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Kenshin
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World Legacy Scars Seg Out 11, 2021 12:23 am
Relembrando a primeira mensagem :

World Legacy Scars

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Kain Belmont. A qual não possui narrador definido.

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Pepe
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Re: World Legacy Scars Seg Out 18, 2021 2:19 am


Narração

Kain
Localização: Swallow - North Blue
Período do dia: Manhã

Ao invés de responder, a reação natural de Kain era perguntar várias coisas ao superior após ouvir aquela história tão conveniente do dono do bar. Percebendo a própria falha, acabou se desculpando e contando ao superior o que havia descoberto.

Quando terminou, viu que o sargento ficava um tempo parado observando a médica que colocava um par de luvas e começava a tatear o corte do membro de um dos mortos. — Suas perguntas foram boas, e infelizmente é exatamente o que temos que descobrir, não sabemos quem eles são — falava o careca, o terceiro olho parecia anormalmente aberto, como se tentasse enxergar algo além da cena. — A outra testemunha é a óbvia... — seu tom não era dos mais felizes. — A criança que admite ter cometido os crimes — complementava ele, mas antes mesmo de continuar ouviram a médica falando. — Impossível uma criança ter feito isso tudo — ouviam a médica falando. E novamente, o tom era normal, parecia que finalmente entendera que não havia motivo para cochichar.  

Sobre a informação em si, não havia dúvidas disso quase, mas deixaram a médica continuar. — Para começar, preciso testar algumas coisas, mas tenho quase certeza que os membros foram cortados com eles já mortos — após ela falar isso, olhava para Lincoln que comentava que chamaria alguns soldados para carregar os corpos para o quartel general. — A não ser que seja uma criança com uma força tremenda, a chance do corte ter sido feito por um adulto é incrivelmente alta. No máximo se a criança tivesse usado algum tipo de dispositivo de algum açougue, mas para isso como traria os corpos para cá depois é outro mistério — comentava a moça.

Ouvia o sargento soltando ar pelas narinas de forma cansativa. — E isso é exatamente o que temos que descobrir. Não sabemos nada sobre as vítimas, não é como se o dono do bar perguntasse tudo para qualquer um que entrasse aqui querendo alguma coisa. Holnet, dê o relato do homem enquanto chamo outros soldados para pegarem os corpos — comentava Lincoln retirando um baby den den mushi de seu paletó e se afastando.

Holnet parecia ter se acostumado um pouco mais com a cena a sua frente, ou pelo menos já não possuía mais nada para jogar para fora. — O dono do bar falou que eles chegaram quase juntos, poucos minutos de diferença entre eles. A criança inclusa num dos que chegaram, pediram muita bebida e tinham seu próprio estoque de Olho de Rapina. Claramente se conheciam e enquanto estava fazendo uma refeição que pediram, acabou ouvindo diversos gritos. Veio para cá ver o que estava acontecendo e foi quando viu a criança arrancando os membros dos homens. Saiu correndo, tropeçou, bateu a cabeça e quando acordou chamou a marinha — comentava, o soldado falara aquilo tudo bem rápido, era difícil acompanha-lo. — A criança estava viva e desacordada no meio do balcão ali — falava apontando para o balcão, que estava limpinho. — A própria criança quando acordou falou que fez o ato também... mas como vocês mesmos falaram, os membros não foram arranca... — ele colocava a mão tampando a boca para não deixar que vomitasse novamente. É, não havia soltado tudo ainda.

O sargento voltava num bom timing. — Nós vamos voltar para o quartel general e falar com a criança... mas também vamos tirar fotos dos homens para sairmos perguntando sobre eles por aí... se não soubermos quem são eles e quem possuía algo contra eles... bem, a criança acabaria sendo a culpada de tudo, por mais que o testemunho não bata com a realidade — ele não parecia muito satisfeito com aquilo.

Voltando para o quartel general, Kain possuía a opção de entrar ou não para interrogar a criança. Lincoln havia comentado no caminho, crianças geralmente se assustavam com o olho na testa dele, então Belmont ou Holnet interrogar seria o melhor para o caso.

Haviam colocado a criança numa sala de interrogatório, mas deixaram a situação minimamente mais agradável para ela. Retiraram a mesa e as cadeiras e colocaram almofadas e claramente tacaram uma tinta colorida na parede para não deixar o clima tão fúnebre lá dentro. Apesar disso, a falta de janelas ainda deixava o local meio claustrofóbico. Afinal, tratar a criança como alguém com força para cometer os crimes ou não? Como proceder?

