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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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I - Hoist the Colours!

Achiles
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Achiles
Pirata
I - Hoist the Colours! Ter Maio 24, 2022 12:01 pm
I - Hoist the Colours!

Aqui ocorrerá a aventura fechada dos(as) Civis Nima Navori, Ishtar, Daisuke Jigen & John Silver. A qual não possui narrador definido.
John Silver
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Re: I - Hoist the Colours! Ter Maio 24, 2022 6:59 pm


It begins!


The Road to Pirate King!

————X————





“É hora de acordar, seu moleque!”

O murmúrio daquela voz familiar ecoou por sua mente, de modo que então abriria lentamente seus olhos castanhos, vasculhando os arredores de onde dormia. A entonação era, como sempre, perfeitamente idêntica à de seu falecido pai adotivo. Tal era a forma como o idoso costumava sempre lhe acordar pela madrugada antes de irem pescar juntos, e como descobria todas as manhãs desde a semana passada, o homem já não mais estava ali para lhe despertar.

Por vários dias desde então, isso forçava uma tristeza enorme em seu coração, sempre que acordava. Passou a semana inteira de luto organizando o funeral do pai, onde, com a ajuda de alguns conhecidos no porto, cremaram o corpo do homem junto ao seu pequeno barco de pesca, empurrando-o para o mar como a velha tradição ditava. “Ele não morreu de verdade, rapaz” lhe disse a velha vendedora de frutas do porto naquele dia, e por muito tempo depois, John não entendia o significado daquilo.

Até aquele dia. Hoje, tudo mudaria, John lutaria pelo sonho herdado pelo pai – velejaria pelos mares sem olhar para trás, e tinha certeza de que ele estava lhe observando de onde quer que esteja. Ele ainda vivia consigo, pois sua memória e sonhos agora lhe davam as forças que precisava. Primeiro, contudo, tinha um acerto de contas para fazer com a marinha local. Eles que, uma semana atrás, não só tiraram a vida de seu pai como também roubaram a bússola que o ex-pirata usava em suas viagens.

Sendo assim, caso se encontrasse realmente na antiga casa que partilhava com o pai no Terminal Cinza, o jovem se levantaria de onde estivesse dormindo e buscaria se preparar de imediato para o dia. Adornaria então sua vestimenta costumeira, equipando-se em seguida com as soqueiras pelos dedos e, por fim, chamaria por Flint com um assovio. Flint, neste caso, sendo seu leal papagaio que também havia herdado do pai – a ave que acompanhou o velho por várias viagens pelo mar no passado, agora faria o mesmo com John. Caso avistasse o pássaro, sinalizaria para o mesmo lhe seguir ou, no melhor dos casos, pousar em seu ombro direito como costumava fazer.

A comida havia acabado no dia anterior, e John sabia que isso significaria a morte para um comilão como ele. Sem tempo a perder, buscaria sair de onde estivesse, adornando o sorriso de canto ao lançar uma última olhada para trás.

—  Vamos nessa, Flint! — diria então, e buscaria de imediato se retirar dali. Sua mente estava feita, teria que descobrir quais dos marinheiros atacaram sua casa naquele dia, e enfrentá-los. Não por simples vingança, mas também pelo dever que sentia para com seu pai. Precisaria de ajuda para isso e, é claro, para velejar pelos mares em seguida – tripulantes leais que navegariam sob sua bandeira pirata pelo mundo. — Hmm... temos que achar algum tipo de ajuda nessa ilha primeiro, Flint. Sim, sim, comida é o mais importante, e um cozinheiro!

Conversaria em voz alta consigo mesmo, elevando seus olhos para cima ao imaginar sua futura tripulação pirata. Sem um cozinheiro, não teriam comida, e sem comida... bem, aquela ideia lhe assustava mais do que tudo. Decidido então, resolveu encontrar um restaurante de imediato. Assim que chegasse em alguma área populosa da região, buscaria prontamente se aproximar de alguém. — Ei, você! Sabe me dizer se há algum restaurante por aqui? Estou morrendo de fome! — Exclamaria com um grande sorriso,  fazendo questão de também sorrir com todo o restante de sua face. A mão direita instintivamente moveria-se até a barriga para ilustrar sua suposta fome que, ainda que talvez não exatamente grande, era bem real na mente faminta do rapaz. Seria educado com a pessoa e, caso recebesse alguma recomendação ou resposta interessante, agradeceria prontamente. — Muito obrigado! Você é demais! Mas e aí, onde posso encontrar esse lugar?

Caso a resposta lhe fosse útil e recebesse alguma localização ou direção, assentiria com a cabeça exageradamente mais uma vez, exclamando: — Obrigado! Te vejo por aí! — E, assim, moveria-se até o local indicado enfim. Seus passos seriam apressados e cheios de propósito, com o peito estufado e a cabeça erguida, traços que complementavam a chama ambiciosa em seus olhos ao andar pela cidade. No caso de não encontrar nenhuma informação, simplesmente decidiria encontrar o restaurante por si mesmo, aventurando-se por onde estivesse até encontrar sucesso.



HistóricoNome: John Silver
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Ganhos:
- N/A

Perdas:
- N/A

Dinheiro – Bolso: 0 B$

Inventário:
-

Qualidades::
- Liderança
- Carismático
- Destemido
- Ambidestro
- Voz Melodiosa
- Afinidade com Haki

Defeitos:
- Extravagante
- Guloso
- Ambição
- Heroico
- Infame

Proficiências:
- Atletismo
- Condução
- Navegação
- Doma
- Briga

Saúde:
-  N/A

Cor da fala: - Fala


Objetivos
• Encontrar companheiros tripulantes
• Conseguir informações sobre os marinheiros que atacaram sua casa, e vingar-se destes
• Recuperar a bússola de seu pai, tomada por tais marinheiros
• Aprender Persuasão, se possível
• Adquirir um Barco
• Velejar para Polestar




Gwynbleidd
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Re: I - Hoist the Colours! Qua Maio 25, 2022 12:30 pm


"Você sabe o que tem que fazer, meu filho, caçe-os, vingue todos nós!"

O pesadelo com o restaurante de seu pai, com ele e todos seus amigos em chamas assolava a mente de Jigen, quando este acordava, perdido em algum canto da cidade. A primeira coisa que faria era levar a mão a sua cabeça, para checar a presença do chapéu, e ajeitaria sua posição. Checaria os bolsos por algum dinheiro, mesmo sabendo que não tem algum, e também procuraria por algum cigarro. "Merda, preciso comprar alguns cigarros" diria Jigen para ele mesmo, se levantando. Olharia em volta para procurar seu antigo rifle de caça, e caso o encontrasse, o pegaria e colocaria nas costas, segurando-o por uma faixa de couro costurada ao coldre (pessoas normais vestiriam essa faixa como se carregando uma bolsa, mas isso era trabalho demais para ele).

Caso ele reconhecesse o lugar onde estivesse, tentaria encontrar uma rua que o levasse até o banco mais próximo. Se não fosse possível, procuraria alguém na rua que não ficasse intimidado pela presença do último cozinheiro do restaurante Galant vivo. Se isso demorasse acontecer, abordaria qualquer pessoa que passasse perto suficiente. "Com sua licença" diria fazendo uma pequena reverência com a cabeça. "Poderia me informar a direção do banco mais próximo?". Se desse azar, continuaria perguntando até que encontrasse alguém que soubesse e passasse a informação, e então se dirigiria até o local.

Caso encontrasse o banco, tentaria entrar. Se fosse barrado na porta, por conta de sua arma, relutante, deixaria com um dos guardas, junto com um recado, dado por uma voz baixa e um olhar de canto penetrante "Se tem apreço pela sua vida, e a da sua familia, é bom que essa arma esteja aqui quando eu sair". Caso consiga entrar, com ou sem a arma, procuraria por algum funcionário, de preferência alguém como um gerente, e diria "Vim em nome da familia Daisuke, preciso sacar um dinheiro.". Se conseguisse sacar o dinheiro, o guardaria, sairia do banco, pegaria a arma novamente, se ela tivesse ficado com o guarda, e então sairia a procura de um lugar onde pudesse comprar uns cigarros.




