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A origem de um Império Dom Out 24, 2021 2:01 pm
Relembrando a primeira mensagem :

A origem de um Império

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Leopoldo Bonfiglio. A qual não possui narrador definido.

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Deep
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Re: A origem de um Império Qui Nov 25, 2021 10:17 am

~Narração~



Leopoldo se aproximava dos velhos tentando ser prestativo, mas o careca parecia desconfiado (ou incomodado)e negou sua ajuda.

-Eu tenho apenas oitenta e cinco, não sou um velhote que precisa de ajuda, obrigado.

A forma lenta e cheia de enroscos que o velho se movia diziam o contrário de sua boca, mas ele parecia tomar uma ajuda como um insulto, ou talvez lembrar que estava velho o fazia mal, mas de qualquer forma continuaram a conversar, agora com Leopoldo no papo.

Após Leopoldo se apresentar, os velhos se apresentavam, o escultor se apresentava como Baldur, o de vendedor de papetes se apresentava como Moustachio.

-Moustachio é um nome feio pra carai, todo mundo que te conhece te chama de Mou, se apresente como Mou…

-Tomar bem no meio desse teu rabo veio você não quer não, né?

O careca ria de sua piada com o nome do companheiro, pareciam ser amigos de data. Leopoldo então tentava convencer os homens a abrir os portões pros turistas, os homens riam.

-HAHAHAHA você não é daqui né? O dinheiro que esses turistas trazem não é nada pros nobres de dentro dos muros, para eles, os turistas são escória assim como a gente… Pobres, sujos e indecentes… E mesmo que viessem turistas ricos o suficiente para os interessar deixar que entrem lá… Não veríamos a cor dessa grana, serviria apenas para nos fuder mais… E vou ter que te deixar beber sozinho, não bebo e tenho uma filha para cuidar…

Dizia o vendedor de esculturas.

-Inclusive, ela que esculpe esses trabalhos, não sei qual sentimento que ela usa, apenas os vendo.

-Ela anda esculpindo muitos casais e coisas amorosas, deve ter se apaixonado… Talvez esteja de namorico por ai… Deve aparecer grávida daqui a pouco HAHAHAHA…

-Engraçaralho pra cadinho, Mou… Enfiou um palhaço no toba hoje de manhã foi?

-Hahaha… Vai pra casa velho… Eu vou beber…

-Velho é esse teu cu murcho…

-Também te amo…
-Vai se fuder…


O careca pegava suas coisas e ia gritando xingamentos para Mou conforme se distanciava, já o outro homem ria dos insultos  ao lado de Leopoldo, eles pareciam ser muito amigos apesar do linguajar um com o outro.

Mou terminava de pegar suas coisas, colocava num caixote com rodinhas e dizia:

-Eai, bora tomar uma então? Escolhe o bar...


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Re: A origem de um Império Ter Nov 30, 2021 6:17 pm


Se eu tivesse um pingo de empatia, talvez eu me encontrasse decepcionado por ter minha ajuda recusada por aquele homem que claramente precisava. Mas eu não o julgava. Ele provavelmente deve ter crescido em uma época em que sentar o pau e resolver os problemas na bordoada era normal. Mesmo contra um cara mais forte, encarar uma briga pela sua paz e pelo respeito é uma boa forma de encarar as coisas, e ao que parece mesmo a sua recusa significava muito para ele. Outro detalhe que me chamava à atenção era a maneira como aqueles dois conversavam entre eles. Pareciam duas crianças de quatorze anos em corpos de oitenta e isso me cansava um pouco. Se eu insistisse com aquilo e a balconista de antes tivesse mesmo certa, era bom que esse vendedor de papete tivesse alguma informação útil.  

— Então vamos indo, senhor Moustachio. — Sinalizei com o braço direito para que ele caminhasse à frente. — O senhor escolhe o local e eu entro com a grana, combinado? — Diria. Quando pudesse notar estarmos suficientemente afastados de Baldur ou mesmo as sós eu sacaria o meu revólver e o engatilharia, provocando aquele barulhinho nada indigesto como um click e colocaria o cano gélido na altura de suas costas. — Ao primeiro sinal de alarde eu puxo o gatilho e o seu amigo Baldur vai amanhecer lamentando no seu funeral. — Anunciaria. — Agora nós iremos fazer um pequeno desvio em nossa rota. — Meu perfeccionismo para que o meu movimento ocorresse sem sustos me levaria a procurar por um local isolado como um beco ou corredor, atrás de uma lata de lixo ou uma construção abandonada, um lugar onde poderíamos conversar sem sermos interrompidos. — Por ali. — Sinalizaria assim que encontrasse o local que atendesse a esses padrões.

