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Capítulo III - Treino Barril Dobrado Qua Mar 02, 2022 8:23 pm
Capítulo III - Treino Barril Dobrado

Aqui ocorrerá a aventura do(s) Agente Aizawa Mikagi. A qual não possui narrador definido.


Última edição por Sasha em Qua Mar 02, 2022 11:59 pm, editado 2 vez(es)

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- “Será que ele irá poder treinar hoje?” – Aquele pensamento tomou conta da minha mente enquanto caminhava em direção ou até mesmo já estava na área onde os Agentes tinham sido alojados, a viagem tinha sido longa, mas deu para aproveitar bastante o período que basicamente foi gasto em treino, buscando melhorar o controle da minha mão não dominante. De qualquer forma, Cactus tinha se mostrado um lugar interessante, não só pela sua aparência, mas sim pelo fato da existência dos caçadores no lugar, algo que me levou a pensar bastante nesses últimos dias – “Preciso de dinheiro e nada melhor que caçando, pelo menos nesse momento inicial. Talvez consiga até mesmo encontrar bons parceiros, mas o ideal é no mundo do crime, preciso me filiar a um pirata forte ou alguém que demonstre capacidade para isso.” – Sim, tinha noção que seria difícil alcançar a minha vingança sozinho, por isso o ideal era usar outras pessoas para buscar com maior facilidade e rapidez.

De qualquer forma, caminhava na direção e/ou pelo próprio lugar em busca da figura desprovida de cabelo, afinal, estava pronto para mais uma rodada de treinos e aprendizado. Caminhava em passos lentos observando todo o lugar a minha volta, já que não estava tão familiarizado assim, diferente da minha Akuma no Mi, que tinha adquirido um controle considerável dos seus poderes, o que me abriu mais um leque de possibilidades que não estavam em meus cálculos – “Quando tiver um tempo preciso comprar uma roupa, algo simples para usar quando mudar de sexo.” – Fiquei levemente perdido em meus pensamentos enquanto caminhava mantendo o ritmo – “E também preciso ver como posso viver essas duas vidas sem levantar suspeitas, acredito que a melhor opção seja buscar por poucas missões e ficar o restante do tempo livre. Preciso de um lugar para ficar, um lugar meu...” – Um lugar para chamar de meu se mostrava algo realmente necessário, principalmente para manter a discrição que seria necessária nesse caminho que estava seguindo.

Enfim, se por algum acaso não tivesse encontrado o meu professor careca, pararia algum outro agente ou iria até mesmo na recepção, mas claro, antes iria prontamente à área de treinamento, já que era um lugar onde ele gostava de ficar – Olá! Você viu um homem careca? Seu nome é Roy, chegou a poucos dias… – Indagava ao primeiro que passasse em minha frente – “Ainda não me acostumei a ficar sem máscara.” – Lembranças do período que passei em Masquerade, onde era obrigado a esconder sua face com uma máscara, que coisa de louco – Entendi, obrigada! – Respondi com um sorriso no rosto, fazendo uso das minhas habilidades de dramaturgia para manter a faceta de Formika. Por último, ao encontrar meu professor, iria até ele em passos ligeiramente mais velozes, acenando em sua direção se eu me encontrasse em seu campo de visão – Ei Roy! Tudo bem? – Manteria a educação de sempre, mesmo me considerando um amigo do homem – Podemos treinar? Preciso aprender mais alguns Rokushikis, gostaria de aprender o Tekkai a princípio, acredito que seja algo interessante. – Completei e permaneci esperando sua resposta.

No caso de não encontrar o homem em lugar nenhum, iria até a área de treino e tomaria um tempo para observar o que estava acontecendo, buscando alguma espécie de professor ou alguém que tivesse treinando algo do meu interesse, para abordar em outro momento.





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      Narração
 

Aizawa já a algum tempo na ilha, pensou sobre retomar seus treinos com Roy, para que dominasse o restante dos caminhos secretos das artes dos agentes, Cactus era uma ilha diferente, sua população era muito diversificada e a garota provavelmente notaria logo que o estranho as vezes era comum por ali e talvez por isso houvessem tantos caçadores de recompensa, pois são pessoas das mais diversas origens ou modos de agir, talvez bons mas não virtuosos como marinheiros ou até mesmo ruins mas não chegando a pirataria, era um campo com tanta variação que era difícil.

Em seu grupo, com exceção dela a maior parte dos agentes que chegaram juntos já tinham alguma missão menor de reconhecimento e reunião de informações mas quanto a ela por ter determinado que treinaria por mais um tempo, o próprio resultado em seu futuro se mostraria valer a pena, enquanto procurou por Roy, teria identificado a Vanumote, um Agente dentre os que vieram junto a ela que tinha uma aparência mais gótica, que havia a respondido - Veesh, se tu tivesse chegado um pouquinho antes…. Ele mesmo queria te treinar mas, parece que mandaram ele acompanhar um dos novatos que iria rondar uma area mais barra pesada, não deve voltar até de noite. - Ele respondeu, dando um tchauzinho quando ela se fosse.