Independente de entrar ou não no cômodo com o superior, ver aquele ser tão pequeno tornava a situação quase uma piada de mal gosto. Era um pequeno menino, sete ou oito anos? Por aí. O cabelo preto curto e bem... nada mais além da clara cara de alguém que havia chorado por muitas horas.
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Kain

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Re: World Legacy Scars Seg Out 18, 2021 11:47 pm



World Legacy Scars

- Kain Belmont -


Ж

As perguntas se acumulavam e aparentemente tínhamos chegado ao ponto de estarmos caminhando em círculo, sem mais nenhuma informação nova só nos restava ir em direção ao centro dessa confusão: a criança. Ninguém ali parecia acreditar na possibilidade de um garotinho ter praticado tais atos, mas a verdade é que tínhamos de estar preparados para tudo, por mais absurdo que pudesse soar ainda era uma possibilidade no fim das contas.

O pouco que tínhamos descoberto foi compartilhado entre todos ali envolvidos, um detalhe importante era que as vítimas não eram completos estranhos, ao que tudo indicava trata-se de conhecidos inclusive a criança, então o massacre realmente não tinha sido um ataque aleatório, alguém ou alguma coisa tinha motivos para fazer isso com essas pessoas. No fim só nos restou retornar ao quartel e interrogar o suspeito. - Certo. - Bati continência em resposta a ordem do sargento e o segui em direção ao QG.

Durante a caminhada me foi dada a oportunidade de participar do interrogatório, confesso que esse não era o meu forte principalmente tratando-se de uma criança, mas talvez eu realmente parecesse menos ameaçador do que um homem alto de três olhos - o que era um detalhe curioso diga-se de passagem, mas tratando-se de um superior não ousaria questioná-lo ou realizar perguntas… Indiscretas, mesmo que estivesse curioso sobre. - Farei o meu melhor, senhor. - Assenti positivamente com a cabeça, mesmo não sabendo se seria capaz de tirar algo do suspeito não custava nada tentar... Eeer, eu acho.

Quando finalmente me deparei com o culpado não pude deixar de congelar por um instante, eu sabia que se tratava de uma criança mas aquilo… ~ Isso só pode ser brincadeira. ~ Aquele garoto tinha assassinado sete pessoas com a maestria de um mestre? Chegava a ser uma piada de mal gosto, ele era apenas um jovem assustado que provavelmente sequer entendia o que estava acontecendo, talvez fosse até mesmo parente de alguma das vitimas? Seus pais estavam entre eles? Pensar sobre isso só deixava a situação mais difícil, mas eu não podia trazer essa atmosfera pesada para dentro da sala.

- Olá. - Comentei ao adentrar a sala, em meu rosto estava um sorriso amigável contido, nada forçado ou exagerado. - Eles capricharam nesse lugar, meu dormitório parece um espelunca em comparação. - Um riso contido escapou enquanto me aproximava do garoto e me sentava em uma das almofadas. - Ooh, isso é melhor do que minha cama! Eu realmente preciso ter uma conversa com o tenente sobre isso. - Afaguei as almofadas testando sua composição. - Ah me desculpa por ir chegando assim é um costume ruim que tenho, a curiosidade sempre faz eu me desligar um pouco, hehe. - Inclinei a cabeça um pouco para frente e cocei a nuca sem jeito.

- Eu sou Kain Belmont, é um prazer. - Estiquei a mão em direção ao garoto mantendo uma expressão gentil. - E você é? - Aguardaria uma resposta ou reação, mas se o garoto permanecesse em silêncio apenas recolheria a mão. - Você nasceu aqui nesta ilha? Eu não conheço muito dessa região e acabo passando meu tempo livre descobrindo mais sobre. - Voltaria a me sentar em uma das almofadas. - Vim de uma ilha distante da Grand Line chamada Lito Garde, já ouviu falar? Aposto que não, é um lugar isolado de onde pessoas como eu vem. - Nesse momento virava um pouco os ombros e apontava com o polegar para as asas em minhas costas. - Somos conhecidos como celestiais, algumas pessoas até mesmo nos chamam de anjos ou protetores alados, sineramente fico um pouco sem jeito com isso mas até que combina, não concorda? - Um sorriso um pouco mais largo se formou deixando alguns dentes a mostra.

A tentativa de criar um clima mais leve continuava independente dos resultados até então. - De onde eu venho também existem criaturas enormes, algumas pessoas dizem que são monstros que já deviam ter sido extintos muitos anos atrás, como eles os chamavam mesmo? - Levei uma das mãos até o queixo. - Dinossauro? Acho que é isso, mas quando digo que vim de uma ilha onde dinossauros ainda vivem as pessoas me chamam de louco, falam que estou mentindo e inventando histórias para aparecer, mas é tudo verdade! Sou um guerreiro Rakshasa que enfrentava essas feras, era o responsável por manter meu povo seguro dessas criaturas. - Estufei o peito tentando demonstrar meu orgulho, mesmo que na verdade nunca tenha vivido tempo o bastante na aldeia para assumir esse papel.

