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Kenshin
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Dia 1 - Faíscas Ter Out 05, 2021 6:10 pm
Dia 1 - Faíscas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Samael D. Avery. A qual não possui narrador definido.

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Dia 1 - Faíscas J09J2lK
Rangi
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Re: Dia 1 - Faíscas Sab Out 09, 2021 11:53 pm


AVERY

Post - 1



    Em um canto afastado do porto, logo acima de um monte de areia, diversas lápides estavam fincadas no chão. Esse é o lugar onde criei um memorial para meus pais e companheiros que partiram cedo. Não há muitas, mas o suficiente para refletir quanto mais eu aguentaria perder pessoas queridas. O alívio da minha consciência é o sorriso que todos tinham em seus últimos momentos. Eles morreram pela família, nossa família, e isto é motivo de orgulho e não lamento.

    Meu pai foi oque teve o sorriso mais largo e a ele pertence a maior das lápides. Me ajoelharia em uma perna só e passaria os dedos no entalhe na madeira, “O One Piece vos aguarda!”, era sua frase favorita. One Piece, o tesouro que Hazar D. Calico escondeu em algum lugar do mundo, “naquela ilha”, o maior mistério da atualidade. Milhares e mais milhares de pessoas se lançaram ao mar por causa de Calico. Novamente em pé, criara um chama na flor e a jogaria ao mar. É assim que homenageamos os nossos. Talvez este seja o único lugar que consigo me manter sério… mas não por muito tempo.

    Olhando para o mar, puxo o máximo de ar que consigo e grito a plenos pulmões. Em um movimento rápido e preciso, giraria o corpo em direção a ilha e encararia quem ainda está comigo, Anne. — Fim do descanso. — sentaria em cima da lápide e daria início a nossa reunião — Precisamos traçar nossos próximos passos — ontem fizemos uma última celebração com as Serpentes Celestiais, nossa eterna família — Chegou a hora de sairmos da ilha e navegarmos até a Grand Line. Já faz um tempo que penso nisso, mas acho que agora é a hora perfeita — ergueria três dedos da mão direita, cada um com uma labaredas na ponta — Por muito tempo, essa ilha foi a casa das Serpentes Celestiais. Brigamos e derramamos sangue em cada beco e esquina desse terminal. É um lugar sagrado e continuar com um novo grupo não seria o certo. Devemos passar a tocha para outra geração de gangues tentarem a vida. — abaixaria um dedo. — Segundo. Se devemos marcar nosso nome na história, precisa ser entre os mais fortes, na Grand Line — isso mesmo, não é um desejo e sim um dever. Abaixaria outro dedo, ficando apenas com o indicador levantado — E é claro. Imagine quanta diversão ah por aí, quanto mistérios a serem desvendados, quanto ouro a ser roubado HAHAHA. — gargalharia alto.

    A resposta de Anne não me surpreende, eu quero entrar pra história e ela quer ser a mais forte, nosso lugar é na Grand Line. — Está decidido então. Nós vamos zarpar — começaria a andar em direção ao porto —  Quer dizer…cof, cof, tem algumas coisas que quero fazer antes de irmos — minha expressão travessa denunciava a intenção de uma última bagunça — Soube que a igreja tem alguns segredos escondidos… cof, cof — cuspiria a fuligem misturada com sangue e saliva no chão. — E não fizemos nenhum roubo na Cidade Alta. Talvez seja bom pegarmos um pouco de ouro pra viagem. — estava ignorando completamente os preparativos. Numa pose pensativa, expunha minha principal dúvida — A pergunta é, como entrar e sair da Cidade Alta? —

    As vezes acho que Anne me entende melhor que eu mesmo. Sua frase fazia uma ideia surgir em minha mente. Começaria a caminhar em direção ao Terminal Cinza, as mãos nos bolsos e sorriso no rosto, aproveitaria o clima, não importando como estivesse.

Narração
-Falas-
"Pensamentos"




Histórico:

Player: Rangi
Personagem: Avery
Posts: 01
Ganhos:


Perdas:


Outros:


Proficiências:
• Discurso
• História
• Investigação
• Lógica
• Sociologia

Ofícios:
• N/A

Qualidades:
• Diligente
• Destemido
• Prontidão
• Mestre em Haki
• Profeta

Desvantagens:
• Exótico
• Diligente
• Doença Degenerativa
• Extravagante
• Infame
Spoiler:
Propositalmente ou não, Avery causou muitos incêndios durante o tempo como líder das Serpentes Celestiais. A população do Reino de Goa nunca esqueceu a Madrugada Vermelha e a queima dos subúrbios Causar incêndios criminosos gerou maus olhares da população para a gangue e seus membros.

