Tópicos Recentes
Destaques
Klaus
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Akira
Sasha
Ás
Shiori
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Vago
Últimos assuntos
 :: Oceanos :: Blues :: South Blue :: Petra Yuni
Página 10 de 13 Página 10 de 13 Anterior  1, 2, 3 ... 9, 10, 11, 12, 13  Seguinte
Kenshin
Ver perfil do usuário
Imagem : Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 XqxMi0y
Créditos : 26
KenshinDesenvolvedor
https://www.allbluerpg.com/t360-agatha-harkness https://www.allbluerpg.com/t1510-capitulo-ii-sonho-de-uma-noite-de-verao
Relembrando a primeira mensagem :

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas Subaé, Deep Scaleback,  Blade Sharptree A qual não possui narrador definido.

_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Jupges
Ver perfil do usuário
Créditos : 00
JupgesCivil
https://www.allbluerpg.com/t1419-nero-vil-gax https://www.allbluerpg.com/t1425p15-cap-1-aonde-e-que-eu-estou#16627
Beowulf automaticamente ia até o balcão dando o resto do dinheiro que sobrou para o atendente, quando checava os bolsos via que sobraram apenas 50 mil berries. De bom humor por ver que seu Deus Nido o protegeu, e por estar com seus ferimentos tratados, o lobo sabia que restava para ele voltar até o barco.

Então Beowulf voltaria para o barco o mais rápido possível e quando chegasse diria para Subaé:

-Após ir até a farmácia me sobraram apenas 50 mil berries. E ainda não temos comida. E após ouvir a pergunta de Subaé, Beowulf simplesmente diria a verdade, -Foi embora na farmácia.

A cabra logo vinha se aproximando, bufando como um boi bravo, o que no olhar de Beowulf era bem cômico, não é possível que esse pobre enfermo estivesse tentando intimidá-lo. E diante de sua pergunta sobre o Kg de remédios, uma simples e sincera resposta:

-Não, apenas dez, daquele que você pediu para sua doença.

Beowulf então prontamente entregava os remédios com o resto do dinheiro para Subaé. E após um tempo completava:

-Cada unidade disso aí custou 60 mil. Eu achei que você me daria mais dinheiro depois, Beowulf ainda seguia dizendo, -Aí eu comprei os materiais cirúrgicos que você pediu, e saiu 500 mil

Subaé perguntava sobre o olho e Beowulf respondia:

-Bom isso no meu olho foi o tiro que a garotinha me deu, um dos 3 na realidade

Subaé então falava que deveria sobrar pelo menos 850 mil berries. E Beowulf sem problemas respondeu:

-Exatamente o preço que eu paguei pela cirurgia pra consertar meu olho, oras. Neste momento Subaé tentaria pegar Beowulf pelo colarinho, o lobo até deixaria ele pegar o pescoço, mas não deixaria Subaé puxar seu corpo para baixo, mantendo sua postura firme e jogando levemente o corpo para trás, se mantendo no local em que estava colocando o peso de seu corpo e sua força na jogada, se Subaé fosse mais forte que Beowulf seria uma tentativa frustrada pelo lobo, mas Beowulf sinceramente duvidava.

Caso a tentativa de se manter com a postura reta fosse bem sucedida, a cena seria até mesmo cômica, a cabra provavelmente pularia para alcançar o colarinho de Beowulf mas seguiria pendurada pelo braço a aproximadamente um metro do chão. Caso isso ocorresse Beowulf começaria a gargalhar sem falar nada.

Quando Subaé soltasse seu colarinho Beowulf estaria atento aos seus movimentos, e caso a cabra tentasse lhe dar um tapa, Beowulf levantaria seu braço tentando parar o tapa de Subaé ali mesmo, se a tentativa fosse bem sucedida Beowulf começaria a gargalhar ainda mais. E caso a defesa não fosse bem sucedida, Beowulf não faria nada, visto que provavelmente o tapa nem mesmo faria cócegas.

Após isso Beowulf ainda retrucaria Subaé falando:

-Eu pedi para que não levasse a garota comigo e foi exatamente por isso. De um jeito ou de outro você assumiu o risco!

Subaé falava que Beowulf deveria saber se defender, e Beowulf apesar de não demonstrar com gestos concordava, e inclusive tinha plena certeza que sabia. Ele também ouviria sobre ter que ficar com os piratas até pagar sua dívida, e infelizmente não achava argumentos para retrucar, afinal como um homem íntegro ele deveria honrar suas dívidas, logo ficava em silêncio. Já Nix começava a falar que Beowulf não estava dizendo a verdade, e indignado o lobo branco retrucava:

-Você me deu 3 tiros porque eu segurei seu braço! É exatamente por isso que eu não queria você ao meu lado! Você é imatura e imprevisível!

Nix tagarelava e Beowulf a ignorava, dizendo para Subaé:

Bom voltando ao assunto. Eu posso arranjar um trabalho por um dia na ilha e pagar o abastecimento

Subaé falava para eles se apressarem e darem um jeito de pegar o dinheiro. Beowulf sabia o quanto Nix desejava a aprovação de Subaé e Deep, então com um olhar sínico em seu rosto dizia para a garota:

-E você garotinha? Não quer se provar útil ao Subaé?

Quando Nix questionava Beowulf sobre ser tripulante do bando como um argumento, Beowulf pensava em retrucar, mas ao invés disso dava uma breve risada e olhava para Subaé dizendo:

-Ei! Cabra, me aceite no bando como membro honorário

Após ouvir a resposta de Subaé Beowulf olhava para Nix com um sorriso ordinário, desfrutando muito mais daquele momento do que deveria. E ainda diria:

-Pronto garotinha, agora eu sou

A garota continuava reclamando sem parar, e Beowulf já via que aquilo não iria dar em nada. Então o lobo diria:

-Tudo bem garotinha, talvez alguém queira além de você. Ocorria uma pausa abrupta quando Beowulf começava a procurar pelo barco por alguém que pudese ajudar quando acharia uma pequena cabra, logo em seguida acenaria e diria:

-Boa tarde pequenino! Meu nome é Beowulf, e o seu?

Subaé já cortava a ideia de levar o pequenino, mas mandava Monoliso no lugar, Beowulf então diria para Monoliso e Nix:

-Tudo bem, eu vou recuperar o dinheiro então. Ei! Vocês dois venham logo!

Subaé mudava de idea e falaria sobre vir com a gente, Beowulf se animaria e diria:

-Perfeito, mais um par de braços

E mais uma vez Nix se irritava por nada, Beowulf achou melhor ficar quieto pra evitar de tomar outro tiro no olho, podia não machucar mas era uma dor de cabeça impressionante consertar isso. Beowulf então via que era melhor não falar nada para Nix afinal essa daí não batia bem não.

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 Woody-woodypecker-cartoon

Beowulf ouvia Subaé subindo no barril e falando sobre... ROUBAR? Mas isso era um absurdo, Beowulf não podia roubar! Mas ele estava devendo o homem e deveria obedecer suas ordens enquanto ele fosse inferior a ele! Mas isso era muito mal! MUITO MAL!

Beowulf se desesperava e começava até a falar mais rápido com ansiedade:

-É o que? Roubar? Seria muito mais fácil se apenas trabalhássemos nesse restaurante por uma tarde cabra!

Subaé falava algo totalmente sem sentido sobre marinheiros, mas Beowulf aprendeu que não adianta argumentar com quem não bate bem da cabeça, então o lobo tentava convencer ele de outra forma.

-Não... eu só estou raciocinando, vamos arranjar briga com a marinha e para que? Para acabarmos machucados. E gastar os recursos que acabamos de comprar. Por isso!

Beowulf via Subaé dizendo que ele tinha uma dívida e o lobo concordava, -É eu tenho. Mas se fizermos do meu jeito será melhor, acredite!

Quando via que nada que diria iria adiantar, Beowulf dizia em alto e bom som, olhando para os céus, -Que Nido me perdoe pelo que eu vou fazer!