- Agora que contei um pouco sobre minha vida, por que não compartilha uma história sobre você também? Por acaso você também encontrou algo no qual as outras pessoas não acreditariam se ouvissem? Aposto que já deve ter visto muita coisa que os adultos achariam estranho também, Kishishi. - Dar tantos rodeios assim poderia não me levar a lugar nenhum, mas meu objetivo no momento era tentar criar algum vínculo com o rapaz assustado, contar uma história e ouvir uma em retribuição poderia ser um bom início ou um catastrófico, no fim se tratava de uma aposta.




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Nome: Kain Belmont
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Re: World Legacy Scars Qui Out 21, 2021 12:31 am


Narração

Kain
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Período do dia: Manhã

Entrava no pequeno espaço que o menino estava, não entrava sozinho, Holnet acabara entrando junto. De qualquer forma, já chegava tentando quebrar um pouco o gelo. Algumas mentiras eram contadas para isso, mas se haviam algum impacto na criança parecia ser tão mínimo que Kain não percebia.

Se apresentava e via pela primeira vez os olhos azuis do menino. A criança voltava a olhar para baixo e respondia de forma tão baixa que Belmont não simplesmente não escutara. Não era o único, Holnet parecia não ter escutado também.

Querendo saber mais sobre o menino, começava perguntando se ele era dali, mas via a negativa feita com a cabeça. Parecia que Holnet ia tentar algo, porém o soldado parecia meio perdido em como falar algo e por isso o próprio Belmont continuava falando.

E era quando finalmente retirava uma reação mais forte falando sobre sua terra natal. — Já! — ouvia e a criança parecia finalmente olhar para ele com mais vontade, provavelmente surpreendendo um pouco Kain, porém quando o menino ouvira o resto estranhara. — Eu ouvia que lá tinha gigantes... — falava ele meio desapontado com Belmont e as asas que ele tinha, por mais que houvesse criado toda a narrativa para parecer legal.

Enquanto continuava a narrativa, percebia que a criança ia concordando com ele, parecia já ter ouvido a história sobre tal local realmente. Independente do menino ter gostado ou não de ter seus sonhos frustrados com a ilha que Kain descrevia, fora o suficiente para quebrar bem a tensão que havia no ar. Isso é claro, até o soldado perguntar sobre algo que o garoto contava e ninguém acreditava.

O menino voltava a uma posição mais fechada e quando respondia acabava surpreendendo um pouco. — Vocês nunca ouviam... — falava sem deixar claro o que era. Finalmente Holnet parecia tomar a coragem de falar algo, o soldado estava tão tenso e a tanto tempo sem falar, que a primeira palavra parecia dolorosa ao sair. — A gente? — e o menino concordava com a cabeça. — Vocês, marinheiros... — falava o menino triste e Kain percebia que os olhos dele iam se enchendo de lágrimas, mas aquilo não era o suficiente para a investigação. — O que os nossos colegas não ouviam? — pergunta Holnet, demonstrando que pelo menos os dois ali eram diferentes dos demais. — Que meus pais estariam melhores mortos... — terminava de falar o menino e a reação aquilo era óbvia, os olhos do colega de Belmont ficam esbugalhados na maior expressão de surpresa e era bem claro que ele não fazia a mínima ideia do que falar naquele momento.

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Kain

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Re: World Legacy Scars Qui Out 21, 2021 9:20 pm



World Legacy Scars

- Kain Belmont -


Ж

Ouvir o garoto comentar que conhecia minha terra natal me atordoou por um breve instante, não imaginava que aquela criança de uma terra tão distante já tinha ouvido sobre, o mais estranho era que ele sabia sobre os gigantes que tratava-se de uma história antiga mesmo entre os habitantes, quando meu povo chegou não existiam mais gigantes lá mas sim um crânio enorme de um que serviu como abrigo para algumas pessoas. Dito isso, o que as pessoas de fora sabiam sobre isso? Por mais que quisesse lhe perguntar, sentia que não era o momento adequado para tal.

O maior choque foi quando a criança acuada respondeu às perguntas do outro soldado. ~ Vocês nunca ouviram? ~ Repeti comigo mesmo, a conclusão daquela frase me fez estremecer e congelar por um breve momento, o que? O que aquele garoto queria dizer com isso? Instintivamente uma de minhas mãos tocou na máscara em minha cintura. ~ Esse menino assumiu a culpa pelo assassinato daquelas pessoas, que ao que tudo indica eram seus familiares, então isso… ~ Pela primeira vez as coisas pareciam estar um pouco mais claras, é claro, o garoto não tinha matado aquelas pessoas, mas por algum motivo parecia estar protegendo quem o fez, talvez por que quisesse seus pais mortos? Então por que estava chorando? Talvez estivesse sendo ameaçado para isso?

