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Dia 1 - Faíscas Ter 05 Out 2021, 21:10
Relembrando a primeira mensagem :

Dia 1 - Faíscas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Samael D. Avery. A qual não possui narrador definido.

_________________

Dia 1 - Faíscas - Página 2 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

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Re: Dia 1 - Faíscas Ter 02 Nov 2021, 04:41


NARRAÇÃO

Post - 05



Anne


A estratégia da dupla tinha dado seus frutos, já que após as devidas observações, a reunião aconteceu mais uma vez. Todavia, se encontravam em situações diferentes; Anne estava plena, sua respiração controlada e exalando energia. Samael por outro lado estava esbaforido, prestes a colocar seu coração pela boca, já que seu corpo sofria com uma grave doença que um dia tomaria sua vida, isso é, se não encontrasse um modo de curá-la até lá. Após uma breve troca de informações, partiram em direção a fissura encontrada pela garota, já que entre as duas opções, se mostrou a mais fácil de penetrar.

Sem tempo hábil para conversas desnecessárias, aguardaram o momento certo para entrar no esgoto. A muralha não era espessa o bastante para que o caminho fosse tão comprido assim, entretanto, ele mostrava ser uma viagem cansativa e fedorenta. O líquido fétido corria lentamente, dejetos fisiológicos passavam entre as pernas da dupla e o odor sentido se tornava casa vez pior. Após cerca de três minutos de caminhada em passos largos e rápidos, notaram que a luz no fim do túnel estava próxima, contudo, diferente do esperado por eles, o caminho de saída não estava acessível como a entrada.

As barras metálicas impediam a passagem daquelas figuras atípicas, diferente das duas opções de entradas, aquelas estavam devidamente construídas e bem cuidadas, mostrando ser um empecilho para o futuro plano que estava em desenvolvimento. O caminho dava para o fundo de algumas casas, a entrada estava rodeada por alguns sacos de lixo e afins. O lugar era bonito, as casas existentes em volta eram bem construídas, a arquitetura contava com traços finos e bem trabalhados. Porém, algo chamou a atenção dos ratos no esgoto, duas vozes masculinas conversavam entre si sobre a situação daquela lixão a céu aberto – Não! Terá uma mudança no tratamento de lixo e dos dejetos humanos. Esse esgoto deixará de assistir, acredito que daqui a alguns dias o grupo responsável pela reforma venha tapar esse buraco. – Falou um deles, não sendo possível para Samael ou Anne visualizar suas aparências.

De qualquer forma, a dupla regressou à entrada novamente. Sem mais delongas, antes de sair a garota avistou uma criatura que carregava um balde na cor cinza, uma espécie de colher grande e triangular em sua mão. Seus trajes mostravam que ele era um marinheiro, mas sua aparência era jovial demais para ser um, o que parecia bem estranho. Na verdade, ele aparentava não passar dos quinze anos de idade, de baixa estatura e cabelo curto, em tom acinzentado – Andem logo seus preguiçosos! – Disse o garoto olhando para trás, revelando que uma dupla de marinheiros estavam alguns metros atrás dele. Com toda aquela situação, o plano de Anne e Samael foi posto em ação, um beijo foi dado pelos dois – Ei! Que nojo, se beijando no esgoto? Eca! – Bradou o garoto com sinceridade – Vamos, saiam daí. Vão pro não ou sei lá, não fiquem aqui não, vamos trabalhar. – sua voz era infantil, só confirmando ainda mais a pouca idade que tinha.

Por último, a dupla de marinheiros chegavam nas proximidades. Duas expressões enfezadas mostravam todo o descontentamento por estarem naquela situação, aliás, diferente do garoto, estes tinham em seus corpos marcas do árduo trabalho que já faziam a alguns anos. As marcas de expressão em seus rostos e os cabelos grisalhos indicavam uma certa idade, porém, eles não eram velhas carcaças decrépitas! Seus corpos contavam com músculos arredondados e bem definidos.