Em desespero o lobo rezava tudo que era reza que sabia, fazia todos os sinais que conhecia e cantava todos os louvores, dava tapas na própria face para checar se não estava em um pesadelo, e quando via... seu corpo já estava seguindo Subaé, quase que insistivamente, obedecendo aquele que agora era o seu superior sem nem mesmo entender o porque.

Subaé falaria para ficar com as armas em mãos, e o lobo imediatamente estava com o seu machado a postos. Quando entrasse no restaurante a ordem de Subaé martelaria em sua cabeça, "Não deixem ninguém fazer nenhuma gracinha". O lobo então olharia para todo o restaurante e no primeiro sinal suspeito, avançaria com uma carga de ombro contra a pessoa, prensando o seu corpo contra a parede, logo em seguida tomaria distância e giraria no seu próprio eixo, pegando impulso e mirando o machado no tronco de quem tentasse algo, decepando este infeliz no meio.

Se alguém atacasse Beowulf no corpo-a-corpo, Beowulf se deixaria ser atacado, e aproveitando de uma breve brecha durante o ataque do inimigo, agarraria seu pescoço com o braço direito, levando sua cabeça até a gigantesca boca do lobo, que morderia com muita força,  torcendo e empurrando pra longe o corpo deste desafortunado, agora sem cabeça.

Se alguém tentasse atacar o lobo ou a cabra á distância, o mesmo usaria seu braço esquerdo para pegar uma mesa ao seu alcance, criando uma barreira contra os disparos, em seguida correria com a mesa protegendo ele até o atirador, e começaria a empurrar o corpo do atirador com a mesa até parar em alguma parede ou balcão. Quando parasse e o corpo do desafortunado estivesse sendo esmagado, Beowulf chutaria a mesa com toda sua força e usando o peso de seu corpo no ataque, fazendo com que o atirador virasse uma folha de papel.

Quando recebesse a ordem de ir até a dispensa, Beowulf o faria o mais rápido possível, pegando o que seria necessário para abastecer o barco e saindo da dispensa o mais rápido que conseguisse. Pedindo ajuda para o/a balconista, para agilizar o trabalho.

Caso o/a balconista tentasse qualquer gracinha, com o machado guardado devido ao abastecimento, e sem tempo para empunha-lo, Beowulf cobriria seu corpo com electro, e abraçaria o/a balconista com força o suficiente para deslocar os seus ossos, e em seguida, começaria a socar as costas do pobre balconista, impulsionando o corpo do homem contra o corpo de Beowulf, esmagando e cobrindo o lobo em sangue.

objetivos:
Atributos, vantagens e perícias:

Histórico:
Formiga
Ver perfil do usuário
Imagem : Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 OFj4cNo
Créditos : 45
FormigaDesenvolvedor
https://www.allbluerpg.com/t1194-aizawa-mikagi#11079 https://www.allbluerpg.com/t768-capitulo-i-o-espetacular-takeshi-isamune




Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 29



Desgraçados


Deep



O tritão estava imerso no tédio que era ficar preso na embarcação, talvez agora preferisse ter ido resolver as coisas com sua própria força. Enfim, Deep permaneceu no navio de maneira tediosa, mesclando seu tempo entre limpar tudo referente ao leilão e tirar da sua mente o Subaé com skin feminina. Em meio a sua jornada, notou uma certa demora por parte dos seus companheiros, estaria ele preocupado com seus aliados ou desejando que eles estivessem se metendo em altas confusões para que o homem-peixe pudesse intervir? Enfim, em meio ao seu tédio buscou por outras figuras no mar, esperando que embarcações pudessem passar por ali.

Para sorte do tritão isso aconteceu, uma grande embarcação passava por ali, parecia estarem em um grande festejo. As ofensas foram feitas por parte do tritão, mas ao invés de reciprocidade, ele recebeu risadas por parte de alguns tripulantes que estavam no convés – Qual foi gordão? Chega aí pra festa! – Gritou um dos homens erguendo sua garrafa de cerveja – COEEE GORDÃO, BORA FESTEJAR NA ILHA! – Gritou o segundo visivelmente bêbado. Por fim o barco seguiu seu caminho sem muitos problemas.

A demora continuava e nenhum sinal por parte dos seus aliados era dado, exceto por um brilho que vinha da embarcação, do topo do mastro. O tritão não tinha uma visão muito boa para ver quem estava fazendo aqueles sinais, porém, eles eram nítidos como o dia. O pequeno caprino pulou repetidas vezes acenando com os braços tentando chamar a atenção do tritão, usando novamente o espelho para usar o reflexo do sol que já estava sendo coberto pelas densas nuvens que dominavam o céu. Pelo jeito, era algo que algo estava acontecendo ou Zuba estaria tentando chamar a atenção do tritão sem um motivo por trás disso?


Nix - Beowulf - Subaé

A situação do bando de Subaé piorava a cada momento, a dupla enviada para realizar algumas compras necessárias para continuar a viagem, retornaram sem nada daquilo que foi acertado previamente. Uma pequena “treta” ocorreu no convés daquele brigue roubado em Sobert, onde até mesmo uma cena um tanto quanto cômica aconteceu, já que o capitão deu um tabefe na cara de Beowulf, mesmo ele sendo duas vezes maior do que ele. Enfim, o capitão estava irritado com toda situação, discutindo com o membro do seu grupo e esbravejando parte do seu plano. O grupo agora estava pronto para roubar o restaurante citado no jornal, mesmo que o lobo fosse contra, algumas características da sua personalidade falaram mais alto, sendo basicamente obrigado a obedecer qualquer superior.

Enfim, o caprino buscou por um pano para cobrir seu rosto, no entanto, nada foi achado no convés ou no interior do barco, obrigando-o a partir de cara limpa pelas ruas de Baterilla. A trupe chamava atenção logo no momento inicial da sua caminhada, afinal, uma cabra, um lobo branco, um macaco e uma garota andando juntos, era uma cena minimamente estranha. De qualquer forma, o lugar como dito anteriormente estava ligeiramente movimentado, contando com uma segurança feita pela marinha local. Seus passos eram largos e calmos, passando por dois mercados localizados no porto, ignorando completamente aqueles estabelecimentos que certamente facilitaria a saída do lugar em direção a sua embarcação.

O quarteto entrou na ilha de maneira tranquila, passando por um grupo de marinheiros que os observava com certa atenção, mas naquele momento inicial não pareceu reconhecer o temido pirata que estava vagando normalmente pelas ruas de Baterilla. Enfim, após receber as informações necessárias de uma senhorinha, não demoraram para encontrar o objetivo do grupo de criminosos. O lugar era bem organizado, com uma arquitetura um tanto quanto fina, o restaurante contava com alguns adornos brancos em sua estrutura, uma espécie de minério. O interior do lugar não estava muito cheio, as grandes janelas deixavam visíveis o interior do lugar, que contava com cerca de quatro mesas ocupadas e três pessoas sentadas no extenso balcão.

A entrada do povo foi chamativa, com uma puta bicuda por parte do capitão, jogando a porta de madeira alguns metros à frente, destruindo a mesma completamente. O susto tomou conta de todos os clientes no interior do estabelecimento, que voltaram sua atenção com velocidade para a entrada, vendo todo o grupo se espalhando pelo lugar com extrema facilidade. O capitão berrou todas as suas vontades e os clientes obedeceram sem nenhuma relutância sequer. O dinheiro estava em cima das mesas – assim como do balcão -, algumas joias estavam por lá também. O medo estava estampado na face daquelas pobres almas, inclusive a jovem Nix brincava com um deles, fazendo-o engolir a seco a sua saliva. Beowulf e Monoliso estavam atentos a movimentações suspeitas, o que ocorria em determinado momento, por parte de uma jovem garota na casa dos seus quinze anos, que em um pico de adrenalina partiu correndo em direção a uma das janelas abertas, sendo interceptada pelo ombro peludo do lobo, seguido por golpe de machado que atingiu a sua linha de cintura, dividindo a pobre coitada no meio.

