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Vol 4. A vingança pelo massacre Qui Out 14, 2021 12:15 am
Relembrando a primeira mensagem :

Vol 4. A vingança pelo massacre

Aqui ocorrerá a aventura dos Civis Arthur Lancaster & Maka Jabami. A qual não possui narrador definido.

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Arthur Lancaster
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Re: Vol 4. A vingança pelo massacre Dom Nov 21, 2021 9:13 pm

 
 
Post 04
"Vol 4. A vingança pelo massacre"
O imperador das sombras

Os esforços das investigações começavam a dar frutos, intimidar aquele homem não era minha intenção inicial, mas parecia funcionar então continuaria colocando pressão sobre ele, porém com certa cautela para não causar problemas.

- Deve ser frustante para você ter que reportar uma afronta dessas ao Navas. - Ajeitava minha roupa com elegância, enquanto abria um sorriso no rosto. - Vamos homem, só quero ajudar a encontrar os culpados, vou conseguir descobrir de um jeito ou de outro. - Nesse momento meu rosto se cobriria por uma expressão assustadora, e o olharia nos olhos. - Você não quer que seja da maneira difícil, quer?

Ainda insatisfeito nós detalhes do ambiente, procuraria mais uma vez por qualquer indício do crime, além disso procuraria também por uma placa na qual dissesse que fosse proibido fumar, torcendo para encontrar rastros do crime e nada de uma sinalização contra meu apreciado fumo, sendo como o esperado colocaria um dos meus charutos na boca apenas complementando a figura intimidadora.

Colocaria minha mão direita sobre o ombro do atendente, provavelmente tomando conta de quase toda sua estrutura pelo meu tamanho comparado ao dele, aplicaria um pouco de força e abriria um meio sorriso.

- E então meu consagrado? Vai me contar o que aconteceu no momento do sequestro? Quero detalhes por favor. - Aplicaria mais força enquanto esperava por uma resposta deixando claro que não sairia dali sem respostas.

Como de costume, não seria imprudente a ponto de não me preparar para combate, não tinha uma grande noção de como era a defesa do lugar, e sinceramente não queria causar problemas, não ali pelo menos, mas tinha consciência de que abordar de forma intimidadora associados a mafiosos que dominam a cidade poderia não ser tão receptivo mesmo tendo conversado amigavelmente com um dos maiorais. Sendo assim deixaria a adaga de forma fácil para saque, e com espaço para dar um passo para trás se notasse um golpe em minha direção.





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Ficha

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Maka
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Re: Vol 4. A vingança pelo massacre Seg Nov 22, 2021 11:26 am
Vol. 4 – A Vingança pelo Massacre
Luto - Vingança - Aprendizado
Por mais que eu entregasse o máximo de mim naquela investigação, era nítido o quanto meus esforços se faziam inútil. Esse tipo de coisa nunca foi o meu forte e provavelmente nunca viria a ser, mas eu tinha que tentar algo, pois essa era a minha chance de provar para o Arthur que eu realmente era útil.

Infelizmente, aquele que me atendia não era dos mais simpáticos e abertos a conversa, sendo sempre muito seco e breve em suas palavras. Mas por alguns minutos me deixei levar pela bela arma que estava em minhas mãos, deixando de lado todos os questionamentos feitos anteriormente ao rapaz para enfim admirar a qualidade daquela peça.

- Este machado... parece ótimo pra mim... - Dizia em tom baixo como se conversasse comigo mesma. De certa forma aquela arma não tinha só beleza, mas o seu manuseio lhe passava a sensação de carregar algo que estava pronto para matar, e eu sentia isso em cada golpe aplicado no ar, me empolgando ainda mais pela compra.

Contudo, o preço anunciado pelo jovem me fazia relutar por alguns instantes. “Merda... Tão caro!?” Todo o berrie que ainda me restava ficaria naquela loja, caso eu comprasse aquele machado. "Mas ele é perfeito, não!?” Brigava mentalmente comigo mesma em uma discussão isolada sobre a necessidade de gastar todo o meu dinheiro naquela arma, ou poupar minha pequena economia.

Mas antes que eu se quer pudesse me decidir do que fazer, a presença e tentativa de persuasão de Arthur, me faria ignorar um pouco compra, ficando atenciosa ao diálogo entre os dois. A pressão feita inicialmente por Arthur parecia amedrontar o atendente, temendo o intimidador meio gigante a sua frente, e isso me fez ficar calada deixando que Arthur pudesse conduzir a situação, já que minhas tentativas não surtiam efeito algum.

