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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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Não sei, mas eu decidi uma coisa: Vou morar...

Achiles
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Achiles
Pirata


Não sei, mas eu decidi uma coisa: Vou morar no ferro-velho


Jensen Dun'ciel Romanov [Civil]

não possui narrador definido.
Fechada

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Não sei, mas eu decidi uma coisa: Vou morar... BhECXT7
Dante
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Onde é que eu tava mesmo? Depois da última viagem à barco tudo ficou muito confuso, só tinha ideia que estava no North Blue. Esse bando de omi’ da cidade nem deve tá’ esperando o que eu tenho pra oferece’, mãezinha devia tê me deixado começar na Grand Line mesmo, mas fazer o que né?

Bocejava, provavelmente na orla olhando de um lado pro outro procurando meus pertence e os estrume que eu chamava de amigo. Um corvo que tava sempre ‘’puraí’’ e uma mié’ sem vergonha que só qué sabê de cerveja e luta. - Andorinha? - Por incrível que pareça, não era outro passáro, era só o nome da muié na língua comum. “Zireael”, significa andorinha em humanês. Tendo resposta ou não, eu quero mais é que se lasque. Seguia na direção da cidade e é isso aí, tinha mais o que fazer e achar um canto onde capotar era a prioridade. Depois, quem sabe conseguir um revorve novo, já que esse último naufrágio só não me tirou as bota do corpo e um dinheirinho que nem eu sei como tá seco. O resto… Vish.

Andava de peito estufado e nariz empinado, olhando de cima qualquer coisa no caminho. Como sempre. - Aê ô, me vê um quarto com duas cama, se tiver só uma também não tem problema ela que se vire. - Escapulia-se uma risadinha desprezível me referindo à Zireael se ela estivesse ao lado. - E onde eu consigo umas arma? - Indagaria pro atendente ou qualquer pessoa no caminho se não encontrasse uma pousada. Não deve ser tão difícil assim achar isso numa cidade cheio de frufru. Independente, pegaria, pagaria e sairia sem dizer adeus. Andando pelas ruas procuraria alguma oportunidade de fazer o meu nome.

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mestrej
Marinheiro
O Jeca tatu chegou na base do ronco e sorte na Ilha Stevelty em um barco mais furado e quebrado do que alvo de campo de tiro, o cara estava separado de sua companheira, tinha perdido o apito, não tava nem perto do corvo que ficava seguindo ele como se ele fosse pipoqueiro e a arma dele nem funcionava, vai ver era por isso que perdeu a companheira.
Zireael levantou dos sacos de trigo nos quais estava jogado no meio do porto e já sentiu o corpo todo doido, talvez de ter dormido onde não devia, as coisas dele tavam jogadas como lixo comum no pé dele, inclusive quando foi pega-las viu que colada nelas estava um papel, era uma multa por jogar lixo no chão no valor de 500 berries.
Ele gritou para a sua amiga, mas ela não veio, então ele foi para a cidade com poso de quem tinha o rei na barriga e entrou em um hotel aleatório e pediu um quarto com duas camas e uma informação para a atendente, uma loira de uniforme azul que olhou de cima a baixo para ele e com um sorriso falso puxou uma placa dizendo.
Apenas pagamento adiantado
-São 1000 berries por noite, o café da manhã são mais 800, a diária vence meio dia. Ah, não é permitido armas no hotel.
A atendente claramente se recusava a dar a informação de proposito e presumiu com toda certeza do mundo que o cara não pertencia ali.

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Ficha
Cikapasi
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I: Amargo Como Pinga.

