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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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I - A Gata Solitária e o Robô Rabudo

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I - A Gata Solitária e o Robô Rabudo Ter Dez 27, 2022 12:51 am
Relembrando a primeira mensagem :



I - A Gata Solitária e o Robô Rabudo


Caitlyn G. [Pirata]

não possui narrador definido.
Fechada

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Pirata

A Gata Solitária e o Robô Rabudo!


- Meu irmãozinho? Ah, ele tem por volta dos dezessete anos, uma criança eu diria! – O jornal que ela me entregava era ótimo, teria todas as informações que eu precisava sem depender de uma marinha ridícula, sim, estou criticando no prato que comi. – Vou deixar vocês trabalharem, valeu pelo jornal! – E da mesma forma que eu me aproximei, iria me despedindo de frente para ela e quando tomasse certa distância, ia acelerando os passos até me virar e voltar pelo caminho que vim. No fim das contas, pararia em um banco do lado de fora de algum parque para dar uma lida no jornal.

Conforme ia lendo, minhas expressões iam mudando, começava com um: “interessante, ele deve ser um cara visionário” para um “vai tomar no seu cú, caralho, tu fala que vai focar no governo e daí vem focando seus robôs em mim?!” e finalizando com “Por que tinha que ser pássaros?! Porra, desde os blues esses caralhos vem me perseguindo!”.

Resumindo, os caras eram um bando de fanáticos que queriam botar o fogo no mundo inteiro para falarem que salvaram geral, mas no final não salvaram ninguém, ou seja, são um bando de filhos da puta que só serviram para atrapalhar o meu dia. É. Foco!

- Ou seja, não há nenhuma informação referente ao Adam e eu não vou perguntar para uma marinheira fedida. – Balançava a cabeça de forma negativa sentindo que eu tinha chego a um ponto zero mais uma vez.

- Eu não vou deixar esses robôs saírem barato, não sou uma heroína, longe disso, mas se eles estão fazendo isso para eliminar quem estiver na sua frente, meus irmãos podem estar em perigos. – Desembanharia minha adaga e começaria a caminhar em direção aos robôs, se eles me atacaram de supetão, agora era eu, Caitlyn G., que faria o estrago! Pegaria uma das trufas de chocolate branco que tinha em um dos meus bolsos e a comeria conforme fosse andando.

No exato momento em que detectasse o robô, não importaria quem estivesse do lado, se era a marinha ou a guarda real ou até mesmo o Papa, usaria o Soru para me aproximar em alta velocidade e eletrocutaria a minha adaga expandindo seu alcance e sua força para executar cortes diagonais pelas costas dos robôs.

Usaria não apenas a adaga e sim o meu corpo como uma arma completa, sempre expandindo o alcance através de garras ou presas e usando a eletricidade para usar como uma corrente elétrica e ir perfurando os malditos um por um daqueles corvos de prata. – Corvos de Prata é o caralho!

Usaria da minha agilidade para me locomover com flexibilidade e acrobaticamente de forma a tentar enganar qualquer mira um pouco mais precisa e dessa forma evitar também ataques mais previsíveis.


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Ela não tinha conseguido informações úteis sobre seus irmãos mas temia que eles estivessem em perigo, então logo, decidiu ajudar a resolver os problemas adiante, avançando para foder os robôs no caminho. Usando a adaga ela cortava, e fritava os circuitos deles com o aumento de alcance gerado pela eletricidade.

Um combate veloz, onde aos poucos ela eliminou todos os pequenos robôs a sua vista, mas era agora que do céu surgia algo mais problemático, um robô voando com jatos saindo das costas descia, ele havia vindo do topo de uma construção Possuia seis braços cada qual com, uma faca.

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Como ele era um dos bots, a garota foi para cima dele com o mesmo protocolo, dando um golpe pelas costas, que era bloqueado pela adaga que o bicho carregava consigo, algo bastante interessante por sinal, ele era um robô aparentemente mais preparado para lutar contra pessoas mais poderosas.

É provavel que ele tenha sido enviado pela presença da felina e da marinheira que devem ter ligado o modo alerta dos robôs nessa situação. O que deve significar que mais coisas virão para aquele lugar, só é questão de tempo. Enquanto isso, o de seis braços, parecia analizar a situação, escaneando o local, e calculando possibilidades, ou era o que parecia.

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- Outro bichão feio?! – Seis braços e uma cauda longa, são cinco (sim, a conta está certa) problemas maiores do que um robô comum, isto é, sem contar os jatos em suas costas. – Seis braços, é?! Que se foda! Vou enfrentar você como um idiota qualquer! – Não estava querendo pensar, não queria pensar, aqueles monstros, se é que podem serem chamados assim, eram tão idiotas quanto o que controlavam eles.

Com um ímpeto de fúria, movia minha adaga com ferocidade e usando o soru para aproximação focava em um ataque direto e rápido usando do alcance maior da minha eletricidade para minha adaga crescer alguns centímetros com grande densidade e forçar um ataque diagonal.

Não pensava em seus braços como um grande problema, era só dividir minha atenção da mesma forma que ele teria que fazer comigo já que meus ataques não eram únicos como o de um espadachim ou lanceiro.

