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Relembrando a primeira mensagem :


Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 13

“Um soar que lembrava uma flauta, aos poucos entoava uma melodia melancólica, algo que parecia até mesmo como um pedido de socorro. Ela ecoava pelos ouvidos e estremecia até os ossos.” - Durotan Almarc, Guerra no mundo dos sonhos.

Era uma sensação agonizante para aqueles que ali chegavam até abrir os olhos, o mundo havia mudado, seus ouvidos se preenchiam agora com um barulho de água corrente, mas à sua volta haviam paredes de metal. Sim, era uma pequena sala vazia, o chão era reto e liso e parecia regular. Um lugar aterrador e sombrio, uma sensação de alguém estar os observando era inquietante, mas não parecia existir ninguém além dos 3. De primeiro momento, não era possível escutar nada além das suas respirações e palpitar do coração, mas assim que se focassem seriam capazes de escutar diversos sons vindos das portas, como se fossem sussurros ou chamados.

A sua frente haviam 3 portas numeradas em algarismos romanos I,II,III, e uma incógnita se deve ou não ser aberta e se vão... qual delas abrir? Algumas pessoas estão agora ali reunidas nesse claustrofóbico ambiente, dado que o espaço é curto, medindo apenas 4 metros de largura e 10 de altura. O grupo está preso nesse local, em um clima frio. Tão frio que conseguiam ver o "fumo" saindo da sua respiração e até mesmo sentir cada parte de si começar a tremer. Era um frio tão agonizante que parecia ser impossível de se replicar.

A sensação é de que a qualquer momento podem desenvolver algum problema, talvez hipotermia, talvez alguma outra coisa. Cada porta transmitia uma sensação única: a primeira porta parecia transmitir um calor único, como se por de trás dela os aguarda-se o tão desejado calor que almejavam; a segunda porta, não sentiam nenhuma alteração de temperatura, no entanto pareciam escutar água corrente e sons de folhas abanando; por fim, a terceira porta, tinha uma aura tão fria quanto aquela sala, parecia até mesmo que estava sendo congelada nas suas extremidades. - Achem a saída... - escutavam uma voz sussurrar dentro da cabeça de cada um deles, uma voz tenebrosa e cheia de intensões malignas - Ou aceitem o vosso destino...

Regras Gerais

1- Só será usado um único atributo de suas fichas que é a Agilidade, essa com a finalidade de definir qual dos personagens agirá primeiro, tirando isso os atributos da ficha são irrelevantes para os combates e ações gerais.

2- Deve-se considerar também que os personagens possuem armas básicas de seus respectivos estilos de combate, mas todos possuem também a perícia briga, e podem utilizar suas habilidades de “Classe” que vão lhe conceder pequenos poderes/melhorias que independem de seus estilos de combate padrão.

3- Os posts devem ser realizados em um total de 48 horas após o post do narrador, caso um jogador não poste esse será pulado, e sofrerá consequências narrativas por ficar paralizado lá durante aquele post. A reincidência disso o levará a ser desqualificado do evento.

4- Se um jogador for desqualificado do evento sem uma justificativa plausível para tal, este ficará banido do próximo evento, por prejudicar seu grupo com um membro a menos dentro dos desafios.

5- O limite dos posts é de 4000 caracteres sem contar espaços, para evitar posts muito volumosos, e dificultar muito o trabalho do narrador. Caso passe desse número, tudo que passar daqui será desconsiderado.

6- A abertura das portas será definida de uma maneira aleatória. Independente da porta que os jogadores escolherem a sua frente será rolado 1d3, esse definirá qual é o destino por trás da porta que eles abriram.

7- Caso por motivos de roleplay os jogadores discutam e discordem na hora de abrir a porta a Agilidade define quem tomou a iniciativa de abrir.

8- Não podem, de maneira alguma, editar o post após ele ser postado.




Diego Kaminari
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Mundo dos Sonhos




Depois que todos os “companheiros” estavam no nariz da esfinge pude então adentrar pela porta. O corredor era escuro e somente depois de alguns passos que próximo a seu fim uma luz surgiu no que segundos depois identifiquei como uma trilha de óleo que queimava e iluminava o grande salão que nos encontrávamos.

- Penso que esse lugar não segue nenhuma logica conhecida... – Disse tentando entender como aquele lugar enorme estava na esfinge.

O fogo iluminou o que seriam quatro estatuas de cada lado, cada uma representava uma forma humana exceto por suas cabeças que representavam animais distintos. Estavam dispostas em pares sendo a primeira com cabeça de crocodilo, o segundo par com cabeça de cachorro, o terceiro era de touro e por último as com cabeças de águia. Era uma arte bonita de se ver, deveria ter dado trabalho esculpir cada uma, parte minha, sabia que poderiam carregar informações históricas importantes. Todavia não estava ali para isso, na verdade, estava tentando sair dali. Mas adiante a trilha de fogo acabou por levar a outra estátua, aquela diferente das demais feitas de pedra, era feita de ouro verdadeiro e ao que tudo indicava representava a maior figura de liderança do local. Entre tudo o que mais me chamou atenção foi a joia no topo da cabeça do faraó, a mesma emitia sua própria luz, além de estar girando sozinha.

