem nos reconhecermos. Aqueles que agem nas sombras eventualmente se encontrarão e naquela noite “Gramona” e “Justiceiro” tiveram seu primeiro e último encontro utilizando estas facetas. Formas opostas de empregar a mesma justiça, conflitantes, não confiando um no outro, sua presa escapava e um pequeno embate acontecia até que em uma troca de golpes a máscara do garoto e o capuz da outra se perdiam. Havia fúria, havia espanto, mas, principalmente um certo temor de ambos os lados quando a mulher foi a primeira a buscar escapar. Tudo que ela pode ouvir foi uma sutil acusação de que ela estava apenas se iludindo, que o que ela fazia era fugir de ver que sua tripulação era mal para aquele lugar.

Rangendo os dentes, buscando manter-se convicta que estava do lado certo, avançou direto na direção do bar onde o grupo devia estar. Ela queria vê-los apenas se divertindo, apenas sendo boas pessoas. Tirou o manto no banheiro aos fundos e vestiu-se normalmente, mas, quando entrou o que encontrou foram bêbados abusivos, um agredindo uma das damas da noite que estavam com eles, outro impondo que o homem lhe desse bebida por terem espantado alguns piratas quando eles mal podiam andar e se algum pirata de verdade surgisse eles apenas fugiriam.

Revolta, ela até podia ter reclamado por algum meio, mas, sequer parecia que qualquer um dos presentes era mesmo capaz de ouvir-lhe. Ela caminhou, trombou com uma das damas da noite que sorria completamente fora de si passando a mão por seu queixo de modo que lhe fazia arrepiar, mas não negativamente. Ela esgueirou-se de forma vacilante para evitá-la, mas, acabou apenas caindo em um sofá um tanto assustada. Havia corpos desguarnecidos de suas vestes, barulho, vozes estridentes forjadas na experiência quase vil que cada uma das presentes foi forçada a passar para aprender a satisfazer os seus senhores e sobreviver a mais uma noite. Os homens, era um misto de hostilidade e pecado que apenas precisava de um estopim.

Ela queria fugir, precisava, antes que eles começassem a lhe perceber como uma das profissionais locais. Buscou sair caminhando até a saída, mas, logo após levantar-se já foi interrompida pela pegada firme em seu pulso de um dos até então companheiros de embarcação. Ele não parecia reconhecê-la, não que isto fosse realmente ajudá-la. Jogou-lhe de volta ao sofá subindo a sua frente com o joelho entre suas pernas enquanto ela sentia seu corpo paralisar por instinto, amedrontada. Por cima dos ombros do homem viu aquele que cuido de si na esperança de que ele pudesse salvá-la, e ele de fato foi em sua direção. Ilusão.

Aquele que parecia salvador era apenas outro abusador, em verdade ele era aquele que mais lhe trouxe temor, empurrou o outro para assumir sua posição, buscou sua posse. O que esperar daquele que criou em si o pânico que lhe impedia de reagir afinal? Seus olhos azuis congelavam e o meio a sua volta parecia correr em câmera lenta até que o gosto do sangue preencheu sua boca. Uma lâmina cravada pelo pescoço daquele diante de si, os homens travando uma rixa de embriagados por um corpo frio pela descrença. Os outros começaram da mesma forma uma briga generalizada, matando uns aos outros, estourando o ódio iminente que já havia entre eles.

Ninguém tinha aceito por completo a troca de capitães, os que ficaram não se gostavam entre si, eram todos oportunistas consumidos pelo ódio. Um banho de sangue se formou, marinheiros, presentes, civis que não tinham nada em comum com todos os eventos. Alguns simplesmente fugiram, uma garota até tentou agarrá-la pelos braços para puxá-la para fora para sair do meio da briga, mas, ela mesma estava paralisada e o peso do cadáver em cima de si certamente não ajudava a garçonete de braços esguios a conseguir trazê-la consigo. Desistindo. Levava algum tempo para que voltasse a reagir empurrando com dificuldade o corpo para sair.