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Re: Dia 1 - Faíscas Sex 05 Nov 2021, 00:28


AVERY

Post - 6



Assim que chegamos do outro lado da passagem, novas cartas são jogadas na mesa. Se os esgotos vão ser tampados daqui alguns dias, vamos ter que ir com tudo nas preparações. Vai ser divertido.

A ideia de Anne não funcionou como o planejado, mas serviu para não nos reconhecerem, o'que é mais que o suficiente. — Anne, esses caras vão perceber nossa entrada, precisamos matá-los. — se eles perceberem de onde viemos, vão verificar todos os esgotos e tampar todos os caminhos até aqui. O garoto parece estranho, parece jovem demais para ser um soldado, tenho o sentimento de que não é um inimigo, talvez podemos dar alguma utilidade pra ele. Ficaria com a cabeça abaixada para não verem o meu rosto — Você não tem nenhum fetiche garoto? — responderia a citação sobre os esgotos — Já vamos sair. Dá uma mãozinha — ofereceria a mão para que ele me ajudasse. Quando conseguisse o apoio, colocaria um pé na beirada e flexionaria a outra perna, e em um movimento só, puxaria o garoto na minha direção enquanto uso a perna flexionada para me impulsionar para cima — Valeu — estaria sorrindo como uma criança travessa.

Assim que terminasse de falar, sopraria uma pequena rajada de fogo com a boca na direção do rapaz, meu objetivo não é feri-lo, apenas desequilibrá-lo, e se funcionasse, o empurraria no mesmo esgoto que estávamos antes — Cof, cof, cof, fica aí, os adultos vão brincar agora — cuspo a saliva com fuligem no chão.

Dia 1 - Faíscas - Página 2 0eee2119ff4ac747913dfef0d3caabd4d5009610

Agora na mesma altura dos marinheiros, daria uma boa olhada nas suas roupas e armas para identificar seus estilos de combate e com os joelhos flexionados, faria um avanço em velocidade máxima na direção dos dois. Caso houvesse algum ataque, evadiria da trajetória dando um passo para o lado se fosse um golpe na vertical, e se fosse na horizontal, pularia por cima ou abaixaria o corpo se fosse mais prático. Se usassem armas de fogo, começaria a correr em zigue-zague para confundi-los, mas no caso de tiverem uma boa mira e atirassem em cheio, moveria o membro alvejado para longe da trajetória e continuaria seguindo em frente. Se tudo desse certo e os alcançasse, ainda não faria nenhum ataque, apenas desviará deles e iria para suas costas, tentando assumir uma posição em que eu e Anne ficássemos nas pontas da área e eles no centro — Estão cercados —

Dia 1 - Faíscas - Página 2 IUqo

Independente se desse certo ou não, era hora de lutar. Começaria usando mais um “dash” na direção do que Anne não havia engajado e tentaria acertar um soco no estômago com a destra. Se ele se curvasse com o impacto, daria uma joelhada no rosto e enfim manda-lo-ia para o chão com um cruzado de direita. Caso eu fosse alvejado entre um ataque e outro, manteria-me no mesmo lugar, e moveria o tronco ou rosto para os lados em esquivas semelhantes ao boxing para desviar do que fosse que o marinheiro estivesse usando como arma.


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Re: Dia 1 - Faíscas Qua 10 Nov 2021, 01:07


NARRAÇÃO

Post - 01



Avery


Samael parecia que iria seguir os seus hábitos comuns, já que em sua mente maquinou todo um plano para enfrentar aquele grupo de marinheiros, poupando apenas o garoto que aparentava ser perigoso. Anne instintivamente parecia entender onde tudo aquilo iria dar e já mantinha seu corpo preparado para a rodada de ação que estava por vir. Seu companheiro começava com uma ação simples, apenas tentando ludibriar o garoto, já que ele era o oponente mais próximo dos dois – Certo, eu ajudo. – Respondeu de maneira inocente estendendo a mão em sua direção, contudo, a cena a seguinte era algo horrível.