Com a morte da garota o grito dos presentes tomou conta do lugar, ficando calados logo em seguida para que não ocorresse o mesmo com eles, exceto pelo pai da menina, que partiu na direção do lobo em busca de vingança. O caos estava prestes a se instaurar, mas o capitão realizava um movimento astuto, avançando em uma cabeçada contra o mesmo, seguido por fortes pisadas em seu corpo. O sinal dado pelos membros do grupo estava claro, qualquer um que tentasse algo acabaria morto sem pensar duas vezes. Enfim, o desenrolar das ações aconteceram de maneira tranquila – na medida do possível – com o lobo branco encontrando algumas frutas e carnes no estoque do lugar, pegando o máximo que sua força poderia erguer, tendo mantimentos suficientes para continuar a viagem sem qualquer problema. Para sua infelicidade, o lobo estava carregando todos os itens em suas próprias mãos, ficando impossibilitado de entrar em batalha de maneira habitual.

O capitão encontrou cerca de um milhão de meio de berries no caixa, contando com uma quantia de mais quinhentos mil em espécie adquiridos pelos clientes, finalizando com cerca de dois pares de brinco e anéis com um certo valor. Por fim, após o roubo finalizado o conseguiu ver uma cena complicada pelas grandes janelas do lado interior, o grupo de marinheiros de antes agora estava próximo ao lugar, em uma quantidade maior é claro – Cerquem tudo! Não podemos deixar esse criminoso procurado continuar vagando por aí. – Gritou um dos marinheiros do lado de fora do lugar. Os reféns estavam na dispensa e Nix encontrava uma porta nos fundos do lugar, que dava para rua atrás do estabelecimento. Por fim, os marinheiros cercavam a área onde os olhos do grupo alcançavam, tendo cerca de quinze ou mais homens prontos para prender e/ou matar aquele grupo criminosos – Rendam-se agora ou morram! – Gritou o mesmo marinheiro de antes, com confiança em suas palavras.



Histórico Geral:

Legendas:

Deep
Ver perfil do usuário
Imagem : Deep Cutt
Créditos : 00
Localização : Sirarossa - West Blue
DeepAssociado
https://www.allbluerpg.com/t1116-deep-cutt#10446 https://www.allbluerpg.com/t1386-cap-2-ascendendo-as-profundezas#14266


Um grupo passava enchendo meu saco num barco, eu iria ensinar uma lição para eles, no entanto notei o pivete fazendo sinal, poderia ter dado merda, então prioridades priorizadas prioritariamente.
Mergulharia no mar e nadaria até o barco onde o pivete estava e o adentraria.

-O que ocorreu, pivete?

Se o moleque falasse que a galera estava com problemas, diria:

-Me mostra onde eles estão, então…

Então seguiria o guri ou iria na direção apontada, adentrando assim a ilha.

Se alguém demonstrasse a intenção de me atacar ou de impedir minha passagem, tentaria dar um gancho visando erguer o alvo do chão e o jogar para longe de meu caminho.

Se eu encontrasse o resto do bando sendo atacados, correria em direção aos inimigos e me jogaria sobre os mesmos, entrando na luta já caindo sobre eles e esmurrando os mais próximos que fugissem da queda. Miraria socos com minha soqueira acertando queixo e têmporas de forma a tentar causar nocautes ou desorientação em quem apanhasse. Adicionalmente a isso caso não estivessem dentro de algum local fechado, tentaria puxar coisas móveis pesadas para cima dos inimigos para tentar derrubar coisas sobre mim e eles, pois eu sabia que eu aguentava um pouco de dano e desafiaria qualquer um a aguentar mais que eu.
Histórico:


_________________

Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 R69xxX4
Subaé
Ver perfil do usuário
Imagem : Cabra da Peste
Créditos : 05
Localização : Nos bares de então
SubaéCriador de Conteúdo
https://www.allbluerpg.com/t354-subae?highlight=subaé https://www.allbluerpg.com/t348-cabras-da-peste-vol-1-amanhecer-do-sul#1033

29: Cobrança


O assalto estava indo conforme o planejado. Recolhi toda a grana que encontrei. Vesti os anéis roubados em meus dedos, já os brincos eu apenas os guardei no bolso. Ao observar aquela cena maravilhosa o meu coração se encheu de emoção, finalmente estamos voltando aos serviços piratas, e a julgar pelas vozes dos marinheiros ao lado de fora, nós estamos fazendo nosso trabalho muito bem.

Continuaria a caminhar em círculos pelo salão do restaurante de maneira intimidadora, olharia ao redor em busca de alguma adega e caso a encontre pegaria alguma das garrafas de vinho, abriria a mesma e beberia todo o conteúdo da garrafa de vez. Caso não encontre alguma garrafa, beberia todo o restante da bebida em meu cantil.


Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 Giphy


A bebida em excesso desceria pela minha garganta queimando como se fosse fogo vivo, batendo diretamente no estômago vazio, fazendo o mesmo roncar em reclamação. Logo de cara eu sentiria minhas pálpebras pesarem mais do que o normal, um refluxo subiria pela garganta mas seria cortado por um soluço, que me tirou o equilíbrio e fazendo-me cambalear três passos para trás. Daria mais três passos tortos para frente a fim de retornar para minha posição inicial e então soltaria um rude e grotesco arroto.

Agora, devidamente ébrio, e cambaleando, seguiria por dentre as mesas recolhendo as toalhas, castiçais e lamparinas acesas. Até que por fim tivesse em mãos um amontoado de panos, enrolaria todos e colocaria os castiçais/velas em cima para que queimem. Depois aglomeraria as mesas  ao redor do fogo para que exista a chance de começar um incêndio no estabelecimento. Por fim, guardaria um garfo sob a manga da camisa.

Me debruçaria contra a parede ao lado da porta para me esconder da mira dos marinheiros, observaria mais uma vez os meus companheiros e os reféns. Vislumbraria por detrás das janelas, para as ruas de Baterilla, palco da maior desgraça de minha vida. Meus olhos vasculhariam os fragmentos visíveis daquela cidade, tentando entender a situação. Quantas pessoas haviam realmente lá? Os marinheiros se reportavam a algum superior?  Coisas que eu tentaria captar antes de meter a cara à tapa.

-Lobo, consegue carregar tudo isso?? Hic! - diria ao vê-lo carregando tantas coisas - MONOLISO, BUSQUE ALGUMA SACOLA OU CAIXA PARA AJUDAR O CÃO!!!

Beowulf disse que conseguiria carregar tranquilamente. Olharia para Monoliso com cara séria de quem espera que a ordem seja cumprida. Voltaria a atenção para Beo e responderia sua questão.

-Leva tudo pro barco… Hic.. Nóis vamo te escoltar - Assobiaria para chamar a atenção de Nix e quando ela me olhasse -Ei guria, se prepare para o combate, proteja o lobo e a carga - diria ao piscar-lhe o olho.

-Esperem…hic - diria - vou sair na frente pra chamar a atenção.

Esguichei a coluna para trás ao respirar fundo, puxaria a espada de minha cintura e a jogaria para fora, simulando um ato de “estou desarmado”. Depois, sairia assobiando calmamente pela porta da frente do restaurante. Andaria cambaleante com as mãos erguidas na altura do peito - Boa tarde soldadinhos… hic.. Por acaso sabem quem eu sou? Que excitante! - Caso eu seja atacado ao sair do estabelecimento, cambalearia dois passos para o lado a fim de me esquivar do mesmo. sorriria ao tropeçar mais alguns passos adiante -Ow ow oooooh!!! - diria ao retomar o equilíbrio - ufa! essa foi quase ZeBeBaBaBa!!

Sentaria no chão  e esticaria os pulsos para frente - Calma, calma… hic.. pra que combate? não estão vendo que estou me entregando? ZeBeBaBaBa!! MAs sério… hic… cês Sabem MESMO quem eu sou?? - voltaria a ficar em pé com um único salto, entretanto o pouso não seria tão suave, o que me faria girar alguns passos para trás.