Ali no beco ou corredor eu me afastaria não mais do que um metro de distância, o suficiente para que ele ficasse de frente para mim. — Agora eu tenho a sua atenção? — Diria eu, o homem com a arma. — É o seguinte, senhor Moustachio. Eu pretendo entrar nos limites da cidade alta e para isso é preciso de uma credencial, item esse que já ficou claro que eu não possuo. — Começaria. — A fim de mudar esse cenário eu andei me informando e chegou até mim que "esse vendedor de papetes com um bigodão" conhece os meios para se atingir esse objetivo. O senhor o conhece ou se identifica? — Perguntaria dando enfase no trecho entre aspas. — Esses "pivetes" que entram lá para pegar mercadorias... Para quem eles trabalham? Para o senhor? Eu quero saber tudo sobre essa pessoa ou rede e se há autoridades do outro lado da muralha que são coniventes com essa operação. — Continuaria. — Eu acredito estar pedindo algo muito simples e conto com a sua colaboração. O senhor colaborando comigo eu o deixo ir e quem sabe até pago a bebida prometida, caso contrário essa foi a última noite que você se encontrou com seu amigo Baldur. — Diria em um tom sério de ameaça, com os olhos penetrados nos seus.

Qualquer movimento brusco que ele esboçasse ou se ele tentasse chamar a atenção de alguém, eu daria um tiro de aviso para o alto a fim de trazê-lo de volta para a sua realidade. Caso isso não fosse o suficiente para freá-lo, eu buscaria acertá-lo com uma coronhada na altura do tímpano esquerdo a fim de desorientá-lo para que então, quando ele recobrasse a consciência novamente, pudesse retomar as perguntas.         


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Re: A origem de um Império Qua Dez 01, 2021 11:13 pm

~Narração~

O vendedor de esculturas se distanciava enquanto Leopoldo dizia que pagaria a bebida, Mou ria e dizia:

-Você vai pagar? HAHAHA… Olha rapaz, eu não curto homem não… Mas se quiser pagar uma pinga mesmo assim, o bar da leoa será foda, bora lá…

O homem parecia muito empolgado em beber após seu dia de serviço, mas assim que eles entraram numa rua mais erma do mercado, agora vazio pela ausência de vendedores, Leopoldo sacou sua arma e a colocou na nuca do homem anunciando suas intenções e o levando para um beco logo ao lado para o interrogar.
Uma gota fria de suor escorria pelo rosto de Mou e se escondia atrás de seu bigode conforme ouvia as falas do careca.

-Olha eu sei que tá tendo algo do tipo… Tem um bar do porto que tá rachando o cu de ganhar dinheiro vendendo pinga cara roubada dos ricos para marujos e piratas, fiquei sabendo disso e ando puto por não conseguir algo que me dê a mesma grana, mas não faço parte do esquema cara, eu juro… Eu não sei se tem autoridade enfiada nisso, nem quem manda no quê, mas a madame Gravati dona do bar joga truco com a galera de vez em quando e quando bêbada falou que tava com bastante grana porque os garotos dela traziam as bebidas de dentro dos muros… Isso é tudo que eu sei… Eu juro…

Enquanto conversavam, um marinheiro em patrulha passou na frente do beco chamando atenção de Mou que se moveu como se fosse  pedir ajuda, o careca então fez algo que era um tanto quanto estranha para alguém que não queria chamar atenção, ele atirou para cima, alertando o marinheiro para o beco e fazendo Mou se jogar no chão em posição fetal tapando as orelhas, resmungando para que não atirasse nele.