O jovem Samael realmente tinha tentado meter essa, esse sopro de fogo foi inexistente, apenas tendo aberto sua boca de maneira totalmente idiota. No momento em que percebeu o bocão sendo aberto, o garoto aplicou um chute no queixo do rapaz, jogando-o de volta ao interior do esgoto, o derrubando em cima do líquido fétido, que agora impregnava suas roupas. Anne partiu para o ataque, forçando o jovem marinheiro a recuar, enquanto os outros dois que estavam atrás avançavam contra a garota, que entrava em uma trocação de golpes desenfreada. Anne recebia uma série de golpes, já que estava em clara desvantagem, afinal, a dupla experiente de marinheiros tinha uma sinergia singular, que dificultava qualquer tipo de reação por parte da jovem garota.

O garoto fugiu dali, partindo em disparada levando consigo os itens que a dupla deixou cair no chão, pelo jeito, não seria hoje que aquela abertura seria reformada, no entanto, estava claro que talvez fosse necessária uma mudança nos planos de Avery.


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Re: Dia 1 - Faíscas Qua 10 Nov 2021, 05:30


AVERY

Post - 7



Parece que hoje meu fogo não vai me ajudar, a tentativa de derrubar o garoto falha miseravelmente. Ao invés de mandar ele pro esgoto, eu que fui lançado com uma bicuda dolorida. Emergiria do lixo dos nobres aos gritos — FIIIIIIILHA DA PUUUUUTA. SABE COMO É HORRÍVEL ANDAR COM ESSAS ROUPAS DE MERDA? — o duplo sentido saiu sem querer — MOLHADAS SÃO UM VERDADEIRO INFERNO — molhar as calças até tudo bem, mas a camisa e asas acaba com o dia de qualquer um, elas ficam grudando no corpo e terrivelmente pesadas. Puxaria a roupa de cima com força, rasgando-a e deixando a correnteza levar. Com as duas mãos apoiadas na beirada, subiria para para o seco novamente e me juntaria à batalha, dessa vez sem camisa.

O menino fugiu e Anne não consegue lutar sozinha contra os outros dois marinheiros, a situação já está como de costume, fora de controle. Ela confia demais nessa resistência sobrehumana e não bloqueia ou desvia, isso até seria um grande problema, mas não quando estamos juntos. Flexionaria os joelhos e posicionaria a mão direita fechada ao lado do rosto, assim que assumo a posição, meu corpo começa a ferver e liberar vapor d’água, os efeitos da Síndrome Ígnea chegaram ao seu pico, preciso terminar logo com isso e ir atrás de Éden. Imagino como minha aparência está bizarra, sem blusa, totalmente molhado, sujo de merda, soltando vapor e agora, cobrindo meu punho com a aura da decomposição. Usaria a preparação da postura para avançar com toda força e velocidade à frente, golpearia o marinheiro que fosse maior ou aparentasse ser mais pesado e leve, e deixaria o mais leve e rápido para Anne, o socaria bem no rosto com um cruzado de direita. Caso fossem parecidos, apenas escolheria oque estivesse mais perto ou desatento. Se ele ou o parceiro me alvejasse, esquivaria abaixando o rosto e indo para a lateral do golpe com um jogo de pés se necessário, e contra-atacaria com mais um jab no queixo. Por fim, fingiria que iria desferir mais um soco, mas mudaria de base para chutar na altura da costela. Cada ataque estaria com a cor de piche característica da insignia e os realizaria com rapidez, aproveitando a minha velocidade elevada.

Dia 1 - Faíscas - Página 2 8iKm

Para me defender, usaria os braços para aparar os ataques adversários, tentando mudar a trajetória e criar oportunidades para contra-atacar ou até mesmo deixar uma abertura para Anne. Se os dois marinheiros decidissem vir para cima de mim, levantaria a guarda e focaria-me totalmente em bloqueá-los. Se fosse chutado, faria um dash e passaria uma rasteira na perna de apoio do homem, objetivando derrubá-lo.

