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Roevs
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[TUTORIAL] Vyron Vulen Qui Out 07, 2021 5:27 pm
Nome: Vyron Vulen
Idade: 21
Raça: Humano Normal
Gênero: Masculino
Localização: East Blue | Dawn
Estilo de Combate Básico: Espadachim
Mão Predominante: Destro
Qualidade: Prontidão
Defeito:
Dependente [2 Pontos]:
Nicotina, sua garota má, as pessoas lhe odeiam, mas você me faz tão bem... A calmaria que me traz, saciando a ansiedade que me assombra até nas minhas melhores noites... Sou dependente dela em sua forma mais podre... Uma simples seda recheada de nicotina... ou cigarros... como costumam chamar... A cada tragada sinto a leveza em meu corpo, ao espalhar sua fumaça sinto todo sentimento ruim se esvair de meu peito. Uma troca simples, todo o seu mal pelas as angustias da vida que carrego comigo.
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Yamanbagiri Kunihiro
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Re: [TUTORIAL] Vyron Vulen Qui Out 07, 2021 5:35 pm
TUTORIAL APROVADO

Bem vindo ao All Blue RPG, a partir de agora eu serei seu Instrutor, irei lhe ensinar o básico sobre o fórum. O primeiro post é seu e peço desde já que se atente a sua mini ficha para trabalhar bem suas qualidades e defeitos durante a narrativa. Qualquer dúvida que tiver pode mandar MP que irei responder o mais rápido possível. Segue abaixo algumas informações importantes:

● A ficha usada para o tutorial é exclusiva dele e não precisa ser reaproveitada na sua ficha oficial, que pode ser completamente diferente. Mas nada lhe impede de usar o mesmo personagem.

● O fórum parte da premissa de evitar ao máximo God Mode, ou seja, que o jogador, controle NPCs e cenários. Em resumo evite descrever coisas como “O sol estava forte”, “Era uma manhã fria”. Não é um problema você dizer que acordou ou que está em casa, porém evite criar coisas.

● Uma dica importante para todos é que apesar de não se poder narrar cenários, ou controlar NPCs você pode procurar coisas e interagir com elas colocando a possibilidade de encontrar tais coisas. Exemplo: “Iria levantar e ir até a geladeira da casa, procuraria dentro dela uma maçã e se encontrasse uma já metia aquela bela mordida”

● Recomendo que consulte o Guia de Narração, Guia do Novato e Guia de Combate. antes de realizar o primeiro post.

● Por fim, sempre atente-se ao post de seu Instrutor e as dicas que ele der com cuidado, elas podem ajudar muito você a se guiar no fórum.

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Roevs
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Re: [TUTORIAL] Vyron Vulen Seg Out 11, 2021 10:42 am


Winter Night



“Uma mulher esbelta de cabelos carmesim, acompanhada de uma criança de cabelos loiro e olhos verde água, transluzindo toda sua beleza. O crepúsculo do inverno os contemplava, acompanhados do clima fúnebre da rua que caminhavam, simplesmente, um palco perfeito para uma história triste. A cidade parecia estar em quarentena, nem as luzes das casas estavam acesas, muito menos o som de vozes que costumavam ouvir pelas paredes. Mesmo com todo o clima tenso, o olhar e sorriso da criança transbordava felicidade, toda sua inocência em seu ápice.
- Mãe? – questiona a criança, sentindo uma parada brusca de sua mãe, que segurava firmemente sua mão.
O silêncio se torna pesado, em seu sorriso não existia mais felicidade, seu olhar coberto de lágrimas, todo o palco daquela história estava completo. O corpo de sua mãe havia ido de encontro ao chão, todo coberto de sangue, uma faca parecia ter sido atravessada em seu peito. – Mãe? Ei Mãe? Fala comigo mãe... – a voz da criança falhava em meio as lagrimas, a cada palavra seu tom de voz aumentava, até ele perceber que sua mãe não iria lhe responder, foi o estopim para o desespero lhe consumir e o seu grito ecoar por todo o local. Uma sombra surge por trás do garoto, que vira instantaneamente.”