Extras:
- Dinheiro Total: 250.000 com o personagem
Objetivos:

- Ter uma boa aventura
- Aprender Criptografia
- Começar a desenvolver Liderança
- Preparar o roubo e se puder, realizar ele
- Conseguir remédios
- Introduzir a NPC Companheira (Pode ser na próxima aventura)


Última edição por Rangi em Dom Out 10, 2021 12:16 pm, editado 1 vez(es)
Liezi
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Re: Dia 1 - Faíscas Dom Out 10, 2021 10:02 am


ANNE

Post - 2



Olhava de forma irônica para Avery, que seguia à minha frente ditando o caminho que seguíamos, ainda que eu desconfiasse que ele mesmo não sabia pra onde estávamos indo. O ato dele de ajeitar as roupas era engraçado, toda sua etiqueta, combinada com sua postura desengonçada, e com as roupas que foram claramente adaptadas, e não feitas, para comportar a existência de suas asas, o fazia parecer até fofo enquanto se arrumava.

Mas o meu olhar de divertimento se substituiria por um de preocupação assim que as tosses que Avery ressurgissem, enquanto escutava as tosses já me adiantaria em direção ao Celestial para bater em suas costas enquanto gritava mordazmente. -Pode cuspir.- Ele tinha a desagradavel mania de engolir a fuligem que sua doença formava em seus pulmões, um completo idiota, mas ainda sim, um idiota que eu me preocupava.

De uma forma ou de outra, eu fecharia a cara para ele, sabia que ele não se cuidava como deveria. Mas eu não conseguia manter minha expressão séria por muito tempo, principalmente ao ver a animação quase infantil que ele expressa ao vislumbrar alguma novidade na cidade.

Correríamos então, juntos, em direção à origem do som de obras. Enquanto Avery era mais sutil ao realizar ameaças e evitar brigas, eu seguiria atrás, pronta para reagir aos mais corajosos transeuntes que tivessem dispostos a começar uma briga, pra esses miraria um soco rápido no seus queixos, e os derrubando ou não, aproveitaria a chance, enquanto eles estavam desnorteados, para passar e sumir entre as outras pessoas, seguindo meu parceiro de perto.

Ao chegarmos no local, a primeira coisa que faria seria olhar para trás, para ver se estávamos sendo seguidos. Se não estivéssemos, maravilhoso, voltaria minha atenção na mesma direção que Avery e observaria exatamente o que tinha atraído a atenção do meu amigo. Mas se eu identificasse em meio a multidão algum figura que avançasse em nossa direção, fixa, como se nós seguisse, agarraria Avery pelos ombros e o puxaria apontando para algum beco qualquer, o primeiro a nossa vista, entrando já me posicionaria no fundo beco, em um local visível, na minha melhor atuação de “Fugitiva que encontrou um beco sem saída".

Se por outro lado tudo corresse bem, apenas seguiria Avery nos seus planos ardentes e na verdade, um tanto fanáticos ou psicóticos. Nas primeiras duas ou três vezes apenas assistiria ele espancar e passar a sua mensagem, mas então começaria a achar interessante o processo, e na próxima estaria jogando Avery para o lado, sendo eu a bater no delinquente, dando dois socos fortes com minha direita em seus olhos, só para ter certeza que ficaria roxo e inchado e então chutaria seu joelho para derrubá lo, se já não tivesse caído, antes de pisar em sua cabeça e falar -Eu sou Anne… E… Er... Como que era mesmo?- Indagaria Avery por fim, tendo esquecido do discurso, e então tirando meu pé da cabeça do delinquente, para abrir espaço pro meu parceiro. Nas próximas eu apenas bateria e derrubaria os delinquentes, dando espaço para Avery falar.

Narração
-Falas-
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[]Realizar o assalto
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Última edição por Liezi em Qua Out 13, 2021 10:01 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Dia 1 - Faíscas Seg Out 11, 2021 10:31 am


NARRAÇÃO

Post - 01



O astro rei brilhava intensamente naquela manhã tranquila em Dawn, a ilha em questão era bastante tranquila, isso é, quando as serpentes celestiais não aprontavam das suas peripécias. Falando nesses, Avery e Anne se encontravam nas proximidades do porto, em um pequeno e simplório cemitério, onde estavam alguns dos membros do grupo em questão. A dupla estava conversando de maneira tranquila, definindo seus planos para partir rumo a Grand Line, afinal, Dawn era muito pequena para os anseios do doente homem. A mulher estava ali, ouvindo atentamente as palavras do seu parceiro e sentindo-se animada com tudo aquilo.

De onde estavam era possível ver o porto da cidade, era notável o alto fluxo de gente subindo e descendo de embarcações. Aquelas pessoas exportavam e importavam mercadorias diversas, provavelmente para abastecer o estoque nos estabelecimentos da ilha, principalmente na área mais rica do lugar. Carroças iam e vinham, repletas por conteúdos variados: Alimentos, tecidos e afins. Por último, alguns metros do lado oposto ao Porto, um pequeno aglomerado de pessoas pareciam trabalhar na construção de algo, não dava para entender ao certo oque era, porém, aparentava ser algo grande.