Saía daquele local com o manto negro jogado no banheiro sobre as minhas vestes, colocada por cima de forma desleixada, subia nos telhados e saía em disparada até que afastando-me já não sabia mais para onde ir. Ali, já com sua máscara, acabaria reencontrando o príncipe “justiceiro”. Depois de anos contidos, como um rio, uma represa que estourava as lágrimas simplesmente não paravam mais, afogando-me em seu próprio desespero até que ele sutilmente lhe abraçou. Uma promessa lhe foi sussurrada e assim como segui aquele marinheiro quando não tinha mais para onde ir, uma nova pessoa parecia surgir me mostrando um “futuro”. Eu por outro lado, apesar de ainda que já não se sentia mais apta a confiar, sorriria de forma melancólica embarcando em uma nova possível doce mentira. Uma promessa de lealdade, uma gota de esperança no fim do sofrimento, ser puxada para fora de suas decepções pelas mãos daquele homem, ou, renunciar a própria vida em descrença.

Características



Qualidades:
Versátil (Racial)Você pode somar até 9 pontos de defeito, conseguindo dessa forma gastar 9 pontos de qualidade em vez de 7.
Audição aguçada (2 Pontos)Você tem capacidades auditivas sobre-humanas, sendo capaz de perceber com clareza sons não notados pelos outros.
Atraente (1 ponto)Você é considerado belo pelos outros, seja pela sua aparência, porte físico ou estilo, você é capaz de despertar interesses românticos ou ser tratado mais favoravelmente por conta disso.
Visão na penumbra (1 ponto)Você é capaz de enxergar com clareza em ambientes com pouca iluminação. Desde que não seja uma escuridão completa, você consegue distinguir coisas e pessoas com relativa precisão. Mecanicamente, esta qualidade reduz a condição Cego em uma categoria quando a causa do efeito em questão for relacionado a falta ou obstrução de luz.
Senso de direção (1 ponto)Você nunca se perde e sempre é capaz de se orientar, as vezes até parece que você tem uma bússola dentro da cabeça.
Intuitivo (2 ponto)Você possui uma intuição forte e quase sobrenatural, praticamente um sexto sentido que pode lhe salvar de algumas enrascadas.
Visão aguçada (2 pontos)Você tem capacidades visuais sobre-humanas, sendo capaz de enxergar com clareza e precisão mesmo em grandes distâncias, além disso, costuma ver detalhes não notados pelos outros.

Defeitos:
Altruísta (2 Pontos)Você constantemente coloca a vontade, os desejos e a segurança das outras pessoas sobre a sua.
Heroica (2 Pontos)Você tem o hábito de ajudar os indefesos, corrigir injustiças e sempre cumprir com as suas promessas.
Leal [Alexander Lancaster] (2 pontos)[Descrente daqueles que lhe eram imagem de justiça anteriormente, uma nova figura aparece, Alexander, um justiceiro noturno assim como ela também o foi, lhe oferecendo uma nova rota quando já não havia mais nada em sua mente. Ela tornou-se leal a ele e a sua promessa.]

- Com seu voto de confiar pela última vez, acata as solicitações de Alexander sem contestação, confiando que há uma razão para cada uma delas que justifica os meios. Contudo, está pronta para abdicar de sua própria vida se este decepcioná-la em seu ideal de justiça quanto aos pedidos que lhe forem solicitados.
Traumatizada [Genofobia] (3 pontos)[No rubro de seu sujo lençol começou o sutil temor que envolvia desde o abandono, ficando novamente sozinha, até de assumir aquele que lhe cuidou como alguém cruel. O início da queda de parte da sua crença na justiça pacífica e um marco que ficou para sua vida. A menção do contato carnal mais intenso ou até a sugestão de algo que lhe relembre tal permaneceu consigo como um símbolo de desconfiança e temor, principalmente por aqueles que lhe são mais próximos]

- Se torna agressiva pelo ódio aos eventos ao presenciar situações que envolvam o seu temor como uma terceira, ficando arredia e sentindo um impulso de sair do local.

- Se imobilizada, remetendo a forma como seu trauma foi firmado, fica paralisada incapaz de reagir ou tentar se libertar da situação referente ao trauma.