Provavelmente despertaria assustado, esse pesadelo me acompanhava todas as noites. Como um hábito, primeira coisa que faria era passar a mão em meus bolsos, procurando por um cigarro “raramente sobrava algum para o dia seguinte”. Um dos meus vícios, talvez o maior, mas, era o que conseguia me acalmar. Caso eu não encontre nada em meus bolsos “o que certamente iria acontecer”, buscaria recobrar totalmente minha consciência e sanidade pós pesadelo, abriria então meus olhos para o ambiente a minha volta, procurando detalhes importantes, como cigarros... ou algum dinheiro. Se nada eu encontrar à primeira vista, me levantaria com todo o esforço que ainda estivesse presente em meu corpo e mesmo com a mente provavelmente ainda perturbada do pesadelo, buscaria em meus pensamentos, lembranças do que poderia ter ocorrido na noite passada, se isso se tornar uma tentativa frívola, eu só ignoraria, antes que esse esforço se transformasse em uma dor de cabeça.

Se o mundo tiver sido gentil com a minha pessoa e acordasse dentro de casa, caminharia até o banheiro pra tomar um longo banho gelado, o suficiente para despertar e expulsar toda a preguiça que amanhecia junto comigo. Após o banho, voltaria então para meu quarto em busca de algo para vestir, sempre buscando a simplicidade – talvez uma camisa preta, um short bege, com um tênis preto - nada que viesse a chamar muita atenção. Higiene feita, vestimentas prontas, partiria então para o cômodo da cozinha em busca de um café ou algo para tomar que poderia me despertar.

Entretanto, caso o mundo tiver sido ainda mais gentil e eu despertar em um local inóspito e desconhecido, procuraria em minhas lembranças, recobrar algo o suficiente para eu saber como ali eu fui parar e o que havia acontecido. Se todo aquele esforço for inútil, simplesmente ignoraria minha atual situação e buscaria uma forma de torna-la melhor, como conseguir um cigarro.

Meu próximo passo, após descobrir onde eu estava, seria ir em busca de cigarro, se eu não tiver nem um tostão em meus bolsos ou não ter encontrado qualquer sobra de dinheiro próximo a mim, cogitaria então ir em busca de dinheiro, nada de serviço fixo, queria grana rápida. Optaria então por encontrar tabernas próximo à onde eu estivesse, se eu reconhecer a cidade e local, buscaria então em minhas memórias a localização de tabernas ali próximo, se eu não reconhecer o local ou não lembrar de nenhuma taberna, optaria pela opção de conseguir informações com outras pessoas. – Bom dia, boa tarde, boa noite, saberia me informar onde encontro uma taberna? – Essa seria minha pergunta padrão para todas as pessoas que encontrasse no caminho. – Obrigado. – agradeceria a todos que perguntasse, mesmo que a resposta que eu desejava não fosse obtida. Se estivesse de manhã ou na parte da tarde e as pessoas me encarar de forma estranha quando eu perguntasse sobre tabernas, eu só ignoraria tal fato e seguiria em diante.

Conseguindo encontrar uma taberna, seja através de alguma informação ou só por ter andado bastante e bater de cara com uma, eu adentraria o estabelecimento, se o mesmo estivesse aberto, meu olhar navegaria todo o ambiente, coletando todas as informações ao meu redor. Em seguida, caminharia até o balcão mais próximo, procuraria um local para me sentar próximo ao balcão. – Bom dia, boa tarde, boa noite, vocês estão contratando freelancer? – questionaria para a pessoa que estivesse do outro lado do balcão. Se ninguém ali estivesse ou a resposta fosse negativa, optaria por ficar mais um tempo ali, só observando o local e aguardando algo de interessante acontecer ou alguém me atender para eu fazer minha pergunta. Se a resposta for positiva, questionaria sobre as informações de como era o emprego e quais os requisitos. Caso a taberna estivesse fechado, minha única opção se tornaria o meu objetivo final, que eu estava correndo dele a anos, ingressar na marinha.

Considerações:
Perdão pela demora na postagem do meu primeiro post, nem foi tanto por falta de tempo, foi mais por esses dias minha criatividade estar bem abaixo do normal, ocasionando em uma dificultada na hora de escrever, pra não sair algo que não me agradasse... até que algo surgiu na minha mente, onde decidi fazer isso parte da história do meu personagem e tentar trabalhar aqui, para talvez levar pra minha ficha. Enfim, obrigado por pego esse aventura tutorial e ser meu instrutor, espero recuperar o feeling rápido para voltar total a ativa e aventurar com os amiguinhos. Busquei também dar um avançada legal logo no primeiro post, pra dar várias aberturas pra você continuar a história.

East Blue | Dawn
Espadachim | Destro

Dependente [Cigarro]:
Dois pontos: Você precisa saciar sua dependência uma vez a cada duas páginas.
Prontidão:
Você está sempre pronto para agir ou reagir, alcançando o ápice da sua velocidade ou força em questão de poucos instantes. Mecanicamente, reduz a condição lento em uma categoria, SE a condição aplicada for categoria III ou inferior.



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Re: [TUTORIAL] Vyron Vulen Seg Out 11, 2021 8:42 pm



O sol raiava em Dawn Island e o herói acordava em uma cama pouco confortável, com colchão de palha e em um quarto não muito aconchegante. Os pássaros piavam do lado de fora, e os feixes de luz transpassavam pela janela, mas Vyron pouco se importava com a beleza do amanhecer em Dawn Island, a ilha da manhã. Seu pesadelo havia tomado sua mente e ele acordava de súbito, sem entender muito bem o que estava acontecendo. Procurava os cigarros, e não encontrava nenhum por perto. O seu criado-mudo estava apenas com um maço de notas de dinheiro meio amassadas, sujas e pouco atrativas, e havia outro maço de cigarros amassado ali no canto. Ele tomou seu banho, o chuveiro não tinha aquecimento, então foi gelado de qualquer jeito, o que o acordou de súbito. Foi tomar seu café, e como um pobretão na Vila de Foosha, onde ele se localizava, não tinha nem coador, quem dirá café. Precisava comprar os mantimentos da casa o quanto antes, que também não estava em boas condições. O teto não tinha forro, e as paredes estavam começando a descascar, os móveis pareciam meio roídos por cupins, e as toalhas de mesa haviam tomado surra do tempo. Era uma vida humilde, aparentemente... mas ele ainda precisava do seu cigarro.

O dinheiro no maço parecia ser suficiente para trocar por um maço de nicotina. Também havia uns trocados pra tomar um café da manhã, mas parece que ele estava mais liso que amolador de faca. Como não tinha nada pra comer, só água pra beber, a casa não estava em boas condições e o dia estava bonito, resolveu sair caminhando pela Vila, na esperança de conseguir seus tão adorados cigarros e, quem sabe, entrar na Marinha? O dia ainda reservava muitas aventuras, ou talvez uma dolorosa morte. Quem sabe, né? Mas o piar dos pássaros estava realmente muito bonito.

Após andar por um tempo, no meio da pacata Vila Foosha, longe de Goa Kingdom, a capital da ilha, ele encontrava a famosa taverna Bar da Anna. Que, apesar do nome simples, parecia ser um lugar bem agradável. Entrou no estabelecimento, e já por volta das 9 da manhã, encontrava alguns beberrões de lei naquele lugar, e outros que comiam mas eram bem mal encarados... talvez não fosse interessante mexer com eles naquele momento. No balcão, não havia nenhuma Anna, mas sim um homem alto e magrelo, com cabelos cacheados e pinta de malandro, com um risinho sacana no canto do rosto. Parecia bem inofensivo, ou só parecia. Ele limpava o balcão quando Vyron Vulen se aproximou.

Opa! Bão? Ô meu amigo, não tem mais contrato não. Dona Anna me contratou semana passada já, foi mal! — Disse ele, passando o dedão no nariz — Mas e aí, vai querer alguma coisa?

A fissura de cigarro do rapaz ainda estava branda, seu vício não gritava, mas havia um beberrão fumando ali perto e o cheiro da nicotina e do alcatrão eram inebriantes para o jovem Vulen. Tão bonito, tão jovem... e já tá fumando? Que feio! Ele podia comprar ali, naquele momento, ou só se sentar como disse que o faria, mesmo que tivesse saído pra comprar o cigarro e arranjar dinheiro. Repentinamente, alguns homens bem mal encarados entraram pela porta. Provavelmente eram piratas, havia um homem bem alto com uma espada na cintura, roupas largas e folgadas e com cara de quem gostava de fazer maldade, provavelmente sendo o líder dos outros dois que o acompanhavam. O bar ficou silencioso com a chegada, mas logo deram de ombros. O homenzarrão alto lançou um olhar torto para Vyron, mas logo tratou-se de sentar, e um de seus capangas ficava olhando diretamente para o rapaz, com o outro falando com eles na mesa perto da porta. Parecia esperar uma decisão do belo espadachim viciado em nicotina.



Considerações:
Olá!

Gostei muito do seu post, você escreve e narra bem o seu personagem. Talvez seja interessante ter ações mais subjetivas com o personagem ao invés de sempre agir diretamente em função do ambiente que o cerca, ou somente se restringindo a possíveis ações e suposições.

Agradeço que você tenha avançado bem na história, mas fique tranquilo. Parece que não está muito habituado a criatividade narrativa pra desenvolver, então tentarei orientar com maior ênfase nessa questão. Se quiser algumas dicas:

> Tente rechear o post com alguns pensamentos subjetivos que seu personagem faria, talvez incluir algumas sensações que ele sente com os raios de sol, quem sabe alguns pensamentos filosóficos?
> Sair de ideias descritivas, e adentrar o mundo da narração das sensações pode ser uma ótima ideia, mas cuidado pra não deixar o post muito massante!
> Ações são muito boas, mas muitas ações as vezes pode dificultar a organização do narrador, tente deixar mais conciso nesse caso!
> Se estiver com bloqueio criativo, ou não conseguir pensar em algo pra escrever, tente digitar qualquer coisa sem pé nem cabeça, pois assim você consegue soltar a imaginação aos poucos e escrever o post. Se mesmo assim não der certo para soltar as ideias, então talvez seja melhor dar uma pausa e fazer outra coisa, antes de postar novamente.
> Aproveite bem o seu personagem, é ele que conduz você, jogador e leitor, a uma história bem desenvolvida!

Como você não parece ser novato na arte da escrita de RPG, não vai demorar muito tempo, tentarei ser breve para passar o necessário para ti. Tenha um bom tutorial!

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Re: [TUTORIAL] Vyron Vulen Qua Out 13, 2021 10:41 am


Smoke Dear



O ambiente da Vila Foosha nunca me agradou, sequer me importei com isso, ainda mais naquela manhã, sem um cigarro no bolso. “O dia já iniciou uma merda”. resmungava um pouco antes de avistar o “Bar da Anna”. Sinto o cheiro do álcool logo ao adentrar no estabelecimento, acompanhado do fedor daqueles beberrões que nem esperavam o dia começar pra estarem ali. “Mas espera, eu também nem esperei o dia começar e vim parar aqui, mas só vim em busca de cigarros e não do álcool.” Defendia a mim mesmo, enquanto caminhava até o balcão.

“Quem disse que sou seu amigo?” - Tá certo... quanto tá o maço de cigarro? – minha pergunta era acompanhada de uma leve olhadela nas coisas que havia atrás daquele sujeito que até o momento não fui nem um pouco com a cara dele, entretanto, nada podia ser feito. “Dona Anna, não consigo me lembrar dela...” pensaria enquanto aguardava uma resposta.

Um cheiro familiar sobrevoa de encontro as minhas narinas, consumindo meus pensamentos. “Que cheiro convidativo...”. viro brevemente para dar uma conferida de onde aquele cheiro de nicotina estava vindo, percebo então, um dos beberrões fumando um cigarro. Antes de pensar ou dizer algo, escuto algumas pessoas entrarem no bar, de forma instintiva, me viro em direção para ver quem havia chegado. “Caçadores de Recompensa? Não... estão mais para piratas.” digo em uma breve analisada no visual e itens que os mesmos carregavam.

“O mundo um dia será seu, não tenha medo do desconhecido e não deixe ninguém te intimidar.”  Aquele olhar torto e encarada que recebia dos novos visitantes, acabava trazendo lembranças de coisas que minha mãe sempre me dizia. “Devo agradecer a eles depois? Por me fazer recordar essas palavras?”  Não consegui conter uma leve risada interna, transparecendo somente um sorriso na boca, virando logo em seguida em direção o balconista.

- Vou querer 1 maço de cigarros então. – responderia assim que escutasse uma resposta positiva à minha pergunta, também é claro, se o dinheiro que eu havia encontrado for correspondente o valor dito pelo balconista.

- Entendo, vou querer então só alguns cigarros picados. – diria um pouco triste ao lembrar levemente que estava pobre. Colocaria o dinheiro sob o balcão e deixaria para ele contar e ver quantos cigarros daria. No momento que mostrasse aquele dinheiro surrado eu não transpareceria nem um pingo de vergonha em meu rosto, para saciar meu vício, aquilo ali era o de menos.

Enquanto estivesse de costas para os sujeitos que haviam entrado e me encarado, eu manteria minha atenção a movimentos ou sons que viesse deles em minha direção, em caso de falarem algo ou vir a me perturbar de longe, eu só ignoraria, fingiria que estivesse surdo.

- Teria algum isqueiro só para eu acender um cigarro? – colocava um dos cigarros na boca, caso eu consiga comprar algum. – Ok. – responderia em seguida se ele cogitar não me emprestar ou dar uma resposta negativa. Levantaria da cadeira e viraria em direção ao beberrão que estava fumando. – Tudo bem? Você emprestaria o seu isqueiro rapidinho pra eu acender meu cigarro? – diria caso conseguisse chegar até a mesa dele, sem que ninguém me interrompesse.

Caso eu consiga acender meu cigarro, seja com o balconista ou com o beberrão, eu fechava brevemente os olhos e aproveitaria o breve momento da primeira tragada no cigarro e o sentimento da nicotina invadindo meu corpo e a fumaça saindo da minha boca em seguida. “Ah... esse sentimento... não existe nada melhor.” Pensaria logo em seguida.

Devolveria o isqueiro logo me seguida, para quem tivesse me emprestado e após ter aproveitado a primeira tragada, manteria o cigarro acesso e vez ou outra eu o colocava entre meus lábios, para dar mais tragadas, mantendo-o entre os dedos.

Minha estádia naquela taverna se finalizaria ali, meu objetivo havia sido concluído, e mesmo eu não tenha conseguido comprar um cigarro, não ficaria por muito mais tempo ali. Caminharia em direção à saída, se ocorrer de alguém aparecer em meu caminho e impedir que eu saísse da taverna, como colocar a perna na minha frente, ou o corpo todo, eu tentaria ignorar aquilo e dar a volta pela pessoa ou passar por cima da perna, procuraria a melhor maneira para ignorar. “Não quero estragar esse momento de paz com meu cigarro, por conta de algo inútil como brigar com esses fracos.” – pensaria caso alguém viesse a atrapalhar minha passagem. – Com licença. – diria para a pessoa se ela insistir em atrapalhar. Se mesmo com todo o esforço eu não conseguir sair da taverna, não me sentiria intimidado e ficaria simplesmente parado, aguardando algum movimento agressivo em minha direção, aproveitando o momento para continuar fumando meu cigarro, contudo, sempre em alerta e observando o ambiente, como o que havia próximo a mim que eu poderia usar para me proteger, como o espaço em que eu estava e até quando eu poderia me movimentar antes de trombar com algo, enquanto observava eu estava preparado pra desviar pro lado contrário do ataque, sempre buscando oportunidades de contra-ataque.

Se por sorte, nada disso acontecer e eu conseguir ignorar qualquer pessoa e sair da taverna, eu buscaria dessa vez a localização da marinha ou qualquer informação de recrutamento que estivesse ou iria ocorrer naquela pacata ilha de Dawn. “Não vou conseguir me manter mais só com sucates e essa mixaria de dinheiro, preciso ir atrás de um trabalho.” Pensaria no caminho da minha nova busca.

Considerações:
Seguindo suas dicas tentei sair um pouco da minha zona de conforto eu diria. Mas, espero que eu tenha seguido elas de forma certa, de toda forma, qualquer coisa só me dizer e alertar, caso eu tenha errado algo. Obrigado pela ajuda e dicas.