Narração
-Falas-


AveryNúmero de Postagens: 01
Contagem Doença Degenerativa: 01/10
Ganhos:

  1. Nada


Perdas:

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Ferimentos:

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AnneNúmero de Postagens: 01
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  1. Nada


Ferimentos:

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Certificurso:
Curso Narrador AB, 2021
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Re: Dia 1 - Faíscas Ter Out 12, 2021 11:17 pm


AVERY

Post - 2



    O porto de Goa, agitado como sempre. Gosto desse lugar pela bagunça e movimento, todo tipo de coisa pode chegar pelo porto e com elas, oportunidades. Caminhava com as mãos ajeitando as roupas numa tentativa de deixá-las mais confortáveis. A tarefa é mais desafiadora do que aparenta, esse tecido horrível fica roçando nas asas e travando meus movimentos, um verdadeiro tormento.— Cof.. Cof — engoliria a fuligem dessa vez, sentido o gosto estranho, mas engraçado.

    Meu intuito em vir aqui é buscar membros de outras gangues e tentar uma aliança. Invadir a Cidade Alta não é um desafio grande, vai precisar de muita gente, o lucro vai diminuir, mas melhor pequeno do que nenhum. Antes que conseguisse procurar alguém, algo fora do comum chama minha atenção, algo grande está acontecendo — Vamos lá ver — falo para Anne antes de correr em direção ao local.

    Abriria caminho pela multidão aos gritos e empurrões — SAIAM DA FRENTE PORRA —. Se alguém olhasse torto ou reclamasse, já pouparia tempo de briga — Oque foi? Quer uma queimadura nova por acaso? —. Ao chegar no local, olharia para ver a situação e conseguir informações da situação. Olharia não só para oque estava sendo construído, mas também para as pessoas que estavam trabalhando, suas vestes e posturas, tentando descobrir qual era o destino daquilo. Se fosse algo que não entendia, perguntaria desrespeitosamente para que todos pudessem ouvir — Que diabos é isso? —. Mas ainda que pudesse achar tudo aquilo importante, no momento outros planos me aguardavam.

    Na possibilidade de sentir o chamado de Anne no meu ombro, não pensaria duas vezes antes de segui-la. Minha amiga sempre foi mais atenta e sempre confiei em seu julgamento. É uma amizade que sempre nos colocou em vantagem sobre os outros grupos. A seguiria até o local e assumiria minha posição na armadilha. Cobriria a mão com chamas e quando ela atacasse, desferiria um gancho no queixo do nosso perseguidor.

    Sairia da multidão da mesma forma que entrei. Se conseguisse me afastar o suficiente, varreria o local com os olhos caçando meus alvos: delinquentes. Encontrando um, estaria com o sorriso aberto e já flexionando os joelhos. Realizaria uma investida no momento seguinte em direção do homem/mulher que estava com sorte de poder trabalhar comigo. Em uma distancia boa, aproveitaria a força da corrida para desferir um cruzado no rosto, jogando todo o meu peso sobre ele(a).

    Caso caísse no chão, pisaria em seu peito e aproximaria o rosto tentando inutilmente parecer discreto — Ei, você. Eu sou Samael D. Avery, ex-líder das Cobras Celestiais. Estou com um trabalho grande e com muita grana, fala pro seu chefe que o Avery e a Anne querem encontrá-lo daqui dois dias na divisa do terminal com a floresta. Um quilômetro a oeste da rota que leva a Foosha.— tiraria o pé de cima da pessoa e começaria seguir meu caminho em busca do próximo alvo até que me lembraria de uma coisa. Deixaria as chamas cobrirem minha mão direita — Ia me esquecendo —. Faria um dash em direção da mesma pessoa que estava em cima momentos atrás e pressionaria a mão ardente sobre seu busto ou costas, caso já tenha se virado. Eles não me levariam a sério se não mandasse um mensageiro sem alguns hematomas. — Vai num médico que não fica cicatriz nenhuma —. Terminado com ele, correria os olhos mais uma vez em busca do meu próximo mensageiro e realizaria o mesmo processo.

    Até iria atrás de mais alguns, mas porque fazer isso se tem gente que pode fazer por mim. Tiraria algumas notas do bolso e veria quanto ainda tinha, 250 mil. Como disse anteriormente, o porto é um lugar de possibilidades, não só eu penso assim, mas os arruaceiros mirins também. Se tivesse algum por perto, os chamaria com um aceno — Ei pirralhos, querem ganhar alguns trocados? — Se ficassem desconfiados, mostraria as notas para eles — Não tenho o dia inteiro, é pegar ou largar —. Colocaria-me de joelhos para poder encará-los nos olhos — Seguinte, diz por aí que o Avery e a Anne têm um trabalho grande. Coisa pesada. Vão dar preferências para as gangues grandes e velhas. O ponto de encontro é… — e daria a mesma localização que dei para meus alvos anteriores. Pagaria-os pela quantidade de arruaceiros, se tivesse 1 ou 2, daria 100 mil para cada. Se tivesse 3 ou mais, 50 mil. Sem me importar de sobrar algo.

    A maioria das gangues usa crianças de rua como informantes. Eu mesmo usei várias vezes. Ficamos sabendo das notícias frescas e as crianças ganham por cada pessoa que as compra. Todos os lados saem ganhando.