O fogo atingiu o teto e logo se espalhou por uma trilha que iluminou todo o salão deixando bem evidente os vários pilares que se posicionavam por detrás das estátuas. Quando tudo não podia ficar ainda mais estranho, pude ouvir uma voz que da joia ecoou... Sim, a joia falou meus amigos. A informação que tinha era que para sair dali precisávamos pegar a pedrinha brilhante e aparentemente ganharíamos alguns tesouros no processo, mas era so isso? Fácil assim? Claro que não. Próximo do local onde se encontrava a preciosidade uma criatura surgia de forma repentina a meu ver, mas juntamente dela outras duas semelhantes imergiram no chão.

- Ehh, que divertido... Teremos que enfrentar as minhocas superdesenvolvidas do deserto. – Disse com bastante sarcasmo em minha voz, mas logo sacando minha espada.

Se teríamos que enfrentar os bichos então era bom que tivéssemos um bom plano para isso, minha primeira ideia seria ir em direção a trilha de óleo incandescente e passar minha espada por ele, para que um pouco do líquido e de seu fogo banhasse minha espada de maneira que meus golpes queimariam igual o rabo de quem resolveu me colocar ali. Juntando então aos meus companheiros iria pedir para que um deles contivessem algum ataque surpresa ou outra criatura, ao tempo que eu tentaria atacar a minhoca mais próxima de mim, minha atenção estaria redobrada para ataque repentinos e tentaria desviar se assim fosse possível, caso não, manteria meu bloqueio como minha opção de defesa. Eu visaria sempre um contra-ataque letal baseado em esquiva e golpe. Se meu plano desse certo e abatesse a criatura iria me juntar a meus companheiros para enfrentar outra usando a mesma estratégia de golpe, esquiva, e contra-ataque se necessário for. No entanto, se por algum momento eu for golpeado ou meu plano não pudesse mais de executado iria eu me afastar protegendo a área afetada para planejar um novo movimento. Caso não consiga me defender por algum motivo evitaria deixar algum ponto vital exposto de maneira que pudesse reduzir os danos da ofensiva inimiga.




Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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Blum
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Evento Pequeno
Desventura na Terra dos Sonhos

Metendo o socão nos bichão!

- Ir pra casa? BUUSHIIIBABABABA! Não antes de meter a porrada nesse seu traseiro! - Exclamaria para aquele ser misterioso, como se eu fosse dar o pé indo pegar uma joiazinha e quem garante se esse cara não iria me sacanear, afinal de contas, o mesmo nem tinha cunhões de aparecer e mandou essas minoquinhas para festa. - Francamente! - Esse sujeito nem tinha sequer uma honra, então cabia a mim mostrar como um Yakuza de verdade resolve esse situação.

Estralaria o pescoço e em seguida daria uma ajeitada no style do meu penteado. - [color:265f=#cc99ff ]Agora sim! - Prosseguindo, flexionaria os joelho esquerdo o máximo possível, enquanto posicionaria minha perna direita à frente e deslizaria até que meu o joelho ficasse bem esticado. Posicionaria meu braço direito em direção ao inimigo, enquanto o outro braço de manteria esticado para cima.

Respiraria profundamente e apertaria os punhos com bastante força para conter um pouco do meu ânimo, mas estranhamente estava mais excitado que de costume, quando mais pressionava minha mão, sentia endurecer meus braços e pernas, até que tornasse cor e forma de ferro. - Não sei o que é isso, mas gostei! Ei galera, espero que não saiam correndo com o rabo entre as pernas! SIMBORAA!

Aguardaria a minhoca chegar até minha pessoa, pois estava guardando algo especial para ela. Quando estivesse no limite, levantaria a perna flexionada rapidamente e com isso ganharia uma explosão para efetuar meu ataque. Daria um chute em formato de arco bem na cara feia daquele bicho com a perna que estava esticada. Se ela se esquivasse não haveria nenhum problema com minha pé esquerdo daria um salto e, no ar rodaria para o local onde a criatura havia se esquivado, de frente a frente com o diabo feio, executaria um soco na besta. Efetuando o golpe, me afastaria e aguardaria por outra oportunidade.

Olharia o grupo e verificaria se alguém estava precisando de algum apoio. - Esses mariquinhas… TSC! - Correria em direção a minhoca e chegaria com uma voadara na mesma. - Não vá se esquecendo de mim, coisa ruim! - Acertando ou não, forçaria o ser a recuar. - Ver se não dar mole, se não te mato!

Vendo oportunidade atacar qualquer criatura, avançaria contra a mesma, chamando a atenção toda para mim. - RUUUUOOOOHH!! - Saltaria e levantaria minha perna esquerda o máximo possível e então desferiria um chutaria de cima para baixo, acertando ou não, ainda continuaria meu ataque e juntando os meus dois punhos, daria uma marreta na besta.

Para minha defesa, usaria meus dois braços de ferro para bloquear uma mordida e um ataque corpo a corpo. Tentaria usar meu equilíbrio para impedir qualquer impacto grave, caso fosse arremessado. Sabia muito bem que o ser poderia utilizar de seu corpo ágil para um ataque rápido e furtivo, feito uma cobra, então no caso eu estivesse no ar, usaria meu centro de gravidade para tentar escapar da ardilosidade da serpente de areia, se estivesse terra firme saltaria sempre para o lado oposto do ataque, enquanto manteria meus punhos sobre o rosto e abdomên a fim de amenizar o impacto.