Caso algum marinheiro se aproxime para me algemar, deixaria que o mesmo se aproximasse. Ainda com os pulsos esticados em sua direção, diria.

-Dez anos atrás eu fiz uma promessa em meu leito de morte, falei que mesmo que eu morresse voltaria para queimar essa maldita cidade em meu ódio… hic… Aí cês amarraram uma corda em meu pescoço e fizeram um serviço mal feito… - Quando o marinheiro estivesse próximo o suficiente, cravaria o garfo em sua jugular e usaria o talher como alavanca para puxar o corpo do marinheiro para próximo de mim e usá-lo de escudo contra possíveis disparos - agora eu estou aqui para cobrar o sangue que cês me devem.
(Caso eu não tenha um garfo disponível, eu daria dois tapões em suas orelhas para desnortear-lo e logo em seguida torceria seu pescoço

Arremessaria o corpo do soldado para frente e avançaria contra os marinheiros mais próximos. Chutaria suas mãos para desarmá-los, e, quando as armas estivessem “à toa” chutaria as mesmas para longe. (obviamente não vou fazer isso em espadas ou facas).

Avançaria cambaleando por dentre os soldados, sempre atento para me esquivar curvando o corpo para longe dos ataques. Tropeçaria e rolaria no chão para dar rasteiras em inimigos bem posicionados;

Quando viessem correndo em investida, saltaria por cima do mesmo usando sua cabeça como degrau (igual fiz com o touro em Petra Yuni). Depois já cairia saltando para frente para não cair de cara no chão.

Caso algum espadachim tente me cortar horizontalmente, saltaria no chão me arrastando por entre suas pernas e depois abaixaria suas calças até os tornozelos.

Continuaria focando em esquivar e inutilizar os oponentes, atraindo-os até mim. Depois que percebesse que o caos já estava generalizado como de costume, avançaria junto com os outros para o porto sem perdê-los de vista.

Atacaria qualquer um que tentasse atacar ou impedir o avanço de Beo, correria o mais rápido que pudese em sua direção, berrando, e saltaria como uma flecha chutando repetidas vezes quem quer que ousasse entrar na frente do lobo.


Cambalear:


info.:









15.760/15.760280/4006/1012/15

_________________



Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 Unknown

Tabela de preços:
Jupges
Ver perfil do usuário
Créditos : 00
JupgesCivil
https://www.allbluerpg.com/t1419-nero-vil-gax https://www.allbluerpg.com/t1425p15-cap-1-aonde-e-que-eu-estou#16627
Beowulf matou brutalmente uma jovem que pela aparência não deveria ter nem 18 anos, aquilo atingiria sua mente depois com toda certeza, mas no momento exato ele estava quase em um estado de transe, fazendo tudo que lhe fosse mandado. Então antes de sequer conseguir pensar no que fazia ele precisava cumprir a ordem dada.

Carregando toda a comida que foi pedida para que carregasse, Beowulf iria para o salão e observaria o estabelecimento cercado como o mesmo havia dito. Subaé falava comigo e pedia para Monoliso buscar uma caixa para me ajudar a carregar. Diante da pergunta de Subaé o lobo branco diria:

-Consigo, o que quer que eu faça?

Ao ouvir a resposta de Subaé Beowulf acenaria com a cabeça em positivo. Se monoliso trouxesse a caixa Beowulf colocaria o que carregava dentro e levantaria a carga. Beowulf esperaria a cabra chamar atenção e no momento certo cumpriria sua ordem.

O lobo precisava levar a carga até o barco, e era isso que faria, antes de qualquer pensamento, antes de parar para lutar se fosse necessário, o lobo precisava colocar a carga dentro do barco.

Beowulf começaria a correr na direção que sabia que era a do barco, sem parar em nenhum instante. Se disparos fossem dados em direção ao lobo, Beowulf levantaria a carga e usaria seus braços para proteger seu rosto, cabeça e pescoço, o lobo não queria tomar outro tiro lá.

Se qualquer inimigo tentasse atacar Beowulf, o lobo cobriria seu corpo em eletricidade para tentar parar os seus avanços, e em seguida pararia por um único segundo, usando suas pernas para dar uma rasteira no atacante, segurando firmemente a carga. Logo depois continuaria correndo em direção ao barco.

Se alguém agarrasse o lobo, ou entrasse na sua frente, Beowulf agiria o mais rápido possível, soltaria a carga no chão por um segundo, agarraria o pescoço do mesmo e morderia com toda sua força sua cabeça, tentando enfiar suas presas inferiores em seus olhos, em seguida daria uma joelhada na face do inimigo e o empurraria. Beowulf então rapidamente pegaria a carga e continuaria correndo em direção ao barco.

objetivos:
Atributos, vantagens e perícias:

Histórico:
Jean Fraga
Ver perfil do usuário
Imagem : Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 0tSpN1S
Créditos : 05
Jean FragaEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t1620-liu-feng#17327 https://www.allbluerpg.com/t1586-morte-e-sangue


Velozes e furiosos: Desafio marítimo


- A fuga -

O Sangue voava e o desespero nos rostos dos civis era cativante, trazia a minha sentimentos até aquele momento incompreendidos, porém senti-lo era maravilhoso.


Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 224-2241610_hisoka-hunter-x-hunter-hunter-x-hunter-hisoka


Aquela sinfonia, ou melhor... os gritos dos reféns, levavam-me naquele momento ao paraíso, as atitudes de Subaé comprovavam que havia acertado ao me tornar pirata deste grupo e até Beowulf, conseguia tirar do meu rosto um sorriso genuíno de felicidade, ele partia a garota no meio sem mais nem menos.

E como esperado, o capetão botava ordem no lugar, ditando como seria o ritmo entre os sequestrados, ainda assim manteria meus olhos atentos neles, percebendo alguma atitude brusca, não pouparia balas atirando no alvo.

Os gritos dos marinheiros faziam com que uma alegria e euforia crescessem em meu corpo, queria pular, gritar e comemorar, as coisas estavam indo rumo ao que eu mais gostava, o caos.

— Sim, Sim! SIM! VAMOS! NÃO PARE! – minha mente voltava quando ouvia a ordem de Subaé, confirmava com a cabeça e girava minha pistola sobre meu dedo indicador.

Recarregava caso necessário e ficava parada ao lado do lobo, sairia logo em seguida dele.

Quando a brecha necessária para fugirmos aparecesse, apoiando uma mão nas costas do lobão, correria junto dele, ele era grande então se necessário, para não ser alvejada, correria junto dele, porém alternando minha posição.

Ficando um momento a frente, nas costas e nas laterais do mesmo, se fosse pra alguém tomar tiro que fosse ele, afinal... ele mostrou que aguenta hoje mais cedo, gargalhava comigo mesmo e então, focava na situação.

Percebendo espaços na defesa inimiga, com minha pistola, atiraria contra eles, logo ao sair do restaurante, focaria aqueles que estivessem mais próximos de mim e de Beo e caso sobrasse tempo, ainda tentaria atirar contra os que lutavam com o capitão.

Conforme conseguíssemos nos distanciar e sem alvos próximos, tentaria com minha visão aguçada atirar nos inimigos antes que eles nos avistassem, contudo, para inimigos realmente perto, guardaria rapidamente minha pistola e usando de rasteiras e do jogo de corpo, utilizando o peso do marinheiro para joga-lo longe, tentaria afasta-los e continuar protegendo a carga.


HistóricoInfo
Nº de Posts: 16
Ferimentos

  • N/A

Ganhos:

  • N/A

Perdas

  • N/A




_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 OAKySZI
Formiga
Ver perfil do usuário
Imagem : Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 OFj4cNo
Créditos : 45
FormigaDesenvolvedor
https://www.allbluerpg.com/t1194-aizawa-mikagi#11079 https://www.allbluerpg.com/t768-capitulo-i-o-espetacular-takeshi-isamune




Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 30



Desgraçados


Todos



A situação dos criminosos não era uma das melhores, o grupo estava cercado por marinheiros que estavam claramente dispostos a matá-los, isso é, se eles não se rendessem pacificamente. O capitão logo ordenava algumas ações para seus tripulantes, Monoliso retornou com um caixote de madeira grande, capaz de comportar toda a comida que Beowulf carregava em seus braços, ele não parou por aí, trouxe mais duas caixas menores para dividir o conteúdo, evitando que caíssem na corrida até o navio. Nix era responsável pelo suporte, como uma exímia atiradora iria garantir que o seu companheiro de penugem branca concluísse sua missão sem muitas dificuldades. Subaé ficou responsável por criar a brecha necessária para que seus aliados fugissem dali, após andar em círculos logo encontrou em uma das mesas uma garrafa de vinho, com cerca de sete usos restantes. O criminoso ingeriu o líquido e logo entrou naquele estado de embriaguez, cambaleando pelo lugar como um verdadeiro bêbado.

A tentativa do caprino em incendiar o lugar ia por água abaixo, afinal, ele não encontrava apenas os panos que cobriam as mesas do estabelecimento e claro, o garfo que manteve escondido em suas vestes. Seus passos foram totalmente irregulares, saindo do lugar podendo ver seu antagonistas o olhando de maneira séria, enquanto um único homem estava alguns metros a frente – Preparem-se! – Gritou mesmo e os outros quatorze marinheiros entraram em posição de batalha, mantendo seus músculos rígidos e tensos. Assim que saiu do lugar um marinheiro que estava na lateral passou voando como uma bala, tentando aplicar uma voadora no caprino que habilmente se esquivou, para surpresa do marinheiro em questão que caiu rolando do outro lado e partiu com velocidade para o encontro do seu grupo novamente.

A partir daquele momento nenhum marinheiro se moveu – Seu erro foi ter retornado. – Bradou o líder daquele grupo estalando os dedos da mão – Peguem-no! – Gritou o membro superior vendo que o criminoso corria em sua direção. Rapidamente o amontoado de marinheiros partiram contra o capitão, que usando do seu estilo alcóolico e desordenado, se esquivou da maneira que podia, enquanto tropeçava e rolava aplicando rasteiras em alguns dos seus inimigos. Em determinado momento ele aplicou um salto por cima de um deles, usando sua cabeça como um degrau, entretanto, no momento em que estava no ar percebeu aquele mesmo marinheiro da voadora vindo em sua direção, seu pé acertou de raspão a face do criminoso e ele mais uma vez passou no vácuo.

Com a brecha criada o trio partiu com velocidade, os marinheiros que perseguiam o grupo foram recharchidos com os disparos da jovem Nix, que aproveitava do corpulento Beowulf para se manter livre dos inimigos, deixando que aquele farol branco fosse o único alvo dos seus inimigos. A putaria estava formada, de um lado Subaé avançava contra seus antagonistas causando uma balbúrdia sem fim, enquanto do outro os três membros dos Cabras da Peste partiam em direção ao porto. Não demorou muito para a oportunidade que o capitão precisava surgir, passando entre os marinheiros com seus movimentos totalmente aleatórios e unindo-se com seu grupo, começando então uma verdadeira perseguição.

Os marinheiros estavam atrás aos montes, era como se o grupo tivesse mexido em um formigueiro, já que homens fardados surgiam de todas as ruas pelas quais eles estavam passando. Alguns avançavam contra o grupo, mas o trio defensor fazia seu papel de maneira inteligente, contra-atacando nos momentos certos, principalmente Nix, que disparava usando toda sua mira e conhecimento, acertando os marinheiros que caiam como merda no chão. O caminho até a embarcação demorava alguns minutos e as pessoas saíam do caminho dos criminosos com velocidade, deixando as ruas livres para que eles pudessem passar, tendo que lidar apenas com a perseguição dos defensores da ordem e justiça.

O quarteto pode ver de longe – já no porto – uma figura redonda e escamosa no convés do navio, aquele era Deep que parecia conversar com uma outra figura, certamente só poderia se tratar de Zabu. Entretanto, uma pedra entrava no caminho do quarteto e pela lateral do porto um pequeno grupo de seis marinheiros entravam no caminho até o navio, uma luta estava prestes a ocorrer e se eles perdessem muito tempo ali, um imenso batalhão que estava no encalço os alcançariam. Falando no tritão, ele chegou momentos antes que o restante da sua tripulação chegasse no porto – Não sei onde eles estão, eles foram roubar um lugar, um restaurante. Chamei você porque tinha muitos marinheiros pelo porto e o Bode tem um cartaz. – Falou o menino enquanto escutava o som da balbúrdia vindo em sua direção.

Os marinheiros no porto estavam prontos para o combate, assim como o bando da Peste que parecia se preparar para o confronto certo. No entanto, o céu tempestuoso parecia ter ficado ainda mais escuro... ah! Era o homem-peixe caindo nos inimigos e disparando uma sequência de socos na dupla que conseguiu fugir do esmagamento, seus golpes pesados destruíram a face dos homens restantes, nocauteando-os sem muita dificuldade. O caminho estava livre e eles conseguiram chegar na embarcação em segurança, o grupo de marinheiros que estava no encalço se mostrava cada vez mais perto, perto ao ponto dos disparos dos marinheiros alcançarem a embarcação, sendo estes contra-atacados pela jovem Nix, que disparava do lado de cá.

Pelo jeito só restava ao grupo zarpar em direção a Grande Rota ou esmagar aqueles marinheiros com suas próprias mãos, qual seria a opção escolhida pelo grupo?



Histórico Geral:

Legendas:

Jean Fraga
Ver perfil do usuário
Imagem : Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 0tSpN1S
Créditos : 05
Jean FragaEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t1620-liu-feng#17327 https://www.allbluerpg.com/t1586-morte-e-sangue


Velozes e furiosos: Desafio marítimo


- A fuga pt. II -

Correr pelas ruas atirando em pessoas acompanhada dos meus novos amigos era perfeito, soltava um baixo gemido que me deixava envergonhada, porém como esconderia todo meu prazer com aquela situação?

A animação me consumia e a cada instante as coisas pareciam melhorar exponencialmente, ficava muito feliz porque podia na frente de Subaé mostrar todo meu potencial, minha mira estava afiada e pretendia mantê-la dessa forma.

Minha euforia mesclava com um estado de concentração, era como se quanto mais estivesse gostando, mais focada eu conseguia ficar, porém os ratos conseguiam nos cercar, eu sorria com um sorriso sádico, lambendo os lábios e gritando conforme íamos se aproximando daqueles a nossa frente.

Contudo, era nesses momentos que os superiores mostravam o porque de estarem onde estão, Deep surgia esmagando e acabando com todos e aquele gesto, despertava dentro de mim um sentimento... estranho, meu coração se aquecia vendo os marinheiros serem destroçados.

Olhando para o homem-peixe, ficava encantada, como se minhas pupilas fossem agora dois grandes corações, — Depp!!!!! Você... Você é incrível! – Gritava conforme me aproximava do mesmo, levantando um joinha e sorrindo para ele.

Passando pelos corpos amassados, olharia rapidamente entre as armas e caso encontrasse algo de útil, como peças intactas ou armas por completo, as pegaria e levaria comigo, carregando somente o que aguentasse sem perder velocidade.

A ordem de Subaé era curta e suficiente, queria continuar a brincadeira, porém levaria muito tempo e teríamos mais momentos como esse no futuro, entrando após Beowulf e Mono, subiria na embarcação e caso estivesse carregando algo, rapidamente as guardaria em algum compartimento seguro e voltaria para o convés.

Não sabia ao certo se conseguiria ajudar a zarpar, contudo poderia ser útil de outras formas, — Meninos!!! Vou me posicionar e continuar afastando os marinheiros!! Se precisarem de mim eu largo a posição e os ajudo!

Procurando um lugar de vantagem, apoiaria meus cotovelos, pés, joelhos, o que fosse necessário para ficar firme e estável, levando minha arma a frente, começaria os disparos, mirando em pontos específicos, cabeça, joelhos e coxas.

Por estar mais confortável agora, tentaria recarregar rapidamente e usando de toda minha capacidade, afastar o máximo de marinheiros.

Entretanto, se fosse necessário da minha ajuda no convés, largaria o que estivesse fazendo e correria para ajudar os outros, seja para fazer o barco começar a se movimentar e finalmente possamos sair da ilha, como para afastar marinheiros que tivessem subido abordo.

Usando de socos e chutes em pontos específicos para derruba-los rapidamente, assim como usando do peso corporal dos marinheiros para arremessá-los para forca do barco.


HistóricoInfo
Nº de Posts: 17
Ferimentos

  • N/A

Ganhos:

  • N/A

Perdas

  • N/A




_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 OAKySZI
Deep
Ver perfil do usuário
Imagem : Deep Cutt
Créditos : 00
Localização : Sirarossa - West Blue
DeepAssociado
https://www.allbluerpg.com/t1116-deep-cutt#10446 https://www.allbluerpg.com/t1386-cap-2-ascendendo-as-profundezas#14266


O pivete me dizia que eles tinha ido roubar um restaurante, mas ele não sabia bem onde era, a falta de informação poderia ser um problema e eu já ia reclamar, mas ao longe vi o grupo vindo. Logo me intrometi no meio causando danos em alguns marinheiros que não prestavam atenção em seus arredores. Com a cooperação do bando, o grupo podia chegar com caixas ao navio no qual começavam a trocar tiros com alguns marinheiros. A grande vantagem de ser um tritão é que não preciso estar no barco quando ele parte, isso me permite segurar os inimigos em terra um pouco e permitir uma melhor fuga.

Correria em direção ao grupo de marinheiros que trocava tiros, inflaria e começaria a rolar na direção dos mesmos se errasse pelo menos um, usaria meu Ryukai para tentar pular em direção ao marinheiro que eu tivesse errado e que estivesse mais próximo de mim agora.

Tentaria derrubar a maioria e se visse alguma arma de fogo que aparentasse ser de maior calibre que as da atiradora do bando, pegaria a mesma.

Achando armas para carregar ou não, mergulharia, mas se percebesse algum marine vendo a cena, diria em tom alto de voz:

-Um aviso pra vocês… Fiquem na terra…

Tendo pra quem falar ou não meu aviso final, mergulharia na água, segurando as armas na mão direita para fora da água, evitando que molhem. Nadaria até o barco, onde subiria no mesmo e se tivesse alguma arma colocaria dentro de algum barril vazio no convés, na ausência de um desses, colocaria na cozinha, no chão.

Se algum inimigo me acertasse algum golpe nesse período de tempo, olharia para ele com uma expressão confusa e diria:

-Muito bom… Pera, era pra ter doído?

Então contra atacaria mirando um soco direto no queixo do oponente.


Ryukai(holy diver reavaliada):
Histórico:



Última edição por Deep em Sab Jan 08, 2022 10:58 am, editado 1 vez(es)

_________________

Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 R69xxX4
Jupges
Ver perfil do usuário
Créditos : 00
JupgesCivil
https://www.allbluerpg.com/t1419-nero-vil-gax https://www.allbluerpg.com/t1425p15-cap-1-aonde-e-que-eu-estou#16627
Beowulf finalmente terminava de carregar o que precisava para dentro do navio, e por um segundo, sua mente voltava ao normal, sem ordem alguma para realizar. Beowulf então rapidamente colocaria a carga na cozinha do navio e iria para o convés.

Beowulf olharia para seu corpo e se veria coberto em sangue, ao se lembrar do que ocorreu enquanto cumpria ordens, Beowulf se lembrava da garota que ele havia cortado ao meio. Beowulf fechava seus olhos e pedia perdão:

-Me perdoe, perdoe por quem eu machuquei, mas não foi minha culpa... eu não pude evitar, eu tinha que cumprir as ordens.  

Ao abrir seus olhos Beowulf começava a entender a situação, marinheiros estavam perseguindo eles, e aquele tritão... era verdadeiramente impressionante, não parecia demonstrar muita graça em seus movimentos, mas não era necessário. Seus golpes eram avassaladores, e possuíam energia suficiente para esmagar os marinheiros como papel.

A garota se mostrava uma boa atiradora, assim como a cabra se mostrava minimamente treinada em combate. Beowulf ainda analisava para ver se havia algum ferimento em seu corpo, mas não havia nada novo lá, tirando o sangue de pessoas inocentes.

Ao terminar de analisar a situação Beowulf partiu para o lado de Subaé, cercando o corpo da cabra sem impedir sua passagem para aonde ele quisesse ir. Beowulf estava agindo como guarda-costas e estava cobrindo Subaé de possíveis disparos direcionados a ele vindos dos marinheiros. Beowulf serviria de escudo humano para Subaé apenas protegendo o próprio rosto com o seu gigantesco braço, sua preocupação não era exatamente ser baleado, mas ser baleado no rosto era um problema.

Se os marinheiros jogassem uma caixa, barril ou outros objetos no barco, Beowulf se colocaria na frente da trajetória do objeto, levantaria seus braços e quando o objeto chegasse, Beowulf no mesmo momento giraria para usar a inércia ao seu favor, e durante o giro arremessaria o objeto de volta nos marinheiros.

Se algum marinheiro subisse a bordo, Beowulf pegaria seu machado, e atacaria da direita para esquerda, mirando no joelho do marinheiro, após isso miraria outro golpe no ombro e por fim pegaria o marinheiro com seu braço esquerdo e o arremessaria para fora do barco.

Se algum marinheiro tentasse atacar Nix, Monoliso ou Zuba, Beowulf iria correndo em direção, se jogando em cima do oponente, para derrubar ele, ficando em cima do marinheiro usando seu peso e força contra ele, Beowulf começaria a disferir socos contra seu crânio, esmagando a face do marinheiro contra o chão do barco.

Se fosse necessária a ajuda de Beowulf para preparar o barco para velejar, Beowulf faria o possível de acordo com o que lhe ordenassem.

objetivos:
Atributos, vantagens e perícias:

Histórico:
Subaé
Ver perfil do usuário
Imagem : Cabra da Peste
Créditos : 05
Localização : Nos bares de então
SubaéCriador de Conteúdo
https://www.allbluerpg.com/t354-subae?highlight=subaé https://www.allbluerpg.com/t348-cabras-da-peste-vol-1-amanhecer-do-sul#1033

30: Preparar para zarpar


Durante a corrida avancei cambaleando em zigue e zague por entre os soldados, causando a confusão costumeira que faço por esse marzinho. Mas infelizmente o fogo que tentei iniciar sequer aconteceu. Pelo visto não é hoje que vou queimar essa cidade, mas isso ainda vai acontecer, eu te garanto. Agora eu e meus companheiros temos uma aventura nos esperando na Grande Rota!

Quando chegamos ao porto pude ver que Deep estava lá com Zuba, ambos rodeados de soldadinhos já nocauteados.

-PARA O BARCO PESSOAL!!! - gritaria ao saltar para o barco sem nome que estava no porto - PREPARAR PARA ZARPAR!!!

No batente do navio sem nome, então, me voltaria para os marinheiros saudando-os com um aceno de mãos - Boa sorte com o tritão!

Então saltaria para o convés, e nesse meio tempo pediria auxilio para que pudessemos zarpar mais rapidamente.

- Zuba, ajuste as velas com a ajuda de “Bladewulf”... o Lobo - Depois me voltaria para Monoliso - Você… Hic … levantar âncora!  

Seguiria diretamente até o leme e direcionaria o barco para longe do porto de Baterilla.
Afastaria o barco da costa, já contornando o caminho de volta para enfim regressar ao Lamento de Caronte.