Narração
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Remédios - 02/10 posts



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Propositalmente ou não, Avery causou muitos incêndios durante o tempo como líder das Serpentes Celestiais. A população do Reino de Goa nunca esqueceu a Madrugada Vermelha e a queima dos subúrbios Causar incêndios criminosos gerou maus olhares da população para a gangue e seus membros.

Extras:
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Re: Dia 1 - Faíscas Qua Out 13, 2021 10:03 pm


ANNE

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  Olhava de forma irônica para Avery, que seguia à minha frente ditando o caminho que seguíamos, ainda que eu desconfiasse que ele mesmo não sabia pra onde estávamos indo. O ato dele de ajeitar as roupas era engraçado, toda sua etiqueta, combinada com sua postura desengonçada, e com as roupas que foram claramente adaptadas, e não feitas, para comportar a existência de suas asas, o fazia parecer até fofo enquanto se arrumava.

  Mas o meu olhar de divertimento se substituiria por um de preocupação assim que as tosses que Avery ressurgissem, enquanto escutava as tosses já me adiantaria em direção ao Celestial para bater em suas costas enquanto gritava mordazmente. -Pode cuspir.- Ele tinha a desagradavel mania de engolir a fuligem que sua doença formava em seus pulmões, um completo idiota, mas ainda sim, um idiota que eu me preocupava.

  De uma forma ou de outra, eu fecharia a cara para ele, sabia que ele não se cuidava como deveria. Mas eu não conseguia manter minha expressão séria por muito tempo, principalmente ao ver a animação quase infantil que ele expressa ao vislumbrar alguma novidade na cidade.

  Correríamos então, juntos, em direção à origem do som de obras. Enquanto Avery era mais sutil ao realizar ameaças e evitar brigas, eu seguiria atrás, pronta para reagir aos mais corajosos transeuntes que tivessem dispostos a começar uma briga, pra esses miraria um soco rápido no seus queixos, e os derrubando ou não, aproveitaria a chance, enquanto eles estavam desnorteados, para passar e sumir entre as outras pessoas, seguindo meu parceiro de perto.

  Ao chegarmos no local, a primeira coisa que faria seria olhar para trás, para ver se estávamos sendo seguidos. Se não estivéssemos, maravilhoso, voltaria minha atenção na mesma direção que Avery e observaria exatamente o que tinha atraído a atenção do meu amigo. Mas se eu identificasse em meio a multidão algum figura que avançasse em nossa direção, fixa, como se nós seguisse, agarraria Avery pelos ombros e o puxaria apontando para algum beco qualquer, o primeiro a nossa vista, entrando já me posicionaria no fundo beco, em um local visível, na minha melhor atuação de “Fugitiva que encontrou um beco sem saída".

  Se por outro lado tudo corresse bem, apenas seguiria Avery nos seus planos ardentes e na verdade, um tanto fanáticos ou psicóticos. Nas primeiras duas ou três vezes apenas assistiria ele espancar e passar a sua mensagem, mas então começaria a achar interessante o processo, e na próxima estaria jogando Avery para o lado, sendo eu a bater no delinquente, dando dois socos fortes com minha direita em seus olhos, só para ter certeza que ficaria roxo e inchado e então chutaria seu joelho para derrubá lo, se já não tivesse caído, antes de pisar em sua cabeça e falar -Eu sou Anne… E… Er... Como que era mesmo?- Indagaria Avery por fim, tendo esquecido do discurso, e então tirando meu pé da cabeça do delinquente, para abrir espaço pro meu parceiro. Nas próximas eu apenas bateria e derrubaria os delinquentes, dando espaço para Avery falar.

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Re: Dia 1 - Faíscas Qui Out 14, 2021 10:31 pm


NARRAÇÃO

Post - 01



Samael e Anne dialogavam sobre o futuro, uma nova construção estava sendo levantada perto do porto de Goa, na verdade, não era um simplório empreendimento. A dupla desceu de onde estava, indo em direção ao amontoado de homens e crianças que trabalhavam naquela obra. Avery abriu o caminho aos gritos, no momento que sua voz se espalhou pelo lugar, os olhares dos trabalhadores e curiosos se voltaram para ele. Cochichos e sussurros eram ouvidos, entretanto, não conseguiam saber com certeza do que se tratava.

Anne era uma mulher atenta, acredito que se não fosse ela, Avery já teria passado dessa para melhor em outros momentos. Ninguém ousou rebater os gritos do rapaz, apenas, deixando o caminho livre para que o doente se aproximasse da construção que gerou interesse em sua pessoa. O lugar ainda estava sendo levantado, as paredes feitas de blocos com concreto pareciam que iriam alcançar os céus, a fachada era a parte que mais estava definida, contando com quatro pilares cilíndricos e robustos, uma arquitetura um pouco estranho para o lugar, contudo, que passava um certo requinte. Entretanto, o que realmente chamava  a atenção da dupla era uma pequena placa, sustentada por uma viga de madeira maciça, o objeto contava com uma frase escrita em letras garrafais: Propriedade da Família Megle.

