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Kenshin
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Sinfonia No. 1: Abertura Seg Jan 10, 2022 9:58 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Sinfonia No. 1: Abertura

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Azrael Zogan. A qual não possui narrador definido.

_________________

Sinfonia No. 1: Abertura - Página 2 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Formiga
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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Qua Jan 19, 2022 10:49 am


Uh Puliça



Azrael havia se metido em uma situação complicada inicialmente e para sua sorte a falta de sinergia em combate da dupla inimiga o ajudou. Mas agora ele estava pronto e decidido a finalizar seus oponentes sem mais delongas, com a foice em mãos ele fingiu ter sentido o golpe do brutamontes e aquilo nitidamente fez com que o ladino viesse com ainda mais vontade - HAHAHAH! MORRA! - Gritou a criatura esguia enquanto girava com velocidade. Entretanto, no momento que estava perto ele percebeu que tinha caído na estratégia de Zogan, que desviou para trás e movimentou sua foice com maestria, um movimento limpo e preciso que atingiu a garganta do homem que nem ao menos teve tempo de reagir. O sangue veio como um refluxo e foi jogado para fora pela boca do homem, que estava com seus olhos arregalados olhando para o marinheiro. Aliás, o defensor da lei não parou, aplicando mais um golpe para ter certeza que aquele criminoso não espalharia mais a maldade pelo mundo, deixando-o cair no chão já sem vida.

O brutamontes estava vindo em sua direção, ele pode ver toda a cena antes de conseguir chegar a tempo até o marinheiro e agora carregava uma expressão raivosa em sua face. Ele cerrou seus dentes no avanço e parecia simplesmente ignorar a movimentação e ação do marinheiro em sua direção, que atingiu seu braço com a foice, rasgando seus músculos e por pouco não cortando seu braço totalmente fora. Mesmo assim o armário humano não parou, ele estava decidido em atingir o marinheiro com toda raiva que carregava pela morte do seu aliado, mas algo o pegou de surpresa naquele momento: o protagonista soltou a sua foice. Sim, exatamente isso mesmo que você leu, ele soltou a foice e partiu aplicando uma rasteira que fez o oponente ir de encontro ao chão, entretanto, o criminoso não caiu que nem uma jaca mole, mas sim rolou no chão e ficou de joelhos observando da investida de Zogan em sua direção.

O homem estava ferido e parecia que não tinha muito mais opções além de aceitar a sua morte certa, porém, o espadachim que estava lutando contra o outro marinheiro interveio naquele momento, bloqueando os ataques do marinheiro com maestria - Ajude Leo, aquele outro lá está quase morrendo - Falou o homem se colocando no caminho entre o inimigo ferido e o marinheiro. O brutamontes partiu na direção do outro marinheiro, segurando o ferimento em seu braço como se quisesse estancar o sangue, mesmo que isso fosse inútil, já que o ferimento era muito extenso. O sangue escorria pelo seu braço, estava claro que se continuasse assim ele não teria muito tempo de vida, ainda mais para um médico como Zogan, ele entendia bem o perigo daquele ferimento - Vamos dançar então... - Falou o espadachim segurando com firmeza sua espada e partindo na direção do marinheiro, realizando golpes diagonais que iam de cima para baixo e posteriormente de baixo para cima, não dando tempo para que o defensor da lei pudesse respirar.


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Dazor
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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Qua Jan 19, 2022 3:08 pm
Progressão do combate


O combate havia tomado novos ares após meus últimos movimentos e a maré tinha virado a meu favor. ~ Ele realmente não percebeu, chegou sua hora, ladino! Não terei piedade com o mal que quer tomar minha vida. Pensaria antes dos meus golpes mortais. O ladino havia sido atingido na garganta, que por si só era uma área bastante problemática. ~ Dar chance para você? Hoje não... pensaria antes de acertá-lo outra vez para garantir seu abate.

Agora era hora de lutar contra o brutamontes e por conta de sua velocidade, pensei numa estratégia pouco ortodoxa: sacrificar a posse de minha gadanha para causar mais dano e surpreendê-lo. E assim foi feito, consegui quase decepar seu braço, causando uma ferida profunda e sangramento. ~Esse certamente já era, mas vou acabar com ele antes que tenha chance para se recuperar. Pensaria ao iniciar o movimento para derrotar completamente aquele monte de músculos e recuperar minha arma, até ser interrompido por outro inimigo. - Malditos malfeitores, me impedindo de terminar perfeitamente a batalha. Você vai pagar por isso. diria ao mesmo tempo que começaria a desviar dos ataques do espadachim. ~ Dois já foram e agora o outro soldado está lidando somente com um inimigo. Acho que vou ter tempo de ajudá-lo antes que ele caia, agora que ele lidará somente com 1 inimigo.

Buscaria manter a calma e analisar o padrão de ataque do espadachim para entender como poderia contra-atacar. Já não tinha mais a vantagem do alcance e queria terminar isso rápido para ajudar meu comapnheiro de farda, portanto buscaria desviar dos golpes de espada, esquivando para trás. Percebendo o claro padrão de cortes diagonais, iria fazer meu movimento após um corte vindo de cima para baixo, que é naturalmente mais perigoso já que usa a gravidade e o peso da arma a seu favor, e no momento que meu inimigo tentasse fazer o movimento na outra direção (de baixo para cima), pararia de desviar, avançaria e usaria a mão esquerda para somente desviar a trajetória da espada usando a lateral da manopla e daria continuidade com um chute mirando as partes íntimas do atacante para desabilitá-lo completamente. Se não fosse possível fazer a mudança de trajetória, iria calcular o tempo de um golpe para o outro e o momento certo para atacar, avançando nessa abertura para tentar um gancho poderoso, envolvendo minha mão com fogo. Acertando o oponente, não pararia de atacá-lo com socos e chutes até que ele caísse morto ou inconsciente, mirando em lugares estratégicos, como nariz (para desorientá-lo), garganta (atrapalhando sua respiração), partes íntimas (para desestabilizá-lo) e o rosto. Não conseguindo atacar, esquivaria tentando contornar meu oponente para chegar até minha foice e mudar um pouco o tom da batalha.