Se visse que algum companheiro fosse sofrer um ataque letal, me meteria na frente bloqueando com os dois braços e a perna - levantada até a altura do abdômen. Sabe, eu nunca fui de fugir de luta e muito menos gostava de ver um aliado de combate ir pra vala.

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Evento Pequeno
Desventura na Terra dos Sonhos

Após aquele teste na corda algo me dizia que eu deveria virar um acrobata no futuro e assim suprir mais essa necessidade detectada e também poderia servir para agregar em minha carreira como um artista, um encaixe perfeito digassi di passagi. Mas finalmente havia vencido aquele trajeto sem sustos e ao me apoiar em pé na base, olharia para as minhas mãos e as sopraria a fim de amenizar os danos invisíveis ou não do esforço repetitivo desempenhado.

Ao atravessar aquela porta e me deparar com a escuridão presente no ambiente, eu tentaria equilibrar o meu corpo em primeiro lugar, abrindo os braços na altura do ombro para ver se encontrava alguma superfície para me apoiar, na iminência de haver armadilhas no chão o melhor a se fazer seria andar com as costas colocadas à parede. Mas os instantes de preocupação não demoraram muito, pois logo que Diego o último integrante do time chegou, uma fileira de chamas se originaram através de estátuas existentes no local.

O design do interior era bastante arcaico, muito provavelmente resultado de anos de trabalho árduo de uma comunidade inteira se mobilizando para dar vida aquelas construções. Esse com certeza era um lugar que em outro momento eu adoraria conhecer todas as suas nuances de maneira mais particular. Todavia, em minha condição atual, preservar a minha sanidade que era testada repetidamente era o meu foco principal. O trono, por exemplo, parecia me convidar, mesmo que em silêncio, a fazer parte dele e a joia no topo poderia me gerar os recursos necessários que me levariam até o Novo Mundo.

Mas como tudo estava muito fácil para ser verdade e provando que aquilo não era um passeio no parque, criaturas enormes com algumas dezenas de dentes, se é que eram dentes mesmo, agiam em defesa das inúmeras relíquias ali guardadas. — Fantástico. — A partir daquele momento elas passariam a ser o centro da minha atenção, qualquer ouro ou objeto de valor que você pudesse me apresentar não significaria tanto para mim quanto elas. — Quer saber, Rei dos Mares pra que quando eu posso ter uma Cobra do Deserto? — Pensaria comigo.

Eu sou um domador no coração e mesmo que aquelas criaturas fugissem de minha compreensão e fossem diferentes do que qualquer outra que eu já vi na vida, eu ainda tinha o interesse em conhecer mais sobre elas. — Não, Die... Blum... Porra!— Esbocei ao ver que os meus pares haviam investido contra as criaturas. — Afobados demais. — Mordi os lábios em desacordo, mas ainda que eu não tivesse tomado a mesma atitude deles, eles ainda eram a minha preferência e eu lutaria por eles.

— Lá vou eu. — Eu sacaria minhas duas espadas e me concentraria por um instante. Eu desejaria que as lâminas de minha espada se transformassem em espécies de chicotes mágicos flexíveis. Se fosse possível desencadear meu poder, eu saltaria para o alto em direção da criatura mais próxima de Diego e com um brandir de braços, de cima para baixo, teria como objetivo atar aquela criatura e assim causar uma lentidão, mesmo que mínima que fosse.

Mas caso eu tivesse enganado e os meus poderes ainda se mantivessem silenciados eu me preocuparia em avançar contra a criatura que pudesse colocar Diego em perigo e com as lâminas de minha espada cruzadas em formato de X, acima da altura da minha cabeça, colocaria em direção aos dentes ou cauda ou outras partes do corpo que aquelas criaturas pudessem usar como arma. Para me defender dos ataques, buscaria apenas me esquivar para a direção contrária da parte usada para me atacar e assim poder me concentrar no suporte aos meus aliados.  
 

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Desventura na Terra dos Sonhos



Grupo 13

Começavam a se preparar para a batalha enquanto iam absorvendo todas as informações. Joia falante, alcançar ela, sair com tesouro. Qual seria a dificuldade nesse tipo de coisa, não é?

O primeiro a se mover nessa situação era Diego, que começava a se dirigir para o lado esquerdo do grupo, seu objetivo inicial não era ir até os monstros, e sim a trilha de fogo mais próxima que iluminava o lugar. Blum, por outro lado, se preparava para a batalha de forma diferente, não só ficava em uma posição a espera da chegada de seus adversários, como seus braços e pernas começavam a endurecer até adquirirem a aparência próxima do ferro. Nem ele parecia entender direito esse poder, mas isso não importava no momento, era o que ele tinha em mãos e usaria contra aquelas bestas.

