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Relembrando a primeira mensagem :


Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 15

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.




Wesker
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Dar um voto de confiança para Pippos havia se provado uma boa decisão. No fim das contas, o meio gigante não só conseguia nos guiar para fora de toda aquela névoa e aquele frio como também ajudava a me aquecer no caminho que seguíamos após ver aquela estranha estátua.

Chegávamos por fim ao que parecia um grande salão iluminado por diversas tochas. Se era o fim do labirinto, o seu centro ou simplesmente qualquer parte aleatória, seria difícil deduzir. Ao centro do salão estava o que era provavelmente uma das mais belas fontes que já vi e bem perto dali o que era provavelmente uma das criaturas mais feias que já vi, repousada próxima de uma alavanca. Se não me engano já havia visto monstruosidades parecidas em alguns livros, mas nunca pensei que existiriam em nosso mundo.

- Um troll? - Dizia com a voz bem baixa para Pippos bem a tempo de ouví-lo falar com a criatura. Atacá-la dormindo me parecia uma escolha mais segura, mas o raciocínio do meio gigante já havia nos tirado de uma enrascada uma vez, fazendo com que eu achasse que valeria a pena confiar mais uma.

De qualquer forma, enquanto o meio gigante falava eu simplesmente mantinha guarda, usando minha visão favorecida para prestar atenção em tudo que acontecia na sala, principalmente na movimentação do tal troll. A partir dali, só agiria caso percebesse alguma intenção agressiva da criatura ou de terceiros.

Caso algo tentasse nos atacar usaria uma das mãos para me agarrar bem firme às roupas do meio gigante e com a outra, no lugar de reforçar a força de Pippos, eu apontaria o dedo na direção do inimigo e efetuaria um disparo de meu poder em sua direção utilizando os meus dotes de atiradora. Minha intenção ali era aplicar sonolência na criatura, sabendo que poderia dificultar que essa nos alcançasse e, quem sabe, somar-se ao fato de que ela já estava cochilando pouco tempo antes para fazê-la apagar de vez. Dando sequência ao uso da habilidade, pegaria meu revólver e efetuou disparos contra as articulações do inimigo usando os ataques restantes.

Caso, entretanto, a criatura tentasse ser mais esperta que nós no lugar de lutar, usaria meus poderes para melhorar as habilidades físicas de Pippos. Seja melhorando sua velocidade caso precisasse correr ou sua força caso precisasse saltar ou segurar alguma coisa. Nesse ultimo caso, manteria-me atenta e apenas usaria os disparos da arma de fogo para reprimir possíveis aproximações inimigas.



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A Dupla por fim se via livre dos corredores sufocantes e frio agonizante para chegar a um ambiente mais calmo, o Meio-Gigante que até aquele momento tinha sido o “cavalo” de Sophia para se movimentar por aquele gigantesco labirinto começava a descansar após a longa caminhada. Enquanto isso Sophia era a primeira a averiguar toda a sala, nada de especial além do que já foi dito antes, Sophia até mesmo começava a pensar em estratégias vendo o Troll como inimigo, pensando em atacar a criatura enquanto ela ainda dormia, mas Pippão agora pronto para tudo que viesse novamente falava em alta voz com a criatura.

Mas no momento que Pippão falava a primeira palavra o Troll acordava e ficava de pé pegando seu porrete e encarando os dois por alguns segundos até o Meio-Gigante finalmente se calar e a criatura falar com uma voz extremamente rouca – FICAR. LONGE. ALAVANCA! – com aquilo ele rugia e começava a correr em direção aos dois com raiva aparente, assim ele demonstrava ser o primeiro inimigo do labirinto e não um amigo.

Sophia já preparada para a batalha mesmo antes não tendo certeza se ela existira, utilizava de seus poderes para fazer a criatura dormir, de todo modo de tão pouco funcionava já que em instantes a criatura acordava novamente e continuava o seu avanço, ele andava utilizando pernas e um de seus braços para se manter estável em meio ao seu movimento, claro que aquele modo de movimento atuava para uma velocidade de movimento muito grande.

A Humana para tentar auxiliar seu amigo gigante começava a atirar contra o Troll que resistia a dor e sequer era empurrado pelo impacto das balas, mas perfurar a pele azulada do monstro claramente estava perfurando ele e sangue saia por tais ferimentos, o monstro então agora muito mais perto de Pippão começava a girar o porrete no ar e tentava atingir a lateral do torso do Meio-Gigante.

