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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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I: Easy Way Out ♪♫♪♫

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Kenshin
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I: Easy Way Out ♪♫♪♫ Seg Nov 08, 2021 10:15 pm
I: Easy Way Out ♪♫♪♫

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Revolucionário Mika. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
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Re: I: Easy Way Out ♪♫♪♫ Qui Nov 11, 2021 1:39 pm
O jovem pierrot caminhava sonolento pelas ruas de Tequila Wolf, conversando baixinho com seus botões, perdido em devaneios ambiciosos de como conseguiria tornar-se um Shishibukai e terminar com o antigo conflito de sua ilha com sua influência. Para começar essa difícil jornada, ele estava retornando à base revolucionária da ilha, buscando meios para ascender na organização que salvou a sua vida após a morte de sua irmã.

— Hoje não RB, por favor. Tenho coisas sérias para resolver.

Não bastando ser um esquisito que se veste de palhaço, ele ainda fala com o botão vermelho que fica na parte de cima do botão da sua roupa, EU, o Red Button, carinhosamente chamado de RB.

— RBBBB… Se continuar te arranco hoje mesmo!

Ele estica suas mãos para frente, agarra o pomposo botão vermelho e, ai ai ai ai! Entendi, entendi. Sua história, suas regras!

Mika inspirou lentamente, quase como se procurasse, na busca de ar, pela paciência perdida. Sendo assim, ele continuará contando a história a partir daqui, com algumas interrupções minhas, claro. Ai ai ai ai, brincadeira, brincadeira, você é um palhaço e nem senso de humor têm?!

Desculpem por esse botão intrometido. Apesar do que ele falou ser tudo verdade, ele é barulhento demais, e acaba se empolgando as vezes. (MENTIRA!) Já falei pra se calar!!  Onde paramos? Ah, sim. Após alguns anos de treinamento, finalmente me via capaz de ser útil a quem devo tanto. Se tudo desse certo, era hoje que eu começaria a minha ascensão dentro do Exército Revolucionário e, uma vez iniciado, daria tudo de mim pela causa revolucionária e pelo meu sonho de me tornar um Agente Duplo de valor para a organização.

Enquanto ando pelas ruas, presto atenção aos meus arredores para ver se não estou sendo seguido enquanto vou na direção da base secreta. Depois dos erros que cometi no passado e que me custaram muito, eu nunca mais deixei de dar ouvidos para os meus instintos, então me manteria atento, mudando de rota, acelerando o passo, tentando despistar quem quer que fosse, indo ao meu destino apenas quando eu considerasse seguro. (MARICAS!).

Suspiro tentando manter a calma e ignorar, mas admito que às vezes é bem difícil. (Hehehe...)  Caso conseguisse chegar à base sem muitos problemas, logo buscaria pelo Comandante Falco ou pela Oficial Sônia em busca da minha tão sonhada primeira missão. Já dentro da base e longe de olhares curiosos, eu levantaria a voz o bastante para que as pessoas ao meu redor pudessem ouvir.

— Aloooou, sabem onde o Comandante Falco e a Oficial Sônia se meteram? — Se me perguntassem o motivo de eu querer encontrá-los, apenas falaria: — Hoje é o dia! — com um largo sorriso em resposta.

Independente do tempo que demorasse, ficaria pela base até conseguir vê-los e, estando na presença de qualquer um deles, faria o meu pedido com uma enorme reverência:

— Os revolucionários me salvaram, basicamente me deram um novo motivo para continuar neste mundo, estou aqui para começar a pagar minha dívida. Me mandem para uma missão, quero tentar ser útil a vocês, ao povo de Tequila e à causa revolucionária. — ciente de que eu tinha feito tudo ao meu alcance, esperaria resignado pela resposta, independente de qual ela fosse, mesmo tendo em minha consciência que eu estava pronto.







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Re: I: Easy Way Out ♪♫♪♫ Qua Nov 17, 2021 8:31 am







I: Easy Way Out ♪♫♪♫ - 01


Mais um dia começava em Tequila Wolf. Era um dia como a maioria dos demais, com as nuvens brancas como algodão dominando o céu, brilhando devido ao sol que atrás delas se escondia, com finos e tímidos flocos de neve caindo. Por algumas frestas na alva camada celeste, os raios solares desciam e iluminavam pontos específicos da ilha. Tal qual um holofote, um deles estava sob nosso protagonista: RB, o botão… quer dizer, Mika, o palhaço revolucionário, um jovem dotado de uma história triste, porém mais comum do que deveria, considerando a ilha em que morava.