Porém a melhor reação de longe era a do domador. O tesouro não importava, a única coisa considerável ali era como aquelas criaturas eram magníficas e como ele queria domá-las. Não queria lutar contra elas, até porque não haviam atacado ainda. Porém Yanka acabava aceitando que teria que lutar, pois seus colegas já haviam se preparado para tal. Seguia principalmente Diego, já que Blum havia ficado parado esperando alguém que talvez não viesse tão rápido quanto desejava.

Enquanto Diego chegava na lâmina de óleo, via e ouvia que a criatura a esquerda deles começava a rastejar para a frente. Acabava por atear fogo em sua espada, isso fora algo fácil. Recuando um pouco pedindo para que seus companheiros dessem um jeito de parar o animal. Por sorte acabava que o domador realmente possuía um poder para isso. Começava a forjar um laço com sua magia.

A criatura a direita percebia que Blum não se movia e começava a se aproximar, porém longe de atender as expectativas do aspirante a marinheiro, acabava por abrir a boca e uma grossa baba era cuspida, atingindo-o em cheio em seu peito e a baba era absurdamente grudenta. Mexer seus braços agora era difícil e sentia que seu corpo estava simplesmente fixado no chão com tudo aquilo. Uma presa fácil.

Como Diego já havia feito seu pedido, Yanka ao ver a criatura se aproximando acabava laçando a criatura para tentar diminuir a velocidade dela. Até conseguia. Seu companheiro tinha assim a vantagem para acertar a criatura. No entanto, a espada batia na casca da criatura com tanto efeito quanto... nada. A “pele” dela simplesmente não tinha nada para pegar fogo e a espada parecia bem fraca ao aplicar golpes mais normais.

A criatura que estava em cima do trono começava a descer o mais rápido que podia, ao mesmo tempo a criatura que havia cuspido em Blum começava a se aproximar dele em alta velocidade. O aspirante a marinheiro até tentava se mover para chutá-la como desejava, mas tudo que sentia era o seu corpo preso, sendo assim uma presa fácil para a criatura que já abria a boca para engoli-lo.

A criatura no trono, cuspia a mesma baba grossa na direção de Yanka, este, apesar de pular para trás para tentar se esquivar, acabava vendo suas pernas sendo presas. Fora tanta substância cuspida que seu corpo todo seria facilmente coberto, assim seus pés não saíram da área rápido o suficiente e viu assim preso ao chão. Com este pulo para trás, seu laço que segurava a criatura próxima a Diego acabava enfraquecendo e se soltando. Esta assim que solta, dava-lhe uma bela trombada corporal mandando-o voando para próximo dos pés do colega preso. Kaminari sentia a dor enquanto via seu colega ao lado com os pés presos em alguma substância grudenta.

A criatura no trono já começava a descer para ir até eles.

Já Blum, tudo que via era a boca se abrindo e então as trevas o cercando enquanto a boca da criatura o cercava por completo. Ela provavelmente devoraria o chão a volta dele e ele mesmo em pouco tempo.

Explicações:
Bom, Blum eu gostei do seu post na verdade foi o que eu mais gostei dos três, você detalhou bem as coisas que o seu personagem fez. Só que infelizmente o que ele fez foi literalmente ficar parado esperando a criatura chegar, tanto que você só narrou caso de defesa para mordida e ataque corpo a corpo. Acho que não tem muito o que falar sobre isso dado o tipo de ataque que as criaturas usaram nesse post. Como o seu personagem não estava preparado em momento algum do texto para essa situação, só acabou se ferrando.

Yanka, até fez um caso de esquiva, mas no último parágrafo que começou com a temática de seu poder de suporte não funcionar (que não havia motivo para não funcionar inclusive, nas regras fala que vocês já poderiam usar), assim ficou meio ambíguo para mim se era só nessa situação ou não. Por isso o seu personagem foi pego, não na mesma intensidade que o Blum que literalmente não esperava por nada a distância, peço para que detalhe melhor a situação de defesa na próxima (inclusive falando como vai fazê-la por exemplo).

Diego, a sua narração foi bem genérica, a ponto de ter sido literalmente a parte mais complicada de narrar dos três, pois é simplesmente inaceitável fazer uma criatura cair em um fórum de narração com o movimento: “Eu visaria sempre um contra-ataque letal baseado em esquiva e golpe”. Tudo bem que o post tem limite de caracteres (que você estava até meio longe ainda e poderia ter detalhado bem mais o que faria), mas por favor, faça um post mais detalhado de suas ações, como por exemplo o Blum fez mas sem esquecer que os animais podem fazer algo a mais do que só atacar corpo a corpo para atacar e o Yanka até fez para defender (falando para onde iria, apesar dele não ter especificado como faria isso), pois você só falou que “tentaria desviar se assim fosse possível”, para onde não sei, como não sei. O Blum, apesar de não fazer caso de defesa a distância especificou bonitinho o que faria para o ataque corpo a corpo por exemplo.

Além disso quero lembrá-los que podem fazer 3 ataques por turno, lembrando Yanka que o buff/debuff é só 1 dos 3, então você pode aplicar isso e atacar duas vezes ainda. A ordem a seu gosto.

São 4 mil caracteres, gastem mais fazendo seus personagens gritarem ordens rápidas e específicas para se auxiliarem e com os movimentos e agora menos com as reações (nesse post 2/3 do Diego e do Yanka foi só coisa que já tinha acontecido e reagindo por exemplo).