Dia 1 - Faíscas - Página 2 ArtisticRevolvingIlladopsis-size_restricted


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Re: Dia 1 - Faíscas Qua 10 Nov 2021, 17:11


NARRAÇÃO

Post - 07



Avery


Avery estava na merda e sujo de merda, que situação peculiar em meu camarada? Esbravejou algumas coisas de maneira emputecida, rasgando suas vestes e mostrando todo o seu físico celestial. Ele estava pronto para o combate, investindo em busca daquele que mais se encaixava no seu estilo de combate ou no caso, quem ele tinha uma certa vantagem. Encontrou rapidamente o homem com suas especificações, enquanto sentia os sintomas da sua doença atingindo o seu corpo, entendendo rapidamente que não tinha muito tempo para gastar naquele combate, afinal, ao atingir o ápice da sua condição, as coisas ficariam completamente contra o criminoso.

Samael utilizava de algumas façanhas únicas, já que uma aura negra encobria seu punho no momento em que golpeou o rosto do marinheiro alvo. O golpe veio com peso da força do rapaz, quebrando o nariz daquela figura decrépita de maneira fácil, jogando ele alguns metros atrás – QUE PORRA É ESSA? – Gritou o marinheiro observando aquele montante de Skins que rodeavam o corpo do garoto, já que sua própria condição o proporcionava a liberação de vapor do seu próprio corpo – Essa merda é contagiosa? Se for eu irei te matar aqui mesmo! – Gritou o velhote passando a mão repetidas vezes pelo seu nariz, como se procurasse resquícios daquela aura escura.

De qualquer modo ele avançou e o combate continuou, seu golpe era esquivado com certa facilidade por Avery, mostrando uma superioridade física, ele até mesmo conseguiu mudar as trajetórias de alguns dos ataques, contra atacando com um golpe ainda mais pesado que o anterior – PRECISAMOS SAIR AGORA! – Gritou Anne enfiando o joelho na cara do seu oponente, apontando para o caminho tomado pelo garoto anteriormente. O homem pode ver um montante de cerca de dez marinheiros que corriam fervorosamente na direção da dupla, sendo guiados pelo garoto que apontava diretamente para Samael.

Anne lançou seu oponente longe, assim como Samael que havia tido uma clara vantagem naquele combate, dando por último uma rasteira na perna de apoio do marinheiro, que tentou inutilmente lançar um chute circular visando acertar a orelha do rapaz. Agora restava saber o que eles fariam com aquele curto espaço de tempo! Será que fugiriam? Matariam a dupla ou pelo menos um dos seus oponentes para mostrar sua força? Enfrentariam toda a trupe que estava a caminho? A única certeza era que eles não tinha mais que um minuto de tempo hábil para pensar e definir suas próximas ações, que por sinal, poderia mudar completamente a vida da dupla


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Re: Dia 1 - Faíscas Qua 10 Nov 2021, 21:59


AVERY

Post - 7



— HAHAHA isso é o fogo do próprio diabo idiota — responderia ao marinheiro surpreso. Tive sonhos estranhos minha vida inteira, mas o do monstro de piche foi o maior deles, o mais surpreendente foi que acordei com essa insígnia comigo, é o meu pertence favorito, parece antigo e tem a própria essência da decomposição. Antes que eu pudesse fazer mais alguma coisa, vários marinheiros surgem para a batalha, a cidade alta é exatamente como os boatos dizem, extremamente difícil de invadir — Essa foi rápida. — pensaria alto, me referindo ao tempo que os guardas levaram para reagir.

