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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador

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Kenshin
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Kenshin
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Relembrando a primeira mensagem :

Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas Subaé, Deep Scaleback, Blade Sharptree e do Civil Tensei Pugnale. A qual não possui narrador definido.

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Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 6 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Subaé
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Subaé
Criador de Conteúdo

18: Uma criança igual a mim

O combate ocorreu de forma rápida e efetiva. Em poucos movimentos, e com uma ajudinha de meu companheiro lupino,  deixei o tritão boiando todo esbagaçado. Biólogos, atualizem suas enciclopédias pois parece que as cabras também dominam o mar

-ZeBeBeBeBe!! - Gargalhava enquanto escalava a lateral de meu amado navio.

Ao pisar no Lamento pela primeira vez depois de tanto tempo eu me ajoelhei e abracei o piso da embarcação -Quantas saudades eu senti de você! - Beijei aquele piso e me levantei.

Foi quando avistei um garoto estranho com… cascos?
Seu corpo cheio de pelos, seu focinho e aqueles cascos denunciavam o fato dele ser um mink, mesmo que o seu chapéu escondesse suas orelhas e chifres animalescos.

-Quem é você? - Perguntei curioso, mas ele ignorou a pergunta. Apenas arregalou aqueles olhos assimétricos e arremessou a caixa com alimentos em mim. Neste momento eu saltaria para trás para me afastar o suficiente da caixa que foi arremessada. Não me importaria em ser acertado por algum dos alimentos, apenas observaria o menino correr para dentro da cabine.

Observaria o conteúdo da caixa em busca de alguma garrafa de bebida e se houvesse alguma ali, pegaria a mesma, abriria e daria um gole.

Iria até a parte frontal do convés olharia em volta para ver a situação atual do porto. Assobiaria para chamar a atenção de Blade e desceria a escada de corda para que ele pudesse subir no navio -Vem logo!

Ajudaria a subir Lua no convés e auxiliaria Blade também se fosse necessário.

Ao olhar para o porto, avistei uma grande bola de sangue, entranhas e merda; Tudo misturado e amontoado, vindo em nossa direção. Aquela visão me trouxe um refluxo, sei que não sou o cara mais higiênico do mundo mas aquilo ali já era demais até pra mim.

“Coitado do dono do barco que vai transportar aquele sujismundo” pensei “mas pera aê… o único que conheço que tem aquele tamanhão é o…”

-EI DEEP, SEU PORCO!! PULE NO MAR E SE LIMPE ANTES DE SUBIR NO LAMENTO!!!! - Ordenei, talvez em vão.

Observei ao meu redor sem acreditar. Eu estava realmente ali no Lamento de Caronte com os meus companheiros mais uma vez. Uma paz tomou conta de meu coração, tanto que sorri ao observar aquela situação nostálgica.

Deep me perguntaria se já estávamos prontos para partir - Já estamos quase prontos, peixão - Olhei para meus companheiros e segui a falar - Prestem atenção, tem um moleque de cascos e olhos estranhos escondido em algum lugar dentro da cozinha… Não o matem pois ele vai ser um grumete útil nessa viagem… Ele querendo ou não.

Derrepente outro estrondo ecoou quebrando toda a magia nostálgica que me fazia feliz. Aquilo me trouxe de volta para o presente e fez minha cara ficar enfezada.
“O perigo ainda não acabou, temos que dar o fora daqui!!”

-PARA O CONVÉS SEUS PREGUIÇOSOS! AO TRABALHO! - Gritei as ordens para que todos pudessem me ouvir - DEEP, LEVANTAR  NCORA! BLADE, SOLTAR VELAS!! SE PREPARAR PARA NAVEGAR!!!! - Caminharia mancando até o timão, o qual, ao alcançá-lo giraria o mesmo a favor do vento, fazendo com que o navio começasse a posicionar para ir embora daquela ilhazinha de merda - Agora, Lamento, traga-me o horizonte mais uma vez...


Histórico:

Combate::


Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.

-Acertar as contas com Zayn
-saciar vício
-Aprender as proficiências Condução, Navegação, e Astronomia
-Encontrar o anão perneta chamado Peri.
-continuar a desenvolver liderança
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Pirata
Blade
Lobão
Blade pegava Lua no colo com um braço após guardar sua arma, e correria diretamente ao navio, seu capitão acabava de jogar uma escada para que ele pudesse subir, Blade então subia como podia e levantava Lua para que Subaé pegasse ela, Blade então subiria no barco e ouviria as ordens de seu capitão.