Apesar disso, Mika era diferente. Mesmo com todos os estragos psicológicos que seus poucos, porém intensamente vividos, anos lhe atribuíram, ele possuía ideais nobres. É possível dizer que ele é a flor rara que nasce no meio do rochedo - ou no meio da ponte, embaixo da neve, se formos nos adequar a realidade do palhaço - e, para dar início a sua longa trajetória, ele deveria dar o primeiro passo. É justamente aqui que a história começa.

Após se assegurar de não estar sendo seguido, o jovem adentrou a base revolucionária da ilha, situada dentro da grande ponte inacabada. Devido ao seu treinamento, já conhecia bastante do interior do lugar, o que lhe permitia ter uma maior noção de como se localizar dentro de Under the Bridge. Na instalação, pôde contar onze revolucionários enquanto andava em sua busca por algum superior. O lugar era conhecido por não estar sempre cheio, uma vez que não possuía capacidade para todo o contingente de soldados da ilha. Mas, sempre tinha gente lá dentro, e foi justamente aos presentes que Mika direcionou sua pergunta em relação ao Comandante ou à Oficial. - Ouvi falar que eles estariam em reunião agora, mas não tenho certeza - teria respondido um revolucionário.

Após cerca de quinze minutos andando no interior da instalação em busca de seus superiores, o palhaço teria um pressentimento com relação a uma porta em específico, a sua esquerda. Algo lhe dizia que deveria abri-la. Se ouviria essa voz ou não, isso ficaria a cargo do próprio Mika, pois ainda havia a opção de aguardar do lado de fora. De qualquer forma, em cinco minutos acabaria a reunião que se dava lá dentro, e de lá sairiam a Oficial Sônia e um homem de 1,84m de altura, com cabelos negros e olhos azuis como o mar, trajando roupas pretas. Ele parecia ser alguém elegante, eloquente, mas que não foi capaz de expressar nada além da mais pura e genuína reação de um ser humano: a surpresa. - Um… palhaço?

- É um dos membros alistados na base de Tequila Wolf - explicaria para o homem até então desconhecido. - Diga, em que posso ajudá-lo? Após isso, daria início a explicação carregada de gratidão de Mika. Com isso, passaria seus olhos dos pés à cabeça de nosso protagonista e daria algo que talvez fosse um sorriso, ainda mais considerando quem era. Então, olharia novamente para o homem e diria - Lembra que nós precisávamos de atores? Pois bem, acho que acabamos de encontrar o primeiro - e voltaria sua atenção novamente ao palhaço - Qual o seu nome mesmo? - e esperaria pela resposta, enquanto pegava um cigarro, o levava à boca e acendia.

Expiraria a fumaça tóxica de seus pulmões para o lado de fora e, após a resposta do palhaço, diria - Sub, ele está com você. Dentro de uma hora já te designo outros soldados e você passa para eles os pormenores da missão de hoje - e se retiraria, enquanto o soldado apenas diria - Sim senhora! Com isso, o homem voltaria seus olhos azuis profundos para Mika, fitando-o bem nos olhos.
- Garoto, muito prazer. Eu sou o Investigador Marko Sub. Antes de qualquer coisa, eu preciso te perguntar: você sabe brigar?




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Re: I: Easy Way Out ♪♫♪♫ Sab Fev 05, 2022 3:50 pm
Ao ouvir a indagação de surpresa “Um… palhaço?” do Investigador Marko Sub, homem que, com toda a certeza do mundo seria o seu superior, RB solta uma frase que caso o cabeludo pudesse ouvir, talvez acabasse com a carreira revolucionária do jovem pierrot antes mesmo dela realmente começar.

— Não, seu otário, eu sou uma árvore falante. Pega aqui no meu galho pra ver como ele é duro… — Quando a Oficial Sônia pergunta pelo seu nome, Mika soca com força o seu grande botão vermelho (AÍ, MAIS CUIDADO IDIOTA!) e responde de prontidão:


— Me chamo Mika, senhora! Espero ser útil ao exército revolucionário a quem devo tanto.