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Nima
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Re: I - Hoist the Colours! Qui Maio 26, 2022 5:34 am






Horizons


海の初めに



Nima costumava tomar sua coragem como garantida, e seu controle como uma lei, e não era, honestamente, demasiadamente difícil quando o maior desafio que havia enfrentado até o momento eram seus instrutores de treino, e por isso ultimamente se pegou repetindo para si, mais frequentemente do que gostaria, a frase de sua avó para os dias escuros e nebulosos.

“Não tenha medo”

Ah sim, os dias, e como eles haviam mudado...

Não acreditava que há vinte luas atrás ela não só ousou se aventurar para além do único lugar o qual havia pisado na vida e mas como havia...realizado a passagem de seu avô. Ainda lembrava-se de seu rosto, envolto nas sedas púrpuras e monocromáticas, parecendo estar apenas em um sono leve, como todos os dias em que a chuva os pegava depois do jantar. O pensamento à deixava triste, muito, não deveria, todos eles sabiam e dentre os vários rituais, se preparavam para tal ocasião dês de quê começaram a andar, era algo que era esperado e posteriormente relembrado. Mas ela não poderia, ou conseguiria mentir que não sentia, periodicamente, parte do coração ferido por causa disso.

Se apressaria em se aprontar para fora, saindo de onde estivesse parado quando chegou à ilha para os caminhos principais. Teria um dia cheio e importante pela frente, de fato agora tinha vários dias cheios e intermináveis, nada que já não fosse diferente do que ela já era acostumada, porém agora dispunha de uma certa liberdade do que poderia ou não fazer e ela ainda não sabia exatamente o que isso significava, haviam várias coisas que pudesse fazer, o mundo parecia maior agora que não era mais cercado por quatro muralhas, o oceano, infinito, e o horizonte, tão vasto que as vezes ela achava que poderia cair dele.

Seu próximo destino seria um local frequentado por muitas pessoas, uma casa de chá ou restaurante. Se sua escassa experiência de mundo lhe servia de alguma coisa, ela sabia que tais lugares reuniam pessoas de todos os tipos e ela poderia descobrir quem poderia a levar para a próxima ilha. Nima poderia não saber onde tal lugar se encontrava, porém não era nada que uma pergunta calma para qualquer transeunte não lhe fosse resolver "Desculpe-me o incômodo, cidadão, mas por acaso conheceria a direção de uma casa de chá ou restaurante mais próximo daqui?" perguntaria à quem tivesse a fortuna de encontrar, e agradeceria com "Muito obrigado e tenha um bom caminho" e também, como sempre, com seu mais gentil sorriso. No entanto, caso a sorte não lhe sorrisse nesse caso, também não era nada que uma boa caminhada não a fizesse achar o local por conta própria.


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find my sword


at the end of the sea

Gontijo
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Re: I - Hoist the Colours! Qui Maio 26, 2022 3:46 pm


"Você está nos trazendo problemas!"

Sempre que estava acompanhada por novos “aliados”, as palavras de Benny, o único amigo que já tivera - ou pensava ter tido -, ecoavam em sua mente, fazendo com que todo o seu passado viesse à tona, causando angústia imensa, e a necessidade de abandonar as pessoas antes que elas a abandonassem.

"O que acham de irmos até algum bar?", "É, podíamos beber antes de partir", era o que Ishtar achava escutar da conversa do grupo de piratas com quem estaria viajando anteriormente. Após uma curta jornada fingindo ser uma "boa companheira", teria descido junto ao bando em uma ilha chamada Dawn, no East Blue, e ali, pensaria ela, que parecia ser o melhor momento para se desvencilhar de tal bando, já que não aparentavam conseguir contribuir com seus interesses - ir para a Grand Line -, e logo, pensava ela, que eles desconfiariam do fato de estar sempre cobrindo a testa.

"De qualquer forma, não é seguro ficar com eles...", falaria para si mesma se ninguém estivesse apto a ouvir, "se chamam a atenção da marinha, o maior problema é pra mim". Checaria, nesse momento, se seu terceiro olho estava bem coberto, e caso não estivesse, se certificaria de cobri-lo. Enquanto houvesse pessoas por perto, manteria a descrição e esperaria a oportunidade certa para tomar outro rumo, e em caso de êxito, seguiria observando, pelos locais da cidade, se conseguiria encontrar piratas ou possíveis viajantes que pudessem aparentar aptidão para abandonar o East Blue. "Procuro um lugar para ler um pouco", justificaria, no caso de ser notada, e usaria, como de costume, de sua sensualidade como meio de convencimento.

Ocorre que, não deixava de passar por sua cabeça o pensamento de que, por mais que fosse perigoso estar com piratas em uma cidade como essa, parecia ainda pior estar sozinha. Tentaria manter o seu porte elegante e sua calma, para que não transparecesse a aflição sentida a partir de seu “exílio”, e evitaria o contato com pessoas ali, mas ao mesmo tempo, no limite do possível, se atentaria a conversas que poderiam servir como dica de onde poderia ir para encontrar novos aliados, sobretudo, consideraria restaurantes e bares, e diligenciar-se-ia para ter em vista marinheiros, para que maior cautela fosse tomada.





Legenda
Ishtar (falas)
Benny (lembrança)


Histórico
Nome: Ishtar
Posts: 01


Ganhos
- N/A
Perdas
- N/A

Dinheiro - Bolso: 0 B$

Inventário::
-

Qualidades
- Três Olhos
- Sensibilidade
- Impassível
- Prodígio
- Afinidade com Haki
- Memória Fotográfica

Defeitos
- Aberração
- Valioso
- Paranoia I
- Ambição
- Vaidoso
- Frígido

Proficiências
- Criptografia
- História
- Investigação
- Lógica
- Sedução


Saúde:
-N/A


Objetivos
  • Procurar pessoas interessadas em uma nova aventura, e se aproveitar das mesmas para viajar.

  • Ir para Grand Line.



Leona
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Leona
Marinheiro
Re: I - Hoist the Colours! Sab Maio 28, 2022 2:11 pm



I - Hoist the Colours



John Silver



Imerso em lembranças de momentos e pessoas que já haviam passado, o jovem John iniciava o dia determinado e ativo pela primeira vez em semanas. A dor e o luto causados pela morte do velho Silver eram enfim ofuscados pelo profundo desejo de conquistar os mares em sua memória. Podia notar a luz do sol penetrando por entre as frestas do casebre no qual compartilhou seus dias com o falecido. Com os sonhos e objetivos do garoto, talvez aquela fosse a última vez que estivesse no local por um longo tempo, talvez para sempre. O ânimo, porém, não permitia que o garoto ficasse preso a tais sentimentalismos, e estaria pronto para pular no primeiro barco que encontrasse pela frente... se não fosse pelos constantes protestos de seu estômago, mais por desejo que por necessidade.

Acompanhado de Flint, seu fiel parceiro, o homem caminha cidade adentro. Encontrava-se no Centro da Cidade, coração do comércio da Ilha, num clima ensolorado  porém surpreendentemente frio. Enquanto o homem transitava entre ponderações sobre vingança e comida, finalmente decidia que até mesmo a vingança teria um gosto melhor se estivesse de estômago cheio. Visando descobrir a localização de um restaurante, procurava alguém para quem pudesse pedir direções, acabando por avistar uma figura peculiar, uma garota esbelta de longos cabelos brancos que vestia roupas raramente vistas na ilha, aos poucos se aproximava e, surpreendentemente, ela também parecia vir em sua direção.


Nima Navori


Apesar de um clima surpreendentemente agradável em Dawn Island, a visivelmente deslocada samurai se encontrava apegada a uma certa melancolia. As lembranças de casa, a saudade de um ente querido que já havia partido, talvez até mesmo o peso da missão a qual fora designada por seu falecido ancião, causavam uma tristeza que, apesar de indesejada, era compreensível. Porém, a espadachim não era o tipo de pessoa que seria facilmente abalada por suas emoções, seus anos de treinamento e preparo físico e mental haviam lhe concedido esse dom. Mantendo seus sentimentos sob controle, dava os primeiros passos naquela que prometia ser uma longa e árdua jornada.

