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Achiles
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I - Soldado Kaiser se apresentando, senhor!


Aqui ocorrerá a aventura da Marinheiro Shawn Diamond Kaiser. A qual não possui narrador definido.
Wheeler Sheyde
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I - Soldado Kaiser se apresentando, senhor! CrwSFb7

Estaria sentado no parapeito de uma das torres de vigia, olhando tão distante quanto seus olhos permitissem. A vida fora de casa era difícil, mas a morte do seu pai e a péssima relação com os familiares restantes tinham feito dele persona non grata no condomínio da família Kaiser. Os muros azul e branco de pedra polida delimitavam seu novo lar, frio e imponente como a Marinha deveria ser. Como Shawn deveria ser.

A adaptação não era difícil, mas ele sentia saudade das pessoas que trabalhavam em casa. A cozinheira, dona Ricchota, preparava uma língua de vaca grelhada no misso que fazia as refeições do quartel parecerem lavagem, mas além disso pouco importava, estava vivendo o sonho e não tinha do que reclamar.

Abstendo-se das distrações, sairia do parapeito e se dirigiria ao armazém de armas, ou algo do gênero, para buscar a sua arma. Os recrutas tinham direito de reivindicar uma arma e ele ainda não tinha feito. No geral preferia encher vagabundo de sopapo e por isso pensou em não pegar arma alguma, mas criminosos costumam ser espertos e sua mira não era de se jogar fora. Nunca se sabe quando um bom tiro vai virar o jogo.

— Soldado Shawn Kaiser se apresentado, senhor! — Diria a quem quer que fosse, juntando os pés e batendo continência. O gesto fora repetido desde a infância, de forma que lhe servia muito bem, apesar de estar há pouco tempo de fato dentro da Marinha. Gostava de bater continência sempre que seu pai voltava para casa, geralmente carregando uma sacola de doces e trazendo várias histórias das suas aventuras combatendo piratas mundo afora.

Ele prontamente solicitaria seu mosquete assim que lhe dessem permissão para falar. Shawn preferia revólveres por serem compactos, de rápido manuseio e comportarem mais munições, porém sempre tinha se imaginado carregando um mosquete para lá e para cá enquanto vestia as cores da Marinha. Os revólveres poderiam esperar: sua criança interior clamava por isso. Podia facilmente se ver numa formação de combate, cobrindo os colegas ombro à ombro enquanto abatia piratas com disparos bem dados na cabeça enquanto atracavam no cais de uma ilha qualquer.

Se lhe fosse dada a oportunidade de escolher pegaria uma com bandoleira e se não fosse pediria por uma que tivesse. Dependendo da resposta, sairia de lá, carregando a arma ou não, com ou sem bandoleira, para o pátio. Shawn tinha uma missão pessoal antes de mergulhar de cabeça em aventuras: entender a dinâmica da Marinha e principalmente a do Quartel. Só conhecia a corporação pelo que tinha escutado a vida toda do seus pais, tios e avós. Como será que os soldados eram tratados? Será que reconheceriam seu sobrenome? Isso lhe traria privilégios? Não sabia.

Ele ainda tinha dificuldade para entender a sistemática da corporação. Haviam os que pareciam verdadeiros patronos da justiça e os que, aos seus olhos, não passavam de capangas gourmet da nobreza. O que aconteceria dois grupos entrassem em confronto? Não sabia ao certo, porém tinha certeza do lado em que gostaria de estar. Dawn Island lhe parecia uma verdadeira bomba-relógio e gostaria de saber que lado a Marinha tomaria se a rainha decidisse cometer atrocidades como seus antecessores.

Shawn caminharia pelo pátio até ser chamado para realizar uma missão. Na ausência de um convite, ele mesmo se apresentaria aos superiores e se colocaria a disposição para fazer o que tinha que ser feito. O Quartel-General era um ótimo lugar, mas enquanto se mantivesse sob a segurança das muralhas ele seria só mais um soldado. Era a hora de ir para a rua e mostrar valor como um homem da justiça. Recebendo uma missão, sairia prontamente assim que ordenado ou permitido para marchar até o local indicado. Desde a saída estaria se atentando ao que ocorresse: seus companheiros (ou a ausência deles), os transeuntes, a região em que se dirigia, o superior que emitira a ordem, os fins aparentes da missão e tudo mais.


SHAWN D. KAISER
A justiça sem a força é impotente, a força sem justiça é tirana.