O funeral de meu pai havia sido há alguns dias, me pergunto se alguém chegou a comparecer. Considerando o quanto odeiam o velho, provavelmente não. Se apareceram foi apenas para pagar de bom samaritano, o que considero ainda pior do que simplesmente se ausentar por conta de seu rancor. Mas ninguém da cidade importa, ninguém além de Billy é claro. Talvez ele tenha aparecido, ele sabia bem o quanto nosso pai mudou ao longo dos anos, como ele se tornou um monstro. Mas o 'véio' nunca encostou um dedo sequer no meu mano, nunca deixei acontecer. Espero que Billy não tenha contado com minha presença, caso tenha prestado suas homenagens ao infeliz que nos criou. Mas prefiro não pensar muito nisso... se o decepcionei é porque fui fraco demais para vir, para arriscar olhar ele nos olhos antes de partir. Droga. DESGRAÇA. Não, ele não veio, não ficou decepcionado. Não sou fraco, não sou. Nem covarde...

Inspiraria o ar poluído de Stevelty de forma longa e demorada. Os pulmões, já não tão saudáveis por conta do fumo, sofreriam para se inflarem por conta da elasticidade que aos poucos se esvai um cigarro após o outro. As botas estariam sujas de lama e poeira, calça surrada e blusa também. Ambos bem puído, com retalhos e costuras feitos a mão. Minhas vestes não possuem muito brilho, isso é fato. Com exceção da fivela pouco limpa do cinto, que ainda reflete alguma luz na medida do possível. A única peça lustrosa das minhas vestes é o chapéu. Já tem um ano que o possuo, presente de Billy, e cuido tão bem quanto cuidaria do meu irmão mais novo se não tivesse me afastado dele. Ainda não nomeei o acessório, mas tenho uma lista de nomes em mente para tal. O couro estaria provavelmente refletindo a luz azul do luar ou o vibrante amarelo do sol, caso não esteja nublado. Os olhos estariam marejados sob a sombra do chapéu enquanto leio dois nomes muito familiares para mim: Laurie e Norman Myers.

Enquanto encarava a lápide da mãe, me permitiria voltar no tempo quando ainda era inocente. Quando ainda sorria tanto quanto Billy, graças à gentileza herdada dela. Como era bom vê-la orgulhosa enquanto ensinava meu irmão a respeito de seu trabalho. Ela cozinhava bem, também. E até me disse uma vez que chorar é normal, apesar de eu tentar conter minhas lágrimas sempre que me machucava brincando ou ajudando o pai com seu trabalho. O líquido em meus olhos encheriam um pouco mais ao olhar para a segunda lápide. Não por saudade ou nostalgia, necessariamente. Nem por tristeza. Talvez decepção. O único sentimento que conseguiria identificar com certeza é a raiva. Depois de tanta surra, tantos insultos e olhares de reprovação eu mal conseguia me recordar de quando ele costumava me incentivar e elogiar meu progresso como ferreiro e mecânico. Ele partiu sem sorrir para mim uma última vez, sem dizer adeus, pedir desculpas ou dizer que estava orgulhoso. Tudo que deixou foi um legado podre como leite vencido e uma nota tão amarga em minha alma que nem a cachaça mais forte de "cabra macho" poderia se comparar. Cerraria o punho destro, a dor dos dedos contra a palma aliviaria a angústia que aperta meu coração, contendo as lágrimas. Olharia para baixo, inspiraria fundo novamente antes de expirar o ar em silêncio.

Só tenho a agradecer a senhora. Billy 'tá bem. Eu protegi ele até ele vira' 'homi'. — falaria enquanto virasse o olhar para o túmulo de 'mainha' uma última vez, então olharia de volta para o de Norman. — Adeus. — só falaria uma única palavra. Mas mesmo duas sílabas eram difíceis de dizer para essa praga ruim.

Viraria então para a saída do cemitério. Levaria as mãos até os bolsos para agarrar meu vício, apenas para realizar que o maço estava leve, sem nenhum cigarro sequer e o isqueiro igualmente vazio, caso estivesse ali. Amassaria o pacote e enfiaria de volta no bolso, estalando a língua como forma de demonstrar a insatisfação. Daria um passo após o outro em direção a saída daquele lugar mórbido e caminharia em direção a cidade. Precisava de algumas coisas como material para meu ofício e meios de sustentar minha dependência. Rumaria, então, para o centro comercial o qual fosse mais familiarizado em busca de lojas de tecidos, tabacarias e bares. Ignoraria qualquer olhar torto que atirassem em minha direção, engoliria o orgulho caso ouvisse insultos ou burburinhos que parecessem ser sobre mim. A emoção já estava a flor da pele depois desse adeus, se cedesse agora e desse corda para os filhos da égua que me odeiam, certamente entraria em uma briga. Não queria isso, não agora.