Caminhando pelo centro da cidade, após sair da região das docas, a garota sentia e ponderava sobre a liberdade que finalmente havia conquistado e, principalmente, como utilizá-la. O mundo longe das quatro muralhas cercadas pelo oceano aparentemente infinito parecia ainda maior para a garota... mas a impressão talvez não durasse muito tempo, afinal, os gigantescos mundos que cercam a Capital do Reino Goa, as ainda mais colossais muralhas da Cidade Alta e o oceano que não indicava a presença de outras ilhas à olho nu talvez tornassem o cenário um pouco mais familiar do que o previsto inicialmente, apesar da beleza dos templos na qual vivera ter sido substituída pelo caos e visível desigualdade na cidade. Procurava por um restaurante, e provavelmente teria encontrado-o com facilidade, não fosse por um fluxo intenso de pessoas que parecia atípico até mesmo para um local como aquele. Todos se movimentavam como se tivessem um local específico para ir e não pareciam demonstras quaisquer aberturas para algum tipo de interação. Uma pessoa, porém, se destacava na multidão. Um homem alto de cabelos negros que parecia procurar por algo. A garota partia em sua direção para pedir direções, estranhamente, o homem também parecia andar em sua direção.


John Silver e Nima Navori


— Ei, você! Sabe me dizer se há algum restaurante por aqui? Estou morrendo de fome! | — Desculpe-me o incômodo, cidadão, mas por acaso conheceria a direção de uma casa de chá ou restaurante mais próximo daqui?"

Indagavam os dois estranhos, praticamente em uníssono, logo após estarem um diante do outro. Antes que pudessem ficar decepcionados com a clara inabilidade de auxiliar um ao outro naquilo que ambos buscavam, podiam notar uma leve risada vindo de trás da dupla.

— Perdão, perdão. Não quis rir de vocês, mas vocês acabaram chamando minha atenção por terem aparências tão exóticas! E ver vocês dois pedindo direções entre si sem nenhum ter alguma ideia do caminho me trouxe algumas lembranças de quando eu era mais nova, como a juventude passa rápido... — Dizia uma senhora de baixa estatura que aparentava ter seus 60 anos, portava algumas joias e usava óculos escuros. — Bom, um evento está pra acontecer na cidade ao fim da tarde. Uma competição de cozinha organizada na Enseada dos Naufrágios que contará com a participação de Chefs de todos os oceanos! Geralmente esse tipo de evento só aconteceria na Cidade Alta, então a movimentação de pessoas por aqui vai estar maior que o normal. A boa notícia, é que os outros restaurantes da cidade devem estar vazios por hora. Tem um ótimo chamado Cruzes, no limite do centro da cidade na direção dos Subúrbios! Acabei de visitá-lo depois de atracar na ilha e... A mulher era interrompida pelos gritos vindo de alguns homens de terno que corriam em sua direção. — Ora, eles já estão aqui? Parece que a diversão já acabou.

A senhora então acenava em despedida, partindo em direção para o pequeno pelotão de 6 homens. Nima, com sua audição privilegiada desenvolvida em sua terra natal, podia ouvir parte da interação entre eles, discernindo coisas como "Seu filho nos pediu para acompanhar a senhora durante toda sua estadia", "essa parte da cidade não é segura", "aquele homem não é confiável".


Daisuke Jigen

Sonhar com seu lar e familiares seria uma experiência agradável para a maioria das pessoas. Para o atirador encostado com as costas na parede de um dos muitos becos do Centro da Cidade de Dawn Island, porém, era um tormento, pois aquele cenário que deveria ser reconfortante se transformava no inferno ao ser tomado por fumaça, chamas, gritos, um calor exorbitante e o cheiro de carne queimada. Daisuke abria seus olhos, escapando de seu pesadelo, percebendo que havia adormecido em um beco qualquer, com rifle em mãos. Seu chapéu cobria seus olhos, e talvez tenha sido este o motivo de nenhum dos muitos ladrões da cidade terem furtado o homem durante o sono. Ninguém quis arriscar levar um tiro no peito no caso do homem estar acordado. Ajeitando-se, levantava, percebendo que não possuía um tostão no bolso. Partia em direção ao banco, sem muita dificuldade em encontrá-lo devido aos anos de experiência circulando pela cidade. Podia notar um número anormal de pessoas circulando pela cidade, mas isso não desviava o homem de seu caminho.

Ao chegar no banco, antes mesmo que pudesse dar um passo, era barrado por um dos muitos, muitos guardas que efetuavam a segurança do local.

— Senhor, a arma fica conosco até o fim da sua visita.

Jigen entregava a arma para o cidadão, não sem antes tentar certificar-se de que o homem tomaria conta dele proferindo algumas ameaças, para as quais ele não esboçou reação. Dentro do Banco, pode ouvir um homem falando para algum tipo de... marisco?

— Sim sim, não se preocupe. Vim devidamente guardado e a segurança no local está mais alta do que nunca, até alguns marinheiros locais renomados responsáveis por lidar com os criminosos do subúrbios, ataques de animais gigantes, esconderijos de gangue disfarçados de restaurantes e revolucionários estarão presentes na guarnição do evento. Vai ser um dos maiores marcos culinários do East Blue, disso eu estou certo!

O homem conseguia sacar seu dinheiro sem dificuldades e, ao retirar-se do local em direção ao segurança que havia confiscado seu fuzil, percebia que o homem não o possuía em mãos. Ao notar a presença do atirador, o mesmo dizia:

— O senhor está procurando seu rifle? Sim sim, ele estaria comigo, se eu recebesse ordens de qualquer idiota armado metido a besta que achasse que tem alguma porra de poder aqui. Se só tivesse entrado de boca fechada, te entregaria em mãos sem nenhum problema. Mas como quis ser um espertinho, joguei aquele ferro velho no chão e um dos outros vagabundos acabou de agarrá-lo e sair correndo. Olha como ele vai! — Dizia o homem com um sorriso sarcástico no rosto, apontando para um garoto que corria em direção aos subúrbios da cidade. — Se quiser sua porcaria de volta, acho melhor começar a correr, ou pode tentar pegar o de algum dos meus amigos aqui.

Após o fim da fala, alguns dos múltiplos seguranças empunhavam suas armas de fogo, prontos para disparar a qualquer instante.

Ishtar

Palavras nem sempre significam aquilo que parecem, entender o verdadeiro significado delas é algo que nem sempre conseguimos fazer. As palavras de Benny, que apesar de cruéis, eram talvez o mais próximo de uma declaração de amor e cuidado que poderia dizer naquele momento e manter sua protegida segura. Para Ishtar, porém, aquelas palavras acabaram se tornando uma maldição que infligia todas as relações e laços que formava com as pessoas. Estas mesmas palavras ressoavam na mente da mulher ao abandonar mais um dos muitos grupos pelos quais passou, deixando o casebre dos mesmos e partindo na direção que ia de encontro ao Centro da Cidade.

Após andar por algum tempo, a portadora do terceiro olho havia surpreendentemente atravessado a região extremamente populosa e perigosa da ilha sem passar por grandes problemas, chegando à fronteira com o Centro da Cidade. Ao indagar um dos cidadãos sobre um local onde pudesse ler, o homem, uma figura alta e com um  chicote cheio de espinhos pendurado em seu cinto, logo dava um sorriso malicioso.

— Um lugar para ler, é? Claro, claro. Conheço um restaurante ótimo logo em frente... poderíamos ir pra lá e co... — A fala do homem era subitamente interrompida, após o mesmo ser praticamente atirado em direção ao chão após uma figura de baixa estatura esbarrar com o mesmo em alta velocidade, fazendo com que ambos caíssem de cara no chão. Com o impacto, a figura, que mantinha o rosto coberto por tecidos, derrubava um rifle que estava carregando na direção na qual veio correndo. — Mas que PORRA foi essa? O que você pensa que tá fazendo, pirralho de merda? — Dizia o homem, agarrando a figura de porte infantil antes que esta tivesse a chance de fugir e chutando-a no estômago. — Você acha que vai me fazer de idiota e sair correndo? Vou tirar essa merda da sua cabeça e quebrar um por um dos seus dentes pra que você aprenda a porra do seu lugar! — Dizia o homem, enquanto tentava arrancar os tecidos que a criança usava para esconder a face, estranhamente, ela parecia segurá-los com todas as forças que tinha, apesar dos constantes golpes do agressor. Como se sua vida dependesse disso.