Se fosse possível derrotar meu oponente, iria recuperar a foice e ajudar meu companheiro atacando também o lanceiro. Se encontrasse o inimigo com o ferimento no braço, iria somente ferí-lo mais para desabilitá-lo por completo. Aproximaria-me com cuidado do lanceiro, esperando o momento em que meu companheiro sofresse um ataque para enfim realizar o meu. Usaria do artifício de chamar meu inimigo a certa distância para poder criar uma distração e uma abertura para meu colega atacar. Se o inimigo sofresse um golpe, meu ou de meu comapnheiro, repetiria o que já havia feito para garantir nossa segurança, iria golpear novamente o último dos inimigos de forma preferencialmente não letal para incapacitá-lo, queria deixá-lo vivo para fazer o interrogatório. Buscaria transmitir essa informação verbalmente para o outro marinheiro para que ele não tomasse a vida daquele inimigo antes da hora.

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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Sex Jan 21, 2022 1:26 am


Uh Puliça



Zogan já havia finalizado um oponente e causado sérios danos ao outro, quase ceifando a vida deste também. Uma terceira criatura apareceu tomando a frente da batalha, partindo para cima do marinheiro com uma enxurrada de golpes majoritariamente em ângulos diagonais, mostrando claramente que lhe faltava técnica naquela arte marcial tão requisitada. Sim, a falta de habilidade do oponente facilitou a vida da figura angelical que fazia parte da marinha, esperando o momento exato em suas esquivas para investir com velocidade contra seu oponente, acertando um chute no saco e seguindo com um verdadeiro bombardeio de ataques.

Sua manopla era de qualidade, algo que vinculado a sua força e técnica magistral, causaram sérios danos ao portador da espada. A cada foco que era dado, era possível ouvir o som dos ossos de rachando e posteriormente quebrando por debaixo dos músculos da face; O olho do homem saltou para fora em um dos ataques e seu corpo pouco a pouco foi massacrado pela fúria da justiça que o marinheiro carregava em seu ímpeto inabalável. Aquilo assustou a dupla que enfrentava o outro marinheiro, na verdade, deixou até mesmo o aliado de Zogan assustado com tamanha ferocidade, mas é isso que os criminosos merecem! De maneira rápida, aproveitou do momento oportuno para recuperar sua foice que estava no chão e então partir em auxílio do seu companheiro de farda.

O marinheiro que estava tendo dificuldades com o lanceiro e o brutamontes, pareceu receber a cena de Zogan como uma espécie de injeção de adrenalina e então ele partiu com ainda mais ferocidade para cima do seus inimigos. Aquele pequeno momento de coragem abriu a brecha que o celestial precisava, dando-lhe a oportunidade de literalmente ceifar a vida daqueles homens que estavam estranhamente tentando fugir do cerco feito pela instituição protetora da lei. Brincadeira, mas eu tenho certeza que a vontade de fazer isso passou pela sua mente. Zogan agiu com técnica e frieza, realizando movimentos com sua lâmina para incapacitá-los, afinal, ele era inteligente e sabia que dali poderia colher bons frutos. No entanto, para sua infelicidade o seu companheiro de farda parecia ter se inspirado e muito nas ações anteriores do celestial.

O rapaz não poupou esforços e muito menos teve pena dos dois inimigos que ainda estavam vivos, enquanto Zogan minava suas forças com maestria, ele se aproveitou das oportunidades que surgiram para atravessar com sua lâmina o pescoço do brutamontes e acertar repetidas vezes a nuca o lanceiro, esta última como se fosse um verdadeiro açougueiro inexperiente. Os corpos sem vida caíram no chão momentos depois do surto do marinheiro, que dada suas ações selvagens, ficou banhado pelo sangue do oponente usuário de lança. O líquido rubro da vida manchou o uniforme branco e azul da marinha, trazendo uma cena que certamente faria um gosto ruim descer pela garganta de Zogan, já que seu aliado estava visivelmente feliz pelas atrocidades cometidas naquele exato momento.

Por fim, a situação se encerrou daquela mesma maneira, a figura aliada do marinheiro parecia ainda querer mais, ele estava se preparando para desferir mais alguns golpes nos corpos já sem vida. O som de batalha sinalizava que os combates ainda estavam acontecendo pela região, sendo mais específico no ponto onde a capitã Janna e seu esquadrão foram verificar. Zogan iria impedir seu aliado? Ou apenas deixaria ele extravasar seus desejos?


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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Sex Jan 21, 2022 7:37 pm
Pós-combate


Com muito esforço e me aproveitando da inexperiência de meus oponentes, eu havia conseguido superá-los. O espadachim sofrera uma tempestade de socos que o transformaram em purê, infelizmente ele recebeu sua justiça de modo letal, mas ao menos não iria continuar a espalhar o mal. Ao recuperar minha foice também consegui prestar suporte e fazer com que meu companheiro sobrevivesse, mas ao vivenciar as cenas seguintes, uma dúvida relutante tomou meu coração: será que este marinheiro merecia viver?

Parecia um banho de sangue, meu companheiro de farda, após aplicar golpes letais nos inimigos, não cessou seu ímpeto e continou com várias estocadas, gerando um banho de sangue que foi capaz de mudar a cor de seu uniforme. Ele parecia não se saciar com tamanha atrocidade e tinha uma clara vontade de continuar com a carnificina. Fiquei extremamente enojado com a situação, sem mesmo perceber já estaria começando a caminhar na direção dele. Era possível ouvir o som dos combates na direção da unidade de combate, então não fazia o menor sentido continuar ali naquele local. Tentando me controlar para não passar dos limites, iria me aproximar com cuidado do marinheiro e controlando minha força para não matá-lo ou deixá-lo inconsciente, já que não queria criar um problema administrativo, iria dar um soco/cocão em sua caebça com força, para ele realmente sentir bastante dor, e falaria de imediato demonstrando minha raiva e insatisfação com a situação: - PARE COM ESSA MERDA AGORA! Nossos comapnheiros lutando e você aqui querendo brincar de açougueiro? Está de sacanagem comigo? Macular cadáveres por si só já é um crime, o que você está fazendo beira a insanidade. Se você der mais um golpe, eu tirarei sua vida e estarei fazendo bem ao mundo, e ainda estaria dentro da lei, este é meu último aviso. Saia daqui agora e vá ajudar seus companheiros! Só estou te dando essa chance em respeito a estarmos na mesma corporação. O que vai ser? Falaria já empunhando minha foice me preparando realmente para desferir um golpe mortal naquele homem. Se ele tentasse me atacar, antes ou depois de falar isso, não teria piedade e buscaria tirar sua vida com todas as minhas forças. Iria me aproveitar de seu cansaço e inexperiência para achar uma brecha e ceifar sua vida sem piedade.