Qualquer reclamação de algo que não entendi ou interpretei errado no post de vocês, podem mandar PM que alguma hora alguém vai logar e ver, ou vocês só avisam que mandaram mesmo



Diego Kaminari
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Mundo dos Sonhos




Minha estratégia de atear fogo em minha espada deu certo, no entanto, poderia dizer que sua eficácia deixou muito a desejar. Posso dizer que minha situação estava deveras complicada, um de meus companheiros estava preso com uma minhoca até o pescoço, ou melhor, até o pescoço da minhoca... Espera, minhoca tem pescoço? Ahh enfim, ele estava na merda. E o outro que antes tentou me auxiliar se mantinha preso no chão pela maldita gosma grudenta expelida pela miséria do minhocão superdesenvolvido. E eu? Estava caído como uma jaca madura que caiu do pé. Os adversários se mostraram ser mais habilidosos do que imaginávamos e se colocavam em nossa direção, todavia sozinho, nada poderia fazer... Então primeiro vamos pensar em como tirar o cu dos meus companheiros da reta e depois pensar no que fazer com cu adversário.

Entre os dois, Blum era o que estava em maiores problemas, visto que o bicho estava para o engolir por completo, não teria muito tempo. Tentaria me levantar rapidamente ao tempo que me colocava em postura de investida. Olhando para Yanka falaria rapidamente.

- Cara, aguenta um pouco e sei lá... Se puder me ajudar com qualquer coisa ficaria bem-agradecido e voltarei logo para te socorrer. – Logo voltaria a atenção para meu outro companheiro. – Blum, fica duro! ... Eita... Isso saiu mais errado do que gostaria... – Deixando a situação de lado me preparei evocando uma força que nem sabia ter, minha espada acabou por pegar uma tonalidade esverdeada que se estendia por toda sua superfície. Com movimento explosivo iria tentar investir no minhocudo que queria adiantar a hora do almoço, com minha arma iria desferir um golpe na horizontal tentando abater meu adversário sem necessariamente acertar meu companheiro, entre tudo esse era o motivo de ter pedido para que endurecesse seu corpo, por garantia. Assim que terminasse e conseguisse com sucesso meu foco era o bicho que estava indo em direção a Yanka, eu certamente não acreditava que correndo chegaria a tempo, no entanto, eu, por algum motivo sabia que poderia o acertar dali, como? Não sei… Mas até onde tinha conhecimento eu estava em uma sala gelada que deu num deserto com uma esfinge onde tinha um salão gigante em sua cabeça, logica não era o forte daquele lugar. Visto isso tentaria desferir um golpe visando lançar um ataque energético em direção a criatura que andava em direção de Yanka.

Ok, agora vamos planejar caso dê merda, o que no nosso histórico era algo mais frequente do que gostaria. No caso de qualquer um dos adversários me atacasse a distância, tentaria desviar mantendo a direção sentido Blum, sim... O Blum agora virou ponto de referência. Evitaria bloquear tais ofensivas, coisa que aprendi vendo o quão fodidos os outros dois estavam. Voltando, se o ataque fosse a curta distância tentaria desviar com um giro de maneira que usasse a força centrífuga do movimento e desferisse um golpe horizontal ou diagonal ao fim de tal esquiva. Caso o bloqueio fosse necessário iria colocar a espada frente a boca do bicho de maneira que ocupasse o máximo de área possível e sua gosma não tivesse muitas formas de me alcançar. Neste caso recuaria assim que possível tomando uma distância segura para que pensasse no que faria naquela situação nova.


OFF:

Tentei melhorar a descrição sem que perdesse a essencia do personagem, ou enchesse de conteudo desnecessario, assim creio que fica mais tranquilo e divertido tanto de ler quanto de escrever.




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Indo pra vala

- Como diabos eu poderia imaginar que esse bicho poderia cuspir uma coisa dessas? Eu nem sou o miranha pra ter um sexto sentido. Droga! - Rangia os dentes enquanto olhava para aquela boca fedorenta vinda em minha direção. - AAAA veiii, é agora que chuto a bunda desse ser de quinta categoria! - Achava que eu estava com medo? Um Yakuza já passou por coisas piores, não é um minhoquinha de merda que iria acabar com minha vida, e se ela me comesse passaria no mínimo cinco dias com uma caganeira feroz. - PODE VIIR! - Gritaria para a besta.

Juntaria minha força e impulsionaria para frente a fim de tentar escapar daquela gosma patética. Enquanto fazia isso escutava um daqueles bunda moles me instruindo o que eu devia fazer, antes que pudesse dar uma resposta era sabido o que ele queria fazer, então encarando a morte ainda daria uma resposta bem humorada. - Foi mal, cara, mas eu jogo em outro time. - Efetivamente, ativaria o modo turbo ou seja lá o que fosse que fazia meus braços e pernas se tornarem fortes como ferro.

Se conseguisse escapar a tempo daquela prisão maldita, bateria meus dois cotovelos no chão e aproveitaria a explosão efetuando um chute em forma arco para cima em direção àquele mostrengo e depois tentaria equilibrar-me para não cair duro no chão. No caso se ser ingerido pelo minhocudo( não pense em coisas erradas seu maníaco), tentaria ser a coisa mais ruim que ele comeu na face da terra, ainda não desistiria de me saltar daquele grude, caso conseguisse tentaria o prazer de socar e chutar dentro da barriga daquela coisa.