Ao ouvir que deveria soltar as velas Blade faria isso rapidamente, seu passado pirata já havia lhe dado experiência suficiente para que ele pudesse se lembrar disso. Após soltar as velas Blade começaria a farejar, farejaria no navio por todo cheiro que não fosse o cheiro de merda de seu capitão, o cheiro de comida de Deep ou o cheiro de Lua.

Quando encontrasse o cheiro do garoto Blade seguiria o mesmo, Blade chamaria Lua e diria, -Assuste o garoto mas não morda ele, apenas rosne e garanta que ele não consiga fugir de mim. Blade então procuraria pelo garoto.

Caso houvesse mais de um cheiro diferente no barco, Blade alertaria ao seu capitão e a Deep, -Não estamos sozinhos só com o garoto!, caso o outro cheiro fosse um inimigo, se Blade encontrasse ele rapidamente daria um tiro em seu pé, e gritaria por ajuda.

Blade seguiria o cheiro do garoto, e caso encontrasse ele diria com o olhar sério, -Você vem comigo!, Blade então se aproximaria do garoto e o agarraria pela perna, levantando e deixando ele de ponta cabeça no ar. Como se tivesse botado as mãos em um coelho, Blade se aproximaria de seu capitão segurando o garoto e soltando ele no chão, -Aqui






objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico:

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Cabras da Peste

Vol 02 - Tacando merda no Ventilador


Dia 02 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente ||
N° de Postagens do Narrador: 18


Todos


Subaé se encontrava na embarcação e notava a presença de uma figura estranha, na realidade, tão estranha quanto ele. Inutilmente tentou argumentar com o garoto, mas, o mesmo deu as costas e partiu para os andares inferiores do navio. Totalmente ignorado, o capitão permaneceu no convés e buscou por uma garrafa de bebida, entretanto, nada foi encontrado por ele. Talvez fosse melhor se arriscar nos comércios do porto ou ver se encontrava algo na dispensa do barco.

Nesse meio tempo Blade e Lua subiram no barco, o canino rapidamente partiu atrás do garoto, seguindo-o com seu faro aguçado. Já Deep talvez não tenha escutado as palavras do seu capitão ou simplesmente estava cansado demais para isso, já que batalhar contra um grupo tão grande, teve o seu preço. O homem peixe subiu envolto de sangue - seu e dos inimigos -, entranhas, resquícios de massa encefálica e até mesmo pedaços de ossos, estava claro que o combate  foi duro.

O tritão partiu em direção a cozinha, após pegar algumas frutas espalhadas pelo piso de madeira. No ambiente que lhe trazia conforto, realizou uma refeição simples, frutas cortadas com açúcar e limão. Comendo de maneira tranquila enquanto sentia duas forças sendo recuperadas, por mais que os ferimentos continuassem abertos e sangrando, ele sentia parte da exaustão ocasionada pelo combate esvaindo do seu corpo.

Blade estava na procura do menino e mandava Lua fazer o trabalho pesado, a cadela rapidamente corria enquanto farejava o menino, encontrando-o ao lado de uma pequena escrivania, tendo escondido pela sombra que a mesma fazia. Ao ver Lua rosnando ele correu por cima do objeto, tentando pular entre alguns outros itens, buscando fugir da raivosa cachorra. Porém, para o seu infortúnio ele foi de encontro a Blade, sendo agarrado pela perna como um animal abatido - Me largue seu…. - Puxou a espada que estava na sua cintura, acertando o braço do canino de maneira superficial enquanto se debatia. Seu corpo cacoalhou tanto que ele conseguiu se desvencilhar, correndo na maior velocidade que podia para o convés - V-você… - Bradou com raiva ao encontrar o capitão.

Momentos antes do garoto chegar o Bode havia dado algumas ordens aos seus homens e com isso Deep se encontrava no convés carregando o alimento para seus companheiros, o trio via a cena da criança empunhando sua espada enquanto corria na direção do Caprino - [bmVocê não é meu pai! Um pedaço de lixo como você. [/B]- Antes que pudesse desferir um ataque ele parou, seus olhos estavam repletos de lágrimas e não demorou para que elas escorressem pelo seu rosto - Minha mãe morreu por sua causa! Morra! Morra! Morra! - Balançou sua espada de maneira desesperada tentando atingir Subaé, era perceptível que o fio estava deveras afiado e qualquer corte causaria danos significativos ao pirata.