Ishtar se encontrava próxima ao homem e o rifle que a criança carregava estava no chão. Caso um certo atirador tivesse corrido na direção dela, encontraria o rifle diante de seus pés.


Ponto-Situação dos Personagens:



John Silver
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Re: I - Hoist the Colours! Sab Maio 28, 2022 4:53 pm


A new crewmate!


Who is that woman?

————X————





Por duas longas décadas de sua vida, John continuava naquela ilha, e nunca antes o conhecimento daquele fato parecia lhe perturbar mais do que hoje, enquanto andava pelas ruas do centro da cidade. Não era a grande concentração de pessoas que lhe incomodava, pelo contrário, o jovem sempre se sentia energizado quando na companhia de outros, ainda mais em dias estranhos como aquele onde enormes multidões pareciam se formar pelas ruas por entre o comércio. Não, o que lhe deixava inquieto era a pura claustrofobia de manter-se imóvel pelo mundo por tanto tempo, e as grandes muralhas de Goa apenas realçavam aquela sensação. Seu sonho levaria-o para muito longe dali, para além de muralhas e por entre os grandes mares do mundo, tornando qualquer barco e tripulação que fizesse parte seu novo “lar” de fato.

Seus devaneios eram deixados de lado quando seus olhos enfim fisgaram uma pessoa que pudesse lhe dar algumas informações. Uma mulher se situava no meio da multidão, mas sua aparência facilmente lhe destacava diante das massas, muito em parte pela coloração branca de seus cabelos. No momento em que se aproximaram um do outro, contudo, John percebeu de imediato que a garota emanava um aspecto chamativo e sincero.

Questionaram-se praticamente em uníssono, muito para a confusão do rapaz, e antes mesmo que John pudesse abrir a boca novamente, suas intenções foram cortadas por uma leve risada, esta que lhe obrigaria lançar uma olhadela de curiosidade para trás. Logo ali estava uma pequenina senhora de idade que logo começou a falar com os dois, e durante seu pequeno discurso nostálgico, o cérebro devagar de Silver parecia incapaz de compreender o que estava acontecendo. Simplesmente comprimiu os lábios e continuou a encarar a velha, mas quando ela mencionou uma “Competição de cozinha”, foi como se uma lâmpada fosse ligada em sua cabeça, iluminando sua careta. Ainda mais quando, em seguida, a idosa mencionou a quantidade de restaurantes que estariam vazios, até mesmo sugerindo um destes.

— Cozinha?!  Isso quer dizer muita comida, não é?! — Fecharia ambas as mãos em punhos, mantendo-as próximas ao peito ao que exclamaria bem alto, seus olhos tão abertos e sonhadores que quase chegavam a brilhar. Dali em diante, sua cabeça parecia esquecer de tudo e todos ao seu redor e, por um momento, pensava simplesmente em comida. Fantasiando consigo mesmo, nem mesmo percebia que uma certa gritaria parecia ter chamado a atenção daquela senhora para longe dali.

— Huh, quem era aquela velha gagá? Bem, não importa. — Disse por fim, logo situando-se e, com seu costumeiro sorriso no rosto, tornaria a se voltar para a mulher próximo de si. — Olá! Você também procura um restaurante, não é? Eu estou faminto por um rango, então por que não vamos dar uma olhada naquele lugar que ela disse? O nome era Cru-... uh, Cruzeiro? Crume? — Sua língua movia-se contra a bochecha, enquanto que os olhos eram voltados para cima enquanto tentava futilmente lembrar do nome dito a meros segundos atrás. Por fim, desistiu. — Meh, que se dane. E então, vamos?

Invocaria toda a sua educação e carisma naquele momento, e aguardaria por uma resposta. Caso sua proposta fosse aceita, seu sorriso se expandiria ainda mais, apontando para si mesmo com o polegar da mão direita, esta que se encontrava totalmente enfaixada para esconder sua pele queimada. — Ótimo! Meu nome é John Silver, muito prazer! E esse aqui é o Flint — diria então, apontando para o papagaio em seu ombro. Assentiria educadamente com a introdução alheia após disso, e então certo de sua companhia, tentaria usar das direções da senhora de antes para encontrar seu caminho até o dito restaurante. Durante o caminho, John manteria seu ar animado, agora realçado pela perspectiva de que logo estaria alimentado, mas também faria questão de procurar qualquer sinais de que estavam seguindo pelo caminho certo, nem que seja por indagar estranhos na rua, quando aparentar estarem perdidos.

 — Não me lembro da última vez que tivemos tanta gente assim por aqui. Esse evento deve ter uma comida muito boa pra atrair tantas pessoas. E você, é nova por aqui ou está de saída também? — Indagaria ele, ouvindo atentamente a resposta da garota, se é que ela gostaria de compartilhar algo. — Eu e o Flint queremos sair dessa ilha e começar nossa jornada, mas temos um assunto a resolver aqui primeiro. E bem, quem sabe não vamos até essa competição de cozinha antes, também. O que acha disso, amigão? — Se voltaria para o papagaio então, caso este ainda estivesse próximo o suficiente para ouví-lo.

De toda forma, caso não encontrassem o restaurante, continuaria a vaguear pela cidade até obter sucesso ou avistar algo mais interessante, ou pior - ser interrompido. Contudo, na eventualidade de terem sucesso, prontamente adentraria com uma grande comoção. Empurraria as portas e correria até o balcão de atendimento, caso pudesse. Sua fome imaginária era tanta que nem mesmo esperaria caso alguém estivesse próximo as portas de alguma forma, e continuaria com seu plano de empurrar as mesmas com ou sem alguém ali.— Ei! Viemos atrás de comida, por favor! — Gritaria para alguém que pudesse atendê-los, batendo os punhos no balcão, caso houvesse algum ali. No caso de serem atendidos, suspiraria em alívio: — Quero um pedaço grande de carne, por favor! Bem, não tenho nenhum dinheiro, mas isso não é problema né? — E assim, esboçando um sorriso sincero, esperava inocentemente que aquilo fosse o suficiente para convencer a pessoa.


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Objetivos
• Encontrar companheiros tripulantes
• Conseguir informações sobre os marinheiros que atacaram sua casa, e vingar-se destes
• Recuperar a bússola de seu pai, tomada por tais marinheiros
• Aprender Persuasão, se possível
• Adquirir um Barco
• Velejar para Polestar






Última edição por John Silver em Dom Maio 29, 2022 7:52 am, editado 1 vez(es)
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Re: I - Hoist the Colours! Sab Maio 28, 2022 6:04 pm


Ouvir sobre um evento de culinária bem quando o restaurante não existe mais é uma grande tristeza, e seria uma grande oportunidade para Jigen poder mostrar as habilidades de um cozinheiro do Galant, mas não na cozinha. "Os marinheiros locais vão estar presente na guarnição do evento? Pode ter certeza que esse evento vai ser um dos maiores marcos do East Blue." pensaria Jigen ao terminar de ouvir a conversa. Ao pegar o dinheiro, Jigen o guardaria separadamente em cinco quantias iguais em diferentes bolsos, tanto da calça, quanto do paletó, internamente e externamente.

Ao sair do banco com a grana e notar que sua arma não estava com o guarda, Jigen mal prestaria atenção em suas palavras, ouvindo nada mais do que o necessário e o bla bla bla de alguém que tinha acabado de cometer um erro, mas agora não seria a hora de fazer algo. Em sua mente, a voz de seu pai calmamente diria "A melhor carne é a da presa abatida complementamente de surpresa". Jigen se afastaria dos guardas, ajeitando o chapéu em sua cabeça, e dizendo "É melhor atirar enquanto eu corro". Se movendo na direção do garoto, nem tão rápido para não se cansar depressa, nem tão devagar para perdê-lo de vista.