Havia uma pequena base formada e nela, havia um campo de treinamento ao qual a moça já estava a par, lá havia Uma moça que na viagem ela teria acabado descobrindo o nome como sento Pan zhu Ao qual parecia estar lecionando usando um quadro negro a um Garotinho ao qual ela não conhecia ainda, pelos desenhos do quadro era possível ver que era sobre mapeamento, topografia e geografia, assuntos importantes pra um agente de entender.

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Para o meu azar Roy não se encontrava mais ali - "Essa merda tá se repetindo, foi a mesma coisa com Simon." - Foi semelhante ao que aconteceu em Masquerade, pelo jeito estava com o azar envolvendo minha alma. De qualquer forma, ao observar toda região encontrei algumas coisas interessantes, como uma jovem ensinando um garotinho. Claro, eu estava ali para treinar, mas dentre as opções aquilo acabou me parecendo mais agradável.

Não demorei a caminhar em passos largos buscando me aproximar do local onde ela estava, observando o que estava sendo ensinado a criança, enquanto olhava também a didática da professora - "São assuntos pouco interessantes…" - Foi o primeiro pensamento que tomou conta da minha mente enquanto notava que estava sendo ensinado coisas sobre mapeamento, geografia e afins. Claro, tudo aquilo tinha sua parcela de valor, mas no momento eu estava mais preocupado em treinar a parte física. Com a mesma velocidade que me aproximei, acabei me afastando, buscando um espaço livre para realizar mais uma rodada de treinamentos que visavam proporcionar um maior domínio do meu lado esquerdo - "Espere… talvez aquilo possa dar certo. Herbalismo, toxicologia… é preciso aprender sobre o solo. Mesmo que não tenha certeza, seria errado perder essa oportunidade." - Um estalo acontecia e ideias que foram descartadas voltaram ao lugar de destaque, não sabia se isso seria realmente possível na prática, no entanto, na teoria era algo absurdo.

Voltei novamente para perto da figura feminina, dessa vez chegando mais perto mantendo um sorriso largo em minha face - Olá! Percebi que está lecionando alguns assuntos que acabam sendo do meu interesse, tem algum problema se eu assistir sua aula também? Me chamo Formika, sou uma Agente recém chegada de Masquerade. - Apresentação feita e agora só restava esperar uma resposta da mulher, esperava não atrapalhar a sua aula - "Se aprender sobre o solo, posso cultivar com maior velocidade e usando os hormônios para acelerar as coisas… sim, 'aquilo" pode ser possível." - Permaneci aguardando uma resposta.





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      Narração
 
A moça teria respondido a Aizawa - Sente-se, acho que ele não se importa com companhia, se importa?- Perguntou a jovem professora ao garotinho que olhou pro lado e teria oferecido metade da sua cadeira pra que eles dividissem, apesar de bem concentrado ema prender, sua atitude infantil demonstrava duas coisas bem evidentes, a priemira delas é que ele havia passado por algo muito difícil nos tempos recentes e outra é que parecia ter em seu único olho não machudado e coberto por bandagens alguma chama de determinação.

As aulas começariam falando sobre a região, sobre como o clima poderia moldar a geografia de Cactus dando um entendimento geral para ambos sobre o assunto, a professora teria dado uma pausa pra beber água e enquanto isso com uma voz frágil e um olhar levemente tímido o pequeno levantou a cabeça olhando pra cima ele teria dito - Você me lembra como minha irmã era… Obrigado por sentar aqui do meu lado.- Teria sido possível o ver corar um pouquinho e seu olhos e encher com algumas lágrimas em que ele passou a mão pequena no rosto tentando disfarçar, olhando pra frente esperando a aula que eventualmente retomaria.

Como aizawa reagiria a isso? Era um msitério a todos.

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A aceitação por parte da professora me alegrou e não, não era fingimento nesse caso. Aprender sobre este assunto demandava um forte interesse em conquistar um objetivo a longo prazo, que poderia se tornar mais fácil com aquele conhecimento. De qualquer forma, voltava minha atenção à aula, sentando ao lado do pequeno garotinho que estava focado nas palavras da mulher.

Proficiência Geografia

A mulher logo começou a falar sobre Cactus Island, agindo de maneira clara e bastante didática em seu ensinamento, fornecendo conhecimento sobre o ambiente local e os motivos por trás daquilo tudo. Não demorou para que ela começasse a falar sobre o solo e duas peculiaridades, citando os mais variados tipos e também me mostrando que tudo poderia ser mais fácil, se pudesse encontrar a terra certa para cada espécie de planta. Não parando por aí, ela continuou a falar principalmente sobre como identificar um bom solo e também mapear uma área com facilidade, focando sempre nos pontos positivos e negativos.

Aquilo continuou por algum tempo, já que Geografia era um assunto muito amplo e repleto de detalhes, o que me forçava a me ficar unicamente nas palavras da mulher, já que aquele corpo também era desprovido de um aprendizado rápido, algo que realmente me incomodava até hoje. Algumas coisas foram aprendidas com facilidade, enquanto a outras me voltavam a atrapalhar um pouco a aula, tendo a necessidade de tirar algumas dúvidas e também tornar todo aquele montante de informação mais claro e palpável.