No porto os homens chegavam aos montes enquanto o Lamento saia em direção ao mar, os fortes ventos serviam como combustível para que a embarcação se movesse. Cerca de cinquenta ou mais inimigos estavam no porto, era possível ver a correria de alguns deles na direção dos navios que estavam atracados, parecia que não iriam deixá-los escapar de maneira tão fácil. Outros homens corriam em direções aleatórias, onde eles estavam indo? Será que existem outros barcos atracados na costa de Petra? Enfim, não parecia que o combate estava perto de acabar.



Histórico Geral:

Legendas:

Log de combate:
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Jupges
Pirata
Blade
Lobão
Blade ao ver a reação bizarra do garoto em relação ao pai dele, seu capitão, acharia uma falta de respeito do garoto, então iria até Deep, e pegaria a tigela de frutas que Deep havia feito, logo depois de diria, -Moleque folgado né? Ao ouvir a resposta de Deep Blade diria, -Pode deixar vou só dar uma mijada ali rapidão. E mediante a resposta de Deep eu falaria, -Eu to segurando desde a luta no Palácio Deep, e olha que eu bebi pra caralho, faço isso em 2 segundos eles ainda tão se preparando

Blade então se afastaria e iria até o canhão, observar o porto, comeria rapidamente sua salada de frutas e posicionaria a tigela em um canto do barco. Então olhando para o porto, Blade abaixaria suas calças e começaria a mijar pela janela do canhão, -Caralho tô segurando desde a luta no Palácio, minha bexiga tá explodindo, para completar sua ação Blade mostraria o dedo do meio pros caras no porto pela janelinha.

Logo em seguida Blade pegaria o canhão, carregaria ele e miraria nos cascos dos navios parados no porto, bombardeando os navios inimigos antes mesmo deles se aproximarem.






objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico:

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Deep
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Deep
Novato


Me sentia melhor, mas ainda não estava nem perto de estar super bem, estava todo furado, sangrando, seria necessário me remendar para lutar direito. Ainda assim levei comida para meus colegas poderem se reanimar um pouco também. Nesse momento, vi um pequeno mink inutilmente tentando atacar o capetão. Nem me importei, sabia que o mesmo não seria ferido por aquela criança fraca.

Esticaria o braço para entregar uma tigela para Blade e diria:

-Olha, não sei qual a ideia para com esse moleque, mas acho melhor você ir comer do lado dos canhões, sarnento…

Assim que ele falasse de mijar, diria:

-Tu vai é mijar nas calça então porra, eles já tao vindo e só tu manja de arma, é melhor tu começar a atirar enquanto eles ainda estão parados no porto…

Esperaria a resposta dele e continuaria:

-Que dois segundos o que seu porra, já atrasou tempo demais com esse moleque, inclusive essa choradeira ja me encheu…

Iria então agarrar o garoto pelo cangote e usar sua blusa para amarrar seus braços e a calça para amarrar suas pernas, se ele tivesse meias ou chapéu, amassaria os mesmos numa bola que colocaria em sua boca para a calar e o colocaria num canto da cabine.

Em seguida voltaria à cozinha, estava fraco e se uma luta fosse necessária, eu precisaria de toda e qualquer força que eu conseguisse coletar para uma luta. Então seria necessário que eu tivesse minhas comidas para fortalecer a mim e meus companheiros, sendo assim, minhas receitas mais rápidas...

~Post de Criação~



Pegava um abacaxi da caixa de mantimentos e o picava já o jogando numa panela colocada no fogão em fogo baixo, fazia cubos pequenos e uniformes para poderem cozinhar igualmente. Jogava na panela também, pimenta, açúcar e o gengibre que trouxe comigo, amasso tudo no fogo baixo até virar uma pasta, então uma das garrafas de bebida, a de gin e viro na mistura, emulsiono bem  e deixo ferver.

Pego então em duas outras panelas, em uma jogo bastante pimenta do reino e açúcar, na outra açúcar e rum, em ambas as panelas, coloco ingredientes suficientes para fazer três balas Tarrasque, deixo a mistura de açúcar e rum reduzindo também e me concentro no caramelo apimentado, fico mexendo a mistura até o açúcar derreter por completo e se misturar a pimenta, se tornando um caramelo de cor negra que eu separo para começar a esfriar.