Nas ruas, aprendemos rápido a nos adaptar e sacrificar coisas em nome do objetivo maior, deixar esses dois vivos vai comprometer nossa entrada e é um risco para o plano, mas para que serviria tudo isso se fossemos presos? — Vamos — esbravejaria virando de costas para os homens e pulando de volta para o esgoto. Imagino que seria impossível fugir por terra, os guardas estão na vantagem numérica e ficaríamos cercados com facilidade, desse jeito essa passagem vai ser perdida, mas ainda temos a do leste. Correria pela água suja com Anne, eu estaria a sua frente para que ela cobrisse minhas costas com seu corpo resistente e me protegesse no caso de atirassem em nossa direção.

Se atravessarmos com tranquilidade, passaria pelas barras e correria na direção do centro com uma velocidade regulada a da garota. Caso ainda nos seguissem, falaria para Anne — Vamos nos separar. Te vejo na Meng — e dobraria uma esquina. Ziguezagueria entre as pessoas e ruas do centro deixando um rastro de frágeis penas queimadas para trás, minha temperatura já está muito alta. Uma vez seguro, apoiaria em uma parede e recuperar o fôlego, tossindo um pouco também para limpar a fuligem da garganta. Sinto cada parte do meu corpo pegando fogo, os primeiros sinais de desidratação também já apareceram, fora a visão turva e tontura. Esperaria me estabilizar um pouco e partiria até o local marcado.

Assim que chegasse, entraria sem bater e iria logo falando — Ola anciã Meng, a Anne já chegou? Uns guardas estavam atrás da gente e acabamos nos separando — aprocimaria-me da senhora e checaria se está bem, a idade uma hora começa a pesar — Precisa de ajuda com algo? —. Notando o meu cheiro horrível, faria uma careta — Blah, vou pro banho — antes de sair do cômodo. Me direcionaria para os fundos e tomaria um bom e caprichado banho com Anne para limpar todos os dejetos dos nossos corpos e talvez esfriar um pouco o meu — A segurança lá é pesada mesmo. Oque achou da força dos marinheiros? — perguntaria enquanto lavo suas costas.

Voltaria para casa e me jogaria no sofá — Tô exausto — isso que dá passar a noite acordado — Sra. Meng, sobrou alguns Eden’s com a senhora? Os meus acabaram, prometo pagar até o fim da semana — pediria com as mãos juntas como numa prece. Independente da resposta, me jogaria para trás e apagaria totalmente, amanhã é o dia da reunião, preciso descansar, e agora com a passagem do esgoto oeste sendo revelada, vamos ter que correr ainda mais com os preparativos, talvez realizar amanhã mesmo o roubo ou no dia seguinte. A opinião das gangues também é importante, talvez seja melhor deixar amanhã para discutirmos um plano e prepararmos tudo. Caso Anne não tenha chegado ainda, seguiria os mesmos passos, esperando que ela me acordasse quando chegasse par comermos algo juntos.

No dia seguinte, levantaria cedo com um pulo animado —Bom dia— gritaria para todos. Vestiria uma roupa limpa, tomaria um café bem gordo com Anne e rumaria até o local de encontro com as gangues, hoje é o dia da reunião. Isso é claro, se não tivermos nenhum contratempo.

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Re: Dia 1 - Faíscas Sex 12 Nov 2021, 05:53


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Post - 08



Avery


Adaptação era uma palavra que podia definir aquela dupla, afinal, por terem vivido muito tempo nas ruas, era algo necessário para manter a integridade física naquelas áreas. Avery rapidamente percebeu que seu único caminho de fuga era o próprio esgoto, partindo em direção ao mesmo com velocidade, sendo seguido por Anne. Eles atravessaram aquele túnel com velocidade, no entanto, a garota percebia a presença de uma figura logo após a saída do lugar, uma dupla de marinheiros parecia recolher parte do lixo que existia logo a saída do lugar, algo visível também eram os itens para construção que estavam na proximidade, um balde, uma colher de pedreiro e alguns bloco.