-EI VOCÊ PARADO AI…


Leopoldo estava em um beco sem saída, próximo ao muro final do mesmo, com Mou resmungando e provavelmente chorando em seus pés e um marinheiro muito musculoso, da pele escura e o uniforme quase explodindo por causa dos músculos, vinha andando rumo ao fundo do estreito beco cheio de sacos de lixo e goteiras.


marinheiro:
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Re: A origem de um Império Qua Dez 08, 2021 12:40 am


Ter a atenção de um oficial da lei era tudo o que eu não queria e muito menos precisava. — Está satisfeito agora? — Aproximaria-me de Mou, agachado, para que ficássemos suficientemente próximos, e o tomaria pelo colarinho. — Você vai consertar a merda que você acabou de fazer, do contrário eu não vou só ser obrigado a te matar, como matar também esse marinheiro e o seu amigo e os familiares de vocês. — Diria em um tom de ameaça. — Eu vou dizer o que nós vamos fazer: você vai se levantar comigo e confirmar tudo o que eu disser a partir de agora. Estamos entendidos? — Instruiria-o ao pé do ouvido e em um tom suficiente apenas para que ele pudesse escutar antes de ajudá-lo a se levantar. — O senhor está bem? Está machucado? — Diria agora em um tom audível para que o marinheiro pudesse testemunhar uma preocupação de minha parte, certamente o confundiria.

— Boa noite, oficial da lei! — Acenaria para o agente com uma meia mesura e ajeitando a lapela do meu paletó a fim de reafirmar minha etiqueta. — Ainda bem que você estava passando por perto. Eu não sei o que seria de nós sem a sua presença, parece que foi um anjo que o enviou. — Com esse corpo e a sua roupa de trabalho quase que criando vida para sair daquela situação de aperto, eu não duvidaria que ele tivesse o ego do tamanho do mundo. — Nós acabamos de sofrer uma tentativa de assalto, mas felizmente consegui afugentá-lo com o meu revólver, não é mesmo Moustachio-sama?! — Sinalizaria para que Mou desse a sua contribuição para a cena.

A partir disso, caso o vendedor de papetes resolvesse sair do personagem e colocar em risco aquilo que eu mais prezo: a minha própria vida, eu estaria pronto para reagir. — Bem, eu tentei o ajudar, eu juro. — Nesse instante, assumiria o idoso como meu refém, envolvendo o meu braço esquerdo ao redor do seu pescoço e apertando o gatilho do meu revólver contra o seu tímpano. — Você aí, brutamontes, se você mover um músculo que seja eu irei disparar e, como um homem da lei que você é, estou certo de que você não vai querer tomar parte disso, correto?! — Falaria em um tom sério e compenetrado. Como alternativa, minha visão aguçada estaria atenta à vizinhança em busca de um espaço qualquer, uma porta entreaberta, uma oportunidade de fuga no geral que surgisse.

Analisando o seu porte, não era difícil presumir que ele fosse um lutador marcial ou que possuísse um estilo de combate correlato. Não, eu posso estar sendo bastante ingênuo, é melhor eu adotar medidas para evitar surpresas. — Levante os braços para que eu possa vê-los e fique a uma distância segura de 20 metros ou eu juro que vou estourar os tímpanos dele. — Reforçaria enquanto buscaria me aproximar, ainda com Mou sobre o meu domínio, próximo dos sacos de lixo e das goteiras. Das goteiras, conforme elas pingassem, eu usaria da minha habilidade no campo da precisão temporal para encontrar um padrão, um intervalo de tempo que fosse que pudesse agregar naquele confronto. — Então é isso. — Diria confiantemente após encontrar uma resposta. Essa informação seria usada para mapear algum vício ou linguagem corporal que o estilo de combate do marinheiro possuísse. Algo como o estalar dos dedos que pudesse denunciar o início de sua investida ou o balançar do pescoço que pudesse acusar a direção de um golpe.

— E agora, velhote, o que eu faço com você? — Diria em um tom baixo o suficiente para que apenas Mou escutasse. — É eu cogitei isso, mas por incrível que pareça você é mais útil vivo do que morto. — Indicaria que não iria matá-lo. No entanto, eu desferiria uma coronhada com o cabo do revólver contra a sua cabeça, aquilo seria o suficiente para que se não apagá-lo, neutralizá-lo pelo tempo necessário.

Na sequência eu aproveitaria dessa oportunidade para concentrar todos os meus esforços para combater o marinheiro. — Eu não esperava entrar em um confronto com a marinha tão cedo em minha jornada, mas esse receio não é maior do que o meu objetivo. — Com uma estrutura como a sua, com o seu abdômen mais próximo de uma fortaleza de tijolos, era possível que minhas munições encontrassem dificuldades para atingir um órgão vital. Com isso em mente, com a palma da mão esquerda apoiando a direita no cabo do revólver, eu começaria a atirar em círculos, no sentido horário, na altura do seu pescoço, rosto e ouvidos e mãos e joelhos e com as respostas encontradas anteriormente - caso as tivesse obtido - suas partes vulneráveis.