Com as misturas mais líquidas um pouco servidas, a de abacaxi já estava no ponto desejado, tirava ela do fogo e mexia até ficar um líquido dourado e sedoso para colocar de volta na garrafa de vidro, uma garrafa de Berserker pronta para beber.

Uma vez pronto o Berserker, a cauda que deixei no fogo já estava grossa, a tirei do fogo e a moldei com uma colher de pau em três bolinhas que por estarem quentes, pude jogar no caramelo negro que esquentou embrulhando as bolinhas, ao mesmo tempo que esfriou  recheio dando forma sólida para as três balas Tarrasque.

~Fim de criação~



Três cozimentos rápidos, que devido a não terem água e sim álcool, ferviam muito mais rápido e portanto seu cozimento deveria ser ligeiro. Amarraria uma cordinha na garrafa de berserker e a colocaria amarrada em meu cinto, enquanto as três balas eu guardaria na pochete, da qual eu tiraria uma rabanada para comer.

Sairia então, “armado” para o convés do navio em busca dos meus colegas, se ainda estivessemos sendo perseguidos, diria:

-Galera preparei umas receitas para a gente poder se melhorar caso eles abordem o navio, só pegarem comigo e comerem caso ocorra.

Se estivessem em luta, ou se eu visse algum invasor no barco, rapidamente eu tomaria um gole de Berserker, ficando com a minha pele muito vermelha e começando a suar em bicas devido ao efeito da bebida. Melhorado por minha bebida, usaria então minha habilidade, Dragonforce, aumentando o tamanho de meus músculo e fazendo minhas escamas rangerem devido a força contida nelas, eu esperava que o descanso até o momento e todas as melhorias dadas por minha técnica e bebida, fossem o suficiente para eu conseguir desferir socos avassaladoramente poderosos contra os inimigos, tentando os arremessar para fora do barco e para longe do mesmo.


Histórico:


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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Subaé
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Subaé
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19: Uma vez

Na minha frente, a espada cintilava refletindo a luz do sol ao balançar em minha direção. Atrás de mim, uma multidão de vermes fardados que ainda não desistiram de me pagar.

Fiquei ali parado por um momento enquanto o moleque corria em fúria com sede de meu sangue. Observaria o bacuri com um certo incômodo, afinal, por que diabos ele se parece tanto comigo?

“Cascos… Olhos estranhos… Mais feio que briga de foice… PARECE ATÉ EU!”

Inclinaria meu corpo para o lado oposto do ataque, desviando do ataque e deixando que ele passe por mim. Neste momento chutaria as costas de sua mão armada para que o mesmo soltasse a arma - Já te perguntei uma vez, seu merdinha… Então responda - Diria enfurecido.

Com um rápido movimento, me aproximaria do guri já desferindo um golpe bem dado em sua face com toda a minha (pouca) força

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- QUEM DIACHO É VOCÊ??? E PORQUE CÊ PARECE TANTO COMIGO????

Se o garoto esquivasse destes golpes ou continuasse a mostrar resistência, eu executaria  uma rasteira em suas pernas para desestabilizá-lo, em seguida ergueria minha perna chutando sua mão para desarmá-lo. E ao descer a perna, golpearia meu casco contra sua cara, levando-o de vez ao chão.  

Pegaria a espada caída e a prenderia em meu cinto -Vou ficar com isso aqui - Diria ao guardar a espada.

Depois iria até o moleque e ergueria o mesmo pelo pescoço -Ainda não sei quem você é… Ainda… Mas vou dar um jeito em você e depois conversamos, agora estou ocupado- Levaria a criança até Deep e entregaria a mesma para o peixão - Dê um jeito nesse moleque, mas não o mate - aproveitaria o momento para pegar uma porção da sobremesa preparada por Deep, e perceberia que o baiacu e o lobo discutiam por causa de xixi -Ei vocês dois - Falaria me intrometendo - Deixem de discutir e direcionem essa raiva para aqueles merdas do deserto.

Voltaria mancando até o timão com minha sobremesa em mãos e a minha nova espada na cintura. comeria toda a sobremessa depressa logo depois de girar o timão mais uma vez.

Sempre usando o vento ao meu favor, conduziria o Lamento por perto da costa utilizando o movimento das ondas e da própria maré  para conseguir ganhar mais velocidade.

Continuaria o avanço pela costa até avistar um banco de areia.