A bronca dando certo ou não, após ceifar a sua vida ou mandá-lo para ajudar outros comapnheiros, iria fazer uma última coisa rapidamente antes de ir na direção do combate: iria verificar as vestimentas e corpos dos inimigos para saber se tinham algum pertence ou informação interessante com eles. Buscaria em seus corpos por papéis com escritas, fotos, instruções, mapas, objetos de valor, e qualquer coisa que chamasse atenção. O objetivo era entender toda aquela situação se fosse possível com pistas. Achando algo analisaria com atenção e tomaria a melhor decisão seja ir em direção ao comabte ou agir diferente.

Se a melhor decisão fosse ir em direção da unidade de combate, eu o faria rapidamente, indo buscando não me cansar no processo já que a batalha estava somente começando aparentemente. Ficaria atento para ataques surpresas e faria o caminho com cuidado e empunahndo a foice, pronto para o combate. Buscaria chegar no olho do furação se possível para dar suporte ao grupo ofensivo, tentando encontrar sua batalha, a capitã e meus amigos.

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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Sab Jan 22, 2022 12:44 pm


Uh Puliça



O combate tinha chegado ao seu fim, mas o repúdio pelas ações do seu companheiro de farda causavam a revolta de Zogan. Claro, ele não iria ceifar a vida do seu aliado de maneira de uma hora para outra, mas isso passou pela sua mente, na verdade, essa era uma das suas opções se ele não retornasse a si. O homem então acertou um golpe em sua cabeça, fazendo o aliado ir de encontro ao lado e levantar rapidamente olhando-o com raiva, enquanto ouvia as palavras do celestial - Você defende esses lixos? Tsc! Não quero mais saber de você. - Reclamou o homem se afastando do lugar, limpando o sangue que estava escorrendo pela sua face.

Zogan ficou livre para prosseguir com seu trabalho, tendo agora que lidar com os quatros corpos sem vida no chão. Ele podia partir dali sem se importar com eles, no entanto, de maneira inteligente voltou para ver se tinha algo de importante escondido em suas roupas. Ele procurou com calma, mas para sua infelicidade nada foi encontrado no meio dos maltrapilhos que cobriam o corpo daqueles criminosos. Enfim, não restou muito para o celestial fazer naquele momento, suas opções se resumiam em permanecer por ali ou ir até onde o som da batalha parecia mais intenso, obviamente ele seguiu a segunda. O caminho até lá estava vazio, as ruas por qual passou pareciam que há muito tempo não viam sinal de vida humana, as casas estavam com suas portas abertas e o cheiro de poeira e mofo saia do interior delas.

Não demorou muito para que ele pudesse ver onde as verdadeiras chamas da batalha queimavam, a equipe de marinheiros estava enfrentando um grupo grande de criminosos, onde o epicentro da força inimiga se concentrava ao redor do homem-peixe que – com selvageria – destruía a força defensora da lei - Ei, amigo... - Ele ouviu uma voz fraca, mas que ele conseguiu reconhecer como sendo do seu aliado Tobb - Saia daqui, vá... cham...ajuda. O homem estava sentado encostado em uma das casas, seu peito estava aberto e seu ombro parecia ter sido arrancado por uma mordida de tubarão. O sangue escorria pela sua boca e um dos seus olhos parecia ter sido perfurado por algo arcaico, talvez tivessem usado o próprio dedo para isso? Ele estava muito mal, sem chances de ser salvo e apenas esperava que a morte o levasse - Alguém...traiu... tem m-muitos d-deles. - Ele falou usando toda força existente em seu corpo, mesmo em um estado deplorável ele ainda tentava de alguma forma ser útil a marinha.

Alguns metros a frente Azrael pode ver Janna enfrentando o inimigo principal, mas estava nítido que a vantagem numérica dos inimigos estava sendo prejudicial às forças da marinha. Um dos marinheiros partiu com velocidade para fora dali, no entanto, foi interceptado por cerca de cinco homens aliados do criminoso, que o empalaram vivo e atacaram seu corpo já sem vida repetidas vezes, algo que Zogan certamente acharia semelhante. O que ele fazia? Ele tinha um certo tempo para sair dali e avisar aos seus companheiros, pelo menos, teria mais chance do que o grupo que estava imerso na batalha. Talvez tentaria levar o corpo do seu aliado? Ou se jogaria no meio do caos para tentar ajudar de alguma forma? Yama não parecia estar na batalha, será que já havia sido morto ou estava ainda mais fundo naquele combate mortal?


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Dazor
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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Seg Jan 24, 2022 1:21 pm
Chamas da batalha


Após golpear aquele marinheiro fora de si e dizer que pouparia sua vida, ele ainda reclama e mal reconhece a carnificina que estava fazendo? ~ Maldito ingrato! Irei descrever com detalhes seus atos horrendos em meu relatório... Pensaria com uma cara de desgosto ao vê-lo tomando seu caminho. Em seguida, ao ver que os corpos sem vida dos inimigos não tinham nada de valor ou informções, perceberia que a única escolha era ir para o epicentro da batalha, ver se eu poderia ser útil.

Ao me deparar com as chamas da batalha, confesso que engoli em seco por um momento. Ver todo aquele terror, todas aquelas trocas de golpes, tudo isso junto a um banho de sangue, me fez lembrar de minha terra natal. ~ Isso aqui era o que eu queria evitar e mais uma vez me deparo com essa situação... Pensaria com desgosto. ~ Mas agora é diferente, eu tenho companheiros e força para lutar. Não vou deixar esse massacre continuar. Continuaria em minha mente, já agora tomado pela determinação inabalável que tinha pelo mal.

O campo de batalha estava desfavorável e os inimigos tinham a vantagem numérica, portanto somente força bruta não era o suficiente para sair daquela situação. Começaria a me concentrar na estratégia, mas a surpresa que teria a seguir mexeria um pouco com meu emocional: meu amigo Tobb havia me encontrado e eu mal podia entender como ele estava vivo por conta de seus ferimentos, eram muito graves. Ele estava usando toda sua força para me avisar que havíamos sidos traídos e para eu buscar ajuda. Neste momento eu falaria, já me aproximando dele com cuidado para não chamar atenção dos inimigos, de forma a começar a tratar seus ferimentos: - Tobb, não precisa falar mais nada, guarde sua energia agora, ela vai ser necessária para você se recuperar... Começaria a rasgar seu uniforme para fazer ataduras para estancar o sangue. Nos lugares mais críticos, usaria meu fogo discretamente, na ponta do dedo somente, para cauterizar a ferida e parar o sangramento, mas antes taparia a boca de meu amigo com a mão e falaria: - Isso aqui vai doer, mas preciso que aguente... Faria um esforço grande para tentar salvar meu amigo, eu não poderia deixá-lo morrer ali. Tentaria fazer o máximo que estava em meu alcance para salvá-lo ou fazer com que ele não morrese, e diria enquanto ele estivesse vivo antes de me virar para a batalha novamente: - Eu vou levar essa vitória pra casa por você meu amigo, e vamos comemorar juntos!