Claro que essas eram apenas hipóteses, ainda era difícil saber se ele realmente queria isso, se seus pais eram ruins ou apenas miseráveis, o problema era: que eu dissesse a seguir poderia pôr tudo a perder.  - Família é... Sempre complicado. - Apanhei a máscara com uma das mãos e a coloquei na minha frente, encarando-a nos olhos como se tentasse ver algo em seu interior. - Eu nunca conheci meu pai, tudo que sei sobre ele são histórias e boatos que ouvi através da minha mãe e das pessoas de forma geral, inclusive dos marinheiros. - Baixei os braços deixando a máscara próxima ao chão, mas ainda entre os dedos de ambas as mãos. - Tidus Belmont, esse era seu nome, pelo que dizem ele foi um revolucionário que causou muitos problemas por onde passou assim como também ajudou outros, mas no fim cada um tem sua versão da história sobre suas ações, e seja lá qual for a verdade ele realmente deixou uma cicatriz na história, odiado por alguns e adorado por outros, alguns festejam a respeito de sua morte e outros desejam que ainda esteja vivo. - Apertei a máscara um pouco mais, pressionando os polegares e depois aliviando.

- Mas nada disso importa, pra mim ele é um completo estranho no qual minha mãe depositava uma fé que eu não sou capaz, sequer entendo mas ainda sim respeito. - Por algum motivo as palavras do garoto tinham me feito lembrar de mim mesmo, em algum momento desejei a morte do homem que simplesmente me abandonou, que nos abandonou, quando nossa vila foi atacada eu desejei que ele estivesse ali e que pudesse fazer algo por nós, mas ele não estava, ele nunca esteve. - Hoje eu já não tenho ninguém, nunca conheci meu pai e minha mãe foi morta na minha frente bem como todo meu povo, entendo como é estar sozinho e não ter ninguém para te estender a mão quando mais precisa. - Nesse momento me levantei de onde estava sentado, guardei a máscara na cintura novamente e baixei a cabeça o máximo que pude.

- Peço minhas mais sinceras desculpas a você. - Levei os braços para trás enquanto me desculpava, com a cabeça tão baixa que talvez quase fosse capaz de tocar o chão. - Eu me tornei um marinheiro para reerguer o legado da minha família, mas se não sou capaz nem mesmo de impedir que outros sofram o mesmo que eu, então talvez eu não seja digno de carregar esse fardo. - Permaneci nessa posição por algum tempo, até que assumi minha posição ereta e confiante novamente. - Se ninguém vai lhe ajudar. - Estenderia a mão para o garoto à minha frente. - Eu vou. - Permaneceria parado em sua frente. - Me diga o que realmente aconteceu naquele bar, dou minha palavra a você que vou encontrar o responsável.



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Re: World Legacy Scars Seg Out 25, 2021 3:36 am


Narração

Kain
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Período do dia: Manhã

A situação era mais complicada do que imaginava, marinheiros não haviam escutado? Kain percebia que havia mais por trás daquilo tudo, começava a imaginar uma série de hipóteses. Estaria aquela criança escondendo o culpado? Precisava perguntar, mas como faria isso?

O Belmont fez o melhor que pôde quanto a isso, usou este sobrenome, lembrando de histórias de seu desconhecido pai. Se Holnet reconheceu o nome Tidus, não demonstrou, e o menino também não demonstrava conhecer. De qualquer forma, Kain continuava, se desculpava pela própria incapacidade e pedia principalmente para que o menino confiasse nele, que contasse o que havia acontecido naquele bar.

O garoto, que estava quase chorando, olhou meio sem entender e comentou enquanto segurava a própria cabeça. — Mas eu já falei! — falava a criança num tom mais baixo, mas que Belmont percebia que era raivoso, e sim, a raiva era direcionada ao marinheiro que havia acabado de se desculpar.

De qualquer forma, a fala era tão baixa, que provavelmente só Holnet e Kain escutaram, o povo na outra sala com certeza não ouviram. — Eu matei meus pais! — comentava o menino ainda baixo, mas com a raiva ainda intensificada, não parecia que ele estava mentindo, até porque parecia puto demais para isso. O famoso sincericídio por estar com raiva demais. — Não conhecer meu pai seria um sonho — complementava num sorriso estranho, mas parecia que o garoto estava perdendo a razão.

Holnet percebia isso também, não só que o garoto estava perdendo a noção, como a raiva provavelmente faria ele continuar falando. — E como você fez mesmo? — perguntava, num tom claramente mais provocativo, um que não parecia ser certo a se usar com uma criança. — Eu arranquei! ARRANQUEI! AQUELA MERDA DE BRAÇO! AQUELA MERDA DE PERNA! — gritava o menino com raiva, e o soldado então rebatia no mesmo instante. — Nós dois estávamos lá no bar, e os membros foram cortados, não arrancados — e quando o menino ouvia aquilo, o que viam no rosto da criança era incredulidade. Um choque mental parecia ter ocorrido, como se ele acreditasse em algo fielmente, com todo o seu coração, e descobrisse que era mentira.