Provavelmente aquele nome era o bastante para que nenhum vândalo ousasse chegar perto dali, entretanto, sabemos que Avery não teme a ninguém – Esse é o início do novo Porto de Dawn, responsável por receber figuras importantes. Pelo que foi dito, aquele amontoado de terra dará lugar a outros estabelecimentos. – Disse um dos homens que ali trabalhavam. Aquilo podia mexer com o rapaz, já que o cemitério iria ser destruído e todos aqueles ali enterrados, seriam descartados como entulho. De qualquer modo, por mais atentos que pudessem estar a possíveis inimigos, no momento tudo estava devidamente tranquilo e seguro.

Aquilo gerou a oportunidade para Samael procurar por algumas pessoas típicas do seu convívio: delinquentes. Ali mesmo na obra ele encontrou alguns deles, jovens crianças que auxiliavam os trabalhadores contratados em funções mais simples, afinal, eles deviam levar o dinheiro para casa e a parcela dos seus respectivos chefes. Ah! Vocês não sabem? Dawn é repleta de gangues e trombadinhas, os protagonistas são da mesma laia – Ok. – Disse um rapazote de cabelos cacheados e amarelados, seus olhos não pareciam temer a figura que estava na sua frente, por mais perigosa que ela fosse. O garoto que foi jogado pelo homem no chão se levantou com dificuldades, passando a mão pela sua garganta – E-espere! – O olhar confiante dava lugar ao medo, as chamas acesas na mão de Samael acertaram em cheio o peito do jovem, deixando uma marca dolorida naquela região, talvez, ele estivesse criado mais um inimigo em Dawn Island. O menino correu enquanto as lágrimas despencavam do seu rosto, partindo sentido a área menos civilizada da região.

Não parando por aí, a dupla se dirigia agora a outras crianças no local, que claramente estavam com o medo estampado em suas faces. Porém, ao verem a grana nas mãos do incendiário, um sorriso amarelo surgia em seus rostos. Em meio a fala do homem, Anne parecia tentada a agir como seu parceiro, empurrando o mesmo e aplicando dois fortes socos na face do menino, visando deixar marcas em seu corpo – EI! PAREM COM ISSO! – Disse um menino antes de correr tão rápido, que até o narrador duvidava que aquela criança era um humano normal, já que em poucos segundos ficou tão longe ao ponto de Anne e Avery o perderem de vista. A quantidade de crianças – mesmo com medo – foi tamanha, ao ponto de só sobrarem míseros 10 mil berries para Avery, contudo, ele sabia que sua mensagem chegaria às gangues que atuavam nos pontos mais extremos de Dawn.

Por último, a dupla viu todo seu plano entrando em ação. Os garotos e garotas corriam em diversas direções, os trabalhadores continuavam suas ações sem dar tanta atenção para Samael e Anne, continuavam virando a massa e levantando mais e mais paredes. Alguns barcos chegaram no porto, pareciam ser comerciantes trazendo cargas que iriam abastecer os pontos mais chiques da ilha, a Cidade Alta. Tudo parecia – aparentemente – normal, resta saber quais os próximos passos daquelas duas figuras únicas.


Legendas:
NPC’s


AveryNúmero de Postagens: 02
Contagem Doença Degenerativa: 02/10
Ganhos:

  1. Nada


Perdas:

  1. 240.000 B$ - Pagamento para enviar mensagem por Crianças - POST 02


Ferimentos:

  1. Nada



AnneNúmero de Postagens: 02
Ganhos:

  1. Nada


Ferimentos:

  1. Nada


Perdas:

  1. Nada







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Re: Dia 1 - Faíscas Ter Out 19, 2021 10:35 pm


AVERY

Post - 3


Quando disse que o porto é um lugar de oportunidades, referia-me a crescer na vida, mas a Família Meagle está de parabéns, são poucos os que querem tanto assim levar uma surra. — O'Que?? — sentia uma mistura de ódio e indignação claramente estampadas na face. Esses nobres idiotas pensam que podem chegar em qualquer lugar, tirar tudo do caminho e declarar que é deles. Vou mostrar pra eles que as coisas são bem mais embaixo. Não tenho nada contra a inovação, pelo contrário, a história tá aí pra ser superada, mas destruir ela já é um crime. Só os fracos precisam esquecer dos mais fortes para tomar seu lugar. Eu não via a hora de sair desse lugar, mas agora tenho assuntos pendentes com o porto e os Meagle. Pelo menos pude gastar minha raiva com os delinquentes.