Urfa… ainda bem que apenas eu consigo ouvir o Red Button. Quando o Investigador Sub me perguntava se eu sabia brigar, me vêm à mente como sou quando entro em um combate e um arrepio percorre toda a minha espinha. Um pouco retraído, decidia responder a pergunta do meu superior com sinceridade:

— Senhor, se é o que está me perguntando, eu sei lutar, só não me peça para mostrar. Eu sou, é… um pouco violento demais, não sei muito bem como me controlar. — Como estava completamente desconfortável com o assunto, decidi trocá-lo o mais rápido possível.

— De qualquer forma, estou às suas ordens. Para quê mesmo o senhor precisa de atores? — A partir daqui, seguiria todos os comandos que o Investigador me desse, seguindo-o se necessário (Puxa saco! Ai, ai, ai, parei, PAREI!). Pelo que entendi pela fala da Oficial, outros se juntariam a nós e eu estava ansioso para conhecer os meus novos companheiros e para ouvir mais sobre a missão que nos aguardava.







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Re: I: Easy Way Out ♪♫♪♫ Ter Fev 22, 2022 2:49 pm







I: Easy Way Out ♪♫♪♫ - 02


Felizmente ou infelizmente, depende do ponto de vista, apenas Mika precisava lidar com seus demônios interiores, embora RB fosse exterior. O pequeno botão possuía uma língua incrivelmente afiada, ainda mais considerando que falamos de um objeto inanimado e desprovido de tal órgão, e poderia acabar com a carreira recém-iniciada do revolucionário, caso algum de seus comentários ácidos fossem ouvidos.

Após se apresentar, o palhaço foi indagado sobre suas habilidades no bruto combate fixo, respondendo de prontidão àquele que seria o seu superior na missão a qual receberia. A resposta foi um tanto quanto inusitada, o que levou o Investigador a dar uma leve arqueada em sua sobrancelha esquerda. - Compreendo… - disse, colocando um sorriso no canto de sua boca - Bom saber, eu vou lembrar disso mais pra frente.

Foi quando Mika fez questão de romper o assunto, o qual não lhe era muito agradável, e indagou ao seu superior sobre uma maior contextualização, uma vez que as informações que recebera eram um pouco escassas. - Então, é tudo com relação a missão de hoje. Quando os demais oficiais chegarem, eu te passo todos os pormenores. Agora, pode escolher se quer me seguir ou esperar dentro da sala. A reunião começa em menos de uma hora. e isso dava ao nosso protagonista a liberdade de escolher o que faria a partir dali.

O interior da sala de reuniões era um cômodo de 5m de largura por 6m de comprimento. Convenhamos, não podemos esperar lá muito conforto de uma base construída dentro de uma ponte. Enfim, o lugar possuía uma grande mesa que ocupava pouco mais da metade do comprimento do lugar, e cadeiras para quatorze pessoas se sentarem, sendo todo o local iluminado por uma lâmpada incandescente amarela. Além disso, havia uma lousa, para possíveis ponderações sobre as missões.

Caso optasse por seguir o superior, o veria caminha por cerca de trinta minutos pela base, em busca de alguns soldados em específico. Encontraria Josh e Trader no refeitório, enquanto Galissa estaria polindo algumas adagas, sentado em um caixote perto de uma das salas de armas da base. Enquanto isso, mais três indivíduos entrariam na sala de reuniões, sempre batendo antes de entrar, e poderiam fazer companhia a Mika, caso o mesmo optasse por aguardar lá dentro. Um deles podia chamar a atenção por conta de seu tamanho exuberante, que facilmente excedia os dois metros, músculos salientes e careca brilhante.

Enfim, quando o Investigador Sub chegasse, acompanhado dos três, ele diria - Bom dia. Então todos os soldados já chegaram? - perguntaria, passando o olho pelos presentes no recinto - Trader, Josh, Galissa, (Mika), juntem-se aos demais - e quando todos estivessem sentados, daria prosseguimento - Pois bem, vocês foram escolhidos a dedo, ou por mim ou pela Oficial Sônia. A missão de hoje é de suma importância na guerra de Tequila Wolf - e então distribuiu uma foto de um homem loiro para todos os presentes.