Só que o garoto não se rendia. Suas mãos iam para sua cabeça como se estivesse com dor de cabeça. Ele apertava a própria cabeça e começava a falar bem rápido e baixo que o marinheiro estava mentindo. E acabava desmaiando no mesmo momento que o sargento Lincoln já estava entrando no cômodo. — Essa história só fica mais confusa — falava o homem se aproximando do menino e vendo se ele estava com febre ou qualquer outra coisa, garantindo que a criança estava “bem”. — Teve algumas falas que não consegui ouvir, o que vocês entenderam? — perguntava ele  olhando para os dois separadamente.

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Re: World Legacy Scars Seg Out 25, 2021 9:16 pm



World Legacy Scars

- Kain Belmont -


Ж

O rapaz parecia um pouco atordoado com toda a situação e novamente assumiu a culpa, mas ouvir diretamente de sua boca e olhando em seus olhos mudava a situação. ~ “Esse moleque...” ~ Senti um frio quase sobrenatural subir pela espinha, uma criança estava na minha frente dizendo que não queria ter conhecido seu pai e estava assumindo seu assassinato. ~ Por qual tipo de inferno você passou para chegar a isso? ~ Não estava com raiva ou frustrado, não, a única coisa que existia em meu olhar era… Tristeza.

Após um breve ataque de pânico a testemunha finalmente desmaiou. - O que fizeram a você? - Murmurei pra mim mesmo, me aproximei e coloquei uma das mãos sobre a cabeça do menino. - As coisas não vão ser fáceis a partir de agora e você terá de ser forte quando a ficha cair, espero que possa encontrar o que busca. - Um filho não devia desejar a morte do pai, mas para chegar a tal me pergunto quem era realmente a vítima naquela situação.

Recepcionei o retorno do sargento com uma continência antes de prosseguir. - Ele… - Suspirei deixando minha postura vacilar por um momento. - O garoto assumiu a culpa assim como da primeira vez. - Voltei a olhar na direção do suposto culpado. - Inicialmente achei que ele estava tentando encobrir alguém, mas ele realmente parece acreditar que foi o responsável, mesmo que esteja confuso quanto a forma que aconteceu. - Levei uma das mãos ao queixo. - O garoto parece convicto que assassinou todos arrancando seus braços e pernas, mas quando o soldado Holnet o confrontou dizendo que os membros foram cortados e não arrancados o menino ficou em estado de choque, repetiu diversas vezes a si mesmo que era mentira até apagar.

Quanto mais a investigação avançava menos sentido as coisas faziam, quem teria se dado ao trabalho de incriminar um garoto no assassinato daquelas pessoas? E mais importante: quem eles eram para alguém se dar ao trabalho? - Já temos alguma coisa sobre as pessoas que foram assassinadas? - Questionaria olhando para o sargento. - O garoto mencionou que os marinheiros nunca ouviam que seus pais estariam melhores mortos, fiquei na dúvida do que isso significava, mas depois de ver toda essa fúria acho que podemos assumir que eles não eram exatamente pais ideais. - Alternei o olhar entre os dois marinheiros. - Mas isso não é suficiente para dizer se eram criminosos ou apenas péssimos pais, afinal de contas se fossem criminosos já teríamos ouvido falar deles, ou será que eram um grupo agindo nas sombras? - Criminoso agindo fora do radar da marinha ou apenas pais horríveis? A resposta para essa pergunta nos daria mais no que pensar.

Perguntas e mais perguntas, era isso que essa investigação estava gerando, para ser sincero não esperava que esse tipo de crime pudesse acontecer em uma ilha como aquela repleta de bárbaros, isso demonstrava o quanto meu conhecimento a respeito do mundo além de Lito Garden ainda era limitado. - De qualquer forma, o garoto parecia estar alucinando quando aconteceu já que confundiu os acontecimentos, mas isso não ajuda a descobrir o real culpado. - Cocei a cabeça enquanto deixava um suspiro escapar. - O que fazemos agora, sargento? - Por hora, sem saber para onde ir só me restava aguardar instruções do meu superior.



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Re: World Legacy Scars Ter Nov 02, 2021 4:16 pm


Narração

Kain
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Período do dia: Manhã- Quase Almoço

Kain informava o superior sobre o que havia ouvido, o caso era confuso e novas informações eram mais do que necessárias para o prosseguimento das descobertas. Infelizmente, via com a cabeça que ainda não tiveram novidades sobre os mortos, compreensível talvez dado o pouco tempo que se passara naquele interrogatório. Criava assim algumas ideias rápidas do que poderia acontecer, e o que chamou a atenção foi a reação do sargento para a ideia de a criança já estar alucinando. Ele parecia considerar a ideia, mas ao mesmo tempo algo parecia não bater para ele.

— Faz algum sentido duas pessoas alucinarem da mesma forma? Principalmente com os mesmos erros em relação a realidade? — perguntava Lincoln, mas percebia que não precisava de resposta. — Bem... como não temos mais informações, precisamos procurar respostas para as suas perguntas enquanto a médica faz o trabalho dela, vamos investigar — comentava o sargento. — Soldado Holnet, tire uma foto da criança e saía perguntando para os marinheiros deste quartel general se já a viram e o que ela falava... — ele dava uma pequena pausa, e parecia perder um pouco a compostura ao falar em seguida. — E se alguém sinalizar que sim, me informe depois quem foi, essas pessoas precisam aprender que não se ignora um pedido de socorro de um garoto — o soldado bateu uma continência e partia provavelmente em busca da câmera.

Lincoln então olhava para Kain e comentava. — Nós dois vamos perguntar para o povo que vive próximo ao bar — falava já se preparando para sair. — Se alguém viu alguma pessoa saindo ou entrando, algum barulho estranho, ou outra coisa... — falava já saindo do cômodo enquanto indicava para Belmont o seguir. — Reparei agora que o dono estar alucinando já é estranho por si só, por que você usaria drogas dos clientes? Sendo que ainda podem aparecer outros? E ainda mais estranho... como que os vizinhos não ouviram nada enquanto todo o massacre ocorria? — falava o homem meio nervoso com ele mesmo por algum motivo.

Com isso, começavam a andar todo o caminho de volta para o bar. Ao chegarem desta vez, conseguia perceber mais os arredores do bar, a maior parte do povo já havia ido embora, então a rua estava até bem vazia. De ambos os lados do bar havia casas normais. Logo a frente havia um marceneiro com uma provável casa no segundo andar. Do lado do marceneiro havia um outro bar, bem menor que o bar da tragédia, por isso se torna necessário ver o nome de ambos. O que ocorreu o crime se chamava Swallow Paradise, enquanto o outro tinha um péssimo nome De Olho nos Olhos. Do outro lado da marcenaria havia uma casa. Se fosse para os fundos do bar Swallow Paradise acabaria vendo um galpão que parecia trancado havia um bom tempo, pela janela só se via diversas caixas lá dentro e era perceptível que o local era sujo.

— Bem, você pode começ... — ia falando o sargento, mas eram interrompidos por um soldado que aparecia correndo. — Senhor! Alguns piratas aportaram aqui perto! O tenente vai demorar, você pode ajudar? — perguntava o soldado desesperado e o sargento indicava que sim com a cabeça. — Deixo os interrogatórios com você soldado Belmont — falava Lincoln entrando em posição de sentido e saindo com o soldado.

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Resumo: Nada acontece feijoada
Opinião sobre a Narração: Uma bosta

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Tidus
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Re: World Legacy Scars Qua Nov 03, 2021 12:57 am



World Legacy Scars

- Kain Belmont -


Ж

O comentário do sargento me fez levantar uma das sobrancelhas com curiosidade, é verdade que a história tanto do garoto quanto do dono do bar estavam bem alinhadas, ambos comentaram que os membros foram arrancados e não cortados, ou seja, os dois alucinaram com a mesma coisa. - Tem razão, é realmente estranho. - Cocei a têmpora com o indicador, aquele dono era sem dúvidas suspeito, mas não tínhamos qualquer informação concreta para confrontá-lo e essa era a parte mais frustrante. - Senhor, antes de continuarmos eu tenho dois pedidos se não se importar. - Prosseguiria após uma continência. - Eu gostaria de uma copia da fotografia também se não for um problema. E... - Olharia sobre os ombros como se estivesse tentando ver algo em minhas costas. - Acho que é hora de parar de fugir do meu sangue. Se não for um problema eu gostaria de trocar essa lança por uma katana. - Vendo o estado daquele garoto, tudo que ele sofreu e a forma que tratou sua própria família percebi que meus problemas eram pequenos, era hora de aceitar o sangue dos espadachins Belmont. Conseguindo o que queria ou não, seguiria as ordens do meu superior e partiria até o bairro onde o crime tinha acontecido.

Ao chegar e agora sem toda aquela multidão fui capaz de perceber como aquele bairro era bem comum, casas e comércios que pareciam ser a extensão de uma residência, era de fato um local que não se destacava em meio as vielas. ~ Esse parece o típico lugar onde a fofoca se espalha rápido. ~ Agora que a poeira tinha baixado me pergunto: o que o povo das redondezas estavam comentando sobre o caso? O problema é que a essa altura talvez já existissem muitas histórias distorcidas e mentirosos querendo fama.