O nosso navio vazio e com apenas tres tripulantes, um cachorro e uma criança não se compara em peso com os navios de nossos perseguidores que além de maiores, tinham também muito mais tripulantes. Sendo assim, seguiria com o meu plano arriscado.

Assim que encontrasse um banco de areia, direcionaria o brigue em sua direção com certa cautela, utilizaria a altura do quebrar das ondas junto da falta de peso do Lamento do Caronte para girar o navio a estibordo, mudando a direção e  passaria lado a lado (quase que triscando) no banco de areia deixando para trás todos aqueles outros navios mais pesados atolados.


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Combate:::


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Cabras da Peste

Vol 02 - Tacando merda no Ventilador


Dia 02 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente ||
N° de Postagens do Narrador: 19


Todos


A trupe está reunida no convés da embarcação, todos falavam algumas coisas enquanto o garoto atacava seu próprio pai, que por sinal, não fazia a mínima ideia do que a criança representava. O soco do capitão acertou a face da criança lançando-a longe, desacordada e com o nariz quebrado. Deep estava de saco cheio de tudo aquilo, fazia questão de amarrar o garoto para que ele não os atrapalhasse mais e partiu em direção a cozinha. Lá o homem-peixe realizou a criação de alguns itens, aproveitando dos produtos disponíveis e algo era notado por ele: Dado o uso da criança, eles não tinham comida suficiente para uma viagem longa, teriam que em meio a viagem, buscar por alimentação para que não passassem fome

Enquanto o tritão produzia seus materiais, Blade parecia um tanto quanto tranquilo perante aquela situação. Dos três, ele parecia ser o único que não tinha entendido a real situação que ele estava inserido, urinar e ficar de maneira desleixada bem "na frente" dos inimigos? Maluquice pura! BANG! BANG! BANG! BANG! Os sons dos tiros dos inimigos que estavam no porto acertavam o casco do navio, mas não só ele. A tigela de Blade recebeu um tiro, mandando oitenta por cento da comida para o mar, restando apenas uma pequena porção no navio, misturado com parte da tigela quebrada em minúsculos pedaços. Não parando por aí, o canino ainda sim tentou disparar o canhão, sem averiguar sequer se tinham balas disponíveis na embarcação. BANG! BANG!

Mais tiros voaram em sua direção, perfurando parte do barco e também da vela, não apenas isso, um dos tiros acertaram a região do oblíquo do Blade, causando uma dor agoniante ao homem-fera. Cada momento que passava o navio ficava mais longe do porto, os tiros já não mais alcançavam os piratas e agora eles poderiam notar três embarcações no seu encalço, as duas primeiras eram grandes, os navios que estavam no porto, propriedade da família Vrunc. O último, uma pequena escuna que contava com um punhado de homens ferozes, que bravejava algo que não era audível aos tripulantes do lamento.

Em meio a fuga, Subaé tentava traçar uma estratégia inteligente, porém, a existência de um banco de área de fazia inexistente. Apenas o extenso mar azul com fortes ventos estava a sua frente, a escuna tomava a dianteira da perseguição, seguida pelos dois imensos navios. Uma hora ou outra eles chegariam nas proximidades, uma batalha marítima estava por vir.



Histórico Geral:

Legendas:

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Deep
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Deep
Novato


Não parecia que estávamos conseguindo dar o perdido nos inimigos, assim como parecia que não estávamos revidando, já que eu não ouvia canhões sendo disparados por nosso navio. Eu precisava buscar algo a mais para nos ajudar, tentar encarar três barcos enquanto estou exausto era minha última cartada, uma que queria evitar de usar.

Andaria pelo barco para ver o que eu achava no mesmo, talvez barris de pólvora para os canhões, piche para selar o convés ou até mesmo barris de bebida. Olharia tudo que eu achasse no barco tentando achar algo que me desse mais alguma ideia, mas se achasse algum barril que eu procurava, já sabia que eles eram altamente inflamáveis, então buscaria panos na embarcação para rasgar e amarrar nesses barris e os levar para onde o capetão pilotava o navio.

Mesmo não encontrando nada, iria para onde o capetão estava e diria:

-Parece que a previsão do tempo para hoje é chuva de chumbo, capitão... Se você tiver alguma ideia para tirar da bunda, estou ouvindo…

Se eu encontrasse munição para canhão em minha busca, levaria ela para o sarnento.
Histórico:


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Legenda:

-Fala do Deep

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Subaé
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Subaé
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20: Avante!