Ao retornar ao Lamento, recolheria  de uma das caixas alguma fruta para comer, depois assobiaria para chamar a atenção de Monoliso Naranjado e meu filho, Zuba - Me ajudem levar essas caixas para o Lamento - Ajudaria eles a carregar para que, se possível, só fizéssemos uma viagem. Levaríamos para o lamento, também, qualquer coisa que Nix, Beo e Deep tenham recolhido na pilhagem.

Faria uma última vistoria em busca de alguma bebida que tenha me passado despercebida, depois iria direto para o meu navio.

Feito isso me voltaria para Zuba e pediria para que me devolvesse o chapéu - Ah, mais uma coisa - diria ao me lembrar - eu perdi a espada que te dei, mas não se preocupe pois vou te dar um monte de coisas mais incríveis!

Perfeito, agora ele não vai ficar apegado com algo que outra pessoa deu.

Voltaria para o leme (do Lamento) onde voltaria a bradar as mesmas ordens referentes à “zarpar” que disse antes. Feito tudo, e com todos à bordo Zarparia na direção que a "Luz-Guia"  do farol do porto estivesse a apontar, em direção à Montanha Reversa.


Off - O convite de entrada para a Grand Line:



info.:









15.760/15.760280/4005/1015/15

_________________



Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 Unknown

Tabela de preços:
Formiga
Ver perfil do usuário
Imagem : Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 OFj4cNo
Créditos : 45
FormigaDesenvolvedor
https://www.allbluerpg.com/t1194-aizawa-mikagi#11079 https://www.allbluerpg.com/t768-capitulo-i-o-espetacular-takeshi-isamune




Cabras da Peste

Vol 03 - Velozes e Furiosos - Desafios Marítimo


Dia 03 ||Reino Sobert - South Blue || Clima: Frio ||
N° de Postagens do Narrador: 31



Desgraçados


Todos



O grupo dos cabras conseguiram retornar ao barco sem muitos problemas, já que usaram uma estratégia simples logo no início de toda fuga. De qualquer maneira, o problema no porto era resolvido pelo tritão e o bando – exceto o peixe – prosseguiu em direção a embarcação que os levaria até o lamento, deixado em alto mar momentos atrás. No processo, Nix encontrou uma arma simples, um rifle winchester de qualidade simples – arma clássica – no chão, pegando-o com velocidade e seguindo seu rumo sem mais interrupções.

Já no navio, o capitão pirata iniciou uma série de ordens para Monoliso e Zuba, que obedeceram sem pensar duas vezes e tão rápido quanto chegaram, foi o recomeço da viagem dos Cabras da Peste. Beowulfse colocou em defesa do capitão, mostrando alguns traços da sua personalidade, mesmo que estivesse um tanto quanto sentido pela garota morta no restaurante. Nix se posicionou na lateral da embarcação, atirando com seu armamento na direção dos marinheiros que enfrentaram o tritão, sua posição vantajosa e suas perícias de combate proporcionaram um combate unilateral por parte do homem-peixe, que sem muita demora mostrou a diferença de força entre ele e aqueles simplórios homens. Para infelicidade do tritão, aqueles homens contavam com armas simples, que não se encaixavam com o que ele buscava, teria que arranjar de outra forma uma arma formidável para sua colega de equipe.

Por fim, todos estavam reunidos naquele navio com algumas marcas de tiro que conseguiram alcançar a sua estrutura. Chegando no lamento a troca de navios foi feita com celeridade, sendo da responsabilidade de Zuba e o macaco auxiliarem nesse trabalho. O Bode em um devaneio tentou buscar por uma bebida alcoólica no navio novamente e como anteriormente, nenhuma garrafa sequer era encontrada pelo capitão. De qualquer forma, todos estavam prontos para continuar a viagem rumo a Grand Line, partindo com o lamento aproveitando-se dos fortes ventos para engatar uma velocidade considerável. O homem-peixe – se procurasse – pode ver de longe aquele grande navio festeiro de antes, mas pelo jeito sua entrada triunfal ficaria para outro momento.

Certo, se você está dizendo... eu acredito! – Falou Zuba meramente animado com tudo aquilo, pelo jeito ele já tinha tomado sua decisão de continuar a aventura com seu pai, talvez até mesmo receber o carinho e amor paterno que foi-lhe tirado durante toda sua infância. Enfim, o navio continuava sua velocidade rumo a Grand Line, o capitão – e todos os outros membros que estivessem no convés – não demoraram para ver ao fundo uma grande silhueta, na verdade, uma silhueta monstruosa, parecia uma estrutura criada por divindades. O som da água parecia ser maior naquela era, mas algo estava estranho, aquilo era uma cachoeira? Não dava para verem por completo, com exceção de Nix, que conseguia ter uma visão melhor da correnteza subindo, mas sem muitos detalhes além deste. Um navio estava vários metros à frente do lamento, parecia que outro grupo também pretendia atravessar o caminho tortuoso rumo à grande rota.



Histórico Geral:

Legendas:


Deep
Ver perfil do usuário
Imagem : Deep Cutt
Créditos : 00
Localização : Sirarossa - West Blue
DeepAssociado
https://www.allbluerpg.com/t1116-deep-cutt#10446 https://www.allbluerpg.com/t1386-cap-2-ascendendo-as-profundezas#14266


Após atrasar os marinheiros para a fuga do grupo, não achei nenhuma arma para levar comigo, voltando para junto do bando sem um espólio para dividir, mas também sem perseguidores. O barco de patetas que me encheram o saco estava ficando para trás, mas esses putos eu dou um sacode no futuro se a oportunidade ocorrer.

O capitão vinha com uma ideia de brinde, não me parecia algo para ser comemorado agora, mas ele colocava bebida nos copos, não negarei um bom trago.
Se enquanto eu bebia minha dose, reparasse que o lobo pretendia jogar fora o dele, ficaria nervoso com o desperdício e diria:

- OHHHH que que é isso ai, desperdício? Nem fudendo, é pra beber, bebe…

Se ele falasse que não podia beber, tentaria trazer uma esfera de água do mar com a bebida dentro, eu não podia controlar a bebida para a puxar sozinha, mas tentaria puxar a água ao seu redor. Jogaria o líquido então no copo do lobo tentando tirar o máximo de água salgada possível, então diria:

- Pronto...  Agora bebe…

E se o lobo ao beber tentar cuspir ou por pra fora a bebida de qualquer forma depois de por na boca, seguraria sua boca fechada com minhas mãos para forçar que bebesse.

Perante a visão da red line, meu coração se encheria de saudosismo, me lembrando de como é a grand line, mar do qual eu vim.

-Rapaz faz tempo que não vejo isso aqui... O que? ... uns 15 ou 18 anos? Saudades desse mar…

Enquanto eu reparava a presença de outro barco à nossa frente, ouvia o lobo falar alguma asneira sobre a pedra ser um dedo, minha resposta era simples.

-Bateu a bebida foi? Ideia furada, enfim, parece que tem mais alguém querendo entrar na paradise… Hummm…

Quanto menos concorrência para nós melhor, então mergulharia tentando me aproximar por baixo da água da peça do barco atrás, a peça que o leme controla e que permite se ter controle de direção. Uma vez próxima da peça começaria a socar ela com força, tentando a danificar ou destruir até começar a sentir que a corrente começaria a ficar muito forte. Nesse momento eu voltaria pro barco visando sair antes de a correnteza ser muito forte pra minha capacidade de nado. meu objetivo era retirar a capacidade de controle do barco que estava a frente, para  que o mesmo acabasse afundando por ser jogado contra as pedras pela correnteza.

No caso do barco à frente afundar e seus pedaços passarem por perto da gente, tentaria mover a água para trazer coisas dos destroços para o alcance da minha mão. Tentaria assim agarrar roupas, armas, caixas de bebida, comida, coisas de valor, principalmente manoplas e roupas para mim, meu soquinho inglês era bom pros blues, mas não para a paradise e andar semi nu é um problema.