Terminado os assuntos no porto, chegou a hora de preparar o roubo. Preciso saber como é a cidade alta, e com isso, descobrir como entrar e sair. — HAHAHA. Socos não são recados, tem que terminar as frases. — minha amiga escamosa gosta de uma briga, mas quem sou eu para julgá-la. — Agora precisamos de um plano. Temos que ser criativos dessa vez — termino com uma tremidinha ao sentir um beliscão nostálgico nas costas. Os sintomas voltaram rápido e os remédios acabaram, — Sim, a luta de ontem acelerou os efeitos. — é como dizem: se brincar com fogo, vai se queimar. Parece que Anne se afeiçoou a Velha Meng — Hmm, ia dar uma batida na Cidade Alta para ter ideias. Talvez arranjar confusão com os guardas para conseguir informações — isso vai ficar pra outra, não tem graça nenhuma sozinho — Mas sem você vou só matar tempo. Já sei! — quase tinha me esquecido — Vou atrás de alguém para me ensinar a decifrar códigos. Os segredos antigos geralmente são criptografados. O método para desvendá-los é bem difícil de aprender sozinho. — arfaria preguiçosamente — E dá um trabalho… —. Chegaria perto dela e daria um soco em seu peito, uma batida de punho e imitaria uma explosão quando afastássemos o punho — Até mais —

O centro é meu próximo destino. Caminharia pelas pessoas cantando uma música pirata que conheci em Foosha e com as mãos atrás da cabeça, bem relaxado. Pensava em tudo que vai me ocupar nos próximos dias. Começando pelas gangues. O plano é simples, fazer esses panacas trabalharem juntos. Isso seria um desafio à lógica em condições normais, mas dessa vez vai ser a parte fácil. A grande maioria dos delinquentes foram afetados de alguma forma pelo incêndio de 20 anos atrás, dar o troco deve ser o suficiente para amaciar seus egos. Agora que estou sem pessoal, eles vão ocupar esse papel. Depois, descobrir se entrar vai ser um problema, farei isso amanhã, se não for, melhor ainda, podemos fazer logo isso — Será que os portões são inflamáveis? Um pouco de óleo e tudo estaria resolvido —. Por último, os Meagle. Derrubar o lugar no soco não vai ser o suficiente, é necessário deixar uma mensagem. A imagem de um nobre gordo como espantalho me vem à mente.

Saindo um pouco dos meus devaneios, começaria a buscar alguma biblioteca no centro comercial. Se tivesse dificuldade, perguntaria para os lojistas e transeuntes — Ei, onde posso encontrar alguém inteligente que entende de códigos? Sabe, tipo um professor ou detetive. — seria bem expressivo com as mãos, como se explicasse para um idiota. Caso fiquem espantados comigo apenas diria — Para com essa cara de retardado e me aponta logo o lugar — mas se fugissem, iria atrás — OHH ok, eu te sigo até lá. — as pessoas estão cada vez mais prestativas.

Se conseguir a informação, agradeceria e seguiria as instruções. Independente do método, se encontrasse uma biblioteca ou professor, entraria no local chutando a porta — BOM DIA SÁBIO— mas consertaria minha postura com rapidez — Ops, desculpa. Foi força do hábito, minha intenção não é destruir nada. — agora está certo. Locais que guardam conhecimento exigem respeito e compostura, isso é o básico, até um incendiário como eu choraria ao ver um livro queimando. Puxaria assunto com o mestre — Me chamo Avery. É um prazer conhecê-lo. Vim aqui em busca de conhecimento — diria estendendo a mão para um cumprimento — O passado e seus mistérios me fascinam desde a infância, mas sempre empaco nos códigos. Desvendar é bem trabalhoso, mas sem essa habilidade, nunca vou poder concluir uma pesquisa. — falaria em um tom amigável — Será que você não poderia me ajudar? —

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• Destemido
• Prontidão
• Mestre em Haki
• Profeta

Desvantagens:
• Exótico
• Diligente
• Doença Degenerativa
• Extravagante
• Infame
Spoiler:
Propositalmente ou não, Avery causou muitos incêndios durante o tempo como líder das Serpentes Celestiais. A população do Reino de Goa nunca esqueceu a Madrugada Vermelha e a queima dos subúrbios Causar incêndios criminosos gerou maus olhares da população para a gangue e seus membros.

Extras:
- Dinheiro Total: 10.000 com o personagem
Objetivos:

- Ter uma boa aventura
- Aprender Criptografia
- Começar a desenvolver Liderança
- Preparar o roubo e se puder, realizar ele
- Conseguir remédios
- Introduzir a NPC Companheira (Pode ser na próxima aventura)


Última edição por Rangi em Ter Out 19, 2021 11:42 pm, editado 1 vez(es)
Liezi
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Re: Dia 1 - Faíscas Ter Out 19, 2021 10:44 pm


ANNE

Post - 3



Eu tinha escutado apenas o final da resposta do homem a Avery, mas era o suficiente, junto com a visão da construção e a placa suntuosa, para que a eu presumi-se o que passava na cabeça do meu amigo, não consegui evitar de dirigir um olhar depreciativo para a construção e as pessoas que trabalhavam ali: Espero que elas fossem pagos, mesmo após o local pegar fogo.