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Takamoto Lisandro
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Takamoto LisandroEstagiário
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I - Soldado Kaiser se apresentando!

1° Post




O frio incessante de Dawn acobertava rapidamente a pele franzina do rapaz que por sua vez estava ao alto na torre vigia, pesados pensamentos lhe traziam recordações e uma saudade misturada com anseio para cumprir seu pacto. O homem tinha um sonho, queria se tornar um almirante, aquele que é o símbolo de justiça e paz, porém a estrada era longa e árdua, não seria qualquer zé ninguém que atingiria este patamar. Terminado sua visita a um dos locais mais frios do QG, poderia facilmente identificar o caminho em direção ao armazém de armas da marinha.

Sua forma pitoresca de ser chamava atenção dos seus confrades, mas nada que lhe trouxesse perigo ou ameaça, passava por alguns corredores e descia escadas, o armazém ficava mais ao leste da área. - Não tem que bater continência toda vez que me vê garoto. - Dizia Ares sentado em seu banco atrás de um balcão, no fundo da sala, armas e barris, toda a estrutura fabricada para um rápido acesso ao arsenal e distribuição de ferramentas a favor da paz. - Mosquete? Está pensando em ficar na linha de trás ajudando seus companheiros? - O velho coçou seu queixo, sua barba rala lhe irritava, os olhos sonhadores de Shawn delatava sua resposta. - Assine esses papéis. Vou pegar sua arma. - O marinheiro levantava de sua cadeira e observava seus arredores, além dele havia outros funcionários trabalhando no depósito, poderia ter mandando um de seus subordinados pegar a arma, mas ele se levantava e pegava uma velha relíquia empoeirada no canto da sala, ao lado do banheiro para ser exato. Sua caminhada era lenta, e seus olhos fitavam o mosquete, sua feição ranzinza não se alterava, de frente com o novato, ele colocava a arma no balcão e encarava o garoto. - Ta ai sua arma, agora pode ir, os novatos estão sendo convocados no salão principal.

Sua expressão irritada não deixava transparecer a alegria de sua nova arma, poderia até dá um nome para a mesma, sabendo que havia sido chamado no salão principal do quartel, passava por alguns outros recrutas e posteriormente todos entravam em formação, existia cerca de cinco filas e cada uma com cinco pessoas. Como nas histórias de seu pai, sabia que para sua primeira missão seria agrupado com outros soldados rasos e analisado por um superior, muitas vezes um sargento.

Atenção! - Uma voz grossa ecoou, sentia um arrepio na espinha e o reflexo do seu corpo estava em dia. - Sentido! - Sua mão ia em direção a testa, seu abdômen contraia e seu corpo endureceu. - Devo dizer que é bom enxergar novos rosto ingressando no caminho da justiça. - Tenente Michael Thorvanor em pessoa de pé acima de todos, a sua volta alguns marinheiros de renome, sua voz era séria e imponente, porém transmitia certa simpatia. - Muitos aqui são novatos recém-chegados e outros tiveram suas experiências trabalhando internamente no QG, devo parabenizar e alertá-los, a partir daqui o caminho não será fácil. - Olhava profundamente nos olhos de cada um. - O caminho da justiça sempre foi difícil, a era dos piratas cresce a cada dia, mesmo com a taxa de criminalidade baixa, não há sequer um dia que um cidadão de bem não seja ferido.

Ele cruzava seus braços. - Felizmente vejo aqui jovens promissores, homens com o coração puro, futuros heróis. Dado a isto, serão alocados em um trio comandado por um superior, a lista de nomes está na recepção do quartel e os locais para se apresentaram.. Dispensados! - Ele virava de costas e desaparecia, se ele fosse em direção ao quadro de avisos, poderia ver seu nome e de outras duas pessoas, deveria comparecer no escritório Z.








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Wheeler Sheyde
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— Si... sim senhor! — Responderia enfaticamente ao Sargento Ares enquanto seus dedos encontrariam a própria testa. Demoraria alguns segundos até entender quão idiota estaria parecendo. — Quer dizer... — desmancharia a posição, voltando-se à postura descontraída.

Shawn seguraria o mosquete com orgulho, quase reluzindo, contente por estar finalmente se sentindo um marinheiro. Era a primeira vez que se sentia assim desde quando colocou o chapéu “não-ortodoxo” com as cores da corporação.

Como o grande marinheiro que achava que era, marchou até o salão principal: um pé, depois o outro. Às vezes o mesmo duas vezes. Três, até. Errar é humano, afinal. O importante era não tropeçar e estourar a cabeça de um oficial passando por ali.