Assim que terminasse, levantaria e analisaria a situação, que realmente estava ruim, mas não há nada que não possa ser mudado. Uma coisa curiosa que me deixou irritado foi que os capangas do tritão tinham o mesmo apetite por carnificina que aquele marinheiro de antes, o que me fez cerrar o punho e ficar ainda mais irritado. ~ Então além de louco, você era um traidor? Que matou seus próprios companheiros? Isso não vai ficar assim já pensaria empunhando minha foice e pensando na estratégia. Depois de pensar um pouco, finalmente tinha chegado em um jeito de sair daquela situação: marinheiros podem não ser os mais fortes, mas se tem uma coisa que eles sabem fazer é seguir ordens, e eu usaria disso a meu favor.

Para termos uma vitória, precisaríamos ser espertos, por isso nosso moral precisava ser recuperado. Usaria toda minha experiência de liderança adquirida na minha terra natal, para dar um grito para tomar todo o campo de batalha:
- MARINHEIROOOOOOOOOS! VAMOS DEIXAR ESSA CORJA VENCER HOJE? ESSES LIXOS NÃO MERECEM NOSSA MISERICÓRDIA, VAMOS ACABAR COM ELES!!! Seriam as palavras ditas com toda a determinação e ódio que estava sentindo pelo mal e por ter meu amigo à beira da morte. - FAÇAM A FORMAÇÃO PADRÃO BACK-2-BACK, ENCONTREM UM MARINHEIRO, JUNTEM-SE, DE COSTAS UM PARA O OUTRO, PROTEJAM A RETAGUARDA DE CADA UM E CEIFEM A VIDA DELES! (Ilustração da estratégia aqui) Gritaria mais uma vez, agora avançando o mais rápido que podia, desviando e golpeando inimigos que já estavam em outros combates, para auxiliar meus companheiros, mas meu objetivo era auxiliar a capitã, que já estava bem próxima de mim. Faria de tudo para chegar nela e fazer a formação junto com ela. Se os marinheiros não tivessem me ouvido, ao chegar perto da capitã, falaria toda essa formação para ela e pediria a ela para que lutássemos juntos. Diria também que derrubando o líder deles, os inimigos perderiam o moral e a vitória seria nossa. Por ser uma capitã, acreditaria que ela seria forte, e eu, por ser um soldado e por saber que os capangas não eram de nada, faria a cobertura das costas de Janna, ficando de olho em outros inimigos que poderiam atrapalhá-la. Depositaria naquele momento minha fé nela e na corporação, auxiliando-a em combate. Caso nenhum capanga nos atrapalhasse, me juntaria a ela na batalha contra o tritão, usaria a foice para atacar e minhas asas para espalhar fogo pela arena, algo meramente distrativo, pois tritões, seres que vieram do mar, ficariam incomodados com isso, o que poderia nos dar alguma chance. De qualquer forma ficaria bem esperto para ataques inimigos e não teria nenhuma pena, atacaria para dar golpes letais. Caso sofresse ataques à distância, giraria a foice com uma rotação bastante alta para evitar ser atingido e usá-la como uma espécie de "escudo".

Meu senso de heroísmo não me deixaria fugir dessa luta, tinha que fazer isso pelo meu povo, pela Marinha, por Tobb e sua esposa, pelo bem... A vitória só é impossível para quem desiste.

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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Seg Jan 24, 2022 10:11 pm


Uh Puliça



O marinheiro via toda aquela situação com um olhar clínico, indo prontamente em direção ao seu companheiro e o ajudando da melhor forma que seus conhecimentos podiam o auxiliar. Ele tentou até mesmo cauterizar as cicatrizes do seu aliado, no entanto, nenhuma das suas tentativas adiantou, já que o destino de Tobb parecia está concluído. Sua vida se esvaiu sem ele ao menos perceber, na verdade, como um médico ele notou o brilho nos seus olhos sumindo e o seu coração fraco parar de bater, sua morte estava decretada e só restava a Zogan investir contra aqueles que causaram toda essa tragédia. Ele levantou carregando todo ímpeto existente em seu coração, esbravejando palavras de liderança que naquele momento preencheram o coração dos marinheiros que estavam em batalha com uma vontade característica, a vontade de vencer.

Os marinheiros rugiram como animais selvagens enquanto ouviram com atenção as palavras do marinheiro, que acataram suas ordem e ficaram um de costas pro outro, protegendo a parte mais vulnerável do ser humano. Aquilo ajudou, os marinheiros estavam conseguindo rapidamente lidar contra os criminosos como não estavam conseguindo antes, mas ainda sim os números estavam sobrepujando a força defensora da lei. Janna estava enfrentando o criminoso com louvor, batendo de frente e ao que parecia, também tinha sido motivada pelas palavras do simplório soldado. Os gritos ecoavam por toda a região e o combate continuava com ferocidade, enquanto Zogan cortava o caminho em direção a capitã para ajudá-la de alguma forma.

No meio do caminho ele foi parado, um oponente de corpo leve portando uma grande lança estava alguns metros à sua frente e avançou em sua direção gritando sem parar. Ele tentou dar uma estocada furiosa que seria capaz de perfurar completamente o corpo de Zogan, no entanto, o marinheiro desviou inicialmente e rapidamente atacou com sua foice, cortando os membros do seu oponente com certa facilidade e com uma maestria única. Ele não parou, continuou seu avanço com velocidade desviando dos ataques que vinham em sua direção, porém, em determinado momento se viu preso logo após uma esquiva, sendo que seu único caminho era simplesmente ser acertado por um machado de proporções significativas. No momento em que o fio da arma estava prestes a atingir o seu ombro, ele percebeu o som metálico defendendo a arma, aquele era Yama que estava com o corpo coberto com o líquido da vida, mas que não parecia ser só dele - ZOGAN! VIU O TOBB? - Indagou o homem desferindo uma série de golpes no homem que atacou o celestia.