Mas tão preparado quanto Soph, O Homem de altura superior ao inimigo desviava com um certa dificuldade, já que o porrete por pouco realmente não conseguia acerta o alvo, e agora sendo a vez agora de atacar do próprio Meio-Gigante que com seu grande martelo desferia um potente impacto contra o estomago do Inimigo azulado e o lançando para uma distancia razoável da dupla.

Com aquele golpe, a criatura agora se encontrava deitada no chão, por um instante dava a impressão que ele tinha desmaiado após tomar somente um golpe, mas era mentira. Após alguns segundos de puro silencio a criatura se levantava repentinamente e com a sua arma em mãos ele respirava uma única vez e rugia para os dois, um rugido tão alto e carregado de fúria que fazia até mesmo os ouvidos doer e uma duvida crescer sobre o verdadeiro potencial do inimigo.

O Troll então começava a ficar de pé, tomando uma postura por fim ereta já que antes ele era completamente corcunda, o monstro após fazer aquele tal ato começava a andar para frente da alavanca e ficava numa postura defensiva, agora ele não falava, não rugia e nem o barulho da respiração dele parecia existir naquele momento, a sua altura era quase a de Pippão, chegando pelo menos até o pescoço do meio-gigante se fossem comparados um perto do outro.
Ele até mesmo não se mexia tanto quanto antes, somente o necessário, não parecia ter mais a intenção de atacar, mas seus olhos estavam carregados de raiva, era claro que ele não iria deixar vocês chegarem à alavanca, talvez por temer oque a alavanca fizesse se fosse ativada. Ou talvez oque queira que a alavanca fizesse ajudaria vocês de alguma forma e ele não queria que isso acontecesse.


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Pippos
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O que fazer?!
Desafio do labirinto


Desventura na Terra dos Sonhos
Ansioso para bater em alguém eu estava. Impor minha força magnífica seria o auge do poder, mas depois de analisar que os disparos da Soph sequer faziam algo contra o corpo da criatura, mesma esta sangrando por vários furos, estava claro que eliminá-la não seria algo viável. E até mesmo depois de receber um impacto de meu inigualável ataque, afinal, em alguns instantes o Troll voltou a se levantar e se locomover mesmo depois de ter ‘morrido’. Era um momento bem apático, realmente precisávamos pensar em todos os fatores. Analisando bem o espaço, eu não pude identificar nenhum tipo diferente de frase ou algo do gênero, antes que pudéssemos tomar nossa escolha.

Eu, o incrível, precisava aproveitar o pequeno espaço de tempo em que a criatura ainda estava à uma distância razoável de nós. – Olha, eu não sei, mas não consigo enxergar a alavanca como uma boa escolha... essa criatura foi tudo o que sempre nos guiou até nossa chegada até aqui. Não consigo enxergar que seria uma espécie de vilão.Pausaria para suspirar levemente e aliviar a tensão de meu corpo, mas quando comecei a pensar em reagir pela aproximação da criatura, ela se transformou, agora em um modo mais jovem, magro e alto do que antes. Sim, ele é tudo! As estátuas, as dicas...Mais uma vez refleti, para dar uma melhor entonação a realmente o que eu já acreditava.

Caso, olhando bem ao meu redor, eu pudesse checar outros caminhos para fora da tal sala, eu analisaria bem se, caso eu o seguisse retilineamente, estaria de volta ao labirinto, mas vindo de uma direção diferente, ou se, realmente havia algum caminho alternativo diferente, que nos tiraria desse labirinto infernal. Essa fonte... é cristalina e bela demais... será que ela tem algo a ver com todo o desafio?!Pensei. Se o desafio for realmente essa estranha criatura, e ela não quer que puxemos a tal alavanca, poderia ser essa a solução para resolver o mistério. Mas não consigo enxergar esse homenzinho como um inimigo...Coloquei minha mão esquerda em meu queixo e continuei a refletir: Precisamos dar atenção à todas as dicas até então. Esse ser está sempre em um ciclo... ciclo esse que parece não ter fim. Analisando os pontos, daqui a pouco ele deve se transformar em um ‘bebê cebola’, e que vai passar um bom tempo fazendo barulho chorando...Supus.