Ver aqueles tiros de canhão danificando meu precioso Lamento me doeu mais do que o tiro que levei mais cedo, mas não estávamos em uma situação favorável ao combate. Todos nós três estávamos muito feridos e além do mais havia muitos inimigos.

Manejaria o timão Fazendo com que o brigue avançasse diagonalmente para desviar dos tiros que fossem desferidos contra a gente. Seguiríamos com vento em popa rumo à Sorbet.

Observaria ao redor em busca de algum barril cheio de pólvora e caso houvesse algum por ali correria até ele, pegaria o mesmo e arremessaria pelo fundo do navio, na água, para que explodisse assim que batesse no casco do navio de meus perseguidores.

Jogaria quantos barris de pólvora encontrasse criando um verdadeiro campo minado atrás de mim - Me ajudem com os barrís! - Clamaria por ajuda.

Caso eu veja algum dos perseguidores adentrar o lamento, pegaria uma das cordas penduradas no leme e avançaria correndo em sua direção para cabecear sua testa, desestabilizando-o, em seguida correria ao seu redor enrolando-o na corda para depois chutá-lo para fora do brigue.

Caso ele me atacasse ou atirasse em mim, eu saltaria me segurando na corda para a outra direção, a força do pulo preso no eixo da corda faria a corda balançar, consequentemente me permitindo desviar e avançar até o inimigo chutando-o para fora do brigue.

Voltaria depressa ao timão, onde giraria o mesmo outra vez para reutilizar a tática de avançar diagonalmente para desviar dos tiros, só que desta vez para o outro lado.

-Ah! como eu senti saudades de navegar!! Tanto tempo que não pilotava, melhor seria sem tantos caçadores atras de nós! ZeBeBeBeBeBe!! Que seja meus amigos, vamos cantar!!

Musica pirata:

"Pelos sete mares naveguei
E muitas coisas eu vi
Por muitas meretrizes me apaixonei
Mas ia embora após ela dormir
Por todos os perigos que passei
E os amigos que perdi
Por todo ouro que conquistei
Pelo rum que bebi

Ergam seus copos por quem vai partir
Honrem os que não estão mais aqui
Se afaste em respeito a tudo que eu vivi
A morte está há me seguir
Que o vento sopre forte pra onde você for
que a sorte esteja sempre ao seu favor
Que nunca conheça todo esse horror
Lute por amor

O sol nasce e contrasta com a sentença e o carrasco da execução
Vejo todo ódio de uma tormenta explodindo em seu coração
Não suo frio medo se esvai quando não sinto meus pés no chão
Fecho os olhos e não vejo mais o monstro que criei com um canhão

Ergam seus copos por quem vai partir
Honrem os que não estão mais aqui
Se afaste em respeito a tudo que eu vivi
A morte está há me seguir
Que o vento sopre forte pra onde você for
que a sorte esteja sempre ao seu favor
Que nunca conheça todo esse horror
Lute por amor"


Alguns podem até dizer que issa seria uma atitude insensata. Parar para cantar durante uma perseguição marítima, que viagem é essa subaé?  Pois é meus amigos, Devo lhes dizer que uma boa canção sempre irá melhorar o ânimo e o ritmo da tripulação. Além disso, cantar deixa tudo mais divertido.

E foi assim, sendo perseguido com o timão em mãos e com uma bela cantoria saindo de meu peito que a gente começou nossa jornada para a Grande Rota.


Cabras da Peste, vol 2- Tacando merda no ventilador - Página 6 To_be_10

Histórico:

Combate:


Proficiências:
- Acrobacia
-Ameaça
-Atletismo
-Briga
-Lábia

Qualidades:
-Carismático
-Prodígio
-Talentoso
-Destemido
-Electro
-Idioma silvestre
-Chifres curvos
-Cabeça dura

Defeitos:
-Doença degenerativa
-Sadista
-Cabeça quente
-Dependente (15 posts)
-Extravagante
-Apegado (ao chapéu)
-Feio
-Preconceito
-Atípico
-Sensível ao calor
-Forma sulong.

-Acertar as contas com Zayn
-saciar vício
-Aprender as proficiências Condução, Navegação, e Astronomia
-Encontrar o anão perneta chamado Peri.
-continuar a desenvolver liderança
8.173/10400120/20001/1006/15

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Jupges
Pirata
Blade
Lobão
Blade se ajoelhava quando recebera o tiro, um tiro na região do abdômen que diferente de seu corte no braço, ardia e queimava provocando uma certa dor. Apesar disso, a dor era tolerável para Blade.