Porém, antes que o protagonista pudesse chegar até a área onde a capitã estava, ele foi atingido nas costas por uma arma maciça e com pequenos espinhos que rasgavam sua carne. Yama recebeu um chute em sua face e caiu alguns metros longe de Zogan, ele parecia ter achado um oponente a altura que aparentemente só usava suas pernas em combate. O oponente de Zogan era um homem de cabelos curtos e brancos, seus olhos azuis brilhavam com os raios solares e seu corpo estava repleto de cicatrizes. Ele carregava uma clava robusta e como citado, com alguns espinhos em sua extensão – Marinheiro falador, irá morrer. – Falou o homem com sua voz rouca e pesada, segurando com mais firmeza sua arma e partindo em velocidade na direção do celestial, realizando um movimento onde seu corpo girava repetidas vezes e atingia tudo que estava no alcance da sua arma, inclusive alguns dos seus aliados e outros inimigos na área. Era como um pião, girando em velocidade na direção de Zogan com força o bastante para danificar seriamente o seu corpo.


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Dazor
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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Ter Jan 25, 2022 1:45 pm
Mudança de ares


Ver o fio de vida se esvaindo do corpo de Tobb gerou certo desespero em mim, mais uma vez o mal havia levado uma alma boa desta terra. ~ Por que isso continua a acontecer?? Pensaria com pesar. Fecharia os olhos de meu amigo com cuidado, em respeito, e diria segurando meu peito. - Eu vou levar essa vitória para casa por você, meu amigo. Eu não vou parar até acabarmos com todos! Depois disso levantaria, olharia para trás somente para saber onde ele havia caído em batalha, para que depois pudéssemos recuperar seu corpo e dar um devido enterro. Seguiria para o combate dando início à estratégia.

Avançar pelo combate orientando meu companheiros me deu uma sensação super boa mesmo naquele caos! Eu nunca havia liderado um grupo tão grande e fiquei mais determinado ainda quando minhas orientações ajudaram a ter resultados melhores. Os inimigos estavam em maior número, mas eu sabia que era uma questão de tempo até nossa tática superar a vantagem numérica. Eu queria dar mais orientações porém eu precisava chegar na capitã para fornecer suporte, essa era a prioridade. Não demorou muito para eu ser interrompido e só pude perceber o que havia acontecido após ouvir o som de armas se chocando bem perto de mim: Yama havia aparecido para me ajudar e acabou com o inimigo que tentava nos deter.

Sua pergunta ecoou em minha mente e tive que reunir forças para dizer rapidamente, com muito pesar: - Tobb está... ele está... morto. Cerraria meus punhos em sinal de respeito e frustração, e continuaria: - Temos que levar essa vitória por ele. Vamos acabar com todos! falaria com determinação inabalável. Mas esse nosso momento duraria rápido, já que num piscar de olhos fui golpeado e só me dei conta por conta do impacto e da dor que sentia nas minhas costas. Ao me recuperar do choque, analisaria rapidamente o dano: ~ Impacto bem perto da lombar, mas aparentemente superficial... Não foi crítico, mas vou precisar tratar assim que puder. O lado bom é que consigo lutar. Pensaria já voltando meus olhos para a figura que havia iniciado o combate. Ele era forte e imponente, sua arma não menos.

Sem pensar duas vezes eu podia ver que iniciava outro ataque, era um pião da morte que vinha em minha direção. Eu tinha certeza que não poderia ser atingido por conta da violência desse golpe. Neste momento veio em minha mente, ao observar que esse golpe atingia todo tipo de combatente, seja aliado ou inimigo, e que parecia bastante exaustivo: ~ Vou usar esse golpe em meu favor. Vai ser dificil me aproximar por conta do risco, porém posso usar isso a meu favor. A partir daí não iria bater de frente com o golpe e usaria o caos do campo de batalha, simplesmente desviando me afastando de meu inimigo, mesmo que fosse necessário usar minhas asas para impulsionar. Só que não iria parar por aí eu iria desviar e andar pelo campo de batalha sempre deixando um ou mais inimigos entre mim e o golpe esmagador giratório, eu queria que ele destruísse seus próprios aliados para criar uma situação favorável para os marinheiros. Como era fácil identificar meus companheiros, por estarem usando minha estratégia, eu poderia facilmente identificá-los. Tentaria eliminar de forma colateral o máximo de inimigos possível, até o atacante se cansar. Usaria do artíficio da provocação para deixá-lo irritado e forçar ainda mais que continuasse golpeando: - É só isso que você tem? Até os cadáveres no chão lutam melhor que você, seu lixo! E também: - Eu acho que você não conseguiria me matar nunca com esses golpes fracos... De qualquer forma, num primeiro momento, não iria bater com meu inimigo, somente provocá-lo e desviar dele e dos percauços no caminho.

Esperaria ele detonar seus próprios aliados e ficar cansado, tentando voltar sempre para o local que Yama estava, para ficarmos perto. No momento que meu inimigo parasse ou que a rotação ficasse fraca, mas mesmo se ele não parasse depois demuioto tempo, iria para cima e usaria do alcance da foice para atacá-lo, mirando sempre suas pernas para incapacitar sua mobilidade. Usaria de ataques rápidos da lâmina, mas nunca bateria de frente com a força bruta de sua arma, desviando se preciso, mas usando da velocidade e do timing que ele tinha para balançar sua arma a meu favor, já que eu sempre fui bom nesse lance de calcular intervalos. Caso houvesse uma abertura para um ataque fatal, não perderia a chance, eu sabia muito bem os pontos mortais do corpo humano. Se pudesse finalizar meu inimigo, ajudaria Yama em combate, golpeando e chamando a atenção de seu inimigo se ele precisasse e em seguida iria ajudar a capitã.

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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Ter Jan 25, 2022 9:18 pm


Uh Puliça



O marinheiro estava imerso no combate e agora percebia que nem tudo eram flores. A morte do seu amigo o machucava, mas ele tinha uma missão a cumprir e o luto tinha que ficar para outro momento, já que isso certamente atrapalharia suas ações. Para sua sorte, Yama apareceu, ele não respondeu a notícia passada por Zogan, mas em sua expressão era possível notar claramente a tristeza. Ele continuou com seu combate com ainda mais ferocidade, enquanto o celestial tinha agora que lidar com aquele pião selvagem que vinha em sua direção. Azrael soube no mesmo momento que viu aquela ação, que não podia bater de frente com aquele homem musculoso, a força do seu golpe era bruta, bruta ao ponto de massacrar os amigos e inimigos que entraram no alcance do seu ataque.