Análises à parte, eu precisava tomar uma decisão. – Sophia, eu não creio que puxar uma alavanca que irá trazer uma solução para o nosso desafio.Suspiraria. – Não acho que ele irá nos atacar se ficarmos parados.Diria enquanto já me posicionaria no solo de forma a ficar sentado, avaliando se a criatura viria a me atacar ofensivamente. Caso isso acontecesse, quando eu notasse sua ofensividade se aproximar a mim, eu já tentaria me mover para trás e lançaria uma rajada de poder em um contra-ataque para ganhar mais tempo e ficar a salvo. Mas aguardar, seria a mais sensata escolha, além de descansar mais um pouco depois de todo o meu esforço até então.

Caso fosse perceptível mais uma mudança na forma deste ser, visualizaria bem se ele se transformaria em um bebê que não pararia de chorar ou algo do gênero. Nesse caso, almejaria colocar a ‘criança’ em minhas mãos, com todo o cuidado, para tentar dar um banho na nele, com a água da fonte, mergulhando um pouco, mas não completamente, claro, não queria afoga-lo. A criatura poderia precisar de um banho daquela pura água. A partir disso, analisaria o resultado de tudo o que iria acontecer. Mas caso, depois do banho, mais uma vez ele fosse mudar de forma para algo maior e mais problemático, de modo que estivesse disposto a me atacar, eu logo precisaria recuar para analisar melhor o que havia acontecido.



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O troll parecia realmente agressivo e nos atacava assim que acordava, mostrando que realmente queria proteger aquela alavanca por alguma razão. A criatura tinha uma reação estranha ao meu poder, chegando a dormir por breves instantes mas logo levantando de novo sem ser atacada por Pippos e aparentemente sem nenhum efeito dos meus poderes que deveriam afetar seus movimentos com um efeito que simulava a sonolência.

Meus tiros, apesar de visivelmente causarem dano, não eram fortes o suficiente para afetar a movimentação da criatura. Por sorte o meio gigante era tão forte quanto aparentava e conseguia golpear a criatura com força, fazendo com que caísse no chão. Infelizmente, entretanto, ainda não estava morta. Quando levantava, a postura do troll era totalmente diferente da anterior e mostrava que ele era muito maior do que aparentava.

O troll andava até a frente da alavanca e dessa vez simplesmente assumia uma postura defensiva apesar da clara raiva em seu olhar. De fato, o silêncio que ela fazia era “Tenebroso” Pensava com minha mente voltando ao enigma que havia lido mais cedo. Aos poucos, alguns fatores começavam a se ligar em minha mente entre o primeiro enigma e a postura da criatura “O velho corcunda, o jovem silencioso… O que isso quer dizer?

Talvez ainda precisasse de mais informações para passar por tudo aquilo. Pippos parecia ter um raciocínio semelhante ao que tudo indicava, talvez devêssemos realmente dar um tempo da luta, apesar de eu ainda achar que teríamos que matar a criatura - Tudo bem. Vamos procurar por mais pistas aproveitando que o troll está nesse estado. Se ele tentar nos atacar de novo, não teremos escolha - Dizia vendo que aquela altura o meio gigante já sentava no chão.

Buscava mais uma vez analisar a sala, agora tendo uma noção melhor do que buscaria. No primeiro enigma, as fases da vida eram ligadas as fases do dia, mas eu não via nada ali que indicasse o meio dia ou a noite. Seria isso que buscaria. Símbolos, escrituras, qualquer coisa que pudesse indicar como tudo funcionava tanto no troll quanto na sala e na fonte. Prestaria atenção até mesmo a iluminação do local, me questionando se poderia ter algo a ver.

Se a criatura voltasse a atacar, entretanto, me seguraria firme em Pippos novamente enquanto usaria a mão livre para atirar um efeito de lentidão (Lento II) contra o inimigo, dando tempo para que o meio gigante agisse. Meus disparos seguintes, da arma de fogo, mirariam os joelhos para quem sabe atrapalhar ainda mais seus movimentos.