Caso encontrasse a tabacaria ou o bar, iria em direção ao maço de cigarros e isqueiros para levar ao atendente. Encontrando-os, colocaria sobre o balcão e esperaria que falasse o preço. Caso conseguisse comprar, daria o dinheiro sem fazer mais perguntas e sairia da loja com os pertences no bolso. Caso precisasse pedir diretamente ao balconista, indicaria a marca barata que fumava e um isqueiro simples e repetiria o processo de pagamento se estivesse dentro de meu orçamento. Caso encontrasse a loja de tecidos primeiro, repetiria as ações mas dessa vez comprando couro, linha, agulha entre outros materiais necessários para confeccionar minhas botas e luvas para combate.


Legendas:
Falas
Pensamentos

Histórico:


Última edição por Cikapasi em Seg Ago 01, 2022 9:41 pm, editado 1 vez(es)
Dante
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Observava aquele papel com um sorriso carregado de escárnio, ficava imaginando se o vaqueiro que o colocou ali de fato viria cobrar a “multa”, por que eu não faria questão de pagar. Multas e mais alguns sanguessugas reclamando por dinheiro, é, Stevelty não parecia reservar nada de atípico das outras ilhas que já tinha visitado até então. - Então acho que vô procura um que permita, passar bem - Rosnava virando as costas retornando meu caminho de imediato. Não faria questão de pechinchar ou pedir exceções, devem ter várias outras pousadas por aqui e no caminho alguma loja de armas com certeza vai aparecer.

Minha maior preocupação no momento era Zireael. Não por imaginar que ela estava em perigo, mas se eu desmaiasse ali no meio da cidade, quem ia me carregar até o próximo bar? Sem falar que já estava mais do que na hora de conseguir uma carranca nova, e ela seria a primeira tripulante em eu podia confiar. Não dá pra pilotar um navio sozinho, e o último que ficou nas mãos de outro capitão tá dormindo com os peixe. Ô Caba Burro.

- Vô levar um revólver. - Disparava um olhar sério contra o recepcionista da primeira loja de armas que encontrasse em minha busca. Assim que ele colocasse a arma no balcão giraria o tambor, checando de maneira ligeira a arma e dando uns três giros de firula depois de pegar a munição e largar o pagamento sobre o balcão, saindo sem mais fofoca com a arma no coldre. - Se essa merda não funcionar, é só usar as mão. - Olhava de um lado para o outro na esquina, tentando avistar algum bar. Normalmente é lá que a conversa rola solta em toda ilha, e como diz o ditado: Onde tem conversa, tem algum caba com um esquema criminoso e maluco bom o suficiente pra chamar minha atenção. É o que diz o ditado.