Contudo, aos poucos meu querido irmão começou a mostrar um lado muito mais “agressivo” que eu nunca vira antes. É claro que tivemos inúmeras brigas na infância, temos uma história feita com os nossos punhos, mas ver ele pressionar o garoto daquela forma apenas com palavras, me deixava boquiaberta sem saber como reagir, pois de nada adiantaria que eu entrasse no meio de toda aquela leve tentativa de tortura psicológica feita pelo meu irmão.

Na medida que ele encurralava o atendente, mais riscos poderíamos correr ali dentro, até porque não se tratava de uma loja qualquer, e arrumar confusão com os Nava não estava em meus planos... não, ainda. Observaria os arredores na busca de ver alguma presença ameaçadora de algum funcionário da loja, ou até mesmo de um estranho qualquer. Como eu não tinha chances de ajudar o Arthur com as palavras, lhe ajudaria com aquilo que eu sabia fazer de melhor... bater.

O machado estava nas minhas mãos, o que me dava certa vantagem. Não hesitaria em usá-lo se fosse necessário, pois faria de tudo para evitar qualquer tipo de perigo para o desavisado do meu irmão. Mas, daria uma pequena olhada de canto para ter certeza de que minha pelúcia estaria no canto que havia deixado.  
       
         
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• Mestre em Haki (4 Pontos)
         
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• Furioso (2 Pontos)        
• Leal (2 pontos)
Arthur Lancaster:
Maka sempre foi uma valentona no orfanato em que vivia, e por ser assim, ninguém tinha coragem de bater de frente com ela. Isso até Arthur chegar e ser o único que não teve medo, e ainda por cima sempre aguentou as porradas.          

Após muitas brigas, os dois criaram um grande respeito um pelo outro, consequentemente se tornando irmãos no orfanato, jurando então lealdade a ele após dizer quais seriam seus objetivos, e como cada um de seus irmãos resolveram seguir ele, Maka também optou por assim fazer, mesmo que custasse agora ser perseguida pela organização Sakura ao qual passou 5 anos.
         
• Inimigo (2 pontos)
Organização Sakura:
A organização Sakura é um grupo mercenário que atua no submundo. Antes seus trabalhos eram feitos no West Blue, porém, agora se mudaram para a Grand Line.          

Maka nunca soube com o que exatamente no submundo o grupo Sakura trabalhava, e nem mesmo pra quem, pois foi treinada junto com várias outras pessoas durante 5 anos, e isso era a única coisa que acontecia lá treino e treino todos os dias. Até onde ela sabe, a organização tem três pessoas de muito poder e que comandam o que acontece lá, sendo eles o líder do grupo, chamado de Yoshindo Yoshihara. Além dele, o grupo ainda tem 2 mestres que trabalham diretamente para Yoshindo.          

Date Yuuma, um mestre marcial, e Wu Bjorn, um bárbaro que também é mestre em combate.
         
Objetivos:

- Aprender: Navegação, Condução, Geografia e Meteorologia
- Conseguir uma Kanabo e um Machado
- Conhecer o meu Npc Companheiro
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Re: Vol 4. A vingança pelo massacre Qua Nov 24, 2021 12:13 am


Vol. 4 - A vingança pelo massacre - 05
09:28 / Sirarossa



Existe um ditado que quando um oprimido recebe poder, ele tem duas vias em sua vida, se tornar o opressor, ou mudar a vida de outros oprimidos. Pela expressão que Maka fazia ao ver a forma como seu irmão interrogava o atendente, estava claro que não se esperava que um meio gigante tão impecável se portaria daquela forma. Bom… Nem para ela e nem para o atendente. O clima de tensão era apresentado no próprio ar daquele lugar, o atendente, uma pessoa simples que sabia quem temer suava cada vez mais frio, mas independete disso, um belo meio gigante intimida bem menos que ver sua família queimada. “Queimada…”Ao ver o Meio Gigante sacando seu charuto do bolso, por não ver nenhuma placa de proibido fumar ali, aquele pensamento veio em sua mente.
- Se-Senhor, já lhe disse que o ferreiro não está, e se não quiser nada.
A pressão exercida no ombro do atendente fazia-o levemente se desequilibrar. Ele parecia estar próximo da mesa do balcão, contudo, utilizando de seu desequílibrio, ele parecia estar querendo se aproximar ainda mais.
Whiz! zim! plam!
Um tiro raspou no ombro do meio gigante, zunindo por seus ouvidos e acertou o parede do fundo da loja. Pan, pan, pan, pan. Enquanto o barulho de passos soava ao fundo, um homem entrou um martelo em mãos, um óculos especial de ferreiro na cabeça, trajando calças grossas e uma camisa laranja, por baixo de um avental reforçado e luvas grossa. Ele possuía 2,5m, alto para um humano normal, músculos de um lutador profissional, e mãos que não perderiam para de um gigante. Ele parecia uma pessoa que faria o pior dos homem “chorar por suas mãe".