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Re: [TUTORIAL] Vyron Vulen Qua Out 13, 2021 7:00 pm



Vyron apreciava gostosamente o cheiro de nicotina e alcatrão que subiu às suas narinas, e era bem agradáveis para o rapaz, de fato, o que lhe gerava até mesmo prazer ao estar finalmente comprando seu maço de cigarros de um dia que havia começado meio merda. Não havia ido com a cara do malandro no balcão, mas o malandro não dava muita bola, quantos vários antipáticos ele encontrava no bar todos os dias? O aspirante a marinheiro era fichinha pro malandro. Atrás dele, havia algumas várias prateleiras com bebidas diversas, os cigarros estavam entulhados em um dessas prateleiras. O rapaz pegou um desses maços e colocou no balcão para o tal Vulen.

Ficam em 50.000 esses baratinhos, peixe! — Disse ele.

As notas eram tão poucas que foram o suficiente pra pagar um cigarro meia boca, pois aquele com toda a certeza não era dos melhores. O rapaz entregou uma caixinha de fósforos para Vyron, que riscou um, acendeu e tragou profundamente. Era possível sentir a fumaça invadindo sua boca, passando pela traqueia, preenchendo os pulmões e, logo em seguida, soprando a fumaça pela boca e pelo nariz. O ato era prazeroso, era simples e rápido e a sensação da nicotina no corpo afetava a qualidade dos neurônios, deixando instantaneamente o dia mais interessante do que como havia começado. Um pequeno prazer diário para a vida daqueles que é uma grande merda... mas haveria o rapaz de tomar cuidado. Cigarros em excesso levam a doenças diversas. Não que importasse muito, naquele momento. De toda forma, ele pagou, agradeceu, e já começava a caminhar em direção à porta, antes de um dos mal encarados que haviam acabado de entrar impedir a sua passagem. Era um gordão com um palito na boca. Ele entrou na frente, tinha um sorriso maldoso no rosto, e arrotou na cara de Vyron, o cheiro de álcool e de alguma coisa do jantar da noite passada compondo seu hálito, o que ardeu os pelinhos do nariz do belo jovem. O líder do grupo estava sentado e começou a rir.

E aí, peixinho, só no cigarrinho? — Disse ele, com aquele hálito horrendo.

Era realmente bem desagradável o que aqueles homens estavam fazendo. O outro cara ria bastante, enquanto o líder do bando olhava para a cena até mesmo com um certo sadismo no rosto. Agora que Vyron conseguia ver mais atentamente suas feições, havia uma cicatriz que cortava o seu rosto na diagonal, talvez marcas de lutas passadas. Vyron tentou passar sendo educado, mas o grandão não deixava ele passar, bloqueava completamente a passagem, sua enorme barriga bloqueava os passos do rapaz, o que era complicado. Parecia muito que eles queriam uma briga. Se olhasse pra trás, via que o malandro observava-os de longe, mas não dava muita bola, enquanto os outros beberrões continuavam rindo e conversando, não querendo pegar aquela responsabilidade pra eles.

Ei, Bobby, deixa esse bostinha passar! Vai se meter com um peixinho pequeno? Ká Ká Ká! — Disse o líder, com um sorriso de escárnio no rosto.
Esse cara é muito bonitinho pra estar aqui, o que é que ele quer, heim, chefew Hue Hue Hue! — Disse o gordão, seu hálito era horrível — E aí, gracinha, ta com muita pressa?

Vyron estava em maus lençóis. Havia uma espada ali pelo lado direito, pertencendo a um dos outros clientes, e ele não parecia estar tão atento ao que estava acontecendo. O lugar não era muito barra pesada, mas também não era lugar para crianças, mesmo que Vulen já não fosse mais uma. Seu cigarro estava bem gostoso entre seus dentes, e era bem prazeroso aquilo tudo, mas estavam enchendo a paciência... provavelmente queriam briga mesmo. Ninguém estava vindo ajudar.



Considerações:
Ótimo! Do primeiro pro segundo post, sair da zona de conforto melhorou e muito a qualidade dele! Você está muito bem ligado ao personagem, pelo que me parece, e conseguiu ter bastante desenvoltura! Parabéns!

Contudo, nem tudo é um mar de rosas. Dessa vez, vou impedir as suas ações sugestivas e colocar uma ação não considerada por você, pra ver como fica a interpretação... espero que goste! Também vou precisar avaliar suas capacidades combativas!

Não vai demorar muito, conto com você Wink

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