Enfim, após nosso, admito que, relaxante passeio pelas ruelas da nossa linda cidade, eu sentia meu corpo perfeitamente aquecido após ter enfiado meu punho no rosto de alguém. Eu olharia para Avery sem saber muito bem o que fazer, esperaria então que meu amigo me contasse seus planos, mas então perceberia que ele voltava a demonstrar sinais do reaparecimento da doença, tudo começava com uma leve tremida e aquele movimento de engasgo na garganta. -De novo né? Já acabaram teus remédios?- Indagaria por fim, se a resposta fosse positiva franziria o rosto. -Nesse caso eu vou visitar a Velha Meng, tenho outras coisas para resolver com ela, acho que vou passar a noite lá. Pra onde tu vai?-

Após discutir os próximos passos com Avery, me despediria dele com nosso típico comprimento da antiga gangue, composto por uma soco leve no peito, na altura onde estavam nossas marcas, um soco de punhos e então fingiriamos uma explosão ao afastar os punhos. Ao olhar por fim para a figura de Avery diria com um sorriso irônico. -Tente não se meter em confusões sem mim… Em muitas confusões.- Não que fosse adiantar alguma coisa dizer isso.

Após perder Avery de vista, começaria a andar pelas ruas buscando um caminho muito conhecido por mim: A casa da velha Meng, a senhora que salvou a vida de Avery, e a minha própria. Ao alcançar o local, bateria na porta e já buscaria a maçaneta com minhas mãos entrando e gritando. -Vovô Meng, estou de volta.- Esperaria então uma resposta dela, provavelmente ele estaria lendo algo ou tricotando a essa altura do dia e não queria ser incomodada, entraria despreocupadamente na casa, abrindo os botões da minha roupa para poder relaxar um pouco, completaria meu rabo de cavalo com as mechas que eu geralmente deixo soltas e retiraria o meu par de óculos, os repousando sobre a mesinha de entrada.

Seguiria diretamente para a cozinha e começaria a procurar pelo que tinha na dispensa, pegaria uma panela também no caminho de volta, acenderia o fogão a lenha e enquanto ele aquecia cortaria os legumes os jogando na panela, adicionaria água e levaria ao fogo. Após um tempo começaria a adicionar os condimentos e outros temperos que eu buscaria na dispensa, até acreditar ter alcançado um sabor agradável, dando preferência por acentuar a picância da comida, do jeito que a Senhora Meng preferia.

Esperava que o cheiro, como habitualmente faria, atraísse a senhora até a cozinha. Se assim fosse, colocaria duas tigelas sobre a pequena mesa da cozinha, levaria a panela e buscaria os talheres: duas colheres e uma concha para podermos comer.

Se ela não viesse, serviria duas tigelas com a sopa, pegaria uma colher para cada uma e iria para o segundo andar, procurando a senhora em sua varanda ou quarto, ao encontrá-la, lhe entregaria uma tigela e procuraria um lugar próximo para me sentar e comer. Quando acabarmos de comer, seria direta ao perguntar. -Senhora Meng, pode me ensinar sobre a questão da estrutura física das criaturas, como você me prometeu da última vez que estive aqui?- Se ao encontrá-la, acabasse sendo em uma situação inusitada, como visitas eu voltaria para a cozinha e comeria a sopa sozinha, esperando escutar sinais que a visita estava indo embora.

Narração
-Falas-
"Pensamentos"




Histórico:
Ganhos:


Perdas:
Objetivos:
[]Realizar o assalto
[]Receber uma recompensa pela minha cabeça
[]Aprender Anatomia
Formiga
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Re: Dia 1 - Faíscas Qua Out 20, 2021 3:00 am


NARRAÇÃO

Post - 01



Anne


Anne se despedia do seu companheiro, avisando ao mesmo onde - provavelmente - passaria aquela noite. Após finalizar a conversa, a jovem cobrinha partiu em direção ao lugar já conhecido por ela, a casa de Meng. Uma mulher que no passado foi responsável por cuidar da vida de Anne e Avery, a mulher parecia ser uma espécie de Porto Seguro para a Amazona, ou talvez ela tivesse uma outra visão da pobre senhorinha. De qualquer modo, não demorou para alcançar a casa da mulher - Anne! Pode entrar. - Bradou a senhora sentada em sua cadeira de balanço.

A garota continuava seu caminho casa adentro, dessa vez indo em direção a cozinha  para preparar uma refeição saborosa. Ela estava fazendo isso de bom grado? Não, talvez existisse alguma parte em seu interior que quisesse apenas agradar a velhota, mas a verdade estava estampada em sua cara, já que usou dos subterfúgios necessários para amolecer o coração de Meng. Como de costume, o aroma picante da comida atraiu a velhota até a cozinha, essa última caminhava em passos lentos, com sua coluna levemente arqueada para frente, assim como seus ombros - A cada dia que passa você fica melhor na cozinha. - Disse carinhosamente. Ao ver que sua refeição estava servida, adiantou seus passos e logo sentou-se à mesa - Era isso então? - Falou comuna das sobrancelhas suspensas - Achei que estava só fazendo uma refeição porque gosta de me agradar, mas tinha seguranças intenções, não é dona Anne? - Continuou Meng, parando por alguns momentos para saborear a picante refeição feita pela escamosa.