Atributos


Nível: 1
Experiência: 400

PdV: 3600
STA: 100

Força: 0
Destreza: 300 + 60 + 60
Acerto: 0 + 60
Reflexo: 80 + 60
Constituição: 20 + 40

Agilidade: 100
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

Conhecimentos



Proficiências:

• Navegação
• Cartografia
• Condução
• Geografia
• Acrobacia

Navegador:
Navegador

Os navegadores são mestres na arte de planejar e executar viagens em alto mar, sabendo se orientar por diversos meios e qual a melhor forma de reagir em cada adversidade climática que tiverem de enfrentar.

Bônus: Jogadores navegadores são os únicos capazes de fazer um navio atravessar a reverse mountain, alcançar uma ilha do céu ou submergir até a ilha dos tritões, além disso, um navio com um navegador presente tem sua celeridade aumentada em vinte pontos.

Mascote


Nome do Mascote
Animal: Raça e especificações de seu mascote.
Altura: Altura de seu mascote.
Peso: Peso de seu mascote.
Porte: Porte do seu mascote.
Raridade: Raridade do seu mascote.
Aparência: Aparência do seu mascote.
Personalidade: Personalidade do seu mascote.
Atributos: Foco de atributo de seus personagens.

Comandos:
Lista de Comando complexos que foram ensinados ao seu mascote

Estilos de Combate



Ladina:
Ladinos são especialistas em combates de curta distância, fazem uso de lâminas curtas e escusas para pegar seus oponentes desprevenidos e realizar movimentos letais. Utilizam adagas, punhais e similares.

Ceifadora:
Ceifadores são especialistas em combates de curta e média distância, utilizam armas como Foice, Gadanha, Kama e similares.

Técnicas


Nenhuma por enquanto.

Haki da Observação


Não despertado.

Haki do Armamento


Não despertado.

Haki do Rei


Não despertado.

Berries: 250.000 ฿S

Itens



Cabeça:
- X -

Pescoço:
- X -

Tronco:
- X -

Braços:
- X -

Mãos:
- X -

Pernas:
- X -

Pés:
- X -


Inventário



10 U

Nome do Item:
Espaço:
Descrição:

Embarcações


Nenhuma por enquanto.

Menções no Jornal


Nenhuma por enquanto.

Photoplayer



Photoplayer:

Shiranai Dc010fa7d761a997f62111c53ccb30fa

Relações



Players:
Alexander Lancaster - Lealdade prometida

NPCs:
[url=Link com a Aparencia se existir]Nome do NPC[/url] - Relação com o NPC

NPCs Importantes:
[url=Link com a Aparencia se existir]Nome do NPC[/url] - Relação com o NPC



Última edição por Ryoma em Ter Jun 08, 2021 8:18 pm, editado 3 vez(es)
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Re: Shiranai Ter Maio 18, 2021 1:41 pm
Gostaria de solicitar algumas alterações/correções na minha ficha por descuido nas últimas modificações.

A idade acabou ficando errada com minhas pretensões finais, que seriam ela ser um pouco mais velha com a alteração de photoplayer, deslocando de 23 para 25 anos. (Se não for possível vou entender, houve um post único em uma adv até então);

Em particularidades tem um +2 Amarelo de um item no atributo destreza que acabou sendo removido em meio das avaliações por referir-se à um item de projeto, então remover esta estatística.

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Re: Shiranai Ter Maio 18, 2021 5:24 pm
Atualizado.
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Re: Shiranai Ter Maio 25, 2021 5:20 pm
Atualizar minhas estatísticas de acordo com a nova regra:

Nível: 1
Experiência: 400

PdV: 3600
STA: 2000

Força: 0
Destreza: 300 + 60 + 60
Acerto: + 60
Reflexo: 80 + 60
Constituição: 20 + 40

Agilidade: 100
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 0

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Re: Shiranai Qua Maio 26, 2021 12:16 am
Atualizado.
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Re: Shiranai Seg Jun 07, 2021 7:41 am
Gostaria de solicitar a inclusão de um EDC à minha ficha:

Ceifadora: Ceifadores são especialistas em combates de curta e média distância, utilizam armas como Foice, Gadanha, Kama e similares.

No ato da criação dela me equivoquei quanto ao limite de EDCs iniciais e gostaria de possuir ambos ladina e Ceifadora.

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Re: Shiranai Ter Jun 08, 2021 8:18 pm
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