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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 14

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.



DarkWoodsKeeper
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Badar Alluartie
Efeito Borboleta





Era pesada, gelada, inquietante... A sensação em meu peito me fazia franzir o cenho e aprofundar minha respiração. Eu já estava em um estado no qual sabia que estava dormindo, mas ainda não havia acordado. A tal sensação em meu peito ficava cada vez mais intensa até o ponto de me fazer abrir os olhos e erguer meu tronco rapidamente.


A primeira coisa que percebi foi o frio. Eu estava com roupas quentes, mas ainda o sentia em meus ossos. O lugar estava tão gélido que minha respiração formava pequenas nuvens. Eu esfregaria minhas mãos tentando me aquecer, mas logo veria faíscas sendo formadas por atrito metálico! Porém, no mesmo instante minhas mãos voltariam ao normal "O que está havendo!?"


Tentando esquecer o susto que eu mesmo me dei, voltaria minha atenção para o murmúrio similar ao de um córrego ecoando na misteriosa sala prateada em que eu estava sentado. "Que lugar é esse? Onde será que nós..." Meu pensamento foi interrompido enquanto eu olhava ao redor e não via Balto. Um pânico tomou conta de minha mente e me fez levantar e esquecer todo o mistério que me cercava. "Cadê o Balto?"


- Balto!? Cadê você!? - exclamaria enquanto olhava ao redor. Eu então veria mais duas pessoas naquele lugar comigo.


Eles pareciam não ter acordado ainda. Havia um garoto com cabelos de uma cor verde-escura intensa que não parecia muito mais velho que eu e um homem que tinha o cabelo rosado e uma aparência elegante. Mesmo não me sentindo confortável naquela situação, eu iria até eles e tentaria acordá-los, caso ainda não tivessem despertado. Eu começaria pelo garoto, me agacharia e, colocando minha mão em um de seus ombros de forma calma, mas firme, eu diria:


- Ei, garoto. Você viu um lobo desse tamanho? - diria em tom preocupado, colocando a minha outra mão aberta próxima a minha cabeça para indicar a altura de Balto - E, aliás, você sabe que lugar é esse?


Depois que ele despertasse completamente e respondesse, eu falaria:


- Perdão, eu não me apresentei, sou Badar. Prazer em te conhecer! Eu... não sei como cheguei aqui... - terminaria minha frase percebendo que eu me sentia vigiado... Algo ali me parecia... errado.


Após escutá-lo novamente, eu voltaria minha atenção para o homem de cabelos rosados. Caso ele ainda não estivesse acordado, repetiria o processo que fiz com o menino de cabelos verdes. Caso contrário, eu apenas diria:


- Olá, meu nome é Badar! Você por acaso viu um lobo-cinzento gigante? Ele não gosta de ficar longe de mim e, bom, nem eu dele... E, humm, você sabe onde estamos?


Provavelmente sem receber respostas concretas, eu perceberia que, para achar Balto, eu precisaria sair dali. E as únicas pessoas que poderiam me ajudar estavam bem na minha frente. Eu provavelmente não perceberia as portas por estar perdido em pensamentos, mas, caso algum deles as apontasse, eu responderia.


- Uma delas com certeza é a saída, não é? Não devemos abrí-las e ver o que há do outro lado? - minha preocupação com o lobo não diminuia, mas dava espaço para uma curiosidade em relação àquele ambiente. Como nós havíamos chegado ali? Será que era tudo um sonho? Caso eles sugerissem uma porta, eu apenas daria de ombros e sorriria, concordando cegamente com a decisão.




"Só as feras estão além da mentira"     -Rexxar

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Gaiden
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»» Juntitos los dos ««

~ El señal del perdedor ~



- O maior mistério do mundo: o One Piece!! Depois de anos o procurando, finalmente o achei. - Falava, enquanto era parabenizado por Thorkell, Pippos e Barto. Aquele momento era único em minha vida. As sensações que me causavam o dever cumprido eram decerto algo extremamente extremamente confuso ~ Um misto de felicidade, excitação e medo ~ Refletia, aturdido pelo momento. Thorkell, se pondo à frente, como indomável Imperador que era, logo se pôs a me pedir que discursasse. Eu, estimulado por ele e pela situação, não podia deixar de atendê-lo. - Bem... - Pausava, assustando-me por de repente me ver com um megafone em mãos. ~ De onde veio isso? ~ Refletia, já novamente me surpreendendo quando, ao levantar a cabeça, deparava-me com uma imensidão de pessoas que me esperavam prosseguir. Tomando as rédeas da situação, eu reiniciava minha fala - Bem... caros espectadores. Obrigado por estarem aqui nesse momento. Sou uma pessoa um tanto misteriosa... não sei como conseguiram me achar e... pera... isso aqui não é Laftel? Porquê estão todos aqui? - Thorkell, com um rosto sombrio, logo me empurrava ao chão. Seu semblante era de morte. Vendo-o de baixo, deitado ao chão, logo fechava meus os olhos para entender o que estava a acontecer. Sentia sua aproximação de cima, quando algo tocava meu ombro e... - SANTO NETUNO!! - Eu acordava em um supapo, após o toque. Um garoto de cabelos brancos que ali aparecia. Sua feição jovem, apesar de desconhecida, apaziguava meus sentidos alertados. Recompondo-me, levantava subitamente e me dirigia ao mesmo - Olá, Badar... - Exprimia, ainda desnorteado pelo sonho - Podem me chamar de Detective. Ou suas variantes, caso queira. - Me tocava em partes variadas do corpo, para ver se tudo estava em seu devido lugar, enquanto fitava o segundo garoto, mais ao longe - Um lobo desaparecido? Me vem como um mistério, correto? Os adoro, jovem!! - Relatava estimulado, contudo, só então me tocando da frieza do ambiente em que me encontrava.

Me desgarrando um pouco da atenção dada aos meninos, logo me via numa questão que, inobstante perigosa, um tanto quanto fascinante - Um novo mistério. - Dizia, impassível, em uma amálgama de interesse e consideração de perigo. Minhas considerações sobre o cenário não eram as melhores. Minhas roupas, despojadas e leves, com certeza não eram uma boa chamada para tal evento. Minha pele, um tanto desprovida de pelos, não me ajudava nem um tanto. Achando pertinente, para que eu não morresse de frio, decidia soltar os cabelos. Dali, pelo menos meus ombros se sentiriam melhor. - Estas portas - Soltava, em curiosidade. - Será que realmente nos levarão à saída? Não me parece algo que nos levaria. - Mentalizava em análise investigativa - Acho que não vai encontrar seu lobo em qualquer das três, jovem Badar. - Desembuchava em tom íngrime, não querendo, entretanto, retirar a esperança do garoto - Senhor Kani. - Falaria, caso tivesse se apresentado, senão, só diria "Caríssimo menino". - O que acha dessa situação? - Me dirigia a ele, almejando lê-lo. Os meninos, como meu sentimento detetivesco bem me dizia, não tinham nada a ver com aquilo tudo. Eu não tivera sido sequestrado por qualquer ser que estivesse nos rondando naquele momento. O recinto frio, contudo, me mostrava que dali eu só podia abstrair uma única idéia - Seremos testados. Isto é um teste, de alguma forma. - Chegava à conclusão, dada assim por meus longos anos de experiência - Não há razão para terem nos raptado e deixado à mercê de um tempo desses, ainda mais quando há três portas extremamente suspeitas à frente. Acho que teremos de trabalhar em equipe para algo, de algum modo... - Relatava, sincero - Vamos ver que porta se abrirá para nós... - Matutava consciente, me aproximando de qualquer das portas para saber se estavam abertas ou trancadas. A que estivesse eventualmente aberta, eu logo puxaria ou empurraria - É, rapazes, acho que temos uma saga para nos desventurarmos. Vocês se habilitam? - Terminaria, com um leve e discreto sorriso, já me pondo a entrar onde pudesse ~ Que belíssimo mistério ~ Dizia para mim mesmo, enquanto esfregando meus braços com meus lenços roupais.




Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 14 QHIbW7W
Histórico:
Post: 1
Proficiências: Disfarce - Furtividade - Arrombamento - Investigação - Lógica
Qualidades: Visão aguçada - Olfato aguçado - Audição Aguçada - Memória Fotográfica - Impassível
Defeitos: Pacifista - Sororidade (não ataca nem agride mulher) - Obcecado por mistérios e Misericordioso
Ganhos : -x-
Perdas: -x-
NPCs/Players:
Onigami
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Localização : Sirarossa - West Blue
KANI KETAM

- Kufufu... FINALMENTE CONSEGUI! A ILHA DOS CARANGUEJOS ESTÁ COMPLETA! – Riria alto, olhando para minha criação suprema: uma ilha móvel totalmente automatizada! Um largo sorriso tomaria conta de meu rosto enquanto via a beleza da grande cidade que havia construído. Várias pessoas diferentes rapidamente chegariam para habitá-la: humanos, tritões, minks... O paraíso que eu almejava a tanto tempo estava finalmente concretizado! Enquanto comemorava comigo mesmo, eu sentiria uma mão encostando em meu ombro. Me viraria e veria os meus irmãos do Orfanato enfileirados e acenando para mim. Arthur encostaria sua grande mão em meu ombro, sorrindo com um olhar orgulhoso. Ele abriria a boca para falar, e eu esperaria ansiosamente por palavras de admiração, mas o que sairia de seus lábios era uma frase que não parecia muito característica dele: - Ei, garoto. Você viu um lobo desse tamanho?

Ficaria um pouco confuso com a pergunta, mas depois de piscar os olhos algumas vezes, perceberia que não estava falando com Arthur, mas sim com um garoto de cabelos brancos que parecia um tanto preocupado. – N-não, não vi nenhum lupino particularmente grande por aqui... Seja lá onde estivermos. – Me levantaria e olharia ao redor de forma um pouco confusa para o local onde estávamos. Era um lugar um tanto claustrofóbico e consideravelmente frio. – Brr... Isso aqui não parece Sirarossa, mas o frio é certamente parecido. – Pensaria para mim mesmo, esfregando meus braços expostos para me esquentar um pouco. Estava vestindo minhas roupas usuais, que consistiam em calças de tecido fino e uma regata. Não era exatamente o melhor para aquela temperatura.

O garoto se apresentaria como Badar, e parecia tão perdido quanto eu. – Meu nome é Kani. Kani Ketam! Prazer! – Faria uma pequena reverência, me encurvando para frente para cumprimentar o menino. – Você tem um lobo? Isso é incrível, mas acho que não vamos encontrar ele aqui. – Diria, com um leve sorriso para tentar tranquilizá-lo. Olharia enquanto ele se aproximava de outro indivíduo que estava ali: um homem de cabelos rosados e roupas leves. Ele despertaria com uma interjeição de surpresa, declararia ser um detetive e imediatamente buscaria descobrir mais sobre a situação. Parece que havia me encontrado com sujeitos bem interessantes.  – Prazer, senhor Detective. Me chamo Kani Ketam. – Diria em um tom mais calmo, ainda fazendo uma reverência educada. O detetive excêntrico seguiria examinando o local, notando algumas portas ao redor. Chegaria perto e inspecionaria elas de perto, percebendo a diferença de temperaturas das três. Ficaria mais confortável perto da porta aquecida, mas o som das águas parecia tão calmante quanto. Só me desagradaria a porta gelada, já que não precisava de mais frio.

Quando indagado sobre a situação, pensaria um pouco antes de responder. – Bom, meu caro detetive. Normalmente eu pensaria que isso é um sonho, mas nunca tive sonhos tão lúcidos assim. Aqui provavelmente não é mais o West Blue. Na falta de informação, só posso assumir que isso é algum tipo de brincadeira, já que não vejo razões para ser sequestrado. Mas como o jovem aqui disse, acho que precisamos ver o que tem atrás dessas portas primeiro. Só espero que não seja nenhum tipo de armadilha... – Diria, mostrando um pouco de preocupação. Mas assim que o detetive se colocasse a investigar e conseguisse abrir uma das portas, ficaria um pouco mais calmo. Ele parecia ser competente. – Bom, estou dentro. Devo admitir que isso me deixa bem curioso. Vamos trabalhar juntos pra sair daqui. – Sorriria e seguiria com o grupo assim que uma das portas se abrisse. O que será que poderia haver do outro lado?

ROLAGEM DE DADOS:
Quantidade aleatória (1,3) : 1






Histórico:

— Nº de Posts: 01
— Ganhos: -x-
— NPCs Conhecidos: -x-
— Ferimentos: -X-
— Menções a caranguejo: 1

Personagem:

— Classe: Duelista
— Agilidade:
— Estilo de Combate: Pugilista/Atirador
— Proficiências:
• Mecânica
• Mecatrônica
• Herbalismo
• Zoologia
• Natação
— Profissão: N/A
— Qualidades:
• Versátil
• Voz melodiosa
• Criativo
• Prodígio
• Experiência em combate
• Impassível
— Defeitos:
• Bisbilhoteiro
• Ambicioso
• Misericordioso
• Obcecado
• Leal


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Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 14 PSOJ2CV
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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 14

O frio no local transoformava uma sensação não muito agradável para o grupo que ali se encontrava, apesar de estarem em uma sala vazia pequena e apertada, eles podiam ver 3 portas em sua frente.

O menino Badar era o primeiro dos três a se levantar, e ficava surpreso pelo vento frio que tocava sua pele quente, mesmo que estivesse de roupas aquecidas, mas logo se dava conta de que seu lobo não estava nessa sala, apenas mais dois homens.

Enquanto isso Detetive sonhava com um doce e difícil sonho, ele estava em Raftel e tinha acabado de virar o rei dos piratas! Após tantos anos procurando ele finalmente achava o maldito one piece.

Mas logo era acordado por uma mão gélida de um garoto de cabelos brancos, ele saltava assustado, e verificava cada centímetro de seu corpo para checar se estava tudo em ordem com ele.

Outro dorminhoco dormia ao lado também, e sonhava com seu outro grande sonho, a ilha dos caranguejos! Era grande e magérrima assim como havia planejado a tanto tempo atrás, quando ia ser parabenizado por um amigo era acordado por Badar.

Ele esfregava os olhos já que não via Arthur em sua frente, e sim aquele pobre e preocupado garoto com seu pet, ele rapidamente tentava se agasalhar da melhor forma possível para que não morresse de frio.

Agora todos acordados eles se apresentavam uns para os outros o que facilitaria essa empreitada que todos se encontravam, e o detetive não poderia estar mais ansioso por todo esse grande mistério.

Infelizmente seus dois novos colegas pareciam estar corretos, o lobo não parecia que seria encontrado por ali, mas talvez mais na frente em alguma daquelas portas? Ou ele havia ficado na ilha em que ele estava?

Detetive chegava a uma conclusão e a mostrava para seus amigos, eles estavam em uma espécie de teste, mesmo que ele não entendesse ainda o porquê e qual finalidade teria, mas não faria sentido eles terem sido sequestrados ou algo do gênero.

Cada porta transmitia uma sensação diferente, mas a que era mais tentadora era a do calor, já que o frio era tão incomodo que até mesmo “fumaça” saia de suas bocas, sem perder mais tempo o “menino caranguejo” ia até ela e a abria com um pouco de receio por uma armadilha.

O frio forte sumia quando a porta era aberta completamente, um calor escaldante se mostrava e até era incomodo, uma enorme área desértica se mostrava a frente dos três, um local que cobria uma enorme área na frente deles cheia de areia branca que mais parecia ser sal.

Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 14 Desert_dnd

A frente há alguns metros há uma esfinge, com uma alta escadaria que leva para a porta, não parece haver muito mais que isso por perto que não, mais metros e metros de areia. Parece até mesmo como se ouvissem a esfinge os chamar, um sussurro, como se o vento realmente falasse em seus ouvidos? Teriam ficado loucos? Ou realmente estaria acontecendo algo? Não era muito claro os sons que poderiam ouvir naquele instante.

Mas uma coisa era certa, ela os chamava para ir lá, quase como um doce convite, mas agora a questão era, o que faria o grupo? Eles atenderiam o chamado ou simplesmente ficariam ali? Se algum deles tentasse olhar para trás, eles podiam ver que a sala que estavam antes já não existia mais, nem mesmo a porta que entraram para este novo mundo estava ali.



Onigami
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Localização : Sirarossa - West Blue
KANI KETAM

Com o abrir da porta “aquecida” sentiria o calor entrando naquele ambiente frio com um pouco de alivio, já que não gostava tanto daquele frio seco. Mas essa sensação logo mudaria para uma de desconforto ao sentir o calor intenso invadir a sala e inverter completamente a atmosfera ao redor da sala. Meus olhos se cerrariam parcialmente ao se depararem com a luz que refletia da areia fina e branca, mas lentamente eles se acostumariam e me mostrariam a paisagem em que estávamos: um vasto deserto.

 Oof. Realmente não estou mais no West Blue... Pelo menos não tinha nenhuma armadilha. – Comentaria, abaixando os óculos da minha testa e colocando a mão acima das sobrancelhas para me proteger um pouco do sol. O choque térmico me deixaria um tanto atordoado, mas pelo menos as minhas roupas ofereciam um pouco mais de frescor naquele cenário desértico, pelo menos por enquanto. Olharia ao redor com uma mistura de confusão e fascínio. – Não achei que teria algo assim atrás daquela porta... Não uma mudança inteira de geografia. Talvez devêssemos checar as outras por- – Pararia no meio de minha frase enquanto me virava, percebendo que a sala de onde havia saído não estava mais lá. Tudo o que podia ver eram metros e mais metros de areia quente.

- Isso é... Intrigante. – Ficaria ainda mais chocado e curioso com esse desaparecimento súbito. Seria coisa da minha cabeça? Algum tipo de miragem? Por enquanto não parecia que iria encontrar essas respostas, mas pelo menos parecia haver uma pista. Aquela única esfinge no meio do deserto parecia ser o local mais óbvio para se seguir no momento, além de estranhamente parecer estar me chamando. – Bom, acho que com isso, só nos resta ir até aquela construção. Posso até me adaptar pra ser um caranguejo de areia, mas não acho que vamos durar muito no sol escaldante. – Diria, apontando para a esfinge. Já sentiria algumas gotas de suor escorrendo em meu pescoço, mas esperaria para ver o que os outros falariam, e só então começaria a me dirigir até a esfinge.





Histórico:

— Nº de Posts: 02
— Ganhos: -x-
— NPCs Conhecidos: -x-
— Ferimentos: -X-
— Menções a caranguejo: 1

Personagem:

— Classe: Duelista
— Agilidade:
— Estilo de Combate: Pugilista/Atirador
— Proficiências:
• Mecânica
• Mecatrônica
• Herbalismo
• Zoologia
• Natação
— Profissão: N/A
— Qualidades:
• Versátil
• Voz melodiosa
• Criativo
• Prodígio
• Experiência em combate
• Impassível
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Badar Alluartie
Desventura na Terra dos Sonhos




Detective acreditava se tratar de um teste e Kani teorizava estar em um sonho, mas nada daquilo fazia sentido na minha cabeça! Eu poderia jurar que estava em uma ilha conhecendo pessoas novas naquele mesmo dia. Porém, uma coisa que ambos falaram e que partiu meu coração pareceu uma triste verdade: Balto não parecia estar em nenhum lugar ali perto...


- Bom, fico feliz de pelo menos não estar sozinho... - falei para os dois com um leve sorriso grato, mas desolado no rosto. Quando o Detective perguntou se nós estávamos prontos para a aventura que nos esperava, eu concordaria com Kani, me animando um pouco. - Sim! Vamos dar um jeito de sair desse lugar. Se trabalharmos juntos, acharemos a saída!




Confiando nos meus mais novos amigos, eu observei enquanto ambos analisavam as portas. A porta que foi aberta suspirou com um fôlego quente dentro da sala fria. O contraste de ambientes era gritante: a luz intensa, o calor escaldante... Parecia que havíamos aberto a porta para um deserto.


- Olhem só... Onde será que estamos? - eu diria enquanto atravessava a porta e tirava meu agasalho para não ser cozinhado vivo.


O lugar era enorme. Havia areia até onde a vista alcançava. As dunas eram salpicadas por pedras e o céu era azul e límpido. Uma construção que eu não reconhecia estava ao longe. Parecia algum tipo de estátua gigante. Ela era... atrativa, de certa forma. Algo nela me compelia a chegar perto. Antes que eu começasse a andar sozinho pelo deserto. A voz dos meus amigos me despertou.


Kani estava a falar sobre a geografia e sobre querer voltar para checar as outras portas, mas sua fala foi interrompida abruptamente. Quando olhei para ele, seu rosto mostrava-se chocado e estava apontado para o caminho por onde havíamos chegado. Quando segui seu olhar, vi apenas deserto.


- Onde está a sala fria?? - foi tudo que consegui balbuciar no estado atônito que fiquei. Kani parecia intrigado, mas aquilo só me fez ficar ainda mais confuso. - Será que estamos realmente sonhando? Mas como estamos sonhando juntos?? - as perguntas não paravam de borbulhar em minha mente. Respirei fundo e parei para ouvir meus companheiros.


Kani então sugeriu que fôssemos até aquela estátua gigante. Ele falou algo sobre se tornar um caranguejo de areia, o que me fez rir um pouco e ajudou a acalmar minha mente, mas me fez questioná-lo e ao Detective também:


- Vocês também sentiram... algo estranho vindo daquele lugar? - eu diria, apontando para a contrução. - Algo ali parece me chamar, não sei explicar. Será que é seguro? - Ouviria o que Kani e Detective teriam a dizer, mas acabaria por concordar em ir naquela direção, já que era a única coisa além de areia e pedras naquele lugar.


Me lembrando da minha habilidade metálica, eu então diria:


- Bom, acho melhor eu ir na frete então! Sou rápido e posso ver detalhes que nenhum outro garoto pode. Afinal, tenho... - apontaria para minha testa, onde meu terceiro olho estava oculto pelo cabelo, mas me interromperia, dizendo - ...uma mente afiada! É! Isso aí! - Contudo, achei melhor pelo menos compartilhar o que havia ocorrido... Talvez eles entenderiam ou soubessem o que estava havendo. - Além do mais, algo estranho aconteceu comigo na sala fria. Eu consegui me transformar em metal! Perceberam algo de estranho em vocês? - eu perguntaria, curioso enquanto me preparava para começar nossa caminhada sobre o sol castigante.


Informações

  • Posts: 2
  • Classe: Tanque






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Entrávamos e eu sabia, algo de muito estranho estava acontecendo naquele recinto. Um calor imensurável se mostrava ao grupo ~ Minhas roupas também não são tão condizentes para  com a realidade deste local ~ Pensava, aflito, mentalizando as queimaduras que viria a ter ao final de tudo. Uma esfinge era denotada por nossa parte. Em uma primeira vista, pasmo, contudo, sem transparecer (só trans...pirar), eu já chegava à conclusão de que aquilo tudo parecia ser não só um grande teste, mas um grande evento (ou pequeno, que o seja). Algumas coisas me levavam até tal ponderação, contudo, ainda teria de ter minhas certezas. Notando a reação dos meus companheiros, eu, apesar de realmente surpreso pelo desaparecimento da porta, me continha à análise da magnífica construção esfíngica que nos sucedia.

- Garotos, não se enganem, teremos muito a fazer pela frente. Realmente não estamos em qualquer dos blues. Você Falou que era do West, não? Eu, antes de acordar, estava no North... este lugar... não se encontra no plano do mundo real. - Realizava, me dirigindo a Kani, em tom de tensão. - Se estou certo, ao menos, uma hora ou outra iremos acordar ao lado de nossos conhecidos, e você, caro garoto de cabelos alvos, irá reencontrar seu companheiro canino. - Assertava, já me pondo à escada.

Meus ossos velhos já doíam ao andar, subir escadas não era hábito mais bem receptível. Encarando Badar, enquanto o mesmo apontava à sua cabeça e exprimia dizeres autopromotores, me vinha uma estranha sensação de que o garoto não era uma pessoa comum ~ Talvez alguma singularidade? ~ Me questionava, esboçando um sorriso e exalando um ar de contento - Ainda bem que temos alguém com uma mente afiada, jovem. - Relatava, passando pelo mesmo e dando um leve peteleco bem no meio de sua testa, fraco, como em uma toque amigável.

- Vamos, meninos!! A santíssima esfinge nos chama!! O que será que nos reserva esta desventura? - Soltava ao alto, como em um grito de anunciação. A introdução do evento fora feita. O mistério que nos circundava se fazia cada vez mais interessante. Deixando os garotos irem na frente, me faria furtivo, querendo causar o mínimo de sons possível. Andando a cerca de 10 metros dos mesmos, eu os observaria de longe. Faria todo o percurso com minha lupa sacada. Não poderia deixar nada passar. Caso visse algo deveras interessante, pararia e, com mais esmero, investigaria seus detalhes.

No final das contas os relataria. - Cuidado com tumbas e corredores, eles sempre tem armadilhas, shershershershersherlock!!! - Ria ao vento. Se algo viesse a me atacar, guardaria em velocidade a minha lupa ao tempo em que daria uma passada rápida para trás ou para frente, dependendo do que fosse mais pertinente, na busca da esquiva. Toda atenção era necessária naquele momento. As nuances não poderiam passar despercebidas.




Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 14 QHIbW7W
Histórico:
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Proficiências: Disfarce - Furtividade - Arrombamento - Investigação - Lógica
Qualidades: Visão aguçada - Olfato aguçado - Audição Aguçada - Memória Fotográfica - Impassível
Defeitos: Pacifista - Sororidade (não ataca nem agride mulher) - Obcecado por mistérios e Misericordioso
Ganhos : -x-
Perdas: -x-
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Narrador De Eventos
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@Narrador De Eventos escreveu:

Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 14

O grupo finalmente passava a porta e davam de cara com aquele visual bonito porem severo e escaldante, Kani tentava se proteger do sol o que não funcionava muito bem já que ainda estava sem uma sombra.

Ele comentava sobre a mudança geográfica enquanto seus amigos admiravam a paisagem e detetive pensava sobre sua teoria mais uma vez, a deixando mais formulada e completa, quando o menino caranguejo olhava para trás ele percebia que a sala que uma vez esteve ali já não existia mais.

Badar e ele ficavam boquiabertos, porem o detetive já tinha a “resposta” na ponta de sua língua e começava a explicar e acalmar seus companheiros, dizendo que acordariam em sua última localização quando tudo terminasse.

Kani tomava a rédea da situação, e dizia que o melhor a se fazer seria entrar na estranha esfinge, badar ficava com medo mas a brincadeira do caranguejo fazia o se acalmar um pouco, na subida das escadas detetive e o garoto de cabelos brancos conversavam um pouco.

“Uma mente afiada” era o que ele colocava suas fichas em no que poderia ajudar seu grupo daqui para frente, um peteleco de seu amigo doía um pouco já que era um olho, e lacrimejava levemente mas nada demais.

Ao final da escadaria eles podiam ver uma porta ornamentada e bem pesada para se abrir, quando era aberta a primeira coisa que podiam ver era um longo e simples corredor, quando chegavam finalmente no final do mesmo, davam de cara com uma grande sala com estatuas.

Uma dessas esculturas estava sentada em um trono, e tinha detalhes dourados, que realmente poderia ser ouro, e acima uma linda joia que quando eles entraram na sala começou a girar e emitir uma forte luz de si.

Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 14 Sapphire-gem-2

E ao fundo eles escutavam uma voz que dizia "Ao alcançarem essa joia poderão ir para casa, os tesouros irão com vocês!" Porem nem tudo era flores, e no momento em que davam seu primeiro passo eram surpreendidos por 3 Vermes

A sua couraça parecia dura e resistente, e não parecia que iriam sair de perto da joia, a luta direta com eles não parecia que seria fácil, porem a pedra valiosa era a forma deles irem para casa, o que faria o grupo?



Gaiden
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@Gaiden escreveu:



»» Juntitos los dos ««

~ El señal del perdedor ~



Entrávamos ali. O caminho era interessante. Não sabia bem como interpretar a situação, mas o que me causava aquilo tudo era... excitação. Uma porta ornamentada ~ Pesada... ~ Dizia em pensamento, já logo após percorrendo o simplório corredor. Uma sala de estátuas era encontrada, em meio àquela completa loucura coletiva, como em um conto insensato. Uma, mais notável aos olhos, se destacava das demais por sua natureza imperativa - um trono em detalhes de ouro - e pela jóia que jazia acima. Seu azul era tenso, uma cor rebuscada num infinito obscuro que, se não resgatava as memórias profundas de uma vida que nunca seus observadores tiveram, então os fazia hipnotizar em desejo a tê-la.

Tudo era lindo. Tudo. A beleza maior, que punha-se à mostra naquele ambiente até então inóspito, era a estranheza, o peculiar mistério que se depositava na essência do local. Palavras tardavam a ser encontradas para descrever o que fosse dali. No mais, eu avançava, num vislumbre de felicidade ao imaginar tocar tal pérola. Contudo, nem tudo é arco-íris. As cores do local tornaram a obscurecersse num tom ainda mais negro que o do azul norturno da pedra. - Worms, caros amigos! - Falava, em susto, enquanto sentia nas mãos algo completamente novo e estranho ~ O que é isso? ~ Matutava, ao tempo em que sentia minhas veias pulsarem em uma energia mágica diferenciada. Concebia ali a mudança propiciada pelo dito evento - Acho que posso nos ajudar de alguma forma, garotos... - Aduzia, em combustão de idéias. A catarse era tamanha que, ao fundo, eu sabia o que podia fazer. Meu corpo, já velho, entretanto, experiente, não me deixava na mão. A inteligência intrapessoal que nunca pensara ter aparentemente aflorava de uma maneira inigualável.

- Garotos, não irei lutar, irei deixar com vocês, me dêem cobertura. - Com o dito, eu avançaria em direção ao monstro mais próximo, me dando um buff de velocidade (este que não sabia exatamente como funcionava), pararia em sua frente e o atrairia, como um toureiro o faria a um touro. Caso me atacasse pela frente, rodopiaria para qualquer dos lados, em um tentativa esdrúxula de deixá-lo passar adiante para que me tornasse à frente da preciosa. Se ele não avançasse de prontidão, minha tática diferiria-se. Iria tentar usar minha grande agilidade - a de um velho muito bem preparado, pode-se dizer - para dar uma série de cambalhotas e pulos, em sucessivas esquivas de ataques, para o lado em que menos monstros existissem. Com isso, em meio a uma das cambalhotas, tentaria alcançar a jóia. Tentaria, contudo, não me pôr tão perto dos worms, sempre me contendo a uma distância consideravelmente segura.

Se os garotos tentassem parar os worms, de suas maneiras, eu tentaria pegar a jóia de maneira mais incisiva, sempre esquivando em zigzag para que não fosse de previsível moviemntação. Se não conseguisse, iria recuar o máximo possível, para logo então pensar em outra possibilidade. No caso de ser atacado pelos lado, me abaixaria ou pularia o mais alto possível. Se acontesse por baixo ou por cima, tentaria evadir os golpes em movimentos rápidos e fáceis, como pequenos pulos.




Desventura na Terra dos Sonhos - Grupo 14 QHIbW7W
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