Fim do Aprendizado

Ao fim daquela primeira sessão de estudos, a figura chamou minha atenção com uma frase que me pegou desprevenido - Ah… o que aconteceu com ela? Está tudo bem com você? - Aquela era uma situação complicada, por mais que quisesse estender a mão, sabia que não podia criar vínculo com aquela criança, já que meu destino estava fadado ao completo caos e destruição - Como você se chama? - Indaguei com um sorriso no rosto, tentando observar aquela criança com maior atenção - Me desculpe pela pergunta, não precisa responder. - Falaria se notasse alguma negativa ou desconforto por conta da pergunta inicial, já que estava claro que a irmã dele não se encontrava mais em vida…ou será que ela fugiu e o abandonou?

Por fim, permaneci por ali esperando o retorno da professora, enquanto tentava interagir com a criança ao meu lado - Está gostando da aula? - Perguntaria se o clima estivesse bom, mantendo o sorriso largo no rosto, tentando passar o máximo de conforto que fosse possível para criança.





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      Narração
  Enquanto ambos aprendiam com a professora durante algum periodo extenso ao qual durou as aulas de geografia, a aproximação havia acabado acontecido e talvez parecesse pouco mas, para aquela criança foi necessário coragem para que pudesse falar com outra pessoa ainda mais sobre um assunto que claramente era delicado, onde ele parou e respirou um pouquinho como se reunisse mais forças para responder. - N-Nós fomos atacados por um grupo de piratas… Minha irmã não pôde me proteger mais do que protegeu…- Ele balbuciou aos poucos com um peso grande em suas palavras que indicavam o pior, a ausência de tantos detalhes abriu o espaço para a imaginação de forma avassaladora.

A professora nesse meio tempo teria parado para beber mais água observando um pouco dos dois, parecia estar feliz de ver o garoto interagindo, ainda que não pudesse escutar muito sobre o que ele falava. -S-Sora, e você?- Ele perguntou o nome, olhando para cima com seu olho esverdeado que olhando agora, era bem bonito. E com isso ele teria dito - Eu tenho um pouco de dificuldade de aprender mas estou gostando, eu posso ser pequeno mas se eu souber bastante coisa, posso ajudar.- Ele teria dito sorrindo para Aizawa de modo que poderia derreter o mais frio coração, suas palavras tinham a maturidade de alguém que havia entendido que suas forças eram irrelevantes demais ao mundo cruel ao mesmo tempo em que havia a inocência de que ele poderia do seu próprio jeito mudar o mundo para melhor.


A Aula logo mais voltaria mas, eles poderiam continuar a interagir em meio as lições.

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O ensino era bem simples, mas era possível entender do que se tratava o estudo da geografia e como aquele assunto era ligado com o mundo em si. As palavras do pequeno Sora mexeram comigo, será que era correto me aliar com esses criminosos? Eu estava até pensando em me tornar um deles - Entendo, sinto muito pela sua perda. - Falei logo em seguida as palavras do garoto - "Ter moral é algo que não me cabe, isso é, se quiser alcançar minha vingança…" - Tentava de alguma forma acreditar que aquilo era o certo, mesmo que no fundo soubesse que estava apenas tomando o caminho mais curto. De qualquer forma, respirei fundo enquanto sentia minha mente em um completo caos. Cerrei meus punhos enquanto debatia comigo mesmo o quão necessário era aquilo, mas no fim a resposta foi a mesma: necessidade. Encontrar e destruir todos que me mataram na primeira vida seria complicado, eles eram poderoso e com o passar do tempo certamente se cercaram de figuras notórias, não tinha a mim aquele sendo de moralidade dúbio.

Proficiência Geografia

Voltar ao aprendizado acalmou minha mente, que aos poucos voltou a aceitar aquele caminho que o próprio destino havia traçado em minha vida. O assunto sobre Geografia e suas vertentes retornou com um grande resumo sobre toda primeira parte que foi passada pela professora, voltando só foco principalmente dos tipos de solo e algumas vegetações que tinham facilidade em crescer em meio as características únicas de cada um deles, como era o próprio caso de Cactus.

Me mantive atento a cada palavra e também ouvindo as dúvidas que o pequeno Sora passava a tirar, já que aquilo também era importante, pois muita das dúvidas simples do garoto respondiam algumas perguntas mais complicadas em minha mente. Não demorei para extrair o máximo de informações da professora, tirando também o restante das dúvidas que surgiram ao decorrer do aprendizado, não deixando nada para trás ou algo passar batido. Por fim, Geografia acabava sendo uma matéria muito maior do que eu imaginava e aquilo também me ajudava a entender o ambiente em suas mais variadas formas, aquilo me ajudava desde minhas ideias sobre cultivar até a entender a vantagem de cada ambiente, isso poderia ser útil em batalha ou em uma investida calculada.