O protagonista era alguém inteligente e logo buscou usar daquele ataque em benefício próprio, partindo em disparada pelo meio do campo de batalha, enquanto levava o pião aos seus inimigos. Claro, ele tentou evitar que seus aliados fossem pegos no meio do caminho, no entanto, nem todos tiveram essa sorte. O inimigo parecia não diminuir o ritmo a nenhum momento e uma verdadeira destruição se espalhou pelo lugar; marinheiros eram mortos, assim como os inimigos sofriam pela clava do homem com cicatriz. Claro, ele não era uma máquina para permanecer eternamente nessa ação e logo após algum tempo, Zogan notou uma diminuição na velocidade da criatura. Ele parou no meio do campo meio tonto, estava a alguns metros de Zogan que investiu com velocidade em sua direção, usando do alcance da sua arma para desferir um ataque pesado – Droga! – Gritou o homem levando uma das mãos a cabeça e logo saltando para trás, caindo em cima de uma dupla de marinheiros, que estava enfrentando outros inimigos.

Um dos marinheiros atingidos enfiou sua espada na coxa do inimigo, que virou em um ataque de cima para baixo, esmagando a cabeça do defensor da justiça. Sua perna agora estava ferida, mas ele avançou com toda sua velocidade, indo do 0 ao 100 em um curto espaço de tempo. Os ataques do celestial continuavam a vir, mas eles foram bloqueados pelos movimentos técnicos do antagonista com clava, que mostrou ser alguém que ia muito além da força – Você está morto! – Gritou encurtando a distância e desferindo um golpe súbito de baixo para cima, como se fosse um jogador de baseball tentando acertar uma bola que vinha muito baixa. O golpe subia na direção do queixo do nosso protagonista e certamente arrancaria sua cabeça naquele movimento, isso é, se ele não fizesse nada antes.


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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Qua Jan 26, 2022 12:42 am
O combate continua


Minha estratégia havia dado certo até certo ponto, porém vários outros marinheiros haviam sido atingidos pelo pião da morte, assim como vários outros inimigos. Infelizmente um ataque com aquela ferocidade e violência não iria ser pouco destrutivo, mas eu tive que fazer o melhor que podia para ficar vivo e ser útil. Ver meus companheiros sendo eliminados me deixou extremamente irritado e minha vontade de eliminar meu inimigo crescia exponencialmente, eu tinha acabar logo com isso. ~ Maldito! Esse lixo não liga para o seu redor, assassina amigos e inimigos indiscriminadamente. Tenho que fazer ele pagar! Meu primeiro movimento não havia sido suficiente para acertá-lo, porém ele serviu para forçar meu oponente a ser golpeado na perna. Sua violência a seguir foi fora do comum: ele arrancara a cabeça do marinheiro que o golpeara e estava vindo para cima de mim num ímpeto mortal.

Aquele brutamontes estava realmente se preparando rapidamente para um ataque fatal, porém eu, nesse tempo, teria feito os preparativos para contra-atacar. Eu teria observado o tempo que ele levava para movimentar sua pesada arma e quanto tempo demoraria para chegar até mim para calcular meu próximo movimento. Eu teria que evitar o próximo ataque de qualquer jeito! Desviaria para qualquer lado, direita, esquerda ou para trás no momento certo e faria meu contra-ataque logo após do ataque do meu oponente, bem antes da arma atingir seu ponto mais alto. Buscaria fazer um corte horizontal, bem preciso para ceifar os dois braços que estariam levantados por conta do movimento anterior e o pescoço junto, sempre cuidadoso para não ser atacado. Em seguida usaria a foice para cortar o cabo da arma de meu inimigo, para inutilizá-la e golpearia ele mais uma vez se fosse necessário. Se o corte horizontal não fosse possível, buscaria neutralizar seus membros e arma, decepando o que fosse possível, um de cada vez em movimentos precisos, desviando das tentativas de ataque. Pararia de atacar somente após me certificar que o inimigo estava totalmente neutralizado.

Em seguida, havendo tempo e espaço, usaria meu uniforme para fazer bandagens precárias para meu machucado, fazendo um primeiro tratamento, e buscaria encontrar Yama, correndo rapidamente pelo campo de batalha também golpeando inimigos desavisados para ajudar os marinheiros. Meu objetivo era ajudar meu amigo no seu combate, chamando atenção de seu oponente, prestando suporte e atacando em qualquer abertura. Porém o objetivo principal era ajudar a capitã Janna, iria até ela se não fosse possíve localizar meu amigo ou junto de Yama. Chegando lá, ouviria as instruções da capitã e as seguiria, se houvesse, e prestaria atenção nos movimentos do inimigo-mor, desviando de ataques, nunca bloqueando, buscando atacar nas aberturas, mas sem me expor muito. Prestaria atenção no timing de movimento, ataques e defesas do tritão, também ficando esperto com os arredores. Era hora de finalizar esse combate sangrento.

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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Sex Jan 28, 2022 9:12 pm


Uh Puliça



O celestial continuava em seu combate acirrado, lidando com um oponente corpulento, que claramente não ligava para quem atingia em meio ao caos que estava o combate. Seu ataque estava prestes a acertar o marinheiro que saltou para trás, agindo com técnica para desferir alguns ataques com sua foice, visando acabar completamente com a vida daquele inimigo. A lâmina da sua foice atingia a carne do seu antagonista, perfurando o seu braço e rasgando cada vibra do seu músculo, no entanto, ela parecia travar no meio do caminho – VOCÊ NÃO VAI CONSEGUIR! – Gritou o homem nitidamente fazendo força no braço atingindo, usando daquele movimento para endurecer sua pele e impedir corte total do seu braço. Ele pulou para trás e seu corpo relaxou, deixando que a foice continuasse seu percurso e quase decepou seu braço por completo, deixando a parte do seu antebraço pendurada – MORTO! VOCÊ ESTÁ MORTO! – Gritou a figura enquanto observava o celestial.

Ele estava pronto para continuar o combate, porém, uma espécie de estrondo captou a atenção da maioria dos criminosos que estavam no ambiente. O som de passos pesados se aproximando indicaram aos inimigos que mais marinheiros estavam a caminho e a vantagem numérica que eles tinham estava prestes a acabar – HOMENS! VAMOS! – Gritou o tubarão dando um golpe extremamente pesado em Janna, fazendo-a voar por longos metros e se chocar em uma das casas que ali existiam. O grupo de inimigos então parti com velocidade para longe dali, se espalhando entre os becos das casas e correndo para longe. O tubarão partiu dando alguns saltos por cima das casas, escalando uma delas e partindo em fuga, sendo seguido por alguns marinheiros que não queriam deixá-los escapar. O oponente de Zogan também fugiu, aproveitando a movimentação dos seus aliados para se misturar entre os criminosos, mas uma sensação estranha acometia o marinheiro, ele sentia que uma hora ou outra iria encontrá-lo de novo.