Se o rapaz tivesse uma memória boa, notaria que aquelas duas singularidades já tinham sido avisadas a ele pelas vozes, momentos atrás – Era para virmos só amanhã, mas vamos logo adiantar isso hoje e ficar livres na sexta. – Falou uma das vozes. Aquela dupla fez Anne adiantar os passos, seu olhar mostrava qual era a ideia que ela queria passar naquele momento “Fuja, eu vou logo depois”. A garota adiantou os passos, saindo com velocidade pela entrada do esgoto e atingindo a cabeça do primeiro homem em cheio, com uma potente joelhada. E ela seguiu para combater o segundo homem, o que deu tempo de sobra para Samael partir dali com extrema velocidade, deixando rastros das suas asas por onde passou.

Os sintomas pioraram, para sua sorte ainda teve forças de chegar até a casa da Meng – Ainda não, mas não deve demorar.. – Falou a velhinha sentada em seu sofá. Avery notava que o tempo tinha passado, o anoitecer já não demoraria mais que três horas. A velha dava a ele o último Eden que tinha à disposição e não falava muito, deixando que o jovem Avery descansasse de maneira tranquila.

No dia seguinte ele despertou – Ela ainda não chegou. – Disse a senhora que recém acordou, ainda usava seu pijama longo de bolinhas amarelas – Acredito que ela esteja bem... – Disse de maneira um pouco estranha, parecendo que estava forçando para acreditar em suas próprias palavras. O café da manhã a disposição não era dos melhores, contava apenas com alguns pães ligeiramente duros e um café preto e sem açúcar. De qualquer modo, o homem seguiria seu rumo assim mesmo? Ou esperaria mais tempo pela sua companheira.


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Re: Dia 1 - Faíscas Qui 18 Nov 2021, 01:10


AVERY

Post - 9



Acordei um pouco confuso de onde estava. Sentado, puxei todas as memórias do dia anterior, ou melhor, dias - Tom, muralhas, Cidade Alta, briga com marinheiros, esgotos e… essa parte é confusa, os efeitos da Síndrome deixam tudo estranho, mas acho que me separe de Anne e estou na… casa da Senhora Meng. Pularia da cama e na sala cumprimentaria a anciã — SEXTOU — hoje é assim que se cumprimenta. Descobrir que Anne não voltou me deixa um sentimento de tristeza que se reflete no rosto — Se ela voltar, cuida dela por mim — já saindo, pegaria uma jaqueta — E obrigado pelo Éden —

O cansaço dos dias anteriores sumiu completamente após o descanso e refeição, mas deixar os efeitos da doença progredir tanto me deixou com dores por todo o corpo. Foda-se, dor não mata ninguém. Um pouco mais calmo do que o costume, iria até o ponto de encontro com as gangues. Está cedo e claro, não vai ser preciso nenhuma fogueira, apenas esperaria o máximo de ladrões e patifes chegarem.

Na fronteira da floresta, olharia para cada um reunido ali, todas as figuras que já conheço, briguei ou as crianças da nova geração — PRIMEIRO — gritaria para todos prestarem atenção — Muitos aqui são inimigos, mas essa reunião é para beneficiar a todos. Nada de brigas — acho que ninguém ousaria na verdade, se alguém derramar sangue, acaba em um massacre muito feio. Subiria em um terreno mais elevado — Todos já me conhecem, então vou pular as apresentações e ir direto ao ponto — abro um sorriso e aponto para as construções luxuosas geograficamente elevadas — O lucro de um ano de trabalho com o risco de nossas vidas. O lar dos nobres, vamos roubar a Cidade Alta, não, vamos roubar o Reino de Goa — daria um momento para absorverem a ideia — Eu sei que isso parece impossível, mas hoje tenho todas as cartas necessárias para vencer. Como entrar, sobreviver e sair.  É uma oportunidade única, mas aqueles que não estão interessados devem sair agora — correria os olhos pela multidão esperando os medrosos irem se cagar em outro lugar.