Enfim, sem falhar continuei prestando atenção na palavras da mulher, absorvendo todas as informações relacionadas a essa proficiência, independente do tempo que fosse necessário para isso e nem mesmo me importando com possíveis piadas de terceiros, já que eu estava dividindo a cadeira com uma criança.

Fim do Aprendizado

O fim do aprendizado chegou e me sentia bem mais confortável com minha ideia inicial, tendo uma certeza maior das possibilidades que iriam ser geradas - Obrigada pela aula! - Falei em direção a professora, mantendo um sorriso largo na face e uma expressão tranquila em meu rosto - Eu também tenho dificuldade, nunca aprendo nada de primeira… então não desista também! - Sussurrei para o garoto fazendo um simples carinho eu seu cabelo, deixando ele completamente bagunçado - Você mora aqui? Na verdade, mora com quem? - Questionei novamente observando o garoto como um todo.

A situação do menino ainda estava martelando em minha mente, no entanto, sabia que meu caminho não era bom e tinha noção da necessidade em me tornar um vilão para que meus objetivos fossem concretizados - Aliás, meu nome é Formika! É um prazer te conhecer, Sora.- Estenderia a mão para a criança mantendo o sorriso.




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      Narração
 Com o fim do aprendizado, notoriamente seria possível perceber que o pequenino já estava cansado mas, fazia bastante anotações em um bloquinho bem pequeno ao qual provavelmente haviam lhe dado para que ele pudesse estudar, com a movimentação de suas mãos, era possível para Aizawa reparar que nelas também haviam algumas gases, onde escapou um pouquinho pela visão do que havia provavelmente acontecido, ela poderia ver a pele inflamada levemente como o que acontece em uma queimadura.

A professora teria dito frente ao agradecimento - Não foi nada, deem uma pausa antes de continuarmos, se houver mais algo que eu possa ajudar eu ajudarei. - A moça teria dito enquanto começou a apagar o quadro que estava usando pra lecionar.

- Você também tem dificuldade? É a primeira vez que conheço alguém como eu… E é alguém legal…- O garoto teria demonstrado um brilho no olhar tão puro quanto o de alguém que enfim havia entendido que ele também poderia pertencer a algum lugar, Formika poderia não saber o quão poderosa suas palavras poderiam ser para a criança mas era similar a ideia de ser reconhecido por seu herói.

Ele então, balançou a cabeça em negativo - Eu não moro com ninguém atualmente… A senhorita Zhu me ensina algumas coisas as vezes e eu consigo dormir na base de vocês. - O pequenino respondeu, abaixando levemente o olhar, como se houvesse um pouco de vergonha por não mais ter um lar, ou seriam saudades dos tempos em que ele uma vez viveu? Era um pouco difícil de discernir na hora.

Ele esticou a mão a cumprimentando - Formika! Eu gostei, você… Bem… se você não se importar eu posso ser seu amigo? É um pouco solitário…- A pura empolgação com o que ela havia dito talvez trouxesse até mesmo alguma culpa talvez a bela agente ou talvez pudesse lhe remeter a algo muito positivo, mas logo que ele começou a falar depois de repetir o nome ele parecia extremamente tímido, tendo suas bochechas corando levemente lhe dando um ar puro em seu pedido, que não haviam segundas intenções, Aizawa inclusive poderia sentir que ele inconscientemente teria segurado sua mão com um pouquinho mais de força e em seu olhar tornou-se visível que apesar da garota que os lecionou o ajudar, não havia um vinculo real para que se conectassem.


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O aprendizado tinha sido sinalizado e agora só restava às interações com o pequeno Sora e também com Zhu, no entanto, essa última figura se mantinha um tanto quanto distante, mas ainda sim se colocou à disposição se tivesse algo a mais para ser ensinado por ela - Obrigada pela aula, caso lembre de outro assunto interessante, volto a lhe procurar. - Comentei em direção a professora mantendo um sorriso largo em meu rosto. Aquelas interações tinham tudo para dar certo, iria finalizar logo após a primeira frase dita por Sora, todavia, o restante das suas palavras tocaram em um lugar que achei que não existia mais em mim, uma empatia que tinha certeza ter sido perdida durante os milênios que passei naquele estranho mundo - Eu também nunca encontrei outra pessoa como eu, pelo jeito somos especiais! - Falei tentando quebrar aquele clima complicado que tinha se formado, tentando de alguma forma me fazer acreditar que ele estava bem e que seria cuidado da melhor maneira possível no Quartel.

Ao olhar para ele pude notar pequenas coisas que pioraram toda aquela situação, a queimadura em suas mãos, o pequeno bloco de notas onde ele se esforçava para escrever e também aprender...é, ele não estava sendo bem cuidado - Você já foi a um médico? Suas mãos não estão muito boas... - Comentei tentando tocar no antebraço do menino, em uma parte que não tivesse machucada, puxando mais para perto para tentar ter uma melhor visão do estado da criança - Precisamos ver isso logo, pode piorar se continuar desse jeito. Já comeu hoje? Por onde você fica quando está aqui no Quartel? - Eram perguntas simples, mas necessárias para que pudesse entender tudo que aquela criança tinha passado - ”Talvez se Fran não tivesse feito parte da minha história, eu poderia ter tido uma segunda vida pior que a dele... infelizmente, não deu tanta sorte assim.” - Fran foi a responsável por me resgatar após minha reencarnação nesse corpo feminino e também a mulher que me ajudou enquanto me recuperava.