Zogan teve o espaço hábil para fazer os primeiros socorros, rasgando suas roupas para ajudar nessa questão. Partindo logo em seguida em auxílio ao seu aliado que ainda estava enfrentando alguns inimigos remanescentes que não tinha conseguido espaço para fugir, o que proporcionou a Azrael usar um pouco mais da sua técnica com foice. Não demorou mais que alguns segundos para que o batalhão de apoio chegasse até ali, o grupo contava com cerca de trinta homens e um deles parecia seu lidar - Vamos continuar! Atrás deles. - Falou o homem de cabelos longos e amarelos, seguindo em direção aos becos e vielas existentes em sua frente. A maioria dos marinheiros estavam exaustos e outros feridos, inclusive a própria capitã que foi retirada do interior da casa por outros homens – MÉDICO! ELA PRECISA DE UM MÉDICO AGORA! – Gritou um deles enquanto colocava a mulher no chão, seu estado era deplorável, seu corpo estava ensanguentado e os ferimentos eram incontáveis.

Yama estava bem, alguns ferimentos em seu corpo, mas ele era resistente o bastante para não cair para aquilo. A situação era simples, aqueles homens que ficaram estavam por ali necessitando de ajuda, enquanto outros partiram com o batalhão na perseguição. Caso Zogan permanecesse ali ele teria bastante trabalho para ajudar da melhor maneira possível os marinheiros que precisavam dos seus conhecimentos, porém, caso fosse atrás junto com o restante do grupo, se veria imerso a uma espécie de emaranhado de becos, com curvas para todos os lados e parecendo mais um formigueiro do que ruas. Alguns focos de batalha podiam ser ouvidos por ele, mas ele precisava dar um jeito de chegar até esses pontos, correndo o risco de ser interceptado por inimigos ou até mesmo acabar caindo no meio deles.


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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Ter Fev 01, 2022 10:47 pm
Pós-comabte


A luta estava bastante intensa e, após escapar da morte, consegui acertar um golpe para danificar de modo conciso meu inimigo: seu braço havia sido dilacerado. Mesmo com o dano recebido o brutamontes não pareceu se abalar, ele parecia uma besta e estava se preparando para atacar após urrar alguma coisa, eu soube que ele era forte quando conseguiu parar minha lâmina usando força bruta. Isso não havia me amedrontado, eu havia conseguido aplicar dano uma vez, outras vezes seriam mole. Entretanto, toda a dinâmica do combate mudou instantaneamente após um estrondo. Demorei para perceber que havia sido o líder dos malfeitores o autor, sinalizando retirada imediata.

Confesso que me perdi um pouco naquela bagunça: todos os bandidos correndo e tentando escapar de qualquer forma, correndo para os becos. Nossos reforços haviam chegado, vários marinheiros entrando em combate e virando a maré da situação, perseguindo os malfeitores. Eu sabia que ali, naquele momento, poderia me preocupar um pouco menos e foquei em ajudar Yama nos combates remanescentes para garantir que ficaria vivo. Felizmente eu não tinha praticamente nenhum ferimento, iria conferir e trocar as badagens daquele na lombar quando pudesse. Yama não parecia muito mal, então estava satisfeito com isso, infelizmente só Tobb não estava ali conosco. ~ Malditos malfeitores... Aproveitem essa folga, mas não irei parar até eliminar todos vocês. Pensaria, cerrando os punhos com descontentamento.

Então, nesse momento, iria na direção de Yama para tratar seus ferimentos, até ouvir alguns gritos: – MÉDICO! ELA PRECISA DE UM MÉDICO AGORA! Quando olhei na direção, vi várias pessoas e a capitã precisando de ajuda. Não pensaria 2 vezes e falaria para Yama: - Amigo, eu acho que você pode se cuidar agora, sua cabeça está sob seu pescoço, então tudo bem... Vou lá ajudar a capitã, já volto! Nesse momento avançaria rapidamente, correndo o máximo que podia na direção de Janna e gritaria no caminho - EU SOU MÉDICO, ME DEIXEM PASSAR! PRECISO DE SUPRIMENTOS PARA TRATAR A CAPITÃ! Chegaria até ela e começaria a tratá-la rapidamente. Faria seu diagnóstico, identificando ossos quebrados, hemorragias, cortes, roxos e tudo que pudesse naquele momento. Pediria para as pessoas ao meu redor suprimentos para cuidá-la, mas se não fosse possível, iria improvisar tudo. Bandagens seriam meu uniforme rasgado, tala seria pedaços de madeira, e álcool para esterializar seria até mesmo sakê se tivesse por perto. Por conhecer venenos, iria verificar também se ela não tinha nenhum sintoma de envenenamento. Faria de tudo para salvar a capitã, tentando mantê-la acordada com a minha voz, até sua saúde estabilizar: - Vamos capitã, você vai ficar bem! Você tem que se recuperar para dar o troco naquele maldito tubarão.

Conseguindo ou não salvá-la, em seguida iria olhar os feridos ao meu redor, ajudando e fazendo os primeiros socorros em quem eu pudesse, de forma improvisada se possivel. Não faria sentido perseguir os inimigos sem um plano, o melhor seria recueprar o máximo de companheiros possíveis para depois fazermos um ataque com força total. Ficaria com minha unidade e seguiria as ordens dos superiores, mas sempre prestando atenção em inimigos. Assim que pudesse, faria um relatório completo da minha experiência, inclusive falando do marinheiro que salvei e de seus atos suspeitos. Ele não poderia sair impune.

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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Qui Fev 03, 2022 10:45 am


Uh Puliça



O ambiente caótico estava repleto de corpos sem vida e grunhidos de dor, algo realmente preocupante. O nosso protagonista não pensava duas vezes em partir em direção aos necessitados, principalmente da capitã que estava visivelmente destruída. Ele chegou com velocidade sendo acompanhado de outros homens que ofertaram itens necessários para um primeiros socorros, que foi realizado com técnica e agilidade por parte de Zogan. A situação da líder daquela missão era complicada, seus ossos estavam quebrados, seus órgãos internos não estavam bons o bastante e o líquido rubro da via escorria pelo seu corpo, no entanto, o auxílio do celestial foi algo crucial para que ela conseguisse se manter – na medida do possível – estável.

Mais pessoas chegavam, dessa vez um pequeno grupo composto por cinco membros que claramente faziam parte de alguma equipe médica - Você! Vi que estava ajudando a capitã, continue fazendo isso com os outros feridos! Precisamos estabilizá-los, uma equipe de resgate está vindo. - Falou uma mulher de cabelos azuis e pele imaculada como uma boneca de porcelana. Zogan tinha alguns itens doados pelos outros membros e também pela equipe, que voltava sua atenção para capitã – três dos cinco – e os outros dois partiam pelo campo de batalha cuidado daqueles que agonizavam de dor. Zogan provavelmente faria o mesmo e usaria de todo conhecimento obtido no passado para manter os defensores da lei com vida, mesmo que fosse um trabalho árduo, muito pior do que a batalha contra os inimigos momentos atrás.