Caso o perdesse de vista, procuraria por alguma pista, seja no chão, ou na reação das pessoas na rua, se apressaria na direção da pista, em busca de seu rifle. Quando Jigen estivesse na distância máxima que ele considerasse seguro dar um tiro certeiro a uma boa distância do guarda, ele pararia de correr, e juntaria seu movimento ao das pessoas que estivessem andando na rua, caso houvessem, e então pararia, esticando seu braço esquerdo na direção de onde o guarda está, com o corpo de lado, fecharia um olho, apontando o dedo como se fosse uma pistola, tendo o guarda na mira, faria um movimento com o braço como se tivesse dado um tiro, sussurrando "Bang", e então seguiria rumo procurando a arma novamente. Caso Jigen encontre sua arma antes da distância máxima que ele garantiria o acerto de um tiro, longe da visão do guarda, apenas trataria de ter sua arma de volta.

Encontrando a arma, Jigen analisaria a situação, percebendo o que acontecia com a mulher, a criança e o homem tentando arrancar os dentes da criança, se o rifle estivesse exposto de um modo que ele pudesse pegar, ele se aproveitaria da situação, se movendo rápido e furtivamente para ter o rifle novamente em suas mãos, rapidamente deixando para trás a situação. Caso o rifle esteja nas mãos de alguém, apenas pediria a arma de volta "Olha, sei que um estranho chegar assim do nada e contar essa história não é nada comum, mas um desgraçado jogou minha arma na rua enquanto eu estava ocupado, e eu preciso dela para ensinar uma lição para ele, poderia me devolver?", se não fosse possível, Jigen tentaria convencer a pessoa a devolvê-lo "Olha, eu posso te oferecer um serviço por essa arma. Para te mostrar porque ela me serve tão bem, me devolva a arma e diga um nome, e eu prometo que uma das balas terá o nome escrito." Caso a pessoa não seja convencida pelo serviço, tentaria negociar um preço pela arma "Eu posso te oferecer B$ 50.000 por essa arma." e se a pessoa não aceitar e tentar negociar por um preço maior que B$ 100.000, Jigen daria as costas e diria "Por esse preço eu arrumo outra, boa sorte tentando vender essa velharia". Se a pessoa pensasse melhor e resolvesse aceitar um valor abaixo de B$ 100.000, Jigen a pagaria e pegaria sua arma de volta.

No caso disso virar uma confusão, Jigen se afastaria o suficiente para não ser pego no meio, se escondendo em um canto onde fosse possível ainda analisar a posição de sua arma, esperando o momento certo para tentar obtê-la, ou pegando-a e rapidamente indo para um local seguro.

Caso conseguisse pegar sua arma de volta por meio de conversa, agradeceria com um aceno com a cabeça, e se retiraria. "Preciso achar alguém que me ensine a mexer com explosivos, fogo contra fogo, mas antes, preciso é de uns cigarros, e um bom isqueiro." pensaria. No caso de não conseguir pegar a arma de forma alguma, sairia a procura de comprar cigarros e um isqueiro antes de procurar outra arma.


Se Jigen acabar encontrando um bar ou mercearia, entraria e perguntaria para a pessoa no balcão "Ei amigo, tem cigarros e um isqueiro aí?" Caso a resposta seja não, "Pode me informar onde conseguir algum?" Se a resposta for sim, se dirigiria ao local, e se a resposta ainda for não, Jigen seguiria seu caminho pelas ruas até encontrar um lugar onde conseguisse gastar um pouco de seu dinheiro em um maço de cigarros e um isqueiro. Se for possível, Jigen então se retiraria do estabelecimento após pagar a quantia, caso o preço fosse razoável, tiraria um dos cigarros do maço, acenderia com o isqueiro, então guardaria ambos e sairia a procura de alguém que o pudesse ensinar sobre explosivos.



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Nima
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Re: I - Hoist the Colours! Seg Maio 30, 2022 9:57 pm






Horizons


海の初めに



Nima não se lembrava quando havia visto tantas pessoas. Ou melhor, quando havia visto tantas pessoas de perto, é claro que havia os festivais os quais a garota costumeiramente se esgueirava para fora de sua casa para observar mas ela nunca ficara no nível das ruas.

Era uma sensação estranha

Eles estavam aparentemente dirigindo-se à algum lugar, e isso culminava no fato de que ninguém parecia abordável. Mas conseguiu enfim, abordar um homem alto de cabelos negros acompanhado do que parecia ser uma...ave?

Ambos questionaram-se ao mesmo tempo, com quase a mesma pergunta, e ela abriu a boca na intenção de desculpar-se porém uma outra voz veio de trás de si, que ao ouvir, a garota quase deu um pulo. Era uma senhora, aparentemente tão idosa quanto sua avó, que prosseguiu à informá-los sobre um evento, "Competição de cozinha? o quê é isso?" Nima perguntou à si mesma enquanto a estranha lhe indicou a sua próxima parada. Cruzes. Poderia não estar cheio, mas ela poderia perguntar sobre um barco ao encarregado.

O estranho que havia encontrado respondeu parte da pergunta que ela tinha na mente, mas antes que ela pudesse se devanear com comida, alguns homens estranhos gritaram para a senhora e Nima se conteve, mais do que o normal, para não levar a mão à espada, mas observou a pequena senhora ir em direção à meia dúzia de homens que esperavam por ela, e escutou algumas coisas que capturaram sua curiosidade, "quem é ela?"

"Aquele homem não é confiável"

E a voz do tal tirou-lhe de dentro da própria cabeça, era um convite e uma questão pendente. Ele era estranho, lembrava algum primo seu que passou muito tempo com os piratas ao mar e sorria demais. "Cruzes, e sim, agradeço a companhia" Responderia, e não mentiu, não era como se pudesse fazê-lo de qualquer forma, mas ela não conhecia nenhum centímetro daquele lugar e, apesar de tê-lo encontrado igualmente pedindo por direções, se havia escutado tal coisa daqueles homens que pareciam guardas, aquele estranho era dali.

Ele se apresentou, e ela não deixou de notar o curativo em sua mão direita, havia visto poucos desses, e considerando que o braço não estava imobilizado ela já tinha uma leve noção do que era aquilo. "Nima" Diria olhando para ambos enquanto começava à seguir o homem que parecia-lhe animado, pelo caminho indicado pela senhora. Debatia fervilhosamente dentro da própria cabeça se faria as duas perguntas pendentes ou não mas a voz dele interrompeu seus pensamentos novamente.

"De saída, precisarei de passagem para a próxima ilha" A qual ela definitivamente não fazia ideia alguma de qual seria. "Assunto?" ela repetiria o pensamento acidentalmente em voz alta e prosseguiria imediatamente à se desculpar. Tinha de parar, ela pensou, mas sua curiosidade às vezes chegava antes que seu bom senso.

"Estavam indo à um restaurante" ela se forçou à lembrar "teremos cadeiras e sentaremos, e então você vai poder perguntar" ela se forçou à pensar, batendo levemente as mãos para acalmar as várias perguntas diferentes que nasciam na sua mente. E esperava que o encontrassem, sem nenhum problema contrastante apesar de que ela já se prepararia caso acontecessem, afinal, os guardas da senhora disseram que o local não era seguro. Entraria em companhia de seu companheiro de caminhada, tentando identificar o local de atendimento em quê ela pudesse se sentar em uma mesa, ou melhor, que ambos pudessem, para que sua cabeça parasse de efervescer.

"Porquê aqueles guardas vestidos de forma estranha disseram que você não é confiável?" Lançaria sua pergunta à Silver, se bem que agora se encontrava mais interessada no ser de cores vivas que tinha em seu ombro do que as falas prévias daqueles guardas, mas caso encontrasse o encarregado do local antes que pudesse se sentar, perguntaria à ele "Com licença senhor, há muitos barcos por aqui que aceitam passageiros?".


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Re: I - Hoist the Colours! Seg Maio 30, 2022 10:07 pm


Enquanto atravessava a cidade, Ishtar se preocupava, constantemente, com sua aparência, e irrompiam pensamentos obstinados concernentes ao exterior. “Não posso chamar atenção, não posso chamar atenção…”, repetia a reflexão como um mantra, a fim de não se desvirtuar de seu propósito.

A sua travessia por aquele local bem povoado da cidade era aparentemente tranquila, mas a sua insegurança a fazia, internamente, gritar por socorro, e após demandar a um homem que lhe dissesse um lugar em que poderia ler, sentiria-se, de certo modo, ameaçada pela atrocidade em sua expressão, todavia, não deixaria que isso exteriorizasse sua hesitação.

Pensava ela, que por mais que parecesse perverso, ela poderia, ao menos, dar uma chance ao que o homem diria, e quem sabe conseguiria, de alguma forma, enganá-lo, mas não houve tempo para conclusão alguma, já que, para o alívio da moça, a conversa havia sido interrompida, e no segundo seguinte, o sujeito estava de cara no chão. Ishtar reparou no que teria ocorrido ali, e percebeu, além da figura infantil que tinha lhe salvado de um diálogo inconveniente, um rifle bem aos seus pés. Tentaria, naquele momento, analisar a situação. A figura, que aparentava ser apenas um menino, estava naquele instante, sendo agredida brutalmente.

Tinha pouco tempo para agir, e sabia que de maneira alguma poderia deixar aquele homem impune, ainda mais, tendo possivelmente em vista, o desespero que “a criança” portava para tampar o seu rosto, pois aquilo lhe despertaria terríveis memórias e sensações que a assolavam desde criança, e ali, se fosse necessário, deixaria de lado o fato de não poder chamar atenção, pois de alguma forma, precisava prestar socorro àquela figura infantil.

Poderia pensar na suspeição daquele rifle jogado ao chão, e se visse o dono da arma nas proximidades, chutaria a arma em sua direção, claramente esperando uma retribuição de sua parte. Caso não encontrasse ninguém, afastaria aquela arma para que os indivíduos ali na sua frente não a alcançassem.

Tendo resolvido o caso do alcance do rifle, optaria, primeiramente, por um diálogo, mesmo que não esperasse bons resultados. “Ei!”, ergueria o tom de voz e seguiria com firmeza, “PARE! É só um menino! O que pensa que está fazendo?”, se lograsse êxito chamando a atenção do homem verbalmente, continuaria com o seu sermão, e se aproveitaria da chance para ter a atenção do homem sobre si, para que o menino tivesse uma tentativa de fuga.

Se falhasse em dialogar, não teria coisa a pensar senão a deliberação, assim como feito por ele, de violência. Se aproximaria, e graciosamente, a partir de sua postura flexionada para trás, com a perna direita suportando o peso do corpo, dobrada, e a perna esquerda esticada para frente, desferiria um chute, com a perna de trás, na costela do alvo. Se a partir do primeiro golpe, a guarda do homem se abrisse, faria mais uma investida, desta vez, visando atingir-lhe a região da garganta. Tentaria manter-se com os pés firmes e guarda levantada, e recuaria, com o intuito de desviar de possíveis golpes, no caso de não conseguir atordoá-lo. Na hipótese de ter sido bem sucedida, optaria por mais um chute, e nesta oportunidade, tentaria lhe acertar na cabeça, pensando em uma presumível chance de dar um golpe definitivo.

Se por fim, desse certo o seu plano de abatê-lo, tentaria ainda, uma aproximação àquela pequena figura que havia sido vítima da brutalidade - se ainda estivesse por perto -, perguntando-lhe, "está tudo bem com você?".





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Defeitos
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- Vaidoso
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- Criptografia
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- Investigação
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Saúde:
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Objetivos
  • Procurar pessoas interessadas em uma nova aventura, e se aproveitar das mesmas para viajar.

  • Ir para Grand Line.



Leona
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Leona
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Re: I - Hoist the Colours! Qua Jun 01, 2022 10:52 pm



I - Hoist the Colours - 02




John Silver e Nima Navori


Os dois excêntricos estranhos trocavam algumas informações após a saída da estranha figura que os havia orientado à ir até um certo restaurante na cidade. Para John, os pensamentos da potencial refeição que poderia em breve realizar ofuscavam quase todo o resto, até mesmo os estranhos olhares que os homens que escoltaram a velha direcionaram ao homem. Pareciam conhecê-lo. Nima, por sua vez, mantinha-se curiosa a respeito da informação que acabara de receber, e não sentia malícia vindo do rapaz, acabando por decidir seguí-lo e, juntos, partiram em direção ao restaurante citado anteriormente. Encontrá-lo não foi difícil, pois o estabelecimento era surpreendentemente grande para um comércio tão próximo da fronteira com os subúrbios.

O jovem Silver se dirigia direto ao balcão onde um homem, aparentemente com seus 20 e poucos anos, se aproximou para atendê-lo. Com a indagação do rapaz recém-chegado sobre receber comida de graça, uma veia se formou na testa do homem, que manteve uma expressão séria e irritada.

— O que você acha que isso aqui é? Uma instituição de caridade? Um instituto de pesquisa? Isso aqui é um negócio, pague ou suma da minha frente antes que... — O homem era interrompido com uma movimentação de um grupo de pessoas armadas que passavam em passos rápidos na frente do restaurante gritando algo quase que indecifrável, Nima, porém, era capaz de ouvir as palavras "pirralha mascarada" e, aparentemente, o atendente do restaurante também, levando-o a suspirar.  — Se metendo em problemas de novo, Agya? Escutem aqui, querem comer de graça? Não vão, mas estou disposto a alimentá-los por uma semana e tirar quaisquer dúvidas que tenham sobre o local se forem atrás desses idiotas que passaram correndo pelo restaurante, e trazer uma garotinha que vive com o rosto coberto pra cá depois. Você está armada e você parece um lutador, não deve ser muito difícil pra vocês. Então, que me dizem?

Caso optassem por aceitar a proposta do homem. Ao seguir o grupo de homens, se deparariam com quatro deles partindo em direção a uma mulher que parecia tentar proteger uma criança com o rosto coberto de tecidos, agora sujos de sangue. Também haveriam outros cinco homens do lado oposto, um deles próximo a mulher, com chicote em mãos, um homem portando um rifle e outros três apontando suas armas na direção dele. Para chegar até a mulher, precisariam passar pelos quatro que se encontravam entre ela e a dupla. No caminho, Nima indagaria John a respeito do que ouviu dos homens que escoltavam a velha que conheceram anteriormente. Caso negassem, apenas seriam expulsos do restaurante, e poderiam continuar sua conversa do lado de fora.


Daisuke Jigen e Ishtar

Jigen acaba se encontrando em uma situação delicada devido ao desentendimento com o guarda do Banco. Correndo em direção a figura que o havia furtado, o homem buscava recuperar sua arma, parando apenas para simular o que provavelmente planejava fazer com o responsável por sua desagradável situação. Após algum tempo de pique, podia notar que estava se aproximando do ladrão, que teve sua fuga interrompida ao colidir violentamente com um homem portando um chicote ao lado de uma misteriosa mulher.  

Ishtar, de forma similar, não se encontrava na situação que desejava, afinal, para alguém que não desejava chamar atenção, um espancamento público de uma criança não  era exatamente ideal. Mas, surpreendentemente, as pessoas ao redor não pareciam se importar ou desejar se envolver com a situação, afinal, a criminalidade é uma rotina nessa área da cidade e a maioria das pessoas estaria grata apenas por não estar envolvida. Mesmo assim, a situação não era das mais discretas, mas a mulher não encontrava dentro de se a frieza pra abandonar a criança naquela situação. Rapidamente aproveito-se da fúria do homem para chutar a arma em direção ao homem recém chegado que, por seu perfil, aparentava ser o dono desta, esperando algum tipo de ajuda em retorno. Logo em seguida, gritava para que o homem deixasse a figura mascarada em paz e, ao receber um "Cale a boca ou você é a próxima" como resposta, viu que aquele não era o tipo de pessoa que resolveria algo com o diálogo, rapidamente aplicando um bem executado chute na costela do homem que, pego de surpresa, acabava por soltar a criança, que rapidamente corria para atrás da mulher, com as mãos no rosto e claramente abalada. A investida da lutadora continuava, planejando um chute na garganta do homem que, ainda abalado, apenas conseguia se esquivar parcialmente, sendo atingido no peito e empurrado alguns passos para trás, rapidamente sacando seu chicote e balançando com precisão, teria atingido o rosto de Ishtar se não fosse pela já planejada esquiva da mulher.