Na hipótese de conseguir livrar-me daquela situação extrema, apenas enchia mais de ódio em meus punhos para deitar essas merdas na porrada. - Seus cretinos, o mesmo golpe não funcionava duas vezes na mesma pessoa. Agora espero que estejam preparados para festinha! - Dessa vez, seria o primeiro atacar, dessa forma, sairia correndo atrás da minha primeira vítima.

Saltaria e esperaria algum daqueles bichos me abocanhar, eu não sabia nada sobre serpentes ou coisas do tipo, porém poderia confirmar que eles estavam loucos para nos eliminar, por isso, eles irão vir com tudo de uma vez para dar uma mordida ou cuspiria novamente, meu objetivo era girar meu corpo no ar para esquivar, além disso aproveitar do giro pra desferir um socão de ferro na carapuça daquele bichão. - SOCO BAAALAAA DE CANHÃAAOOOOOO!!!

Para minha defesa tentaria tomar cuidado com as catarradas da cobra, saltando de um lado para outro a fim de desvia. Se sentisse que não conseguiria desviar utilizaria minha genialidade, tiraria minha blusa e usaria para absorver o impacto, depois usaria o feitiço contra o feiticeiro, pegaria aquele pedaço de roupa infectado e jogaria na cara daquele bicho. - É hora de provar do próprio veneno! - . Qualquer impacto que fosse me atingir transformaria meus braços em ferro e tentaria bloquear o ataque.

Histórico:

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Reuniria toda a energia mágica concedida a mim e focaria em estender até Diego, o grande Duelista do time. - Faz seu nome garoto. - Diria.

Para me defender dos ataques desenfreados que aquela besta pudesse discorrer eu focaria na esquiva, correndo para a direção contrária do ataque, rolando, pulando, saltando e aparando com minhas espadas quando necessário. Aproveitaria para procurar um ponto cego ou vulnerável daquela besta ou um atalho disponível para que chegássemos até o anel ou saída.

Off: desculpa o post porco, estou fora de casa comemorando o aniversário do meu avô e não pretendia deixar dar o W.O. estou pronto para aceitar as consequências. Vou compensar nospróximos.
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Desventura na Terra dos Sonhos



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Precisavam agir rápido e assim o fizeram. Diego já gritava ordens para Blum, tais berros eram entrecortados em pequenas pausas para respirar. Será que o golpe da criatura o machucara tanto assim? Ou estaria meramente pensando? Se fosse a segunda opção, de várias ideias, a de não soltar o pé do colega que estava ao lado antes de partir poderia custar caro.

O tanque do grupo também se preparava a seu modo para a minhoca que o abocanhava, obviamente seu primeiro movimento era tentar meramente se soltar. Estava puto, afinal, como imaginaria algo tão absurdo quanto aquelas criaturas cuspindo? Bom, como poderia reclamar de algo ali ser inesperado? Nada ali fazia sentido para início de conversa.

Já Yanka demonstrava que era daqueles companheiros que se preocupam com os outros antes de se preocupar consigo mesmo. Estava com os pés presos, mas mantinha o espírito de solidariedade ativo e por isso se concentrava em ajudar seus colegas. Sua concentração era tamanha neste ato que seus planos de proteção próprios simplesmente esqueciam o “detalhe” de que não poderia correr sem se soltar.

Enquanto Diego se aproximava daquela criatura que engolia seu colega, sentia-se mais forte graças a energia que Yanka emitira para ele. Assim, Kaminari se impulsionava ainda mais rápido na direção da besta que engolia Blum. Este último, já sem enxergar graças a escuridão da boca que o cercava, sentia que vencia a gosma e conseguia se impulsionar para socar a criatura por dentro.

O combo dos dois era bem poderoso. Enquanto um descia o cacete na criatura pelo lado de dentro, enquanto ainda era engolido, sentindo principalmente a cada golpe um pouco daquela gosma que o prendera. Seus golpes eram difíceis de executar, mas sentia que tinham peso ali dentro. O outro, do lado de fora, impulsionado pelo suporte heroico atacava horizontalmente. A espada de Diego passava pela boca cheia de terra e destroços da criatura e começava a cortar a pele e quebrar alguns de seus dentes no processo. Blum, na escuridão enquanto socava e chutava, acabava por ver lá dentro a luz verde que emanava da arma de seu colega, podendo muito bem sair daquele local, não que fosse muito necessário.

Infelizmente, com os dois concentrados na criatura de Blum, acabaram não vendo a pobre tragédia que afligia a Yanka simultaneamente. O suporte do grupo até pensara no que fazer, mas como dito anteriormente, sua amizade era tão real que havia esquecido até a situação que estava em prol de ajudar os companheiros. Seu plano de defesa envolvia realizar ações que não poderia com os pés presos. Assim, quando a criatura que havia dado uma bela rabada em Diego se aproximou, tudo que pôde perceber foi que foi engolido tal qual Blum... quem dera, o tanque do grupo estava totalmente preso ao chão, fazendo a criatura não ter muita alternativa além de engolir até mesmo um pedaço deste para engolir o adversário. Já Yanka estava com o corpo todo basicamente livre, só com os pés presos. E foi essa dor absurda que passou por seu corpo. Enquanto era engolido percebia que simplesmente havia perdido seus pés que provavelmente estavam presos ainda no chão daquele salão.