Aquele garoto tinha sofrido e não podia mais dar as costas desse jeito para ele - ”Acho que Fran pode cuidar dele, é o melhor que consigo pensar no momento.” - Será que ela faria isso por mim? Acredito que sim, pelo menos, é o que eu espero - E claro que podemos ser amigos! Que pergunta é essa? Você foi meu colega de escola e me ajudou no aprendizado, agora deixe eu te ajudar também. - Falei dando um afago em seus cabelos - Primeiro vamos um médico, precisamos dar um jeito nessas mãos! Tem mais algum lugar doendo ou machucado? - Perguntei tentando observar melhor o garotinho. De qualquer modo, caso ele realmente tivesse aceitado minha ajuda, pegaria em suas mãos com cuidado e então caminharia pelo lugar em passos lentos - Você tem algum pertence? Roupas? Alguma lembrança da sua irmã? - Perguntaria enquanto caminhava em direção a ala médica. Se por acaso não encontrasse sozinha, pararia a primeira pessoa que entrasse em meu caminho - Amigo, onde fica a área médica? Ou onde posso encontrar um médico por aqui? - Aguardaria a resposta, repetindo o processo se fosse necessário.

Por fim, ao chegar no setor médico ou encontrasse um médico, entraria com calma observando o lugar e me apresentando de maneira tranquila - Olá! Me chamo Formika e esse aqui é o pequeno Sora, ele está com alguns machucados no corpo, pode dar uma olhada e tratar da melhor forma possível? - Seria simples e direto em meu pedido, o governo deveria agir com maior atenção com aqueles que necessitavam, principalmente uma criança que estava sempre por ali - Ele é meu.. irmão. Sim, meu irmão! - Falaria caso fosse me perguntado algo sobre - Fique quietinho viu? Deixe o/a médico (a) olhar seus ferimentos. - Finalizaria mantendo o sorriso e ficando perto do garoto, tentando passar alguma segurança para ele.





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      Narração
Quando a garota falou que eles eram especiais, os olhos que já continham um brilho tão bonito quanto o de uma estrela ganharam um novo grau de empolgação e um sorriso se abriu de forma tão bonitinha que alguém precisaria socar 3 unicornios para resistir a fofura.

A morena teria acenado em simpatia também, parecendo que reuniria suas coisas e partiria para algum outro trabalho ou mesmo para explorar a cidade, vendo que o pequeno tinha companhia se deu a impressão que para Pan, não havia mais alguma responsabilidade e na verdade, isso mostrava um lado menos humano se comparado ao que podia ter sido visto até o momento por parte das pessoas com quem ela havia interagido.

- Um médico… Não, mas eu acordei com essas faixas, então acho que alguém cuidou de mim um pouquinho.- Ele teria apontado para a direção de onde havia uma grande faixa cobrindo parcialmente seu rosto e tapando completamente a visão de um dos olhos e se reparasse bem, ainda que não tivesse um conhecimento completo, dava pra ver que estava abafado e a pele respiraria mal. Ele se deixou chegar mais perto, ajudando a garota nisso, enquanto seus olhos observavam a parte inferior do rosto da garota de cabelos esverdeados, não havia maldade em seu modo de reparar nisso enquanto ela o observava, talvez algum ponto de seu rosto lhe lembrasse alguém querido como sua mãe ou sua irmã e ele ter ficado meio absorvido nisso teria sido notável mesmo pra alguém desatento.


- Eu ainda não comi eu… Eu… Ainda não aprendi direito o caminho, as pessoas do refeitório são muito legais comigo!- Ele teria dito indicando que apesar de ser mais lentinho pra algumas coisas e haver a ausência de alguém que o ajudasse a lidar com isso melhor, ele não era completamente abandonado quando conseguia recorrer a ajuda. - Hm… Eu fico por aqui- Ele teria apontado pra plaquinha de dormitórios e completou - Tem uma caminha com a minha coberta e eu sempre durmo lá, é bonita, você ia gostar, é azul e tem vários pontinhos laranjas e tem um leãozinho desenhado, super bonito.- Ele falava como se realmente fosse algo muito especial pra ele, talvez por ser a única coisa de sua antiga vida a ter lhe sobrado e ficava evidente o seu carinho em sua voz.

O momento que seria de quebrar o coração de qualquer um teria sido quando Aizawa aceitou seu pedido, as lágrimas logo vieram ao seu rosto e ele não conseguiu dessa vez evitár de derramá-las, era uma felicidade tão genuinamente pura que poderia pegar fora de guarda enquanto ele dizia - Que bom! Que bom! ele falou até tremendo um pouquinho, dando pra reparar que ele estava um pouco fraquinho, talvez por não ter comido.