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Marinheiro
Frederick ficou um bom tempo perdido em suas reflexões e memoria visitando os túmulos naquele dia, já era quase 11 quando ele terminou, por sorte ele não se encontrou com ninguém lá, provavelmente por ser um dia de semana longe de datas especiais, na verdade o cemitério estava praticamente vazio, apenas ele e mais uma pessoa estavam lá e a outra pessoa era uma idosa que estava apenas regando algumas flores em um tumulo bem longe de Frederick.
Frederick foi para a cidade percebendo que estava com um isqueiro vazio e uma caixa de cigarros com apenas dois cigarros. Quando Frederick chegou a uma loja de tecidos no centro veria na vidraça que o kit de costura que ele precisava custavam ฿S 100.000 e os tecidos que ele queria ficavam entre ฿S 100.000 e ฿S 200.000 dependendo da durabilidade que ele quisesse, era melhor ele pensar bem, pois só tinha ฿S 250.000
Ele em seguida se dirigiu para o bar mais próximo pensando em comprar cigarros, mas se espantou, ele nunca tinha notado antes, mas a marca barata dos cigarros custava ฿S 150.000 e o isqueiro mais ฿S 150.000, ele tinha dinheiro para isso tudo?
Jensen por sua vez saiu bufando da pousada procurando uma loja de armas e descontando no atendente já foi pedindo uma arma. O vendedor meio careca e assustado puxou do mostruário 3 revolveres, dois velhos, desgastados, feitos de material de baixa qualidade, mas com o preço de apenas ฿S 125.000, o que quer dizer que o caipira poderia comprar as duas com o que tinha ou apenas escolher uma das duas e ficar com dinheiro sobrando, ou poderia escolher a terceira arma, uma coisa de melhor qualidade e melhor cuidada, não era top de linha nem nada, mas era boa o bastante para valer ฿S 250.000. Ele poderia escolher qual comprar.
Em seguida Jensen iria para um bar próximo, era um lugar bem cuidado, afinal era um bar no centro da cidade, era bem iluminado e bem ventilado, com pisos de ladrilho relativamente limpos, várias mesas de madeira onde as pessoas comuns bebiam e conversavam comendo salgadinhos em roupas de trabalho comuns, como camisas sociais se blazer, camisas etc e no fundo havia um balcão onde o barman trabalhava, olhando ao redor só havia uma pessoa vestida de maneira anormal, um cara que estava olhando os cigarros nos fundos: Frederick Myers
E quando Frederick se virasse do balcão para olhar para fora do bar iria ver um cara bem suspeito: alto, com a barba fechada e um olhar penetrante, vestindo-se como um cowboy usando chapéu, esporas e tudo, cabelos longos e castanhos escuro, presos num rabo de cavalo, deixando apenas algumas mechas soltas na frente da testa e com cicatrizes aqui e ali no rosto. Jensen dun'ciel romanov

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Todo meu dinheiro num revólverzin só? Uai. Por que não né. Sem hesitar largava o dinheiro na mesa depois de checar a arma, e saia despreocupadamente. Esperava que fosse um investimento justo, já que pretendia usar aquele brinquedinho muito em breve. Antes, tinha que dar uma checada onde ficava o banco, ou se havia algum outro lugar mais interessante pra roubar. É verdade que estava atrás de um navio, só não sabia pilotar um.

Desinibido, empurrava com força a porta do bar descaradamente. A ideia era realmente tomar alguns olhares para mim enquanto entrava no local, e dar uma boa varrida em todos que estavam ali de cima pra baixo. Com a cara fechada sentaria em algum banco próximo de alguns caras, tentando escutar as conversas sutilmente e ver se conseguiria algo interessante. É claro, já estava preparado se nada acontecesse, até porquê não dá pra esperar muito de um bando de engomadinho. - Ô rapaizinho, quem é aquele sujeito ali? - Indagava para qualquer um próximo de mim em alto e bom tom, não me importando se o outro cowboy percebesse que era com ele. Impaciente, imaginava que por ser feio pra cacete daquele jeito, ele talvez soubesse um bom lugar pra assaltar. Ou mesmo fosse um candidato pra isso. - Me vê uma cachacinha aí viu? - Apontava com a cabeça olhando para o próprio barman, vidrando os olhos no esquisitão. - Cê mora aqui pelas redondeza troço ruim? - Tragaria a bebida esperando que a mesma já estivesse no balcão, arfando de alívio logo após. - Ahh, se eu topasse com você na mesma calçada de noite eu num pensaria duas vezes antes de te dar um tiro na cara HAHAHAHAHA. - Como eu sentia falta de brincar um pouquinho. Nem lembrava a última vez que tinha provocado uma briga, e não havia nada melhor do que isso pra conhecer alguém.

De qualquer forma, desfrutaria da cachaça enquanto isso, mesmo sabendo que não poderia pagar. Se o barman complicasse pedindo o dinheiro primeiro, reclamaria, falando em um tom altivo - A bebida primeiro. - E o ignoraria dando toda minha atenção em como o forasteiro se portaria naquela conversa.

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