Caso nenhum dos meus tiros acertasse ou aquele que o acertara não tivesse sido o suficiente para frear a sua investida, eu aguardaria até que ele atingisse uma distância máxima de três metros e então rolaria para a direção oposta visando a sua retaguarda e após retornar para uma posição baixa de joelhos, eu buscaria agora disparar uma combinação de tiros na altura de sua coxa, patela e tornozelos.    

Caso eu fosse feliz em uma de minhas ações, eu me aproximaria o suficiente do corpo daquele homem e eu esperava que ele tivesse vivo e atiraria contra ambos os ouvidos. — É muito cedo para matar um marinheiro. — Concluiria. Além de deixá-lo com graves sequelas, muito provavelmente surdo, diminuiria em muito as chances de ele me reconhecer no futuro. Porém, em caso de ter falhado, presumo que a minha situação não estará das melhores. Mas eu tenho uma ideia para ao menos, tentar o menor prejuízo possível.

Com as chances de o meu oponente conseguir quebrar a distância entre nós, eu procuraria me abrigar de costas para uma parede e com o rosto curvado na altura do peito, ganhar o tempo necessário para que com a arma em minha mão dominante, pudesse desferir disparos a curta distância em direção aos seus pés e virilha. Caso conseguisse sair de baixo dos seus braços, voltaria a rolar, adotando a mesma estratégia de antes.

No entanto, no cenário mais otimista, para o caso de Mou ter colaborado com a minha narrativa e o marinheiro não tivesse prosseguido para o caminho de um combate, eu o guiaria até a saída do beco. — Até mais, marinheiro, agradeço pelos serviços prestados. — Diria em um tom sarcástico. — Parabéns, você passou no teste e talvez essa seja à hora de tomarmos aquela bebida, o que acha? Viu como podemos fazer dessa uma boa parceria? — Novamente a sós com meu mais novo amigo Mou, via com bons olhos a visita para o lugar anteriormente citado. — Eu quero saber tudo sobre essa Madame Gravati no caminho... — Finalizaria.         


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Re: A origem de um Império Seg Dez 13, 2021 6:56 pm

~Narração~

O careca tinha uma ideia, mandava o velho fingir com ele para não morrer e se fingia de salvador para o homem que se aproximava, no entanto o velho medroso não era tão bom ator e ficava claro pro marinheiro que era uma mentira, isto forçava Leopoldo a por a arma na cabeça do velho e ameaçar o marinheiro, que cruzava os braços em desdém.

-Deixe me te dizer o quê que VOCÊ não quer fazer parte, você abaixa sua arma, se entrega bonitinho e fica numa cela com alguns ladrões de meia tigela um tempo antes de ser solto quase sem apanhar após algum tempo… Ou você atira, mata um vendedor inocente, me emputece, emputece meu chefe, emputece a cidade, ai serei obrigado a te espancar, chamar uns colegas, te espancar mais, arrancar sua roupa e te deixar pela um mês na cela dos estupradores…

Bonfiglio não parecia interessado em se entregar e derrubou o velho, retirando assim o único escudo que tinha para impedir o avanço do marinheiro que partiu para cima dele instantaneamente, o careca mirava tiros letais, mas o marinheiro ergueu a guarda dos braços e avançou gingando em velocidade, fazendo os tiros acabarem acertando seus braços de raspão fazendo seu sangue começar à correr.

Leopoldo era mais rápido, conseguia disparar várias vezes, mas se colocou de costas numa parede o que permitiu a aproximação fácil do marinheiro que já o tinha num beco. Leopoldo dava um tiro mirando na coxa esquerda do homem e acertava meio lateralmente a mesma, no entanto ao mesmo tempo o homem o acertava um gancho de direita nas costelas, o jogando sem ar no chão.

-Essa sua arminha é chata demais… Vou ficar todo dolorido depois nesse ritmo… Ahhh…

O homem reclamava enquanto aproveitava do tempo que Leopoldo levava para se levantar no fundo do beco para armar-se de um par de manoplas de aço.

-Espero que você goste de usar peruca meu caro, galera da prisão gosta de puxar cabelo…

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