Se eu tivesse um palpite, diria que os que ficaram são os jovens emocionados, os simplesmente loucos e os mais velhos que sofreram com o massacre dos nobres, exatamente quem eu preciso — Façam uma roda, vou mostrar os planos e discutiremos os detalhes — apesar da minha experiência, muitos dessas pessoas são mais estratégicos que eu. Com um graveto, comecei a desenhar no chão um círculo — Essa é a muralha interna —  desenharia um círculo maior ao redor do anterior — ...e essa a muralha externa.— agora uma casinha em cada  — A área nobre é armada até os dentes, eles possuem guardas em todos os cantos, todos apontados para o centro. Estão prontos para qualquer ameaça que surja externamente, mas e se os problemas vierem de dentro? — cortaria a muralha interna tanto no Leste quanto no Oeste — Ontem descobri duas passagens pelo esgoto e esse é nosso primeiro trunfo. Enquanto eles esperam problemas surgirem do lado de fora, vamos fazer um ataque surpresa pelo lado de dentro — lembrando do dia anterior, adicionei um porém — Na verdade, essa passagem já foi descoberta, a única entrada é leste. Há barras para impedir a entrada, mas o concreto está frágil, um equipamento de arrombamento seria o suficiente — com essa parte explicada, agora foco na parte mais importante.

— O maior problema é que depois de começarmos, todas as armas apontarão para nós e seremos cercados, e é por isso, que nós vamos cercá-los primeiro. Hoje é sexta, dia que a maioria da população recebe o salário e sai para beber, até mesmo alguns marinheiros.— gravaria um “X” no porto e na baía pirata — O reino inteiro fica mais exaltado e só precisam de uma faísca para começar uma confusão. Nós seremos essa faísca. Uma briga de de bar acaba rápido, mas vamos iniciar dezenas por todo o porto e baía, fazendo uma pancadaria generalizada — apontaria o graveto para a gangue mais poderosa e numerosa — Vocês, irão explodir uma destilaria no centro — agora apontaria para a segunda maior — e vocês queimarão um ou dois navios — jogaria o pedaço de pau no círculo — Quando a população ver a confusão, os navios em chamas e a fábrica destruída só pensarão em uma coisa: Revolução. O rancor dos últimos 20 anos virão à tona e a situação caótica será convidativa. Os piratas também não perderão uma oportunidade de saquear. Basicamente, o caos se instalará pelo centro e subúrbios. E com isso, nós damos o golpe final, atacando os ricos. O Reino de Goa terá uma noite sangrenta, mas dessa vez, por nossas mãos. — é hora de finalizar — Sei que todo esse plano saíra caro para as duas gangues grandes, e por isso, minha parte do lucro será de vocês pelo investimento inicial. A única coisa que me interessa é a vingança do povo, os segredos da igreja e queimar a loja roubado do Tom. Então, oque tem a dizer? — a explicação foi longa, mas espero que boa. A ideia geral está pronta, o detalhe de cada parte discutiremos agora.

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Re: Dia 1 - Faíscas Sab 20 Nov 2021, 17:01


NARRAÇÃO

Post - 09



Avery


As dores do dia anterior haviam ficado para trás, assim como Anne que ainda não havia voltado, mas Samael sabia que a garota sabia cuidar de si mesma e aquilo não era um incômodo para ele. Bom, em partes, já que a tristeza causada pela falta da sua parceira ficava clara em seu semblante. De qualquer modo, logo após todos os preparativos ele saiu em passos largos, indo em direção ao ponto de encontro da sua reunião, na esperança de que o recado tivesse sido passado de maneira clara, já que aquilo era crucial para o resto do seu plano.