Vol 4. A vingança pelo massacre - Página 2 A2f14df3687ad078c73dc7e977f5035225e74c59

- Acho que meu empregado lhe informou pediu para sair. - Disse o ferreiro. - Então saia.
Aquele jovem rapaz dava a certeza que era ou poderia ser o ferreiro daquele lugar, seja por sua postura, seja por sua vestimenta, mas um olhar atento veria que o próprio atendente estava suando mais frio com a presença do rapaz, e cada "Pan" que era dado, parecia tremer mais.
Pan, pan pan, pan.
O barulho de passos cessaram e um jovem de cabelos castanhos penteados para trás, olhos cinzas, com um charuto na boca entrou na loja. Ele vestia um sobretudo grosso, longo com a gola levantada. Por baixo do sobretudo, vestia um terno completo cinza, com uma gravata preta. Em sua mão esquerda, era visível a pistola levantada na altura do ombro, que ainda saindo fumaça.

Vol 4. A vingança pelo massacre - Página 2 AOFm2Qo

- O que temos aqui? - Perguntou o mesmo. - Acho que atiraram na sua loja, Charles. - Disse o jovem.
- Se-Se-Senhor Ni-Ni-Nista! - Disse o vendedor, com tanto medo que as palavras não saíam da sua boca.
O rapaz apenas levantou a arma na frente do rosto, como se disesse “Shhhh”. Retirando o charuto da boca e assombrando para a fumaça tragada.
- É melhor todo mundo sair, enquanto a marinha chega. Não queremos que os “Brancos” investiguem outro massa... Quero dizer, outro incidente. - Disse ele com um tom sarcástico, tentando imitar o mesmo tom que Arthur usou mais cedo. - Certo, Senhor Sou-grande-e-intimidador e - Sem mexer qualquer outro músculo, virou os olhos e encarou Maka - e senhorita, peço que saía para a inspeção acontecer.
O jovem tirou o charuto da boca, que já estava no final, e apagou na porta, jogando o resto próximo ao gigante. Aquele jovem não parecia ser alguém a se desafiar, seja pela arrogância com que se portava, seja pela certeza de que, seja de onde o tiro veio, foi ele que havia dado. Puxando o carregador da arma, apenas se ouviu um clic.
- Então gigantes sagram. - Disse o jovem com arma. - Qual será a cor?


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Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

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Re: Vol 4. A vingança pelo massacre Qua Nov 24, 2021 8:12 am

 
 
Post 05
"Vol 4. A vingança pelo massacre"
O imperador das sombras

As coisas iam melhor do que eu imaginava, apesar de mesmo atendo não ter percebido a dupla mafiosa se aproximando, era bom saber que logo encontraria as pessoas que não tem medo  dos Nava mesmo com um bom pistoleiro como esse, meu sangue esquentava em imaginar uma boa luta, queria sentir algo que tirasse minha dor do peito e pelos próximos minutos parecia funcionar, mesmo que parcialmente a dor física se manifestava amenizando superficialmente minha dor emocional.

- Dahahahaha Belo tiro meu consagrado. - Falava em bom tom, enquanto fitava nos olhos do mafioso, sem demonstrar o incômodo no braço. - Se eles tiveram a audácia de desafiar vocês, devem conseguir tirar a poeira das minhas lâminas.

Chegando próximo a ele, sem nenhuma intenção de ataque, deixando minhas mãos nuas para lhe passar tranquilidade, deixando claro que minha luta não era com eles. - Escute garoto, poderia lutar com você aqui e agora, mas como disse meu objetivo é o mesmo que o de vocês, estava atrás aqui de informações. - E então abriria um largo sorriso, acenderia meu charuto e soltava a grande quantidade de fumava próximo ao rapaz.

- Na minha visão essa situação tem três maneiras de se resolver, primeiro e na minha opinião a melhor, você divide um pouco de informações e eu volto mais tarde com a cabeça do responsável. - Faria uma pausa enquanto prestava atenção em sua reação a minha proposta, e em seguida erguia dois dedos indicando o número dois. - Segundo você me provoca mais uma vez e o inimigo do meu inimigo vira meu inimigo.  E por último e mais tediante vocês baixam as armas e deixam nos ir sem mais provocações.

Os momentos a seguir eram cruciais, esperava que pudesse se resolver de maneira simples e passiva para ambos no momento, e se ele me desse informações, sorria amigavelmente enquanto agradecia. - Interessante, obrigado meu jovem, tenho coisas a fazer, mas não se engane, não irei esquecer desse seu tiro. - E sairia pela porta sem preocupações.

Mesmo com o corte, eu ficaria pronto para acelerar com um salto até o pistoleiro em zigue e zague com toda minha agilidade e velocidade para diminuir suas chances de pontaria, e então quando tivesse perto o suficiente desferiria um soco no meio de sua garganta com minha força esmagadora. E não pararia por aí, me virando para trás dele e encaixando um mata leão em seu pescoço, aproveitando todo meu conhecimento em luta de rua. Caso ele se esquivasse abaixaria subitamente e arrastaria minha perna numa longa rasteira, e se o pegasse novamente tentaria a combinação em seu pescoço.

- Ferreiro acho melhor você se acalmar, não queremos estrangular o rapaz aqui não é mesmo? - Pressionaria com força, deixando claro que se necessário iria até o fim e não o deixaria escapar facilmente.

Se minha investida não tivesse sucesso em alguma parte, olharia ao redor procurando uma proteção, estávamos numa ferraria provavelmente não seria difícil encontrar um escudo ou algo grande o suficiente para me proteger, mesmo que tivesse que me encolher um pouco, achando tal objeto, correria até ele e o colocaria a minha frente para bloquear qualquer tiro ou marretada que vinhesse em minha direção.

Porém se eles optassem pela opção número três, apenas sairia do local com expressão de desgosto, um pouco inconformado pelas procuras não renderem resultados. - Merda, não me resta muitas opções. - Apreciaria meu charuto, deixando meus pensamentos começarem a se fundirem, e assim que encontrasse alguém na rua perguntaria. - Ei você, qual é o melhor bar dessa cidade? Onde tem bebidas e pessoas a todo momento?





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Re: Vol 4. A vingança pelo massacre Qua Nov 24, 2021 10:20 am
Vol. 4 – A Vingança pelo Massacre
Luto - Vingança - Aprendizado
A situação parecia cada vez mais tensa, e a pressão exercida pelo Arthur em cima do atendente era cada vez maior. Realmente não tinha ideia do que fazer perante aquilo, por mais que me assustasse um pouco esse lado nunca mostrado pelo meu irmão. “Alguns anos foram suficientes pra nos mudar tanto assim?”

A única coisa que eu poderia me apegar agora era em protegê-lo de qualquer problema que pudesse atrapalhá-lo, pois aquilo era importante não só para ele, mas também para mim. Então daria cem por cento de mim naquilo. - Ahn?.. - Para minha surpresa, eu falhava mais uma vez. - Ar... thur... - Um maldito tiro havia pego de raspão em seu ombro, e mesmo que eu tentasse observar tudo que acontecia ao nosso redor, no fim se fazia inútil. “Como?”  

Aqueles passos quase me faziam agir impulsivamente avançando contra o som sem pensar nas consequências, mas algo paralisava meu corpo. Talvez fosse o meu subconsciente controlando minhas ações, as imagens daquela manhã voltavam aos poucos em meus pensamentos, “Não... e se... é muito arriscado...”. Hesitei totalmente em avançar, com medo de que eu pudesse desencadear algo pior, e que tudo aquilo culminasse em morte novamente.

Tudo isso me fez ignorar o diálogo entre os dois, me trazendo de volta apenas no momento em que um jovem rapaz surgia na entrada da loja, carregando consigo uma arma. - Tsc.. - Sim, ele com certamente fora o responsável pelo tiro. Mas o quão longe ele estava para conseguir isso? Eu não tinha ideia, mas sabia que se continuasse com uma briga, aquela conversa não terminaria bem.

Ver a arma em sua mão, me fazia voltar a horas atrás, onde o cano gelado daquela pistola levou meu irmão a óbito. Não conseguia parar de tremer, já não era eu mesma, aquela Maka de antes que não temia nada e ninguém, que não ligava para as consequências e não se entregava tão facilmente, mesmo que o perigo a sua frente fosse maior que qualquer coisa. Eu me sentia derrotada antes mesmo de tentar.

Apenas deixaria o machado em cima do balcão, sem nem se quer encarar qualquer pessoa que estivesse ali. Ah não ser o garoto, que era frio em suas palavras. Apenas um suspiro de minha parte como resposta para ele, voltaria na direção de minha pelúcia, um presente deixado pelo meu irmão, e em seguida, sairia dali sem me preocupar com a decisão de Arthur. Apenas o seguiria onde quer que ele fosse, pois sabia que ele não seria louco de encarar aquele rapaz.  
       
         
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Maka sempre foi uma valentona no orfanato em que vivia, e por ser assim, ninguém tinha coragem de bater de frente com ela. Isso até Arthur chegar e ser o único que não teve medo, e ainda por cima sempre aguentou as porradas.          

Após muitas brigas, os dois criaram um grande respeito um pelo outro, consequentemente se tornando irmãos no orfanato, jurando então lealdade a ele após dizer quais seriam seus objetivos, e como cada um de seus irmãos resolveram seguir ele, Maka também optou por assim fazer, mesmo que custasse agora ser perseguida pela organização Sakura ao qual passou 5 anos.
         
• Inimigo (2 pontos)
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A organização Sakura é um grupo mercenário que atua no submundo. Antes seus trabalhos eram feitos no West Blue, porém, agora se mudaram para a Grand Line.          

Maka nunca soube com o que exatamente no submundo o grupo Sakura trabalhava, e nem mesmo pra quem, pois foi treinada junto com várias outras pessoas durante 5 anos, e isso era a única coisa que acontecia lá treino e treino todos os dias. Até onde ela sabe, a organização tem três pessoas de muito poder e que comandam o que acontece lá, sendo eles o líder do grupo, chamado de Yoshindo Yoshihara. Além dele, o grupo ainda tem 2 mestres que trabalham diretamente para Yoshindo.          

Date Yuuma, um mestre marcial, e Wu Bjorn, um bárbaro que também é mestre em combate.
         
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Re: Vol 4. A vingança pelo massacre Qui Nov 25, 2021 3:04 am


Vol. 4 - A vingança pelo massacre - 07
Sirarossa - 09:34 ~ 09:51



O atirador na entrada franziu o cenho quase no mesmo segundo que o “ferreiro” franziu o cenho. “Meu o que?” Pensou o jovem. O meio gigante, com toda sua altura, se portou andando até o “rapaz” demonstrando quem era, um jovem arrogante que pensava ser o dono daquele lugar.
- Eu até pensei em brincar nesse seu lenga lenga. - Disse o jovem. - Mas você acha que poderia lutar comigo? - Sorriu ele, expelindo as palavras com todo veneno que tinha. - E quem disse que cabe a você buscar as informações… - o rapaz, que mesmo mais baixo que Arthur, encarava seus olhos azuis.  - Verme.
BANG
Simultaneamente enquanto os rapazes se confrontavam, o atendente que estava sendo amendrotando foi até uma das prateleiras e sacou uma pistola. Apesar de ser um homem comum, acertar um tiro em maka que só tinha um machado era simples. “Não posso irritar o jovem mestre… Não posso irritar o jovem mestre.” Ele já apontava sua arma para Maka, enquanto os dois jovens continuavam.

Bang
O segundo tiro acertou a coxa de Arthur, para que, propositalmente, acertasse o pé do rapaz, tirando as forças de uma das pernas, derrubando-lhe ali mesmo, podendo agora o jovem encarar, ainda que mais alto que o jovem, e encaixar a mão esquerda, que não segurava a pistola no rosto de Arthur, apertando-lhe pelas bochechas. no rosto do homem.
- Você, um inseto que sequer sabe o seu lugar acha que tem força e poder para ser “meu inimigo? -
O rapaz empurrou a cabeça do jovem Arthur para trás, e, utilizando o cabo de sua arma, deu uma coronhada no rosto do jovem, com toda sua força.
Plam
“Isso não vai prestar. Mas ele pediu por isso” Pensou o ferreiro. Encarando a cena levemente distante, o ferreiro viu o atendente apontando a arma para a menina. “Esse pensou bem”. Analisando a situação, o ferreiro fez os cálculos.  “Se reagir toma um tiro… E se não tomar…” o homem segurava o seu martelo. “Encostar no chefe ela não vai… Não que ele precise… Ixi”
Quase desacordado, Arthur se arrastou até conseguir ficar atrás do balcão de atendimento, enquanto o jovem atirador estava distraído observando a situação de Maka com o atendente.
- Parece que finalmente você entendeu seu lugar, sua pulga.

Próximo a Arthur, estava o seu rastro de sangue que deixou ao se arrastar até seu "escudo". A sua frente se encontravam em uma estante próxima, um escudo triangular e um arredondado, ambos com raio de 4 metros.

Simultaneamente, enquanto Arthur se arrastava, Maka estava assustada vendo toda a situação. O ferreiro que havia acompanhado o atirador finalmente se mexeu, caminhando, imperceptivelmente, até próximo de Maka. Seu olhar vazio e de medo, fez com que o instituto predatório do jovem atirador a ignorasse, mas a raiva do ferreiro surguiu. No local da qual Arthur estava, próximo a sua trilha de sangue, estava uma de suas adagas. O jovem atirador a segurou e foi em direção do atendente.
- Pior que um inseto... É alguém que não se mexe quando a família é atacada. - Disse o ferreiro, se aproximando da jovem e com seu punho, acertou na boca do estômago da moça.

Voltando ao jovem atirador e o atendente, esse último, feliz, sorria com a arma tremendo em mãos.
- Se-Senhor, eu estou com ela na mira.
Em um instante, o jovem usou a adaga e cravando-a na cabeça do rapaz, indo de cima para baixo, até que o punho da adaga ficasse pendurado próximo ao queixo.
- Mas você deu com a língua nos dentes. - Disse ele antes mesmo do rapaz chegar ao chão. - Charles, vamos procurar o que viemos buscar aqui, depois tiramos o lixo.

O jovem atirador foi até uma das estantes de arma e puxou uma luminária, sendo escutado apenas um grande "Clank". Um pedaço do chão próximo ao fundo da sala, em que se encontrava o cadáver do atendente se levantou e caminhou para o lado, revelando uma passagem subterrânea.
- Vamos Charles. Na volta te dou a mulher para levar para casa.

Dessa forma, Maka, que se encontrava no chão, após o soco em seu estômago que havia levado e Arthur, ferido e sangrando, se encontravam com um momento de paz. O objetivo que procuravam, talvez pistas, se encontravam ali, mas procurariam esses mais um round com seus oponentes?

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Soco no estômago - -30 de pdv
Atordoada I
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Leve corte no ombro - 1/3 - parar de sangrar - 1/5 - semi-cicatrizar
Tiro na coxa. - 1/20 - Sangramento II
Atordoado II - 1/2
Ferimento interno (causando dor de cabeça) - 1/4
Hematoma da coronhada - 1/15
Vício: 0/15

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Onomatopéias e sons
Considerações:

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

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Legenda:

Narração
Fala
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Arthur Lancaster
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Créditos : 21
Localização : Sirarossa
Re: Vol 4. A vingança pelo massacre Qui Nov 25, 2021 10:13 am

 
 
Post 06
"Vol 4. A vingança pelo massacre"
O imperador das sombras

A diferença de força entre nós dois naquele momento, era algo que somente um idiota não perceberia, mas tinha algo que aquele baixinho arrogante não poderia ter, e isso seria o prazer de me ver sofrer, resmungar de dor ou até mesmo uma reação desesperada. Em todo momento permanecia passivo, calmo e focado. Olhando dentro dos olhos dele sem qualquer expressão evidente.

Vol 4. A vingança pelo massacre - Página 2 O3jd

"Anos atrás na arena localizada em Bartine… Eu havia derrotado muitos dentro daquele lugar, treinado exaustivamente dia e noite, mas naquela noite tinha alguém que eu sabia que era mais forte que eu, um adversário que era sem dúvidas mais forte que a maioria dos homens comuns, e eu não era exceção. Por isso permaneci calmo, mesmo recebendo poderosos golpes, passível não por falta de solução, mas sim pelo êxtase de achar um obstáculo a superar."

- Você é um pirralho forte. - Meu rosto não expressava nenhuma emoção, e com um movimento natural, fumava meu charuto uma última vez, soltando uma grande neblina branca. - Imagino que nossos assuntos terminaram. - Levanto calmamente segurando toda minha dor, nem que fosse somente até sair da vista deles, mas se suportasse continuaria assim.

Pegaria Maka pelo braço, mesmo estando mais ferido conhecia minha irmã e ela precisava de meu apoio naquele momento. Quando seus olhos se encontrassem com os meus, deixaria claro mesmo com somente o olhar autoritário, que naquele momento estávamos saindo, ela me conhecia o suficiente e já tinha visto esse olhar várias vezes na infância. E sairia pela porta da frente daquela ferraria sem olhar para trás.

- Dahahahaha as coisas acabaram de ficar melhores, vai ser um prazer enorme conseguir vantagem sobre eles depois disso. - Comentava com minha irmã sorrindo dessa vez, com ela não precisava parecer impassível ou esconder minhas verdadeiras emoções. - E não se preocupe com seu irmão, logo ele fica melhor e da uma surra no maldito que lhe acertou.

Não tinha muitas opções além de ir visitar um médico para amenizar meus ferimentos. Então voltaria para o consultório que fomos mais cedo, andaria lentamente mantendo a postura enquanto a dor me consumia por dentro, não queria demonstrar fraqueza.

Chegando no local, procuraria alguém que pudesse me atender. - Bom dia, tudo bem? poderia me ajudar com uns curativos? - Jogaria meu charme para quem atendesse, soltando um olhar sedutor e um sorriso meigo. - E se não for pedir muito, queria aprender mais sobre primeiros socorros, tenho conhecimento básico em anatomia, mas queria saber como prestar os primeiros curativos em algum acidente.

Caso a pessoa aceitasse compartilhar seu conhecimento, prestaria atenção em cada uma de suas palavras, e a maneira como cuidava de cada um dos meus ferimentos, começando pela ferida aberta, como era o processo de limpeza tanto do material como da ferida em si e como era fechada.

Além disso, as faixas e esparadrapos usados em hematomas, queria saber entender como era colocado em diferentes casos ou membros do corpo, imaginando em todos os casos como seria se eu estivesse no lugar do médico, atendendo um paciente ou até mesmo aplicando os conhecimentos em mim mesmo.

- Impressionante! Poderia me explicar mais uma vez como você sabe o que fazer em cada situação? - Sorriria enquanto tentava fazer anotações mentais. - Posso tentar uma vez? Queria re-aplicar essa faixa que você colocou em meu ferimento. - Em caso de concordância, tentaria realizar com cuidado e calma me forçando a lembrar de cada explicação.




Histórico:

Número de POST: 06
Dependência: 01/15
Ganhos: -
Perdas: - 400 mil bellies (roupas - post 02)
Mochila : - Charutos (6/10)
- Adaga
Ferimentos :
Leve corte no ombro - 1/3 - parar de sangrar - 1/5 - semi-cicatrizar
Tiro na coxa. - 1/20 - Sangramento II
Atordoado II - 1/2
Ferimento interno (causando dor de cabeça) - 1/4
Hematoma da coronhada - 1/15
Legendas: Fala | "Pensamento"  | "Flashback"



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Ficha

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Maka
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MakaInstrutor
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Re: Vol 4. A vingança pelo massacre Qui Nov 25, 2021 12:52 pm
Vol. 4 – A Vingança pelo Massacre
Luto - Vingança - Aprendizado
Aquele conversa estava ainda mais perigosa a cada minuto, e enquanto as coisas esquentavam, eu, uma inútil irmã que sempre se orgulhou de sua força e coragem, que havia passado por situações tão ruins quanto essa, estava ali parada e sem ação alguma. Assistindo meu próprio irmão levar um tiro e cair no chão.

Aquela cena de Arthur ajoelhado era idêntica ao assassinato de Euntae naquela manhã. E ver aquilo de novo era tão... tão... Porque? Porque eu não conseguia me mexer? Por que essa dúvida? “Vamos, faça alguma coisa, ou outro de seu irmão irá morrer bem na sua frente... PORRA!!!” Mas era inútil... eu era uma inútil.  

A pancada no estômago não doía tanto quanto o sentimento de fragilidade que eu estava sentindo naquele momento, pensando o porquê de minhas pernas tremerem. “Vamos Maka, ele está do seu lado, e está te provocando! Não seja fraca e vá com tudo!!!” Quando eu menos esperava, notei que minha mão esquerda segurava o meu pulso direito fortemente, impedindo que eu reagisse. Meu próprio corpo estava contra mim.

Toda aquela cena de imponência se desenrolava, com a morte do atendente vinda pelas próprias mãos daquele rapaz, que não deixou dizer mais insultos a nós dois, caminhando para um lugar secreto que só ele e o tal ferreiro que estava ali seguiriam. Deixando assim a gente para trás, totalmente derrotados.

- Arth! Voc... - Eu só conseguia pensar no estado de meu irmão naquela hora, mas também não me sentia no direito de perguntar se ele realmente estava bem, já que não havia feito nada por ele. Um olhar bastou para que eu o seguisse. - Não se preocupe Arthur, eu consigo caminhar. O importante é levarmos você para um hospital agora e tratar disso. - Ainda me senti um pouco tonta com o soco levado anteriormente, por isso, caminharia sem pressa e com cuidado até que aquilo pudesse passar.

“Não posso...” por um instante eu já ia me esquecendo do último pedaço palpável de Euntae. O boneco de pelúcia! Antes de sair da loja iria até o local que o havia deixado e o abraçaria levando-o comigo, como se aquele toque fofo me reconfortasse e me fizesse esquecer por alguns instantes toda a merda que acontecia naquele dia.

Caminharia com ele até o hospital que ele quisesse ir, que pelo andar já conseguia perceber que voltaríamos para o mesmo ao qual eu fora atendida pela manhã, após o incidente no hotel. - Não se preocupe com ele Arthur. Não tem porque se vingar... Eu só quero você vivo do meu lado. -  

Chegando no hospital, eu não entraria com o Arthur, e ficaria do lado de fora. Não queria sentir o cheiro desse passado de morte que aquele lugar me traria. - Vou ficar aqui fora Arthur, e respirar um pouco... - Deixaria o Arthur seguir, enquanto procuraria um canto do lado de fora que estivesse vazio e ninguém pudesse me incomodar. E ali, sentaria ao lado daquela pelúcia.

- Como eu queria que você estivesse aqui, Lee. - Sentada ao chão, olhava para o leão de pelúcia como se meu irmão estivesse realmente ali. - Eu sou um fracasso completo. Olha pra mim, falando sozinha com um boneco... - Uma gota de choro escorria pela bochecha esquerda enquanto eu olhava fixamente para os olhos daquele boneco. - Quanta idiotice! - Com o punho cerrado, secava de forma grosseira aquela lágrima em meu rosto.

Não havia notado anteriormente que aquele boneco tinha uma pequena etiqueta presa ao seu corpo, e por curiosidade, resolvi ler o tal papel. “Apenas quando um combatente de verdade escrever seu nome no brinquedo, irá despertar o espírito do último herói da terra. Leonidas Fluffal” - Pufhaha! Só mesmo algo desse tipo pra me fazer rir. - Um boneco vivo? Quanta ideia. Mas não poderia negar que aquilo me tirara um breve sorriso do rosto. - E se... - Não! Seria muita bobagem acreditar em algo assim. “Mas, e se na verdade isso fosse alguma ideia do meu irmão? Será que ele sabia um jeito de voltar a vida em outra coisa?”

Talvez a loucura houvesse tomado conta de mim, e a pancada no estômago me fizera delirar. Levantei e caminhei até a recepção do hospital procurando por uma caneta, ou um lápis, o que visse na frente, e em seguida escreveria o tal nome no boneco. - Leonidas... Fluffal! - Deixaria o material ali, e voltaria para o meu canto do lado de fora. Me sentaria e ficaria encarando o boneco por algum tempo.

- PUFFHAHAHAHA!!! O que eu fiz com a minha sanidade. - Ao ver que o boneco não se mexia, voltaria a mim, entendendo que talvez precisasse de um tratamento psicológico para superar tudo aquilo, pois a loucura já tomava conta de mim. - Droga... sua inútil! - Socaria o chão me sentindo cada vez mais frustrada com tudo aquilo. Deixaria o boneco de lado, e me fecharia envolvendo meus braços em minhas pernas para esconder meu rosto da vergonha que sentia de mim mesma.
       
         
Histórico:

N° de POST: 6  
Ganhos:
- Roupa confortável e simples - post 1
- laço de cabelo - post 1        
Perdas:
- 110.000 berries (compra na loja) - post 1          
Vício: Dependente – Álcool 6/15          
Ferimentos:
- Soco no estômago - -30 de pdv
- Atordoada I  

Informações:
Proficiências:
• Anatomia          
• Atletismo          
• Acrobacia          
• Estratégia          
• Briga          

Qualidades:
• Destemido (1 Ponto)          
• Prodígio (2 Pontos)          
• Prontidão (2 Pontos)          
• Mestre em Haki (4 Pontos)
         
Defeitos:
•  Dependente - Álcool(1 Ponto = 15 posts)          
• Sadista (2 Pontos)          
• Furioso (2 Pontos)        
• Leal (2 pontos)
Arthur Lancaster:
Maka sempre foi uma valentona no orfanato em que vivia, e por ser assim, ninguém tinha coragem de bater de frente com ela. Isso até Arthur chegar e ser o único que não teve medo, e ainda por cima sempre aguentou as porradas.          

Após muitas brigas, os dois criaram um grande respeito um pelo outro, consequentemente se tornando irmãos no orfanato, jurando então lealdade a ele após dizer quais seriam seus objetivos, e como cada um de seus irmãos resolveram seguir ele, Maka também optou por assim fazer, mesmo que custasse agora ser perseguida pela organização Sakura ao qual passou 5 anos.
         
• Inimigo (2 pontos)
Organização Sakura:
A organização Sakura é um grupo mercenário que atua no submundo. Antes seus trabalhos eram feitos no West Blue, porém, agora se mudaram para a Grand Line.          

Maka nunca soube com o que exatamente no submundo o grupo Sakura trabalhava, e nem mesmo pra quem, pois foi treinada junto com várias outras pessoas durante 5 anos, e isso era a única coisa que acontecia lá treino e treino todos os dias. Até onde ela sabe, a organização tem três pessoas de muito poder e que comandam o que acontece lá, sendo eles o líder do grupo, chamado de Yoshindo Yoshihara. Além dele, o grupo ainda tem 2 mestres que trabalham diretamente para Yoshindo.          

Date Yuuma, um mestre marcial, e Wu Bjorn, um bárbaro que também é mestre em combate.
         
Objetivos:

- Aprender: Navegação, Condução, Geografia e Meteorologia
- Conseguir uma Kanabo e um Machado
- Conhecer o meu Npc Companheiro
- Trazer Leonidas Fluffal à vida!
Legenda:
Fala
Pensamento

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