Minha eletricidade era única e eu tirava cada proveito disso, os raios não saiam apenas de minhas mãos e era daí que eu tirava a vantagem. Para combater os membros extras de meu inimigo, agia assim como imaginava que ele agiria, com ataques coordenados usando seus braços para sequenciar esses golpes e sua cauda para complementar um ataque surpresa. No meu caso de não haver membros extras, usaria os raios saindo de partes mais próximas do trajeto do golpe como meus ombros e/ou torso com grande intensidade e volume para que, se não fosse possível impedi-los, ao menos, freasse e reduzisse o impacto/dano causado pelo golpe.

Claro, minha ideia não era me defender e sim atacar! Meu foco seria principalmente danificar aquela estrutura metálica pensante de merda e acabar com todo o sinal de vida que ele possuía. Por isso, contra-atacaria de imediato quando sentisse uma mínima brecha, usando da eletricidade para evocar um relâmpago direcionado ao seu torso com a maior intensidade que eu tinha em minhas mãos.

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Sua cauda era o maior problema, em minha visão, se ele se assemelhasse a um escorpião, a usaria sorrateiramente e era nisso que eu deveria focar. Meus movimentos teriam que ser mais calculados e minha flexibilidade alcançada a níveis maiores para que, ao tentar prever esse movimento, conseguisse ter agilidade a ponto de esquivá-lo.

Concluindo, meu ataque seria uma combinação dos pontos de eletricidade que saiam do meu corpo focados em acertá-lo em cheio e bloqueando suas adagas e também da minha adaga que focaria golpeá-lo em movimentos na diagonal usando os raios para aumentar o alcance de minha lâmina.


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A gata iniciou suas investidas, iniciando agora com um ataque veloz, seguindo em alta velocidade para a direção dele, de modo a tornar tudo isso mais interessante, no entanto apesar da velocidade, o robô a frente rebateu com velocidade a adaga, com um golpe de baixo para cima. Entretanto a felina estava completamente preparada, e rapidamente fez um ataque surpresa veloz com sua cauda, que atingiu o peito do robô, não apenas com a pancada mas com eletricidade.

O Golpe era forte o suficiente para acertar o robô e afastar ele para trás com tudo, e por isso ela aproveitava a sequência para com suas duas mãos lançar uma rajada extremamente poderosa, que causou danos sérios ao robô que ficou eletrificado, mas não o pulverizou, ou pifou ele, apenas danificou alguns dos circuitos, o deixando mais lento.

Ainda assim o bicho estava no pario após aquele grande disparo, e se moveu com velocidade para cima da moça, atacando ela com um corte sextuplo giratorio, ele girava os seis braços em 360 graus para fazer com que o giro acelerasse, vindo com tudo na direção dela, eram seis adagas girando com velocidades em direções diferentes algumas miravam as coxas dela, outras a barriga.

Algumas ainda miravam por sinal o pescoço, era realmente um ataque veloz e cheio de artimanhas, mas não tanto quando o que estava por vir, ele ativava os foguetes e desaparecia, uma técnica que era similar ao que a felina vinha fazendo para se mover… E agora como ela iria lidar com essa sensação. Agora com o bicho desaparecido, ela precisava tomar uma atitude para se defender dos golpes.

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Pirata

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Era bem o que eu imaginava e já tinha percebido, não apenas nesse combate como nos outros. Minha eletricidade era fundamental para danificá-los e com toda a certeza eram ataques melhores do que contundentes e cortantes.

Segundo minha intuição de ferreira, os robôs eram feitos para serem combatentes físicos e não eram equipados para se adaptarem contra ataques elementais, ou seja, minha eletricidade não era apenas um problema e sim um defeito completo de seu criador.

O seu ataque, talvez um último apelo para uma situação problemática, era um giratório com foguetes que danificavam a minha visão de onde ele poderia estar. Com isso, a minha primeira ideia era reduzir o número de possibilidades de direção de que ele poderia vir.

Como? Simples! Acumulava a minha eletricidade no solado de meu sapato para então realizar um grande chute ao solo, este chute faria com que a energia se disparasse para as direções em um 360º. Entretanto, sua altura se modificaria, como ela vinha de baixo, ela subiria em uma diagonal como se fosse uma gaiola dando espaço apenas para o inimigo vir de cima.

Mas é claro que isso seria uma desvantagem maior para mim do que uma vantagem já que, em teoria, estava atrasada no TIMING da situação, mas reduzindo as possiblidades haveriam três vertentes maiores: “Ele tomaria o golpe e continuaria o seu avanço com isso”, “Ele viria por cima” e “Ele esperaria para atacar depois da energia se dissipar”.

Das três, de longe, a primeira era a mais problemática devido ao timing, a segunda, era o que eu tinha o melhor planejamento e a terceira eu poderia quase que descartar porque duvidava muito que isso fosse possível.

Montando minha estratégia pensando nessas três vertentes, para a primeira, agiria de forma rápida usando do Soru para me distanciar o máximo que conseguisse no menor espaço de tempo disponível e então usar a minha eletricidade para formar um “arco elétrico” do ponto em que eu estava ao ponto que eu me movi, de forma a tentar contra-atacar em um ponto futuro. A defesa, caso necessária, seria movimentar minha adaga aumentando seu alcance para ajudar a bloquear os golpes e não aumentando apenas o volume, como também a largura para que não fosse tão difícil realizar um aparo ou bloqueio.

A segunda, agiria como o raio anterior, mas usando da minha adaga para imitar uma estocada e a eletricidade para fazer com que o comprimento fosse o máximo possível dispensando um tanto da largura como o volume para acertá-lo no mesmo ponto que meu raio atingiu da última vez. Entretanto, se não houvesse esse tempo para realizar um rápido movimento de ataque, focaria na minha defesa ampliando o alcance de minha adaga da mesma situação da primeira estratégia e quando fosse possível, usar o soru para maximizar a distância entre nós dois e disparar alguns feixes de eletricidade em sua direção para impedir que ele continuasse seu avanço giratório.

A terceira, no caso, aproveitaria para reunir novamente aquela mesma energia em minhas mãos do ataque efetivo, soltando um novo kamehameha relâmpago com intensidade na direção de seu torso.

Morre, diabo! – Exclamaria em deleite caso um de meus ataques tivesse êxito. Em caso de ser acertada, gritaria com fúria em sua direção. – Máquina lixosa e podre! – E cessaria meus dentes na tentativa de aguentar a dor da melhor forma possível.


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Depois daquele primeiro ataque muito se desdobrava mas ela encontrou o modo de agir rápido, para não ter de lidar com o sumiço, ela pisou no chão com força, disparando uma explosão de eletricidade que se espalhou de uma única vez, jogando o robô atacante para trás no meio de seu ataque. No entanto, o robô firmou as adagas dos braços inferiores no chão, para não chegar assim tão longe.

O que lhe permitiu num mesmo momento, avançar de volta, porém a felina já havia preparado outro grande disparo, fazendo uma enorme rajada de eletricidade que dessa vez finalmente finalizava o robô, eletrificando ele inteiro, os circuitos pifaram, e a parte interna do núcleo sobrecarregado começava a esquentar.

Seu peito parecia inchar, quando de repente explodiu, o núcleo do robô simplesmente estourou como uma gigantesca bomba. E para piorar era de uma área de quase 100m de raio, o que faria com que nossa felina tivesse que dar um belo salto para fora dali. Aquilo era realmente grande.

Era uma ruptura de vento, chamas, e uma onda de choque junto de estilhaços, fora o barulho, era extremamente alto, definitivamente aquilo poderia deixar um irritante Piiiii no ouvido de Cayt, que estava no meio desse problema. Bem, ela agora tinha que agir? Como seria esse movimento da pequena felina?

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Pirata

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A explosão era claramente algo que pegava de surpresa que simplesmente vazia grande parte daquela parte da cidade. O uso do SORU foi o suficiente para me locomover em alta velocidade e para longe daquela situação e sobreviver com um zumbido chato no ouvido que me fazia ter que tampá-los por um breve momento.

- Se ficar aqui vão pensar que fui eu que causei essa explosão. – Por isso, começava a correr daquela direção o mais rápido possível. Sim! Eu estava vazando novamente daquele confronto maldito!

Iria para algum beco ou algum telhado que fosse mais escondido e escuro de forma a me recuperar do último combate e tirar um fôlego, respirando profundamente e recarregando as minhas energias para que a caça contra os robôs pudesse continuar.

- Esses bichos são uma caixinha de surpresa! – Comentava enquanto respirava e avaliava o estado de minha adaga.


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INFORMAÇÕES BÁSICAS

Aventura: https://www.allbluerpg.com/t2432p15-i-a-gata-solitaria-e-o-robo-rabudo#28214
Participantes: https://www.allbluerpg.com/t1735-caitlyn-g#18385
Localização da Aventura: https://www.allbluerpg.com/f109-masquerade

CAITLYN G.

GANHOS

▸ Máscara de Boa Qualidade (Post nº4) Ok
▸ Proficiência: Lógica (Post nº3) Ok
▸ Proficiência: Herbalismo (Post nº4) Ok



PERDAS

▸ N/A Ok

ALTERAÇÕES

● N/A Ok

ALTERAÇÕES EM ILHAS

● N/A Ok

NOTA FISCAL

● - 270.000 B$ (Café e Máscara) Ok

●  

RELAÇÕES

● N/A Ok

STATUS

PDV: 100%
STA: 100%
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS: N/A
CONTAGEM DE DEFEITOS: Vício: 03/10

DIÁRIO DE BORDO

NOME DO BARCO

Autossuficiência:
Celeridade:
Estrutura:
Durabilidade:
Poder de fogo:
Espaço de ocupação: 0/8

EXPERIÊNCIA

Experiência: 264 de XP
Experiência Mugetsu: 264 de XP
Experiência Rokushikis: 264 de XP

Quantidade de turnos do(s) Narrador(es): 2 créditos e 1 post extra

Opinião:

Peço desculpas pelo 1 dia de atraso, fiquei sem net ontem e hj o dia todo quase

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