A espada de Diego terminava o corte, e apesar de não eliminar a criatura como desejava, cortava o suficiente da boca para fazer os destroços e Blum saírem por ali em uma mistura estranha de vômito e sangue. Já este segundo, não só havia danificado bem sua adversária, como percebia que a gosma não o segurara tanto para sair, claramente havia danificado seja lá o que a produzia dentro da criatura.

Do lado de fora, Diego acabava percebendo que seu colega suporte já havia sido atacado, provavelmente ainda vivo na possível garganta da criatura, igual Blum estava até poucos segundos atrás. Assim, Kaminari planejava uma forma de atacar a criatura de forma rápida e certeira. Não sabia como exatamente funcionaria, mas sabia que funcionaria. Energia foi concentrada em si mesmo e quando menos se esperava um feixe de pura energia era lançado dele na direção da criatura que havia engolido Yanka.

Enquanto o colega lançava aquela energia, Blum aproveitava os braços de ferro para bloquear os golpes da criatura que o engolira. Ela não estava atacando-o com força, parecia mais se balançar de um lado para o outro em agonia pela dor da boca cortada e do seu interior estragado por ele. Assim, o aspirante a marinheiro pôde saltar e atacar a criatura com um soco poderoso com sua mão de ferro. Quebrando a cabeça da criatura por fim e finalizando-a.

Yanka, vivo, imerso na dor e na gosma que havia dentro da criatura, sentia um forte golpe atingindo a criatura. E apesar deste não atravessar a pele por completo, mesmo por dentro conseguia reparar no brilho verde forte que era emanado do que quer que tinha a atingido.

Este golpe obviamente vinha de Kaminari, que concentrado no feixe de energia não conseguia utilizar de sua espada para bloquear como desejava a criatura do trono que finalmente chegava até ele. A rabada era forte, aparentemente a criatura percebeu graças as outras que engolir aqueles humanos podia não ser a melhor das ideias. Diego sentia não só a dor da pancada, mas seu corpo voava por uns bons metros se arrastando no chão subindo a poeira até finalmente parar ao chocar-se com a primeira estátua do lado esquerdo do salão.

Assim o cenário final era simples. Mais a esquerda de todos estava Diego, que havia acabado de levar uma baita pancada e se chocar com a estátua, sua espada ficara no centro do salão. Um pouco mais próximo do centro, mas ainda do lado esquerdo do salão estava a criatura que engolira Yanka, a pele/escamas bem danificadas onde o feixe de energia a atingira, o suporte do lado de dentro sabia onde era, mas se mover lá dentro era complicado para ele, não só por causa da dor alucinante, mas pela própria gosma que era gerada a todo instante e grudava mais e mais em seu corpo. Já ao centro, estava Blum em cima da criatura que derrotara e a outra que acabara de acertar o duelista do grupo e o mandara voando.



TheRealBlind1
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Evento Pequeno
Desventura na Terra dos Sonhos

A sensação aguda e ardente era tudo em que eu podia me concentrar. Um sentimento avassalador de pavor me consumia e eu podia jurar de pés juntos que essa dor só vai piorar e piorar. Minha cabeça parecia estranhamente leve, tudo parece girar em meu torno em um borrão de movimento e minhas pernas mal podem me carregar desse jeito. — Droga! — Levei as mãos à cabeça como uma resposta automática a fim de amenizar a dor e aliviar a angústia de uma ação imprudente que resultou com a perda dos meus pés. Mas apesar de todo o sofrimento, minha feição ainda denunciava um sorriso confiante. Afinal de contas, é preciso ter uma memória agridoce de aventuras afortunadas e o que melhor do que ter os membros amputados para tal?! Fraco e exausto, eu empenharia toda a minha força restante para continuar lutando. Com puro foco eu bloquearia a dor o suficiente para torná-la nada mais do que um pequeno aborrecimento.

Dentro do estômago, canal excretor ou o que quer que fosse aquela região em que eu me encontrava, eu precisava encontrar uma maneira de contribuir com os meus pares. Com a falta dos pés, eu engatinharia até a parede mais próxima a mim e ali me apoiaria com as costas voltadas para ela. Precisaria antes de tudo resolver aquele problemão da falta dos meus pés, para isso, reuniria a força necessária, natural ou provinda das habilidades conferidas a mim, para contrair os músculos da perna a fim de estancar por completo o ferimento.  

Não menos importante, eu precisava identificar se minhas espadas ainda estavam comigo ou se haviam tomado um rumo diferente ao sermos engolidos. Para isso, tatearia a vizinhança do interior daquela besta iniciando pela minha atual localização até onde eu me lembrasse estar localizada a abertura por aonde entrei. Se fosse feliz em encontrar uma ou as duas espadas, prontamente fincaria a(s) lâmina sob a superfície pegajosa abaixo de mim e com a ajuda do meu tronco que seria levantado para atingir ainda mais profundidade, concentraria todo o meu poder através das palmas de minhas mãos, passando pelo cabo da espada e percorrendo por minha(s) lâmina teria como objetivo criar um efeito de sonolência naquela criatura para que meus pares pudessem tirar alguma vantagem dessa condição. Caso o cenário se desenhasse comigo desarmado, seguiria a mesma estratégia para causar a sonolência, só que com as palmas das mãos voltadas para a superfície agindo como a grande fonte de poder. Também usaria de mordidas e abocanhadas visando provocar ainda mais respostas do seu corpo.

Uma segunda estratégia seria provocar uma ânsia de vômito naquela criatura para que eu pudesse usar de carona, basicamente. Para isso, procuraria estimular o seu interior criando o que aquilo de melhor que uma espada possui, cortes para baixo e para cima, como se troca a marcha de um carro. Hora eu empurraria para cima, faria uma pausa para resistir às reações naturais que ela pudesse ter, outra, empurraria para baixo, seguindo a mesma precaução.

Era muito provável que a criatura ambulante não fosse receber o meu golpe de maneira a facilitar os meus trabalhos, mas veria a se mexer, rolar, ou até mesmo entrar embaixo do solo. Para evitar que fosse jogado ou sofresse com quedas que não viesse com o vômito daquela criatura e que eu pudesse ter a certeza que sairia pela sua boca, com o risco de ser levado para mais voltas e reviravoltas, eu seguraria firmemente no cabo das minhas espadas. Se fosse apenas uma, com as duas mãos unidas no pomo dela, com as duas, tomaria o cuidado de envolvê-las em um abraço. Sem as espadas, os braços seriam abertos na altura dos ombros, como o sinal da cruz e as pernas espaçadas o máximo possível para que criasse um obstáculo humano.   
 

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Blum
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Evento Pequeno
Desventura na Terra dos Sonhos

No ápice da loucura

- BUUSHIIBABABABABABABAAA!!! Olha quem é que manda aqui, comédialândia! - Gargalhava daquela cena gloriosa, aquela minhoca da terra havia me engolido e veja quem acabou se dando mal. - Não subestime o poder de um YAKUZA! - Todo esse sentimento de vitória fazia-me sentir bem e todo o meu corpo ficava excitado por mais batalha. Era hora de caçar mais uma dessas malditas cobrinhas, se já derrotamos uma, outra não vai ser problema.

- Ei, cabeludo, vai ficar quanto tempo deitado aí? Já cansou?! - Provocaria o espadachim que havia salvado minha pele, agora éramos parceiros de combate, sendo assim, sentia-me ainda mais confiante da nossa vitória. Esse ser que prendeu a gente aqui, iria levar uma lição daquelas a qual jamais irá esquecer, bem, como já dizia o ditado: não mexa com o que está quieto.

Não entendia muito bem, mas algo me dizia que devia partir com tudo para cima da criatura que mandou o espadachim ao ares. - Onde diabos tá o outro palerma? - Perguntaria ao guerreiro - Ah, então foi isso! Sua aberração nojenta! - Aguardaria Diego recompor suas forças para podermos atacar simultaneamente.

Sem mais delongas, sairia correndo em direção aquele ser. Chegando perto, daria um pulo em sua direção, não tinha nenhum medo se aquele bicho me comesse, muito pelo contrário, eles que deviam temer ao me comer, se eu fosse comido, o que lhe aguardaria era uma chuva de porrada dentro do estômago.

Enfim, no ar começaria a girar em meu próprio eixo. - CHUUTEEE FURADEIIRAAAA!!! - Aplicaria um chute em direção aquele ser grotesco. Com o poder do giro e as pernas feitas de ferro produziria um impacto muito forte nesse ataque. Mesmo se fosse atingido por aquela gosma do cão, não surtiria efeito, pois a rotatividade iria espalhar toda aquela baba nojenta, além do mais. Iria manteria minha base forte com os braços fechados, juntos ao peito e minha perna direita bem esticada. Na hipótese de errar ou o oponente conseguir se defender, não havia nenhum empecilho, pois tinha mais uma pessoa lutando com ele, essa era hora de Kaminari brilhar.

Após a investida, tentaria recuperar o fôlego e ir à guerra novamente, dispararia novamente contra o inimigo e estava pronto para lhe dar uma boa lição de moral. Me inclinaria o máximo que pudesse e quando a serpente fizesse algum ataque, daria um pulo seguido de um gancho a fim de mandá-lo para o mundo dos sonhos.

Para minha defesa, manteria o padrão de bloquear com os braços golpes vindo em minha direção, sempre transformando partes do corpo em ferro, dessa forma minimizando danos. No caso de disparos, dependendo de onde tivesse, tentaria dar um salto para direita, caso tivesse no ar, rodaria meu corpo colocando meu peso sobre uma direção que achasse vantajoso. Se avistasse um companheiro em apuros, correria em sua direção e tomaria sua frente a fim de protegê-lo.

Caso percebesse que a outra cobra fosse atrapalhar minha investida, iria efetuar os meus ataques em sua direção, dessa forma, cada um teria sua própria preocupação.

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Eae, qual foi?

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