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O Silencio a cada segundo tomava mais e mais o grande salão, a dupla tirava daqueles momentos de paz para não só descansar mas também estudar e analisar tudo, o salão não tinha nada demais, sem saídas ou entradas além do caminho a qual o grupo tinha chegado, mesmo olhando agora com mais calma todo o recinto, ele era muito grande para perceber coisas em suas áreas mais longínquas, mas tudo indicava que ali era somente um enorme salão vazio, tirando a fonte que era a unica coisa de diferencial realmente ali. A Fonte, o troll e agora a dupla, as únicas coisas que realmente eram diferentes. Mas, olhando com muita atenção para o fundo do salão forçando realmente os olhos, Sophia conseguia não ver escrituras muitos pequenas por causa da distancia, mas oque parecia uma gigantesca porta disfarçada de parede, oque no inicio parecia mais uma brincadeira que sua visão fazia com a sua mente, mas que dando mesmo assim atenção parecia que era possível diferenciar alguma coisa barrando a mesma, parecia mecanismos, que sutilmente iam para debaixo da terra, todos muito bem pintados para ficarem idênticos a parede e ficarem imperceptível a vista. E era claro que, a unica coisa, que poderia provavelmente ativar aqueles mecanismo para abrir a gigantesca porta só poderia ser a alavanca.

De todo modo a pequena pausa por fim acabava, o Troll antes parado e calado avançava numa velocidade muito mais efetiva do que a anterior, provavelmente impaciente com a demora da dupla para tomar alguma decisão, Sophia ainda num ato de defender seu companheiro atirava sua magia de lentidão. Mas o monstro já estava perto demais, mesmo que fosse efetivo a criatura já estava próxima o suficiente, e como ela tinha o elemento surpresa, mesmo que Pippão tenha por, mero esforço, desviar indo para trás, a clava acertava diretamente o peito do meio gigante o empurrando moderadamente para trás, o golpe tinha sido o suficiente para arrancar o ar dos pulmões do gigantesco herói de sua própria historia, mas aquilo não o parava, mesmo com dificuldades e a falta de ar ele soltava seu contra-ataque mesmo que enfraquecido. Mesmo a criatura tendo sua excepcional velocidade, a lentidão ainda estava em efeito e o golpe era claramente bem sucedido, a criatura parecendo mais leve do que antes era jogada para trás mesmo que a força do Meio-Gigante periodicamente enfraquecida não pudesse fazer aquele efeito.

Mas uma coisa era certa, aquele ataque tinha sido bem eficaz, a criatura parecia enfraquecida e frágil, já que com aquele golpe concentrado quase na mesma área do golpe anterior fazia com que o inimigo vomitasse seu sangue azulado sem nem mesmo fazer o menor barulho de tossir e esganiçar de dor ou por simplesmente se engasgar pelo seu próprio sangue. Todavia o monstro desmaiava, não morto e muito menos se rendido, simplesmente desmaiava em frente aos seus olhos, e daquela vez, mesmo que minutos de silencio se passassem o Troll não acordava mais, muito menos mudava sua postura ou, como o próprio Pippão imaginava, começaria a chorar e ficar como um "bebê-cebola", agora com a criatura, mesmo que por um tempo vencida, tudo que restava para o grupo era a fonte, a alavanca, e a porta que até aquele momento somente Sophia tinha sido capaz de ver, mesmo que pela distancia parece que quanto mais encarada, mais surreal parecia a ideia que realmente existia uma porta gigantesca disfarçada de parede.



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Após uma observação mais cuidadosa e único detalhe captado por meus olhos tornava ainda mais óbvio o que devíamos fazer ali. Ao que tudo indicava, a alavanca abriria aquela porta na parede que provavelmente seria nossa saída do labirinto. Quando eu ia avisar Pippos sobre o achado, a criatura acabava ficando impaciente e atacando com sucesso, acertando um bom golpe no meio gigante que ainda se levantava do chão.

Por sorte, nosso contra-ataque era forte e eficaz, com a lentidão fazendo com que o meio-gigante conseguisse aplicar um poderoso golpe certeiro na criatura que caía no chão semi-morta. Com este problema momentaneamente resolvido, era hora de sairmos dali.

- Pippos, ao que tudo indica a alavanca é realmente o caminho. Consigo ver alguns mecanismos naquela parede, muito bem pintados para se misturarem à cor da parede em si. Ao que tudo indica, provavelmente é uma porta que a alavanca deve abrir. Devemos puxá-la - Dizia ao meio gigante enquanto apontava para a “parede” em questão.

- Vamos até lá. Você puxa a alavanca e eu manterei os olhos na criatura. Se levantar, acabamos com ela em definitivo - Dizia a meu companheiro esperando que ele começasse a se mover enquanto eu me mantinha em seu ombro. Dali pra frente, manteria os olhos atentos à criatura. Caso ela de alguma forma começasse a se levantar ou se mover de uma forma ameaçadora, aplicaria mais uma vez a lentidão (Lentidão II) nesta enquanto alertaria ao meio-gigante:

- O troll está levantando! - Gritaria a fim de chamar a atenção de meu aliado para que este aplicasse o golpe final enquanto a criatura estivesse afetada por meus poderes. Ainda tentaria auxiliar no dano causado usando mais dois disparos de minha arma de fogo. Esperaria que com isso a criatura finalmente morresse.

- Você luta bem, Pippos. Espero que não sejamos inimigos fora daqui. - Diria ao meio gigante caso a alavanca fosse puxada e a porta realmente se abrisse, era a melhor forma com a qual eu conseguia elogiar alguém. Torcia para que aquela fosse de fato a saída daquele labirinto.



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Desafio chegou ao fim?!
Ou algo nos aguarda do outro lado?


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Sem dúvidas, minha indecisão sobre qual seria a melhor ação a se fazer naquele momento resultou em eu, ser pego desprevenido. Que atitude pífia! Os deuses já devem estar com vergonha de minha ação... e o meu corpo podia sentir muito bem os severos danos que eu havia sofrido, mas, de antemão, consegui, impecavelmente, contra-atacar. Golpe este, o meu, que, provavelmente havia liquidado de ver com essa criatura fracassada e imunda. Ao menos pensar em dar um banho nesse ser esquisito, com a água da fonte, fazia sentido. Lançando-a para longe e, quase que completamente liquidada, estaríamos livres para, talvez, ter acesso à preciosa alavanca.

Sophia logo me fez ter certeza de algo em que ainda me questionava, mas seria nossa única solução. – Nossa! Você consegue enxergar algum tipo de mecanismo nessa parede? Você é demais, pequenina!Tudo parecia correr conforme o que ela pontuava, talvez, de fato, eu estivesse enganado em pensar em outro caminho ou outra forma de sair daqui. Eu apenas não consigo entender como que as dicas para a nossa chegada até a saída final do labirinto, se é que isso será mesmo uma saída... mas, de qualquer modo, não temos outro caminho a seguir. Dessa vez, os céus devem ter me colocado ao lado dessa garota como uma forma de guia!Tudo bem. Vamos lá!Encerraria minha fala enquanto logo estenderia minha mão esquerda para auxiliá-la a melhor se posicionar em meu ombro.

Deslocando-me em passos honrosos, passos de um merecedor da glória, não deveria demorar para chegar até a alavanca , pois minhas pegadas eram pontuais e bem largas. Chegando bem à frente da tão almejada alavanca, eu não me precipitaria e mais uma vez começaria a fazer uma breve análise em um discreto monólogo: Olha, Pippão, tu sabe que está muito estranho... e não tem como não achar, não é? Pois o troll tanto falou para não puxar essa alavanca, mas se tudo fizesse parte do desafio e o nosso objetivo seria superá-lo, por que motivos uma parte do ‘desafio’, que, no caso, é essa criatura esquisita aí, não ia querer que superássemos a parte final desse labirinto?! Sim, era uma dúvida bem questionável.Analisei. – Calma, Soph, você ainda não sabe se esse portão irá nos libertar desse desafio esquisito.Pontuaria.

Caso a criatura se levantasse, ou se regenerasse, algo do gênero, pois, depois de receber um impecável ataque do Super Pippão e se reerguer novamente, estava claro de que ela não iria morrer: – Sua útima chance! Por que motivos nós não deveríamos puxar essa alavanca?! O que você é desse desafio? Ou seu único propósito é não nos deixar vencer o desafio?!Dependendo, fielmente, das respostas da criatura que estivessem a vir para mim, eu teria uma melhor noção sobre como reagir a toda essa inesperada situação. Se, por um lado, o esquisito ser começasse a seguir firme em nossa direção, eu puxaria, sagazmente a alavanca, e esperaria o tal portão que a pequenina tanto havia enxergado de uma maneira que eu não consegui. Se, por outro, o troll me desse motivos plausíveis para a não abertura dessa tal porta, eu pensaria duas vezes antes de puxar a alavanca, para que pudesse discutir, antes, com a Soph, considerando o fato de que havia algum motivo muito importante para que não abríssemos a porta. Mas, caso ficasse nítido que, realmente, o objetivo desse ser seria nos impedir de superar o desafio e sua fala na tentativa de impedir que puxássemos a alavanca fosse um motivo bem pífio, apenas para ganhar tempo, eu não pensaria duas vezes, e, ainda assim faria questão de puxar a alavanca.

Caso o tão esperado portão abrisse, ainda faria questão de tomar cuidado com o troll que talvez estivesse vindo em nossa direção. – Seguresse firme, para não cair!Diria, para que ela tomasse cuidado para não cair, pois eu executaria mais um movimento ofensivo contra o tal ser esquisito para desferir mais um ataque direto e lança-lo para longe, isso se ele já não tivesse desaparecido depois da alavanca ser puxada. Depois da abertura do tal portão, faria questão de entrar no mesmo com a minha honrada companheira em meu ombro.




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Por fim o grupo tinha vencido, duvidas ainda pairavam pelo ar. Sophia tinha agora certeza e convicção que a alavanca era parte do processo para se livrarem daquele labirinto imundo, mas o Meio-Gigante, mesmo que feliz com sua vitoria ele ainda se mantinha firme como uma montanha sobre se, a alavanca, mesmo com todas as provas estarem apontando que ela abriria o gigantesco portão que Pippão ainda não tinha enxergado, era realmente a chave para fugirem. Mantendo ainda a ideia de que talvez o Troll já derrotado realmente seria um mero obstaculo.

Aquela duvida pairava no ar e Pippão que naquele momento era o unico com tamanho e possivelmente força para mexer a alavanca ficava completamente parado com sua mão encima do mecanismo. O Calor da batalha lentamente se esvaia de suas mentes e corpos e o frio, o carinhoso frio, voltava lentamente para assombrar seus corpos e darem um final horrivel quanto o final que o terceiro ex-integrante do grupo teve, mas oque finalmente taria a mente do meio gigante a uma conclusão acontecia, mesmo se passando tantos minutos desde sua queda, o troll ainda se levantava, dessa vez parecendo muito fraco pelos ferimentos e em seu peito a marca do grande martelo do Meio-Gigante que ficava como lembrança do golpe.

Sophia que já estava de olhos na criatura a deixava lerda o suficiente e avisava seu amigo, tal que em contra-partida rapidamente desferia suas perguntas que matariam suas duvidas em sua cabeça, mas tais eram inúteis, a criatura já estava num estado semi-desmaiado pela dor e somente estava de pé pelos seus instintos e um resquício de consciência. Avançando mesmo que lerdo e ferido, o Inimigo ia dando o seu melhor a mãos nuas rugindo esticando seus braços para agarrar Pippão e provavelmente ataca-lo, mas aquilo era o suficiente, quando a alavanca por fim abaixava algo estranho acontecia.

Um barulho agudo e extremamente desconfortável ecoava por toda a sala, o Troll que antes estava completamente enfurecido tampava suas orelhas e começava a gritar, provavelmente ele possuía uma audição aguçada oque o fazia ter um sono leve, e aquele barulho que já era de estrema dor para seus ouvidos normais, poderia ser facilmente um inferno para o inimigo ferido. Ele por fim fugia desenfreado e ainda assim lerdo pela magia da Suporte Sophia.

Mas aquilo não era tudo, o portão antes disfarçado de parede começava a lentamente ter seus mecanismos ligados, o barulho sucedendo o agudo barulho anterior, lentamente a porta ia se abrindo até que por fim ela era escancarada revelando assim uma criatura gigantesca... Um Minotauro. Ele tinha no minimo mais 3 metros superiores do Pippão, a criatura rugia de modo furioso e começava a andar em direção ao grupo, sua força posta embaixo dos casco até mesmo rachava o chão e em suas narinas suas bufadas soltavam enormes nuvens brancas.

Agora ele estando na frente de vocês começavam a encarar vocês, ele demonstrava pura raiva e por instantes vocês conseguiam o ver como inimigo, até que ele então respirava fundo e fechava os olhos, passando a mão no rosto ele tomava agora uma expressão muito mais serena e calma falando - Olá caros aventureiros, obrigado por me libertar, esse pequeno troll estava me deixando preso naquele gigantesco portão e aquele tempo todo sozinho me fez sinceramente meio ruim da cabeça, mas me acalmei um pouco. Caham, imagino eu que vocês estão cansados, com frio e com sede certo? Querem um pouco de chá? Essa água que sai dessa fonte é a melhor e mais pura água do mundo inteiro, acredito eu que será muito refrescante- o Minotauro então ficava ali parado enquanto começava a tirar a neve de seus pelos marrons, algumas vezes assoprando para por fim voltar a encarar vocês com um olhar tranquilo esperando a resposta.



Thanks, Lollipop @ Sugaravatars
Pippos
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Homem vaca é esquisito, mas é melhor do que o troll!
Vamos tomar um gole dessa água majestosa?


Desventura na Terra dos Sonhos
Puxar aquela alavanca, havia, de fato, feito uma enorme e estranha porta começar a fazer uns estranhos ruídos. Olhando bem, agora eu podia ver todo o seu estrondoso tamanho este, que, inclusive, facilmente permitia a minha passagem, talvez fosse a saída daquele lugar. Assim esperava na emoção de partir dessa terra gélida. Exato. Um lugar nem um pouco atrativo. Ufa... Finalmente acabou. Agora posso voltar a iluminar o mundo de alguns alheios fracassados, além de pregar a justiça em terras que precisam de um Vitaminado Pippão!Supuz, em meio à minha fértil imaginação de confiança na saída dessa ‘Terra dos Sonhos’, porém... algo estranho acontecia. Aquela porta não parecia nem um pouco com uma saída desse labirinto, não esquecendo de mencionar um estranho barulho que vinha, fortemente, da sala recém-aberta.

O portão tinha uns mecanismos esquisitos, mas, em pouco, logo começava a se abrir até ficar completamente escancarada, mas, essa porta não demonstrava uma liberdade desse labirinto, mas, sim, uma prisão. O troll esquisito parecia entrar em desespero e logo começou a fugir. Realmente isso até parecia me deixar ainda mais acanhado com essa situação, mas, minha atenção era dobrada, enquanto esperava pela saída de quem quer que fosse, segurando firme o meu imponente martelo. Surgia uma espécie esquisita de criatura. Se já não bastasse o de antes, agora havia um Homem-Vaca a nossa frente, mas o que mais me acanhava era o fato de que ele era maior do que eu. Em todo o meu crescimento, nunca fui muito acostumado a ver criaturas maiores do que eu. A cada pisada da criatura, era possível ver a sua força, pois deixava firmes marcas no chão. Realmente ele era bem forte. Bufando, furioso, já mantive firme minha arma, preparando para contra-atacar, mas, por sorte, ele não parecia ter, à princípio, essa intenção. – Ufa! VITATATA! Ei, homem-vaca, eu já estava ficando preocupado aqui em ter que te arrebentar em uma luta séria.Suspirei, mas logo continuei? – Te libertamos, não é? VITATA. Obrigado pela ‘hospitalidade’. Aquele Troll maldito sequer nos recebeu bem. Eu tive que arrebentá-lo até ele fugir correndo daqui.Pausaria para terminar de ouvir o que o grandão tinha a dizer.

Cconcordava com suas palavras. Realmente devia ser duro ficar preso dentro de um lugar como esses... eu sequer teria alguém para admirar minha força e meu impecável poder. – Sobre cansaço e frio... puts, você não sabe o que a gente passou nesse maldito labirinto... VITATATATA!Gargalhava um pouco e continuaria a ouvir até que o chifrudo terminasse de falar. – Nossa, falando em sede e frio, uma boa água para saciar nossa sede seria mais do que uma coisa boa...Mas coisas ainda, para mim, pareciam ser suspeitas demais. Por que motivos um carinha tão gente boa seria preso aqui? Mas se bem que aquele troll era um fracassado. Agora, também pude reparar que o homem-vaca estava se limpando de uma neve estranha, mas dentro da sala em que ele estava também nevava?! – Aí dentro havia neve? Puts, que problemão essa tua prisão.Olhando para o homem-vaca, e analisando toda a sua cordialidade quando falou da fonte, logo estranhei um pouco, mas será que a fonte, como eu suspeitava, significava algo? Aquelas águas cristalinas e puras não demonstravam ou aparentavam ter nenhum problema.