A verdade é que o tropeço quase veio quando presenciou diante de si, ao vivo e a cores, o - para Shawn - majestoso Tenente Michel Thorvanor. Ouvia-o com a atenção de um devoto, como se o homem fosse um padroeiro da justiça divina. Ainda que tivesse nascido numa família de marinheiros, presenciar a organização do lado de dentro mudava tudo. Era como nascer numa família de artistas, mas sem nunca ter pintado. Hoje podia se dar o luxo de admirar os traços de suas primeiras pinceladas.

Com o fim do, infelizmente para Shawn, breve discurso, foram informados sobre as providências. Elas por si só o deixaram eufórico. Ainda mais do que o discurso. Um trio. Um trio... pensou consigo. Nunca tinha tido amigos. Brincar com os seus primos era, basicamente, ter a cabeça afogada na privada. Às vezes eles até jogavam queimada juntos, mas o time acabava sendo ele versus todos. E as bolas eram pedras... enfim... recordou amargado.

Caminharia ruidosamente até o painel de aviso, balançando os braços e olhando para todos que passassem por ele. Assim que visse seu nome, o movimento natural seria ficar paralisado. Já não era mais sonho: uniformizado, no quartel, armado e com o nome indicado para um escritório ele já era de fato um soldado. Ao invés de felicidade, esboçaria espanto assombroso, como quem ganha na loteria sem sequer jogar. Seus olhos fitariam o aviso com a avidez de um pirata que encontra um tesouro procurado por toda a vida.

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— Glup! E-eu sou um marinheiro! — Anunciaria, bradando ao balançar os punhos. Não levaria um segundo até que girasse nos calcanhares e fosse à procura da sala Z. De A à Z, se precisasse. Iria até lá direto se soubesse a localização. Se não soubesse, perguntaria para todos: de soldados até a patente mais alta do local. Perguntaria até para um cachorro se ele vestisse azul e branco. Também recorreria a placas de orientação se precisasse - ou se elas existissem.

Na sala, observaria cada canto: a cadeira, janelas, estantes, livros, símbolos, brasões, estátuas, tapetes e qualquer outra coisa que pudesse ter. Haveria souvenir de viagens? Ele já tinha decidido que a sua sala ficaria cheia desses - quando ele tivesse uma sala. Não era do tipo que colocaria a cabeça de um pirata, no entanto o jovem marinheiro com certeza se apropriaria de um acessório como relógio, joia ou chapéu que marcassem o capturado. Pensar nisso o deixava curioso. Será que a Marinha já havia emitido alguma portaria contra isso? Não é isso que importa agora, Shawn. Foco... Recitava para si.

Ao se deparar com seu superior, estufaria o peito e vociferaria ruidosamente enquanto espaçaria os pés e cruzaria as mãos atrás do quadril:

— SOOOOOOLDADO KAISER À SUA DISPOSIÇÃO, SENHOR! — manteria os olhos fixamente no responsável, olhando-o com atenção inclinada e clara disposição. Iria até onde fosse enviado, não importando a hora, local ou tarefa. Tudo em nome da JUSTIÇA. Ele cumprimentaria seus iguais com um aceno amistoso de cabeça.

Sairia para a missão assim que fosse ordenado, acompanhado ou não de seus companheiros, porém sempre junto de sua nova belezinha colada em seu peito: o mosquete da Marinha. Perguntava-se que nome daria à ela. As sugestões iam e vinham na cabeça sem que se apegasse em alguma especial. Puxaria assunto com os seus colegas se eles fossem seus companheiros nessa tarefa.

— Prazer, rapazes/moças/galera, eu sou Shawn, mas podem me chamar de Kaiser! — o jovem não era habituado em conversar com gente do sexo oposto e por isso gesticularia abrasivamente, movendo as mãos para lá e para cá com euforia, mais do que já fazia no dia-a-dia, se houvessem mulheres na parada  — espero que estejam prontos para presenciar os meus atos, pois me tornarei o próximo chefe desse quartel-general! — Diria com convicção comedida. Talvez não o próximo porque isso seria furar fila. O próximo do próximo ou até mesmo depois desse. Uns três ou quatro depois, quem sabe. O importante era virar Almirante da Frota. O primeiro passo já estava sendo dado.


SHAWN D. KAISER
A justiça sem a força é impotente, a força sem justiça é tirana.




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