O canino se levantaria e procuraria por alguma bola perdida no navio, embaixo das escadas ou em algum armário solitário, caso encontrasse rapidamente atiraria no navio mais próximo mirando a vela principal.

Blade então subiria o convés, caso visse o seu capitão atirando barris de pólvora, Blade puxaria sua pistola e atiraria neles antes de tocar o mar, mirando a parte alguma parte metálica, caso ela existisse.

Blade procuraria por uma lanterna em seu navio, caso Blade encontrasse e ela estivesse acesa, Blade subiria no caralho (a cestinha no alto do mastro), e puxaria sua Tkiv, segurando a lanterna.

Blade atiraria em seus inimigos (visando o capitão ou o timoneiro) do alto do navio em um ponto estratégico para um atirador de elite, quando algum barco se aproximasse o suficiente Blade jogaria a lanterna que havia pegado nele, e então atiraria nela para explodir ela em fogo.

Caso Blade não tivesse encontrado a lanterna em seu navio, procuraria por ela no navio dos inimigos, atirando nas lanternas que encontrasse caso isso ocorresse. Blade também procuraria por barris de pólvora nos navios inimigos, atirando em partes metálicas dos barris caso encontrasse, ou atirando na madeira para espalhar a pólvora, aproveitando para criar um bom terreno caso encontrasse lanternas.

Se Blade notasse inimigos mirando nele, Blade atiraria neles e então se abaixaria o máximo que pudesse para evitar os tiros disparados contra ele. Se algum inimigo jogasse algum explosivo em seu barco, ou se algum inimigo estivesse usando um canhão Blade atiraria nele antes que ele conseguisse realizar sua ação, ou atiraria no explosivo para tentar explodir ele no ar antes mesmo de alcançar seu navio

Blade então olharia para o horizonte e suspiraria, tudo o que o canino queria agora era um bom rum e umas 12 horas de sono.








objetivos:

Atributos, qualidades e perícias:

Histórico:

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Créditos :
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Formiga
Desenvolvedor




Cabras da Peste

Vol 02 - Tacando merda no Ventilador


Dia 02 || Arosa - Petra Yuni || Clima: Quente ||
N° de Postagens do Narrador: 19


Todos


O momento final da segunda aventura do grupo, foi resumido em tiro, porrada e explosão. Subae achou alguns metros atrás um pequeno barril, não era do tamanho convencional, parecia ter a metade das proporções de um barril comum. Ele lançou na direção dos seus inimigos, tentando de alguma forma atrapalhar sua locomoção. Por sorte, um dos tiros de Blade acertou a pequena chapa metálica, onde continha a logomarca da empresa fabricante. A explosão ocorreu no meio do ar, não foi nada muito assustador, um show de luzes e efeitos que trouxeram um clima de Batalha, além do que já estava.

Deep não tinha tanta sorte, o navio não contava com muitos itens, pelo fato de ser uma peça que seria vendida em um leilão. Em meio aos disparos de Blade, o fim se aproximou. A fuga continuava sendo liderada pelo capitão, que navegava com maestria entre as fortes ondas da região. O grupo continuava a perseguição de maneira acirrada, não demoraria para colar na lateral do Lamento.




Histórico Geral:

Legendas:

Log de combate:






Subaé, Deep & Blade


Alterações


Subaé

Ganhos:
Livro de Condução - Navegação - Astronomia - História dos Mares - POST 02 Ok
Aprendizado da Proficiência: Navegação - POST 02 Ok
Aprendizado da Proficiência: Condução - POST 03 Ok
Aprendizado da Proficiência: Astronomia - POST 04 Ok
Espada Categoria Clássica - POST 19 Ok
Código da Arma:

BARCO DA VAKINHA - GANHO NO SORTEIO:

OBS: Dinheiro Atual: 3.645.000 B$ Ok

Perdas:

Nada

Aumento de Recompensa: 8.700.000 (Total)

Feitos em Público:

Perseguido por um Mink Touro (Mercenário) por via pública, trazendo caos a rotina dos civis e pequenos comércios. - POST 07

Entrou em combate na frente da Escola de Arosa, fazendo o Mink Touro atacar os guardas do lugar - POST 07