Por mais idade que tivesse, quando se tratava de comida parecia que ela retornava aos seus tempos de ouro, já que detonou rapidamente aquela tigela servida por Anne - Quando acabar, venha para sala, vou te ensinar. - Disse levantando lentamente e caminhando ainda mais devagar em direção a sala, usando a parede e alguns móveis como apoio. Ao chegar na sala a garota poderia ver Meng sentada em sua poltrona, tendo no colo cerca de dois livros vermelhos, sendo o que estava em cima, contendo um símbolo de uma cruz branca. A pequena mesa de centro contava com dois pares de livros, divididos em suas colunas respectivamente - Anatomia não é algo fácil, requer bastante atenção e comprometimento. - Disse em um tom mais sério.

Avery


Avery se despedia de Anne, partindo em busca de alguém inteligente o bastante para lhe ensinar sobre criptografia. De qualquer forma sua mente em todo trajeto matutou sobre o que faria naquela ilha, inclusive, tinha um alvo em mente. A família dona da construção tinha acabado - sem saber - de entrar no caminho do incendiário e sinceramente? Ele estava totalmente certo em suas convicções! Seu plano estava em jogo, unir as gangues era algo que iria requerer um certo empenho da sua parte, contudo, ao que parecia ele tinha uma certa fama entre os marginais, aquilo era um ponto a favor para efetividade dos seus planos.

De qualquer maneira ele caminhou pelas ruas despretensiosamente, com o seu jeitão relaxado, vagou pela movimentada Dawn. Ao abordar um transeunte a primeira reação que teve era a que já esperava: o espanto. Aquela figura masculina, esguia e bem vestida deu um passo para trás no momento que foi abordado, observando Samael de baixo para cima, como se julgasse cada pedacinho da sua estrutura - Logo ali! - Disse apontando para o lugar, sua voz tremelicou, assim como o braço que apontava a direção.

Maia alguns metros em frente, Avary se deparou com uma estrutura totalmente incomum. Minto, não era bem incomum e sim mal cuidada. O edifício contava com um único andar, sendo que a fachada do térreo contava com uma grande vitrine, onde ficavam alguns livros expostos à venda. O primeiro andar tinha apenas uma pequena janela de madeira de baixa qualidade, já que estava tomada por cupins que certamente já moravam ali a longos anos. A estrutura do edifício era feita de madeira e cimento, tendo algumas características mais rudimentares, diferente do comum naquela região.

Ao entrar no lugar Samael sentia suas narinas sendo preenchidas pela poeira que habitava o lugar, o incômodo inicial seria impossível de passar despercebido - ATCHIM! - Foi a primeira coisa que o garoto escutou após suas palavras iniciais - Olá, cliente! - Uma voz rouca e pesada perfurou os  ouvidos do menino. A postura do rapaz rapidamente mudou, adotando um tom mais culto e comportado, totalmente diferente da criatura de momentos atrás - Prazer Avery, me chamo Tom. - Disse o homem saindo de trás do balcão. Suas vestes se resumiram a uma calça preta e uma blusa de manga branca, tendo uma gravata borboleta presa na região do seu pescoço - Criptografia? Que surpresa alguém tão jovem com desejos para essa arte tão negligenciada. - Disse o homem se aproximando ainda mais de Samael - Venha, estou com tempo de sobra para lhe ajudar, como já pode ter notado. - Suas palavras carregavam uma certa tristeza, pelo jeito empoeirado que o ambiente estava, fazia um tempo que um novo cliente aparecia por ali.

Falando em ambiente, o lugar grande e bem arrumado, só estava totalmente tomado por grossas crostas de poeira. O lugar contava com um acervo literário significativo, principalmente romances - Aqui, pode sentar. - Falou o rapaz entregando a Avery uma cadeira velha de madeira - Eu sou grato em poder ajudar alguém interessado nesse ramo, contudo, não sairá se graça. - Falou em um tom sério, enquanto pegava das prateleiras um amontoado de livros velhos - Antes que pense que estou atrás do seu dinheiro, já adianto que não é disso que se trata. - Continuou colocando os livros em uma mesa redonda e pequena, que estava alguns centímetros à frente de Avery - Irei pedir um favor e espero que o lendário Samael possa me ajudar. - Falou olhando por cima dos óculos, indicando que claramente conhecia ou já tinha ouvido falar do rapaz - Temos um acordo? - Indagou.

OBS: Podem usar os NPCs para o aprendizado, contando que o uso seja restrito a Proficiência em questão. Nenhuma informação pode fugir desses assuntos, podem usar o que tem a disposição.

Legendas:
NPC’s


AveryNúmero de Postagens: 03
Contagem Doença Degenerativa: 03/10
Ganhos:

  1. Nada


Perdas:

  1. 240.000 B$ - Pagamento para enviar mensagem por Crianças - POST 02


Ferimentos:

  1. Nada



AnneNúmero de Postagens: 03
Ganhos:[/b]

  1. Nada


Ferimentos:

  1. Nada


Perdas:

  1. Nada







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Dia 1 - Faíscas Fi6WMX7


Certificurso:
Curso Narrador AB, 2021
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