O tempo passou e uma nova equipe chegou, com macas e outros itens do tipo para realizar o transporte dos feridos. Um homem robusto, com longos cabelos negros e tatuagens pelo corpo chegou ao local, ele vestia um traje da marinha e aparentava ser uma patente inferior a capitã, mas a aura ao redor dele indicava que era um homem forte - Todos escutem com atenção! - Falou um homem com uma voz imponente - Iremos retornar ao Quartel General, aqueles que puderem andar façam isso, quem estiver impossibilidade irá ser carregado. - Finalizou o homem sinalizando o caminho que deveriam tomar e os marinheiros que podiam andar já faziam isso, enquanto outros esperavam por a ajuda de um companheiro de farda.


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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Qui Fev 03, 2022 9:39 pm
Re-Apresentação


A capitã visivelmente não estava bem e ao fazer seu diagnóstico tive a certeza disso. Porém eu era um médico capaz, com os recursos que me foram providos eu conseguiria mantê-la viva. - Segure as pontas, capitã, você não cairá hoje! Não sob a minha supervisão. E continuei fazendo meu trabalho até ser interrompido por um grupo que parecia ser os reforços médicos. Eles me interromperam, não deixaram eu terminar meu trabalho de recuperação de Janna, que ficaria perfeito, o que me deixou extremamente magoado. Eu havia ouvido as instruções de ajudar os outros feridos, mas só o que eu poderia pensar era: ~ Esses malditos vão realmente interromper meu trabalho perfeito? EU NÃO POSSO ACREDITAR... Eu tinha controle sob os meus sentimentos, mas não deixaria de chutar uma pedrinha ou outra enquanto me dirigiria aos demais feridos, até resmungando baixinho, mas não deixando ninguem me ouvir.

Em seguida faria meu trabalho de médico, tentando tratar os mais requisitados, indo na direção de Yama, pois queria saber se ele estava bem. Algo que buscaria era ver quais soldados ali eram fortes ou não, se fosse possível. Tentaria encontrar meu amigo e tratar seus ferimentos caso não estivesse inteiro, aproveitaria para analisar o meu próprio, que já sentia que estava bem melhor. Caso houvesse tempo, tentaria achar o corpo de Tobb, não queria que seu fim fosse tão lamentável e tentaria dar a ele um enterro digno, avisando os oficiais que cuidavam disso.

As coisas mudaram quando um homem grande e forte mandou todos de volta para o quartel-general. Eu não iria questionar suas ordens, ele parecia bem forte e intimidador, então ajudaria Yama ou algum soldado próximo que tivesse sua mobilidade reduzida e marcharia de volta ao quartel. No caminho eu buscaria avisar algum oficial sobre a traição e sobre os atos suspeitos daquele soldade de mais cedo. Ao chegar no quartel iria seguir todas as ordens, indo para onde tiver que ir ou fazendo os relatórios necessários, porém assim que tivesse uma chance, iria ao almoxerifado para buscar um uniforme inteiro e tomaria um banho. Eu não estava satisfeito com o resultado daquela batalha, então se tivesse a chance iria tentar participar de mais uma missão, mesmo que eu tivesse que me voluntariar. O mal não poderia ficar impune.

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Re: Sinfonia No. 1: Abertura Sex Fev 04, 2022 2:18 pm


Uh Puliça



Zogan fez seu papel como um bom médico que era, ajudando da maneira que podia aqueles que necessitavam de cuidados. Nesse meio tempo percebeu que as dores em seu corpo haviam sumido e o ferimento causado pelo antagonista estava completamente curado. Yama estava relativamente bem, seu corpo estava ferido mas havia recebido os cuidados necessários, além disso, ele era um homem forte, não iria cair tão facilmente assim. A figura de liderança que surgiu naquele ambiente caótico, conseguiu acalmar os ânimos dos mais desesperados e controlar com maestria todo o ambiente. A fila estava seguindo seu caminho até o quartel general e Azrael ajudou seu amigo no trajeto, por melhor que estivesse, ainda sofria os incômodos causados pelos ferimentos em seu cor - Ele realmente se foi... - Disse o rapaz observando de longe alguns marinheiros colocando o corpo de Tobb dentro de um saco preto.

Naquele momento o protagonista teve uma real dimensão do caos que foi aquela batalha, percebendo um número alto de sacos pretos e ainda existiam homens cuidando dos outros mortos, aquilo era uma grande baixa na marinha. O quartel não demorou a dar suas caras e pelo caminho Zogan e outros marinheiros puderam perceber os olhares vindos dos moradores: alguns pareciam felizes com o estado deplorável dos defensores da lei; outros estavam preocupados e por fim alguns se mostravam indiferentes a situação, parecendo mais preocupados em retornar para o seu lar e sua rotina que foi interrompida pela batalha. De qualquer forma, a chegada ao quartel foi tranquila, os marinheiros que estavam em um bom estado foram liberados sem muitos problemas, enquanto outros continuaram a ser auxiliados pela equipe médica do quartel, sendo levados para enfermaria – como foi o caso de Yama –.

Zogan não foi chamado para fazer um relatório, pelo menos não naquele momento inicial, indo em direção ao almoxarifado atrás de novos trajes - Está achando que uniforme cai do céu? Não mesmo! Quando tivermos com mais em estoque, você será avisado. - Foi a resposta obtida de um velho ranzinza que cuidado do lugar, era possível ver que realmente não tinha muitos uniformes no estoque, será que algo estava impedindo a chegada de suprimentos para o quartel? Seria esse o resultado de ações por parte dos criminosos? Ou talvez fosse apenas uma má administração de recursos? De qualquer forma, o banho foi tomado e o máximo que ele podia fazer era lavar o seu próprio uniforme rasgado naquele momento, talvez, com as habilidades certas pudesse até mesmo costurar seu próprio traje. O dormitório onde Zogan estava era tomado pelo burburinho, marinheiros comentando sobre a missão que tinha sido realizada por Janna e também sobre a fuga dos malfeitores, pelo jeito nem mesmo o outro batalhão que partiu em perseguição, conseguiu encontrá-los.

O marinheiro estava livre por enquanto, tendo um tempo para pensar em todo o ocorrido, mesmo que estivesse focado e pronto para uma nova missão.


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