Lutou contra alguns seguranças e invadiu o colégio, ameaçando, agredindo, ferindo e por fim tirando a vida de Joseph Vrunc (Filho de um Npc notório criado na primeira aventura) - POST 08 / 09

Fugiu do lugar entrando em combate com outros seguranças. - POST 11

Matou dois seguranças em via Pública, utilizando uma garrafa e com requintes de crueldade. - POST 12

Foi perseguido e entrou em combate com um pequeno Exército do Npc Vrunc. Subindo pelos telhados das casas enquanto corria - POST 15 / 16 / 17

Roubou um dos Barcos (Navio Ganho na Vaquinha) - POST 18

Participou do uma Batalha Naval - POST 19

Feitos em "Off":

Realizou um contrato verbal com um comerciante local, que resultou na morte de Joseph

Derrotou um tritão em uma batalha no mar (Tendo auxílio de Blade) - POST 18


Relação de Personagens: Ok


Localização Atual: Petra Yuni – South Blue Ok

Experiência


Experiência: 660

Blade

Ganhos:
Arma Clássica - POST 11 Ok
Código da Arma:


Perdas: --


Aumento de Recompensa:  8.300.000 B$

Feitos em Público:

Entrou em combate com seu aliado Deep, causando pânico e destruição das barracas nas ruas - POST 01

Roubou e presenciou a morte do vendedor da loja de armas  (Isso pode cair na conta dele, já que posteriormente ele saiu da loja)  - POST 07

Enfrentou um Mercenário Mink Lobo em via pública, disparando tiros no combate - POST 10

Derrotou um Mercenário Mink Bovino em via pública, ao ajudar Subaé - POST 11

Participou de uma  fuga do Exercito pelas ruas de Arosa, enfrentando mercenários contratados no caminho - POST 14

Matou um dos perseguidores - POST 15

Feriu um mercenário (atirador de elite) que cuidava do Porto de Arosa - POST 17

Participou do roubo do Barco (Navio ganho na Vaquinha pelo Subas) - POST 17

Participou de uma Batalha Naval nos mares de Petra Yuni - POST 19

Feitos em "off"

Invadiu uma casa que o Deep estava

Auxiliou Subaé a derrotar um tritão


Relação de Personagens: Ok

Localização Atual: Petra Yuni – South Blue

Experiência
Experiência: 660


Deep

Ganhos:
07 Rabanadas - POST 12 Ok
Gengibre em Pó - 02/02 - POST 12 Ok
Três Tarraques (Projeto) - POST 19 Ok
Uma Garrafa de Beserker (Projeto) - POST 19 Ok

Perdas:--

Aumento de Recompensa: 8.700.000 B$

Feitos em Público:

Lutou contra seu aliado Blade em via Pública, causando pânico e destruição de barracas.

Lutou contra dois Mercenários (Mink Roedor e Felino) em via pública, a batalha foi dura ao ponto de ocorrer a destruição de 4 construções, sendo algumas delas de maneira total.

Perseguiu os Mercenários pelas ruas de Arosa, enquanto estava em chamas e atravessando algumas construções por dentro, espalhando o caos por onde passou.

Usou Civis em seu combate, como munição, arremessando nos mercenários.

A Taberna de Tulin (NPC Criado desde a primeira aventura) foi explodida pelo Mink Roedor, desabando em cima de Deep.

Desossou o Mink Roedor em via pública, enquanto este ainda se encontrava com vida, utilizando as próprias mãos.

Foi perseguido pelo exército de mercenários, atravessando uma barricada correndo e espalhando o caos.

Lutou sozinho contra um grupo grande de mercenários, inclusive God Dog, um Npc contrato diretamente por Zayn Youssef (NPC importante da Ilha), humilhando o próprio no combate.

Matou God Dog de forma cruel na frente de todos os Npcs.

Reduziu boa parte dos mercenários em pedaços, ao utilizar uma técnica chamativa em via pública.

Participou do roubo do Barco (Ganho por Subae na vaquinha)

Participou da batalha naval em Petra Yuni

Feitos em "Off":

Invadiu uma casa de civis para roubar mantimentos e utilizar a cozinha.


Relação de Personagens: Ok

Localização Atual: Petra Yuni – South Blue

Experiência

Experiência: 660

Quantidade de Postagens do(s) Narrador(es): 7 Créditos


Opinião sobre a Narração:
Subaé e Deep:

Blade:

Formiga: