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Relembrando a primeira mensagem :


Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 14

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.




DarkWoodsKeeper
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Badar Alluartie
Desventura na Terra dos Sonhos



O peteleco de Detective me fez cambalear para trás com um grunhido  de dor, mas logo me recompus e dei uma risada. A atmosfera mais calma criada por ele e por Kani estava me ajudando a não surtar naquele momento. Determinados, subimos as escadas da esfinge enquanto Detective falava sobre possíveis armadilhas. Eu redobrei minha atenção depois desse comentário, lembrando de histórias com salas de armadilhas e aventureiros.


- Armadilhas? Armadilhas como paredes de espinhos e alçapões? - eu perguntava com um misto de curiosidade e hesitação.


Chegando no topo da escadaria, nos deparamos com uma porta enorme e adornada que aparentava ser muito pesada. Eu nunca havia visto tamanha opulência antes e por isso admirei sua decoração antes de a abrirmos (provavelmente empurrando juntos, devido ao seu tamanho) e entrarmos na esfínge.


- Eu não sei quem mora aqui, mas essa pessoa é podre de rica! Será que ela pode nos ajudar? - falei enquanto andávamos por um breve corredor.


Ao chegar ao seu fim, entramos em um grande salão repleto de diferentes estátuas. Talvez fosse a minha paranoia após o comentário das armadilhas, mas todas elas pareciam nos encarar com olhos ameaçadores. A mais chamativa, porém, era uma estátua sentada em um trono que possuía uma bela joia, a qual parecia pairar sobre sua cabeça. Sem aviso prévio, uma voz avisou que ao pegar a joia, poderíamos ir para casa. Antes que eu pudesse reagir, três vermes apareceram no salão e colocaram-se entre nós e a joia. Parece que as coisas não seriam tão fáceis assim.






Percebi que Detective emanava uma luz estranha de suas mãos. "Será esse o poder que ele ganhou na sala fria?". Minhas suspeitas foram confirmadas quando ele se banhou na luz e, após falar que deixaria a luta sob nossa responsabilidade, correu com uma velocidade estonteante em direção a um verme e começou a distraí-lo com acrobacias enquanto tentava alcançar a joia.


- Kani, precisamos ajudar o Detective! - eu diria para o garoto de cabelos verdes, sem desviar meu olhar dos vermes - Eu vou tentar atrapalhar o verme que está atrás dele! - no final da minha fala, eu perceberia em meu bolso um objeto o qual eu não recordava ter guardado. Quando o tirei para olhar, vi que tratava-se de uma adaga simples, mas afiada. Eu a empunhei e olhei de relance para Kani com um olhar determinado e um aceno de cabeça.


Eu então correria na direção onde o Detective estava para tentar ajudá-lo. Caso um dos outros dois vermes investisse em minha direção, eu cruzaria os braços em um X, tornado-os metálicos, e firmaria meus pés no chão para interromper seu possível ataque. Caso eu obtivesse sucesso em minha defesa, eu transferiria o poder metálico rapidamente para minhas pernas e daria um forte chute na cabeça da criatura, esperando feri-la e atordoá-la. Eu também me manteria atento para ver se os dois vermes não avançariam contra Kani simultaneamente, caso eles não viessem em minha direção (se isso acontecesse, eu voltaria para ajudá-lo, fazendo as mesmas ações anteriores, mas com o objetivo de protegê-lo).

Se depois disso eu não estivesse na mira de nenhum dos montros e Kani não estivesse em perigo, eu continuaria meu caminho para onde o Detective estava e, aproveitando que o verme estava destraido tentando atacá-lo, eu tornaria meus braços e meu tronco metálicos e, quando eu alcaçasse aquele monstro, usaria minha adaga em um movimento em arco de cima para baixo na cauda do verme para tentar fincar a criatura no chão e impedi-lo de continuar seguindo o homem de cabelos rosados. Caso não conseguisse pará-lo, pegaria minha adaga novamente e me prapararia para continuar o combate, mas esperava ao menos ferir a criatura.



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Onigami
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KANI KETAM

Ficaria um tanto pensativo com as palavras do garoto Badar e do ilustre Detetive. Se estávamos mesmo em um sonho, não havia razão de me preocupar com nada que acontecesse ali, afinal, provavelmente não era real. Mesmo assim, havia um senso de veracidade naquela situação. As sensações eram bem verdadeiras, e como não acreditava no solipsismo, só podia acreditar que estava presenciando algum fenômeno estranho que ainda não havia sido catalogado pela ciência. Talvez algum tipo de sonho compartilhado, como Badar havia citado. Uma conexão mental entre pessoas distintas em condições específicas. Também estava curioso com o que o garoto tinha dito sobre ‘coisas estranhas’ na sala fria. – Se transformou em metal? Será que também consigo fazer algo assim...? – Pensaria em voz alta antes de adentrarmos a esfinge, com nosso companheiro de mente afiada tomando a frente do grupo.

Ficaria um tanto preocupado com a possibilidade de armadilhas mesmo antes do detetive se pronunciar. Pelo menos ambos parecíamos ter uma precaução contra esse tipo de situação. Porém, também não conseguiria resistir minha curiosidade por aquele lugar. Uma porta grande e ornamentada bloquearia o caminho e atiçaria mais minha vontade de bisbilhotar. Ajudaria os outros dois a empurrar aquela barreira pesada e nos depararíamos com uma visão de se admirar do outro lado: uma sala cheia de estátuas. Uma delas parecia estar sentada em um trono de ouro, com uma joia de coloração azulada que pairava sobre sua cabeça. Realmente uma demonstração de riqueza sem economias. – Não se alguém mora aqui, isso tem mais cara de... Cofre, eu acho. – Comentaria sobre a fala de Badar.

De repente, uma voz nos avisava de um desafio a frente. O objetivo: obter a joia azul e retornar para casa. Parecia simples o suficiente, mas é claro que havia mais. Seríamos surpreendidos com a aparição de três vermes de tamanho avantajado, que aparentavam ter uma espécie de couraça protetora. Ao vê-los, ficaria tanto curioso quanto espantado. Nunca havia visto vermes daquele tamanho. Talvez fossem alguma espécie nova, que por alguma razão parecia proteger a joia. Já assumindo que fosse parte do desafio, o Detetive parecia ter um aumento significativo em sua velocidade enquanto avançava até a joia, declarando que não ia lutar. Sem hesitar, o garoto de cabelos brancos bradava que devíamos ir ao apoio e também se colocava a lutar.

- C-certo! – Eu estava um tanto hesitante em ter que enfrentar aquelas criaturas. Não queria fazer mal a elas, mesmo que fossem vermes. Mas a situação requeria a sobrevivência do grupo, então tentaria ao máximo colaborar. Notaria que havia algo em meus bolsos fundos: convenientemente, um par de manoplas estaria a minha disposição, mesmo que não me lembrasse de ter trazido eles comigo. – Vai servir. – Vestiria rapidamente o equipamento e cerraria os punhos, sentindo algo envolver minhas mãos. Uma energia verde acabaria se manifestando como uma aura ao redor das manoplas. Seria esse o tal poder? – Huh... Muito interessante! – Pensaria para mim mesmo, imaginando como poderia testar essa nova habilidade.

Com Detective indo em direção ao prêmio e tentando criar uma distração e Badar investindo diretamente, tentaria focar no verme que estivesse mais perto do detetive. Me aproximaria em zigue-zague, buscando me mover de forma que fosse imprevisível e lateral, como um caranguejo se move na areia. Assim que estivesse a um braço de distância do verme, buscaria desferir uma série de golpes rápidos, numa sucessão de jabs e diretos contra o torso do inimigo. Faria questão de atingir a armadura, buscando apenas testar a energia que emanava de meu corpo e ver o quão resistente era o verme. Se ele conseguisse resistir essa barragem inicial, buscaria me distanciar um pouco, ainda me movendo em zigue-zague. Se ele acabasse sofrendo dano, buscaria empurrá-lo para longe com um soco carregado, ainda mirando no torso. Uma vez que a distância aumentasse novamente, resolveria experimentar emissão. Concentraria a energia na ponta dos dedos e miraria no verme, buscando acertar a armadura mais uma vez.





Histórico:

— Nº de Posts: 03
— Ganhos: -x-
— NPCs Conhecidos: -x-
— Ferimentos: -X-
— Menções a caranguejo: 1

Personagem:

— Classe: Duelista
— Agilidade:
— Estilo de Combate: Pugilista/Atirador
— Proficiências:
• Mecânica
• Mecatrônica
• Herbalismo
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— Qualidades:
• Versátil
• Voz melodiosa
• Criativo
• Prodígio
• Experiência em combate
• Impassível
— Defeitos:
• Bisbilhoteiro
• Ambicioso
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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 14


Quando todos chegavam na sala eles logo começavam a admirar ao seu redor com toda aquela beleza, detetive como sempre parecia ser o mais observador dentre os três rapazes, Kani tinha a teoria de que talvez aquela linda sala fosse um cofre, o que faria sentido olhando as riquezas.

Quando finalmente os monstros se mostravam para todos ali, Detetive tomava as rédeas da situação e rapidamente traçava um plano que seria mais favorável ao grupo, usando uma habilidade que ele ainda não entendia direito ele começava a correr bem mais rápido.

Enquanto o mais velho do grupo distraia as worms como um toureiro, os dois garotos ficavam livres, um dos monstros ia direto em sua direção e lançava um ataque que pegaria os dois, usando uma lamina encontrada em seu bolso e fortificando seus braços, Badar aparava o golpe, o vento quando as duas forças se chocavam era gigantesco.

Olhando a cena Kani também colocava as mãos em seus bolsos e achava um par de luvas, ele as calçava e ficava pronto para o combate, uma energia fluía de seus punhos e se espalhava pelo ar, ele podia sentir que aquilo deixava seus golpes muito mais fortes, era energia pura!

Com dois vermes distraídos com o detetive e eles sempre se esquivando da melhor maneira possível, mas eles logo deixavam de notar muito sua presença e iam direto para Badar quase como se ele tivesse provocado as criaturas.

Aproveitando isso ele corria direto para a joia mas levava um ataque de um dos vermes que ia protege-la, ele voava até o outro canto da sala com força e destruía 3 estatuas no caminho, o detetive cuspia um pouco de sangue depois de tudo.

Não seria tão fácil chegar na joia assim, já que parecia que elas estavam ali apenas para a proteção da mesma, querendo testar sua força, Kani corria em direção a o verme e dava vários socos com a energia esverdeada para testar seu poder.

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Seus socos ficavam mais fortes e mais rápidos do que jamais foram, aquela energia esverdeada era de fato assustadora, toda a carcaça socada por ele começava a se rachar porem ainda não havia se quebrado de fato.

Ele rapidamente se afastava e se preparava para o próximo ataque, enquanto isso Badar, usando o bloqueio de início chutava o monstro que havia lhe atacado com sua perna feita de “ferro” e a armadura da worm também rachava na cabeça.

Um outro ataque era desferido em Badar mas ele não defendia dessa vez, mas seu corpo estava tão resistente que ele apenas arrastava seus pés alguns metros para trás, os monstros aproveitando a distância se arrumavam mais uma vez alinhados na frente da bela joia.



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Badar Alluartie
Desventura na Terra dos Sonhos




As criaturas se provaram mais resistentes do que eu esperava. Depois do meu chute e dos ataques de Kani, percebi que elas tinham uma espécie de carapaça resistente. Nossos ataques danificaram essa armadura, mas ainda não tinham sido o suficiente para quebrá-la. Detective havia recebido um ataque direto e voou através de três estátuas. Eu me preparei para seguir em sua direção, mas acabei recebendo um ataque também.


Eu consegui me manter firme e em pé. Já havia conseguido desferir um chute em um dos vermes. Um deles agora estava com a cabeça rachada, o outro com a armadura toda (graças a Kani) e o último perseguia o Detective. Precisávamos quebrar a armadura desses monstros. "Se ao menos Balto estivesse aqui..."


Tínhamos que acabar com aquelas criaturas antes que elas acabassem com a gente. Por isso, tentei bolar um plano que pudesse nos fazer vencer. Nossos focos do momento deveriam ser dois: acabar com os vermes que já estavam com a armadura rachada e ajudar o Detective.


Lembrando que ele havia sido capaz de aumentar sua velocidade, eu perguntaria:


- Detective! Você consegue aumentar minha força?! - Eu gritaria sem desviar meu olhar dos vermes, possivelmente atordoados. - Você também consegue enfraquecer essas coisas de alguma forma? Tente enfraquecer  de alguma forma esse que está tentando te atacar! Já estamos a caminho!


Se Detective tivesse aumentado minha força, eu me viraria para Kani e falaria:


- Ei, você acha que consegue usar esse poder de longe? - caso ele assentisse eu diria - Você não tem medo de altura, né? - Eu explicaria rapidamente a ele meu plano e, caso ele concordasse, eu o faria.


Com minha força aumentada, eu lançaria Kani a uma altura segura o suficiente para ele pousar com um rolamento e poder atacar os vermes do alto sem ser mordido. Eu o arremessaria com as duas mãos e, se necessário, o apararia em seu pouso. No tempo em que ele estivesse no ar, eu esperava que os monstros desviassem a atenção para ele (e também sofressem dano de seu ataque) e investiria contra um deles. Caso o monstro me atacasse com uma mordida, eu transformaria meu braço em metal e deixaria ele mordê-lo. Quando ele estivesse em sua boca eu faria um movimento forte para baixo para acertar a cabeça do monstro no chão. Eu então fincaria minha adaga em sua cabeça se ela tivesse ficado exposta e sem armadura após o impacto. Caso o verme não me mordesse, eu faria o mesmo, mas com um soco com meu braço metalizado ao invés de um movimento de chicote com meu braço na boca do monstro.


Eu esperava que Kani estivesse atacando a outra criatura enquanto isso para podermos acabar com ambas naquele momento. Se a outra criatura viesse me atacar ou se meu ataque falhasse, eu rapidamente transformaria meu tronco em metal para me defender. Eu ainda ajudaria Kani em sua aterrisagem para ele não se ferir, caso fosse necessário.


Caso Kani não concordasse com o plano ou Detective não aumentasse minha força. Eu faria o mesmo citado (Soco com braço metalizado na cabeça do verme, golpe com a adaga na cabeça exposta e tronco metalizado para me defender) em um dos monstros, esperando que Kani atacasse o outro e que Detective conseguisse se virar por enquanto. Caso conseguíssemos nos livrar de pelo menos um dos vermes, eu correria na direção de Detective para ajudá-lo caso Kani não estivesse em perigo e tivesse a criatura restante (se houvesse uma após nossos ataques) sob controle.





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Gaiden
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»» La basura de los lobos ««

~ Mientras yo me voy ~



Eu voava de forma um tanto cinemática. Sangue era expelido pela minha boca. Os vermes, fortes e rápidos, contudo, aparentemente se quebravam com os golpes dos meus companheiros, que haviam feito um trabalho decerto melhor que o meu ~ Pobres criaturinhas... alguém deve estar as usando para proteger a jóia. ~ Mentalizava, me pondo a levantar da queda.

Eu cometia um erro esdrúxulo logo de início. Subestimar a capacidade daqueles worms era um misto entre arrogância e impertinência. Dali em diante, análises mais calmas e precisas necessitariam de ser feitas. Ouvindo meu companheiro de equipe - Badar, o alvo - eu logo me prostava a aceitar sua proposta ~ Vamos do seu jeito, garoto... ~ Pensava, respondendo-o com breve aceno de cabeça.

Em um toque de celeridade, eu corria em seu sentido e, com um leve toque, passando por trás de Badar, o faria ficar mais forte. Minha estratégia, dali em diante, se guardaria mais na seara distrativa - Meninos!! - Expressaria, em plena velocidade - Executem o plano!! - Terminaria, em exortação, correndo em direção ao três vermes, dando uma rasteira em seus meios - não tentando machucá-los - no intento de fazer eles olharem para baixo e possibilitar a aterrissagem de kani com toda a força. A rasteira dada teria uma vertente mais evasiva, possivelmente abrindo espaço para um rolamento ou pulo por entre os bichos.

Depois de tudo, caso eu me visse perto da jóia, tentaria pegá-la. Caso não, e houvesse mais probabilidade de ser atacado, me poria a dar leves passadas de esquiva, para a direita e esquerda, tentando logo assim pegar as costas dos worms e desbaratá-los, em confusão. Minha última cartada era esta. Colocá-los em um estado de loucura com os movimentos rápidos que eu iria fazer ao redor deles, para logo então, quando eu me visse mais perto da jóia, tentar pular para pegá-la..




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KANI KETAM

Depois de tantos ataques consecutivos, veria a força destrutiva que aquela energia verde era capaz de produzir, chegando até a quebrar a armadura de um dos vermes. – Que poder incrível... – Pensaria para mim mesmo, pensando em todas as possibilidades que esse tipo de energia poderia trazer. Se isso voltasse comigo quando tudo acabasse, com certeza estudaria sobre ela. No entanto, haviam coisas mais importantes no momento. Detective era atingido por um dos vermes e arremessado através de 3 estátuas, mostrando que os vermes também tinham uma força incomum.

- Senhor Detetive! – Gritaria, preocupado com meu novo companheiro. Mesmo que ele aparentasse ter um físico avantajado, ele ainda era um homem de idade, e aquilo com certeza devia ter doído pelo menos um pouco. E ainda depois dos ataques de Badar e os meus próprios, os monstros ainda estavam de pé, o que era um tanto preocupante. Começaria a ficar um pouco desesperado, pois não tinha muito tempo para analisar a situação claramente, mas felizmente Badar já parecia ter pensado em um plano.

- Eu ainda tenho que testar, mas como parece ser um tipo de energia, presumo que a projeção seja possível. – Diria, afirmando com a cabeça para enfatizar minha resposta. – Medo de altura...? – Perguntaria um pouco hesitante, já sabendo mais ou menos onde isso ia dar. Depois de ouvir o plano, concordaria, e ainda que estivesse com um pouco de medo eu ainda pretendia testar mais desses novos poderes. Seria uma oportunidade interessante.


Caso todos concordassem com o plano, esperaria o Detetive aumentar a força do garoto blindado e correria em sua direção para que pudesse ser lançado ao alto. Provavelmente sentiria um frio na barriga, mas não deixaria isso me impedir de efetuar o meu ataque. Ainda que ainda estivesse longe, buscaria estender ambas as minhas mãos e miraria nos dois vermes que pareciam já estar com suas defesas mais baixas. Me concentraria em direcionar a energia toda para a palma das mãos, e se possível, tentaria acertar ambos com um feixe ou um raio.

Se isso não funcionasse, tentaria ao menos acertar um soco vindo de cima no verme que estivesse mais próximo da minha rota de colisão. Se estivesse mais perto do chão, tentaria efetuar um rolamento. E se por qualquer motivo não fosse capaz de virar meu corpo a tempo, soltaria uma pequena explosão de energia para baixo para tentar me impulsionar um pouco antes de chegar ao chão. – Deu certo? – Me perguntaria, me virando o mais rápido possível para ver como estava a batalha.





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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 14


Depois de voar tanto e cuspir um pouco de sangue a única coisa que podia passar na cabeça de detective eram duas coisas, dor e que não podia mais subestimar as worms daquela forma, elas não eram tão burras quanto ele pensava, e batiam bem forte...

Kani e Badar ficavam preocupados com seu amigo que havia sido lançado a segundos atrás, o menino de cabelos brancos tentava ir até o homem porem também era atacado, mas por sorte conseguia se defender a tempo.

Ele pensava em quanto a ajuda de Balto seria útil ali, e começava a pensar em um plano que talvez poderia trazer a vitória ao grupo, ele começava a gritar para seus companheiros pedindo ajuda e fazendo algumas perguntas.

Ninguém sabia exatamente a capacidade de seus novos poderes misteriosos, porém só havia uma forma de descobrir, indo para cima dos monstros com tudo! Detetive de longe confirmava com a ideia e logo fazia de algum jeito Badar ficar mais forte do que era antes.

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Kani ficava um pouco receoso com o plano, porem naquele momento melhor não parecia ter outro, então ele se preparava para ser arremessado para perto daquelas “minhocas” gigantes, agora que Badar já estava sentindo a força fluir por seu corpo ele se preparava.

O garoto caranguejo corria com toda a sua velocidade, e quando chegava perto o tanque do grupo o arremessava com força para cima, como Kani já imaginava começava a sentir um forte frio na barriga, e Badar via que as worms olhava para ele como o esperado.

Ele começava a concentrar a energia na palma de suas mãos e um grande brilho esverdeado começava a ser emanado, Detetive corria na direção dos monstros e dava uma rasteira que distraia eles por um momento.

Enquanto isso Alluartie ia para cima do monstro que tentava morder seu braço, ele logo o transformava em ferro porem ele não esperava que a mordida fosse mais forte que sua defesa.

Ele podia sentir os dentes fincando na sua pele e parando por causa de seu poder, mas ele aproveitava aquela situação, ele redirecionava a cabeça do monstro no chão e uma grande cratera era criada pela força que ele estava no momento.

Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 14 - Página 2 Omake+Gif+Anime+-+Boku+no+Hero+Academia+-+Episode+49+-+All+Might+United+States+of+Smash

Enquanto ele se balançava e Badar lutava para tentar cravar a faca em sua cabeça, Kani finalmente disparava seu raio após ficar cerca de 5 segundos apenas subindo pela força do lançamento, o raio acertava em cheio e definitivamente machucava o monstro, mas o efeito que acontecia não era esperado.

Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 14 - Página 2 OLuw

O lazer batia em uma “armadura” e redirecionava o corte fazendo o lazer girar por toda a sala, o monstro ao seu lado era decapitado de uma só vez, Detetive e Badar por sorte estavam ambos abaixados no momento e por isso não foram partidos ao meio.

O mais velho do grupo aproveitava a deixa enquanto Badar segurava o outro monstro e corria para a joia, porem a estatua onde ela estava apoiada era cortada e a joia caia para outra direção, ela quicava várias e várias vezes até ir para o outro lado da sala.

Finalmente Alluartie fincava sua adaga no cérebro da minhoca e ela morria de vez, Kani conseguia pousar sem ferimentos, porem a Worm que havia levado seu lazer agora parecia ainda mais forte, furiosa com tudo.

Ela parecia ser a mais forte dos três e por isso não morreu com seu ataque, agora ela estava em cima da joia e a protegia com garras e dentes, ela era a última que precisava ser morta para o grupo poder fugir, mas eles estavam cansados e feridos como seria o ato final?



Gaiden
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»» Gran Finale? ««

~ Con calma, arriba. ~



Um toque, era tudo o que eu necessitava. Não conseguira lográ-lo. A luz da jóia se refletia enquanto ela levitava, em descendência. O que me vinha à mente era a dificuldade de atingir aquele objetivo. Mas objetivos, tivemos, e muitos, ao longo da vida. Todos os percalços ultrapassados foram uma vez considerados empecilhos tenebrosos. Não poderia deixar aquilo me abalar, afinal, não era o azar que me cercava ali, mas sim a sorte.

O laser tivera passado por algum tipo de tribunal divino, badar e eu estávamos bem no final de tudo. O diamante, ao resultado de toda a peça, caía perto do worm mais bravo e mais forte dos três, o último que continuara vivo. Ali via que, apesar de toda consideração sobre o sonho que aquele evento proporcionava, não estava tão certo quanto ao que aconteceria caso eu de fato morresse ~ Tomara que isso seja realmente algo do plano espiritual ~ Matutava, atento à última besta. Gritando para os garotos, eu logo expressaria - Rapazes, esta é a nossa chance!! Sei que estamos cansados, mas falta pouco!! Vou tentar distraí-la e desacelerá-la, o resto é com vocês.

Tomando impulso, eu me poria à frente com máxima velocidade. Carregando a energia mágica em minhas mãos, eu esperaria o worm olhar em meu sentido para logo soltar um raio de lentidão. O objetivo era único - tirar o foco dos combatentes e logo abrir uma oportunidade de ataque ~ Desculpe, cara criatura... Eu não queria que você padecesse, mas quem está lhe controlando certamente quer fazer-lhe sofrer. ~ Terminava o pensamento desacalentado, enquanto buscava me esquivar de quaisquer tipos de ataques contornando a criatura, me abaixando ou pulando pela tangente de sua área.

Ao arrodiá-la, vendo a possibilidade de pegar a jóia sem qualquer cenário danoso, eu o faria, em uma passada rápida e furtiva. Caso não, eu simplesmente esperaria a outcome da batalha. Tudo poderia acontecer, mas eu não encostaria em nenhum ser... não para machucá-lo com minhas próprias mãos, nem que minha vida dependesse disso.

Se o diamante viesse a ser pego, logo olharia para os demais na sala, como em uma espera tenebrosa, contudo, excitante. - Que a voz se faça novamente, por favor!! - Exprimiria ao ar, como em uma previsão fantasmagórica.




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Proficiências: Disfarce - Furtividade - Arrombamento - Investigação - Lógica
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Badar Alluartie
Desventura na Terra dos Sonhos




Entre ter feridas no meu braço e quase perder minha cabeça para o laser giratório de Kani, eu nem percebi que a joia havia caído de seu pedestal invisível e que, simultaneamente, havíamos derrotado duas das criaturas que nos atacavam.


- Kani! Isso foi incrível! Só não esquece de nos avisar da próxima vez hehee


Agora, entre nós e a joia havia sobrado apenas uma criatura. Ela não parecia ser fraca, mas nós a enfrentaríamos juntos. Nós três venceríamos aquele monstro. Detective liderou a investida nos compelindo a lutar por mais que estivéssemos cansados. Sua motivação foi combustível para mim. Ele mais uma vez ficava veloz e parecia distrair aquele verme gigante, mas dessa vez um poder sairia de suas mãos e atingiria o monstro, deixando-o mais lento. Se isso acontecesse, teríamos uma boa vantagem.


Com Detective distraindo a criatura, eu e Kani ficaríamos responsáveis por derrotá-la. Eu avançaria primeiro, protegendo a mim e Kani de qualquer possível ataque do verme lentificado. Eu tornaria meus braços metálicos e me prepararia tanto para essa nossa defesa quanto para o meu ataque. Caso eu ainda estivesse com minha adaga, eu tentaria fincá-la na cauda do verme para predê-lo ao chão como havia pensado em fazer com o primeiro. Eu usaria meu braço metálico e a baixa velocidade do monstro para aumentar minhas chances de sucesso.


Caso funcionasse, eu então escalaria pelas costas do monstro e ajudaria Kani a quebrar a armadura dele (principalmente de sua cabeça) com socos metalizados em sequência, mas deixaria o dano real para o garoto de cabelos verdes. Eu também ficaria pronto para protegê-lo de possíveis ataques enquanto ele atacava o monstro, tornando meu tronco metálico e entrando na frente de qualquer ataque.


Caso eu não conseguisse ficar o verme no chão, eu daria chutes com minhas pernas metalizadas em suas costas para tentar derrubá-lo e permitir que Kani atacasse sua cabeça, que provavelmente estaria mais perto do chão.


-É a nossa chance, Kani! Vamos mirar na cabeça!


Se, nesse meio tempo, Detective conseguisse pegar a joia e o verme parasse de atacar, fosse derrotado ou desaparecesse, eu verificaria se Kani estava bem e iria em direção a Detective, vendo se ele estava bem também. Com a joia em mãos, nos restaria esperar.

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"Só as feras estão além da mentira"     -Rexxar

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Onigami
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KANI KETAM

Ficar no ar por mais de 5 segundos me daria aquele esperado frio na barriga e uma sensação de vertigem que eu não havia experienciado havia bastante tempo. Olharia para baixo enquanto efetuava meu ataque de energia, ficando perplexo com a repentina reflexão do feixe em contato com a armadura de um dos vermes. Quando me sentisse voltar ao chão, me cobriria temendo que alguma parte do feixe me acertasse, mas assim que sentisse que estava no chão novamente, respiraria fundo e me viraria para ver o que havia se sucedido.

Ficaria muito surpreso com a força do laser que havia saído das minhas mãos, arregalando os olhos ao ver o estrago no pilar e a decapitação do verme, que faria meu estômago se revirar um pouco. Não queria ter matado aquele animal, muito menos daquele. Mas pelo menos parecia ter sido rápido o suficiente para ser indolor. – É apenas um sonho... É apenas um sonho... – Repetiria para mim mesmo, tentando me sentir menos mal. Mas ainda faltava mais um inimigo para abater.

Ouviria as palavras de Detective e de Badar e me sentiria um pouco mais animado para o combate, mesmo estando um tanto cansado e atordoado depois daquela manobra. – Bom, não tava esperando muito por isso, heh. Mas vamos acabar logo com isso. – Diria com um olhar um pouco mais determinado. Tínhamos que derrotar aquele verme logo e voltar para casa com aquela joia.

Enquanto Detective tentava aplicar seu raio de lentidão, eu seguiria Badar e ficaria atrás dele. Se aquele poder misterioso conseguisse causar algum efeito no worm, iria atrás do garoto de cabelos brancos para poder me proteger enquanto nos aproximávamos do verme. Quando Badar começasse a subir nas costas do animal, eu tentaria ficar levemente afastado e começaria a disparar tiros curtos de energia em direção à cabeça dele.

Se Badar conseguisse trazer a cabeça mais próxima ao chão, atenderia ao seu sinal e carregaria minhas mãos com a energia verde. Correria para perto do verme e saltaria para cima, visando acertar com ambos os punhos a cabeça do verme em um golpe explosivo, tentando disparar em partes danificadas da armadura para conseguir acabar com aquilo de uma vez. Se possível, tentaria acabar com aquilo rapidamente com um disparo de um feixe final, mas apenas se tivesse a certeza de que a armadura estava fora do caminho.





Histórico:

— Nº de Posts: 05
— Ganhos: -x-
— NPCs Conhecidos: -x-
— Ferimentos: -X-
— Menções a caranguejo: 1

Personagem:

— Classe: Duelista
— Agilidade:
— Estilo de Combate: Pugilista/Atirador
— Proficiências:
• Mecânica
• Mecatrônica
• Herbalismo
• Zoologia
• Natação
— Profissão: N/A
— Qualidades:
• Versátil
• Voz melodiosa
• Criativo
• Prodígio
• Experiência em combate
• Impassível
— Defeitos:
• Bisbilhoteiro
• Ambicioso
• Misericordioso
• Obcecado
• Leal

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