A arma havia sido devolvida ao seu dono na expectativa do retorno do favor, mas este, por sua vez, não parecia ter intenções de se envolver na situação, e estava prestes a dar de costas e partir novamente em direção a cidade, e o teria feito, se não encontrasse 3 homens, dois armados com espadas e um com uma pistola, parados em seu caminho. O pistoleiro abria um pequeno compartimento com alguns maços fechados de cigarro, abria um deles, retirava um cigarro e o ascendia, tragando antes de dizer.

— Então você e essa mulher acharam que atirariam em um de meus homens pelas costas, animal de merda? Um mendigo armado com um chapéu tirado do lixo achando que faria algo além de decorar as ruas com seu sangue, quanta ingenuidade... Vou servi-los aos animais da floresta quando acabarmos por aqui.

Os dois espadachins sacavam suas armas e o pistoleiro empunhava sua pistola com uma única mão, e não pareciam muito dispostos a conversar. No lado oposto do conflito, mais 4 homens, provavelmente subordinados do recém chegado, dois portando espadas, um portando uma lança, e outro aparentemente desarmado. O nojento e não muito amigável chicoteador mantinha uma expressão psicótica no rosto ao recuperar seu equilíbrio, ainda sentindo o impacto e dores do chute surpresa, retornando sua atenção a mulher.

— Você vai pagar por isso, vadia de merda.


Ponto-Situação dos Personagens:



John Silver
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Re: I - Hoist the Colours! Qui Jun 02, 2022 11:02 am


Fated Meeting!


Together we fight!

————X————





O caminho pelas ruas de Goa mostrou-se agradável, muito em parte pela companhia que agora tinha consigo. A mulher albina parecia um tanto desconfiada, fato este que John não lhe culpava de forma alguma. Era um mundo perigoso e cheio de pessoas ruins, afinal. De toda forma, logo aprendeu que ela se chamava “Nima”, e repetir aquele nome para si fez com que seu sorriso aumentasse imensamente. Nem mesmo se conheciam por mais de alguns minutos, mas a mera “aura” daquela  mulher lhe dizia que era uma pessoa confiável e, ainda que não oficialmente, Silver já lhe considerava uma membra de sua tripulação. Abordaria aquele assunto com ela depois, mas por hora, sua prioridade seria a tão desejada refeição no restaurante que logo encontraram.

Para sua felicidade, não tardou para que alguém viesse a frente do balcão para lhe atender, este sendo um homem que aparentava não ser muito mais velho do que ele. Contudo, a expressão alheia rapidamente moldou-se em descontentamento ao ouvir o pedido de John, e logo suas palavras ríspidas deixaram aquilo bem claro para ele. Silver, é claro, nem de longe era alguém que desistia facilmente daquilo que queria, ainda mais quando se tratava de comida, e logo estaria pronto para tentar convencer o homem mais uma vez, se não fosse por uma comoção que se iniciou do lado de fora do estabelecimento. Voltearia seu torso de modo que pudesse vislumbrar a situação, ainda que o desinteresse seria bem claro em suas feições. “O que deu neles? Estão com fome também?”

O ocorrido pareceu dar alguma ideia ao atendente. Ele parecia claramente preocupado, e não demorou muito para que solicitasse a ajuda dos dois, um pedido que por um certo momento congelaria o rapaz ali onde estava por alguns momentos. No final das contas, não tinha muito o que se pensar ali, mas não imaginava que alguém lhe fosse pedir ajuda, ainda mais naquela ilha. Formaria um grande sorriso no rosto, então, esticando os cantos da boca e fechando ambos os olhos para criar a expressão mais simpática que conhecia.

— Essa garota parece ser importante pra você, não é? Não se preocupe, vou trazer ela de volta em segurança, então espere aqui com um prato quente de comida! — Abrindo então os olhos, estenderia o braço direito rumo ao homem, fechando a mão em um punho, tal como era seu costume sempre que uma promessa era feita.
Em seguida, voltaria sua atenção inteiramente para Nima, arqueando uma sobrancelha.  A albina parecia estar pensativa antes mesmo de entrarem no restaurante, e agora finalmente lhe perguntava sobre o motivo de algumas pessoas questionarem seu caráter. John era ciente disso, é claro, e jamais tomou ofensa alguma. Depois de ser acolhido pelo velho Silver e absorver seus ideais, a parte de si que se importava sobre o que os outros tinham a dizer sobre ele ficou para trás, e por vezes até parecia trajar sua infâmia como um distintivo de honra.

— Ah, aquilo? Eles desconfiam de mim porque eu costumava ser parte de uma gangue por aqui. Nós protegíamos nosso bairro, até mesmo de marinheiros ou guardas, as vezes!  — Penderia a cabeça na direção da porta, então, como se sinalizando a mesma para a garota. — E então, vai se juntar à um criminoso pra salvar aquela garota?
Não conhecia nada sobre aquela mulher, então essa seria a perfeita chance para entender que tipo de pessoa ela era. De toda forma, John então deixaria o estabelecimento, conjurando toda a sua determinação para enfrentar o primeiro obstáculuo do dia.

Correria atrás daqueles homens que antes passaram por ali, e logo se deparava com uma cena que tinha de tudo para se transformar em uma grande confusão. Já se faziam alguns dias desde sua última luta, mas seu corpo rapidamente se reagiria para a situação, tornando a respiração quente e lenta enquanto os músculos se acomodavam para o perigo eminente. Não tinha nem tempo para contar quantos inimigos haviam adiante, mas pelo meio de todos os presentes, seus olhos conseguiram avistar a pequena garota sendo protegida por uma mulher desconhecida. Uma aliada, talvez? Só podia esperar que sim. Silver não era estúpido ao ponto de pensar que poderia derrotar todos sozinho, mas o sorriso em seu rosto ainda estaria ali presente, ainda mais se Nima estivesse lhe acompanhando — Dois pra cada um? — Indagaria à albina se ela estivesse ali, assim que avistou os quatro homens que aparentavam tentar entrar na luta de surpresa. Caso eles não fossem interrompidos, seus prováveis aliados do outro lado não teriam nenhuma chance.

Sem tempo a perder, John buscaria desacelerar o suficiente para flexionar seus joelhos, e tomaria então um grande impulso para frente no intuito de encurtar sua distância para com um dos quatro inimigos o mais rápido possível. Durante o trajeto, posicionaria seu punho direito para trás do corpo e o braço esquerdo adiante, e quando enfim estivesse próximo o suficiente, moveria o punho destro em grande velocidade ao trazer o peso daquele lado do corpo para cá, buscando desferir um soco cruzado contra a parte de trás da cabeça de um dos espadachins com toda a sua força. Após esse golpe, tendo sucesso ou não, deixaria soar um grande rugido de batalha, buscando em seguida fechar a mão esquerda num punho antes de empenhar-se para desferir um cruzado esquerdo contra aquele mesmo homem, visando sua nuca. Por fim, ainda fazendo uso de sua posição vantajosa pela retaguarda dos inimigos, manteria o pé esquerdo bem fixado no solo como apoio, e usando desta posição, tentaria desferir um chute frontal com o pé direito contra as costas de um segundo adversário.

Em meio aos seus ataques, John jamais deixaria o solo para tentar movimentos arriscados e acrobáticos, sempre mantendo-se pronto e preparado para defender-se. Visto que dois inimigos portavam espadas, tentaria se esquivar para trás na hipótese de ser vítima de um corte horizontal, ou simplesmente juntaria ambas as pernas num rápido jogo de corpo para a direita caso seus oponentes tentassem um corte vertical ou diagonal contra ele, tentando o mesmo motivo se o lanceiro tentasse lhe empalar com a lança, ajeitando seu corpo de acordo para evitar o aço alheio.

EI, VOCÊS AÍ! Gritaria o rapaz então, para todos os patifes naquele local. Sua expressão agora mais séria, tal como sua voz. — Querem agredir uma criança, seus covardes? Por que não pegam alguém do seu tamanho? ESTOU BEM AQUI! Seu bravado seria bem claro então, para todos que pudessem ouvir sua voz trovejante. Não sentia medo algum naquele momento, pois finalmente estava vivendo a vida que havia escolhido, e exercendo sua vontade. E assim, tentaria usar daquilo para chamar a atenção dos outros inimigos, até mesmo se fosse por um único segundo sequer, dando assim uma oportunidade extra para quaisquer aliados que ali estivesssem.