- Nosso alvo de hoje é esse homem, Vladimir Orloff. Segundo nossas informações, ele vai estar hoje no El Tequilero. Orloff possui uma chave que precisamos roubar a qualquer custo. Já conversamos com Daniel Kowalski, o plano é organizar uma briga generalizada dentro do estabelecimento, e então roubar a chave na confusão. Agora, irei separar as funções. Antes, alguma dúvida? Se não, quais seus nomes e habilidades? - e então, abriria o espaço para perguntas e respostas.


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Re: I: Easy Way Out ♪♫♪♫ Sab Abr 16, 2022 6:47 pm
Acreditem, um tempo sozinho para quem tem tanta coisa dentro da cabeça pode parecer uma eternidade, e pior, nem estou falando da ansiedade que sentia ao participar da minha primeira missão, mas das vozes que não me davam trégua. Dito isso, ficou claro que eu decidi permanecer na sala de reunião, um local apertado e que chegava a passar uma sensação claustrofóbica.

Sobre as vozes, normalmente era apenas o RB a me atazanar, mas agora que eu estava nervoso, e pior, sem nenhuma alma viva por perto, parecia que tudo tinha se intensificado. Primeiro, um som que parecia o de um banguela mascando alguma coisa pegajosa, coladinho no meu ouvido. Depois, um burburinho como o daqueles que ouvimos em locais onde há grande circulação de pessoas toma os meus ouvidos, primeiro baixo, quase inaudível, depois subindo a níveis insuportáveis.

Ponho as mãos em meus ouvidos na tentativa de abafar o som, sem sucesso, aquela tortura parecia não ter fim. Me jogo debaixo da mesa em posição fetal, a voz do RB inaudível no meio da turba. Fecho os olhos…

Quando os abro, só ouço a voz do RB em minha cabeça, e ela dizia:

— Tá passando vergonha, ein…? — dizia o Red Button

Quando me dei conta, algumas pessoas já haviam adentrado na sala. Escorrego de volta para a minha cadeira, fingindo que nada havia acontecido, a cara completamente enrubescida por debaixo da maquiagem de palhaço. Pouco tempo depois, a reunião começaria e quando perguntado sobre as minhas habilidades, levanto-me com uma leve mesura e me anuncio para todos os presentes:

— Mika, mãos leves, falsificador e bom em disfarces, ao seu dispor. — agora que as vozes se acalmaram, a única coisa que eu pensava era “espero que me levem a sério depois do que viram”.





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Re: I: Easy Way Out ♪♫♪♫ Seg Abr 18, 2022 9:10 am


 
Narração
09:00

As pessoas no local achavam estranha a ação do jovem ao se jogar contra o chão e se levantar alguns instantes depois, porem pareciam não falar nada no momento, talvez fosse para o melhor não se envolver em loucuras de uma pessoa que parecia não estar em seu auge mental no momento. – Aham! – O homem que tinha um ar superior meio que limpava sua garganta para sinalizar que todos que estivessem no recinto então se mantivessem em forma para ouvir os comandos. – Orloff é frequentemente visto no Tequilero e vai ser a melhor oportunidade que teremos em algum tempo então não podemos perder essa chance. – Ele parecia entusiasmado com suas palavras e colocava seu punho fechado a frente tentando demonstrar ternura em suas palavras – Como todos devem saber Orloff é um dos responsáveis por gerenciar um dos depósitos de armas mais importantes de Tequila, ele raramente deixa seu posto se não for para beber alguma com os oficiais, porem temos informações que ele irá com uma menor guarda hoje à noite e por isso temos uma grande chance de conseguirmos realizar nossa missão. – As pessoas no local pareciam mais animadas com aquelas informações. – A função mais especial será de Galissa, ela será a pessoa que irá roubar a chave. Mika você disse que é bom em se disfarçar estou correto? – Ele olhava para o mesmo com um olhar firme esperando uma confirmação que já tinha sido dada, mas ele parecia querer confirmar novamente – Parece que os Deuses estão ao nosso lado, o tequilero está procurando novos funcionários. O momento parece perfeito para que você se infiltre no local e assume uma melhor posição. Caso você tenha uma melhor oportunidade você que deve obter a chave a qualquer custo. – Ele chegaria próximo do mesmo e colocaria sua mão direita no ombro direito de Mika – Posso contar com você para isso? – Ele olharia diretamente nos olhos do jovem com uma confiança inabalável.

