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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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Jensen Dun'ciel Romanov *

Yami
Imagem :
Jensen Dun'ciel Romanov * Giphy
Créditos :
16
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Alabasta - 7ª Rota
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Yami
Avaliador
Jensen Dun'ciel Romanov * Sex Jul 08, 2022 12:05 pm

Jensen Dun'Ciel Romanov




23

Masculino

Humano

Cívil

Grand Line

Stevelty - North Blue

Direita

1,92

89kg

1

250.000




Notavelmente alto, com a barba fechada e um olhar penetrante mas provavelmente encarando, ou bem dizendo, penetrando o nada. Ele costuma usar vestes um tanto quanto distintas da maioria, vestindo-se como um cowboy usando chapéu, esporas e tudo. Tem algumas cicatrizes aqui e ali no rosto, fruto das brigas que puxava no barzinho de sua terra natal. Seus cabelos são longos e castanhos escuro, normalmente presos num rabo de cavalo, deixando apenas algumas mechas soltas na frente da testa. É notável que ele tem bastante cuidado com sua aparência, principalmente com as vestes que costumam estar, na maioria das vezes, limpas. Algo que ele tem que se preocupar toda vez que mancha com sangue alheio, talvez.


Impiedoso. É fácil resumi-lo desta forma quando está fazendo algo em prol de sua ambição. Arrogante? Com certeza, o desgraçado é um narcisista de carteirinha e tem a plena certeza de que é o melhor ser vivo existente depois de sua querida mãe é claro. Ele odeia se relacionar sem um bom motivo com estranhos, até porque está quase o tempo inteiro dormindo ou com sono, apresentando alguns sinais de narcolepsia. Algo que costuma fazê-lo contar carneiros até mesmo no meio de uma luta se ele não estiver interessado nela o suficiente, ou atento. Detesta desperdiçar energia sem motivo, por isso mesmo quando desperto, costuma fazer de tudo pra ser notado no mundo e cumprir com seus objetivos pra dormir logo depois. É um infeliz egoísta, que certamente só mostrará empatia em raras ocasiões da qual ele vá muito com a cara da pessoa. Jensen apesar de todos defeitos, costuma ser muito obstinado e leal no que ele acredita, algo que consiste em: Não seguir ordens, atirar na cara de quem contrariá-lo e é claro, se divertir, o mais importante. Ele odeia o governo por acreditar que são todos uns ratos e traidores, talvez essa mesma desculpa seja a causa dele odiar a ideia de trabalhar em hierarquia e sob as regras impostas pelos "reis do mundo". A segunda coisa que mais almeja na sua vida é a verdadeira liberdade, embora nem mesmo ele saiba defini-la muito bem. Sobretudo, é também um homem bastante competitivo, principalmente quando se trata das áreas que ele possuí certo conhecimento ou habilidade. É claro, como não seria sendo tão egôcentrico do jeito que é?

De certa forma, o coração ardente e ambicioso que carrega consigo é uma herança do seu avô Edmund, como dizia sua mãe.


Meu deus, Que Tristeza.

O vento soprava suavemente balançando os cabelos alvos e longos. Ela estava cercada, na mira de incontáveis rifles de homens trajados. Todavia, a mulher sorria sutilmente levantando suas mãos com descaso, provavelmente sarcasmo. Estava calma. A verdade é que ela queria ser capturada.

Metal cantava ao colidir no chão, como uma canção de sua enfim rendição. Era a espada colossal que ela usava como ferramenta do seu antigo ofício. - Ô rapazes, será que cês poderiam parar de me secar tanto e passar logo as algemas pra cá? - Ninguém de fato pensava em responder algo, a maioria dos marinheiros estavam um tanto acuados e paralisados, alguns até tremendo pela presença imponente que pairava ali, sob o sol do meio dia em uma ilha qualquer da Grand Line. Um homem tomava a frente, assumindo sua posição na hierarquia que foi inserido. Ele falava algumas palavras genéricas tal qual um homem da lei faria, algo que seria esquecido no vento. Ele não era importante, nenhum deles era. Não nessa história. Mas nesse mesmo ato, a então criminosa era algemada e levada até o QG.

Os dias se passavam na cadeia, monótonos. Ninguém preso lá tinha ousadia o suficiente pra tentar uma palhaçadinha com a pirata, pelo menos não depois dela furar o olho de um com um lápis. Ela não era tão famosa assim, mas com certeza estava na lista de execuções do governo. Sobretudo, seus antigos companheiros eram ainda mais procurados. E obviamente seriam motivo para o governo e a marinha tentarem um acordo, é claro. Encarregado dessa tarefa um certo capitão andava até a cela de Astrid, e ela, hesitante, bocejava - Sei não seu guarda, tô cansada dessa vida viu. - Espreguiçava-se no canto da cela, refletindo sobre a proposta em segredo. O marinheiro não precisou insistir muito depois de oferecer liberdade condicional pra ela se a mesma cooperasse.

O Lobo Branco, Coração de Leão e seu irmão estavam fora dessa lista de caçada. Provavelmente porque já estavam mortos ou sumidos em campo há muito tempo, contudo todo o restante do bando dela deveria ser rastreado e escoltado até a forca um por um.

Ela não hesitou.

Um por um, todos foram caindo. Não se importava com nenhum dos desgraçados, já que a maioria deles eram traidores ou fugiram no momento derradeiro do bando. Com a ajuda de uma pequena frota e o Capitão encarregado de supervisioná-la, não foi difícil cumprir com o acordo. A lista de cadaveres era enorme, mas a espadachim e o pistoleiro da marinha formavam uma dupla formidável. - Quando ganhar sua liberdade, o que vai fazer? - Indagava Shaun revelando sua voz rouca e cansada - Bebe até cair e dormir té morrê - Respondia com aquele sotaque caipira desgarrado que ela tinha, olhando pro último nome da lista sendo riscado.

Resumidamente, nada tinha saido como o esperado. No papel era sempre mais bonito, mas no fim das contas, o próprio parceiro dela - não tão renomado marinheiro, mas ainda assim capitão - recebia ordens do governo para silenciá-la de maneira rápida e sútil. Ordem que ele prontamente ignorou e no momento derradeiro, foi a peça chave pra tirar a sola da bota de Astrid do perigo. A partir daí ela nunca mais ouviu falar dele, mas carregava consigo uma lembrança, ou bem dizendo, uma vida.

Verdade ou não, era isso o que a falastrona contava para o moleque toda vez que ele perguntava sobre o pai.

Quando ele nasceu o mar aberto estava tão azul e calmo quanto o céu. Um bando de passáros piavam e rumavam em direção à alguma terra qualquer próxima dali. Mas um deles pousava na amurada do navio e observava com calma o recém nascido beberrão. Provavelmente, seu nascimento foi o único momento em que de fato gastou tanta energia enquanto acordado. - Oia só, que coisinha feia parece até um babuíno. Será que é meu mesmo? - A franqueza de Astrid era inabalável, mas ela sorria calorosamente para o filho. O corvo que havia pousado ali enfim levantava vôo, depois de alguns minutos curiosamente varrendo o navio com os olhos e, principalmente, o molequinho.

Seguindo os passáros, o navio rumava para a terra mais próxima, onde seria o lar de Astrid e Jensen por uma década e meia. Lá eles viveram em uma fazenda por um tempo com tranquilidade, um local distante dos olhos do governo. Por sorte ou azar, ele era capaz de viver com a condição que parecia ter desde pequeno, a qual o fazia dormir constantemente quando ficava entediado ou desatento. Sua mãe tentava contornar isso com treinamentos, e dando-lhe tarefas da fazenda. Bem, de certa forma isso ajudou um pouco. Pelo menos ele conseguia ter um sono mais leve, mas infelizmente mostrava-se inábil com uma espada. Astrid notava que, diferente dela, o garoto trabalhava melhor com as mãos nuas. - Ha! Meu velho ficaria orgulhoso d’ôce vagabundo! - E então eles trabalhavam melhor em cima disso. Curiosamente, aquele mesmo corvo ia visitá-lo todas as manhãs na fazenda enquanto ele treinava, assim como uma garota que certo dia, finalmente conseguiu convencer Astrid de treiná-la também. Os cabelos dela eram igualmente alvos, mas a semelhança não acabava aí. Afinal, a espadachim precisava deixar o seu legado no mundo de alguma forma, já que Jensen mal sabia desembainhar uma espada sem se cortar.

E assim viveram os três por um bom tempo, indo vez ou outra para a cidade quando necessário. E era lá, usando os trocados da comida no saloon que a diversão de verdade acontecia. Com bebidas? Nah, talvez em parte. Mas toda vez que Zire e Jensen ficavam bêbados, uma boa briga acontecia no boteco. Quando as brigas eram ruins, bem, ele dormia e ela ficava na mão. Contudo, os treinos que tivera asseguravam que ele despertasse na hora certa. Na cidade também foi onde acabou conhecendo seu mentor, um homem que ouvia bastante sobre as briguinhas de bar e como ele fazia vez ou outra metade do bar ficar do lado dele na pura enchessão de linguiça e a outra metade se cagando de medo. A verdade é que ele tinha sido mandado por Astrid pra cessar com isso antes que fosse tarde, era um velho amigo dela e do pai dela.

Contudo, o que o cowboy fez foi nada mais do que polir as habilidades que já existiam no encrenqueiro, preparando-o para viver a vida que ele almejava. Ele sabia que não tinha como pará-lo. E assim percebeu Astrid, quando ele já estava rumando pros vinte. - Vô fazer ele ouvir meu nome, e vir atrás de mim. Ele tem que ouvir e saber. - Falava com certa amargura, mas firmeza sobre seu pai. - ‘Tão vai, e leva isso - Atirava um punhado de berries e um apito para o não mais menino. Eles se abraçavam e diziam adeus. - W. Ross seu cachacero de merda, cê nem pra fazer as coisa direito né? - Reclamava ao fundo da fazenda, enquanto Jensen ia embora com Zireael em direção ao porto, ao blue onde começariam sua jornada. Ela queria acompanhá-lo, até porque Astrid ficaria mais aliviada com isso.

Mas mesmo assim ele perdeu o apito, e agora só tinha um jeito de fazê-los ouvir.
















0

220

260

140

60


Agilidade200

Oportunidade de ataque3

Redução de dano0

Armadura0

Penetração0



Versátil
Destemido
Impassível
Carismático
Prontidão
Liderança
Sono Leve


Megalomaníaco
Narcisista
Indisciplinado
Extravagante
Tornar-se o homem mais procurado do mundo


Acrobacia
Disfarce
Ameaça
Doma
Adestramento


Artista











Artista Marcial escreveu:Artistas Marciais são especialistas em combates de curta distância, que fazem de seu próprio corpo como arma durante as lutas, com chutes e socos, utilizam soqueiras, luvas, manoplas, botas, joelheiras e similares.
Atirador escreveu:Atiradores são especialistas em combates a longa distância, utilizam armas como pistolas, rifles, estilingues, arcos, bestas, dardos e similares.





Cego I





Aqui irá ficar as informações atreladas ao grupo do personagem caso haja e qualquer outro dado relevante.


Menções nos jornais irão ficar aqui