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Re: I - Hoist the Colours! Sab Jun 04, 2022 7:26 pm


"Finalmente, minha arma de volta!" Um pensamento de alivio com um leve sorriso que não durou muito tempo, antes de conseguir sair da situação, a situação complicou para ele. Vendo que o único jeito de sair desse impasse seria pelo caminho da violência... A melhor maneira de sair dali seria tentar eliminar o oponente que tivesse a habilidade de ataque a maior distância, coincidentemente, de quem Jigen já almejou roubar um cigarro.

Com sua arma novamente em mãos, abaixado após pegá-la do chute provindo da mulher de roubas brancas, Jigen não hesitaria em tentar acertar um tiro no pistoleiro, ajeitando rapidamente a posição de suas mãos em seu rifle, mirando para onde houvesse maior probabilidade de acertar, bem no meio do peito. Caso acertasse, Jigen se aproveitaria da situação, levantaria e dispararia correndo em direção a alguma abertura por onde fosse possível tentar fugir, para o meio de outras pessoas que estariam andando na rua, ou para poder se esconder atrás de caixas ou barris que estivessem na rua, para estabelecer distância dos espadachins.

Caso Jigen errasse o tiro no peito do pistoleiro, abaixaria sua mira em alguns centimetros, e tentaria atirar onde houvesse a maior desestabilização do pistoleiro e dos seus companheiro, bem no meio das pernas, visando acertar o saco dele. Se aproveitando dessa situação, caso fosse suficiente para chamar atenção, tentaria fugir para ter distância.

Caso Jigen seja almejado por um tiro antes que pudesse agir, tentaria se esquivar aproveitando o impulso de estar próximo ao chão, inclinando o corpo e fazendo um rolamento, visando se afastar dos espadachins também.

Se os espadachins viessem com estocadas, Jigen tentaria desviar lateramente, e caso viessem com cortes verticais ou diagonais, ou até mesmo horizontais, tentaria rolar para trás, para ganhar um pouco de distância e poder mirar em quem tenha atacado. Se Jigen for acertado por uma das espadadas, ele seguraria firme sua arma, tentando aguentar a dor, e aproxamaria a ponta do cano perto do queixo do atacante, e então diria "Acho que você vem comigo" com um sorriso diabólico no rosto, preparado para apertar o gatilho.

Em caso de alguma distração acontecer, ou o Jigen conseguir escapar e se afastar, a distância, se posicionaria atrás de algum lugar onde sua visibilidade fosse reduzida, e dali, tentaria atirar em um dos alvos que ainda estivessem de pé. Caso ele seja seguido no processo, em um momento durante sua corrida, viraria seu corpo, posicionando as pernas, enquanto se abaixaria e tentaria acertar um tiro em seu perseguidor.



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Re: I - Hoist the Colours! Sex Jun 17, 2022 11:38 am






Horizons


海の初めに



A comoção capturou sua atenção ao mesmo tempo que o atendente do restaurante, e logo seu novo companheiro a percebeu também. O homem, preocupado, então seguiu com um pedido o qual ela escutara com calma, era razoável, afinal ela precisava de informações, e logo mais precisaria de comida também, porém mesmo se não fosse, ainda sim era uma criança em perigo.

Nima prontamente assentiria com a cabeça para o atendente e se dirigiria para sua nova tarefa.

Então, finalmente conseguiu perguntar à seu companheiro o que lhe assolava à mente, à qual Silver lhe daria uma boa resposta, ela mesma não tinha qualquer apreço pelos homens de branco que viajavam sob a bandeira da "justiça" de qualquer forma, seja pelo que escutava dos cidadãos de sua ilha ou de sua própria família.

- Certamente... - ela responderia a pergunta, se dirigindo para fora com a mão já em sua espada. "Certamente vamos salvá-la"

Seguiria atrás dos homens que percebera correndo pelo caminho que lhe parecesse mais razoável, esforçando-se ao máximo para escutar qualquer grito ou voz que lhe fosse familiar que lhe indicasse o caminho à seguir. Logo se deparando com o grupo de inimigos que haveria de enfrentar e a garota que haveria de resgatar, sendo protegida por uma mulher que ela não conhecia.

- Apropriado - Responderia à indagação de seu colega, amaldiçoando mentalmente os covardes miseráveis.

Haveria quatro em seu caminho, então selecionaria o que estivesse mais perto de si, sacando a espada em uma reza silenciosa... "Senhor dos Caçadores, me garanta mãos firmes e pés rápidos, e que o sangue derramado limpe a honra deles desse pecado de covardia".

E avançaria, em um estocada logo abaixo das costelas para que sua lâmina alcançasse o coração do primeiro inimigo, movendo-se para longe em um segundo ataque horizontal mesmo se não sucedesse o primeiro e então mover-se-ia para o segundo oponente, tirando sua lâmina do primeiro em direção à panturrilha dele, para um ataque direto em sua artéria tibial. No entanto não esqueceria de manter os olhos, ouvidos e percepção afiada para defender-se com sua espada caso os espadachins lhe deferissem ataques horizontais, verticais ou para esquivar-se caso o lutador ou o lanceiro à percebessem primeiro.


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at the end of the sea

Gontijo
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Re: I - Hoist the Colours! Dom Jun 19, 2022 12:39 am


"Droga!", balbuciou Ishtar, impetuosamente, quando percebeu que seus chutes não foram o suficiente para derrubar o homem, mas agora sentia-se menos aflita, já que o sujeito estava focado em agredi-la, e não mais prestava atenção na criança. Pensou, nesse momento, em mandar o menino fugir, mas não sabia que tipo de violência estaria esperando-o, pois bastaria o mínimo de concentração para perceber a alta quantidade de figuras perigosas nos arredores, e considerando tal fato, optaria por manter a frágil criança sob sua proteção, mesmo que fosse mínima.

A ofensa verbal e a expressão perturbadora que foram, pelo homem, dirigidas a Ishtar, a faziam ter ainda mais repulsa, alimentando o seu sentimento de aversão contra aquela violência sem sentido e desenfreada usada por ele para agredir, sem nenhuma dó, a uma figura infantil cujo o desespero era claro. Percebia ali, portanto, que deveria se esforçar ainda mais para ter triunfo.

Manteria a graciosidade e firmeza em sua postura de combate - com uma perna esticada e outra flexionada -, mas agora, além de visar acertá-lo, se preocuparia em manter os olhos sobre os movimentos dele, pois pensaria que, portando tal chicote, a qualquer momento ele poderia golpeá-la, e ela precisaria estar apta a desviar. Se o homem abrisse a guarda para chicoteá-la, tentaria o desvio de modo que conseguisse espaço para um ataque rápido, e com a mão direita aberta, mantendo-a alinhada com o punho, tentaria acertá-lo no estômago usando as pontas dos dedos, que por sua vez, não estariam flexionados. Caso o homem demonstrasse, através de uma contração ou gesto similar, que a tentativa de ataque havia sido efetiva, Ishtar tentaria mais um golpe com a mão, recuando a mão do primeiro ataque e avançando com a esquerda, dessa vez mantendo o punho cerrado, e acertando-o, de baixo para cima, no queixo.

No acaso da inviabilidade de tais golpes (se reparasse que não conseguiria uma brecha), Ishtar focaria em sua defesa, e manteria uma distância segura - optaria por não ficar tão longe, já que a arma de seu inimigo mostraria ter menos eficácia em uma distância mais curta. Se o indivíduo optasse por socos ou chutes, Ishtar ainda conservaria seu foco na esquiva, e numa eventual contingência, empenhar-se-ia em desferir um chute lateral com sua perna direita, mantendo sua base firme, e a partir daí, levantando e flexionando o joelho da perna do chute, para enfim, impulsionando o chute com o quadril, tentar acertá-lo na barriga com a parte externa do pé.

Perduraria em seu intuito inicial de não deixar que aquele agressor encostasse no menino, e para isso, daria o máximo de sua resistência e coragem.





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