Eu sabia que os Deuses estavam me guiando para essa fonte, mas, tendo uma boa precaução, eu teria de concordar com o grande ser por ali, mas aguardaria ele dar o primeiro gole antes de mim. – Acho que você tem razão! Um bom chá quente pode animar o corpo dentro desse clima congelante, mas como você faria o chá?Suspeitei, pois não consegui enxergar nada por ali além da fonte. Mas caso ele logo apresentasse os ingredientes para tal, não pestanejaria antes de concordar e tomar ao seu lado uma boa dose com a água da fonte bem cuidada vindo desse ser bem mais carismático. Mas caso, o homem-vaca realmente não tivesse os ingredientes, era realmente algo muito suspeito, então eu me viraria para a minha companheira e: – Soph, você quer tomar a água dessa fonte comigo? Já passamos por problemas demais nesse labirinto. Espero que essa água consiga limpar todas as minhas frustrações.Finalizaria, ajudando-a a se aproximar da fonte para que pudéssemos logo pegar dessa majestosa água e logo tomar um bom gole ao seu lado. Caso eu notasse qualquer tipo de aproximação agressiva vindo do homem-vaca, faria questão de tentar lançar uma rebatida com meu sagaz martelo, tentando bloquear e se agressivo ao mesmo tempo, afinal, precisava ser bem cuidadoso e ele era suspeito.


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Vitaminado Pippão


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Espero que um evento não acabe com o fórum dessa vez






E pensar que tive esperanças que essa maluquice estava para acabar…” Lamentava em minha própria cabeça enquanto via a criatura com chifres que provavelmente seria nosso próximo adversário se aproximando. Um ser de um tamanho que talvez fosse intimidante até para o meio gigante que me acompanhava naquela estranha jornada.

A criatura havia saído da porta que era aberta pela alavanca que o troll defendia, porta essa que eu outrora julgava como sendo a saída.Agora, tudo o que conseguia pensar é que teríamos que acabar com aquela monstruosidade antes de encontrar uma forma de sair daquele lugar.

Para o meu estranhamento, entretanto, o minotauro que antes parecia raivoso acabava demonstrando uma vontade de falar muito maior que a do próprio troll, demonstrando até mesmo certa cordialidade que logo era respondida pelo meio gigante. O sujeito explicava o que fazia atrás daquela porta e chegava a até mesmo a nos oferecer chá e um pouco da água daquela fonte, apenas deixando de nos falar sobre como sair daquele lugar.

A verdade é que em meio a toda aquela situação e o frio do lado de fora da sala, me refrescar era uma das últimas coisas que eu queria naquele momento. Se fosse nos ajudar a fazer amizade com aquela criatura para que ela pudesse nos explicar como sair dali, não seria um sacrifício tão grande.

A verdade, entretanto, é que eu não confiava nem um pouco nela. Por mais que eu já quisesse ter ido embora daquele lugar quando a porta se abriu, as coisas ainda estavam fáceis demais - Eu na verdade preferiria o tal chá. Já passei muito frio hoje para querer me refrescar, mas aceito a água se não houver a outra opção - Diria respondendo tanto a Pippos quanto ao nosso “anfitrião”.

- Mas me diga, senhor minotauro. Qual o seu nome? Sabe como podemos ir embora daqui? - Questionaria não tendo medo de mostrar minhas intenções. Nesse meio tempo, entretanto, olharia para o local do qual o minotauro havia saído, a fim de descobrir para onde levava. Em todo caso, me aproximaria da bebida quando fosse oferecida, seja o chá ou a fonte. Apesar disso, faria questão de ser sempre a última a beber a fim de descobrir se não era algum tipo de veneno ou armadilha ao verificar o efeito nos que beberem primeiro.



Historico:

Posts: 9
Qualidades:
Atraente (1 ponto)

Ambidestro (1 ponto)

Impassível (1 ponto)

Prodígio (2 pontos)

Prontidão (2 pontos)

Três Olhos (Racial)

Sensibilidade (Racial)

Defeitos:
Infame, sadista, orgulhoso, obcecado, aberração, valioso.

Considerações:

- Falas -
"Pensamentos"
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