Conseguindo suas respostas ele voltaria a se concentrar no restante das pessoas no local – Trader e Josh vocês irão causar a confusão que será o chamariz de nosso plano. Não importa como, mas façam de um jeito que a guarda de Orloff venha até vocês ou não iremos conseguir nos aproximar dele, são homens bem treinados. – Ele agora olhava para a dupla de homens que tinham pelo menos dois metros de altura e eram fortes como touros. – Nossa missão é de extrema importância para que consigamos aumentar nosso poderio militar, de uns tempos para cá estivemos sofrendo derrotas que abalaram nossas estruturas e tivemos algumas bases invadidas o que nos fizeram perder bastante armamento. – Ele batia com o punho firme na mesa – Contudo a resistência nunca irá sucumbir para o mal, lutaremos como apenas o exército revolucionário luta! – Ele gritava e as pessoas ao redor também gritavam, pareciam motivadas por suas palavras. Quando os ânimos pareciam se acalmar ele estendia sua palma esquerda para frente – Se precisam de algo especifico para realizar suas missões falem com Kenny, ele está no cômodo superior e tem algumas coisas uteis. Por fim é isso, que a justiça divina esteja com vocês que consigamos mais uma vitória para o exército revolucionário, viva a revolução! – Terminava com um grito e logo as pessoas envolvidas começavam a se movimentar rapidamente apesar de que ainda era manhã e a missão só seria realizada durante a noite.






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Re: I: Easy Way Out ♪♫♪♫ Seg Abr 18, 2022 4:39 pm
Eu queria ser um avestruz para esconder a minha cabeça na terra por ter passado por tamanho constrangimento, mas ainda bem que todos os que viram aquela minha estranha cena simplesmente fingiram que nada havia acontecido. — É só mais um doido no meio de outros doidos… olha aquele bicho estranho ali, tá na cara que ele está metido com coisa errada.

O dia estava realmente bem complicado pro RB tentar me “consolar”, mas tudo bem, não foi a primeira vez e nem seria a última que eu surtaria assim, vida que segue. A reunião se iniciava com todos os participantes da missão em suas respectivas cadeiras e o Investigador Sub passando todas as instruções necessárias para o êxito da missão, junto com os papéis que cumpriríamos. O meu, garçom, não seria difícil. Eu não precisava ser o herói, só roubar, como sempre, caso a chance aparecesse, muito bom…

Quando o Investigador Sub repousou a mão em meu ombro perguntando se podia confiar em mim, RB assume a cena, falando: — Nossa, que cheirinh… — eu soco o botão idiota antes que ele termine a frase, quase como se eu saudasse o homem na minha frente e respondo em alto e bom tom:

— Sim senhor! — seguido de um — AÍ SEU BABACA, QUALÉ!!! — do botão silenciado pela agressão.

Como a ação só seria de noite, eu ia falar com o Investigador antes que ele saísse da sala, chegando perto, perguntaria:

— Vou pedir emprego no bar mais ou menos de que horas? Ah, e precisarei de roupas normais para chegar lá, vocês poderiam me ceder algumas? Seria muito estranho se uma pessoa de cara limpa e roupa de palhaço chegasse lá para pedir emprego. — torcendo que as roupas pudessem ser entregues, eu avisaria que estaria no banheiro da base, para enfim poder ir me lavar e tirar toda a tinta que cobria o meu rosto. Era impossível para mim não lembrar de minha irmã, mas a maquiagem tinha que sair, ao menos por aquele curto espaço de tempo enquanto duraria a missão. O bom de chorar no banho é que não dá para perceber o que é água do chuveiro e o que são lágrimas.

— Que degradante… Eu posso não ter cabeça, mas se eu tivesse ela estaria balançando negativamente em desaprovação. Patético! — Palavras doces do RB, eu diria.

Acabando de me lavar, sinto que não me reconheceria ao me olhar no espelho, então o evito. Penteio o cabelo da maneira mais arrumadinha que consigo, vestiria as roupas comuns, caso as tenha em mãos, senão teria que ir de palhaço mesmo, e iria na direção do Tequilero na hora que o Investigador falou ser uma boa hora para pedir, se é que ele disse.

Caso eu conseguisse chegar por lá sem nenhum problema no caminho, iria em busca da minha tão sonhada vaga de garçom. Perguntaria sobre tudo o que eu precisava saber sobre o trabalho, sempre muito atencioso e educado, porém sem deixar de estar atento, pois a noite prometia a mais agitada das que eu tenho vivido há um bom tempo.




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Re: I: Easy Way Out ♪♫♪♫ Ter Abr 19, 2022 8:59 am


 
Narração
11:00

O superior demonstrava um olhar estranho a pergunta do palhaço, afinal, ele já tinha o alertado sobre se a necessidade de algo surgisse era para procurar kenny no andar superior, era possível notar em seu olhar que agora restava duvidas sobre sua escolha de agente para uma missão tão importante, porém, quem seria ele para julgar certo? – Irei falei com Kenny... Você pode ir ao sair daqui, quanto antes melhor! – O garoto então seguia em direção ao banheiro da base revolucionaria. Um local simples como de qualquer residência normal, porem estava um pouco degastado e sujo, não parecia ter tido muito cuidado, talvez por inúmeras batidas de seus inimigos em suas bases eles começaram a parar de limpar os ambientes, visto que pareciam ficar pouco tempo em cada uma.

Ele começava a retirar sua maquiagem enquanto via a água que apesar do ambiente sujo parecer límpida e transparente. Alguns momentos se passavam e logo uma pessoa surgia, tinha cabelos vermelhos e se vestia todo de negro. Tinha um olhar afiado e um sorriso confiante. – Aqui as roupas que pediu, deseja mais algo ou apenas isso? Essa missão é importante. – Ele encararia o palhaço diretamente nos olhos, parecia procurar fraqueza no mesmo e o jeito que tinha comunicado que a missão era importante tinha um tom de desaprovação em sua voz, talvez por ter escutado sobre a cena que o jovem tinha aprontado na sala de reunião. – Qualquer coisa estarei no andar superior, ciao! – Ele se despedia levantando sua mão direita e vagarosamente sumia entre as sombras da residência.

As roupas que ele trazia eram simples, afinal, tinham que ser. Uma missão que necessitava de discrição precisava que o homem trocasse suas roupas característica de palhaço, um traço que com certeza moldava sua personalidade e o fazia ser singular para uma roupa mais simples que o tornava meio que qualquer um. Era constituída de uma camisa social branca, um colete de coloração mostarda, calças marrons e um par de sapatos pretos, simples e discreto. Elas tinham sido entregues todas juntas e dobradas umas sobre as outras com o sapato no topo da pilha.

Chegando ao bar notava que ele tinha certo estilo rustico, não parecia nada como um estabalecimento chique ou coisa parecido. As paredes de pedra bruta, o chão de madeira escura e as diversas garrafas de vodka que eram exibidas tanto nas paredes em prateleiras como em um grande bar logo fundo do estabelecimento demonstravam qual era a principal iguaria do bar. Sendo um total de dez mesas e um balcão que comportava um minimo de dez pessoas, o local era grande apesar de parecer simples. Atrás do bar era possivel ver uma porta grande de madeira grossa que tinha um emblema de fogo entalhado de forma rustica que poderiam jurar que fora feita por golpes de faca.

- Veio pela vaga? – Um homem de bastante presença o recebia. Seus braços eram tão grandes quanto dos agentes revolucionários que Mika tinha visto mais cedo naquele dia. Ele tinha um grande chapéu branco que era característico dos cozinheiros e tão impressionante quanto seus músculos era sua gigante barba dourada que se juntava com seu bigode pontudo o dando um destaque a mais. – Estamos precisando de pessoal, por algum motivo as pessoas simplesmente se demitem do cargo após algum tempo. – Ele passava a mão direita sobre sua barba como se coçasse a mesma. – Me chamo Ogir, se quiser o cargo pode começar de agora. Hoje é o dia que alguns clientes especiais irão aparecer então tudo tem que estar de acordo com os conformes. Então não ache que vai apenas servir bebida. – Ele apontava para uma vassoura que estava logo ao lado da porta de entrada do estabelecimento – Comesse varrendo o local, vamos ver do que você é capaz. – Ele dava alguns passos em direção a cozinha e logo se virava – Depois dê um jeito nas mesas e cadeiras, após isso venha me encontrar na cozinha. Se está querendo o serviço ao menos isso deve fazer. – Ele balançava sua cabeça vagarosamente e virava-se novamente em direção a cozinha entrando em seu ambiente de trabalho.





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Re: I: Easy Way Out ♪♫♪♫ Sex Abr 22, 2022 4:19 pm
Era muito estranho para mim não estar vestido de palhaço, o RB não estava mais lá e o silêncio em minha mente era mais perturbador do que todas as vozes que já ouvi. Sabe quando você vive tanto tempo em uma situação horrível que você acaba se acostumando a ela ao ponto de não conseguir viver sem? Ou pior, a ponto de se sentir vazio sem aquela martelada terrivelmente corriqueira na cabeça. Bem, de qualquer forma, eu não poderia deixar aquilo me afetar, pois a missão era importante e, mesmo que me achassem um doido varrido ou que rissem de mim pelas costas, uma coisa eles nunca deveriam duvidar, da minha capacidade de executar quaisquer missões.

Quando chego na porta do “Tequilero”, inspiro profundamente para me concentrar no papel que me foi dado, nesse ponto, eu não era mais Mika, o palhaço revolucionário, mas sim Theodoro, nascido e criado em Tequila Wolf em uma família minimamente estruturada, em busca de um emprego para ajudar com as despesas de casa. Atuando ou não, não pude deixar de ficar surpreso com o lugar, o ambiente parecia incrível, independente do estilo, muito diferente dos becos, vielas e casas abandonadas que eu costumava frequentar até pouco tempo atrás.

O homem que me recepcionava me chamava muito a atenção pelo seu tamanho e pelo fato de que realmente precisava de mais pessoas no estabelecimento, já que praticamente nem perguntou o meu nome, de onde eu vinha, só me disse o que eu tinha que fazer.

— Me chamo Theo, senhor, e sim, vim pelo trabalho! — tentava demonstrar minha animação com veracidade, como se não importasse nada mais no mundo além daquele trabalho. Falava como alguém que fora minimamente educado naquela caótica cidade, mas que não era um pobretão completo.

Seguindo as instruções do barbudo, eu primeiro começaria a varrer o estabelecimento da parte mais longe da porta e ir progredindo até jogar tudo para a rua. Repetiria o processo pelo menos mais uma vez para me certificar que tudo estaria limpo para depois me preocupar com as mesas. Foi aí que tudo começou.

Quando eu menos esperava, um zumbido toma meus ouvidos como se uma abelha estivesse muito próxima dele. Olho de um lado para o outro, nada de encontrar nenhum tipo de inseto que pudesse estar fazendo aquele barulho. Eu suspiro, o silêncio não podia reinar por muito tempo mesmo. O barulho vindo do além chegava perto e se afastava, como se um inseto estivesse tentando entrar no meu ouvido. Por reflexo, vez ou outra balançaria as mãos na tentativa de afugentar o inexistente, mas nada feito. Em minha mente, basicamente um mantra era repetido religiosamente com os seguintes dizeres: "Isso está apenas na minha cabeça, isso está apenas na minha cabeça, isso está apenas na minha cabeça". O som me deixava meio irritado, então talvez não tenha arrumado as mesas da melhor forma que eu poderia, mas logo eu era chamado para a cozinha pelo Ogir. Não tinha muito o que fazer a não ser segui-lo, mas não antes de fazê-lo um aviso, claro:

— Mas senhor, eu sou péssimo na cozinha, não entendo absolutamente nada de como cozinhar. Seus clientes especiais vão detestar a comida caso eu bote a mão na massa aqui. — O homem era bem exigente com os seus funcionários, dava pra ver o porquê de muita gente não durar lá. E mesmo que fosse apenas por aquele dia, era a minha missão ser o melhor funcionário que conseguia, pelo menos até concluirmos a missão. Com o aviso da minha falta total de talentos culinários e o irritante zumbido fantasma em meu ouvido, adentro na cozinha com a esperança de conseguir fazer o que quer que ele me pedisse.

De um lugar onde minha visão não alcançava, eu escuto um sorriso que me gela a espinha, “Ha-ha-ha-ha-ha!”. Já devia estar acostumado com essas coisas, mas era impossível. Torcendo para que Ogir não tivesse percebido nada de errado, eu o pergunto:

— O que precisa que eu faça agora, senhor Ogir? — Não sei porque, mas a minha intuição me dizia que as coisas estavam prestes a piorar muito.





Objetivos:

Legenda:

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Re: I: Easy Way Out ♪♫♪♫ Sab Abr 23, 2022 7:41 am


 
Narração
12:30

O homem na cozinha era surpreendido pela chega do jovem que alegava já ter terminado seu serviço. Ogir abria a porta, dava uma boa olhada no ambiente e franzia suas sobrancelhas, mas fazia uma expressão como se estivesse tudo certo – Pois bem pelo jeito posso contar com você. – Enquanto ele ainda estava encarando o local que tinha acabado de ser limpo uma nova pessoa surgia, alto magro, tinha cabelos grandes e desengonçados de coloração negra, contudo o que chamava mais atenção sobre o mesmo era o violão que o mesmo carregava revelando o mesmo ser um musico. – Olha deixa eu lhe apresentar. – Ogir com um sorriso no rosto caminhava em direção e parecia arrastar Mika junto consigo – Este é Floyd Rose, ele costuma tocar em alguns dias dependendo da vontade do dono. – Floyd abria um largo sorriso enquanto abaixava um pouco sua cabeça e a levantava demonstrando um sinal de respeito. – Prazer em conhece-lo. – Ele sentava-se em um banquinho mais no canto superior esquerdo, próximo ao bar, cruzava suas pernas e começava a tocar algumas notas em seu instrumento. Mika não saberia identificar, mas ele estava simplesmente afinando o mesmo e por isso algumas vezes fazia alguns barulhos estranhos.

- Pois bem Mika, pegue sua fiel escudeira e vá a cozinha. – Ogir pegaria a vassoura e passaria mais uma vez para o jovem – Limpe também a cozinha ou terei problemas mais tarde com o chefe aparecendo. Hahahaha – Ele começaria a gargalhar em uma piada que nem mesmo parecia ser uma piada enquanto daria pequenos tapas nas costas de Mika – Após limpar a cozinha limpe o banheiro... depois venha a mim novamente para conversarmos – Ele voltaria a se concentrar em seu trabalho na cozinha. Ele começava a preparar algum tipo de caldo em uma grande panela enquanto também com um cutelo e bastante agilidade para aquele corpo grande ele se mantinha a cortar todo tipo de comida e jogar dentro daquela panela maior assim como diversas menores em varias bocas do fogão que parecia ter certa idade.

De onde estava Mika poderia escutar o homem chamado de Floyd tocando em seu banquinho uma musica que era agradável aos ouvidos, porem o que mais chamava atenção era o sotaque que o mesmo fazia ao cantar, como se tentasse imitar algo ou alguém. Seus dedos rápidos pareciam passar pelas cordas de metal do instrumento como um barco corta o oceano de vastas águas. Pouco a pouco começava a chegar mais pessoas, principalmente mulheres que pareciam também trabalhar como funcionárias já que pareciam se conhecer e ter uma familiaridade exacerbada com o local. A que mais se destacava era uma mulher que parecia ser chamada de Rose, uma mulher de longos cabelos negros e olhos escarlate. Ela chegava ao ambiente e todas as pessoas que também chegavam em um espaço de tempo pareciam a respeitar, a mesma parecia também parecia manter um relacionamento com Floyd já que ao chegar a primeira coisa que foi fazer era receber um belo beijo do homem que parava de tocar seu instrumento.

O tempo começava a passar mais rápido a medida que o jovem Mika continuava a fazer suas limpezas e o ambiente onde primariamente parecia um local comum tomar forma de um bar, onde as mesas eram colocadas junto das cadeiras, drinks já eram preparados no bar cujo barman ansioso parecia brincar com as garrafas de bebidas e Ogir mesmo cozinha de tempos em tempos parecia tomar uma garrafa sozinho durante seu turno de trabalho.






Historico: