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Sasha
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Relembrando a primeira mensagem :

1º Movimento - Prelúdio de uma esperança

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civil Badar Alluartie. A qual não possui narrador definido.

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DarkWoodsKeeper
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Prelúdio de uma esperança


Berthold identificou seu grupo como revoucionário, um grupo que luta por aqueles injutiçados. Baldur havia falado a verdade quando disse que eles lutavam pela liberdade.

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Meus olhos se iluminaram novamente, principalmente quando o homem falou que talvez eu estivesse no lugar certo e que com eles eu poderia encontrar minha liberdade também.

Berthold, porém queria saber quem estava me perseguindo, algo que apenas Balto e eu sabíamos, já que eu não havia contado para ninguém.

"Acho que meu erro foi me aproximar dos meus amigos sem contar o que estava acontecendo... Talvez, se eu me abrir, esse grupo revoucionário possa me ajudar..." - eu pensei receoso, mas sem ver outra alternativa.

- E-eu nunca falei pra ninguém... Eles são os Rare Hunters. Eu cresci em um lugar chamado Viveiro... - eu então contaria toda minha história para aquele estranho, manteria meu olhar fixo no chão... O que eles fariam quando soubessem tudo?

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Imediatamente depois de contar tudo, eu completaria:

- Ah... E Clayton está tentado me capturar porque...bem... - eu parei de falar e ergui minha franja, decidindo não manter mais segredos - Eu sou um três olhos. Eu ainda não conheci ninguém como eu, porque meus olhos também mudam de cor com o tempo.

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No fim, eu esperaria uma resposta de Algernon. Será que ele ainda me ajudaria depois de saber de tudo? Será que eu conquistaria minha liberdade e, quem sabe, ajudasse outros a serem livres também?


Objetivos - Sair de Flevance (será que eu arrumo trabalho em algum circo intinerante? Hehe)
- Aprender proficiências: sobrevivência e rastreio
- Achar um NPC companheiro

Ganhos

Perdas

Legenda - Fala
"Pensamento"

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Jean Fraga
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1º Movimento


Prelúdio de uma esperança




Aliviado Badar se sentia com as falas iniciais de Berthold, porém uma parte delicada da sua vida teria que ser dita e eles estaria preparado para isso? As incertezas batiam na porta da frente.

Porém talvez ali ele encontrasse pessoas capazes de o ajudarem a se livrar daquelas correntes que o prendiam em um passado horrível, pacientemente Badar contava sobre toda sua história.

Além de Berthold, os outros revolucionários ouviam a história do garoto, enquanto davam o devido falar, ao fim, o capitão, diria vendo mais um detalhe precioso de Badar, seu terceiro olho.

— Parece que não foi fácil hein..., ainda mais passar por tudo isso sozinho... – Ele agachava acariciando Balto, assim, continuando sua fala – A vida pode ter sido cruel com você Badar..., mas a esperança que reside dentro de cada um de nós... é a chama necessária para libertarmos este mundo das injustiças!

— Seu caso é mais um de muitos fugitivos que encontraram abrigos conosco, porém, aqui ninguém se importa com um sonho mais do que o outro, todos são iguais perante nossos ideais.

— Uma pergunta Badar... você já matou alguém? Conseguiria fazer isso caso fosse preciso? Caso a vida de alguém estivesse em risco?! – Levantava ponderando um fato.

Nem sempre conseguiremos resolver as coisas na base da conversa e somos inimigos diretos do governo mundial, com certeza nossos inimigos não pensaria duas vezes... Eu preciso saber os seus limites, assim podendo te alocar no melhor setor...



Info Badar:




DarkWoodsKeeper
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Prelúdio de uma esperança


Berthold não esboçou em seu rosto a mesma ganância que outros já mostraram quando viram o olho em minha testa. Mais pareceu que seus olhos transmitiam empatia e compreensão. Ele se abaixou para afagar Balto e expôs em palavras exatamente o que seu olhar me disse.

"Liberdade" "Justiça", essas palavras eram repetidas por aquele homem mais vezes do que eu havia escutado em toda minha vida. Era cada vez mais claro para mim que todo esse tempo eu fui apenas um animal trancado em uma prisão de luxo.

Ele então me fez uma pergunta que me paralisou: eu estaria disposto a matar por esse Exército Revolucionário?

[...]

No Viveiro, não havia apenas criaturas raras. Havia também aquelas chamadas "animais de caça". Faisões, cervos, salmões e outras espécies comuns destinadas a servir de alimento para os prisioneiros de Clayton habitavam toda extensão daquele lugar.

Quando não haviam banquetes ou quando eu não conseguia alimento suficiente com os outros habitantes do viveiro, Balto quase sempre se encarregava de me alimentar, caçando e trazendo presas para nós comermos.

Eu não era poupado do sangue e da morte, mas isso não quer dizer que eu me acostumei com tudo aquilo. Nunca gostei de ver um animal sem vida, mas um pequeno Tontatta de cabelos azuis (que também me ensinara a ler e algumas vezes nos ajudava) me deu uma lição que sempre carreguei comigo:

'A vida é a coisa mais preciosa de todas. Tirá-la sem razão é o pior erro que alguém pode cometer. Mas, como você já percebeu, algumas vezes tiramos uma vida por um motivo nobre, como seu lobo faz toda vez que sai para caçar, visando seu bem-estar. É um ciclo natural, a vida e a morte, e muitas vezes nós interferimos nesse ciclo, já que também somos parte dele. A única coisa que você pode fazer é honrar aquele que se foi, agradecendo seu sacrifício... Vou te ensinar uma frase que aprendi com os caçadores da minha antiga aldeia...'

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Daquele momento em diante, eu comecei a murmurar para mim mesmo o mantra ensinado por aquele anão de cabelos azuis toda vez que Balto voltava da caça, assim como prometi que faria quando eu me tornassse um caçador: "Obrigado, irmão, pelo sacrifício, honrarei sua morte assim como ela honrou minha vida"

[...]

Eu ainda não havia aprendido a caçar, mas aquele mantra permanecia em minha mente todas às vezes que Balto trazia comida.

Berthold me perguntava se eu estaria pronto para tirar uma vida. Para mim, tirar uma vida só deveria acontecer se absolutamente necessário. Talvez caçar fosse um motivo nobre. Mas, ao meu ver, proteger aqueles que amo também seria.

- Eu não quero matar ninguém... Eu nunca tirei uma vida... - eu responderia finalmente, após ficar alguns momentos congelado - Mas, Berthold, pra proteger Balto eu faria qualquer coisa. - eu completaria com determinação.

 1º Movimento - Prelúdio de uma esperança - Página 2 0f1e862eed8ba30c9baebccbd01942c1

Eu deixaria claro que matar por uma missão não seria algo que eu faria a menos que fosse o último recurso. Porém, para proteger minha família, eu seria capaz de qualquer coisa.


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Jean Fraga
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1º Movimento


Prelúdio de uma esperança




Talvez quebrando todas as expectativas de Badar, aquela pergunta que poderia ser simples para muitos, fazia-o entrar em pensamentos que o levavam a momentos tão antigos que ele ficava em silencio por um bom tempo.

Porém ele tinha um ideal a seguir e talvez as mortes que o esperam, pudessem ser mais leves com aquele mantra em mente.

— Ao menos você não me respondeu de forma rápida, com certeza isso estourou em sua cabeça e o fez pensar muito antes de me dar essa resposta... você tem motivos nobres e índoles boas...

— Eu não vejo o porque não te aceitar... Se a morte chegar e for necessária, a faça, mas senão, mantenha-se na linha fazendo do seu jeito, porém nunca, NUNCA deixa a vida de um companheiro seu em risca por causa disso...

— Como eu disse, o inimigo dificilmente será piedoso com você...
– Estendia a mão para o garoto.

— Seja bem vindo Badar Alluartie e Balto, vocês são os novos integrantes do exercito revolucionário... Este que ira libertar o mundo dessas pesadas correntes...


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Prelúdio de uma esperança


"Exército revolucionário..." aquele nome me soou estranho no primeiro momento, mas algo fazia com que eu me sentisse...importante.

A ideia de que minha liberdade ajuaria outros a conquistarem as suas fez meu coração acender. Balto e eu, livres, conhecendo o mundo e permitindo que outras pessoas pudessem fazer o mesmo... Seria esse meu destino?

- Obrigado!! Eu vou fazer o que eu puder pra ajudar! - falei com sinceridade e entusiasmo.

Eu estava extasiado pela minha nova perspectiva de vida. Tão extasiado que até esqueci o porquê de eu ter entrado naquele bar. Os rare hunters ainda estavam à espreita e eu precisava sair daquela ilha.

- Er... Sendo desse exército, a gente vai ajudar várias pessoas em vários lugares né? Será que a gente consegue sair dessa ilha ainda hoje? Vocês tem alguma forma de sair daqui?

Também me questionei mentalmente: "Agora que eu sou desse exército, será que vão colocar pra me trabalhar com outras pessoas?"



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