Antes de começarmos a explorar a área de forma adequada um soldado chegou ao local nos informando de um ataque pirata, ou melhor, informando ao sargento que se ofereceu para ajudar. - Pode deixar comigo e boa sorte, senhor. - Respondi ao seu comando com uma continência, mesmo que no fundo quisesse ir junto sabia que seria mais útil aqui, o futuro daquele garoto dependia dessa missão e eu estava determinado a ajudá-lo da forma que fosse possível, a vida já seria dura o suficiente mesmo sem o peso do assassinato em seus ombros.

Agora sozinho dei uma olhada em volta observando minhas opções com mais cautela. ~ Huuum, o marceneiro pode ter visto alguma coisa, mas o outro bar também parece uma boa opção e depois do que aconteceu talvez a clientela veja o outro bar como uma opção mais segura. Pensando bem uma sabotagem seria uma opção válida entre concorrentes.” ~ Visitar o possível concorrente do bar parecia uma boa opção, mas talvez fosse melhor visitá-lo após conseguir alguma informação sobre a relação entre os dois comércios já que podia existir uma rixa ou coisa do gênero.

Após me decidir fui em direção ao marceneiro. - Olá, bom dia. - Cumprimentaria o responsável esboçando um leve sorriso e acenando. - Eu sou o soldado Kain, estou aqui para fazer algumas perguntas se não se importar. - Não me aproximaria muito e aguardaria uma resposta, preferia não causar nenhum pânico ou criar uma situação desconfortável. - Você viu ou ouviu alguma coisa sobre o atentado que aconteceu mais cedo no bar Swallow Paradise? - Apontaria sobre os ombros com o polegar na direção do dito estabelecimento.

Aguardaria por alguma resposta antes de prosseguir, se tivesse conseguido uma fotografia do garoto esse seria o próximo tópico. - Por acaso você já viu essa criança por aqui? - Mostraria a foto. - Sabe algo sobre seus pais? Se são das redondezas ou frequentam o bar com frequência? - Guardaria a fotografia tendo obtido uma resposta ou não. - E uma última pergunta. - Apontaria na direção do outro bar com a cabeça. - Aquele bar, De Olho nos Olhos, sabe algo sobre a relação dele com Swallow Paradise? Os donos se dão bem? A clientela da vizinhança tem alguma preferência? - A relação entre comércios e a identidade das vitimas poderiam ser uma peça importante naquela investigação, ao menos essa era minha aposta no momento.



Histórico:
Post: 9
Nome: Kain Belmont
Profissão: -x-
Proficiências: Acrobacia | Ameaça | Atletismo | Estratégia| Furtividade.
Qualidades: Alado | Profeta | Ambidestro | Visão Aguçada | Mestre em Haki.
Defeitos: Exótico | Infame | Ambição | Apegado | Intolerância Racial
Ganhos : Lança Clássica
Perdas: -x-
Localização: Swallow - North Blue

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Pepe
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Localização : Flevance - North Blue
PepeEstagiário
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Re: World Legacy Scars Dom Nov 07, 2021 2:37 pm


Narração

Kain
Localização: Swallow - North Blue
Período do dia: Manhã- Quase Almoço

Antes de partirem para a rua do bar, Kain pedia por dois itens, uma foto e uma espada ao invés da lança. O superior basicamente deu de ombros para a espada e todo aquele papinho de sangue e família, não havia razão para ser contra tal pedido ou se importar muito. Já quanto a foto mostrou um sorriso de que gostou da ideia.

Após isso, acabaram indo para o bar, só que a dupla se desfez e assim Belmont se via sozinho. Sua mente se ocupava por alguns instantes enquanto pensava no que fazer, quem questionar primeiro. Acabava decidindo ir ao marceneiro do local.

Ao entrar, viu que quem estava trabalhando era um homem musculoso, com outros estereótipos de lenhadores canadenses. O marceneiro respondia ao bom dia sem retirar o olho da peça de madeira que estava fazendo, importante já que mexia com uma grande serra, dividindo um tronco em dois. O homem indicava que não havia problema algum no marinheiro falar, até parava de mexer com a madeira para poder ouvir melhor.

Quando ouvia a primeira pergunta sinalizava com a cabeça antes de começar a falar. — Difícil não ouvir quando uma multidão fica na frente da porta — falou ele claramente incomodado. — Falaram que um grupo de piratas morreu por causa de uma overdose — complementou. — Não me importei muito, é normal forasteiros ingerirem demais por não conhecerem a potência de Olho de Rapina — terminava.

Após terminar, Kain se aproximava e passava a foto do garoto para o marceneiro. — Desculpe, mas nunca vi essa criança — falava devolvendo a foto, o homem parecia sincero. — Quanto aos bares, eram quase que sócios, como consegue imaginar pelo nome do bar ao lado, ele é focado mais no Olho de Rapina, então é costumeiro que os clientes escolham um bar ou outro dependendo do que desejem mais — explicava. — Provavelmente por isso que o bar em frente exagerou na dose, não é acostumado a quantidade, e os forasteiros muito menos — completava o homem, esperando algum tipo de sinal de que o marinheiro havia acabado ou que haveriam mais perguntas.

Legenda:
Randons
Tenente Strauss
Sargento Lincoln – Imagem Dele
Soldado Holnet – Imagem Dele
Médica — Imagem dela
Criança - Imagem dele

Histórico:
Nome e link da Aventura: World Legacy Scars
Nome e Ficha dos Participantes: Kain Belmont
Localização da Aventura: Swallow - North Blue

Kain

Ganhos:
• Katana Clássica (Post 9)
• Foto do menino

Perdas:

Relação de Personagens:

Experiência: 9 posts
Localização Atual: Swallow - North Blue


Quantidade de Postagens do Narrador: Pepe — 9 posts
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Re: World Legacy Scars Dom Nov 07, 2021 8:19 pm



World Legacy Scars

- Kain Belmont -


Ж

Encontrar com o marceneiro primeiro me rendeu algumas informações interessantes, para começar como imaginava os boatos já estavam começando a se espalhar com versões diferentes e a versão que me foi contada por ele despertou meu interesse. ~ “Piratas mortos por overdose? Não estão falando sobre os membros arrancados e o banho de sangue? E piratas?” ~ Cocei a ponta do queixo com o polegar, aparentemente estavam mascarando o assassinato por algum motivo, além disso ele chamou as vitimas de piratas e que esse tipo de coisa era "comum", que tipo de lugar era aquele afinal de contas e por que a marinha nunca ouviu falar sobre casos similares - ou será que tinha? Além disso não pude deixar de notar a serra que o rapaz estava utilizando, algo como aquilo certamente seria capaz de cortar um membro com facilidade, a pergunta é: será que de forma tão limpa quanto a que foi feita nas vitimas do bar? ~ "No máximo se estivesse usando um dispositivo de um açougue." ~ Repeti mentalmente as palavras da legista. ~ E quanto ao de uma marcenaria? ~  

Continuando com as perguntas, infelizmente não consegui descobrir mais sobre o menino ou seus possíveis parentes, talvez eles não fossem da vizinhança ou ele apenas não se encontraram antes? De qualquer forma a informação sobre a suposta boa relação entre os bares ao menos foi mais interessante. - Entendo, então eles são especialistas nisso. - Um bar especialista no uso do alucinógeno? Quais as chances de estarem envolvidos?  - Agradeço a cooperação, tenha um bom dia. - Assenti com a cabeça e me retirei do estabelecimento.

Agora tinha mais alguns fragmentos do mistério, a causa da morte que estava circulando por aí era outra - a verdadeira? - e os dois estabelecimentos tinham uma boa relação. ~ Se isso é verdade me pergunto qual será a versão da história que vão me contar lá. ~ Alternei o olhar entre os dois bares, o dono do Swallow Paradise estava agindo de forma suspeita e possuía uma história bem conveniente, e o dono do outro estabelecimento será que suas histórias estavam alinhadas?

Sem perder mais tempo fui em direção ao De Olho nos Olhos, mantive meu sorriso amigável tentando não transmitir nenhuma atmosfera intimidadora, daria uma breve olhada em volta para observar o movimento do estabelecimento e então me dirigiria ao balcão. Inicialmente permaneceria em silêncio, ao menos até que fosse notado por um funcionário. - Bom dia, eu sou o soldado Kain. - Me apresentaria mantendo o mesmo sorriso. - As coisas estavam bem agitadas por aqui mais cedo e alguns boatos ainda estão correndo por ai. - Deixei um suspiro escapar como se estivesse tendo um dia daqueles no trabalho. - Você por acaso viu ou ouviu algo sobre o que aconteceu no Swallow Paradise? Ouvi alguns boatos, mas a maioria se parecem mais com um conto de fadas. - Dei de ombros como se não acreditasse nos boatos que estavam rondando por ai.

Aguardaria por uma resposta e só após ouvir sua versão da história puxaria a foto do menino. -Ah! E aproveitando a oportunidade, por acaso você já viu esse garoto por aqui? - Colocaria a fotografia sobre o balcão. - Parece que ele vem tendo problemas com seus pais e queria saber um pouco mais sobre ele e seus responsáveis. - Por hora omitiria o fato dos casos estarem relacionados e principalmente que eu já sabia, no momento seria mais interessante verificar a versão da história que eles estavam contando naquele bar.



Histórico:
Post: 10
Nome: Kain Belmont
Profissão: -x-
Proficiências: Acrobacia | Ameaça | Atletismo | Estratégia| Furtividade.
Qualidades: Alado | Profeta | Ambidestro | Visão Aguçada | Mestre em Haki.
Defeitos: Exótico | Infame | Ambição | Apegado | Intolerância Racial
Ganhos : Katana Clássica
Perdas: -x-
Localização: Swallow - North Blue

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