- Ta bom! Hm… Doi aqui. Ele teria apontado pro rosto com a mão que não estava queimada e aqui também. ele teria puxado um pouquinho a camisa pra que desse pra ver uma parte do pescoço que parecia estar queimada também perto da nuca. Ele então segurou a mão de Aizawa quando ela segurou a sua, levando também a outra mão segurando com as duas, como se sentisse realmente muita falta de um contato humano mais gentil. - Eu tenho minha coberta só… Eu tinha também um pingente que minha irmã tinha me dado mas nunca me deixaram eu voltar pra tentar buscar… Disseram que eu era muito novo e eu não entendi muito bem… Tinha uma foto dela, ela era muito bonita, igual você, eu acho que você ia gostar muito dela, eu amava minha irmã! Ele acabou s eempolgando falando um pouquinho e apesar de ser algo extremamente triste, pela falta de malicia da criança ele pareceu se apegar muito mais as lembranças boas do que tentou entender o real motivo de nunca terem deixado ele voltar pra ver sua casa, talvez houvesse algo lá que era melhor que ele não pudesse ver.


Quando chegaram a ala médica, teriam visto uma moça de cabelos rosados bem bonita - Posso sim, é seu irmãozinho? Perguntou a moça o chamando pra sentar em uma das macas e separando os materiais para cuidar dele, Sora teria ficado quietinho e teria sido muito engraçado o modo como seu olho se arregalou enquanto ele ficou vermelho como um tomate ficando sem saber muito o que falar ele só concordou com a cabeça.

- Vou tirar esses curativos, limpar e fazer novos tá bom? A tia vai usar uma pomadinha, que é geladinha mas não arde não tá ? Só vai doer na hora que eu for puxar os curativos. Ela teria dito e quando ela comentou isso ele teria olhado para Aizawa e apontou pra própria mão, como se pedisse pra ela dar a mão pra ele segurar, ele teria caso ela tivesse aceito segurado com a mão não machucada e apertado levemente quando sentia dor por algum procedimento, a moça era bem gentil no procedimento e a pomada parecia ser bem efetiva, A garota poderia ver que as partes queimadas tinham um tom diferente e mais avermelhado na pele e estava naquele momento bem inflamado, o que significava que a dor deveria estar extremamente intensa, no entanto ele foi muito, muito comportadinho mesmo que estivesse sentindo muita dor.

- Pronto, pronto, repousa e deita um pouquinho enquanto eu falo com sua irmã tá bom? - Ela teria acariciado a parte de cima da cabeça dele, até mesmo pra analisar se nada do couro cabeludo havia sido machucado e felizmente não estava. - Ele esta desidratado e precisa comer algo, ele provavelmente vai precisar descansar bastante depois de comer e beber bem, com a inflamação que ele estava… Eu duvido que ele conseguisse dormir de verdade, nem um adulto conseguiria. Eu vou te dar essa pomada e deixar ele com um curativo mais leve, se você quiser trocar sozinha puxe com cuidado as gases, passe a pomadinha e limpe bem, ele não vai sentir dor, a pomada é anestésica e anti-inflamatória e coloque gases novas. Se você quiser você pode sempre passar aqui também e se não for eu, alguém vai fazer isso por ele, ele vai levar pelo menos mais uns três dias assim, precisando trocar pelo menos uma vez no dia mas vai ficar bem.- Ela teria dado a instrução completa a Aizawa para que ela decidisse como seguir dali.

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Sora era um bom garoto, lembrava um pouco a mim mesmo em minha infância, na minha Ilha natal. Suas palavras me levaram a ter certeza que ele não era bem cuidado, por mais que parecesse receber uma certa empatia vindo daqueles que trabalhavam no refeitório - ”Pelo menos isso...” - Eu sei que o mundo não é um mar de rosas, mas existem coisas que são complicadas de serem aceitas. De qualquer forma, ele estava realmente machucado, não só em suas mãos como também em outras partes do corpo, como por exemplo os seus olhos. Se tudo não podia se tornar pior, aquele garotinho se derramou em lágrimas e aquilo mexeu comigo, ao ponto de meus olhos também se encherem de água, mas segurei o choro - Fique tranquilo, tudo vai ficar bem a partir de agora. - Tentava confortá-lo da melhor maneira possível, assumindo de vez a responsabilidade pelo pequeno.

A interação continuou e ele foi mostrando seu corpo completamente machucado, sendo em grande maioria sido acometido por queimaduras, algo doloroso e eu bem sabia disso. Consegui obter algumas informações sobre ele, em um momento oportuno tomaria conhecimento sobre quem era sua irmã, já que acreditava que ela trabalhava para o governo ou a própria marinha, que dá no mesmo no fim das contas - ”Por que nunca deixaram ele voltar até sua casa? Preciso investigar isso também.” - Mais um item na minha lista de afazeres, que já estava bem grandinha por sinal. Bom, no lugar onde ele teria o tratamento necessário fomos recepcionados por uma moça de cabelos rosados, que prontamente atendeu e cuidou do pequeno Sora com cuidado. Me mantive próximo ao menino, dando o apoio da maneira mais carinhosa que conseguia, mesmo que aquele sentimento acabasse sendo algo estranho, não, eu não sou nenhum frio e calculista, nem ocultista, nem mesmo frígido e impassível como uma figura exótica de menor e carioca que vive em nosso Discord, mas há muito tempo não sentia isso por outra pessoa que não fosse Gar ou Fran.

- O Sora é muito forte, não é doutora? Brincava mantendo um sorriso largo em minha face, incentivando o garoto a se manter comportado como estava até agora - Mas se quiser chorar, pode chorar viu? - Sussurrei no em seu ouvindo - Estou aqui contigo! - Completei dando ainda mais apoio enquanto a doutora finalizava todo o procedimento. Não parando por aí, a mulher de cabelo rosa continuou a pontuar alguns pontos que necessitavam de uma atenção maior, já que o corpo dele estava debilitado não apenas pelas queimaduras, mas também pela falta de nutrientes e hidratação - Certo, irei cuidar dele, mas é provável que volte aqui caso tenha alguma dúvida ou ache necessário. - Falei na direção da médica de maneira firme, mas sem perder a educação - Obrigada pelo tratamento e também atenção que teve com ele, como que fala Sora? - O menino parecia ser alguém educado, na verdade, ele era uma criança muito educada.

Em poucos momentos minha vida tinha ido do 0 ao 80, mas agora já estava tarde para voltar atrás, teria que levá-lo até Fran de algum jeito - Vamos lá? Hora de comer! - Falaria segurando o menino pelas axilas e o erguendo, colocando suavemente no chão - Venha, me apresente o pessoal que te trata bem no refeitório. - Estendi a mão para que ele segurasse, caminhando pelo lugar em passos tranquilos, deixando com que ele me guiasse até o destino. Ao chegar lá deixava ele na frente como sempre, dando o espaço necessário para que ele pudesse interagir com seus conhecidos - Me chamo Formika. - Diria caso fosse perguntado por alguém - Acabamos de voltar da ala médica, e o rapazinho está com fome, então pode se servir a vontade Sora. - Completei observando toda a região em busca de alguma face conhecida ou pelo menos ter uma noção de quantos estavam ali, talvez até mesmo observar se existiam figuras de patentes maiores por ali. Por fim, caso pudesse pegar alguma refeição, optaria pelo prato que mais enchesse o estômago, já que o aprendizado também havia me dado fome, finalizando com um suco, não ligando muito para o sabor que tivesse disponível, pegando o mais perto de mim - Vamos nos sentar ali! - Apontava com a cabeça para um lugar livre, indo em passos tranquilos e tomando cuidado para não acabar esbarrando em outra pessoa.





Formika D. Smilinguida - Histórico/Objetivos:



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      Narração
  O pequenino ao receber a segurança de que ficaria tudo bem e que ele poderia se sentir mais a vontade teria dito com um sorriso no rosto -Tudo bem, com você do meu lado eu tenho coragem!- Ele comentou com um sorriso, era possível perceber que havia um pouco de dor na sua voz mas ele realmente resistiu como um campeão. - Ele é um guerreiro sem dúvidas, você deve ter muito orgulho dele.- Comentou a médica com um sorriso.

Com o término do tratamento e das instruções ela teria dito - Por favor volte, ele vai ficar com o olho queimado mais inchadinho e não é bom ele forçar a abrir, mas da pra ver que a visão não esta comprometida, só evita um pouco o sol direto certo?- Ela comentou deixando instruções bem claras e Sora teria dito - Mu- Muiito, muito obrigado doutora!- Ele acabou tendo um pouquinho de dificuldade no começo mas foi bem corajoso em expressar sua gratidão e a médica respondeu - Se cuida viu? Se sentir dor pede pra sua irmã te trazer aqui de volta que a gente da um jeitinho.- Ela acenou e no fim havia sido muito, muito gentil.

Com isso ambos seguiram para o refeitório, o movimento não era particularmente grande, dando bastante liberdade aos dois para seguirem e conversarem com os funcionários que cuidavam de servir as pessoas. - Ele é sempre muito legal, é o senhor Nero.- Ele teria apontado par aum rapaz de cabelos coloridos que não devia ser muitos anos mais velho do que Sora, definitivamente mais novo que Formika.

- É um prazer, sou Nero, e olha! Eu não te vi mais cedo, te procurei nos arredores e não te achei pra te trazer pra comer!- Ele colocou ambas as mãos na cintura um pouco aborrecido e então Sora teria dito - Desculpa, a senhorita Pan disse que teria tempo para me ensinar hoje e eu a acompanhei…- Ele teria dito e vendo que talvez tivesse sido um pouco duro ele teria dito - Não foi uma bronca, desculpa, só fiquei preocupado e… Ah, você tá responsável por cuidar dele? - Ele dirigiu-se depois a Aizawa e fosse qual fosse a resposta Ambos seriam muito bem servidos, havia uma refeição completa oferecida a ambos a de Formika tinha mais proteinas e era bem reforçado, capaz de preencher bem, enquanto a do pequeno? Era algo personalizado, tinha uma refeição também bem reforçada mas com mais vegetais e elementos citricos que vinham em formato de leãozinho, bem bonitinho para incentivar ele a comer, era um prato feito com muito zelo - Obrigado! Ele comentou super feliz enquanto foi sentar junto de Formika e com isso ele se sentou ao lado da garota, pegando os talheres ele colocou de lado um pouquinho, juntando as mãos e dizendo - Obrigado pela comida. Ele teria dito fechando os olhos e então começaria a comer, apesar dele ser bem educadinho dava pra ver que ele estava faminto.

Histórico:


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Capítulo III - Treino Barril Dobrado WN4Utd7

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Saber que o pequeno Sora ficaria bem era algo agradável, afinal, quanto mais rápido ele melhorasse, mais rápido seria para enviá-lo ou até mesmo levá-lo diretamente até Fran. Sim, eu ainda estava com essa ideia, já que no momento era completamente inviável mantê-lo comigo, ainda mais agora que eu teria uma vida dupla, agindo em dois âmbitos completamente diferentes em busca do meu único objetivo de vida. Certo, ele lembrava um pouco de mim na infância e também lembrava um pouco o meu pequeno irmãozinho dessa vida, o Gar, que fugiu sem dar sinais e pelo jeito, seria bem difícil encontrá-lo. De qualquer forma, fomos ao refeitório sem mais delongas, onde pude ver aquele responsável por cuidar do garoto, seu nome era Nero.

“Tem uma aparência bem nova.” – Foi o primeiro pensamento que me surgiu ao ver a face do rapaz, que interagiu com Sora como um verdadeiro irmão mais velho, dando até uma bronca nele, mesmo que tivesse pedido desculpas momento depois. Não me meti, ficando com um espectador vendo toda aquela interação e percebendo que a criança tinha ajuda naquele lugar, mesmo que não fosse a melhor possível – Sim, irei cuidar dele a partir de agora. Acredito que isso não seja um problema, certo? – Não estava querendo ser grosso, mas o garoto estava até momentos atrás repleto de queimaduras inflamadas, na verdade, ele ainda está e não havia recebido a mínima atenção de Nero ou da professora, não posso deixar que ele fica aos cuidados de pessoas assim, Fran fará um trabalho extremamente melhor – Obrigado pela comida, acho que você quem fez ou ajudar a fazer não é? Bom, irei comer agora que tenho algumas coisas para fazer. Até mais! – Minhas palavras eram simples e diretas, mantendo a educação em minhas palavras.

Bom, só restava se alimentar e assim fizemos, mas antes pude ver o garoto aparentemente rezando, sendo grato a refeição e aquilo era algo realmente bonito, não haviam muitas crianças e muito menos adultos como ele, eu mesmo não sou assim. A princípio fiquei focado em comer de maneira tranquila, observando o pequeno Sora e também os arredores vendo se não tinha nenhuma face conhecida por ali, talvez Roy estivesse voltado, já que não sabia quando ele voltaria – E então, me conte um pouco mais da sua história, agora que irei cuidar de você preciso saber de tudo o que aconteceu... talvez possa fazer alguma coisa. – Claro que não iria atrasar meus planos mais que o necessário, se pudesse fazer algo pelo garoto colocaria em minha lista de afazeres, mas primeiro precisava realizar meus movimentos com certa urgência e inteligência, não podia e nem queria perder mais tempo.

Ao fim, permaneci escutando as palavras do menino, isso é, se ele estivesse disposto a falar sobre isso.





Formika D. Smilinguida - Histórico/Objetivos:



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Avaliação



Formiga

GANHOS

● Aprendizado de Proficiência: Geografia - POST 03 OK
● Aprendizado de Proficiência: Geografia - POST 04 OK

PERDAS

● N/A OK

ALTERAÇÕES

● N/A OK

RELAÇÕES

● Pan Zhu - Não tenho muita informação sobre ela além a pessoa que foi responsável por me ensinar Geografia e também ter cuidado de Sora, ensinando algumas coisas ao menino. OK

● Sora - É uma criança educada e esforçada, que infelizmente teve sua família morta por piratas. Tentei não me apegar a ele, mas sua história e também a semelhante entre nós em alguns aspectos, me levaram a cuidar do garoto. Não sei como vai ser nossa relação no futuro, muito menos tenho a certeza se ficarei cuidando dele a longo prazo, por hora, está sob meus cuidados. OK

EXPERIÊNCIA

Experiência: 168 exp OK
Experiência Akuma: 168 exp OK
Experiência Rokushiki: 168 exp OK

Quantidade de Postagens do(s) Narrador(es): 1 crédito OK


Opinião sobre a Narração:

Jogadores:

Narradores:


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Capítulo III - Treino Barril Dobrado WN4Utd7