Se algum náufrago aparecesse, sem dó eu o socaria para que afundasse na correnteza, caso ele segurasse em algum item que eu queria, seguraria o item firmemente com a mão direita enquanto o socaria para soltar com a esquerda. Caso encontrasse alguém com manoplas que e servisse, agarraria as manoplas uma com cada mão e faria a água subir por cima de quem as usasse, visando fazer o mar puxar o cara para o fundo enquanto eu puxava a arma.

Se em algum momento eu notasse que alguém precisava de ajuda para segura algo devido a sacolejos na viagem, tentaria ajudar a pessoa, emprestaria meus músculos para ajudar a segurar, fosse o leme, fosse alguém que estivesse prestes a cair na água, fosse itens prestes a serem perdidos na correnteza.

Se o poder do mar fizesse alguma corda se romper ou soltar, pularia na mesma tentando segurar a corda numa mão e a outra ponta ou lugar onde ela deveria estar amarrada, na outra. Faria força para tentar refazer um nó. E se enquanto com as mãos ocupadas, alguém acabasse por estar caindo do barco perto de mim bem nessa hora, sem soltar tentaria morder a roupa da pessoa e a manter no barco.


Histórico:



Última edição por Deep em Seg Jan 10, 2022 3:34 pm, editado 1 vez(es)

_________________

Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 R69xxX4
Jupges
Ver perfil do usuário
Créditos : 00
JupgesCivil
https://www.allbluerpg.com/t1419-nero-vil-gax https://www.allbluerpg.com/t1425p15-cap-1-aonde-e-que-eu-estou#16627
Tão rápido quanto o vento, os marinheiros nos perdiam em meio a gigantesco mar em que navegávamos. Beowulf iria para o meio do convés, o mar revolto fazendo o barco balançar não chegava a incomodar o lobo branco, mas dava para ver que ele estava imerso em seus próprios pensamentos. Se apoiando no próprio machado o lobo pegaria o copo meio sem entender o que a cabra queria.

Subaé estava propondo um brinde, Beowulf entendia aquilo como uma espécie e ordem e brindava, logo em seguida indo para a beira do barco e jogando a bebida fora. Deep que supostamente era o imediato do bando, mandava Beowulf beber a bebida, mas o lobo simplesmente falava, -Eu já joguei fora.

E agora dotado de uma teimosia admirável, não sabendo aceitar que algo era impossível, o tritão levantava uma massa de água e jogava no copo que Beowulf segurava e o mandava beber. Como um superior Beowulf deveria cumprir a ordem mesmo sabendo que parte do líquido deveria ter se misturado com água salgada, não deveria estar impróprio para consumo por que tudo foi muito rápido, mas o gosto seria ainda pior.

Beowulf bebia tudo fazendo uma leve careta, o lobo podia dotar de uma constituição impressionante mas nunca havia bebido anteriormente na sua vida, nesse momento tossindo o lobo pensava que precisava pagar esta dívida o mais rápido possível.

Tentando desviar do fato que acabava de fazer algo abominável, o lobo falava sobre a Red Line:

-Eu ouvi as lendas sobre essa parede. Quando os malignos se juntaram contra Nido e conseguiram arrancar o seu dedo em batalha... O dedo caiu no nosso mundo e a Red Line se formou

O tritão parecia discordar da ideia, mas se ele tinha uma origem melhor para a parede ele poderia ter falado, Beowulf sempre achou estranho o fato de que alguém, por mais poderoso que seja, conseguiria cortar o dedo de Nido.

Beowulf observaria o tritão mergulhando no mar, e tentando destruir o barco a frente, estranho já que os coitados não fizeram nada para ele, mas discutir não iria adiantar nada. Beowulf ficaria ali então, esperando para ver o que o destino reservava para ele, sentado num canto do convés, se mexendo só por causa do mar revolto.

Se Subaé pedisse por ajuda, Beowulf ajudaria da forma mais ágil possível seguindo a sua ordem.

objetivos:
Atributos, vantagens e perícias:

Histórico:


Última edição por Jupges em Seg Jan 10, 2022 2:26 pm, editado 1 vez(es)
Jean Fraga
Ver perfil do usuário
Imagem : Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 0tSpN1S
Créditos : 05
Jean FragaEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t1620-liu-feng#17327 https://www.allbluerpg.com/t1586-morte-e-sangue


Velozes e furiosos: Desafio marítimo


- O Começo de Uma Nova Era -

Conforme íamos se afastando da ilha, secava as gotas de suor que escorriam pela minha testa, quando lembrava da minha coleta, pegando a arma que antes havia coletado, sorria enquanto a olhava, passava o olhar analisando-a por completo.

Ela tinha um peso ideal, o cano parecia pouco deformado e por sorte, havia pego um winchester em boa qualidade, era como ter recebido uma recompensa após ter feito a coisa certa.

— Eu só preciso matar marinheiros pra conseguir coisas legais? Se for assim... será tão divertido! – Dizia para mim mesmo conforme inspecionava a arma, caso o rifle tivesse uma bandoleira, passá-lo-ia atravessado de um lado para o outro sobre meu ombro, botando a arma em minhas costas com o cano para cima, senão por hora carregaria em mãos até conseguir fabricar uma.

Indo para a frente do lamento, olharia a paisagem com atenção, tudo era novo para mim e por mais que isso me animasse, lá no fundo sentia um medinho, porém Subaé logo surgia com uma ideia que me animava e naquele momento, tirava minha cabeça dos medos que sentia.

Ele reconhecia meu esforço entregando-me um copo com bebida, eu sorria feliz com tal gesto, — Obrigado Capetão Subaé!!! Você não viu nada! – Fala seguida de uma risadinha baixinha.

Paredão vermelho? Olhando a frente, via o que sempre li nos livros, então estava ali a Red Line! Meu sonho sempre foi ver de perto e agora, estaria tão perto de realiza-lo, as palavras da cabra me emocionavam, lagrimas de felicidade escorriam pelos meus olhos, descendo até as bochechas e por fim, indo de encontro com o chão do convés.

Estendia o copo brindando com todos e com um sorrio de uma orelha a outra tomava o copo em uma golada só, respirando de forma ofegante corria até a beira novamente e ficava atento vendo agora mais de perto as rochas.

Eram maciças e com uma altura que sequer conseguia ver o topo, abria uma duvida em minha cabeça como subiríamos, mas logo avistava uma correnteza que levava para o topo, o som da água era forte e o lamento balançava bastante, por isto me abria a base dos pés para ter mais equilibro.

As coisas pareciam perfeitas então percebia um navio um pouco a nossa frente, por via das dúvidas, gritava avisando todos, — Há um navio a nossa frente! – Dizia sacando a winchester e mirando em direção a eles.

— Pronta para atirar caso necessário! – Ficava apostos e se necessário, abriria fogo, sentido o peso da arma, o recuo e a precisão da arma, ajeitando a altura para me adequar a distancia entre nós e melhorar a precisão das balas, o vento era forte, o que dificultaria minha vida, mas havia treinando para os piores cenários.

Atiraria caso preciso focando acertar os despercebidos que não tivessem notado minha presença e daria cobertura para Deep em seu percurso de volta para o lamento, se abrissem fogo contra a gente, agacharia tentando me proteger com fuselagem do navio como escudo e percebendo espaço entre os tiros inimigos, revidaria.

Se os barcos ficassem mais próximos e a distancia fosse curta o suficiente pra atrapalhar o manejo do rifle, o guardaria e sacando minha pistola, abriria fogo.

De toda forma, quando estivéssemos se aproximando da subida, me agarraria com força no barco ou em Beo ou Subaé, não esperava que subir seria fácil, então tentaria me preparar, em ultimo caso, entrando para dentro do lamento.


HistóricoInfo
Nº de Posts: 18
Ferimentos

  • N/A

Ganhos:

  • Rifle Winchester - Arma Clássica - POST 17

Perdas

  • N/A




_________________

Cabras da Peste, vol 3- Velozes e furiosos: Desafio marítimo - Página 10 OAKySZI