Ao chegar no lugar ele notava a presença de algumas pessoas e outras chegavam junto com ele, isso incluía alguma das crianças que o mesmo havia pago no dia anterior. O primeiro grupo contava com cerca de 13 pessoas de diferentes idades, mas não tinha nenhum com menos de vinte e cinco, sendo que dois dos treze pareciam ter a mesma idade de Meng. Eles usavam trapos e restos de armaduras, todos portavam escudos redondos e usavam clavas/machados como armamento principal.; O segundo grupo era formado por um grupo de carecas, contavam com sete membros e todos utilizavam roupas estranhas, seus corpos eram tomados por cicatrizes e tatuagens. Suas vestes eram simples e leves, talvez algum indicio do seu estilo de lutar ou se movimentar.; Um homem alto e careca estava sozinho, usava uma calça branca e uma regata da mesma cor, parecia ser um bandido experiente e exalava uma aura que emanava força.; Outros grupos também estavam por ali, formado por números grandes e outros por números extremamente baixos, mas, no final das contas o plano de Avery havia dado certo.

O homem então começou o seu falatório, vendo que algumas pessoas deixaram o lugar logo após ouvir a primeira leva de informações, ou seja, grandes covardes que não tinham peito o suficiente para fazer o que era necessário – Nosso grupo consegue atravessar a muralha escalando. – Disse um homem de cabelos longos e pretos, com braços extremamente longos, certamente não era um humano comum. Ele continuava a passar toda a informação e também a falar todo o plano que sua mente tinha elaborado, o que gerava uma concordância entre todos os presentes, já que era um plano muito bem definido e traçado. Algumas pessoa pareciam meio receosas, mas outros pareciam ávidos pela batalha que estava por vim, uma forma de fazer a nobreza pagar por toda a destruição que ela havia causado e os últimos estavam se movendo unicamente pelo interesse financeiro, que se mostrava ser grande maioria ali – VAMOS MATAR TODOS! – Um homem robusto de cabelo curto e loiro, seus olhos vermelhos brilhavam como sangue. Ele e seu grupo estavam eufórico, pareciam ser um amontoado de maníacos que certamente causariam o caos por onde passassem.

Todos entraram juntos por essa passagem que você falou? Ou podemos aproveitar essa distração para entrarmos do nosso próprio jeito? – Perguntou uma mulher juntamente ao seu grupo, ela tinha uma postura mais séria e firme – Digo isso porque tenho alguns assuntos a tratar e tenho preferência em atingir a região norte do lugar. – Concluiu de maneira simples, sem dar muita informação do que se tratava – Podemos roubar tudo o que quisermos? Matar aqueles safados de merda? Finalmente vingarei o meu pai! – Gritou um jovem de cabelos azulados, ele não parecia ter mais que seus quinze anos e segurava uma pequena adaga enferrujada – Criança, não fique em meu caminho! O mesmo vale para todos vocês. – Disse um homem que mais parecia um bárbaro, rodeados pro homens na mesma temática.

Por fim, algumas questões eram levantadas pelos aliados de Samael. Estava claro que ele não podia confiar em todos eles, mas era o grupo que tinha para agir e deveria usá-los da melhor maneira que sua mente encontrasse.


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Re: Dia 1 - Faíscas Ter 28 Dez 2021, 18:11


AVERY

Post - 9



O discurso teve o efeito desejado, apesar do medo de enfrentar aqueles cuzões, o dinheiro sempre fala mais alto.

O bando é bem variado e parecem ter seus objetivos próprios, mas não me importo, todos somos distrações uns para os outros, todos iscas, quem sobreviver tira a sorte grande. Então, é hora de irmos. Espreguiçando o corpo, responderia a mulher que me questionou — Fiquem a vontade para entrarem por onde quiserem, essa é uma ilha livre, ou deveria ser — quanto ao rapaz empolgado — A única coisa no seu caminho vão ser a muralha em um monte de marinheiros armados, mas você vai matar todos não vai!? — responderia em um tom provocativo até para motivá-lo.

— Já que está tudo resolvido. Vejo vocês ao pôr do sol — com o punho em chamas, seguiria meu caminho. Os outros vão se preparar e cumprir suas funções, só resta aguardar…

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Re: Dia 1 - Faíscas Ter 11 Jan 2022, 21:22
Já já vem teu POST final




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Samael - Rangi

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